Top PDF Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Peças bucais (Fig. 6): mandíbula longa, com uma base robusta, estreita na parte proximal, sem ornamentações, alarga-se até cerca de um terço, na re- gião mediana a margem anterior for[r]

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Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Argulus chicomendesi sp. n. (Crustacea: Argulidae) parasita de peixes da Amazônia brasileira.

Abdômen (pléon) (Fig.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Argulus chicomendesi zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA sp.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYX[r]

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Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus hoplius sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE Hoplias malabaricus (BLOCH, 1794) (CHARACIFORMES, ERYTHRYNIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

O primeiro segmento do exopodito com um espinho distai, espinhos pequenos na margem externa e cerdas internas; o segundo segmento com espinhos pequenos na margem externa e uma seta[r]

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Ergasilus turkayi n. sp. (Copepoda, Cyclopoida, Ergasilidae): a gill parasite of Serrasalmus hollandi Jégu, 2003 (Characiformes, Serrasalmidae) from the Paragua River, Bolivia

Ergasilus turkayi n. sp. (Copepoda, Cyclopoida, Ergasilidae): a gill parasite of Serrasalmus hollandi Jégu, 2003 (Characiformes, Serrasalmidae) from the Paragua River, Bolivia

coatiarus Araujo and Varella, 1998, Ergasilus jaraquensis Thatcher and Robertson, 1982, Ergasilus urupaensis Malta, 1995, and the new species. Furthermore, E. pitalicus, Ergasilus leporinidis Thatcher, 1981, and Ergasilus hypophthalmi Boeger, Martins and Thatcher, 1993 presents the interpodal plates ornamented with spinules, similar to those observed in E. turkayi n. sp. The new species also possess a 2-segmented exopod on Leg 4, with a partly fused second and third exopodal segments, a feature also present in Ergasilus salmini Thatcher and Brasil-Sato, 2008, Ergasilus chelangulatus Thatcher and Brasil-Sato, 2008, and E. jaraquensis.
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Brasergasilus guaporensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Leporinus fasciatus (BLOCH, 1890) (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Brasergasilus guaporensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Leporinus fasciatus (BLOCH, 1890) (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ramos caudais (Figs. 1, 2 e 4) subtriangulares, ambos equipados com uma seta longa e uma curta na margem distai, duas setas reduzidas na margem lateral extema e uma fileira de pequen[r]

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Ergasilus yumaricussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Pygocentrus nattereri (KNER, 1860), Serrasalmus rhombeus (LINNAEUS, 1819) E Pristobrycon eigenmanni (NORMAN, 1929) (CHARACIFORMES : SERRASALMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus yumaricussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Pygocentrus nattereri (KNER, 1860), Serrasalmus rhombeus (LINNAEUS, 1819) E Pristobrycon eigenmanni (NORMAN, 1929) (CHARACIFORMES : SERRASALMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Peças bucais (Fig. 6): mandíbula longa, falciforme, com uma base robusta, larga na região proximal, na região mediana sua largura reduz à metade; na margem posterior, origina-se o pa[r]

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Gamidactylus bryconis sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE PEIXES, Brycon pellegrini HOLLY, 1929 E Β. melanopterus (COPE, 1872) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Gamidactylus bryconis sp. n. (COPEPODA, POECILOSTOMATOIDA, VAIGAMIDAE) DAS FOSSAS NASAIS DE PEIXES, Brycon pellegrini HOLLY, 1929 E Β. melanopterus (COPE, 1872) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Perna IV (Fig. 10) com o endopodito bi-segmentado e ambos os segmentos com espínulos externos, atingindo até a metade da margem distai. O primeiro segmento com uma seta piumosa media[r]

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Ergasilus turucuyussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Acestrorhynchus falcatus(BLOCH, 1794) E A. falcirostris(CUVIER, 1819) (CHARACIFORMES: CHARACIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus turucuyussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Acestrorhynchus falcatus(BLOCH, 1794) E A. falcirostris(CUVIER, 1819) (CHARACIFORMES: CHARACIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ramos caudais (Figs 1, 2 e 3) sub-retangulares, ambos equipados com uma seta longa e uma curta, duas setas reduzidas e com as margens posteriores ventrais laterais com uma fileira d[r]

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Ergasilus coatiarus Sp. N. (Copepoda, Poecilostomatoida, Ergasilidae) parasita dos filamentos branquiais de Cichla monoculus spix, 1831 (Perciforme: Cichlidae) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus coatiarus Sp. N. (Copepoda, Poecilostomatoida, Ergasilidae) parasita dos filamentos branquiais de Cichla monoculus spix, 1831 (Perciforme: Cichlidae) da Amazônia Brasileira.

Endopódito triarticulado, ambos com borda externa serrilhada; primeiro artículo com uma seta plumosa na margem interna; segundo artículo com duas setas plumosas na margem interna; ar[r]

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Ergasilus triangularis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das BRÂNQUIAS de Laemolyta taeniata (KNER, 1859), (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus triangularis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das BRÂNQUIAS de Laemolyta taeniata (KNER, 1859), (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Os espécimens foram coletados dos filamentos branquiais de Laemolyta taeniata dos rios Jamari, Guaporé e Pacaás Novos do estado de Rondônia, Brasil.. A nova espécie tem um espinho fort[r]

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Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Resumo: O objetivo da pesquisa é analisar o nível de modernização agrícola dos municípios da Amazônia do Brasil. Foi utilizada a técnica de análise fatorial e a produção do Índice de Modernização Agrícola (IMA), a partir de 18 indicadores provenientes do Censo Agropecuário de 2006. Como resultados principais, obteve a extração de 5 fatores latentes, representando mais de 74% da variância total acumulada. Os indicadores que mais se destacaram foram as despesas agrícolas, o uso da terra e o trabalho intensivo. O IMA revelou claramente que existe um padrão heterogêneo e dual de modernização agrícola na Amazônia brasileira, em que nos lados oeste e norte da região (Amazônia Ocidental) encontram-se os municípios com piores indicadores de modernização agrícola e nos lados sul e leste (Amazônia Oriental) estão aqueles com os melhores resultados, exatamente por onde avança a fronteira agrícola de produção. Os estados com melhores IMA foram Rondônia, Tocantins e o sul e leste do Pará. Já Acre, Amazonas, Amapá e Roraima apresentaram baixos níveis de modernização agrícola, especialmente o estado do Amapá, que teve todos os seus municípios entre os estágios baixo e muito baixo IMA. Palavras-chave: modernização agrícola, análise fatorial, Amazônia brasileira, Região Norte do Brasil.
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O desmatamento está se acelerando na Amazônia brasileira?.

O desmatamento está se acelerando na Amazônia brasileira?.

Estes estudos foram questionados por ministros e outras autoridades brasileiras (Amaral 2001; Goidanich 2001; Silveira 2001; Weber 2001), que argumentaram que uma premissa chave de ambos de que o passado poderia ser usado para prever o futuro da Amazônia seria criticamente insustentável. Isto é, eles sustentam que ocorreram mudanças fundamentais na legislação ambiental brasileira e na capacidade de implementação das mesmas, nas políticas de desenvolvimento, e nas atitudes públicas durante a última década. Os ministros argumentam que estas mudanças reduziriam muito os impactos de novas estradas e projetos de infraestrutura em relação aos efeitos notoriamente prejudiciais dos projetos desenvolvidos nos anos 70 e 80 (Fearnside 1987, 1990; Brown & Pearce 1994; Nepstad et al. 1997).
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Repositório Institucional da UFPA: Gestão ambiental em assentamentos agroextrativistas: potencialidades e limites - O caso do PAE Ilha do Mutum, Marajó - Pará, Amazônia

Repositório Institucional da UFPA: Gestão ambiental em assentamentos agroextrativistas: potencialidades e limites - O caso do PAE Ilha do Mutum, Marajó - Pará, Amazônia

A produção da madeira no Pará, sobretudo no arquipélago do Marajó, segundo Conceição (2013), tem suas bases históricas construídas e assemelham-se ao desenvolvimento do capital em outros ciclos exploratórios – borracha, castanha -, em diversos espaços da região amazônica, desencadeando a desestruturação de culturas tradicionais, danos ambientais e aliciamento da população local aos novos padrões impostos pelo modo de produção capitalista voltado para exportação. De acordo com Ramos (1996), o extrativismo vegetal, de maneira mais específica no Arquipélago do Marajó, na microrregiação dos Furos de Breves, ocupa um posicionamento de destaque na economia local desde o período de exploração da borracha na segunda metade do século XIX, início do século XX. Todavia, a queda da produção borracha na Amazônia na década de 1920 do século passado, dava início ao novo padrão de exploração econômico baseado na extração da madeira, o que atraiu inúmeros investimentos externos para esse território. Ainda de acordo com Ramos (1996), a flora marajoara dos furos, caracterizava-se por espécies de grande aceitação no mercado internacional como macacaúba (Platymiscium ulei Harms Fabaceae, Platymiscium trinitatis Benth Fabaceae), sucupira (Pterodon emarginatus - Leguminosae / Papilionoideae), virola (Virola surinamensis (rol)Warb, Myristicaceae.), maçaranduba (Manilkara amazonica), samauma (Ceiba pentandra (L.) Gaertn), cedro (Juniperus cedrus), entre as mais procuradas, o que proporcionou condições materiais para a exploração madeireira, que dispunha na época de infraestrutura (condições de abastecimento, disponibilidade de mão de obra, rios navegáveis, e posição geográfica privilegiada) viável para o estabelecimento de grandes empresas madeireiras (RAMOS, 1996).
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Patologia de petxes da Amazônia Brasileira

Patologia de petxes da Amazônia Brasileira

Assim, a ausência de vermes no tumor, no satélite e em um dos tumoróides não prova que não tivessem estado presente anteriormente.. Ê ainda possível que a invasão [r]

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O balanço de carbono da Amazônia brasileira.

O balanço de carbono da Amazônia brasileira.

carbono (CO 2 ) atmosférico. Estudos recentes do IPCC para a década de 1990 estimam a biota terrestre com sendo um sumidouro líquido de aproximadamente 1,4 gigatonelada de carbono por ano (assimilação líquida pela biota terrestre menos as emissões devidas às mudanças dos usos da terra). É provável que a maior parte desse suposto sumidouro aconteça nas florestas das latitudes médias e dos trópicos. Estudos do ciclo do carbono do Experimento LBA estão mostrando que as florestas não-perturbadas da Amazônia comportam-se com um forte sumidouro de carbono, com taxas na faixa de 1 a 7 tonela- das por hectare por ano, ao passo que as áreas inundadas e os rios podem estar agindo como fonte de carbono de até 1,2 tonelada por hectare por ano. O desmatamento e a queima de biomassa representam uma emissão líquida de aproximadamente 0,2 gigatonelada de carbono por ano na Amazônia brasileira. Ainda que se leve em conta as grandes incertezas existentes sobre essas medidas, o balanço das evidências observacionais aponta para a possibilidade de que as florestas tropicais da América do Sul estejam funcio- nando como sumidouros de carbono da atmosfera.
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A cheia de 2009 na Amazônia Brasileira

A cheia de 2009 na Amazônia Brasileira

Resumo O ano de 2009 se mostrou atípico do ponto de vista hidrológico em relação ao período e intensidade de cheia climatológica de alguns dos principais rios da Bacia Amazônica. Dentro desse contexto, busca-se, no presente estudo, entender como uma resposta heterogênea dos rios está relacionada com uma anomalia de precipitação de grande escala. Este trabalho apresenta uma análise da cheia de 2009 na Amazônia Brasileira com apoio em dados hidrometeorológicos. Para isso, foram utilizados dados de cota das estações de Tabatinga (Rio Solimões), Fonte Boa (Rio Solimões), Manaus (Rio Negro), Moura (Rio Negro), Borba (Rio Madeira) e Óbidos (Rio Amazonas) e estimativas remotas de radiação de onda longa (ROL) sobre cada um dos sítios citados anteriormente e ainda as estações de Serrinha (Alto Rio Negro) e Porto Velho (Rio Madeira). Os resultados obtidos sugerem que as causas da cheia não ocorreram de forma simultânea na bacia, e sim devido aos efeitos combinados de translação da onda de cheia na bacia, presença de grandes áreas de várzeas e pelas atividades convectivas nos diferentes sítios analisados. Esse efeito combinado produziu uma cheia recorde inicialmente à jusante da bacia amazônica, em Óbidos - PA e, posteriormente, na parte central em Manaus - AM.
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Leptophlebiidae (Ephemeroptera) da Amazônia brasileira.

Leptophlebiidae (Ephemeroptera) da Amazônia brasileira.

A seção do catálogo traz os gêneros, seus autores, ano e espécie- tipo. As espécies, autor, ano, localidade-tipo (ou locais de ocorrência da espécie), material adicional examinado (quando existente), dados adicionais da coleta e locais de deposição do material. Também são fornecidos os sinônimos (quando existentes). No catálogo a forma adulta (imago) está representada com “I”, o subadulto (subimago) com “SI”, a ninfa com “N”, o macho com o símbolo _ e, a fêmea com o símbolo `.

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Hepatite fulminante na Amazônia brasileira.

Hepatite fulminante na Amazônia brasileira.

1 5 . Fo nsec a JCF, Simo netti SRR, Sc hatzmayr HG, Castej ó n MJ, Cesário ALO, Simonetti JP. Prevalenc e of infec tion with hepatitis delta virus ( HDV) among c arriers of hepatitis B surfac e antigen in Amazonas State, B razil. Transac tion o f the Ro yal So c iety o f Tro pic al Medic ine and Hygiene 8 2 : 4 6 9 -4 7 1 , 1 9 8 8 .

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CARTOGRAFIA DAS HIDROESTRATÉGIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

CARTOGRAFIA DAS HIDROESTRATÉGIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

As narrativas amazônicas referentes a uma perspectiva territorial normalmente perpassam por uma gama diversa de ações governamentais e empresarial, fazendo contrapontos, de maneira intermitente, às ações dos povos e comunidades tradicionais amazônicas, mas que nessa última década tende a ser contínuas. Dentre as ações pode-se considerar as construções de rodovias, ampliação do desmatamento, crescimento da pecuária, extração madeireira, extração mineral, hidrovias, agronegócio e, com proeminência, a construção de hidroelétricas, que visam reestruturar o espaço amazônico aos fluxos econômicos nacional e internacional. Neste artigo, realizamos uma breve reflexão sob o que estamos qualificando como hidroestratégias, ou seja, processos relacionados aos ajustes na gestão do território e na relação território e norma, como condição para a expansão do capital hidro-energético na Amazônia. Referenciamos a análise a partir do Macro Zoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia (MacroZEE), que projeta à região como potencialidade hídrico-energética. Por esta “potencialidade” compreende-se o quantitativo de rios amazônico como
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