Top PDF Espaço para construção do conhecimento dos sujeitos, blogueiros, educadores Candice Campos Habeyche

Espaço para construção do conhecimento dos sujeitos, blogueiros, educadores Candice Campos Habeyche

Espaço para construção do conhecimento dos sujeitos, blogueiros, educadores Candice Campos Habeyche

Lançamos diferentes inquietações durante o texto, até mesmo expressamos determinadas curiosidades de pesquisa, do que levaria estas pessoas a criarem seus blogs? Por exemplo, podendo desmembrar e levar a diferentes estudos. A relexão sobre os sujeitos e seus diálogos nestes blogs é parte da discussão da dissertação proposta, e este estudo inicial nos possibilitou entender melhor e aprofundar parte da pesquisa, apontando, portanto, para uma problemáti- ca, o que já a justiica. Pensando no caso do nosso objeto de estudo poderia ser proposto um diálogo entre o Portal do Professor com estes blogueiros que estão no “limbo”, para que haja uma atualização. Assim não tería- mos o caso de uma má indicação a algum educador interessado em saber a opinião de colegas, ou até mesmo para pesquisar sobre o assunto. Nossa preocupação foi mostrar a poluição do espaço virtual a partir do objeto de estudo trabalhado, ampliando o excesso de falas e informação, que se tornou imper- ceptível, e o que não dá poder a ninguém, tentamos, portanto, discutir uma parte do todo.
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Rede mista: espaço transversal à construção do conhecimento e produção de práticas de saúde mental.

Rede mista: espaço transversal à construção do conhecimento e produção de práticas de saúde mental.

É possível apoiar-se nessa deinição para construir as redes de cuidado em saúde mental, visando articular mais efetivamente a ação dos proissionais às necessidades de saúde da população do território. A noção de território, por sua vez, é a de constituir um espaço vivo, que, além das condições objeti- vas que oferece, apresenta também dimen- sões subjetivas decorrentes das relações en- tre os sujeitos que nele convivem (SACARDO; GONÇALVES, 2007) . E, sem dúvida, os proissio-

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A construção pedagógica de sujeitos em processos formativos: uma experiência com educadores e educadoras sociais no nordeste brasileiro

A construção pedagógica de sujeitos em processos formativos: uma experiência com educadores e educadoras sociais no nordeste brasileiro

f) A partir dessa sua experiência, a Educação Popular tem construído espaços na crítica educacional (“por sua capacidade de influência em debates públicos e pelo que tem alcançado na geração de lideranças sociais, de culturas, de pedagogias e políticas”, desde suas práticas), os quais têm forjado um outro olhar, outro lugar a partir do qual se situa a ação educativa desde os contextos, desde os praticantes e desde os resultados nas comunidades, que foram se colocando como base ao desenvolvimento de ações coletivas e mobilizações sociais, até à construção de mecanismos de controle da gestão de políticas públicas (p.ex. os comitês e grupos de controle originados em organizações populares). g) A Educação Popular gera processos de produção de conhecimentos, de saberes e de vida com sentido para a emancipação humana e social. Dessa sua experiência, ela tem oferecido uma contribuição ao desenvolvimento teórico e prático em campos do conhecimento ligados a temas e setores de relevância social, tais como: meio ambiente, direitos humanos, cultura de paz, relações de gênero, poder local e espaço público, resolução de conflitos etc. Também desde a Educação Popular, tem havido contribuições significativas sobre a questão metodológica e pedagógica das práticas sociais alternativas e da formação de educadores/as; propostas como o ‘diálogo de saberes’ e o ‘diálogo cultural’ têm sido incorporadas a outros discursos e práticas educativas como a ‘interculturalidade’ e a ‘resolução de conflitos’. Considera-se ainda que a corrente pedagógica da Educação Popular tem reconhecidamente acumulado próprio em algumas temáticas, como a sistematização de experiências, a incidência em políticas públicas, a democracia participativa local e a alfabetização de jovens e adultos. As práticas de sistematização de
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O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: UMA ANÁLISE DE PERSPECTIVAS DE SUJEITOS DO PROEJA

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: UMA ANÁLISE DE PERSPECTIVAS DE SUJEITOS DO PROEJA

Foi possível perceber ainda nestas narrativas a preocupação por parte dos participantes da pesquisa de se abrir a avaliação no sentido de dar mais espaço e liberdade para os estudantes construírem o conhecimento, seja através de questões abertas, seja através do estímulo de múltiplas habilidades e competências. E relevante ressaltar a preocupação manifestada nos escritos em relação ao acompanhamento do(a) professor(a) aos processos na forma de mediador e não de impositor, o que é bastante relevante para o melhor aproveitamento, como também para uma construção de conhecimento mais aberta e democrática.
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CONTRIBUIÇÕES DOS ESTUDOS DO COTIDIANO À REFLEXÃO SOBRE SER/TORNAR-SE ESTUDANTE: PERTENCIMENTO E EXCLUSÃO NO ESPAÇO-TEMPO DA ESCOLA

CONTRIBUIÇÕES DOS ESTUDOS DO COTIDIANO À REFLEXÃO SOBRE SER/TORNAR-SE ESTUDANTE: PERTENCIMENTO E EXCLUSÃO NO ESPAÇO-TEMPO DA ESCOLA

A pesquisa foi orientada para a construção de um quadro referencial que interrogasse os desdobramentos dos processos educacionais coletivamente construídos para serem adaptados a vivências e experiências daqueles que se tornaram estudantes com vistas ao favorecimento de escolhas profissionais. Entendemos que é pela dinâmica das interações entre os processos educacionais e seus atores que é produzido o conhecimento no qual a pesquisa deseja contribuir com explicações e compreensão sobre os fenômenos sociais observados neste espaço-tempo. Assim, acreditamos em virtude dos usos que os sujeitos fazem da escola, bem como das relações que estabelecem a partir das noções de pertencimento e criação da identidade “estudante”. Como parte dos resultados, apresentamos a análise dos dados realizada a partir da produção de discentes 1 do 6º ano do Ensino Fundamental sobre suas perspectivas acerca das trajetórias escolares vividas e apresentadas por meio de respostas objetivas as perguntas feitas pela equipe de investigação.
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A contribuição da gestão social do conhecimento, na construção de um espaço de participação da sociedade na Administração Pública

A contribuição da gestão social do conhecimento, na construção de um espaço de participação da sociedade na Administração Pública

Entende-se que o campo da gestão social faz parte do desenvolvimento social, que se compõe como um processo social, a partir de múltiplas origens e interesses, por relações de poder, de conflito e de aprendizagem. Nesta perspectiva de gestão social estão especialmente identificados como sujeitos os indivíduos, grupos e coletividades interessadas, mediados por redes ou por interorganizações. Fischer (2002) faz cinco proposições acerca da caracterização do campo da gestão social e de seus paradoxos. A primeira está relacionada ao poder que traz uma carga de conflito de interesses entre atores envolvidos e entre escalas de poder. A segunda apresenta a gestão do desenvolvimento social como um campo com práticas híbridas e contraditórias, pois a cooperação não exclui a competição; a competitividade pressupõe articulações, alianças e pactos. A terceira delineia o campo como marcado pela ética e pela responsabilidade que deve atender aos imperativos da eficácia e eficiência, porém, estes termos são tratados dentro da especificidade do campo, prestar contas à sociedade, avaliar processos e resultados e regular ações são também tarefas essenciais do gestor eficaz. No caso de organizações de desenvolvimento social, a eficiência é função de efetividade social, isto é, da legitimidade conquistada. A quarta proposição mostra que a gestão do desenvolvimento social é também a gestão de redes e de relações pessoais e sua subjetividade que são afetadas por muitos fatores, dentre eles a história do gestor. A quinta proposição mostra a importância do contexto cultural, pois o gestor social é um gestor do simbólico e do valorativo, especialmente quando se trata de culturas locais e da construção de identidades (FISCHER, 2002).
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A concepção subvertida de futuro dos jovens: a trajetória pelo ensino médio

A concepção subvertida de futuro dos jovens: a trajetória pelo ensino médio

A facilidade de acessar, selecionar e processar informações está permitindo descobrir novas fronteiras do conhecimento, nas quais este se revela cada vez mais integrado. Integradas são também as competências e habilidades requeridas por uma organização da produção na qual criatividade, autonomia e capacidade de solucionar problemas serão cada vez mais importantes, comparadas à repetição de tarefas rotineiras. E mais do que nunca, há um forte anseio de inclusão e de integração sociais como antídoto à ameaça de fragmentação e segmentação. Essa mudança de paradigmas – no conhecimento, na produção e no exercício da cidadania – colocou em questão a dualidade, mais ou menos rígida dependendo do país, que presidiu a oferta de educação pós-obrigatória. Inicia-se, assim, em meados dos anos 80 e primeira metade dos 90 um processo, ainda em curso, de revisão das funções tradicionalmente duais da Educação Secundária, buscando um perfil de formação do aluno mais condizente com as características da produção pós-industrial. O esforço de reforma teve como forte motivação inicial às mudanças econômicas e tecnológicas. (BRASIL, 1998b).
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Potências de uma escola ribeirinha paraense: vidas, fronteiras e um rio / Potency of a riverside school in Pará: lives, borders, and a river

Potências de uma escola ribeirinha paraense: vidas, fronteiras e um rio / Potency of a riverside school in Pará: lives, borders, and a river

RESUMO: A presente escritura é parte de uma pesquisa de mestrado em andamento, que problematiza o currículo de uma escola básica ribeirinha da Amazônia paraense a partir do pensamento da diferença do filósofo francês Gilles Deleuze. Os estudos teóricos acerca do currículo enquanto campo de conhecimento científico, as travessias pela Baía de Guajará e a investidura na escola como território de experimentação empírica mobilizaram a escrita desse artigo, que objetiva problematizar as potências de uma escola ribeirinha a partir da relação fronteiriça entre a escola, a Ilha do Combu e Belém do Pará. Desse modo, o estudo considera uma escola básica ribeirinha, como um território permeado por potências, por vida escolar e pelas vidas que nela circulam em sua força criadora e que, de modo peculiar, pulsam nessa ambiência que produz acontecimentos e multiplicidades. Nesse sentido, assume a cartografia como percurso metodológico, assumir tal caminho é como traçar um mapa móvel, no qual não cabe controlar as intensidades que o compõe, tampouco suas afetações intensivas e extensivas que dão vazão a dimensão rítmica do território no qual a vida escolar na Ilha do Combu pulsa. Problematizar potências de uma escola pela lente da cartografia implica operar com conceitos deleuzianos como território e multiplicidades, que no deslocamento conceitual que proponho realizar, contribuem para mobilizar o pensamento e colocar em questão o vitalismo que pulsa na escola e a faz território de resistências.
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Produção do conhecimento em enfermagem à luz dos campos societais e do espaço quadripolar da pesquisa: um exercício reflexivo

Produção do conhecimento em enfermagem à luz dos campos societais e do espaço quadripolar da pesquisa: um exercício reflexivo

RESUMO: O objetivo da relexão consiste em analisar a produção de conhecimento na enfermagem, a partir de uma tese de doutorado, identiicando os elementos dos campos societais e do espaço quadripolar que a compõem. Os campos societais referem-se à demanda social e aos campos axiológico, doxológico e epistêmico. O espaço metodológico quadripolar compõe-se dos polos epistemológico, teórico, morfológico e técnico. Na obra selecionada, identiicaram-se os elementos do referencial teórico-ilosóico escolhido para a análise, os quais se articulam e se complementam com a inalidade de garantir cientiicidade ao conhecimento produzido. Ainda, esse tipo de análise constitui-se em estratégia que contribui na instrumentalização de pesquisadores para a produção de conhecimento. DESCRITORES: Ciência. Conhecimento. Metodologia. Enfermagem.
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Produção do conhecimento em enfermagem à luz dos campos societais e do espaço quadripolar da pesquisa: um exercício reflexivo.

Produção do conhecimento em enfermagem à luz dos campos societais e do espaço quadripolar da pesquisa: um exercício reflexivo.

acerca do nascimento”, quando menciona que, apesar da existência de vários sistemas de conhe- cimento, alguns, por diferentes razões, têm mais peso do que outros (consenso, eicácia, superiori- dade estrutural/poder). Uma das consequências dessa legitimação de determinado conhecimento (autoritativo) é a desvalorização e até o desprezo relativo a outros tipos de saberes. A construção do conhecimento autoritativo evidencia as relações de poder dentro da comunidade em que esse é produzido. Com base nesse tipo de saber, as pessoas tomam decisões e justiicam suas ações. Isso não signiica que o conhecimento em si se encontre em posição de autoridade, mas que está fundamentado em noções de interacionalidade e de empoderamento. 6
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O jogo de xadrez como proposta pedagógica nas aulas de educação física

O jogo de xadrez como proposta pedagógica nas aulas de educação física

[...] O jogo é um elemento que atua na zona de desenvolvimento proximal e o educador é o mediador no processo de construção do conhecimento da criança. O processo de construção do saber através do jogo como recurso pedagógico ocorria porque, ao participar da ação lúdica, a criança inicialmente estabelecia metas, construía estratégias, planejava, utilizando assim, o raciocínio e o pensamento. Durante o jogo ocorriam estímulos, obstáculos e motivações, momento em que a criança antecipa resultados, simboliza ou faz de conta, analisa as possibilidades cria hipóteses, e com esse processo constrói o saber. (Almeida, 2000, p.33).
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O papel mediador das interações sociais e da prática pedagógica na aquisição da leitura e da esenta

O papel mediador das interações sociais e da prática pedagógica na aquisição da leitura e da esenta

Pesquisas que enfatizam os aspectos conceituais na aquisição do código escrito começaram a pôr em dúvida o pressuposto de que a criança "aprende a escrever" através, simplesmente, da repetição de correspondências grafofônicas. Autores como Ferreiro e Teberosky (1985) têm focalizado a atenção sobre os processos cognitivos que a criança realiza no decorrer da apropriação das formas convencionais da leitura e da escrita, e mostraram, de uma forma clara, que as crianças são aprendizes ativas, que formulam hipóteses e buscam aprender a escrita através da compreensão dos princípios que regem o sistema alfabético, característico da língua que falavam os sujeitos de suas pesquisas. Desde o começo, no pré-escolar, a criança forma idéias pessoais em relação à escrita adulta, e desde esta faixa etária percorre um caminho cognitivo constituído por diferentes formas de conceitualização da língua escrita.
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VIRTUAL COMMUNITY AND THE INSERT IN THE EDUCATION PROCESS AS FORM OF AMPLIFICATION OF THE FIELD OF THE RELATIONSHIPS

VIRTUAL COMMUNITY AND THE INSERT IN THE EDUCATION PROCESS AS FORM OF AMPLIFICATION OF THE FIELD OF THE RELATIONSHIPS

É nesse ambiente da rede Internet que reside o volume crescente de produção de informação e conseqüente circulação de forma pulverizada. A questão é como acumular e de que forma organizar informações afins; e como pode acontecer a integração e compartilhamento desses conteúdos no domínio da educação. Em síntese, as comunidades virtuais, aqui descritas como: “...relações sociais formadas no ciberespaço [espaço virtual] através do contato repetido em um limite ou local específico (como uma conferência eletrônica) simbolicamente delineado por tópico ou interesse.” (FERNBACK; THOMPSON, 1995 apud PRIMO, 2005, p. 2).
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Percepção de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 acerca de um processo de educação para a saúde

Percepção de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 acerca de um processo de educação para a saúde

O incentivo percebido pela participação no grupo pode ser visto por meio do relato e das experiências compartilhadas que possibilitam tornar o conhecimento, propriedade de todos e para todos, ampliando as condições para uma convivência mais tranquila com a doença: Quando eu descobri que estava com diabetes, não sabia nada sobre a doença, daí, fui ao médico e ele meio que me explicou, falou tudo que eu podia e não podia comer, me deu uma listinha, e me passou remédio. Voltei para casa desesperada! E agora? Eu vou morrer? Vou amputar minha perna? Ainda hoje não sei direito como é que essa doença funciona, mas vindo aqui, aprendi bastante coisa. Olha, agora entendo muito melhor do que antes (P25F) .
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CANDICE GUARATO SANTOS A CRIATIVIDADE NAS DENOMINAÇÕES DE OPERAÇÕES POLICIAIS: UM ESTUDO PRELIMINAR DE CAMPOS SEMÂNTICOS A PARTIR DE UM CORPUS

CANDICE GUARATO SANTOS A CRIATIVIDADE NAS DENOMINAÇÕES DE OPERAÇÕES POLICIAIS: UM ESTUDO PRELIMINAR DE CAMPOS SEMÂNTICOS A PARTIR DE UM CORPUS

Antes de iniciar as análises, é importante ressaltar que há nomes que poderiam participar de outro Campo Semântico, além do qual eles já pertencem, mas, com a finalidade de estabelecer um padrão de análise, classificamos os nomes em campos de acordo com o traço semântico determinante na escolha do nome da ação policial. Um exemplo são Condores e Pardal. Ambas as operações combateram o tráfico de drogas e receberam nomes de aves. A primeira operação foi classificada no Campo Semântico Animal. Entretanto, a segunda operação tem a particularidade de ser nomeada com o apelido de um dos integrantes da quadrilha desarticulada, o Pardal. Assim, este último nome foi classificado no Campo Crime, por causa do criminoso. Por isso, um nome foi agrupado em um campo, enquanto que o segundo foi classificado em outro campo.
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Candice Alexandra Canário Vilares

Candice Alexandra Canário Vilares

O que acontece atualmente em muitas instituições financeiras é que o papel da gestão de risco operacional nunca esteve bem definido. Como não existiam objetivos claros, esta área realizava um conjunto de procedimento, que satisfaziam as necessidades de resposta aos supervisores, empresas de rating e requisitos de auditoria. Com a nova regulamentação (Basileia II, Solvência II, SOX) veio ajudar a criar um espaço próprio para a gestão de risco operacional nas instituições financeiras. Isto foi conseguido através da criação de novas estruturas orgânicas, ou do desenvolvimento, em estruturas existentes, de novas funções dedicadas a este risco. Contudo, os fortes investimentos realizados pelas instituições não estão a impressionar com os resultados obtidos pela gestão de risco operacional, não só porque muitos dos procedimentos que estão a ser efetuados por estas novas estruturas são em muito semelhantes às que eram realizadas pela Auditoria Interna ou pelo Compliance, mas também por requererem um grupo de atividades que exigem muitos recursos das unidades de negócio sem que pareçam produzir efeito. No entanto, a existência de um programa corporativo de gestão de risco operacional pode oferecer, a uma organização, alcançar objetivos que lhe permita incrementar aspetos estratégicos da sua atividade. As organizações que assim conseguirem atingir esses objetivos poderão esperar um maior retorno do seu investimento através da redução das suas perdas e custos operacionais, o aumento das margens de lucros e a melhoria da eficiência dos seus processos e do reconhecimento da qualidade da sua gestão por parte do supervisor e do Mercado (Gonçalves, 2011).
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Avaliação do conhecimento sobre a discalculia entre educadores.

Avaliação do conhecimento sobre a discalculia entre educadores.

As perguntas de 1 a 4 referem-se à formação do profis- sional a respeito do tema. As perguntas 5, 6 e 7 referem-se à experiência de procedimentos do professor, diante de um caso suspeito e de como julga sua própria competência quanto ao problema. As perguntas de 8 a 16 e a 18 abordam o conhe- cimento das características clínicas da discalculia, na forma como pode apresentar-se ao professor em sala de aula e se ele tem conhecimento dos possíveis diagnósticos diferenciais. A 17ª pergunta não apresenta opção de resposta incorreta, apenas busca saber do professor a qual profissional especializado julga ser apropriado encaminhar o aluno com suspeita de discalculia. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa Universidade Veiga de Almeida, sob nº 359/11, com neces- sidade de assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.
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NO TEAR DA MEMÓRIA, TRAVESSIAS DE HISTÓRIA DA LUTA DO CAMPO NO CORDEL: EDUCAR A JUVENTUDE EM DIREITOS HUMANOS

NO TEAR DA MEMÓRIA, TRAVESSIAS DE HISTÓRIA DA LUTA DO CAMPO NO CORDEL: EDUCAR A JUVENTUDE EM DIREITOS HUMANOS

Uma das marcas notáveis da vida política brasileira nos últimos quarenta anos foi a emergência dos trabalhadores rurais na cena política, constituindo-se progressivamente como sujeitos sociais, numa trajetória descontínua, marcada por avanços e recuos, vitórias e derrotas. Num processo tenso, caracterizado por vezes por irrupções bruscas, eles marcaram sua presença através de grandes manifestações coletivas — encontros, atos públicos, greves, acampamentos, ocupações de terra — que trouxeram à luz grupos sociais diferenciados, portadores de reivindicações distintas, mas que tinham algo em comum: o questionamento do lugar que lhes fora imposto no interior da sociedade (p.210).
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Tecnologias da informação e comunicação e educação: contradições na teoria e na prática no contexto da sociedade capitalista contemporânea

Tecnologias da informação e comunicação e educação: contradições na teoria e na prática no contexto da sociedade capitalista contemporânea

Na mais valia absoluta, há um aumento do tempo de trabalho excedente com o aumento da jornada de trabalho ou com a intensificação do trabalho. A mais valia relativa considera, principalmente, uma redução do tempo da produção quando são utilizadas inovações tecnológicas. Requer, portanto, um trabalhador apto e formado para operar e conduzir máquinas. Nesse sentido, pode-se relacionar a mais valia relativa diretamente com a educação, pois pode ser necessário um sujeito com maior nível de escolaridade e/ou um processo formativo mais complexo, muitas vezes ofertado pelas próprias empresas. Mesmo porque há um grande interesse do capitalista em explorar, além da capacidade manual do trabalhador, também o seu intelecto, suas habilidades, conhecimentos, raciocínio e criatividade que se tornam, a cada dia, na sociedade atual, mais valorizados. Como afirma Dantas (1993), a informação e o conhecimento tornaram-se capital e “mercadoria” de muito valor.
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“E agora, o que eu ensino: Eustáquio de Sene ou Milton Santos?”

“E agora, o que eu ensino: Eustáquio de Sene ou Milton Santos?”

Brooks (2019) inicia o seu texto, intitulado “A relação entre a “expertise” da disciplina escolar e da ciência de referência”, trazendo o depoimento de uma pessoa que, por viajar demasiadamente e conhecer culturas variadas, se reconhece como apta a assumir um cargo de professor de Geografia na Educação Básica. Esse provocador relato reflete o desconhecimento de que, pensar geograficamente, exige uma apropriação de um conjunto de instrumentos conceituais que nos possibilita enxergar os fenômenos de uma forma particular e, no dizer da autora supracitada, uma visão disciplinar associada a valores éticos. No âmbito da Educação, conseguir produzir um conhecimento pertinente (MORIN, 2011, p. 33) significa construir um conhecimento que agregue o contexto (situar as informações e os dados em seu contexto para que tenham sentido), o global (as relações entre o todo e as partes), o multidimensional e o complexo. A construção de um conhecimento escolar geográfico que se comprometa com um conhecimento, nessa condição, supera uma formação baseada em experiências cotidianas, pois se exige fazer reflexões teórico-metodológicas que escapam aos nossos sentidos como a imediata observação, mediada pela visão, da forma como diferentes culturas vivem ou fenômenos físicos se processam. Já foi explicado por Gomes (1996, p. 25) que a Geografia não se atém apenas àquilo que é capturado pelos sentidos e que, nem sempre, a forma como a percepção entende um dado processo é capaz de explicar o modo como ele efetivamente se desenvolve. Afinal, “o “visível” depende de nossos óculos conceptuais” (ibid.).
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