Top PDF Estresse salino na germinação de sementes e desenvolvimento de plântulas de niger (Guizotia abyssinica (L.f.) Cass.).

Estresse salino na germinação de sementes e desenvolvimento de plântulas de niger (Guizotia abyssinica (L.f.) Cass.).

Estresse salino na germinação de sementes e desenvolvimento de plântulas de niger (Guizotia abyssinica (L.f.) Cass.).

O estabelecimento de plântulas nos diferentes habitats é determinado pelas características fisiológicas e bioquí- micas das sementes durante o processo de germinação e também por mudanças nas taxas de competição, herbivoria, estresse hídrico/nutricional e microclimático, que alteram a sobrevivência e o crescimento das plântulas (Bewley & Black 1994; Fagundes et al. 2011). Os efeitos do estresse salino moderado limitam o crescimento e o desenvolvi- mento das plantas e a produtividade das culturas, mas em casos extremos pode levar a planta a morte (Sobhanian et al. 2011). Geralmente, esse estresse desencadeia algumas reações comuns, que levam à desidratação celular com simultâneas alterações osmóticas, além de diminuição dos volumes citosólico e vacuolar (Wang et al. 2009). Assim, provoca um déficit hídrico na planta, com redução na taxa de fotossíntese e superexposição energética dos cloroplastos, levando a um estresse oxidativo que acelera a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) e, posteriormente, altera o equilíbrio entre a formação e remoção de tais espécies, que tem um efeito negativo nas estruturas e metabolismo celulares (Wang et al. 2009; Sobhanian et al. 2011).
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Germinação de sementes e desenvolvimento inicial de plântulas de achachairu.

Germinação de sementes e desenvolvimento inicial de plântulas de achachairu.

Em casa de vegetação, verificou-se um desenvolvimento bastante lento das plântulas, principalmente nas primeiras semanas após a emergência. Essa fase coincidiu com o período de inverno, em que as médias das temperaturas mínimas e máximas em Campinas-SP, foram, respectivamente, de 16ºC e 24ºC. O primeiro par de folhas opostas (metáfilo) surgiu após cerca de 25 dias da emergência das plântulas. Nascimento et al. (2001), estudando o efeito da fermentação na germinação de sementes de mangostão, constaram que a germinação teve início entre nove e doze dias, e com término entre 19 e 26 dias após a semeadura. A partir do oitavo mês de desenvolvimento (no verão), as plântulas emitiram várias ramificações laterais, em sua porção centro-apical. Para as três variáveis analisadas (altura de plântulas, diâmetro de caule e número de folhas das plântulas), observou-se um crescimento linear em função do tempo avaliado. As plântulas apresentaram um desenvolvimento pouco satisfatório, atingindo somente 25 cm de altura (Figura A) e diâmetro (3 mm) ao final dos 12 meses (Figura B). Nesse período, as plântulas apresentaram 20 pares de folhas cada, constituindo- se num adequado enfolhamento para o período (Figura C).
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Vigor de sementes de milho: influência no desenvolvimento de plântulas em condições de estresse salino.

Vigor de sementes de milho: influência no desenvolvimento de plântulas em condições de estresse salino.

RESUMO - O uso de sementes de alto vigor pode ser uma estratégia para reduzir problemas no desenvolvimento de plântulas e permitir o estabelecimento adequado do estande sob diferentes condições ambientais, especialmente em condição de estresse, como o salino. Neste sentido, objetivou-se avaliar a influência do vigor de sementes de milho sobre o desempenho germinativo e desenvolvimento de plântulas, quando expostas a diferentes níveis de estresse salino. Utilizaram-se sementes de cultivares de dois híbridos simples, representados por quatro lotes cada, sendo realizadas inicialmente a determinação do teor de água e a emergência de plântulas em campo. Para verificar o comportamento do vigor foram semeadas 200 sementes em rolo de papel toalha umedecido com diferentes soluções de NaCl em cinco concentrações (0; 25; 50; 75 e 100 mol m -3 ). As variáveis
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Germinação e desenvolvimento inicial de plântulas de soja convencional e sua derivada transgênica RR em condições de estresse salino.

Germinação e desenvolvimento inicial de plântulas de soja convencional e sua derivada transgênica RR em condições de estresse salino.

O Brasil destaca-se como um dos maiores produtores mundiais de soja transgênica, sendo sua produção estendida principalmente a regiões com solos salinos, onde há acúmulo de sais que interferem na germinação da semente e no desenvolvimento das plântulas. O objetivo da pesquisa foi avaliar o efeito do estresse salino sobre a germinação e o desenvolvimento inicial de plântulas de soja convencional e sua derivada transgênica Roundup Ready (RR), submetidas a diferentes condições de salinidade. Para tanto, utilizaram-se dois lotes de sementes de soja (CD 206 e CD 206 RR), sendo que os tratamentos constaram dos seguintes níveis de NaCl: zero; 5; 15; 30; 60 e 120mmol L -1 . A avaliação da qualidade
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Germinação de sementes e vigor de plântulas de milho submetidas ao estresse salino induzido por diferentes sais.

Germinação de sementes e vigor de plântulas de milho submetidas ao estresse salino induzido por diferentes sais.

rESUMo - o objetivo do trabalho foi avaliar o efeito do estresse salino induzido por diferentes potenciais osmóticos das soluções de NaCl, KCl e CaCl 2 , na germinação de sementes e no vigor de plântulas de milho. o trabalho foi constituído por dois experimentos realizados no Laboratório de Sementes da Universidade Federal da Grande Dourados e em casa de vegetação da Embrapa Agropecuária oeste, Dourados-MS. o delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 3 x 6, com quatro repetições, sendo o primeiro fator constituído pelos sais e o segundo pelos potenciais osmóticos: 0,0; -0,2; -0,4; -0,8; -1,2 e -1,6MPa. Foram analisadas as variáveis: Experimento 1 - porcentagem de germinação, comprimento de parte aérea e comprimento da raiz primária; Experimento 2 - altura inal de planta, comprimento radicular, diâmetro de colmo, área foliar, teor de cloroila e massa seca de parte aérea e de raiz. A germinação não foi afetada pelo estresse salino. A diminuição do potencial osmótico nas soluções de KCl e NaCl, causou decréscimos no comprimento de parte aérea e acréscimos no comprimento da raiz primária. A condição de estresse provocada pelos sais proporciona comportamento diferenciado no vigor de plântulas de milho. o efeito salino do NaCl é maior nas características altura de planta, comprimento radicular, área foliar e massa seca de raiz.
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Germinação de sementes e desenvolvimento de plântulas de cultivares de Cucurbitáceas.

Germinação de sementes e desenvolvimento de plântulas de cultivares de Cucurbitáceas.

Comparando­se pois, as médias dos substratos em ca_ da ambiente, observa­se que a areia­de­rio e vermiculite nao apresentam diferenças entre si, embora difiram do quartzo e que nas co[r]

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Estudo do papel das proteínas mitocondriais desacopladas na tolerância aos estresses abióticos empregando diferentes abordagens

Estudo do papel das proteínas mitocondriais desacopladas na tolerância aos estresses abióticos empregando diferentes abordagens

A partir dos resultados obtidos pode-se concluir que a concentração de 200 mM, tanto de Manitol como de NaCl, foi extremamente drástica já que, independente da linhagem testada, a germinação observada foi próxima de zero. Já na concentração de 150 mM de Manitol, a linhagem P49 apresentou tolerância ao estresse, enquanto que a linhagem P07 não diferiu significativamente do controle não transgênico. Por outro lado, quando analisamos a germinação sob estresse salino, uma diferença estatística no número de sementes germinadas foi encontrada somente na concentração de 100 mM, onde a linhagem P07 foi mais tolerante, tendo um total de vinte sementes germinadas. Esses resultados foram corroborados pela análise do crescimento radicular das plântulas submetidas aos estresses salino e osmótico, na qual se verificou uma inibição do crescimento radicular das plântulas não transgênicas, refletindo assim uma menor tolerância aos referidos estresses.
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Parâmetros germinativos em sementes de sorgo submetido a PEG-6000 e NaCl / Germinative parameters in sorghum seeds submitted to PEG-6000 and NaCl

Parâmetros germinativos em sementes de sorgo submetido a PEG-6000 e NaCl / Germinative parameters in sorghum seeds submitted to PEG-6000 and NaCl

Fatores abióticos como a deficiência hídrica e a salinidade reduzem a produção do sorgo. Durante a fase germinativa e de estabelecimento da plântula não é diferente, uma vez que a embebição é fundamental em todos os processos fisiológicos e no transporte de substâncias indispensáveis para seu crescimento e desenvolvimento. Mediante a isso, o objetivo do trabalho foi avaliar o efeito do estresse salino e hídrico na germinação de sementes de sorgo, avaliando o comportamento germinativo (porcentagem de germinação, índice de velocidade, tempo médio e a primeira contagem de germinação). O trabalho foi desenvolvido na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA – Campus Belém), utilizando sementes de sorgo [Sorghum bicolor (L) Moench] cultivar BRS 310. O experimento foi dividido em dois delineamentos inteiramente casualizados separados para cada estresse (hídrico e salino). O primeiro composto por 5 concentrações de NaCl (0,0; 50; 100; 150 e 200 mmol) e o segundo composto por 4 tratamentos (0,0; -0,3; -0,6; -0,9 MPa), no qual as soluções de Polietilenoglicol 6000 simularam tais potenciais osmóticos. A germinação de sementes de sorgo foi comprometida pelo aumento das concentrações de NaCl, assim como a redução dos potenciais osmóticos simulados de PEG-6000.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

RESUMO – Este estudo descritivo procurou elucidar aspectos morfoanatômicos e do desenvolvimento dos frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Sapindaceae), uma espécie arbórea. Nas descrições foram utilizados flores e frutos em diferentes estádios de desenvolvimento e, para a observação da germinação e do desenvolvimento das plântulas, as sementes foram colocadas para germinar sobre papel de filtro umedecido com água destilada, em caixas de plástico transparente, com tampa, utilizando-se amostras de 100 sementes (quatro sementes por caixa), mantidas em temperatura de 25+1ºC. O fruto desta espécie, com duas sementes, é uma cápsula obcordada circundante, lobada, de coloração laranja-avermelhada externamente e laranja internamente. A semente, exalbuminosa, é ovóide, preta e brilhante; o embrião ocupa todo o interior da semente e possui cotilédones carnosos e eixo hipocótilo-radícula curto. A plântula é criptocotiledonar e a germinação, que é hipógea, ocorre na presença de luz, iniciando no quinto dia após a semeadura. Com oito dias, a raiz primária media 17 mm de comprimento, apresentando-se coberta de pêlos absorventes. Após 14 dias emergiu o epicótilo de coloração esverdeada. A plântula apresenta, após 30 dias, dois pares de eófilos compostos. Com 60 dias, a raiz principal media 12 cm de comprimento, com muitas raízes laterais e o epicótilo com 9 cm de extensão possuía seis folhas expandidas. Como o desenvolvimento da plântula é relativamente rápido, P. frutescens pode ser uma espécie indicada para programas de recuperação de áreas degradadas.
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Estresse salino e temperaturas na germinação e vigor de sementes de Chorisia glaziovii O. Kuntze.

Estresse salino e temperaturas na germinação e vigor de sementes de Chorisia glaziovii O. Kuntze.

Um dos métodos mais difundidos para determinação da tolerância das plantas ao excesso de sais é a observação da porcentagem de germinação em substratos salinos (Lima e Torres, 2009), pois a salinidade afeta negativamente o crescimento e o desenvolvimento das plantas, onde seus efeitos dependem não só da espécie vegetal, mas também do tipo de sal existente no solo (Prisco, 1980). Conforme Goiz et al. (2008) a redução do poder germinativo, em comparação com o controle, serve como um indicador do índice de tolerância da espécie à salinidade. Nesse método, a habilidade para germinar indica, também, a tolerância das plantas aos sais em estádios subsequentes do desenvolvimento (Taiz e Zeiger, 2006).
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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Após 24 horas da semeadura as sementes já se encontravam intumescidas, e a protrusão radicular foi evidenciada a partir do segundo dia após a semeadura na base da semente, próximo à região do hilo (Figura 4A). A radícula é curta, espessa, glabra, de cor branca e ápice pontiagudo (Figura 4B). A raiz primária apresenta um expressivo desenvolvimento, é cilíndrica, tenra, inicialmente engrossada sofrendo leve afinamento na extremidade, de coloração branco-amarelada (Figura 4C-D). A germinação foi caracterizada como hipógea criptocotiledonar (Figura 4E-J) e as sementes apresentam fotoblastismo neutro, como verificado por Nascimento et al. (2002) em sementes de bacurizinho (Rheedia acuminatta). Esta característica, também, foi observada por Melo et al. (2007) em seis espécies do gênero Protium. Polhill
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Primeira contagem de germinação

Primeira contagem de germinação

A alta concentração de sais, por reduzir o potencial osmótico e proporcionar a ação de íons sobre o protoplasma, é considerado um fator de estresse para as plantas (ANDRÉO-SOUZA et al., 2010), podendo limitar a germinação, retardando ou impedindo o crescimento e desenvolvimento da plântula e suas chances de sobrevivência (PEREIRA et al., 2012). Na literatura existem diversos estudos voltados para a determinação dos limites de estresse salino suportados por sementes de espécies vegetais economicamente importantes, sobretudo aquelas de interesse agrícola ou florestal (MOTERLE et al., 2006; REGO et al., 2011; ALMEIDA et al., 2012; CARVALHO et al., 2012), entretanto, há carências sobre a tolerância de sementes de espécies exóticas invasoras quando o meio se encontra com excesso de sais.
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Interrelações entre o estresse salino e a biossíntese de etileno no controle da germinação de sementes de Stylosanthes

Interrelações entre o estresse salino e a biossíntese de etileno no controle da germinação de sementes de Stylosanthes

Avaliou-se o efeito do estresse salino na germinação de sementes de três espécies de Stylosanthes, gênero de leguminosas tropicais forrageiras, examinando-se suas inter- relações com a rota biossintética do etileno, via produção de ácido 1-carboxílico-1- aminociclopropano (ACC). A germinação e a produção de etileno de sementes escarificadas de S. humilis foram inibidas por soluções de NaCl, mas não por soluções isosmóticas de PEG-6000. Os efeitos inibitórios do NaCl sobre a germinação e a biossíntese de etileno foram completamente revertidos, após a transferência das sementes para água desionizada. Ademais, o ACC reverteu a inibição da germinação provocada por solução de NaCl, resultado que se correlacionou com a produção de etileno. Assim, a inibição por NaCl na germinação daquelas sementes parece uma consequência da condição de estresse provocada pelas altas concentrações do Na, por inibição da produção de etileno. Sob a ação do NaCl a capacidade de biossíntese de etileno mostrou-se maior em sementes de S. guianensis do que em sementes de S. humilis e S. capitata, o que se mostrou correlacionado com as respectivas taxas de germinação. Plântulas de S. guianensis também exibiram maiores taxas de crescimento e de sobrevivência do que plântulas de S. humilis e S. capitata, sob o estresse do sal. As diferentes habilidades de biossintetizar etileno entre as sementes de S. guianensis, S. humilis e S. capitata podem explicar diferenças na tolerância à salinidade das três espécies
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Aspectos morfoanatômicos e fisiológicos de sementes e plântulas de Amburana cearensis (Fr. All.) A.C. Smith (Leguminosae - Papilionoideae).

Aspectos morfoanatômicos e fisiológicos de sementes e plântulas de Amburana cearensis (Fr. All.) A.C. Smith (Leguminosae - Papilionoideae).

Entre as células parenquimáticas encontram-se feixes vasculares, cuja função é transportar as substâncias de reserva deste tecido. Através de testes histoquímicos com lugol, pode-se verificar a presença de grãos de amido como principal reserva do tecido parenquimático. Nas Figuras 4A, B e C estão representados os tecidos do parênquima que compõe os cotilédones. Comparando-se as três figuras, pode-se verificar que as células vão ficando mais túrgidas, e apresentam diminuição na concentração dos grânulos de amido durante a embebição das sementes. A partir de 24 horas de embebição ocorreu a diminuição dessa reserva, sendo os grânulos de amido não mais detectados. Uma provável justificativa para esta diminuição na concentração de amido seria a degradação e translocação desta reserva dos cotilédones para o eixo hipocótilo-radícula a fim de fornecer energia para o alongamento e crescimento celular durante a germinação das sementes. Uma outra alternativa seria a utilização deste amido como fonte de energia para o metabolismo das células do próprio cotilédone em expansão. De acordo Carvalho e Nakagawa (2000), os carboidratos servem como fonte de energia para a germinação da semente e o desenvolvimento das plântulas, mantendo processos metabólicos em funcionamento e/ ou como fonte de matéria para construção de tecidos vegetais que irão constituir a plântula.
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Aspectos citoquímicos e bioquímicos da germinação e crescimento de plântulas de gergelim sob estresse salino

Aspectos citoquímicos e bioquímicos da germinação e crescimento de plântulas de gergelim sob estresse salino

No tratamento com NaCl a 50 mM, o teor desse ácido graxo não variou entre os diversos EDs e não diferiu daquele da semente quiescente. Por outro lado, no tratamento de NaCl a 100 mM, independentemente do ED, os teores do ácido palmítico foram inferiores àquele do tratamento controle (NaCl a 0 M), bem como esses valores foram significativamente inferiores aos da semente quiescente (ED 0). De forma contrária, os teores de ácido oleico foram maiores na maior dose de NaCl, independentemente do ED, porém só foi significativamente maior que aquele do ED 0 nas sementes germinadas de plântulas do ED 1 (Figura 11B). Já os ácidos graxos linoleico (Figura 11C), linolênico (Figura 11D) e esteárico (Figura 11E), de forma semelhante ao palmítico (Figura 11A), apresentaram, de modo geral, teores mais baixos na mais alta dose de NaCl (100 mM). Além disso, esses ácidos graxos aumentaram, de modo geral, seus teores com o estádio de desenvolvimento, apresentando valores máximos no ED 3. O conteúdo de ácido araquidônico é quase irrelevante na semente quiescente em comparação com os anteriormente citados, no entanto, durante a germinação e o desenvolvimento da plântula, suas proporções foram significativamente superiores às encontradas na semente quiescente, para todos os tratamentos, tendo sido observados os maiores valores nas sementes germinadas no ED 3 (Figura 10F). A avaliação do comportamento desse ácido graxo, como dos outros que apresentam concentrações irrisórias, é limitada pela técnica de esterificação, uma vez que a capacidade de completa transformação em metil ésteres dos variados ácidos graxos que compõem um óleo vai depender da “força” do agente esterificante (MILINSK et al., 2011).
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Potencial fisiológico de sementes de milho crioulo submetidas ao estresse hídrico e salino /  Physiological potential of maize seeds under water and salt stress

Potencial fisiológico de sementes de milho crioulo submetidas ao estresse hídrico e salino / Physiological potential of maize seeds under water and salt stress

-0,3; -0,4 e -0,5 MPa), na quantidade de 2,5 vezes seu peso seco (ARAUJO et al., 2012). Para simular o estresse salino foi utilizado como soluto o cloreto de sódio (NaCl), nas concentrações de 0,0 (controle); 0,1; -0,2; -0,3; -0,4 e -0,5 MPa, diluídas em água destilada, empregando a metodologia descrita por Villela et al. (1991). Consideraram-se germinadas as sementes que originaram plântulas normais, com todas as suas estruturas essenciais, mostrando, dessa maneira, potencial para continuar seu desenvolvimento e produzir plantas normais, quando desenvolvidas sob condições favoráveis (BRASIL, 2009). As contagens diárias de sementes germinadas foram efetuadas no mesmo horário, por setes dias e os rolos de papel acondicionadas em câmara de germinação tipo Biochemical Oxigen Demand (B.O.D.) regulada na temperatura de 30 °C.
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Condicionamento osmótico na germinação de sementes de cássia-do-nordeste sob estresse hídrico, térmico e salino.

Condicionamento osmótico na germinação de sementes de cássia-do-nordeste sob estresse hídrico, térmico e salino.

Uma das principais vantagens do condicionamen- to osmótico relatado por Warren & Bennett (1997) seria promover uma emergência mais rápida e uni- forme das sementes no campo, proporcionando um incremento no desenvolvimento das plântulas, mes- mo em condições adversas. Lopes et al. (1996) su- gerem que o tempo de germinação pode ser reduzi- do sob condições de estresse hídrico e que sementes condicionadas apresentam maior viabilidade e vi- gor em relação às não condicionadas. O mesmo não pôde ser observado nas sementes de cássia-do-nordeste condicionadas, quando comparadas com sementes não condicionadas. As sementes não condicionadas apre- sentaram germinação mais rápida. O atraso da germi- nação, após o condicionamento osmótico, pode signi- ficar perda de vigor ou ainda, segundo Lanteri et al. (1998), falhas no mecanismo de reparo que atua no processo de deterioração das sementes.
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Disponibilidade hídrica do substrato e teor de água da semente na germinação de niger1.

Disponibilidade hídrica do substrato e teor de água da semente na germinação de niger1.

O niger é uma espécie oleaginosa cujo cultivo encontra- se em expansão, porém, com poucas informações sobre os efeitos de condições adversas, durante a fase de estabelecimento de plântulas. Objetivou-se avaliar os efeitos da disponibilidade hídrica do substrato e do teor de água da semente na germinação de niger. As sementes foram umedecidas pelo método da atmosfera úmida por 0; 24; 48; e 72 horas, obtendo-se os teores de água de 7,0 %; 12,8 %; 16,8 %; e 32,2 %. A semeadura foi feita em substrato umedecido com soluções de PEG 6000, com os seguintes potenciais osmóticos: 0,0 Mpa (controle); -0,1 Mpa; -0,2 Mpa; -0,3 Mpa; e -0,4 Mpa. Utilizou-se delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 x 5 (teores de água x potenciais osmóticos), com quatro repetições de 50 sementes. Avaliou-se a primeira contagem, porcentagem de germinação, índice de velocidade e tempo médio de germinação, comprimento da parte aérea e das raízes e massa seca de plântulas. À medida que há redução no potencial hídrico do substrato, a germinação de sementes e o crescimento de plântulas de niger diminuem, independentemente do teor de água, porém, com maior evidência em sementes com teores de água abaixo de 32,2 % e 12,8 %, respectivamente.
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Germinação de sementes e crescimento de plântulas de cultivares de milho-pipoca submetidas ao estresse hídrico e salino.

Germinação de sementes e crescimento de plântulas de cultivares de milho-pipoca submetidas ao estresse hídrico e salino.

Pode-se inferir que, assim como as demais culturas, o milho-pipoca também está sujeito a condições adversas no campo, podendo apresentar fatores limitantes ao seu desenvolvimento. A água é um dos fatores que mais influencia o processo de germinação das sementes. Da absorção de água resulta a reidratação dos tecidos, com a conseqüente intensificação da respiração e de todas as demais atividades metabólicas que culminam com o fornecimento de energia e de nutrientes necessários para a retomada do crescimento do eixo embrionário (Carvalho e Nakagawa, 2000). Potenciais hídricos muitos negativos, especialmente no início da embebição, influenciam a absorção de água, podendo inviabilizar a seqüência dos eventos relacionados ao processo germinativo das sementes (Bansal et al., 1980).
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Caracterização e germinação de sementes de Aegiphyla sellowiana Cham.

Caracterização e germinação de sementes de Aegiphyla sellowiana Cham.

RESUMO - Aegiphyla sellowiana Cham. (Verbenaceae) é conhecida popularmente como tamanqueiro, pau-de-tamanco, minura entre outros nomes e, como se trata de uma espécie característica dos estádios iniciais da sucessão ecológica é recomendada para o plantio visando a recuperação de áreas degradadas. Devido à carência de informações sobre essa espécie, este estudo teve como objetivos detalhar a estrutura morfológica da semente. Foram efetuadas descrições estruturais externas e internas das sementes embebidas e das recém germinadas, sendo descritas e registradas as etapas do desenvolvimento pós- seminal e foi realizada ainda análise da composição química e curva de embebição das sementes. A semente de Aegiphyla sellowiana apresenta forma geométrica oblonga, com pouca variação biométrica. A germinação das sementes é hipogeal e as plântulas são criptocotiledonares. O componente celular encontrado em menor porcentagem ou concentração foi o estrato etéreo.
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