Top PDF Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. VIII. Rondônia (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. VIII. Rondônia (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. VIII. Rondônia (Diptera, Culicidae).

Os nomes dos municípios estão em letras maiúscu- las, as localidades onde foram assinaladas as espécies, em letras minúsculas.. Uma (+) entre parênteses, seguida da localidade, indica q[r]

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Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. IX. Maranhão (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. IX. Maranhão (Diptera, Culicidae).

Itapecuru, PEDREIRAS: Pedreiras, PENALVA: Barro Vermelho, SÃO JOÃO DÓS PATOS: Sí- tio Riachão, SÃO LUIZ: São Luiz, SÃO LUIZ GONZAGA DO MARANHÃO: São Luiz Gonzaga do Maranhão, VIANA: Via[r]

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Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. X. Estado do Acre (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. X. Estado do Acre (Diptera, Culicidae).

R.; Deane, Μ. P. ­1947a. Chave ilustrada para a identi­ ficação de trinta e cinco espécies de anofelinos das regiões Nordestinas e Amazônica do Brasil pelos caractere's da fêmea, com no[r]

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As espécies de ephemeroptera (insecta) registradas para o Brasil.

As espécies de ephemeroptera (insecta) registradas para o Brasil.

Grande do Sul; SC, Santa Catarina. Região Sudeste. ES, Espírito Santo; MG, Minas Gerais; RJ, Rio de Janeiro; SP, São Paulo. Região Centro-Oeste. DF, Distrito Federal; GO, Goiás; MS, Mato Grosso do Sul; MT, Mato Grosso. Região Nordeste. BA, Bahia. Região Norte. AC, Acre; AM, Amazonas; PA, Pará; RO, Rondônia; RR, Roraima. Alguns estados das regiões Nordeste e Norte não constam na lista, uma vez que para os mesmos não foram encontrados registros de nenhuma espécie de Ephemeroptera (veja Discussão). Em poucos casos, ou por faltar uma referência mais específica sobre a localidade (alguns trabalhos antigos citavam a localidade da espécie apenas como Brasil), ou pela referência constar apenas de uma localidade sem especificação do estado (e várias localidades homônimas ocorrem em diferentes estados), é utilizada a seguinte simbologia [??]. E, finalmente, quando não se sabe o estado, porém a região onde a espécie foi encontrada é conhecida, o nome da mesma é escrito por extenso.
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Inventário das espécies de piperaceae ocorrentes em três áreas de Porto Velho- RO e caracterização dos óleos essenciais de piper tuberculatum jacq. com potencial ação de controle de fitopatógenos

Inventário das espécies de piperaceae ocorrentes em três áreas de Porto Velho- RO e caracterização dos óleos essenciais de piper tuberculatum jacq. com potencial ação de controle de fitopatógenos

Para a extração dos óleos essenciais utilizou-se o método de hidrodestilação, onde o material vegetal desidratado e triturado foi colocado em um balão e adicionado 1,5 L de água e destilou-se um volume de 500 mL. A fração aquosa foi extraída com acetato de etila (100 mL) em um funil de separação. Em seguida a fração de acetato de etila foi destilada até restar apenas o óleo essencial que foi separado e armazenado para realizar o estudo cromatográfico. A cromatografia da amostra foi realizada na Universidade Federal de Rondônia em um cromatógrafo gasoso Hewlett-Packard modelo 5890, equipado com coluna capilar (30 m x 0,25 mm) utilizando-se como gás de arraste hélio com fluxo de 1 mL min com temperatura da coluna entre 35-180ºC/3ºC/min, 180-250 ºC/10 ºC/min.
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O EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO: DIREITOS E GARANTIAS DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO: DIREITOS E GARANTIAS DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é um destes exames. Dentro deste enfoque, e para assegurar a igualdade de tratamento prevista no Caput do Artigo 5º da Cons tituição Federal, qu[r]

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EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

[...] As mudanças legais que levaram à implantação da Escola fundamental de 9 anos no Brasil adotaram como estratégia a incorporação do último ano da pré-escola ao EF, ampliando o primeiro segmento dessa etapa de 4 para 5 anos e antecipando o ingresso da criança no EF para a idade de 6 anos. Tal desenho implica a diminuição da duração da pré- escola de três para dois anos, correspondendo à faixa etária de 4 e 5 anos e não mais àquela de 4 a 6 anos. Pode-se argumentar que se buscaram, com as novas medidas legais, apressar a universalização do atendimento educacional para as crianças de 6 anos, intenção reforçada pela adoção da obrigatoriedade Escolar para a faixa etária de 4 a 17 anos. Porém, essa nova organização da carreira Escolar foi adotada sem que houvesse antes, nas Escolas de EF, a garantia de condições de infraestrutura, formação docente, diminuição de número de alunos por turma, adaptação de currículos e materiais didáticos, entre outras, que permitissem uma transição menos acidentada para o novo formato. (p.29)
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Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Mayacaceae.

Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Mayacaceae.

Mayacaceae é uma pequena família de monocotiledôneas composta apenas pelo gênero Mayaca, com cinco espécies. Na Serra dos Carajás são encontradas três das quatro espécies registradas para a América do Sul: Mayaca fluviatilis, M. kunthii e M. longipes. São apresentados neste estudo descrições, ilustrações e comentários morfológicos para estas espécies.

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Myxomycetes do estado de Roraima, com especial referência para a estação ecológica de Maracá (Amajari - RR, Brasil).

Myxomycetes do estado de Roraima, com especial referência para a estação ecológica de Maracá (Amajari - RR, Brasil).

sendo citados pela primeira vez como presentes na Estação Ecológica de Maracá e no estado de Roraima. Na Tabela 1 estão relacionados os gêneros e espécies encontrados no estado de Ro[r]

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Sinopse do gênero Acalypha L. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil

Sinopse do gênero Acalypha L. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil

Acalypha é o terceiro maior gênero de Euphorbiaceae, com cerca de 450 espécies, e possui distribuição pantropical (Webster 1994, Radcliffe- Smith 2001), sendo as Américas uma região com alto grau de endemismo. Os seus principais centros de diversidade estão localizados no México, Bolivia e Peru (Gordillo et al. 2002, Cardiel & Muñoz- Rodríguez 2013). Espécies de Acalypha podem ser ervas, arbustos ou árvores, ocorrem nos mais variados habitats, podendo ser encontradas desde florestas tropicais a regiões semiáridas, do nível do mar até 4000 metros de altitude (Cardiel & Muñoz-Rodríguez 2012a).
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Crise e recomposição do sistema de dominação global dos Estados Unidos: a nova ordem pan-americana — Outubro Revista

Crise e recomposição do sistema de dominação global dos Estados Unidos: a nova ordem pan-americana — Outubro Revista

siderada como um simples instrumento de sua política voltada à América Latina e o Caribe, sem dúvida que, a partir de 1991, a Casa Branca impulsionou a “atualização” de todos os órgãos e comissões desse organismo hemisférico, como também uma am- pliação constante de seus âmbitos de competência, entre elas, “a segurança” e outros assuntos (como os processos eleitorais e as cri- ses de “governabilidade”), anteriormente reservados à jurisdição interna dos seus Estados membros.

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POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

O primeiro capítulo desta dissertação é o relato do caso de implantação do SIMADE na rede de escolas públicas estaduais de Minas Gerais. Primeiramente, faz-se uma apresentação da trajetória recente de desenvolvimento da tecnologia e dos sistemas gerenciais no âmbito da gestão escolar no Brasil e no estado, focando especialmente sobre o projeto Escolas em Rede, que foi a base para a implantação de sistemas informatizados na rede estadual de educação de Minas Gerais. Em seguida, efetua-se uma explanação sobre a implantação do SIMADE nos diversos níveis da SEEMG, desde a unidade central, passando pelas SREs e chegando às escolas, que são os focos de análise. Ao final do primeiro capítulo são apresentados os elementos críticos da utilização do SIMADE como recurso de gestão ao nível das escolas, sobre os quais se concentrarão a revisão teórica, a pesquisa e o PAE.
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PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA – Normas de Orientação Clínica

PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA – Normas de Orientação Clínica

Edifícios”, Número 9, do Artigo 29º estabelece que: “Em edifícios com sistemas de climatização em que haja produção de aerossóis, nomeadamente onde haja torres de arrefecimento ou humid[r]

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Leptophlebiidae (Ephemeroptera) da Amazônia brasileira.

Leptophlebiidae (Ephemeroptera) da Amazônia brasileira.

U. oepa Lopes, Da-Silva & Py-Daniel, 2003: 195. Holótipo: 1 N _ (INPA). Localidade-tipo: Brasil, Roraima, Rio Uraricoera (03º27’N, 60º58’W, 90 m), Igarapé Xiquibá, 14-x-1987, Py-Daniel, Dellome, Sandra, Coscaron e Ulisses. Parátipos: 2 N _ e 3 N ` mesma data do holótipo; nove ninfas (seis machos e quatro fêmeas), Rio Uraricoera (tributário do rio Araça), Igarapé Vermelho, 12-vii-1987, Py-Daniel. Doze parátipos (três do Igarapé Xiquibá e nove do Igarapé Vermelho) depositados INPA, dois parátipos (um macho e uma fêmea do Igarapé Xiquibá) na UFRJ.

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POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em suas 540 escolas a rede estadual do Amazonas atendeu, no ano de 2013 cerca de 465.000 alunos. Essas matrículas estão, na maioria, distribuídas nos ensinos fundamental (anos iniciais e finais) e médio. Embora em menor quantidade a rede estadual também atende à modalidade EJA presencial, nos ensinos fundamental e médio. Manaus, a capital, concentra aproximadamente 50% das escolas e das matrículas do Estado. Essa alta concentração de escolas e de matrículas dá-se, principalmente, pelo grande número de pessoas oriundas dos outros municípios do Estado do Amazonas e de estados vizinhos como o Pará e o Maranhão, que migram em busca de melhores condições de vida, atraídas pela oferta de emprego na Zona Franca de Manaus, mais especificamente no Polo Industrial de Manaus (PIM).
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Fungos gasteroides (Basidiomycota, Agaricomycetes) de três áreas de semiárido no Estado do Ceará, Brasil

Fungos gasteroides (Basidiomycota, Agaricomycetes) de três áreas de semiárido no Estado do Ceará, Brasil

Os fungos gasteroides englobam várias linhagens distintas de basidiomicetos que foram agrupados por apresentar algumas características marcantes em comum, como o desenvolvimento angiocárpico dos basidiomas e liberação passiva dos basidiosporos. Durante longo período, esses fungos foram acomodados na classe Gasteromycetes. Todavia, estudos bioquímicos e moleculares mostraram a polifilia do grupo e, atualmente, esta classe encontra-se destituída de valor taxonômico. Esses organismos influenciam a ecologia dos mais diversos ecossistemas, entretanto, são pouco estudados e o conhecimento de sua diversidade nos ecossistemas neotropicais permanece insuficiente, apesar dos estudos que vem sendo desenvolvidos nos últimos anos. A região semiárida brasileira possui muitas áreas com a sua micobiota praticamente inexplorada. O Estado do Ceará apresenta áreas de extrema importância biológica, e para este estudo foram escolhidas três Unidades de Conservação: Área de Proteção Ambiental da Serra da Ibiapaba, Parque Nacional de Ubajara e a Área de Proteção Ambiental de Baturité. Portanto, o objetivo deste trabalho foi inventariar os fungos gasteroides ocorrentes nestas três áreas localizadas na região semiárida do Ceará. As expedições, herborização e análise dos espécimes foram baseadas em metodologias tradicionais utilizadas para identificação de fungos gasteroides. Foram identificadas 16 espécies pertencentes a 5 famílias: Agaricaceae, Clathraceae, Geastraceae, Nidulariaceae e Phallaceae. Morganella nuda Alfredo & Baseia é reportada pela segunda vez para o mundo e Blumenavia angolensis (Welw. & Curr) Dring e Mutinus elegans (Mont.) E. Fisch. correspondem a primeiros registros para o Nordeste brasileiro. Com exceção de Abrachium floriforme (Baseia & Calonge) Baseia & T.S. Cabral e Geastrum lloydianum Rick, todas as demais espécies estudadas são consideradas novos registros para o Ceará, aumentando a lista de fungos gasteroides da região de 3 para 17 espécies. As espécies identificadas foram depositadas no acervo do Herbário da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Embora essas áreas tenham se mostrado propícias para o estudo de fungos gasteroides, ainda são necessários maiores esforços de coleta para ampliar o conhecimento desses fungos na região.
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Diversidade e caracterização das Annonaceae do Brasil.

Diversidade e caracterização das Annonaceae do Brasil.

comum do Brasil. Ocorre do Amazonas ao Paraná, no Cerrado e, nas matas, geralmente em ambientes arenosos, como capoeiras, campinas, igarapés e orla de matas ciliares (DIAS, 1988). Possui diver- sos nomes populares, entre os quais açoita-cavalo, bananinha, begerecum, cedro-do-campo, envireira, imbiriba, pimenta-de-macaco, pimenteira, pindaíba, pindaíba-de-macaco e pindaíba-do-campo (DIAS, 1988). É árvore facilmente reconhecida pela copa piramidal com ramos e folhas pendentes e lores, quando vistas de cima, lembrando uma estrela de seis pontas. Na Mata Atlântica, a espécie mais comum é Xylopia brasiliensis Mart., do interior da mata, e no- tável por seus ramos jovens com córtex descamante castanho-avermelhado. Ocorre do Rio de Janeiro e Minas Gerais a Santa Catarina (MAAS et al., 2013). Algumas espécies possuem distribuição bastante restrita, como Xylopia decorticans D.M.Johnson & Lobão da região serrana do Espírito Santo e Xylo- pia involucrata M.C.Dias e L.S.Kinosh. da zona de tabuleiros da Bahia (DIAS; KINOSHITA, 1998; LOBÃO; JOHNSON, 2007).
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

praticamente desconheceu o arado. Seu principal instrumento foi o enxadão pesado e resistente. Nas plantagens, a policultura era prática marginal, limitada à roça de subsistência. Apesar dos esforços empreendidos por importantes segmentos historiográficos, a vasta documentação conhecida comprova que, no contexto da produção escravista mercantil do Brasil, os produtores diretos escravizados não estabeleceram vínculos significativos de posse efetiva com a terra trabalhada. A produção autônoma de meios de subsistência, pelos próprios trabalhadores escravizados, nos domingos, em nesgas de terras, foi fenômeno extraordinário e assistemático no escravismo brasileiro.
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Potencial de produção de biodiesel com espécies oleaginosas nativas de Rondônia, Brasil.

Potencial de produção de biodiesel com espécies oleaginosas nativas de Rondônia, Brasil.

A produção de biodiesel prescindiu da análise do índice de acidez (ASTM 2001) nos óleos selecionados para a determinação da quantidade de catalisador hidróxido de sódio (NaOH, P.A, Exôdo) a ser utilizado na reação de transesterificação. Após a obtenção da massa de hidróxido de sódio, o biodiesel foi preparado em escala de bancada, de acordo com a metodologia proposta por Gonzalez et al. (2008). Para tal, utilizou-se cerca de 200 mL do óleo obtido anteriormente por extração com solvente, pressão atmosférica, temperatura de ebulição do álcool (65 ºC, pois foi utilizado o metanol (CH 3 OH, Merck)), razão molar álcool:óleo de 6:1 e 1% do catalisador hidróxido de sódio (mais a massa devido à neutralização da acidez do óleo). As espécies utilizadas para a produção foram Carapa guianensis, Orbignya phalerata, Attalea phalerata, Copaifera multijuga, Bertholletia excelsa e Astrocaryum tucuma.
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Contribuição à taxonomia de Marlierea (Myrciinae; Myrtaceae) no Brasil.

Contribuição à taxonomia de Marlierea (Myrciinae; Myrtaceae) no Brasil.

Marlierea Cambess. está representado por 62 espécies no Brasil, sendo 12 na Amazônia brasileira (Sobral et al. 2012), porém, Rosário (2012) atualizou este número para 14 espécies amazônicas. Apresenta distribuição exclusivamente Neotropical e está entre os menores, mais complexos e menos estudados gêneros de Myrtaceae (Rosário & Secco 2006). McVaugh (1968) relata que Marlierea reúne mais de 90 espécies, estando mais de 50% concentrados no sul do Brasil, 25% na região das Guianas e o restante nas Antilhas ou em outra parte da América do Sul tropical.
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