Top PDF Estrutura do capim-braquiária em relação à planta daninha.

Estrutura do capim-braquiária em relação à planta daninha.

Estrutura do capim-braquiária em relação à planta daninha.

No tocante à altura do pasto de capim-braquiária, maior valor ocorreu (p < 0,05) no local próximo da planta daninha em relação ao local distante (Figura 1). Esse resultado pode ser explicado pelo fato do joá- bravo ter estabelecido competição por luz com o capim-braquiária. No ambiente sombreado, conforme discutido anteriormente, uma das respostas da planta forrageira consiste no alongamento dos seus entrenós, o que resulta em maior altura da planta (Figura 1). Esse padrão de reposta está em consonância com o observado por Gobbi et al. (2009) que verificaram aumento da altura das plantas de B. decumbens cv. Basilisk quando o nível de sombreamento elevou de 0 para 70%, indicando resposta morfológica adaptativa (plasticidade fenotípica) da B. decumbens.
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Estrutura do pasto de capim-braquiária com variação de alturas.

Estrutura do pasto de capim-braquiária com variação de alturas.

As áreas do piquete com plantas de maior altura apresentaram maior (P<0,05) massa de forragem total (Tabela 3). Isso era esperado, já que a altura do pasto pode ser utilizada como medida indireta da massa de forragem em pastos de gramíneas tropicais, e a relação entre essas variáveis é, em geral, linear e positiva (Pedreira, 2002). De fato, Molan (2004) também verificou massas de forragem crescentes com a altura do pasto de capim-marandu manejado sob lotação contínua com bovinos. Em trabalho de Molan (2004), esse autor estudou quatro alturas médias do pasto (10, 20, 30 e 40 cm), enquanto neste trabalho, avaliaram-se áreas com os mesmos valores de altura dentro de um único pasto manejado com altura média de 25 cm. O aumento da massa de forragem total com a altura do pasto decorre da elevação, concomitante, das massas de todos os componentes morfológicos da forrageira que constituem a forragem total.
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Estrutura do capim-braquiária durante o diferimento da pastagem

Estrutura do capim-braquiária durante o diferimento da pastagem

Por outro lado, a adoção de um menor período de diferimento do pasto pode também contribuir para a melhoria do valor nutritivo da forragem diferida, pois é possível aumentar a participação dos PV na densidade populacional de perfilhos do pasto (SANTOS et al., 2009b). Essa assertiva fundamenta-se no fato do PV constituir-se a categoria de perfilho de melhor composição morfológica (SANTOS et al., 2009a) e de melhor valor nutritivo (SANTOS et al., 2010) no pasto diferido. Em verdade, de acordo com Santos et al. (2009b), os perfilhos vegetativos possuem, em média, maior percentual de folha viva e menores percentuais de colmo vivo e folha morta em relação aos perfilhos reprodutivos dos pastos diferidos de B. decumbens.
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Rebrotação na primavera de pastos de capim-braquiária diferidos

Rebrotação na primavera de pastos de capim-braquiária diferidos

Com relação às variáveis avaliadas, que não foram influenciadas pela suplementação utilizada no inverno, pode-se justificar este padrão de resposta pelas condições ambientais (temperatura e pluviosidade) favoráveis a partir do início do outono, o que resultou em estímulo à rebrotação (SANTOS, 2012). Essa rebrotação certamente alterou em curto período a estrutura dos pastos, uma vez que o manejo do pasto foi o mesmo, ou seja, todos os pastos forma mantidos a 25 cm. Segundo Lemaire e Chapman (1996), variações nas caracerísticas morfogênicas e estruturais estão relacionadas principalmente às condições ambientais de crescimento (luminosidade, temperatura e fotoperíodo) e de manejo. E, de acordo com Langer (1979), a produção de perfilhos é controlada além dessas características ambientais pelo estádio de desenvolvimento da planta (reprodutivo ou vegetativo).
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Pastagens de capim-braquiária em sistema silvipastoril com eucalipto

Pastagens de capim-braquiária em sistema silvipastoril com eucalipto

Objetivou-se com este trabalho avaliar a influência do arranjo de plantio do eucalipto no crescimento da Brachiaria decumbens (capim-braquiária). Os tratamentos foram constituídos de seis arranjos de plantio do eucalipto em consórcio com capim-braquiária em fatorial 2x3+1, correspondendorespectivamente a dois espaçamentos (2 e 4 m) entre as plantas e três espaçamentos entre as linhas (6, 8 e 10 m) e mais um controle (capim- braquiária em monocultivo).O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com três repetições. Os valores de produção de massa seca da forragem, densidade populacional de perfilhos e relação lâmina:colmo foram agrupados em função da idade do eucalipto e das estações do ano e comparados dentro de cada período. O componente arbóreo (dos 12 aos 16 meses após o plantio) não influenciou as características estudadas do pasto no período de verão-outono. Não houve efeito dos espaçamentos entre plantas de eucalipto até os 24 meses de plantio. Por outro lado, os espaçamentos entre as linhas de plantio de eucalipto influenciaram as características produtivas e morfológicas do capim- braquiária no período de outono-inverno (dos 16 aos 20 meses após o plantio). Nesse período, a produção de massa seca do capim-braquiária no espaçamento de 10 m foi superior à do espaçamento 8 m, que por sua vez, foi superior aos tratamentos de 6 m entre as linhas de plantio e monocultivo. O sombreamento em sistema silvipastoril com B. decumbens altera a estrutura do pasto, aumentando a proporção de lâminas foliares em
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Características morfogênicas e estruturais dos pastos e desempenho de novilhos em capim-braquiária sob diferentes alturas

Características morfogênicas e estruturais dos pastos e desempenho de novilhos em capim-braquiária sob diferentes alturas

RESUMO – Propôs-se avaliar a influência das alturas dos pastos sobre a estrutura do capim-braquiária e sua relação com o padrão de desfolhação e desempenho de novilhos. Os tratamentos constituíram de quatro alturas dos pastos (10, 20, 30 ou 40 cm), em delineamento experimental inteiramente casualizado, com duas repetições. O método de pastejo adotado foi o de lotação contínua, com taxa de lotação variável, mantendo-se dois animais-teste por piquete durante o período experimental com adição e retirada de animais de equilíbrio para manter as alturas dos pastos constantes, as quais foram medidas três vezes por semana, em 50 pontos por piquete. A disponibilidade de matéria seca total, de matéria seca verde, de colmo, de lâminas foliares e material morto, a porcentagem de colmo, intensidade e intervalo de desfolhação aumentaram com as alturas dos pastos. A densidade de forragem e porcentagem de lâminas foliares decresceram com as alturas dos pastos. O consumo de forragem apresentou resposta linear e cúbica, respectivamente, no primeiro e no segundo ano, em função das alturas dos pastos. Para a taxa de lotação, observou-se efeito cúbico das alturas dos pastos nas duas épocas avaliadas. A produtividade por área decresceu linearmente e teve resposta quadrática para as alturas dos pastos, no primeiro e segundo ano, respectivamente. Pasto de B. decumbens, em lotação contínua, com aproximadamente16 cm proporciona maior taxa de lotação e pasto entre 18 e 23 cm resulta em maior produtividade por área.
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Consórcio capim-braquiária com milho ou soja: Produção e composição químico-bromatológica das silagens

Consórcio capim-braquiária com milho ou soja: Produção e composição químico-bromatológica das silagens

Como citado, para a planta produzir boa silagem, algumas premissas devem ser respeitadas. A capacidade de fermentação da planta forrageira é definida como a relação entre o teor de carboidratos solúveis e os teores de umidade e poder tampão presentes em sua composição. Capins tropicais apresentam baixos teores de carboidratos solúveis e elevados teores de umidade. Portanto para se obter silagens de boa qualidade e para reduzir as perdas de material durante o processo de ensilagem, as restrições quanto a umidade e carboidratos solúveis devem se corrigidas por meio de aditivos que promovam o aumento do teor de matéria seca e/ou de carboidratos solúveis. Isso resulta em aceleração da fermentação inicial fazendo com que o pH apresente declínio mais acentuado levando a estabilização mais rápida do material, melhor conservando suas propriedades nutricionais (Nussio, 2001).
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Manejo da Planta Daninha Brachiaria plantaginea Resistente aos herbicidas Inibidores da ACCase.

Manejo da Planta Daninha Brachiaria plantaginea Resistente aos herbicidas Inibidores da ACCase.

As diferenças observadas aos 7 DAT (Tabela 4) desapareceram aos 14 DAT (Tabela 5). Dessa forma, verifica-se que o fluazifop apresentou efeito de controle mais lento que o dos demais produtos, mas o controle final foi o mesmo. Conclui-se, em relação aos aditivos, que sua adição à calda não melhorou a ativida- de dos herbicidas, em nenhum dos biótipos. Assim, o uso de sulfato de amônio ou uréia como forma de incremento da atividade desses herbicidas não é uma alternativa para manejo de resistência. Essas conclusões são confirma- das quando as Tabelas 4 e 5 são analisadas em conjunto. Nestas tabelas fica comprovada a resistência do biótipo de capim-marmelada estudado e confirmada que esta resistência é cruzada aos herbicidas inibidores da ACCase, pertencentes aos grupos químicos dos ariloxi- fenoxipropionicos (fluazifop e fenoxaprop) e cicloexanodionas (sethoxydim).
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Capacidade de absorção de nutrientes do capim-mMarandu (Brachiaria brizantha) e da planta daninha malva (Urena lobata) em função do pH.

Capacidade de absorção de nutrientes do capim-mMarandu (Brachiaria brizantha) e da planta daninha malva (Urena lobata) em função do pH.

Efeitos sobre o desenvolvimento das plantas O capim-marandu e a malva responderam diferentemente à variação do pH da solução nutritiva na faixa de 3,5 a 6,5, em relação à produção de matéria seca tanto da parte aérea (Figura 1A) como das raízes (Figura 1B). Para o capim-marandu, a produção de matéria seca das duas frações da planta esteve positiva- mente associada ao aumento do pH da solução, sendo os valores máximo e mínimo obtidos a pH 6,5 e 3,5, respectivamente. A passagem do pH de 3,5 para 6,5 propiciou acréscimo da ordem de 85,6% na produção de matéria seca da parte aérea e de 239,0% na das raízes do capim-marandu, evidenciando que as raízes dessa gramínea forrageira foram mais sensíveis aos valores de pH baixos do que a parte aérea. Esses efeitos não deixam de ser surpreen- dentes, levando-se em conta que essa gramínea forrageira tem sido apresentada como de boa adaptabilidade às condições de solo ácido dos trópicos (Rasmo et al., 1997; Ruiz et al., 1995). Ao contrário dos efeitos observados sobre o capim-marandu, a produção de matéria seca da parte aérea (Figura 1A) e das raízes (Figura 1B) da malva não foi alterada pela variação do pH da solução nutritiva, revelando que esta espécie tem a mesma habilidade para vegetar em condições onde o pH do meio varie de 3,5 a 6,5.
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Modelos empíricos de predição de perdas de rendimento da cultura de feijão em convivência com Brachiaria plantaginea.

Modelos empíricos de predição de perdas de rendimento da cultura de feijão em convivência com Brachiaria plantaginea.

Determinou-se a perda de rendimento de grãos de feijão devido à convivência com o capim-marmelada, em várias densidades, si- mulando-se épocas relativas entre a emergên- cia da planta daninha e a da cultura por meio de diferentes épocas de semeadura da planta daninha, em relação à data de semeadura da cultura. Os valores de perda de rendimento observados foram comparados a valores de perda preditos com o uso de modelos empíricos. O experimento foi delineado em blocos ao acaso e os tratamentos, em parcelas subdivi- didas, com três repetições. O tratamento de parcelas foi a época de semeadura da planta daninha e o de subparcelas, a densidade desta. As épocas de semeadura foram: oito dias antes da semeadura da cultura (DAS), no dia da semeadura da cultura e cinco e dez dias depois da semeadura da cultura (DDS). As densidades da planta daninha foram de 0, 25, 50, 100 e 200 plantas m -2 . As subparcelas mediam
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Espécies forrageiras para produção de leite em solos de várzea.

Espécies forrageiras para produção de leite em solos de várzea.

e da adubação fosfatada do solo. Conforme descrito na metodologia, o controle com herbicida foi feito nos pastos de capim-humidícola e capim-tangola, no entanto, o capim- tangola estabeleceu-se mais rapidamente, diminuindo a incidência de plantas invasoras e de outras forrageiras em relação ao capim-humidícola. Esses resultados corroboram a afirmação de Kalmbacher et al. (1997) de que a gramínea Paspalum atratum cv. Suerte teve rápido estabelecimento e alta persistência e competitividade, principalmente quando manejado com taxas de lotação inferior a 3,3 UA/ha. Por outro lado, a maior presença de invasoras no capim- humidícola, atribuída a sua lenta formação, corrobora o trabalho de Silva & Dias-Filho (2001), em que o banco de sementes de invasoras em pastos de Brachiaria humidicola foi dez vezes maior que o de B. brizantha na região Amazônica, fato atribuído pelos autores à sua lenta formação. A interação entre espécie forrageira e período experimental foi significativa (P<0,10) sobre a cobertura do solo pelas plantas forrageiras. O capim-pojuca foi a gramínea que apresentou menor cobertura do solo nos dois períodos experimentais (Tabela 4). Houve aumento da cobertura do solo nesses pastos com o avanço do período experimental. O capim-pojuca foi a única espécie testada com hábito de crescimento cespitoso, o que justifica a resposta obtida para cobertura do solo, pois esse tipo de crescimento é caracterizado pela formação de touceiras definidas e áreas sem a presença da planta forrageira. As três espécies apresentaram aumento da cobertura vegetal com o decorrer do experimento, o que mostra que a pressão de pastejo adotada não comprometeu o estande. No caso do capim- pojuca, houve aumento significativo (P<0,10) da cobertura, de quase 15 pontos percentuais do verão para a transição chuva/seca. Provavelmente esse aumento é decorrente do manejo adotado. Sob pastejo contínuo o controle do pastejo é menos preciso e, particularmente no caso do capim- pojuca, observou-se o pastejo em mosaico já mencionado. Na tentativa de controlar o pastejo, elevou-se a taxa de lotação, com redução na altura do dossel (Tabela 1). Concomitantemente outras alterações na estrutura do dossel ocorrem, como redução na relação tamanho/densidade de perfilhos (Sbrissia & Da Silva, 2008). Cunha et al. (2001)
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Estrutura do capim-braquiária em locais de um mesmo pasto com três intensidades de pastejo

Estrutura do capim-braquiária em locais de um mesmo pasto com três intensidades de pastejo

RESUMO. Objetivou-se avaliar a estrutura da Brachiaria decumbens cv. Basilisk em locais do mesmo pasto com intensidades de pastejo variáveis (subpastejado, pastejo adequado e sobrepastejado). Os pastos foram manejados com bovinos de 200 kg sob lotação contínua e taxa de lotação variável para manter sua altura em 25 cm. O delineamento em blocos ao acaso, com três repetições, foi utilizado. As alturas do pasto (38,0 cm) e da planta estendida (85,2 cm) foram maiores no local subpastejado. O índice de tombamento foi menor no local com pastejo adequado (1,28). No local subpastejado, as massas de lâmina foliar verde (3442 kg ha -1 de MS), colmo
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Crescimento e nutrição mineral de capim-braquiária.

Crescimento e nutrição mineral de capim-braquiária.

RESUMO - Brachiaria decumbens, vulgarmente conhecida por capim-braquiária, é considerada uma importante planta daninha, muito agressiva e de difícil controle em áreas onde foi introduzida como forrageira e posteriormente tornou-se lavoura. Com o objetivo de estudar a produção de massa seca, a distribuição e o acúmulo de macronutrientes em plantas de capim-braquiária, foi conduzido o presente trabalho em casa de vegetação. As plantas foram cultivadas em vasos preenchidos com areia de rio lavada e peneiradas e irrigadas diariamente com solução nutritiva completa de Hoagland & Arnon a 50% da concentração original. A primeira avaliação foi realizada aos 20 dias após a emergência (DAE), e as seguintes, em intervalos de 14 dias. Foi determinada a massa seca das diferentes partes da planta. O material foi moído e analisado quanto aos teores de macronutrientes. Os resultados indicaram que a planta apresentou crescimento durante toda a fase experimental. O maior acúmulo ocorreu aos 160 DAE, sendo de 38,27 g planta -1 de massa seca. Aos 160 DAE, cerca
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Nitrogênio e enxofre na implantação do capim-Marandu em substituição ao capim-Braquiária...

Nitrogênio e enxofre na implantação do capim-Marandu em substituição ao capim-Braquiária...

A deficiência de nitrogênio tem sido apontada como uma das principais causas da degradação de pastagens, mas o suprimento de enxofre também é relevante nessa situação. Objetivou-se avaliar os efeitos das combinações entre doses de nitrogênio e de enxofre em características produtivas, fisiológicas e nutricionais da planta e nos atributos químicos do solo, na implantação do capim-Marandu (Brachiaria brizantha cv. Marandu) em Neossolo Quartzarenico proveniente de área de capim-Braquiária (Brachiaria decumbens) em degradação, com baixo teor de matéria orgânica. O experimento foi conduzido em casa-de-vegetação, em Piracicaba, Estado de São Paulo, no período de dezembro de 2004 a abril de 2005. Utilizou-se esquema fatorial 5 2 fracionado, com 13 combinações para as doses de nitrogênio e enxofre, em mg dm -3 : 0-0; 0-20; 0-40; 100-10; 100-30; 200-0; 200-20; 200-40; 300-10; 300-30; 400-0; 400- 20 e 400-40, as quais foram distribuídas em delineamento estatístico de blocos ao acaso, com quatro repetições. Foram realizados três cortes nas plantas e a cada corte era coletada uma amostra de solo de cada unidade experimental. Após o terceiro corte as raízes foram separadas do solo e tiveram o comprimento e a superfície avaliados. Os resultados demonstraram que o fornecimento de nitrogênio foi fundamental para o crescimento inicial e adequado estabelecimento do capim-Marandu. Quando o nitrogênio foi fornecido em altas doses foi necessário cuidar do fornecimento de enxofre para a maximização da produção do capim- Marandu, bem como para o valor SPAD, a concentração de nitrogênio e de enxofre nas lâminas de folhas recém-expandidas e parte aérea e para a relação N:S na parte aérea. O valor SPAD refletiu diretamente a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas do capim. O nitrogênio foi determinante para a maximização da massa seca de raízes, do comprimento do sistema radicular, da relação nitrogênio e enxofre no sistema radicular do capim- Marandu e dos teores de nitrato e amônio no solo suportando o capim-Marandu. A aplicação de enxofre proporcionou aumento da concentração de enxofre na parte aérea e no sistema radicular do capim, e dos teores de sulfato e enxofre total no solo com a presença do capim. A relação adequada entre as doses de nitrogênio e de enxofre para a maximização das características produtivas do capim-Marandu esteve no intervalo entre doses de 8:1 a 11:1.
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Recuperação de pasto de capim-braquiária com correção e adubação de solo e estabelecimento de leguminosas.

Recuperação de pasto de capim-braquiária com correção e adubação de solo e estabelecimento de leguminosas.

Durante todo o experimento, independentemente da época de avaliação, o acúmulo médio anual de forragem foi elevado (Tabela 4), e aumentou em relação aos dados observados em 2006, durante período anterior de avaliação deste mesmo experimento (VOLPE et al., 2008). Pois, tendo em vista de que se trata de continuidade do experimento, foi verificado que nas avaliações atuais houve evolução satisfatória dos consórcios com o tempo. Este resultado foi obtido, principalmente, através da ressemeadura de algumas leguminosas (estilo CG; mix soja perene, mix araquis ), em 2008, com melhor manejo de implantação, e a persistência e/ou sucesso de implantação de outras, desde o início (2004).
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Métodos de manejo de aveia preta para evitar sua ressurgência como planta daninha em trigo.

Métodos de manejo de aveia preta para evitar sua ressurgência como planta daninha em trigo.

dessecação, a cultura de trigo foi totalmente dominada pelas plantas espontâneas de aveia, resultantes dos métodos de manejo aplicados no inverno anterior. Métodos de manejo da aveia exclusivamente mecânicos, em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, pode transformar essa espécie em planta daninha, nos cultivos de inverno subsequentes. Esse problema é evitado com dessecação até a antese, pois, depois desse estádio, nenhum método de manejo testado foi capaz de evitar a maturação fisiológica de sementes de aveia, tornando essa espécie uma planta daninha potencial para as safras de inverno subsequentes e obrigando a dessecação das plantas emergidas antes da semeadura de culturas comerciais.
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Perdas de forragem em capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq cv. Tanzania-1) manejado sob diferentes alturas sob pastejo.

Perdas de forragem em capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq cv. Tanzania-1) manejado sob diferentes alturas sob pastejo.

Na Tabela 1 são apresentadas as variáveis taxa de acúmulo e acumulação de liteira, as quais não apresentaram relação significativa (P>0,05) com os diferentes níveis de altura estudados. A taxa de acúmulo variou de 24 a 89 kg/ha/dia de MS e a acumulação de liteira, de 1351 a 4960 kg/ha de MS para as alturas de 72,6 e 80,0 cm, respectivamente. Aparentemente, não há explicação óbvia para a falta de resposta da taxa de acúmulo de liteira com o aumento da altura. No entanto, a variabilidade verificada neste tipo de estimativa (DAVIES, 1993) e o efeito do pisoteio e, principalmente, das condições de umidade que determinam um microclima, favorável ou não, para o aumento da decomposição da liteira por organismos decompositores podem explicar esse fato. Sabe-se que, à medida que a altura ou biomassa de forragem se eleva, aumenta também a heterogeneidade espacial destes atributos, devido principalmente às diferenças impostas pelos pa-
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Morfofisiologia de plantas de milho em competição com picão-preto e trapoeraba submetidas a roçada .

Morfofisiologia de plantas de milho em competição com picão-preto e trapoeraba submetidas a roçada .

Na Tabela 5, verifica-se que o único tra- tamento que alterou a razão parte aérea/ sistema radicular e razão de massa radicular do milho foi aquele em que se empregou o milho em competição com B. pilosa sem o uso de roçada. Essa planta daninha não interferiu no acúmulo de massa seca total (parte área + sistema radicular) da planta de milho quando comparado ao milho testemunha, porém alterou o equilíbrio funcional da alocação de biomassa das plantas, reduzindo a razão parte aérea/sistema radicular, ou seja, menor razão de massa foliar e maior razão de massa radicular. De acordo com Cahill Jr. (2003), essas diferenças possivelmente se devem à maior alocação de fotoassimilados para as raízes e, consequentemente, maior alocação de massa seca radicular. Essa é uma tentativa da planta em investir em determinado com- partimento, devido à maior carência de recurso (Poorter & Nagel, 2000). Segundo Procópio et al. (2004), a planta daninha B. pilosa apresenta alta capacidade de absorção e conversão de nitrogênio em biomassa, causando limitação de recursos no solo para as plantas de milho, o que favorece o crescimento radicular para a maior exploração do solo.
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Alguns Aspectos Biológicos da Planta Daninha Lesser Celandine (Ranunculus ficaria)

Alguns Aspectos Biológicos da Planta Daninha Lesser Celandine (Ranunculus ficaria)

RESUMO - Celidônia, pertencente à família Ranunculaceae, é uma planta invasora perene com raiz tuberosa. Os tubérculos são o meio de reprodução e dispersão mais importante. Nos últimos anos, essa espécie começou a invadir lavouras de trigo no oeste do Irã, principalmente na província de Lorestan. Experimentos foram conduzidos para determinar as temperaturas limítrofes e estudar os efeitos de pré-resfriamento, flutuações de temperatura, tamanhos de tubérculos, congelamento e dessecação sobre a germinação de tubérculos, bem como da profundidade de plantio sobre a brotação de tubérculos. Os resultados mostraram que a maior porcentagem de germinação ocorreu quando os tubérculos foram armazenados por mais de duas semanas a 4 ou 8 o C. A temperatura ótima para
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Habilidade competitiva relativa de milhã em convivência com arroz irrigado e soja.

Habilidade competitiva relativa de milhã em convivência com arroz irrigado e soja.

Comparando‑se a AF produzida e o acúmulo de MMSPA para cada proporção da associação (25, 50 e 75%), com as obtidas na respectiva monocultura (100%), constatou‑se que a competição intraespecíica para a soja foi mais severa, enquanto para milhã a competição interespecíica foi mais importante (Tabela 3). Constataram‑se as maiores médias de AF e MMSPA por planta de soja, quando esta se encontrava em menor proporção na mistura (25% de soja). Para milhã, quanto maior foi sua proporção na mistura, maior a produção de AF e MMSPA por planta, pois, em todas as proporções de milhã com soja, a produção destas variáveis diminuiu em relação ao monocultivo de milhã. Resultados semelhantes evidenciaram que, para a cultura do feijão, houve competição intraespecíica e mínima competição interespecíica com papuã (Passini et al., 2003). Neste caso, o efeito da cultura sobre a planta daninha foi maior do que o efeito competitivo entre as plantas de papuã.
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