Top PDF Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. IX. Maranhão (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. IX. Maranhão (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. IX. Maranhão (Diptera, Culicidae).

Itapecuru, PEDREIRAS: Pedreiras, PENALVA: Barro Vermelho, SÃO JOÃO DÓS PATOS: Sí- tio Riachão, SÃO LUIZ: São Luiz, SÃO LUIZ GONZAGA DO MARANHÃO: São Luiz Gonzaga do Maranhão, VIANA: Via[r]

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Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. VIII. Rondônia (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. VIII. Rondônia (Diptera, Culicidae).

Os nomes dos municípios estão em letras maiúscu- las, as localidades onde foram assinaladas as espécies, em letras minúsculas.. Uma (+) entre parênteses, seguida da localidade, indica q[r]

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Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. X. Estado do Acre (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. X. Estado do Acre (Diptera, Culicidae).

R.; Deane, Μ. P. ­1947a. Chave ilustrada para a identi­ ficação de trinta e cinco espécies de anofelinos das regiões Nordestinas e Amazônica do Brasil pelos caractere's da fêmea, com no[r]

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Estudos morfológicos e taxonômicos em Hypnea cornuta (Kützing) J. Agardh (Gigartinales, Rhodophyta) no litoral da Bahia, Brasil.

Estudos morfológicos e taxonômicos em Hypnea cornuta (Kützing) J. Agardh (Gigartinales, Rhodophyta) no litoral da Bahia, Brasil.

Material adicional examinado: BRASIL. Maranhão: Recife do Timbuba, 03/XI/1982, M.M. Ferreira-Correia (SP). Rio de Janeiro: Armação de Búzios, Ponta do Pai Vitório, 28/I/1981, Y. Yoneshigue-Valentin, (RFA); Búzios, Ponta do Lagoinha, 19/II/1981, Y. Yoneshigue-Valentin (RFA); Cabo Frio, s/loc., 23/V/1976, C. Nassar (RFA); Canal de Itajurú, 17/II/1986, R.P. Reis-Santos et al. (RB); Ilha do Japonês, 27/V/1987, R.P. Reis-Santos (RB); Ponta do Ambrósio, 2/IX/1986, R.P. Reis-Santos (RB); Ponta do Costa, 12/ XII/1986, R.P. Reis-Santos (RB); Praia do Forte São Mateus, 25/II/1963, Y. Yoneshigue-Valentin (RFA); Saco do Sorita, 8/IX/1987, R.P. Reis-Santos (RB); Lagoa de Araruama, Praia dos Coqueiros, 18/II/1984, Y. Yoneshigue-Valentin (RFA); Paraty, Ilha Comprida, 25/XI/1985, M.A.O. Figueiredo (RB); São Gonçalo, Ilha Jurubaíba, 24/V/1968, Y. Yoneshigue- -Valentin (RFA). São Paulo: São Sebastião, Praia do Araçá, 29/IX/1983, R.P.F Schenkman (SPF - como H. valentiae). Paraná: Ilha do Mel, Saco do Limoeiro, 4/XII/1983, E.C. Oliveira & E. Plastino (SPF - como H. valentiae).
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Sinopse do gênero Acalypha L. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil

Sinopse do gênero Acalypha L. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil

Acalypha macrostachya Jacq. Pl. Hort. Schoenbr. 2: 63, pl. 245. 1797. Tipo: VENEZUELA. “crescit ad Caracas”; Tab. 245 in Jacq., Pl. Hort. Schoenbr. 2, 1797 (lectótipo, designado por Cardiel [1995b:233]). Acalypha macrostachya é uma espécie monoica com inflorescências unissexuais. Suas folhas são levemente cartáceas, ovais a reniformes, sempre maiores que 12 cm de comprimento, com nervuras primárias e secundárias muito proeminentes. As inflorescências pistiladas e estaminadas são muito longas, com até 40 cm de comprimento. Difere das demais espécies de Acalypha ocorrentes na área de estudo, pelos pecíolos e folhas extremamente grandes e robustos, além das folhas cartáceas.
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POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em suas 540 escolas a rede estadual do Amazonas atendeu, no ano de 2013 cerca de 465.000 alunos. Essas matrículas estão, na maioria, distribuídas nos ensinos fundamental (anos iniciais e finais) e médio. Embora em menor quantidade a rede estadual também atende à modalidade EJA presencial, nos ensinos fundamental e médio. Manaus, a capital, concentra aproximadamente 50% das escolas e das matrículas do Estado. Essa alta concentração de escolas e de matrículas dá-se, principalmente, pelo grande número de pessoas oriundas dos outros municípios do Estado do Amazonas e de estados vizinhos como o Pará e o Maranhão, que migram em busca de melhores condições de vida, atraídas pela oferta de emprego na Zona Franca de Manaus, mais especificamente no Polo Industrial de Manaus (PIM).
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O EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO: DIREITOS E GARANTIAS DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO: DIREITOS E GARANTIAS DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é um destes exames. Dentro deste enfoque, e para assegurar a igualdade de tratamento prevista no Caput do Artigo 5º da Cons tituição Federal, qu[r]

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EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

[...] As mudanças legais que levaram à implantação da Escola fundamental de 9 anos no Brasil adotaram como estratégia a incorporação do último ano da pré-escola ao EF, ampliando o primeiro segmento dessa etapa de 4 para 5 anos e antecipando o ingresso da criança no EF para a idade de 6 anos. Tal desenho implica a diminuição da duração da pré- escola de três para dois anos, correspondendo à faixa etária de 4 e 5 anos e não mais àquela de 4 a 6 anos. Pode-se argumentar que se buscaram, com as novas medidas legais, apressar a universalização do atendimento educacional para as crianças de 6 anos, intenção reforçada pela adoção da obrigatoriedade Escolar para a faixa etária de 4 a 17 anos. Porém, essa nova organização da carreira Escolar foi adotada sem que houvesse antes, nas Escolas de EF, a garantia de condições de infraestrutura, formação docente, diminuição de número de alunos por turma, adaptação de currículos e materiais didáticos, entre outras, que permitissem uma transição menos acidentada para o novo formato. (p.29)
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Leptophlebiidae (Ephemeroptera) da Amazônia brasileira.

Leptophlebiidae (Ephemeroptera) da Amazônia brasileira.

A seção do catálogo traz os gêneros, seus autores, ano e espécie- tipo. As espécies, autor, ano, localidade-tipo (ou locais de ocorrência da espécie), material adicional examinado (quando existente), dados adicionais da coleta e locais de deposição do material. Também são fornecidos os sinônimos (quando existentes). No catálogo a forma adulta (imago) está representada com “I”, o subadulto (subimago) com “SI”, a ninfa com “N”, o macho com o símbolo _ e, a fêmea com o símbolo `.

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Contribuição à taxonomia de Marlierea (Myrciinae; Myrtaceae) no Brasil.

Contribuição à taxonomia de Marlierea (Myrciinae; Myrtaceae) no Brasil.

Por outro lado, há ainda pontos taxonômicos conflitantes relativos às Myrciinae e que precisam ser resolvidos futuramente: (a) a designação do único gênero, pois tem sido proposto “Myrcia s.l.”, apesar de o nome “Calyptranthes” ter prioridade sobre os demais (decisão a ser tomada no próximo Congresso Internacional de Botânica, em 2017, na China); (b) a não formalização dos clados como categorias taxonômicas infra-genéricas para o único gênero a ser considerado; e (c) a necessidade de serem incluídas espécies amazônicas em análises filogenéticas moleculares, as quais praticamente se restringem às espécies do sul do continente sul- americano e incluem pouquíssimas espécies de ampla distribuição na Região Neotropical.
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Espécies de Triatominae (Hemiptera: Reduviidae) do Estado do Maranhão, Brasil.

Espécies de Triatominae (Hemiptera: Reduviidae) do Estado do Maranhão, Brasil.

P. m egistu s tem am p la d istrib u ição n o Bra- sil, ocorren d o d esd e o Rio Gran d e d o Su l até o Pará (Alen car, 1980; Sch ofield , 1985). É, ju n ta- m en te com T. in festan s, a esp écie m ais im p or- tan te n a tran sm issão d e Ch agas n o Brasil. Exis- tem registros d e su a ocorrên cia tam b ém n a Ar- gen tin a, Paragu ai e Bolívia. No Maran h ão, tem sid o en con trad a, p rin cip alm en te, n as áreas se- ca s d a Zo n a d o s Ch a p a d õ es d o Ba ixo Ba lsa s e do Alto Itap ecuru. Esta esp écie p ode circular em am b ien te p erid om iciliar e se ap roxim ar d o h o- m em , even tu alm en te in vad in d o as h ab itações d estes (Garcia-Zap ata & Marsd en , 1986) e for- m an d o colôn ias p erm an en tes (Barreto, 1979;). No Estad o d o Pará, colon iza, p ara su gar, em to-
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Myxomycetes do estado de Roraima, com especial referência para a estação ecológica de Maracá (Amajari - RR, Brasil).

Myxomycetes do estado de Roraima, com especial referência para a estação ecológica de Maracá (Amajari - RR, Brasil).

sendo citados pela primeira vez como presentes na Estação Ecológica de Maracá e no estado de Roraima. Na Tabela 1 estão relacionados os gêneros e espécies encontrados no estado de Ro[r]

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Crise e recomposição do sistema de dominação global dos Estados Unidos: a nova ordem pan-americana — Outubro Revista

Crise e recomposição do sistema de dominação global dos Estados Unidos: a nova ordem pan-americana — Outubro Revista

siderada como um simples instrumento de sua política voltada à América Latina e o Caribe, sem dúvida que, a partir de 1991, a Casa Branca impulsionou a “atualização” de todos os órgãos e comissões desse organismo hemisférico, como também uma am- pliação constante de seus âmbitos de competência, entre elas, “a segurança” e outros assuntos (como os processos eleitorais e as cri- ses de “governabilidade”), anteriormente reservados à jurisdição interna dos seus Estados membros.

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POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

O primeiro capítulo desta dissertação é o relato do caso de implantação do SIMADE na rede de escolas públicas estaduais de Minas Gerais. Primeiramente, faz-se uma apresentação da trajetória recente de desenvolvimento da tecnologia e dos sistemas gerenciais no âmbito da gestão escolar no Brasil e no estado, focando especialmente sobre o projeto Escolas em Rede, que foi a base para a implantação de sistemas informatizados na rede estadual de educação de Minas Gerais. Em seguida, efetua-se uma explanação sobre a implantação do SIMADE nos diversos níveis da SEEMG, desde a unidade central, passando pelas SREs e chegando às escolas, que são os focos de análise. Ao final do primeiro capítulo são apresentados os elementos críticos da utilização do SIMADE como recurso de gestão ao nível das escolas, sobre os quais se concentrarão a revisão teórica, a pesquisa e o PAE.
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PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA – Normas de Orientação Clínica

PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA – Normas de Orientação Clínica

Edifícios”, Número 9, do Artigo 29º estabelece que: “Em edifícios com sistemas de climatização em que haja produção de aerossóis, nomeadamente onde haja torres de arrefecimento ou humid[r]

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ESTUDO SOBRE AS EXPORTAÇÕES DOS ESTADOS DO NORDESTE

ESTUDO SOBRE AS EXPORTAÇÕES DOS ESTADOS DO NORDESTE

This study has the goal to present an economic and social diagnostic for the nine State of the Northeast region. After a brief introduction, it presents some of the demographic characteristics for the Northeast region and its states: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraiba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. The analysis proceeds for each one of the Northeast states based on economic and social indicators for the period of 1999 to 2012, depending on data availability. Finally, it analyses the correlation between the growth rates of exports and GDP, as well as the value of exports and per capita GDP. The analysis allow one to conclude that the Northeast economies have achieved improvements in the economic and social indicators with significant growth rates of GDP and per capita GDP and a better income distribution using the Gini coefficient. There is also evidence, with few exceptions, of better indicators for education, health and employment. Nevertheless, regardless of the positive evolution it is necessary to emphasize the existence of regional discrepancies and that for the majority of social and economic indicators they are still below national averages. The correlation analysis indicated that export growth rate is important for economic growth in five of the nine states and it there is a significant correlation between exports and GDP per capita for eight out of nine states.
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Distribuição das espécies do gênero Anopheles (Diptera, Culicidae) no Estado do Maranhão, Brasil.

Distribuição das espécies do gênero Anopheles (Diptera, Culicidae) no Estado do Maranhão, Brasil.

Em síntese, os dados apresentados neste es- tudo mostram claramente a existência de uma grande diversidade de espécies no Maranhão, muitas delas amplamente distribuídas no esta- do. Obviamente, esse padrão de diversidade e distribuição pode ser explicado pela interação de um conjunto de fatores, entretanto chama-se a atenção para a posição geográfica do estado, entre as macrorregiões que caracterizam o Bra- sil, associada com a riqueza de ecossistemas, diversidade de bacias hidrográficas e de tipos climáticos favoráveis, especialmente os de in- fluência amazônica. Esses aspectos ajudam a entender por que a fauna anofélica maranhense, por exemplo, é mais rica do que aquela descrita em diversos estados nordestinos 10 e no extremo
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Diversidade e caracterização das Annonaceae do Brasil.

Diversidade e caracterização das Annonaceae do Brasil.

Mosannona, Pseudomalmea e Klarobelia são grupos amazônicos desmembrados de Malmea (CHATROU, 1998). Klarobelia, com quatro espécies no Brasil, e Pseudomalmea, com apenas uma, são androdioicos, e o pedicelo tem duas brácteas em Pseudomalmea e apenas uma em Klarobelia (CHATROU ,1998). Já Mosannona, com duas espécies no Brasil, e Malmea, com três, são hermafroditas, e o pedicelo possui duas brácteas (CHATROU, 1998). Ephedranthus, com quatro espécies no Brasil, e Pseudephedranthus, com uma espécie, são também androdioicos, mas possuem numerosas brácteas no pedicelo. Os dois gêneros são diferenciados por características do receptáculo e do conectivo. Em Ephedranthus, o receptáculo é globoso a subgloboso, e o conectivo é discoide. Em Pseudephedranthus, o receptáculo é cônico nas lores estaminadas e cilíndrico-achatado nas bisse- xuais, e o conectivo pode variar de laminar-ligulado a cilíndrico-achatado (OLIVEIRA; SALES, 1999). Cremastosperma possui quatro espécies na Amazô- nia brasileira. Pode ser distinto dos demais gêneros neotropicais pelos carpídios livres e estipitados e
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Primeiro registro de epidemias causadas pelo vírus Oropouche nos Estados do Maranhão e Goiás, Brasil.

Primeiro registro de epidemias causadas pelo vírus Oropouche nos Estados do Maranhão e Goiás, Brasil.

Essa é a primeira descrição de casos confirmados de infecção pelo vírus Oropouche nos Estados do Maranhão e Goiás, Brasil.. Em 1960, obteve- se seu isolamento pela primeira vez no Bras[r]

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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

praticamente desconheceu o arado. Seu principal instrumento foi o enxadão pesado e resistente. Nas plantagens, a policultura era prática marginal, limitada à roça de subsistência. Apesar dos esforços empreendidos por importantes segmentos historiográficos, a vasta documentação conhecida comprova que, no contexto da produção escravista mercantil do Brasil, os produtores diretos escravizados não estabeleceram vínculos significativos de posse efetiva com a terra trabalhada. A produção autônoma de meios de subsistência, pelos próprios trabalhadores escravizados, nos domingos, em nesgas de terras, foi fenômeno extraordinário e assistemático no escravismo brasileiro.
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