Top PDF Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil: I. Grupos químicos girofórico e lecanórico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil: I. Grupos químicos girofórico e lecanórico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil: I. Grupos químicos girofórico e lecanórico.

Talo lobado a sublobado, cinza esverdeado a pardo quando em herbário, até 11,0 cm diam., subcoriáceo, corti- cícola. Lobos de ramifi cação irregular, (2,0–) 3,0−14,0 mm, contíguos a sobrepostos lateralmente, pouco amontoados no centro, adnatos a pouco elevados, às vezes involutos ou revolutos quando sorediados, adpressos a pouco adpressos, os ápices subarredondados, de subplanos à subcôncavos, as margens lisas a subcrenadas, levemente onduladas a mais sinuosas quando sorediadas, inteiras ou em parte pouco incisas, sublacinuladas. Superfície lisa e contínua nas partes distais tornando-se irregularmente quebrada e um pouco en- rugada nas partes velhas. Lacínulas curtas, planas, truncadas, 0,2–1,1 (−1,8) x 0,2–0,9 (−1,1) mm, simples, de superfície contínua nas partes distais tornando-se irregularmente quebrada nas partes velhas, lisa, pouco enrugada nas partes velhas, espalhadas por quase toda a margem porém mais freqüentes no centro do talo do que nos lobos mais jovens, lado de baixo geralmente creme. Máculas ausentes. Cílios negros, simples, 0,1−2,5 (−3,0) x ca. 0,05 mm, de poucos a freqüentes, distribuídos por toda a margem. Sorais subcapi- tados nos ápices das lacínulas marginais e às vezes capitados em áreas submarginais, menos freqüentemente lineares interrompidos surgindo em lobos jovens pouco sinuosos, parcialmente coalescentes e aglutinados de aspecto irregular, sorédios farinhosos, às vezes enegrecidos. Pústulas e isídios ausentes. Medula com camadas de cores diferentes, branca na parte superior, salmão, ocre e amarelada na parte inferior. Lado de baixo negro, lustroso, liso a rugoso, em parte venado ou pouco papilado. Margem marrom, tornando-se creme ou variegada quando em lobos lacinulados e sorediados, lustrosa, 2,0-8,0 mm, nua, atenuada quando marrom a nítida quando creme, lisa a pouco rugosa, às vezes venada ou em parte pouco papilada na área de transição para o centro. Rizinas concoloridas, na maioria simples, em parte furcadas ou irregulares, 0,20−2,10 x 0,05−0,10 (−0,15) mm, poucas a freqüentes, raramente abundantes em alguns pontos, em parte aglutinadas, agrupadas. Apotécios ausentes. Picnídios submarginais, às vezes escassos, de ostíolo negro, conídios baciliformes a curto fi liformes, 6,0−10,0 x ca. 1,0 µm.
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com máculas reticulares do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com máculas reticulares do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil.

elevados, pouco adpressos, ápices subarredondados a subtruncados, irregulares, subplanos a raro côncavos, margens crenadas a irregulares, pouco ascendentes, subonduladas, incisas, sublacinuladas, superfície reticulado-rimosa, lisa; lacínulas muito curtas, marginais por todo o talo, poucas a freqüentes, em geral intercaladas com os isídios ou com isídios surgindo a partir dos ápices, planas, 0,2-0,8 × 0,2-0,6 mm, simples ou furcadas, truncadas, agudas quando com isídios, lado de baixo concolorido à margem inferior do talo; máculas distintas, reticulares, laminais, originando quebras desde próximo às margens; cílios negros, simples, 0,1-0,8(-1,2) × ca. 0,05 mm, freqüentes tornando-se abundantes em alguns pontos, distribuídos por toda a margem. Sorais e pústulas ausentes. Isídios granulares a cilíndricos lisos, 0,05-0,5(-0,85) × 0,05-0,10(-0,20) mm, simples tornando-se ramificados a coralóides, eretos, tortuosos, firmes, concoloridos ou de ápices marrons, parte não ornamentados, parte com ápices e/ou lados ciliados, marginais tornando-se submarginais e surgindo também nos ápices de dobras do talo. Medula branca, sem pigmentações. Lado de baixo negro, lustroso, com áreas lisas, papiladas, com trechos livres de rizinas; margem marrom, lustrosa, 1,0–3,0 mm larg., seminua a rizinada quase até as bordas, atenuada, lisa, papilada; rizinas concoloridas ou negras, simples a irregulares, às vezes esquarrosas, 0,2−1,5(−2,3) × ca. 0,05(−0,10) mm, poucas a freqüentes, às vezes abundantes próximas às margens, agrupadas a mais homogeneamente distribuídas em alguns trechos. Apotécios não encontrados. Picnídios escassos, submarginais, muitas vezes ocultos pelos isídios, ostíolo negro; conídios não encontrados. Testes de coloração e substâncias de importância taxonômica: córtex superior K+ amarelo, UV− (atranorina); medula K+ amarelo vermelho, P+ amarelo, UV− (ácidos salazínico e consalazínico). Distribuição conhecida: África e Américas. Brasil: SP, SC e RS (Dodge 1959, Swinscow & Krog 1988, Marcelli 1990, Osorio 1992, Fleig 1997, Brodo et al. 2001, Benatti 2005, Feuerer 2005).
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do estado de São Paulo III: Grupos químicos equinocárpico e stíctico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do estado de São Paulo III: Grupos químicos equinocárpico e stíctico.

pouco adnatos nas partes distais tornando-se mais elevados em direção ao centro às vezes formando dobras pregueadas e subcanaliculadas, adpressos a parcialmente soltos, de ápices arredondados a subarredondados, de subplanos quando mais largos à subcôncavos ou côncavos quando mais estreitos (< 8,0 mm larg.), parcialmente elevados, revolutos ou in- volutos quando sorediados, as margens lisas próximas aos ápices tornando-se subcrenadas ou crenadas, subonduladas, tornando-se mais sinuosas e às vezes involutas ou revolutas quando mais sorediadas, de planas a ascendentes, inteiras a incisas, às vezes revolutas, curto lacinuladas. Superfície contínua nas partes distais a irregularmente quebrada no centro, as quebras mais acentuadas e quase reticulares em partes mais velhas, lisa a pouco rugosa tornando-se muito rugosa no centro de alguns talos. Lacínulas marginais re- gulares, curtas, planas, truncadas, 0,3−2,6 x 0,2–2,1 mm, simples ou às vezes furcadas ou irregulares, de lado de baixo concolorido à margem inferior, creme, branco ou negro, às vezes misturadas a lóbulos adventícios jovens arredonda- dos. Máculas ausentes ou às vezes escassas e muito fracas, lineares, laminais, surgindo pela perda de algas em quebras. Cílios normalmente ausentes, às vezes raros e restritos às axilas dos lobos ou bem esparsos pela margem, tipicamente em áreas danifi cadas regeneradas, 0,2–0,7 (−1,5) x ca. 0,05 mm, negros, simples ou ainda mais raro furcados. Sorais capitados a labriformes dispostos nos ápices das lacínulas a lineares interrompidos marginais, tornando-se eventualmen- te mais coalescentes e irregulares em partes centrais do talo encobrindo parcialmente as lacínulas e aparentando serem lineares contínuos fi cando ocasionalmente mais soerguidos (arbusculares?), também ocasionalmente surgindo subcapi- tados submarginais. Sorédios de farinhosos a subgranulares ou granulares, às vezes grosseiros ou escurecidos. Pústulas e isídios ausentes. Medula branca
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo: II. Grupos químicos norstíctico e salazínico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo: II. Grupos químicos norstíctico e salazínico.

Talo sublaciniado a quase laciniado, acinzentado claro, até 16,0 cm diâm., coriáceo, saxícola. Lobos de ramifi ca- ção irregular às vezes subdicotômica, 1,0–3,0 (−5,5) mm, imbricados nas partes jovens logo se tornando amontoados, de adnatos a pouco elevados, pouco adpressos, os ápices subtruncados a truncados, de quase planos a subcôncavos, as margens crenadas a irregularmente dissecadas, pouco as- cendentes, subonduladas, lacinuladas. Superfície contínua a irregularmente quebrada, lisa a parcialmente rugosa. Lacínu- las do tipo adventícias, regulares e abundantes nas margens e ápices dos lobos, curtas e planas, 0,2–3,2 x 0,2–1,0 mm, em geral simples a mais raramente furcadas ou irregulares, de truncadas a agudas, freqüentemente misturadas a peque- nos lóbulos jovens irregulares, lado de baixo concolorido à margem inferior. Máculas distintas nas partes jovens, porém fracas no centro, de puntiformes a lineares laminais ou reticu- lares subapicais, às vezes originando quebras. Cílios negros, simples, 0,2–1,6 x ca. 0,05 mm, freqüentes por toda a mar- gem. Sorais capitados ou irregulares às vezes coalescentes, originados de pústulas efêmeras, com freqüência expondo o córtex inferior (ver adiante). Sorédios de subgranulares a gra- nulares, às vezes grosseiros. Pústulas efêmeras, comumente decompondo-se em sorédios, de submarginais a subapicais nos lobos ou subapicais das lacínulas não alcançando as extremidades, freqüentes também sobre as dobras da lâmina, capitadas a irregulares. Isídios ausentes. Medula branca, sem pigmentações, às vezes manchada pela hidrólise e oxidação do ácido salazínico. Lado de baixo negro, lustroso, liso, pouco papilado. Margem inferior marrom, lustrosa, 1,0–3,0 mm larg., nua a parcialmente rizinada, atenuada, lisa, pouco papilada. Rizinas negras mesmo na margem, de simples a furcadas ou às vezes irregulares, freqüentemente agluti- nadas, 0,20−1,40 (−3,60) x 0,05−0,10 mm, de freqüentes a abundantes em algumas partes, homogêneas. Apotécios não encontrados. Picnídios submarginais comuns, às vezes também nas lacínulas, de ostíolo negro. Conídios fi liformes curtos, 6,5−11,0 x 1,0 µm.
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com ácidos graxos ou atranorina medulares do litoral centro-sul do Estado de São Paulo.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com ácidos graxos ou atranorina medulares do litoral centro-sul do Estado de São Paulo.

escassas a freqüentes, agrupadas, mais comuns próximas das margens e mais esparsas no centro. Apotécios côncavos a quase planos, 0,3-5,4 mm diâm., laminais, subpedicelados, margem lisa, tornando-se sorediada quando mais velhos, anfitécio e pedicelo lisos a pouco rugosos quando mais velhos; disco marrom, não pruinoso, imperfurado; ascósporos elipsóides ou raramente subglobosos (11,0-)16,0-22,5 × 7,5- 11,5 µm, epispório 1,0-1,5(-2,0) µm. Picnídios escassos, submarginais, de ostíolos negros; conídios sublageniformes a lecitiformes, 4,0-8,0 × ca. 1,0 µm. Testes de coloração e substâncias de importância taxonômica: córtex superior K+ amarelo, UV- (atranorina); medula K-, C-, KC-, P-, UV- (ácidos caperático, protoliquesterínico, praesorediósico, e um outro ácido graxo não identificado situado entre os ácidos praesorediósico e protoliquesterínico na placa cromatográfica, talvez ácido protopraesorediósico). Distribuição: Pantropical. Oceania, Ásia, África, América do Norte, América Central, Caribe e América do Sul. Brasil: BA, MG, MS, PR, RJ, RS, SC e SP (Elix 1994, Hale 1965, Louwhoff & Elix 1999, Krog & Swinscow 1981, Swinscow & Krog 1988, Osorio 1992, Lynge 1914, como o sinônimo Parmelia capitata, Fleig & Riquelme 1991, Fleig 1997, Marcelli 1991, Benatti 2005, Divakar & Upreti 2005, Donha 2005, Feuerer 2005, Jungbluth 2006). Material estudado: BRASiL. S ão P aulo : iguape,
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Caracterização da fertilidade do solo da composição mineral de espécies arbóreas de restinga do litoral paulista

Caracterização da fertilidade do solo da composição mineral de espécies arbóreas de restinga do litoral paulista

Silveira (1964), modificado por Cruz et al. (1985), subdividiu a costa brasileira em cinco setores: norte, nordeste, leste, sudeste e sul. Ao norte, na foz do rio Amazonas, o material despejado e a expansão de energia (marés, correntes, ondas, ventos) produzem, por sua magnitude, uma infinidade de processos oceanográficos interdependentes e complexos que exercem uma forte influência sobre a distribuição dos recursos vivos da região. Os Golfões Marajoara e Maranhense representam complexos estuarinos bastante dinâmicos. Ao largo da região Nordeste, a ausência de grandes rios e a predominância das águas quentes da Corrente Sul Equatorial determinam um ambiente propício para a formação de recifes de corais (que se distribuem por cerca de 3.000 km). No Sudeste-Sul, a presença da Água Central do Atlântico Sul sobre a plataforma continental e a sua ressurgência eventual ao longo da costa contribui para o aumento da produtividade; mais ao sul, o deslocamento, na direção norte, nos meses de inverno, da Convergência Subtropical, formada pelo encontro das águas da Corrente do Brasil com a Corrente das Malvinas, confere à região características climáticas mais próximas às temperadas, influenciando profundamente na composição da fauna e flora locais (FUNDAÇÃO BIO RIO, 1999).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

I - expandir o atendimento e melhorar a qualidade da educação brasileira; II - desenvolver e reestruturar o ensino médio, de forma a combinar formação geral, científica e cultural com a formação profissional dos educandos; III - propiciar a articulação entre a escola e os arranjos produtivos locais e regionais; IV - fomentar a expansão da oferta de matrículas no ensino médio integrado à educação profissional, pela rede pública de educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, inclusive na modalidade a distância; V - contribuir para a construção de novo modelo para o ensino médio fundado na articulação entre formação geral e educação profissional; VI - incentivar o retorno de jovens e adultos ao sistema escolar e proporcionar a elevação da escolaridade, a construção de novos itinerários formativos e a melhoria da qualidade do ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos; VII - fomentar a articulação entre a educação formal e a educação no ambiente de trabalho nas atividades de estágio e aprendizagem, na forma da legislação; e VIII - fomentar a oferta ordenada de cursos técnicos de nível médio (BRASIL, 2007b).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

This paper analyzes the performance of the Coordenadoria Regional de Educação de Gravataí (28ª CRE), Rio Grande do Sul, from the perspective of school principals in the years 2007 to 2010, when Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) has adopted management of basic education with emphasis on educational indicators. Also aim of this work is the proposal of an Educational Action Plan that encourages the incorporation of indicators for management education in Gravataí. The author's interest in this case results of multiple experiences accumulated over the years as a teacher in high school, in the continuing education of teachers at CRE and educational management at SEDUC. The strategy emphasizes the assumptions and qualitative sources such as the semi-structured interviews with directors, observing schools and official publications of the Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul. Searched the theoretical support in the fields of Sociology of Education and Management Educational Systems. During the study, we found an unsatisfactory dissemination and appropriation of the results of educational indicators in schools by an ineffective performance of their CRE. As a result, it is proposed an Educational Action Plan for dialogue between the actors that make the state public education in Gravataí to advance in a setting that combines multiple difficulties and some success.
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OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

A Coordenadoria Regional de Ensino de Tefé (CRET) possui em sua estruturação: (a) a Coordenação Adjunta Administrativa, que lida diretamente com questões de âmbito administrativo, como intermediação da contratação de pessoal, solicitação de materiais, pagamentos, aluguéis, acompanhamento da execução de recursos e da gestão escolar; (b) a Coordenação Adjunta Pedagógica e Assessoria Pedagógica, que tratam exclusivamente das questões do cunho pedagógico, além do Setor de Pessoal, onde são trabalhadas as questões de recursos humanos; (c) Coordenação de Educação Física, que desempenha atividades específicas com os profissionais da área; (d) Coordenação de Atendimento Educacional Especializado, que trata exclusivamente do acompanhamento dos alunos com deficiência, além de assessorar os professores que trabalham com os mesmos; (e) Coordenação de Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), que estabelece acompanhamento e presta assessoria aos professores do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental I ou primeiro ciclo.
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AS AÇÕES DO AGROHIDRONEGÓCIO, O PAPEL DO ESTADO E AS FORMAS DE CONTROLE DO TRABALHO NO MATO GROSSO DO SUL

AS AÇÕES DO AGROHIDRONEGÓCIO, O PAPEL DO ESTADO E AS FORMAS DE CONTROLE DO TRABALHO NO MATO GROSSO DO SUL

Na verdade, são vinculados à lógica do capital áreas específicas de um território que demonstra em seu seio o interesse de diferentes frações do agrohidronegócio os quais ligam-se diretamente ao uso e exploração da terra e aponta para um cenário marcadamente desigual ordenado por relações de poder; não sendo possível neste caso desvincular as ações realizadas pelas frações da burguesia, pois esta articula-se concomitantemente em torno de objetivos específicos ligados, por exemplo, ao campo mas ao mesmo tempo estende sua Geopolítica aos setores urbanos e institucionais, bem como aos aparelhos midiáticos, entes do poder político, aparelhos de Estado etc. de tal forma que não podemos omitir a intrínseca rede na qual se articula o projeto do capital.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A Constituição Federal, em seu artigo 6º, estabelece a educação como um direito social, e, em seu artigo 205, a educação é colocada como dever do Estado e da Família. A partir de 2011, foi realizado em Pernambuco um ciclo de seminários denominados “Todos por Pernambuco”. Esses seminários possibilitaram o levantamento de informações quantitativas e qualitativas sobre o impacto das políticas públicas no Estado. A partir de então, com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino, o Governo priorizou a recuperação da infraestrutura das unidades escolares, como laboratórios de informática e ciências e bibliotecas, para poder garantir padrões mínimos da qualidade de ensino, como determina a Lei 9.394/96 (LDB) em seu Artigo 4º, inciso IX. O Seminário Todos por Pernambuco atribuiu diversas demandas e sugestões para melhorar a qualidade da educação, dentre as quais: estimular aprendizagem para os alunos; permitir melhores condições de trabalho para os profissionais da educação; ampliar o acesso à escola e a valorização da cultura.
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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Diante de tantos exemplos, é impossível não perceber que a vinculação entre reforma agrária em grandes propriedades e desapropriações indenizáveis são procedimentos que não se completam. Um processo de reforma agrária que vise não só promover o assentamento de numerosos contingentes de agri- cultores familiares, bem como dotar estes projetos de assentamento de infra- estrutura e crédito, exige uma política de expropriação da grande proprieda- de, como forma de impedir que recursos sejam destinados a indenizações que só fortalecem o detentor da terra e do capital em detrimento daqueles que estão sem-terra, ou mesmo dos que possuem pequenas ou médias quantida- des de terra mas encontram-se descapitalizados. Na verdade, qualquer políti- ca fundiária que não interfira, de forma drástica, no acesso à renda da terra — seja em benefício direto do campesinato assentado, seja pelo controle a ser exercido sobre a renda fundiária a partir do Estado e não mais pelo empresá- rio latifundiário — não pode ser considerada como uma reforma agrária, na medida em que não altera a correlação de forças entre os setores envolvidos na questão: o campesinato, o latifundiário e o Estado. 25
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

De acordo com a concepção de quem escreve os boletins, o motivo pelos quais se avalia um sistema fundamentam-se na proposta de que os dados oriundos dos testes respondidos pelos estudantes formam um painel que ilustra o que está sendo ensinado e o que os estudantes estão aprendendo (CAEd, 2015, p.12). Com relação a essa concepção, discordamos em parte, já que não há como saber por meio dos resultados o que está sendo ensinado, e sim o que está sendo aprendido. A dimensão que envolve a elaboração de um item se relaciona à aprendizagem dos estudantes, e não ao que e como o professor ensina. Ainda na mesma página, há uma afirmativa, no nosso entendimento, um tanto quanto equivocada, segundo a qual “as unidades escolares têm possibilidades de observar se o currículo contempla as habilidades consideradas mínimas para que os estudantes prossigam em seu processo de escolarização”. Defendemos que neste caso a relação deveria ser inversa: de fato, vemos que seria importante que as instituições escolares avaliadas verificassem se o que está sendo avaliado condiz com o currículo e a forma como os profissionais da educação pensam a Educação Matemática em seu estado. Neste caso, é preciso verificar se a matriz está alinhada ao currículo, pois a função do teste, que é elaborado a partir da matriz, é apontar o que os alunos estão
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RAIF MARLICE SILVA DE LIMA POLÍTICA DE RESULTADO E BONIFICAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM TRÊS ESCOLAS DA COORDENADORIA DISTRITAL 3 DO ESTADO DO AMAZONAS

RAIF MARLICE SILVA DE LIMA POLÍTICA DE RESULTADO E BONIFICAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM TRÊS ESCOLAS DA COORDENADORIA DISTRITAL 3 DO ESTADO DO AMAZONAS

A presente dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão estudado discute as ações gestoras de três escolas da rede estadual de ensino pertencentes à Coordenadoria Distrital Educacional 3 que embora possuam semelhanças quanto à estrutura fisica do prédio, número de profissionais que atuam e projetos que desenvolve, apresentam diferentes resultados nas avaliações externas, inclusive não atingindo as metas estipuladas pela Secretaia Estadual de Educação do Amazonas. Os objetivos definidos para este estudo foram analisar as práticas de gestão desenvolvidas por estas escolas frente aos resultados obtidos no Sistema de Avaliação do Desempenho Educacional do Amazonas (SADEAM) no período 2009-2014. Para tanto, utilizamos como metodologia a abordagem qualitativa com a aplicação de entrevistas com três gestoras e com a supervisora escolar, configurando estas ações como instrumentos de pesquisa adotados para obtenção de resposta plausíveis quanto à arguições acerca do tema da dissertação intitulada Política de Resultado e Bonificação: um estudo de caso em três escolas da Coordenadoria Distrital 3 do Estado do Amazonas. Como base para as evidências da pesquisa na busca de elementos textuais que fundamentem o trabalho foram utilizados importantes teóricos que abordam o tema em questão, destacando Brooke (2006), Neubauer e Silveira (2009), Bonamino (2012), Ravich (2013), dentre outros. Diante do estudo conclui-se que os resultados alcançados no SADEAM pelas escolas, influenciam nas práticas de gestão adotadas pelos gestores na tentativa de elevar os índices e conseguir a bonificação escolar. Frente a isso o Plano de Ação Educacional apresentado propõe a implantação de um projeto desenvolvido no Estado do Ceará, intitulado Escola Nota 10, que induz relações de cooperação técnico-pedagógicas por meio da transferência de conhecimentos e experiências entre escolas com melhores e piores resultados.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado do Rio de Janeiro (IDERJ) é produto de dois indicadores: Indicador de Desempenho (ID) e Indicador de Fluxo (IF). Muito similar ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), de interesse nacional, o IDERJ traduz duas realidades, fluxo e desempenho, em um número de 0 a 10. Anualmente, alunos concluintes do Ensino Fundamental e Ensino Médio, são submetidos ao Sistema de Avaliação do Estado do Rio de Janeiro (SAERJ), uma avaliação de proficiência em Língua Portuguesa e Matemática. Os resultados desta avaliação dão origem a Indicadores de Desempenho (ID) para as escolas. O Indicador de Fluxo (IF) é calculado através das taxas de aprovação divulgadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Assim, o estado do Rio de Janeiro, estabeleceu um índice educacional próprio com vistas a subsidiar ações pedagógicas e acompanhar a evolução da qualidade da educação da rede de ensino estadual do Rio de Janeiro (SEEDUC, 2014).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

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, num exercício de repensar, a cada momento, o currículo que se materializa nas escolas. O necessário aprofundamento do diálogo da teoria com a prática, a pouca presença de protagonismo do professor na condução de seu próprio desenvolvimento profissional e o desenho, mais voltado para a prescrição do que para a reflexão, formam uma importante triangulação para revisão desta formação. Não obstante, evidenciou-se que a atual proposta do PIP tem caráter prescritivo e instrucional, reservando um espaço excessivamente limitado para a ação reflexiva e dialógica dos professores com o Programa e entre si. Dessa forma, esse trabalho serviu de subsídio à propositura de um Plano de Intervenção Educacional em forma de projeto piloto de formação continuada de professores a ser implementado em uma escola da jurisdição da Superintendência Regional de Ensino de Juiz de Fora, para o aprimoramento da formação continuada oferecida pelo PIP/ATC. Este projeto terá dois formatos, em dois momentos. No primeiro, o projeto terá como propósito estimular na escola a constituição de grupos de desenvolvimento profissional para estudo, debate, análise e elaboração de propostas de práticas pedagógicas em que o protagonismo e a autonomia do professor sejam evidenciados, valorizados e compartilhados entre seus pares. Em seu segundo momento, ancorado nas possibilidades da utilização das TICs, terá como objetivo instrumentalizar o professor no conhecimento da legislação educacional do estado de Minas Gerais e da proposta curricular da Secretaria de Estado de Educação.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS – GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS – GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O Prêmio de Incentivo ao Cumprimento de Metas para os Profissionais da Educação foi implementado pelo Governo do Estado do Amazonas com a publicação do Decreto 28.164/2008, tendo como finalidade beneficiar os trabalhadores da educação da Rede Pública Estadual de Ensino. De acordo com o Capítulo I, Art. 2º deste decreto, a premiação visa o incentivo e o reconhecimento aos educadores da Rede Pública Estadual de Ensino. A premiação é oferecida aos trabalhadores da educação, e envolve os profissionais da educação lotados nas escolas premiadas, entre eles, os professores que ministram aulas nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), nos anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e Ensino Médio. O texto oficial do decreto traz a política de bonificação por resultado como uma política de estímulo, assim, faz parte das políticas meritocráticas recentes que estão sendo implementadas no Brasil. O item 7.36 do Plano Nacional de Educação - PNE, prevê como estratégia que sejam estabelecidas políticas de estímulo às escolas que melhorarem o desempenho no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), de modo a valorizar o mérito do corpo docente, da direção e da comunidade escolar.
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A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

Esta dissertação, desebvolvida no âmbito do Programa de Pós-graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da Universidade Federal de Juiz de Fora, teve como objetivo identificar e analisar as demandas de formação dos gestores de escola na SEEDUC/RJ, de modo a contribuir com a proposição de ações que possam suprir os gaps existentes. Para tanto, foi necessário analisar a política de formação e desenvolvimento de pessoas da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, executada a partir de 2010, sob a perspectiva das ações empreendidas para os diretores escolares, levando em consideração, também, a percepção desses gestores, acerca dessa política. A pesquisa teve como recorte de análise três dos cursos ofertados para gestores escolares entre os anos de 2011 a 2013; são eles: Curso de Formação do Processo Seletivo Interno (PSI), MBA em Gestão Empreendedora em Educação e o Fórum de Gestão e Liderança Escolar. Os dados foram coletados por meio de pesquisa documental e bibliográfica, observação participante e pesquisa de campo com aplicação de questionário. O questionário foi aplicado nos diretores escolares da Regional Metropolitana II. Na análise, foram investigados os seguintes elementos: perfil de formação do gestor, análise dos três cursos e sugestões de formatos e assuntos para a elaboração de novas propostas de formação. Esse estudo foi desenvolvido, a partir da contribuição de autores como: Fleury (2001), Freitas (2009), Lück (2000, 2009, 2010), Pacheco at al. (2009), Mintzberg (2010), Machado (2010, 2012), Kuenzer (2013), Polon (2013), dentre outros. A pesquisa mostrou os pontos relevantes e os limites dos três cursos analisados, revelando lacunas que necessitam ser trabalhadas. O diagnóstico realizado foi fundamental para a elaboração de um Plano de Ação Educacional direcionado ao enriquecimento da política de formação e desenvolvimento para gestores escolares, implementada no estado.
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Edson Araújo   Solos do Acre   Potencialidades, Restrições e Recuperação de Solos e Ambientes Degradados

Edson Araújo Solos do Acre Potencialidades, Restrições e Recuperação de Solos e Ambientes Degradados

Potencialidades, Restrições e Recuperação de Solos e Ambientes Degradados.. Edson Alves de Araújo.[r]

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Correção da Acidez e Melhoria do Ambiente Radicular em Solos Tropicais

Correção da Acidez e Melhoria do Ambiente Radicular em Solos Tropicais

Correção da acidez do solo com incorporação do calcário antes da adoção do sistema plantio direto. Neutralização de níveis tóxicos[r]

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