Top PDF Espécies de Ganoderma P. Karst (Ganodermataceae) e Phellinus Quél. (Hymenochaetaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Espécies de Ganoderma P. Karst (Ganodermataceae) e Phellinus Quél. (Hymenochaetaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Espécies de Ganoderma P. Karst (Ganodermataceae) e Phellinus Quél. (Hymenochaetaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

(Espécies de Ganoderma P. Karst (Ganodermataceae) e Phellinus Quél. (Hymenochaetaceae) na Estação Científi ca Ferreira Penna, Pará, Brasil) – Este trabalho foi baseado em coleções realizadas pelos autores e em material depositado no herbário João Murça Pires (MG), procedentes da Estação Científi ca Ferreira Penna (ECFPn, 1°38’ - 1°48S; 51°20’ - 51°36’W). Ganoderma esta representado por três espécies: G. australe, G. multiplicatum e G. stipitatum, e Phellinus por sete: P. baccharidis, P. calcitratus, P. extensus, P. fastuosus, P. gilvus, P. shaferi e P. undulatus.
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Diversidade de espécies dos gêneros de Crematogaster, Gnamptogenys e Pachycondyla (Hymenoptera: Formicidae) e complementaridade dos métodos de coleta durante a estação seca numa estação ecológica no estado do Pará, Brasil.

Diversidade de espécies dos gêneros de Crematogaster, Gnamptogenys e Pachycondyla (Hymenoptera: Formicidae) e complementaridade dos métodos de coleta durante a estação seca numa estação ecológica no estado do Pará, Brasil.

Registramos uma alta incidência de espécies com um único registro (“singletons”), representando mais de 40% da fauna total amostrada para os três gêneros, nos dois métodos de amostragem. Algumas espécies que detectamos em baixa densidade na Estação Científica Ferreira Penna são comuns em outros estratos como: G. annulata, P. crenata, P. unidentata, que possuem hábitos arborícolas. G. haenschi, outra espécie com baixa densidade populacional, forrageia sobre troncos caídos (Latke, 1995; Longino, 2005). Populações pequenas são vulneráveis à extinção, mas com maior esforço de coleta elas podem perder o status de “singletons” (Margurran 2005). Murray & Lepschi (2004), questionam se as espécies classificadas como “raras”, não seriam abundantes em um local distinto do qual ela teria sido coletada a princípio. Este estudo dá uma resposta positiva a este questionamento, já que registramos espécies sabidamente abundantes em habitats distintos do qual investigamos nesse estudo. Portanto, a raridade destas espécies registradas em nosso estudo foi gerada pelos erros intrínsecos e aceitáveis dos métodos que empregamos na coleta, os quais se restringem à serapilheira e não prevêem coleta ativa. O termo “extraviado” (“stray”, em inglês) utilizado por Longino (2005) é útil para definir essas espécies cujos hábitos as tornam raras em métodos de coleta não específicos, como as de hábitos arborícolas ou subterrâneos.
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DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DE FORMIGAS PONERINES (HYMENOPTERA, FORMICIDAE, PONERINAE) DE SERAPILHEIRA NA ESTAÇÃO CIENTÍFICA FERREIRA PENNA, CAXIUANÃ, MELGAÇO, PARÁ, BRASIL

DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DE FORMIGAS PONERINES (HYMENOPTERA, FORMICIDAE, PONERINAE) DE SERAPILHEIRA NA ESTAÇÃO CIENTÍFICA FERREIRA PENNA, CAXIUANÃ, MELGAÇO, PARÁ, BRASIL

As ponerines são notáveis predadoras e, geralmente, suas operárias forrageiam individualmente, no entanto algumas espécies podem ser encontradas aproveitando-se de nectários e exudatos de homópteros, fontes ricas em carboidratos. Alguns grupos apresentam especializações para atacar presas específicas, a exemplo dos gêneros Leptogenys e Thaumatomyrmex (Fowler et al. 1991; Brandão et al. 1991), não obstante, a maioria das outras ponerines é predadora generalista (Delabie et al. 2000). As espécies dessa subfamília são mais frequentes em áreas de florestas úmidas, mas também podem ser encontradas em florestas mais secas com chuvas estacionais. Geralmente, nidificam em troncos em decomposição e na serapilheira (da superfície do solo e acumulada entre galhos); e ainda podem ser observadas em raízes de epífitas no interior do solo (Lattke, 2003; Quiroz-Robledo & Valenzuela-González 2007).
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Os gêneros Cyclolejeunea,Haplolejeunea, Harpalejeunea, Lepidolejeunea e Rectolejeunea (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Os gêneros Cyclolejeunea,Haplolejeunea, Harpalejeunea, Lepidolejeunea e Rectolejeunea (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Discussão: C. luteola é freqüentemente confundida com espécies do gênero Prionolejeunea, pela margem crenulada a denticulada dos filídios, porém as espécies desse gênero não possuem ocelos, o ginoécio apresenta inovação do tipo lejeuneóide e as gemas, quando presentes, são lineares. C. luteola ainda se diferencia pelos ocelos supra-basais, mas muitas vezes, dependendo do tempo em que o material foi coletado, os ocelos podem não estar mais visíveis.

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Cololejeuneae (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Melgaço, PA, Brasil.

Cololejeuneae (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Melgaço, PA, Brasil.

RESUMO – (Cololejeuneae (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Melgaço, PA, Brasil). Foi realizado inventário de Lejeuneaceae (Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, município de Melgaço, Pará, onde foi observada a ocorrência de oito espécies de Cololejeuneae (Spruce) Schiffner. Destacaram-se Aphanolejeunea truncatifolia Horik., Cololejeunea obliqua (Nees & Mont.) S.W. Arnell e C. surinamensis Tixier como novas ocorrências para o Estado. Aphanolejeunea contractiloba (A. Evans) R.M. Schust., A. gracilis Jov.-Ast e A. winkleri Morales & A. Lucking são novas ocorrências para o Brasil. Todas as espécies são descritas e ilustradas e é apresentada chave artificial para a identificação das mesmas, assim como comentários adicionais.
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Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

As amostras foram coletadas nos diferentes tipos de vegetação da Estação Científica Ferreira Penna (ECFPn) entre os anos de 1992 a 2002 e outubro de 2004. O total de 600 amostras foram estudadas. As espécies foram classificadas de acordo com o substrato onde foram encontradas, segundo Robbins (1952): corticícola (tronco de árvore viva), epíxila (tronco morto ou em decomposição), epífila (folhas vivas), rupícula (pedras), terrestre (solo ou litteira). Algumas espécies foram coletadas em cupinzeiro ou concreto (rocha ou solo pavimentado). O método de coleta utilizado foi o de Lisboa (1993). As identificações foram baseadas nas chaves e principalmente nos trabalhos de Florschütz (1964); Florschütz-De Waard (1986 e 1996); Florschütz-De Waard & Veling (1996); Griffin III (1979); Lisboa (1993); Peralta (2005); Pursell (1997); Reese (1961, 1978, 1993); Veling (1996); Yano (1992) e Zielman (1996). Algumas espécies necessitaram de comparação com material identificado por especialistas depositadas no Herbário do Museu Paraense Emílio Goeldi (MG).
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MARIA CECÍLIA NEVES DE AZEVEDO UM OLHAR SOBRE O SERTÃO: AS FOTOGRAFIAS DO RELATÓRIO DA EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA DE ARTHUR NEIVA E BELISÁRIO PENNA

MARIA CECÍLIA NEVES DE AZEVEDO UM OLHAR SOBRE O SERTÃO: AS FOTOGRAFIAS DO RELATÓRIO DA EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA DE ARTHUR NEIVA E BELISÁRIO PENNA

Este estudo analisa as fotografias publicadas no relatório da expedição científica liderada por Arthur Neiva e Belisário Penna, em 1912 e suas contribuições para os estudos em Medicina Tropical, desenvolvidos no Instituto Oswaldo Cruz nas duas primeiras décadas do século XX. A expedição percorreu o norte da Bahia, sudoeste de Pernambuco, sul do Piauí e de norte a sul de Goiás, requisitada pela Inspetoria de Obras Contra as Secas, órgão do Ministério da Viação e Obras Públicas, com o objetivo de fazer um levantamento sanitário e epidemiológico das regiões flageladas pela seca. O relatório da expedição foi publicado em 1916 no periódico Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, causando grande repercussão entre médicos, políticos e intelectuais, por apresentar em texto e imagens, um sertão doente e abandonado pelo poder público. A fotografia foi um dos recursos privilegiados no Instituto Oswaldo Cruz, sendo aplicado em estudos e pesquisas e para promover a própria instituição. O olhar dos cientistas agregando questões sociais e saúde pública é percebido nas fotografias publicadas no relatório, que apresentou um verdadeiro levantamento das condições locais, necessárias para os estudos em medicina tropical, que consideravam o meio como um fator preponderante para a disseminação de certas doenças e que, portanto, o seu conhecimento era crucial. Esse registro visual colaborou para o entendimento das condições existentes nas regiões e para a tomada de medidas adequadas. Um verdadeiro mapeamento das regiões foi feito, muito útil para as pesquisas desenvolvidas, à época, no Instituto Oswaldo Cruz.
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Prácticas nuevas em odres antíguos: la Coordinación de Información y Documentación del Museu Emílio Goeldi de Pará

Prácticas nuevas em odres antíguos: la Coordinación de Información y Documentación del Museu Emílio Goeldi de Pará

Presenta la Coordinación de Información y Documentación del Museu Emílio Goeldi de Pará, con su Biblioteca Domingos Soares Ferreira Penna y el Archivo Guilherme De La Penha. Discurre sobre los primeros años de la Biblioteca, origen de la Coordinación y como se dió la formación del acervo. Destaca los investigadores que contribuyeron en su gestión y los bibliotecarios que la consolidaron. El artículo concluye manifestando la preocupación de mantener la actualidade del área de información de acuerdo con los nuevos desafíos de la ciencia abierta.

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A viagem científica de Neiva e Penna: roteiro para os estudos das doenças do sertão .

A viagem científica de Neiva e Penna: roteiro para os estudos das doenças do sertão .

A divulgação dos trabalhos sobre o tema no exterior aparentemente concorreu para a aceitação definitiva da doença de Chagas como a verdadeira etiologia do megaesôfago e megacólon endêmicos. Foram decisivas, no entanto, as pesquisas realizadas no Brasil por outros estudiosos da doença de Chagas, que comprovaram a existência da desnervação primária dos plexos nervosos do trato digestivo na infecção pelo T. cruzi, confirmando, assim, a teoria de Koeberle (Alvarenga,1960; Okumura, Correia Neto, 1961; Tafuri, Raso, 1962; Andrade, Andrade, 1966; Tafuri, Brener, 1966, 1967; Alencar, Kastner, Cerqueira, 1968). Em seu trabalho, Alencar, Kastner e Cerqueira (1968) assim se referem aos estudos de Koeberle: “Este autor chamou a atenção, pela primeira vez, para o comprometimento do sistema nervoso autônomo do aparelho digestivo no quadro mórbido geral desta parasitose. O trabalho monumental por ele realizado demonstrou haver uma diminuição numérica da população neuronal dos gânglios que constituem este sistema em casos crônicos da doença de Chagas”. Esse reconhecimento ao valor da contribuição de Koeberle foi muito importante pelo fato de partir de Alexandre Alencar, na época chefe da Seção de Anatomia Patológica da Divisão de Patologia do Instituto Oswaldo Cruz.
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Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Portulacaceae

Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Portulacaceae

Na Flona de Carajás ocorre: Serra Norte, N4, N6, N7, N8, na Serra Sul e S11D. Nessas áreas, P. sedifolia forma populações com grande número de indivíduos, que ficam presos diretamente sobre as cangas, geralmente em áreas inundáveis durante o período chuvoso. São facilmente reconhecíveis em campo pelo hábito prostrado, folhas pequenas, lineares a elíptico- lanceoladas, carnosas e pequenas flores brancas a rosadas que abrem uma de cada vez, entre 10–11 horas da manhã (Fig. 2). As plantas completam seu ciclo de vida em 4–5 meses, período coincidente com o das chuvas. No conjunto das populações, a espécie apresenta grande variação morfológica incluindo desde plantas muito pequenas com 3,5–4 cm de comprimento, e pouco ramificadas (Silva 1916) até plantas muito ramificadas, com ramos de até 22 cm de comprimento (Falcão 443), plantas glabrescentes ou muito pilosas (Falcão 442, Zappi 3508). As plantas muito pilosas, quando herborizadas, são difíceis de distinguir de P. pilosa se não haver anotação da cor das pétalas na etiqueta e se não for possível analisar as sementes.
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Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Alismataceae.

Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Alismataceae.

Espécie distribuída da Costa Rica à Argentina (Govaerts 2016). No Brasil, ocorre em toda a região sul, além de Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,Pará, Piauí, Roraima, São Paulo e Tocantins (BFG 2015). Na Serra dos Carajás, ocorre na Serra Norte: N1, Serra Sul: S11A, S11B e S11C e Serra do Tarzan. Espécie comum nas formações de canga, em bordas e interiores de lagoas permanentes, brejos e em campos brejosos alagados.

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ESPÉCIES INVASORAS DA FAMÍLIA DROSOPHILIDAE (DIPTERA, INSECTA) EM AMBIENTES DA CAATINGA DE PERNAMBUCO

ESPÉCIES INVASORAS DA FAMÍLIA DROSOPHILIDAE (DIPTERA, INSECTA) EM AMBIENTES DA CAATINGA DE PERNAMBUCO

Poder acompanhar a chegada de uma espécie potencialmente invasora é uma rara oportunidade para estudar a dinâmica da progressão de tal invasão. Recentemente, o continente Sul–Americano foi alvo de uma invasão biológica ocasionada pelo drosofilídeo Zaprionus indianus. O primeiro registro da ocorrência desta espécie no Brasil ocorreu no estado de São Paulo (Vilela, 1999). Desde então, a espécie tem aumentado muito sua área de distribuição, e em pouco tempo, já colonizava os estados de Goiás em 1999 (Tidon et al., 2003), Pará em 2000 (Medeiros et al., 2003) e Rio Grande do Sul em 2001 (Castro & Valente, 2001). Em outros países da América, Z. indianus foi coletada em 2001 no Uruguai (Goñi et al., 2001), em 2002 no México (Castrezana, 2007), em 2003 no Panamá e, em 2005 e 2006, no oeste e sul dos Estados Unidos (Steck, 2005; van der Linde, 2006), o que torna esta espécie uma notável invasora. Em Pernambuco, Z. indianus foi amostrada, pela primeira vez, em março de 2000 (Santos et al., 2003) na cidade do Recife. Ao longo dos últimos três anos (2008 a 2010) a espécie tem sido coletada em diversos locais da Caatinga de Pernambuco e na Ilha de Fernando de Noronha, conforme resultados recentes do nosso grupo de pesquisa (Oliveira et al., 2009; Silva, 2010).
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Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Iridaceae.

Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Iridaceae.

Two species of Iridaceae belonging to a single genus of the Tigridieae were recorded in the Serra dos Carajás, Pará, Brazil: Cipura paludosa and Cipura xanthomelas. Only the second species was recorded from the areas of cangas. This taxonomic study presents a morphological description, detailed illustrations, and diagnostic comments for C. xanthomelas.

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Ajudando os inimigos: espécies nativas facilitam a invasão do semiárido brasileiro por árvores exóticas

Ajudando os inimigos: espécies nativas facilitam a invasão do semiárido brasileiro por árvores exóticas

Alguns trabalhos nos últimos 20 anos têm, de fato, demonstrado que plantas nativas podem facilitar a invasão de espécies exóticas, por vezes em detrimento da própria sobrevivência. Por exemplo, a espécie nativa Lupinus lepidus, pioneira de sucessão, facilita o estabelecimento de duas exóticas em zonas vulcânicas dos Estados Unidos por alterar o substrato através da fixação de nitrogênio e pela proteção ao solo oferecida pelo seu folhiço (Morris e Wood 1989). Arbustos australianos da família Chenopodiaceae facilitam à invasora Orbea variegata pela formação de sombra que diminui o estresse provocado pelas altas temperaturas e a alta intensidade da luz (Lenz e Facelli 2003). No alto da Cordilheira dos Andes, a espécie nativa Azorella monantha facilita à exótica Taraxacum officinale através do aumento da umidade do solo e maior disponibilidade de nutrientes (Cavieres et al. 2005). Interessantemente, uma meta-análise envolvendo pesquisas realizadas em altas altitudes revelou que os efeitos das plantas facilitadoras são mais fortes para plantas exóticas perenes do que para nativas, sendo o efeito contrário para plantas anuais (Arredondo et al. 2009).
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Hist. cienc. saudeManguinhos  vol.20 suppl.1

Hist. cienc. saudeManguinhos vol.20 suppl.1

Nelson Sanjad também destaca a atividade científica de Emílio Goeldi, que construiu uma agenda de pesquisa com o objetivo de angariar ‘autoridade científica’ em relação aos estudos sobre a fauna amazônica. Além das publicações na revista da instituição, o Boletim do Museu Paraense de História Natural e Etnografia, Goeldi manteve um intenso intercâmbio com cientistas e instituições, inclusive da Europa, enviando artigos e espécies coletadas. O autor destaca que Goeldi foi “extremamente hábil na percepção dos ‘vácuos de autoridade’ existentes no conhecimento zoológico da Amazônia, assim como na seleção de problemas irresolutos e temas que se apresentavam ou emergiam como ‘campos de batalha’” (p.287). Interessante nesse sentido é o debate de Goeldi com o diretor do Museu Paulista, Hermann von Ihering, sobre os ninhos do japu. Segundo Sanjad, a controvérsia estava longe de ser uma ‘divergência de opiniões’, mas “uma disputa pela liderança nas pesquisas ornitológicas realizadas no Brasil, mantida justamente pelos dois ‘museus científicos’” (p.270).
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Contribuições da Psicologia Social ao estudo de uma comunidade ribeirinha no Alto...

Contribuições da Psicologia Social ao estudo de uma comunidade ribeirinha no Alto...

as modalidades de UC estão contidas na lei 9985/00, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), que define UC como “espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção” (BRASIL, 2000, Art. 2º, I). Pelo SNUC, dividem-se as UC em dois tipos: 1) as Unidades de Proteção Integral (Estação Ecológica, Monumento Natural, Parque Estadual, Parque Nacional, Refúgio de Vida Silvestre, Reserva Biológica), cujo objetivo de preservação da natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos recursos naturais – ou seja, não permite a presença de habitantes; 2) as Unidades de Uso Sustentável (Área de Proteção Ambiental, Área de Proteção Ambiental Estadual, Área de Relevante Interesse Ecológico, Floresta Nacional, Floresta Estadual, Reserva Extrativista, Reserva de Fauna, Reserva de Desenvolvimento Sustentável, Reserva Particular do Patrimônio Natural), que visam compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais – permite a presença de habitantes. Para compilação dos dispositivos legais e históricos das UC no Brasil, cf. PAZ, Ronilson José; FREITAS, Getúlio Luís de; SOUZA, Elivan Arantes de (2006). Unidades de conservação no Brasil: história de legislação. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPB.
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Floração, frutificação e síndromes de dispersão de uma comunidade de floresta de brejo na região de Campinas (SP).

Floração, frutificação e síndromes de dispersão de uma comunidade de floresta de brejo na região de Campinas (SP).

No entanto as espécies herbáceas não apre- sentaram espécies florescendo durante o mês de junho (Fig. 2 F). Em relação aos demais picos de floração que ocorreram ao longo do ano, fo- ram observados que as espécies herbáceas apre- sentaram a maior porcentagem de floração du- rante a estação úmida e quente, cerca de 80%, e a menor porcentagem de floração durante a es- tação seca e fria, apenas 20% (Tab. 2). Para as espécies subarbustivas também foi observado um maior porcentagem de floração durante a estação úmida (71% das espécies), apresentan- do um maior pico de floração em janeiro (43%) e outros picos menores ao longo do ano todo (Tab. 2, Fig. 2 C). Entretanto, para as espécies arbustivas o maior pico de floração (38% das espécies) ocorreu durante a estação seca (junho), sendo que no final desta estação e início da es- tação úmida ocorreu um aumento no número de espécies florescendo (19%) e este atinge uma maior porcentagem (23%) em dezembro (Fig. 2 B, Tab. 2).
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Espécies lenhosas de leguminosae na estação ambiental de Volta Grande, Minas Gerais, Brasil

Espécies lenhosas de leguminosae na estação ambiental de Volta Grande, Minas Gerais, Brasil

Tabela 03: Matriz de presença (1) e ausência (0) de espécies lenhosas de Leguminosae ocorrentes no Domínio do Cerrado nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal. (* - spp. de ocorrência restrita a uma localidade na análise; VG: Estação Ambiental de Volta Grande, MG; PA: Reserva do Panga, Uberlândia, MG; UB: Uberaba, MG; LS: Lagoa Santa, MG; PM: Prudente de Morais, MG; SL:Sete Lagoas, MG; CO: APA de Corumbataí, SP; EM: Emas, Pirassununga, SP; MO: Reserva Biológica de Moji Guaçu, SP; AS: Estação Ecológica de Assis, SP; PG: Reserva Pé-de-Gigante, Sta. Rita de Passa Quatro, SP; BR: Brotas, SP; IT: Itirapina, SP; AB: Água Boa, MT; PT: Rios Mortes-Araguaia , Cocalinho, MT; CN: Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, GO; PR: APA do Paranoá, DF; JB: Jardim Botânico de Brasília, DF. )
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A IMPORTÂNCIA DO MONITORAMENTO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO NA EFETIVAÇÃO DA INCLUSÃO EDUCACIONAL

A IMPORTÂNCIA DO MONITORAMENTO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO NA EFETIVAÇÃO DA INCLUSÃO EDUCACIONAL

Tendo em vista as determinações legais para a inclusão de crianças com Necessidades Educacionais Especiais (NEE) nas escolas regulares, este Plano de Ação Educacional (PAE) analisa o trabalho realizado com esses alunos na Escola Estadual Monteiro Lobato, jurisdicionada à Superintendência Regional de Ensino de Itajubá (SRE Itajubá), os impactos e as implicações dessa prática e o suporte oferecido por essa SRE no fortalecimento das ações docentes para a efetivação da inclusão educacional. Fundamenta esta pesquisa o discurso atual de inclusão e a política educacional vigente no Brasil e em Minas Gerais. A pesquisa considerou a demanda de alunos a serem incluídos na escola escolhida para análise e pretendeu coletar dados para instruir uma proposta de inclusão na unidade escolar. Para obter maior rigor e relevância dos dados, os procedimentos utilizados foram entrevistas com os gestores escolares e regionais, questionários e entrevistas com os professores, análise documental, estudo de caso e observação participante. Os dados revelam, por um lado, o despreparo dos profissionais para realizar o trabalho na perspectiva da inclusão, apontando a urgência de mudanças conceituais e de posturas e, por outro, a necessidade do suporte da equipe regional para o desenvolvimento de uma prática mais assertiva. A partir dessa análise, a proposta é um Plano de Ação Educacional que viabilize um acompanhamento mais sistemático da equipe regional, com vistas à melhoria da atuação docente, visando ao sucesso e à qualidade, favorecendo, assim, uma educação de qualidade a todos os educandos incluídos.
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Padrões de floração e frutificação de árvores da Amazônia Maranhense.

Padrões de floração e frutificação de árvores da Amazônia Maranhense.

Estudos fenológicos em nível de comunidades podem facilitar a compreensão do comportamento das espécies diante de alterações nos ecossistemas, além de refletir a distribuição anual de tipos específicos de recursos. Este trabalho buscou definir os padrões gerais e a sazonalidade de floração e frutificação de uma comunidade em duas áreas de floresta na Amazônia Maranhense, uma não perturbada e outra submetida a corte seletivo. A vegetação corresponde às matas de cipós das florestas amazônicas, alternando matas densas e abertas, de alta biomassa. Valores médios anuais de temperatura variam entre 24,5º C e 26,0º C, e entre 1400 mm e 1800 mm de precipitação, com um período seco de 5 a 6 meses, de junho a novembro. Foram analisadas a floração e a frutificação de 89 espécies arbóreas, de agosto de 1994 a junho de 1996. As espécies foram agrupadas em: árvores do sub-dossel, árvores do estrato superior e árvores que ocorrem em ambos os estratos. Foi feita comparação entre grupos (estratos, tipos de floresta e mecanismos de dispersão) e possíveis correlações com a precipitação foram investigadas. Quinze espécies estudadas foram exclusivas do estrato inferior e 63 do estrato superior da floresta; 17 espécies foram registradas apenas na mata nativa e 37 apenas na mata manejada. A maioria das espécies é zoocórica (62,9 %). A floração e a frutificação ocorreram durante todo o ano, com pico de floração de outubro a dezembro e picos de frutificação de março a julho e de outubro a dezembro. Os resultados obtidos demonstram uma grande sincronia na floração e frutificação dos indivíduos, e confirmam a relação entre esses processos e a variação na precipitação ao longo do ano, e que plantas de ambientes diferenciados exibem comportamentos fenológicos diferentes. Os padrões observados foram semelhantes entre as áreas e a outros estudos na Amazônia.
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