Top PDF Espécies de Pilocarpus Vahl (Rutaceae) da Amazônia brasileira.

Espécies de Pilocarpus Vahl (Rutaceae) da Amazônia brasileira.

Espécies de Pilocarpus Vahl (Rutaceae) da Amazônia brasileira.

Folhas geralmente simples ou unifolioladas, raramente bifolioladas ou trifolioladas com 1 ou 2 folíolos basais reduzidos, respectivamente, alternas, subopostas, ou subverticiladas; [r]

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Compilação atualizada das espécies de morcegos (Chiroptera) para a Amazônia Brasileira.

Compilação atualizada das espécies de morcegos (Chiroptera) para a Amazônia Brasileira.

A lista de espécies de morcegos para a Amazônia Brasileira não está esgotada. Todos os países limítrofes à região possuem registros de espécies cuja ocorrência é bastante provável para o território brasileiro. Na Guiana Francesa, por exemplo, são seis espécies nesta condição: Micronycteris brosseti, Natalus tumidirostris, Lasiurus atratus, Eumops maurus, e Molossus sinaloe (Best et al. 2001, Catzeflis 2010); no Suriname, Thyroptera devivoi; e na Guyana, Anoura latidens e Vampyressa pusilla (Lim et al. 2005). Registros de Lonchorhina orinocensis, Histiotus humboldti e Myotis oxyotus na Venezuela, de Lonchorhina marinkellei na Colômbia, de Micronycteris matses no Perú, e de Chiroderma salvini na Bolívia, todos próximas à fronteira com o Brasil (veja Gardner 2008), podem indicar a possibilidade de ocorrência destas espécies também na Amazônia Brasileira. Situação similar ocorre com a presença do gênero Mormoops, uma vez que há registros para a espécie na Guyana, a cerca de 300 km da fronteira com o Brasil (Gardner 2008). Há ainda o caso de espécies com registros próximas à faixa de transição entre a Amazônia e o Cerrado no Brasil, tais como Glyphonycteris behnii e Chiroderma doriae (Sanborn 1949, Carter & Dolan 1978, Gregorin 1998). Além disso, há ainda novas espécies que se encontram em processo de descrição e a aceleração da revisão de material proveniente da Amazônia tombado em museus pode indicar novos registros. A situação do gênero Platyrrhinus, onde revisões recentes alteraram bastante o seu status taxonômico (veja Velazco et al. 2010), é um bom exemplo. Desta forma, é bastante plausível que a Amazônia Brasileira contenha mais de 160 espécies de morcegos.
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Sinopse das espécies de Marlierea Cambess. (Myrtaceae) na Amazônia brasileira.

Sinopse das espécies de Marlierea Cambess. (Myrtaceae) na Amazônia brasileira.

O estudo de Marlierea Cambess. na Amazônia Brasileira tem como principal objetivo atualizar os dados sobre a morfologia e taxonomia das espécies da região, bem como fornecer subsídios para esclarecer a separação de Marlierea de Myrcia DC. ex Guill., conforme sugerem alguns autores. Na Amazônia Brasileira, Marlierea está representada por 11 espécies (Marlierea bipennis (O. Berg) McVaugh, M. caudata McVaugh, M. ensiformis McVaugh, M. ferruginea (Poir.) McVaugh, M. mcvaughii B. Holst, M. scytophylla Diels, M. spruceana O. Berg, M. subulata McVaugh, M. summa McVaugh, M. umbraticola (Kunth) O. Berg e M. velutina McVaugh) e uma mal conhecida (M. obumbrans (O. Berg) Nied.), habitando principalmente áreas de formações florestais. O gênero se caracteriza pelo hábito arbóreo ou arbustivo; folhas opostas (exceto em M. velutina que pode apresentar folhas opostas e/ou alternas); as inflorescências em panículas (de fascículos), racemos, cimeiras ou dicásios; botões florais geralmente fechados, abertura irregular do cálice, em 4–5 lobos, pétalas freqüentemente ausentes. Os Estados do Amazonas e Pará representam os dois principais centros de distribuição dessas espécies, sendo M. spruceana e M. umbraticola as espécies mais comuns. Marlierea obumbrans será melhor estudada posteriormente, devido apresentar sua delimitação taxonômica confusa entre Myrcia e Marlierea.
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As espécies de Pera (Euphorbiaceae s.s) na Amazônia brasileira.

As espécies de Pera (Euphorbiaceae s.s) na Amazônia brasileira.

Pera Mutis é um gênero neotropical, com aproximadamente 30 espécies e centro de diversidade localizado na Bacia Amazônica. São árvores ou arbustos, dióicos ou raramente monóicos, que apresentam uma bráctea globosa que às vezes é confundida com botões florais. A última revisão do gênero foi realizada em 1919, sendo que muitas espécies foram descritas desde então. Este trabalho objetiva realizar um estudo taxonômico das espécies de Pera que ocorrem na Amazônia brasileira, discutindo a posição do gênero como parte de um táxon autônomo (Peraceae) ou como membro das Euphorbiaceae s.s. Foram encontradas 13 espécies na Amazônia brasileira: P. anisotricha Müll. Arg., P. bicolor (Klotzsch) Müll. Arg., P. benensis Ruby, P. coccinea (Benth.) Müll. Arg., P. decipiens Müll. Arg., P. distichophylla (Mart.) Baill., P. eiteniorum Bigio & Secco, P. glabrata (Schott) Baill., P. heteranthera (Schranck) I.M. Johnst, P. manausensis Bigio & Secco, P. membranacea Leal, P. tomentosa (Benth.) Müll. Arg. e P. pulchrifolia Ducke. Destas, três são novas ocorrências para a Amazônia brasileira, oito táxons foram considerados como novos sinônimos e novos lectótipos foram designados. Um histórico taxônomico do gênero, informações sobre sua morfologia, bem como descrições, chave de identificação, ilustrações e informações sobre a biologia de cada espécie são fornecidos.
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Uso de espécies da flora na comunidade rural Santo Antônio, BR-163, amazônia brasileira.

Uso de espécies da flora na comunidade rural Santo Antônio, BR-163, amazônia brasileira.

Figueiredo  et  al. (1993), Begossi (1996), Rossato  et  al. (1999), Hanazaki  et  al. (2000) e Lima et al. (2000) utilizaram o índice de diversidade de Shannon (H’) para estabelecer comparações entre os resultados obtidos em seus estudos e em outros trabalhos etnobotânicos. Fonseca-Kruel & Peixoto (2004) esclarecem que o índice de diversidade é amplamente empregado em Ecologia, embora recentemente tenha sido adotado como parâmetro de avaliação em trabalhos etnobotânicos para medir a diversidade do conhecimento etnobotânico. A diversidade do grupo de espécies utilizadas em Santo Antônio foi H’ = 3,76, considerado alto em relação ao obtido por Luz (2009), em comunidades tradicionais do Parque Estadual de Monte Alegre-PA. Lima et al. (2000) afirmaram que índices elevados, em geral, relacionam áreas relativamente bem conservadas e associadas a populações com significativo conhecimento etnobotânico, corroborando com Amorozo (2002), que relaciona o conhecimento sobre os recursos vegetais à disponibilidade destes.
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As espécies de Coccoloba P. Browne (Polygonaceae) da Amazônia brasileira.

As espécies de Coccoloba P. Browne (Polygonaceae) da Amazônia brasileira.

Distribuição geográfica e ecologia. Coccoloba mollis apresenta ampla distribuição geográfica ocorrendo na Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana Francesa, Equador, Bolívia e Brasil, onde é amplamente difundida, em todas as regiões com exceção da região Sul, desde o Amapá, Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Mato Grosso, Acre, Rondônia, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Na Amazônia ocorre em matas de capoeira, matas de terra firme e matas de igapó, sobre solos argilosos, arenosos ou rochosos, em altitudes que variam de zero a 800msm. Floresce de maio a dezembro e frutifica de janeiro a maio e de agosto a novembro. Na descrição original de Coccoloba dugandiana, Fernández (1952) destacou as características distintivas da espécie, como sendo a consistência coriácea e rígida das folhas, forma e ápice emarginado. No entanto, essas características também foram observadas nos espécimes de C. mollis, tanto em exemplares provenientes da região amazônica, como em exemplares de outras localidades, no Brasil. Sendo assim, C. dugandiana está sendo sinonimizada por apresentar características que não se distinguem de C. mollis, como a consistência e pilosidade das folhas e frutos. Apesar das variações observadas nos espécimes, principalmente em relação às folhas, tamanho, consistência e pilosidade, a espécie é de fácil identificação pelas inflorescências altamente ramificadas e paniculadas. Distingue-se de C. latifolia, pelo formato da lâmina foliar, que é oval ou oblongo-ovalada com ápice acuminado, pelo pericarpo liso e pela pubescência geral das folhas, pecíolos e ócreas, enquanto C. latifolia é totalmente glabra, com folhas obovado-arredondadas e ápice emarginado. Material examinado: Brasil. Acre, Macauã, VIII.1933, A. Krukoff 5550 (NY); Porto Acre, XI.1993, D.C.Daly et al. 8027 (MEXU, NY); Rio Branco, X.1980, C.A.Cid & B.W.Nelson 2971 (K, MG); Rio Branco, VII.1988, I. Flores Rego & J.M.A. Souza 25 (MG); X.1980, C. A. Cid Ferreira & B. W. Nelson 2971 (INPA); Sena Madureira, X.1993, M. Silveira et al. 560 (NY). Amapá,
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AS ESPÉCIES DE ELMOHARDYIA RAFAEL (DIPTERA, PIPUNCULIDAE, EUDORYLINI) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

AS ESPÉCIES DE ELMOHARDYIA RAFAEL (DIPTERA, PIPUNCULIDAE, EUDORYLINI) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Condições do holótipo: Terminália em vidrinho com glicerina. echinata difere das outras espécies do gênero por possuir surstilo interno curvo menor do que o externo, com ápice voltad[r]

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Novos registros de espécies da subtribo Ecliptinae (Heliantheae - Asteraceae) para a Amazônia brasileira.

Novos registros de espécies da subtribo Ecliptinae (Heliantheae - Asteraceae) para a Amazônia brasileira.

Nomes vulgares: “Botão-de-ouro”; “agrião-do-mato”. Distribuição geográfica: espécie originária da América Tropical que ocorre no sudeste do México, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Bolívia, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela e no Índia Ocidental (Aristeguieta 1964; Jansen 1985; Cremers e Hoff 1995; Pruski 1997, 2002). No Brasil são freqüentes as citações de ocorrência em estados da região nordeste, como Maranhão, Ceará, Pernambuco, Bahia, atingindo até o sudeste nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. O material examinado da Serra dos Carajás constitui a primeira referência desta espécie para o Pará, consequentemente para a Amazônia Oriental.
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Alterações causadas por incêndio florestal na composição de espécies de uma floresta primária no sudoeste da Amazônia brasileira

Alterações causadas por incêndio florestal na composição de espécies de uma floresta primária no sudoeste da Amazônia brasileira

_________________________________________________________________________________________________ R ESUMO – A floresta amazônica é impactada por agressões antrópicas e pelas mudanças climáticas. Devido à alta umidade retida a floresta amazônica é considerada imune a queimadas, todavia, sob condições climáticas extremas torna-se vulnerável. Este estudo objetiva avaliar os impactos de incêndios florestais ocorridos na grande seca de 2005 sobre a composição de espécies de uma floresta natural primária sob manejo florestal, localizada no estado do Acre. Foram implantadas 40 parcelas amostrais permanentes de 400 m2 cada e monitorados os efeitos do fogo em árvores lenhosas, palmeiras e cipós em três níveis de amostragem: I - DAP ≥ 5 cm; II - 5 cm > DAP ≥ 2 cm; e III - DAP < 2 cm e altura ≥ 1 m. Foram efetuadas cinco avaliações entre novembro de 2005 e janeiro de 2009. Os resultados mostraram que quanto menor o tamanho das árvores, maiores são as taxas de mortalidade e as alterações na estrutura das espécies. Ainda que tenha havido aumento de 42,5% no número de espécies na regeneração (Nível III), o monitoramento revelou expressiva redução nos demais níveis de amostragem (15,6% no Nível I; 32,3% no Nível II; 28,8% nos níveis I e II juntos e 16,1% nos três níveis juntos), indicando que a floresta foi modificada quanto à sua composição de espécies.
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Pimentas do gênero Capsicum cultivadas em Roraima, Amazônia Brasileira. I. Espécies domesticadas.

Pimentas do gênero Capsicum cultivadas em Roraima, Amazônia Brasileira. I. Espécies domesticadas.

Além das espécies domesticadas que foram alvo deste estudo, foram observados outros 17 acessos de pimentas que foram enquadrados como silvestres (3), semidomesticadas (8) ou morfotipos não-identificados (6). Embora estes grupos estejam fora do objetivo central deste estudo, fazendo parte de um outro levantamento (Barbosa et ai, sd), é importante citar seu grande interesse genético e a forma que algumas comunidades indígenas e/ ou áreas de colonização delas se utilizam. Isto porque, apesar do grande papel que as pimentas domesticadas possuem no comércio mundial, é crescente o interesse pelos "alimentos étnicos" nos mercados dos países desenvolvidos (Pickersgill, 1997).
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Novos táxons infraespecíficos e combinações em Pilocarpus Vahl (Rutaceae).

Novos táxons infraespecíficos e combinações em Pilocarpus Vahl (Rutaceae).

foliares pubescentes; a subsp. racemosus possui folhas simples, unifolioladas ou até 2-jugadas e lâminas foliares essencialmente glabras; a subsp. viridulus, por sua vez, apresenta folhas simples, unifolioladas ou até 4-jugadas, lâminas foliares glabras e flores completamente esverdeadas, sem a coloração vinácea a purpúrea observada nas demais subespécies de P. racemosus. As três subespécies apresentam morfologia floral muito similar e também bastante peculiar quando comparada com a observada nas demais espécies do gênero. Entre as características peculiares apresentadas conjunta- mente apenas por esses três táxons, ressalta-se a ocorrência de um disco bem desenvolvido, envolvendo a base dos filetes; filetes conspicuamente subulados com ápice agudo e estigma clavado (figuras 31, 33, 40). Além dessas características, seus frutos e sementes são bastante similares em tamanho, forma e cores (figuras 35, 36, 42, 43). Kaastra (1982) revelou sua intenção de reunir P. goudotianus Tul. e P. racemosus Vahl em um único táxon, reconhecendo uma grande proximidade dos dois táxons com base em suas características morfológicas. Isso acarretaria a formação de um táxon com demasiados táxons infraespecíficos, argumento que o leva a mantê-los separados. Skorupa (1996) concluiu que se justifica a acomodação de P. goudotianus como
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As espécies de Simira (Rubiaceae, Rondeletieae) da Amazônia Brasileira.

As espécies de Simira (Rubiaceae, Rondeletieae) da Amazônia Brasileira.

Analizou-se apenas o material tipo da espécie, do qual não se pode retirar nenhum fragmento, e um exemplar com fruto... Pires et al.[r]

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Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira.

Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira.

Croton L. é um dos maiores gêneros das Euphorbiaceae, com cerca de 1.200 espécies, a maioria distribuída nas Antilhas e América do Sul, e algumas na América do Norte (Webster 1994; Govaerts et al. 2000). Suas espécies são árvores, arbustos, ervas e lianas, geralmente monóicas, algumas vezes dióicas, com tricomas de formas variadas (estrelados, escamiformes etc.). Em geral as inflorescências apresentam as flores pistiladas na base e as estaminadas no ápice, os estames dobrados no botão floral e as pétalas das flores pistiladas reduzidas ou ausentes. Desde o tratamento de Mueller (1873), na Flora Brasiliensis, as espécies brasileiras não foram revisadas e diversos táxons novos vêm sendo propostos, o que tornou confusa a taxonomia de Croton. Alguns tratamentos recentes sobre as espécies da América do Sul, como os de Cordeiro (1992), Secco (1992), Murillo (1999) e Webster et al. (1999) ainda são insuficientes para que se possa avaliar precisamente os limites específicos em Croton. Nos herbários da Amazônia brasileira (IAN, INPA e MG)
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Dinastíneos (coleoptera, scarabaeoidea, melolonthidae) em uma área de terra firme na Amazônia Central, Brasil1.

Dinastíneos (coleoptera, scarabaeoidea, melolonthidae) em uma área de terra firme na Amazônia Central, Brasil1.

Deve-se ressaltar que as diferentes espécies da Amazônia brasileira e de outros países sul- americanos ainda são pouco conhecidas e que somente a partir de levantamentos e coletas re[r]

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Caracterização das epidemias de malária nos municípios da Amazônia Brasileira em 2010.

Caracterização das epidemias de malária nos municípios da Amazônia Brasileira em 2010.

Para o controle da malária, além da identifi- cação e intervenção nos seus determinantes, é necessário conhecer as variações sazonais, cícli- cas e históricas da doença em cada localidade, assim como identificar precocemente suas mu- danças não esperadas – o fenômeno epidêmico –, descrevendo onde e quando ele ocorre e quais as áreas com populações mais afetadas. Consi- derando esse contexto, o diagrama de controle por quartis tem sido visto como uma ferramen- ta simples, porém importante, cujo uso deve ser operacionalmente facilitado. Assim, foi desen- volvida uma ferramenta eletrônica para auto- mação do diagrama de controle, que permitiu caracterizar as epidemias de malária na região. Este método, recomendado pela OMS e implan- tado em países africanos 9 , foi testado no Brasil e indicado para área endêmica 10 , entretanto sua implantação ainda não foi concluída. O objetivo do presente estudo foi caracterizar as epidemias de malária ocorridas na Amazônia Brasileira, em 2010, segundo as espécies de Plasmodium envolvidas, e ainda descrever a distribuição dos municípios epidêmicos por estados, por duração das epidemias e por áreas com populações de características especiais.
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Quantificação e Avaliação das Principais Espécies Florestais Licenciadas no Estado do Acre de 2005 a 2012.

Quantificação e Avaliação das Principais Espécies Florestais Licenciadas no Estado do Acre de 2005 a 2012.

As Autorizações de Exploração do ano de 2007 não localizadas no setor de arquivo técnico tornaram-se um problema no momento do levantamento dos dados. Somente os dados de volume total estavam disponíveis, não existindo, assim, o detalhamento da exploração por espécies nesse ano. Esse fato pode explicar a queda do volume autorizado dos principais grupos de espécies no presente ano, visto que os resultados do volume por espécie abrangeram 67% do total de planos licenciados. Os 15 principais gêneros e 65 espécies licenciadas correspondem a 62,26% do volume total autorizado de 2005 a 2012, apesar de representarem apenas 5,59% do número total de espécies identificadas apenas pelo nome vernacular licenciadas nesse mesmo período. Tal fato corrobora o que afirmou Silva (2002), que expressou que, no Acre e em outros estados da Amazônia brasileira, ocorre uma intensa exploração de poucas espécies,
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Análise biogeográfica da avifauna da região oeste do baixo Rio Negro, amazônia brasileira.

Análise biogeográfica da avifauna da região oeste do baixo Rio Negro, amazônia brasileira.

RESUMO. Neste estudo é realizada uma análise biogeográfica detalhada da avifauna da Amazônia Central a oeste do Rio Negro, região onde está localizado o Parque Nacional do Jaú (PNJ). As distribuições geográficas de 383 táxons (espécies e subespécies) de aves registradas no PNJ foram analisadas através de métodos biogeográficos qualitativos e quantitativos (análise de agrupamento e análise de parcimônia de endemismo). A avifauna do PNJ é fortemente influenciada pelas regiões noroeste e oeste da bacia amazônica. Foram identificadas três unidades biogeográficas e o PNJ se agrupa com sítios localizados no alto Rio Orinoco e na Guiana. De modo similar, o PNJ se agrupa com o sítio do alto Rio Orinoco tendo a Guiana como grupo-irmão no cladograma de área com maior suporte. Diferentes sub-grupos de espécies revelaram cladogramas de áreas com variadas topologias, sugerindo complexos cenários de diversificação da avifauna amazônica. Estes cenários biogeográficos podem ter sido influen- ciados por eventos geológicos ocorridos durante o Mioceno e Pleistoceno. Neste estudo foi identificada uma área de endemismo não descrita para a Amazônia – a área de endemismo Rio Negro. A avifauna da região do PNJ, além de ser representativa dos setores noroeste e oeste da Amazônia, possui táxons de distribuição restrita à região central da Amazônia, reforçando ainda mais sua importância na proteção da biodiversidade amazônica.
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Aechmea rodriguesiana (L. B. Sm.) L. B. Sm. (Bromeliaceae) uma espécie endêmica da Amazônia brasileira.

Aechmea rodriguesiana (L. B. Sm.) L. B. Sm. (Bromeliaceae) uma espécie endêmica da Amazônia brasileira.

Bromeliaceae, com distribuição essencialmente neotropical, é constituída por cerca de 56 gêneros e 3.010 espécies (Luther & Sief 1994, 1997; Luther 2000, 2001, 2004). No Brasil, os representantes da família encontram-se distribuídos em praticamente todos os ecossistemas, desde o nível do mar até as regiões montanhosas de altitudes mais elevadas, atingindo ca. 4.000m (Smith & Downs 1974, 1977, 1979).

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CARACTERÍSTICAS DA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE 64 ESPÉCIES DE LEGUMINOSAS FLORESTAIS NATIVAS DA AMAZÔNIA, EM CONDIÇÕES DE VIVEIRO.

CARACTERÍSTICAS DA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE 64 ESPÉCIES DE LEGUMINOSAS FLORESTAIS NATIVAS DA AMAZÔNIA, EM CONDIÇÕES DE VIVEIRO.

Nas 64 espécies abrangidas por este estudo, que representam cerca de 5% das 1221 espécies de leguminosas nativas da Amazônia, encontrou-se ampla variação de tamanho de sementes, porc[r]

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