Top PDF Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo: II. Grupos químicos norstíctico e salazínico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo: II. Grupos químicos norstíctico e salazínico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo: II. Grupos químicos norstíctico e salazínico.

Talo lobado a sublobado, cinza esverdeado, cinza pardo quando em herbário, até 10,5 cm diâm., subcoriáceo, saxí- cola. Lobos de ramifi cação irregular, 3,5−12,0 mm larg., de contíguos a pouco imbricados, pouco elevados e pouco adpressos, os ápices arredondados a subarredondados, de subcôncavos às vezes côncavos, as margens crenadas, de subplanas a subonduladas, de subascendentes a ascenden- tes e involutas, de inteiras a parcialmente sublacinuladas. Superfície contínua, com quebras acentuando gradualmente nas partes velhas, de lisa a pouco rugosa. Lacínulas irre- gulares e adventícias quase inexistentes, apenas poucos lóbulos jovens aparecendo em partes velhas, simples, subarredondados, de subplanos a subcôncavos, 0,4−2,0 x 0,3−2,0 mm, lado de baixo concolorido à margem in- ferior. Máculas fracas a distintas, puntiformes, às vezes agregando-se parecendo lineares, laminais. Cílios 0,1−0,8 mm comp., de simples a ocasionalmente ramifi cados na base ou cespitosos, abundantes por toda a margem mesmo nos ápices dos lobos, ainda mais comuns em crenas. So- rais lineares, de submarginais a marginais interrompidos em lobos mais sinuosos, às vezes surgindo subcapitados submarginais em dobras do talo ou nos ápices das poucas lacínulas, aparentando ser originários de pequenas pústulas, em parte tornando-se coalescentes e aglutinados. Sorédios originados de sorais capitados de aspecto pustular, de sub- granulares a granulares. Pústulas (?) efêmeras, formadas a partir de pequenas verrucosidades nas áreas marginais e submarginais dos lobos, que logo se dissolvem em sorais. Isídios ausentes. Medula branca, sem pigmentações, às vezes manchada pela oxidação do ácido salazínico. Lado de baixo negro, lustroso, de liso a pouco venado ou pouco rugoso. Margem de marrom escura a avermelhada, lustrosa, 0,5–3,0 mm larg., atenuada, lisa, pouco papilada na área de transição para o centro, nua. Rizinas negras, de simples a irregulares, 0,20−2,30 x ca. 0,05 (−0,10) mm, abundan- tes, homogêneas. Apotécios não encontrados. Picnídios submarginais, de ostíolo negro. Conídios não encontrados.
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral Centro-Sul do Estado de São Paulo IV.: grupo químico protocetrárico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral Centro-Sul do Estado de São Paulo IV.: grupo químico protocetrárico.

surgindo sobre partes da lâmina, parcialmente com substância K+ púrpura. Sorais labriformes a subcapitados ou lineares interrompidos, em parte coalescentes e um pouco irregulares, marginais estreitos tornando-se pouco alargados em alguns lobos mais velhos, muito raramente surgindo subcapitados submarginais, sorédios farinhosos a subgranulares. Pústulas e isídios ausentes. Medula branca, sem pigmentações. Lado de baixo negro, lustroso, com áreas lisas a pouco rugosas ou pouco venadas, pouco papiladas. Margem marrom a marrom clara, tornando-se creme, branca ou variegada quando em lobos sorediados, lustrosa, (1,0-) 2,0-6,0 (- 9,0) mm larg., atenuada quando marrom a nítida quando creme ou branca, lisa a pouco rugosa ou pouco venada, nua. Rizinas concoloridas, às vezes marrons na área de transição da margem para o centro, raramente com ápices brancos, simples, 0,30-1,40 (-2,30) × 0,05-0,15 (-0,20) mm, poucas a frequentes, às vezes aglutinadas, agrupadas. Apotécios não encontrados. Picnídios não encontrados.
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com máculas reticulares do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com máculas reticulares do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil.

elevados, pouco adpressos, ápices subarredondados a subtruncados, irregulares, subplanos a raro côncavos, margens crenadas a irregulares, pouco ascendentes, subonduladas, incisas, sublacinuladas, superfície reticulado-rimosa, lisa; lacínulas muito curtas, marginais por todo o talo, poucas a freqüentes, em geral intercaladas com os isídios ou com isídios surgindo a partir dos ápices, planas, 0,2-0,8 × 0,2-0,6 mm, simples ou furcadas, truncadas, agudas quando com isídios, lado de baixo concolorido à margem inferior do talo; máculas distintas, reticulares, laminais, originando quebras desde próximo às margens; cílios negros, simples, 0,1-0,8(-1,2) × ca. 0,05 mm, freqüentes tornando-se abundantes em alguns pontos, distribuídos por toda a margem. Sorais e pústulas ausentes. Isídios granulares a cilíndricos lisos, 0,05-0,5(-0,85) × 0,05-0,10(-0,20) mm, simples tornando-se ramificados a coralóides, eretos, tortuosos, firmes, concoloridos ou de ápices marrons, parte não ornamentados, parte com ápices e/ou lados ciliados, marginais tornando-se submarginais e surgindo também nos ápices de dobras do talo. Medula branca, sem pigmentações. Lado de baixo negro, lustroso, com áreas lisas, papiladas, com trechos livres de rizinas; margem marrom, lustrosa, 1,0–3,0 mm larg., seminua a rizinada quase até as bordas, atenuada, lisa, papilada; rizinas concoloridas ou negras, simples a irregulares, às vezes esquarrosas, 0,2−1,5(−2,3) × ca. 0,05(−0,10) mm, poucas a freqüentes, às vezes abundantes próximas às margens, agrupadas a mais homogeneamente distribuídas em alguns trechos. Apotécios não encontrados. Picnídios escassos, submarginais, muitas vezes ocultos pelos isídios, ostíolo negro; conídios não encontrados. Testes de coloração e substâncias de importância taxonômica: córtex superior K+ amarelo, UV− (atranorina); medula K+ amarelo vermelho, P+ amarelo, UV− (ácidos salazínico e consalazínico). Distribuição conhecida: África e Américas. Brasil: SP, SC e RS (Dodge 1959, Swinscow & Krog 1988, Marcelli 1990, Osorio 1992, Fleig 1997, Brodo et al. 2001, Benatti 2005, Feuerer 2005).
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo V: grupo químico alectorônico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo V: grupo químico alectorônico.

a pouco incisas, pouco sublacinuladas. Superfície contínua a irregularmente quebrada, lisa a pouco rugosa. Lacínulas ausentes a escassas e irregularmente distribuídas pelas margens dos lobos, ocasionalmente um pouco mais frequentes no centro, às vezes misturadas à lóbulos jovens irregulares adventícios, curtas às vezes um pouco alongadas, planas a subcanaliculadas, 0,3- 1,2 (-3,8) × 0,2-0,8 (-1,4) mm, simples ou irregulares, agudas ou truncadas, lado de baixo concolorido à margem inferior ou creme quando em lobos com apotécios. Máculas puntiformes a lineares, fracas a distintas quando laminais, sempre distintas nos anitécios e pedicelos. Cílios negros, simples ou furcados, 0,20- 4,10 (-6,30) × ca. 0,05 (-0,10) mm, abundantes por toda a margem, porém escassos nos ápices de lobos jovens. Sorais, pústulas e isídios ausentes. Medula branca, com manchas aleatórias de pigmento K+ vermelho escuro ausentes ou presentes, em lobos com apotécios logo abaixo do himênio ou espalhadas na porção inferior. Lado de baixo negro, lustroso, com áreas lisas a pouco rugosas ou às vezes pouco venadas, pouco papiladas. Margem inferior marrom, tornando-se creme em lobos com apotécios, às vezes variegada, opaca a lustrosa, 1,0-4,0 (-7,0) mm larg., atenuada quando marrom a nítida quando creme, lisa a pouco rugosas ou pouco venada, nua. Rizinas concoloridas, simples às vezes furcadas ou irregulares, 0,10-3,10 × 0,05-0,10 mm, frequentes, variando para escassas ou abundantes em alguns trechos, homogeneamente distribuídas. Apotécios côncavos a cupuliformes, fendendo e se tornando retorcidos, involutos ou abrindo conforme envelhecem,
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com rizinas dimórficas do litoral centro-sul do estado de São Paulo.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com rizinas dimórficas do litoral centro-sul do estado de São Paulo.

Talo sublobado, verde-acinzentado a pardo- esverdeado em herbário, de até 19,0 cm diâm., subcoriáceo, corticícola; lobos de ramificação irregular, (1,0-)2,0-6,5(-7,5) mm larg., de contíguos a pouco sobrepostos lateralmente ou raramente amontoados no centro, de adnatos a pouco adnatos, pouco adpressos, os ápices subarredondados a subtruncados, planos a subplanos, raramente involutos, as margens crenadas a crenuladas, incisas, de superfície contínua e lisa; lacínulas ausentes, às vezes alguns lóbulos jovens irregulares surgindo em partes velhas do centro, planos, curtos, 0,3-1,8(-3,6) × 0,2-1,4 mm, simples ou irregulares, subarredondados ou truncados, ciliados, de lado de baixo concolorido à margem inferior do talo; máculas laminais fracas a distintas, mais distintas quando nos anfitécios, puntiformes, não originando quebras; cílios negros, de simples a furcados, dicotômicos ou cespitosos, 0,1-1,6 × 0,05-0,15 mm, abundantes, distribuídos por toda a margem, surgindo principalmente nas axilas de crenas e crênulas. Sorais, pústulas e isídios ausentes. Medula
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com ácidos graxos ou atranorina medulares do litoral centro-sul do Estado de São Paulo.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com ácidos graxos ou atranorina medulares do litoral centro-sul do Estado de São Paulo.

Talo lobado a sublobado, verde acinzentado a pardo quando em herbário, de até 7,0 cm diâm., submembranáceo, ramulícola; lobos de ramificação irregular, 2,0-7,0 mm larg., de contíguos a pouco sobrepostos lateralmente, às vezes amontoados no centro, elevados, de pouco adpressos a soltos, os ápices subarredondados, de subplanos a subcôncavos, um pouco revolutos principalmente quando lacinulados, as margens subcrenadas, às vezes pouco onduladas, subascendentes, sublacinuladas, de superfície contínua a irregularmente quebrada, lisa a pouco rugosa; lacínulas marginais, mais freqüentes nas partes centrais, planas, 0,5-1,8 × 0,3-1,2 mm, simples ou às vezes furcadas, de ápices truncados, lado de baixo creme quando sorediadas ou concolorido à margem inferior; máculas ausentes; cílios negros, de simples a raramente furcados, 0,20-3,50 × ca. 0,05 mm, abundantes, surgindo por toda a margem. Sorais lineares, interrompidos e curtos, às vezes tornando- se um pouco irregulares, surgindo geralmente nos ápices de pequenas lacínulas; sorédios subgranulares. Pústulas e isídios ausentes. Medula branca, sem pigmentações. Lado de baixo negro, lustroso, de liso a venado; margem marrom, tornando-se creme em lobos com lacínulas sorediadas, lustrosa, 1,5- 4,0 mm larg., atenuada quando marrom a nítida quando creme, de lisa a muito venada, nua; rizinas concoloridas ao lado de baixo, simples, 0,1-0,5 mm × ca. 0,05 mm, escassas, homogeneamente distribuídas, esparsas. Apotécios não encontrados. Picnídios escassos, submarginais, de ostíolo negro; conídios baciliformes, 4,0-5,0 × ca. 1,0 µm.
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) no Parque Estadual da Cantareira, Estado de São Paulo, Brasil. I. As espécies com máculas efiguradas ou reticulares.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) no Parque Estadual da Cantareira, Estado de São Paulo, Brasil. I. As espécies com máculas efiguradas ou reticulares.

Talo cinza esverdeado, pardo em herbário, com até 12,5 cm diâm. Lobos de ramificação irregular, (1,0-)2,0-7,0 mm larg., de pouco adnatos a elevados, pouco adpressos, de contíguos a sobrepostos, lateral ou parcialmente amontoados, de ápices subarredondados ou de subtruncados a irregulares, comumente lacinulados, a margem de crenada a irregular, incisa, sem linha negra distinta, lacinulada, axilas ovais, superfície reticulado-rimosa, de lisa a pouco rugosa. Lacínulas de marginais a apicais, de planas a subplanas, 0,2-2,5 × 0,3-1,2 mm, simples ou furcadas, truncadas ou às vezes agudas, eciliadas, ápices sorediados, lado de baixo marrom tornando- se ebúrneo ou variegado ou às vezes negro quando sorediadas, lóbulos adventícios ausentes. Cílios negros, comumente simples a furcados ou esquarrosos, 0,1-2 × 0,03-0,05 mm, de abundantes nas margens a escassos nas lacínulas e nos ápices ou partes velhas dos lobos. Máculas distintas, reticulares, laminais, frequentemente originando quebras. Sorédios de farinhosos a subgranulares, originados de sorais capitados, esféricos ou labriformes, apicais ou subapicais em lacínulas frequentemente contíguos aparentando formato linear interrompido, às vezes submarginais irregulares crescendo em direção à lâmina, raramente lineares marginais. Pústulas e Isídios ausentes. Medula branca, sem manchas de pigmentos K+ púrpura, às vezes manchada pela oxidação e hidrólise do ácido salazínico. Lado de baixo negro, lustroso, de liso a subrugoso, zona marginal de marrom atenuada a creme, ebúrnea, negra ou variegada nítida quando em lobos lacinulados, lustrosa, lisa, às vezes pouco papilada, parcialmente rizinada. Rizinas 0,2-1,5 × ca. 0,05 mm, negras, de simples a ocasionalmente furcadas, esquarrosas ou de ramificação irregular, homogeneamente distribuídas, abundantes. Apotécios não encontrados. Picnídios
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil: I. Grupos químicos girofórico e lecanórico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do Estado de São Paulo, Brasil: I. Grupos químicos girofórico e lecanórico.

Uma vez que foi possível discernir grupos diferentes den- tro de P. tinctorum, o grupo que apresentava apenas sorédios (P. eitenii) foi considerado uma espécie à parte do grupo que apresenta apenas isídios, uma vez que esta diferenciação é nor- malmente aceita em nível específi co com liquens. Não foram encontrados espécimes intermediários entre os dois grupos, ou mesmo menções na literatura citada para espécimes que apresentassem as duas formas de propagação para um mesmo talo. Nas descrições há menções para isídios às vezes soredi- óides ou pustulares, mas não sorédios verdadeiros em origem. Estas são próximas do que foi observado nos espécimes de P. eitenii, que apresenta formação de sorais granulares que podem ou não assumir aspecto isidióide ou pustular conforme se desenvolvem, facilmente percebido quanto à origem ao se observar das partes distais para as centrais do talo.
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do estado de São Paulo III: Grupos químicos equinocárpico e stíctico.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) do litoral centro-sul do estado de São Paulo III: Grupos químicos equinocárpico e stíctico.

Talo sublobado, cinza esverdeado, de até 19,0 cm diâm., subcoriáceo, ramulícola ou corticícola. Lobos de ramifi cação irregular, 2,0−8,0 mm larg., contíguos a imbricados ou par- cialmente amontoados quando corticícolas, mais sobrepostos e amontoados quando ramulícolas, pouco adnatos a eleva- dos, pouco adpressos a soltos, os ápices subarredondados a irregulares, subplanos a subcôncavos, as margens crenadas a irregulares, subonduladas, subplanas a elevadas, inteiras a incisas, parcial e irregularmente sublacinuladas. Superfície contínua a irregularmente quebrada, de lisa a rugosa, às vezes bastante enrugada em alguns lobos. Lacínulas marginais au- sentes a esparsa e irregularmente distribuídas, curtas, planas, truncadas ou às vezes agudas, 0,3–2,5 (−6,7) x 0,2–1,0 (−2,3) mm, simples quando bem pequenas tornando-se irregular- mente ramifi cadas ou retornando ao formato de lobos quando maiores, em geral mais comuns no centro velho do talo, às vezes misturadas a lóbulos jovens irregulares, lado de baixo concolorido à margem inferior. Máculas ausentes a escassas, lineares fracas laminais ou às vezes distintas quando nos anfi técios. Cílios marginais abundantes, negros, 0,1–2,3 x ca. 0,05 mm, simples a raramente furcados. Sorais, pústu- las e isídios ausentes. Medula branca, sem pigmentações. Lado de baixo negro, lustroso, liso a rugoso, às vezes pouco papilado na transição para as margens, moderadamente rizi- nado. Margem inferior marrom a creme, às vezes variegada, lustrosa, 0,5–4,0 mm larg., nua, atenuada quando marrom a nítida quando creme, lisa tornando-se pouco papilada na transição para o centro. Rizinas negras, simples a furcadas ou irregulares, 0,20−1,20 (−2,60) x ca. 0,05 mm, escassas a freqüentes ou raramente abundantes, de agrupadas em algumas partes a homogeneamente distribuídas em outras. Apotécios côncavos a cupuliformes, 0,4−11,0 mm diâm., de submarginais a subapicais ou raramente laminais, pe- dicelados, pedicelos em parte infl ados quando subapicais, as margens crenadas a denteadas às vezes com pequenos
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com medula pigmentada do litoral centro-sul do Estado de São Paulo.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycetes liquenizados) com medula pigmentada do litoral centro-sul do Estado de São Paulo.

Ilha do Cardoso, Praia do Pereirinha, às margens do Rio Perequê, manguezal perto da base, 21-X-1981, M.P. Marcelli 1570 (SP). Ilha Comprida, próximo à balsa para Cananéia, mata de restinga, 2-IV-2004, A.A. Spielmann et al. 803 (SP); idem, 4-IV-2004, A.A. Spielmann et al. 1011 (SP); idem, 2-IV-2004, L.S. Canêz et al. 1320 (SP); idem, 2-IV-2004, L.S. Canêz et al. 1330 (SP); idem, 2-IV-2004, L S. Canêz et al. 1338 (SP); idem, 2-IV-2004, L S. Canêz et al. 1329 (SP); idem, 2-IV-2004, L.S. Canêz et al. 1331 (SP); idem, 2-IV-2004, L S. Canêz et al. 1349 (SP); idem, na beira da estrada próximo à balsa para Cananéia, 3-IV-2004, L.S. Canêz et al. 1224 (SP); idem, 3-IV- 2004, L.S. Canêz et al. 1245 (SP); idem, 3-IV-2004, L.S. Canêz et al. 1275 (SP); idem, no interior da mata, 03-IV-2004, L.S. Canêz et al. 1263 (SP). Itanhaém, manguezal na foz do Rio Itanhaém, próximo à ponte antiga na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-55) km 108, na margem direita do rio, 10-I-1979, M P. Marcelli & L R. Fontes 1575 (SP); idem, 10-I-1979, M.P. Marcelli & L.R. Fontes 1579 (SP); idem, 1-IV- 1988, M.P. Marcelli & L.R. Fontes 2391 (SP); idem, 21-VIII-1995, M.P. Marcelli et al. 29383 (SP); idem, 15-X-2003, M.I. Käffer et al. s.n. (3 coletas, SP); idem, 15-X-2003, A.A. Spielmann et al. 538 (SP); idem, 15- X-2003, L.S. Canêz et al. 531 (SP); idem, 15-X-2003, M.N. Benatti et al. 1687 (SP); idem, Balneário Santa Cruz, próximo à divisa de municípios entre Itanhaém e Peruíbe, mata de restinga baixa a ca. 500 m da praia, terrenos baldios em área sendo loteada, 14-I-2004, M.N. Benatti et al. 1696 (SP); idem, 14-I-2004, M.N. Benatti et al. 1701 (SP); idem, 14-I-2004, M.N. Benatti et al. 1709 (SP); idem, 14-I-2004, M.N. Benatti et al. 1721 (SP); idem, ca. 300 m do oceano, mata de restinga baixa, 10-II-2004, M.P. Marcelli et al. 36212 (SP). Mongaguá, próximo à estação de tratamento de água da SABESP, mata de restinga baixa ao lado da estrada de areia para o Rio Bichoró, ca. 100 m do rio, 16-XII-2003, M.N. Benatti et al. 1659 (SP); idem, 16-XII-2003, M.N. Benatti et al. 1663 (SP); idem, 16-XII-2003, M.N. Benatti et al. 1671 (SP); idem, 16-XII-2003, M.N. Benatti, et al. 1676 (SP); idem, 16-XII-2003, M.N. Benatti et al. 1677 (SP). Peruíbe, Praia de Itanhaém, na divisa de municípios entre Itanhaém e Peruíbe, entre a rodovia e o oceano, mata de restinga a ca. 500 m do mar, 30-VI-1981, M.P. Marcelli & A. Mathey 1235 (SP); idem, Balneário Santa Cruz, na divisa de municípios entre Itanhaém e Peruíbe, mata de restinga baixa em área loteada a ca. de 500 m da praia, 16-XII-2003, M.N. Benatti et
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

This paper analyzes the performance of the Coordenadoria Regional de Educação de Gravataí (28ª CRE), Rio Grande do Sul, from the perspective of school principals in the years 2007 to 2010, when Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) has adopted management of basic education with emphasis on educational indicators. Also aim of this work is the proposal of an Educational Action Plan that encourages the incorporation of indicators for management education in Gravataí. The author's interest in this case results of multiple experiences accumulated over the years as a teacher in high school, in the continuing education of teachers at CRE and educational management at SEDUC. The strategy emphasizes the assumptions and qualitative sources such as the semi-structured interviews with directors, observing schools and official publications of the Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul. Searched the theoretical support in the fields of Sociology of Education and Management Educational Systems. During the study, we found an unsatisfactory dissemination and appropriation of the results of educational indicators in schools by an ineffective performance of their CRE. As a result, it is proposed an Educational Action Plan for dialogue between the actors that make the state public education in Gravataí to advance in a setting that combines multiple difficulties and some success.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Professora – Comecei com 18 anos, tive minha primeira experiência profissional em uma escola particular, com turmas de 6º ano ao 9º ano e estava cursando o 3º semestre de Matemática na Uece. Posteriormente participei do Projeto Mais Educação, do qual tive ótimas experiências. Alunos com dificuldades em matemática que ao longo do processo do projeto se desenvolveram muito bem, o que torna nosso papel de professor gratificante. Fiz quatro semestres de estágio supervisionado da faculdade, trabalhei em escolas municipais na Caucaia e na escola profissional Paulo VI. Na qual fui convidada a suprir a vaga de um professor que sairia dessa escola. Tive a experiência de ser professora e diretora de turma nessa mesma escola, tarefa árdua, mas que permitiu um crescimento profissional inigualável. Agora, estou aqui na escola profissional de Aquiraz.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

A Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais, a partir dos resultados do Programa de Avaliação da Alfabetização (PROALFA 2006), demonstrou que 31% dos alunos da rede estadual estavam chegando ao 3º ano do ensino fundamental sem saber ler palavras, quando a alfabetização já deveria estar consolidada. A partir desse cenário, foi criado, em 2008, o Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), com o desafio de reverter a realidade detectada. Seu principal objetivo foi melhorar o aprendizado dos alunos e reduzir a repetência, tendo como aspiração o pensamen- to : “Toda criança lendo e escrevendo até os oito anos de idade”. Neste contexto, pretende-se compreender como as ações do PIP foram implementadas e a forma como os diferentes atores escolares se apropriaram do programa e sua influência no processo de desenvolvimento dos alunos dos anos iniciais da alfabetização. Desta forma, a análise dos efeitos do PIP é um instrumento valioso para reforçar as boas práticas existentes ou sugerir mudanças nos rumos de gestão do programa. Para subsidiar esse estudo foi feito uma comparação com os Programas de Intervenção Pedagógica do Estado do Ceará – Programa de Alfabetização na Idade Certa (PAIC) e do Estado do Espírito Santo (O Direito do Aprendizado – Ler, escrever e Contar - O Ponto de partida para todo a aprendizado). Os programas escolhidos têm o mesmo foco na melhoria do desempenho dos alunos que se encontram nos anos iniciais da Alfabetização. A comparação possibilitará evidenciar as boas práticas e oportunidades de melhoria quanto à concepção; planejamento e implementação; es- tratégias de gerenciamento; resultados e responsabilização. As ações exitosas de- senvolvidas nos programas PAIC e o Direito ao Aprendizado justificam o empenho em compartilhar informações de forma a promover um salto de qualidade no PIP, no sentido de aprimorar o programa para uma maior efetividade.
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OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

Naquele momento, a escola escolhida, em relação aos critérios apresentados, tinha um cenário mais propício para a certificação. Outro fator determinante foi a inexistência de pendências financeiras da instituição na aplicação dos recursos recebidos. Soma-se a tudo isso, o fato dessa escola ter recebido por três anos consecutivos o prêmio Escola de Valor. Esta última é uma das ações previstas dentro do Plano Estadual de Cumprimento de Metas da Educação. Consistindo em uma premiação em dinheiro para as escolas que obtiverem as metas estabelecidas pela SEDUC/AM nas avaliações externas, tanto a nível estadual no SADEAM, quanto federal no IDEB. Assim, a Escola Estadual Eduardo Ribeiro foi selecionada para integrar a próxima fase do processo de implementação ISO 9001:2008 na rede estadual de ensino do Estado do Amazonas, representando a CRET.
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Caracterização da fertilidade do solo da composição mineral de espécies arbóreas de restinga do litoral paulista

Caracterização da fertilidade do solo da composição mineral de espécies arbóreas de restinga do litoral paulista

This work was carried out in the São Paulo State coast, since northern coast of Ubatuba until the south coast of Cananéia. The aim of this research was to correlate different physiognomies of the sand coastal plain vegetation - restinga forest - with the soil characteristics (texture, nutritional contents and salinity) and foliage analysis of native tree species. The soil samples were collected from low and high restinga forest physiognomies until 0,6m depth in each 20cm layers and until 0,2m depth in each 5cm layers. For each layer it was analyzed the organic matter, pH, P, Na, K, Ca, Mg, S, H + Al, Al, B, Cu, Fe, Mn, Zn, aluminum contents, base saturation, cation exchange capacity, electrical conductivity, sodium adsorption ratio, exchangeable sodium percentage and pH of the saturation extracts. For the foliage analyses (N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn, Zn e Al), the species elected were Pera glabrata, Andira fraxinifolia, Ilex theezans and Psidium cattleyanum. It was collected eight leaves from five trees of the each specie, in each site.
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

É interessante e necessário pensar sobre o que está e como está sendo avaliada a Educação Matemática do estado de Goiás. Que implicações trazem os resultados dessas avaliações para o projeto de escola que se pretende construir. Como essa matemática rastreada pela avaliação tem ou não contribuído para a formação social, intelectual, artística, tecnológica, cultural desses alunos. Afinal de contas, os profissionais da educação estão numa posição bastante adequada para encontrar uma resposta ao fracasso no aprendizado na disciplina de Matemática que a avaliação externa tem apontado. E na medida em que fazem isso, devem também ser capazes de repensar a estrutura curricular de matemática adotada pelo estado, reformular políticas de formação de professores, de incentivo à docência, e de investimentos educacionais, bem como repensar ou confirmar a Matriz de Avaliação adotada. Na medida em que um currículo muda, como ocorreu no caso de Goiás, que reelaborou seu currículo em 2012, entendemos que as matrizes de referência também precisam mudar. A não ser que temos aqui a confirmação de uma tese segundo a qual, ao invés do currículo influenciar a matriz, temos a matriz influenciando o currículo (HORTA NETO, 2013, p.158).
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

- que define o Custo Aluno Qualidade Inicial(CAQi) - por ser o único documento com discriminação referencial de infraestrutura escolar, para comparar com a estrutura disponível nos colégios investigados. Para fundamentar a análise conceitual, apoiou-se principalmente em literatura voltada aos pilares de eficiência, eficácia, efetividade e equidade escolar, tal como descrito por Filho (1997); Brooke (2012), Franco e Bonamino (2005) além de Anísio Teixeira, pioneiro a mencionara importância da infraestrutura ideal para (instalações e equipamentos necessários) para eficiência do ensino aprendizagem e Polon (2009) que cria a tipologia de estilos de gestão, onde se constata perfis de liderança que determinam diferentes resultados nas escolas. Após relacionar as teorias estudadas com os dados coletados, pode-se propor um Plano de Ação Educacional (PAE) para a melhoria da infraestrutura das unidades escolares da Regional Serrana II, ressaltando a relevância da gestão escolar.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A presente dissertação investiga o desenho da formação continuada ofertada pelo Programa de Intervenção Pedagógica – Alfabetização no Tempo Certo (PIP/ATC) aos professores regentes de turmas de 1º ao 5º ano do ensino fundamental no estado de Minas Gerais, em Língua Portuguesa, com vistas a aprimorá-lo. Para procedermos à análise do desenho optamos pela metodologia qualitativa para obtenção e levantamento dos dados, realizando o estudo de documentos oficiais internos da SEE/MG utilizados para monitoramento e avaliação do Programa, análise de um total de três entrevistas semiestruturadas aplicadas à gestão do Programa e um estudo comparativo entre a formação continuada do PIP/ATC e a formação de professores do Pacto Nacional pela Educação na Idade Certa (PNAIC), com o intuito de identificar os aspectos estruturais que caracterizam as duas propostas de formação, aproximações e distanciamentos. A questão central que norteou o trabalho foi: o desenho da formação continuada de professores ofertada pelo PIP/ATC favorece o empoderamento dos professores como construtores do próprio conhecimento e problematizadores de sua práxis e seu desenvolvimento profissional? Para tanto, buscou-se destacar a estrutura e conteúdo das capacitações do PIP, o monitoramento e acompanhamento pedagógico, realizado por equipes da SEE/MG e das SREs e analisar os materiais estruturados disponibilizados à luz dos autores que problematizam e estudam o tema formação de professores, suas imbricações, entraves e avanços. Os autores escolhidos para este diálogo, como Nóvoa (1997), Gatti (2009) e Imbérnon (2010), dentre outros, tratam dos aspectos que caracterizam o processo de formação continuada, que deve se fazer na conjugação da teoria com a prática pedagógica dos professores
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ANTONIO IDILVAN DE LIMA ALENCAR A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO ESTADO DO CEARÁ NA PERSPECTIVA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

ANTONIO IDILVAN DE LIMA ALENCAR A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO ESTADO DO CEARÁ NA PERSPECTIVA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ, no uso de suas atribuições legais, conforme o disposto no art. xx, da Lei xx, de xx de xxxxx de xxxx, e CONSIDERANDO a necessidade de criar mecanismos de incentivo ao estágio das escolas de educação profissional, RESOLVE: I – Criar Grupo de Trabalho composto por 05 (cinco) servidores da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará – SEFAZ, Secretaria da Educação do Estado do Ceará - SEDUC, Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado do Ceará – SEPLAG, Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará – SDE, abaixo designados, para, sob a coordenação do primeiro, realizar estudos e propor benefícios fiscais para as empresas concedentes de estágios aos alunos das escolas estaduais de educação profissional; II – Os trabalhos deverão ser concluídos no prazo de 90 (noventa) dias, podendo ser prorrogado; III – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
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Nota sobre caso autóctone de tripanossomíase americana no litoral sul do Estado de São Paulo, Brasil.

Nota sobre caso autóctone de tripanossomíase americana no litoral sul do Estado de São Paulo, Brasil.

Nota sobre caso autóctone de tripanossomíase americana no litoral sul do Estado de São Paulo, Brasil.. Paulo,.[r]

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