Top PDF Estimativa de evapotranspiração de floresta amazônica de terra firme.

Estimativa de evapotranspiração de floresta amazônica de terra firme.

Estimativa de evapotranspiração de floresta amazônica de terra firme.

Acredita-se que os resultados do presen- te trabalho podem ser considerados superes- timados quando comparados com aqueles pu- blicados pelos referidos autores, mas p[r]

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Estimativa do volume de madeira partindo do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Estimativa do volume de madeira partindo do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

O objetivo deste estudo foi estimar o volume de árvores de uma floresta tropical de terra firme, considerando apenas o diâmetro da cepa (d 0 ) como variável independente. A área de estudo está localizada no município de Breu Branco, PA. Um total de 113 árvores com DAP = 51 cm, pertencentes a diferentes espécies e classes de diâmetro, foram cubadas rigorosamente. A cubagem rigorosa foi feita pelo método de Hohenadl, considerando a divisão do tronco comercial em dez seções de comprimentos iguais e o cálculo do volume de cada seção da tora foi feito pela fórmula de Smalian. Equações de volume foram ajustadas para estimar o volume comercial das árvores em função de d 0 e também em função do DAP, para efeito de comparação. Os resultados mostraram que d 0 apresentou boa relação com o volume comercial de árvores em floresta de terra firme, e pode ser utilizado no ajuste de modelos matemáticos visando a estimar o volume comercial de árvores. Não foi observada diferença significativa entre os valores reais de volume comercial de árvores e os volumes estimados, gerados partindo de uma equação linear ajustada em função de d 0 , demonstrando que é possível obter com precisão, informações de volume partindo de d 0 .
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Estimativa do volume de madeira a partir do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Estimativa do volume de madeira a partir do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

O INPE estima que o desmatamento no período de agosto de 2004 a agosto de 2005 foi de 18.967 km 2 , com uma margem de erro de 4% (INPE, 2006). A área acumulada relativa ao desflorestamento da Amazônia brasileira aumentou de 41,5 milhões de hectares em 1990 para 58,7 milhões de hectares em 2003. Em um período de apenas dez anos, o país perdeu uma área de floresta equivalente ao dobro do tamanho de Portugal ou do Paraguai. Nos dois anos que seguiram ao alarmante índice de desflorestamento de 1994-95, houve otimismo entre os analistas, pois as taxas de desmatamentos começaram a cair (Kaimowitz et al., 2003). Recentemente foi anunciada pelo Governo Federal a redução de 30% no desmatamento na Amazônia entre agosto de 2005 a julho de 2006, quase o mesmo valor verificado entre 2004 e 2005 (31%). De acordo com o Projeto Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), a previsão é de que a taxa entre 2005 e 2006 corresponda a 13,1 mil quilômetros quadrados de desflorestamento (Máximo, 2006).
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EFEITO DA CONVERSÃO DE FLORESTA AMAZÔNICA DE TERRA FIRME EM PLANTAÇÃO DE PALMA DE DENDÊ (ELAEIS GUINEENSIS JACQ.) SOBRE A FAUNA DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE

EFEITO DA CONVERSÃO DE FLORESTA AMAZÔNICA DE TERRA FIRME EM PLANTAÇÃO DE PALMA DE DENDÊ (ELAEIS GUINEENSIS JACQ.) SOBRE A FAUNA DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE

O efeito da plantação de palma de dendê sobre a riqueza de espécies de mamíferos de médio e grande porte foi analisado a partir de curvas de rarefação baseadas na estimativa de riqueza pelo estimador não paramétrico Jackknife 1 (Gotelli and Cowell 2001). Foram utilizados os dados de abundância por amostras de palma e floresta. Neste caso, as amostras foram consideradas os dias de amostragem, visto que para todos os dias foram aplicados os mesmos métodos de amostragem com o mesmo esforço amostral em cada ponto. Para a elaboração das curvas de rarefação foi utilizado o Programa EstimateS 7.5.2 (Colwell 2005). O cálculo do intervalo de confiança permitiu a comparação das riquezas estimadas entre os habitats amostrados (palma e floresta). Este cálculo foi feito através do Programa Statistica 7.0 (StatSoft Inc., Tulsa, OK, EUA).
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Interceptação das precipitações em floresta amazônica de terra firme.

Interceptação das precipitações em floresta amazônica de terra firme.

Para a estimativa da perda par intercepta- c;:ao r:o ecossistema estudado observou-se os parametros referentes a precipitac;ao total, pre- cipitac;ao interna e escoam[r]

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Vespas sociais (Hymenoptera, Vespidae, Polistinae) de floresta pluvial Amazônica de terra firme em Caxiuanã, Melgaço, Pará.

Vespas sociais (Hymenoptera, Vespidae, Polistinae) de floresta pluvial Amazônica de terra firme em Caxiuanã, Melgaço, Pará.

RESUMO. As vespas sociais são notáveis por sua organização social complexa, arquitetura elaborada dos ninhos, e por seu papel em ecossistemas terrestres como predadores de outros insetos e artrópodes. O número de inventários de vespas sociais no Brasil ainda é pequeno, assim como os esforços para padronização dos protocolos de coleta, dificultando a comparação entre os resultados obtidos. A composição e a riqueza das vespas sociais na Floresta Nacional de Caxiuanã, Melgaço, PA, foram avaliadas através de um inventário estruturado numa parcela quadrada de 25 km² de floresta de terra firme. Os métodos de coleta empregados foram a “busca ativa por indivíduos e colônias em trilhas de 1.000m” e “armadilhas de Malaise”. Foram registradas 65 espécies de vespas sociais pertencentes a 12 gêneros. Agelaia fulvofasciata (Deeger, 1773) e Angiopolybia pallens (Lepeletier, 1836) foram as espécies mais frequentes na área em ambos os métodos. Busca ativa apresentou um melhor desempenho quanto à descoberta de espécies de vespas sociais (63) do que armadilha de Malaise (26). O levantamento representou um incremento de 21 espécies à lista obtida anteriormente para Caxiuanã e de um novo registro para o estado do Pará (Polybia brunnea (Curtis, 1844)).
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Análise da estrutura de comunidades arbóreas de uma floresta amazônica de Terra Firme aplicada ao manejo florestal.

Análise da estrutura de comunidades arbóreas de uma floresta amazônica de Terra Firme aplicada ao manejo florestal.

As comunidades mostraram diferenças significativas entre a comparação das médias dos parâmetros estruturais analisados, corroborando com o resultado da análise de agrupamento. A presença de espécies comuns às comunidades confirma a estratégia da empresa em selecionar áreas relativamente homogêneas, do ponto de vista operacional, para fins de manejo. No entanto, do ponto de vista ecológico, as diferenças encontradas permitem caracterizar grupos de organismos coexistindo, expressando o caráter social das comunidades estudadas. Para Muniz et al. (1994), as espécies arbóreas que compõem a flora amazônica, coexistem em comunidades devido a uma similaridade aparente de exigências ecológicas, explicando com isso, o grande número de espécies comuns encontradas entre as comunidades.
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Composição isotópica da água de chuva e da água do solo em floresta amazônica do tipo terra firme, região de Manaus.

Composição isotópica da água de chuva e da água do solo em floresta amazônica do tipo terra firme, região de Manaus.

Para a agua do igarape Tarurnii-A<;u essa variac;iio niio foi observada, indicando urna rnistura de aguas e urn arrnazenarnento pelo solo de grandes quan- tidad[r]

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Composição florística e abundância de pteridófitas em três ambientes da bacia do rio Guamá, Belém, Pará, Brasil.

Composição florística e abundância de pteridófitas em três ambientes da bacia do rio Guamá, Belém, Pará, Brasil.

O ambiente de terra firme foi aquele que apresentou maior densidade de pteridófitas, com 5 mil indivíduos por hectare. O igapó também apresentou uma densidade elevada, com 4.467 indivíduos. A floresta de transição entre a terra firme e o igapó incluiu um número bem menor de indivíduos, representando apenas 20 % da densidade verificada no ambiente de terra firme. Com relação à diversidade de pteridófitas, foram registradas 12 espécies nos ambientes estudados, distribuídas em nove famílias botânicas. A transição terra firme-igapó apresentou maior riqueza específica inventariada (nove espécies, 75 % do total), seguida do igapó (oito espécies, 66,67 %) e por último, com poucas espécies, a terra firme (cinco espécies, 41,67 %). O número de famílias seguiu a mesma tendência das espécies, com o ambiente de transição incluindo mais famílias, seguido do igapó e da terra firme. A transição apresentou três espécies exclusivas ou restritas a este ambiente e o igapó duas. A terra firme não apresentou nenhuma espécie cuja distribuição seja restrita a ela, compartilhando com os outros ambientes todas as suas espécies (Tabela 1). Comparando-se as espécies encontradas neste trabalho com as 38 listadas por Rodrigues (1994) para todos os ambientes da APEG, constata-se que somente 30 % foram detectados na amostragem, não obstante a lista de Rodrigues (1994) incluir o ambiente de várzea, que não foi contemplado no presente estudo. Desta forma a listagem de fetos da APEG corresponde a 13,6 % riqueza específica total indicada por Tryon & Conant (1975) para a região amazônica.
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Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

O trabalho foi realizado na Floresta Estadual do Amapá (FLOTA/AP), no Município de Porto Grande, região central do Estado do Amapá, Amazônia oriental, Brasil. A vegetação é perenifólia, característica da fitofisionomia ombrófila densa de terras baixas (IBGE, 2012). O solo predominante é do tipo Latossolo Vermelho- Amarelo distrófico. A declividade característica é ondulada, com altitude variando de 60 a 100 m (RADAM, 1974). O inventário florestal foi realizado em três conglomerados, equidistantes em aproximadamente 2.500 m. Cada conglomerado foi constituído por cinco parcelas permanentes de 100 x 100 m, equidistantes em 250 m. Para estimativa da regeneração natural, cada parcela foi dividida em 100 subparcelas de 10 x 10 m. Dessas, foram selecionadas aleatoriamente 20 subparcelas/parcela para avaliação das arvoretas. Nos vértices das subparcelas sorteadas, foram locadas, aleatoriamente, subunidades de 5 x 5 m para estimativas das varas. O critério de inclusão se baseou a partir das classes de tamanho utilizadas por Silva et al. (2005), em que os indivíduos são classificados de acordo com os diâmetros: arvoretas (5,0 < dap (diâmetro a 1,30 m do solo) < 10,0 cm) e varas (2,5 < dap < 5,0 cm) (Figura 1).
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Estudo da interceptação da água de chuva em cobertura florestal amazônica do tipo terra firme

Estudo da interceptação da água de chuva em cobertura florestal amazônica do tipo terra firme

Em estudos semelhantes, conduzidos em floresta tropical situada na Malásia, observou- se que, em função da precipitação, as perdas por interceptação atingiam valores que podiam variar[r]

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Subdivisão fitogeográfica, tipos de vegetação, conservação e inventário florístico da floresta amazônica

Subdivisão fitogeográfica, tipos de vegetação, conservação e inventário florístico da floresta amazônica

Os principais tipos de vegetação que aí ocorrem são : Floresta de terra firme; Flores- ta de várzea; Floresta de igapó; Manguezais; Campos de várzea; Campos de terra firme; Campinas; [r]

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Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

A s s i m , considerando-se esses aspectos, em que se supõe que os valores da evapotrans- piração real e potencial sejam muito seme- lhantes para o local estudado ou mesmo outros cober[r]

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Efeito da fragmentação Florestal sobre borboletas (Lepidoptera, Hesperiidae) associada à formiga-de-correição Eciton burchelli (Hymenoptera, Formicidae, Ecitoninae).

Efeito da fragmentação Florestal sobre borboletas (Lepidoptera, Hesperiidae) associada à formiga-de-correição Eciton burchelli (Hymenoptera, Formicidae, Ecitoninae).

Além das sugestões usadas para explicar a rara presença das espécies em algumas das coletas em mata contínua, aos fragmentos isolados pode ser acrescentado, o fato de não haver abundância de excremento como recurso alimentar para as borboletas, pela ausência dos bandos de aves; ou as borboletas também terem sido eliminadas dos remanescentes pelos efeitos abióticos de fragmentação, já que grande parte das espécies associadas às formigas são características de interior de floresta. A única captura de Tarsoctenus p. rufibases, aconteceu na reserva Dimona, onde a faixa desmatada alcança pouco mais de 100 metros de um dos lados do fragmento para a mata contínua. Este espécime poderia realmente estar vivendo no fragmento, ou, mais remotamente ter vindo da mata vizinha, já que os hesperídeos são voadores potentes e supondo que esta espécie não apresentasse qualquer resistência a atravessar áreas abertas. Neste caso seria esperado que outras espécies fossem atraídas da mesma forma, não configurando um evento isolado.
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Análise multivariada para estratificação volumétrica de uma floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental.

Análise multivariada para estratificação volumétrica de uma floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental.

Rosa Madeireira, Município de Paragominas, Estado do Pará. Foi realizado um censo (100%), no qual se estimaram os volumes do fuste comercial das árvores com dap ≥ 45 cm de 55 espécies comerciais em 49 talhões de exploração com 10 ha cada um. Reuniram-se os volumes estimados do fuste comercial das árvores individuais por talhão em ordem crescente. Elaborou-se uma matriz X de dados desses volumes, em que cada variável x ij representou o i-ésimo volume classificado no j-ésimo talhão. A matriz X foi utilizada como input nas análises de agrupamento e discriminante. A aplicação da análise de agrupamento, método de Ward, resultou em agrupamentos hierárquicos dos talhões em classes de estoques. A análise do dendrograma permitiu estratificar o povoamento em três grupos homogêneos e distintos, denominados classes I, II e III de estoques volumétricos. A análise discriminante, método de Fisher, indicou que 100% dos talhões foram corretamente classificados. A classificação multivariada da floresta em classes de estoques volumétricos mostrou-se um método eficiente na estratificação de áreas homogêneas de florestas ineqüiâneas, as quais podem se constituir em estratos, compartimentos, classes de sítio e unidades de produção anual.
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PONTO DE MEMÓRIA DA TERRA FIRME: UM MUSEU COMU- NITÁRIO NA PERIFERIA AMAZÔNICA Resumo

PONTO DE MEMÓRIA DA TERRA FIRME: UM MUSEU COMU- NITÁRIO NA PERIFERIA AMAZÔNICA Resumo

ca em ordem o urbano, como também pela perda de recursos materiais e de um estilo de vida marcado por padrões de conforto e acesso a esses recursos. Como mencionamos na primeira parte desse texto, a partir dessas construções simbólicas dentro das cidades são gera- dos os mais variados estigmas, rótulos, etiquetagem social sobre esses lugares. Para os autores “viver nas periferias desqualificadas gera uma condição so- cial subalterna, e esta tem um impacto sobre o indivíduo, desde logo sobre o seu corpo e a sua saúde, mas também sobre o seu autoconceito฀ (Ibidem: 9). Desse modo, identificamos que as pe- riferias inseridas no Programa Pontos de Memória são marcadas por agra- vantes sociais e antagonismos de clas- ses, porém a organização social por parte de seus moradores possibilita na transformação desses lugares, vi- sando constantemente à melhoria na qualidade de vida. E dentre diversos atos de transformação desses grupos, observamos o processo de musealiza- ção de seus territórios a partir da von- tade política de registro da memória. Portanto, notamos em Terra Firme que o processo instaurado no bairro pos- sibilita um novo arranjo social, que se dá pela ação de refazer, reconstruir e repensar as experiências lembradas e vividas (Bosi 1999). E os impactos nos corpos, saúde e autoconceito dos indi- víduos, mencionados por Fernandes e Mata (2015),são vencidos conforme esses rearranjos sociais acontecem, principalmente quando suas memórias possam servir como meios de resis- tência e empoderamento social. As- sim, conseguem enaltecer e valorizar a
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Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

Quando comparamos a fauna de flebótomos da área de estudos do presente trabalho, com o trabalho realizado por Arias & Freitas (1982a), também em uma área preservada de floresta primária de terra firme da Reserva Florestal Ducke - INPA, utilizando armadilhas luminosas CDC em diferentes alturas, encontramos 27 espécies em comum: L.amazonensis, L. anduzei, L. aragaoi, L. ayrozai, L. dendrophyla, L. dreisbachi, L. flaviscutellata, L. furcata, L. inpai, L. lutziana, L. migonei, L. monstruosa, L. olmeca nociva, L. pacae, L. paraensis, L. pilosa, L. rorotaensis, L. ruii, L. sericea, L. shannoni, L. squamiventris squamiventris, L. triacantha, L. trichopyga, L. trispinosa, L. tuberculata e L. umbratilis.
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Manual de Contagem de Hidratos de Carbono na Diabetes Mellitus para profissionais de saúde – Normas de Orientação Clínica

Manual de Contagem de Hidratos de Carbono na Diabetes Mellitus para profissionais de saúde – Normas de Orientação Clínica

O registo de ingestão alimentar de alguns dias com a quantificação de HC das respetivas refeições permitem aferir a qualidade da estimativa efetuada, sendo, por isso, uma ferramenta útil para avaliar a metodologia da contagem de HC. Assim, deve ser instituído desde o início a necessidade de apresentar este registo em consulta. Também a captação de imagens das refeições (com recurso a aparelhos eletrónicos vulgarmente utilizados) poderá complementar este registo e esclarecer dúvidas. Para além disso, permite igualmente avaliar os hábitos alimentares efetivamente praticados apontando eventuais pontos de melhoria na alimentação do indivíduo. A avaliação da leitura da informação nutricional de rótulos de alguns alimentos poderá igualmente mostrar a regularidade da sua utilização e a capacidade (da pessoa com DM) de o fazer corretamente.
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CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

A planilha de estimativa de custos apresentada na Tabela 9 refere-se a uma estimativa de gastos com treinamentos dos servidores pertencentes às SREs do polo regional centro que foi utilizada para apresentar a média de gastos por polo regional, não sendo os valores ali representados os mesmos constantes das outras planilhas, dos outros cinco polos regionais disponibilizados para consulta no apêndice desse texto. Esclarece-se também que, aos servidores pertencentes à Superintendência Regional de Ensino aos quais se der o treinamento, não serão pagas diárias para custear hospedagem, alimentação e transporte, pois o deslocamento desses servidores será de suas residências até a sede da SRE, trajeto este que já é normalmente realizados por eles. Quanto aos dois servidores da SPS-Assessoria que ministrariam os treinamentos dos servidores das SREs pertencentes aos cinco polos regionais localizados em municípios diferentes de Belo Horizonte, seriam incluídos para esses servidores, nas planilhas de custos, os valores referentes a diárias e transporte de ônibus para custear suas despesas na cidade onde se realizaria o treinamento.
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