Top PDF Estudo da alteração antrópica (hemerobia) da bacia hidrográfica do Rio Mourão - PR

Estudo da alteração antrópica (hemerobia) da bacia hidrográfica do Rio Mourão - PR

Estudo da alteração antrópica (hemerobia) da bacia hidrográfica do Rio Mourão - PR

As transformações da paisagem desenvolvidas por atividades antrópicas podem ocasionar impactos ambientais como desequilíbrio de ecossistemas, erosão de solos e assoreamento de rios. Diante disso torna-se necessário considerar a pressão que o uso da terra promove sobre os elementos naturais, para posteriormente, analisar quais são os impactos que as modificações podem causar. Uma das ferramentas para verificar a pressão das ações do ser humano na paisagem se dá a partir do conceito de hemerobia. Neste sentido, o trabalho tem como objetivo a definição de graus de dependência energética e tecnológica (hemerobia) da bacia hidrográfica do rio MourãoPR, visando auxiliar o planejamento de ações para diminuir os riscos e impactos ambientais da paisagem em relação ao solo e à água. Para isso, o trabalho contou com os seguintes procedimentos metodológicos: caracterização da área de estudo, levantamento de dados e informações sobre o uso do solo, classificação e quantificação dos graus de hemerobia utilizando a proposta de Kröker (2008), e correlação da hemerobia com o tema conservação da natureza. Os graus foram classificados por hemerobia mínima, muito baixa, baixa, média, alta, muito alta e máxima. Após a definição dos graus, foi feita a classificação da paisagem da bacia, conforme as unidades de paisagem definidas por Scipioni (2014), sendo que a unidade de paisagem 1 possui maior representação pelo grau médio, tendo uma relação direta entre tipo de uso do solo com características do relevo. A unidade 2 possui todos os graus de hemerobia, se destacando o grau médio. A unidade de paisagem 3 possui maior representação em relação às outras unidades em todos os graus de hemerobia, sendo que o grau muito alto, alto e máximo foram classificados devido a presença da área urbana do município de Campo Mourão-PR. Já a unidade 4 não possui hemerobia máxima, sendo o grau médio o mais representativo. Através da análise quantitativa dos graus de hemerobia na paisagem da bacia hidrográfica do rio Mourão, foi possível observar que 85,26% da bacia hidrográfica do rio Mourão apresentam grau médio, composto por áreas utilizadas para agricultura, pecuária, solo exposto e áreas preparadas para futuras construções civis e 7,81% representa o grau mínimo utilizado por Unidades de Conservação, APP’s e fragmentos florestais. A classificação dos graus de hemerobia auxilia para que planejamentos ambientais possam ser desenvolvidos, tendo em vista a identificação de quais são as maiores modificações na paisagem, bem como sua localização.
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Estudo da descarga de sedimentos transportados em três rios da bacia hidrográfica do Rio Mourão

Estudo da descarga de sedimentos transportados em três rios da bacia hidrográfica do Rio Mourão

Para as analises de sólidos totais, foram coletadas amostras de água em cada seção de amostragem nas mesmas datas de medição de vazão, realizando a análise logo após a chegada de campo, para a amostra não sofrer nenhum tipo de alteração. Os ensaios de sólidos totais foram realizados de acordo com Rice et al.,(2012), onde as análises serão feitas no laboratório, de solos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Câmpus Campo Mourão - PR.

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Estudos do transporte de sedimentos na bacia hidrográfica Rio do Campo, Campo Mourão-PR

Estudos do transporte de sedimentos na bacia hidrográfica Rio do Campo, Campo Mourão-PR

suspensa, foram utilizados os métodos de Einstein (1942) com Peter-Meyer, Duboys e Zeller (1963), Yang (1973) e Righetto (1998), além de estimá-las experimentalmente e, as descargas de fundo foram calculadas a partir dos métodos de Einstein (1942) com Peter-Meyer e Duboys e Zeller (1963). O valor médio encontrado para a descarga de fundo na seção principal foi de 0,249 Kg/s. Quando aferida a descarga em suspensão teórica, o valor médio encontrado para a mesma seção foi de 0,285 Kg/s e 0,117 Kg/s para a descarga suspensa experimental. Este trabalho descartou as vazões de pico devido ao tempo insuficiente para o estudo, obtendo-se uma vida útil de 26 anos para o assoreamento total do reservatório. Para diminuir a concentração da descarga sólida dentro do mesmo, foi sugerida a implantação de chicanas e ilhas ao longo do lago.
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Degradação ambiental e qualidade da água em bacia hidrográfica de abastecimento público: rio Timbú - PR

Degradação ambiental e qualidade da água em bacia hidrográfica de abastecimento público: rio Timbú - PR

Vale salientar o papel indicativo das análises de água, devido à velocidade de escoamento dos rios, suas características podem mudar com grande rapidez, isso torna duvidoso um estudo embasado somente em analises de laboratório, esses resultados fornecem um panorama da qualidade somente do momento em que foi coletada não podendo ser utilizados para definir a qualidade do manancial. Isso não invalida a importância desses dados somente destaca a relevância de uma análise conjunta com os demais fatores de uso e ocupação.

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A influência do sistema Faxinal no Estado Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Sete Saltos - PR

A influência do sistema Faxinal no Estado Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Sete Saltos - PR

Sedimentos Recentes (Holoceno): Sedimentos de deposição fluvial (aluviões), com areias, siltes, argilas e cascalhos, depositados em canais, barras e planícies de inundação. Aluviões indiferenciadas (areias, argilas e cascalhos) distribuídas em duas áreas próximas da foz do rio Sete Saltos. Granito Três Córregos (Proterozóico Superior): Granitóides Orientados, Suíte Porfiróide e Granito Lajeado, elemento de maior ocorrência na área da bacia. Formação Água Clara (Proterozóico Médio): Fácies vulcano-sedimentar (São Silvestre), quartzo-mica xistos (Biotita, clorita, muscovita), quartzitos, metamargas, mármores impuros, metandesitos, metatufitos básicos, metabasitos e xistos manganesíferos, encontrada na região Oeste da bacia, no sentido Norte Sul.
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Suscetibilidade de enchentes a partir da análise das variáveis morfométricas na bacia hidrográfica do Rio Alegria/pr

Suscetibilidade de enchentes a partir da análise das variáveis morfométricas na bacia hidrográfica do Rio Alegria/pr

The purpose of this study was to analyze the urban catchments of the Municipality of Mediatrix as the natural inclination for the occurrence of floods, considering the morphology of the basins. The analysis focused on six tributaries of the Rio Alegria and the entire basin that includes the upper part of the river because these drainage areas have great influence on the local water behavior. To make the map material was used ArcGIS 10.1 software. With the analysis of the study is concluded that the bowls that have greater natural propensity to occurrence of problems with flooding are the watersheds of Sanga Tanager, the washerwoman and Polish respectively. These catchments need more attention of government to present more likely the occurrence of floods.
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Mapeamento multitemporal do uso do solo da bacia hidrográfica do rio Alegria no município de Medianeira - PR

Mapeamento multitemporal do uso do solo da bacia hidrográfica do rio Alegria no município de Medianeira - PR

No Brasil o geoprocessamento foi introduzido no início dos anos 1980 a partir da divulgação e formação de pessoal realizada por Jorge Xavier da Silva professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1982 a vinda do Dr. Roger Tomlinson criador do primeiro SIG (Canadian Geographical Information System) estimulou a formação de vários grupos interessados em desenvolver tecnologia, dentre elas o SAGA (Sistema de Análise Geo-ambiental), MaxiDATA (Sistema para automatização de dados cartográficos), seguido do MaxiCAD (usado em aplicações de mapeamento por computador), SAGRE (Sistema Automatizado de Gerência de Rede Externa). Em 1984 o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Meteorológicas) estabeleceu a Divisão de Processamento de Imagens (DPI) grupo específico para o desenvolvimento de tecnologia em geoprocessamento e sensoriamento remoto. Este grupo desenvolveu o SITIM (Sistema de Tratamento de Imagens) e o SGI (Sistema de Informações Geográficas) para ambientes PC/DOS, e em 1991 o SPRING (Sistema para Processamento de Informações Geográficas) que unifica o tratamento de imagens de Sensoriamento Remoto, Mapas Temáticos, Mapas Cadastrais, Redes e Modelos Numéricos de Terreno (CÂMARA et al, 2001).
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Mapeamento digital de solos por meio de índices de relevo na Bacia Hidrográfica do Rio do Lontra, PR

Mapeamento digital de solos por meio de índices de relevo na Bacia Hidrográfica do Rio do Lontra, PR

Mapas de solos com elevado nível de detalhamento e precisão, tanto para o Brasil como para o estado do Paraná, são escassos devido ao elevado custo, tempo e técnicos treinados para sua confecção, resultando na falta de informação sobre as características dos solos.Com o surgimento do mapeamento digital de solos e a disseminação dessa nova metodologia, os levantamentos passaram a fornecer informações de maior qualidade, precisão e detalhamento para diversas finalidades. Com mais informações e de maior qualidade sobre este recurso de extrema relevância para diversas políticas (desenvolvimento agrícola, conservação do solo e da água, diversificação de produção, etc.) podem ser elaboradas com maior segurança. O estudo tem como objetivo realizar o mapeamento digital de solos por meio de índices de representação do relevo e identificação das classes de solos e seus limites, fornecendo subsídios para o manejo da Bacia Hidrográfica do Rio do Lontra. A metodologia consiste na realização das seguintes etapas: 1) obtenção e organização da base de dados; 2) geração dos índices geomorfométricos; 3) geração do mapa com legenda preliminar; 4) verificação a campo utilizando a legenda preliminar e coleta de solos; 5) análises laboratoriais dos atributos do solo; 6) geração do mapa de classes de solos. O estudo mostrou que os índices de representação do relevo são efetivos na predição das classes de solos e seus limites, o GleissoloHáplico foi melhor caracterizado pelos índices TWI (12,52) e CNBL (0,8m),o índiceMRVBF foi bastante representativo para todas as classes estudadas, sendo recomendado para outros levantamentos.As classes de solo observadas na bacia do rio Lontra foramNitossolo Vermelho, representando 62% da área estudada, seguido de NeossoloRegolítico com 29,6%, GleissoloHáplico 5,3% e por fim Latossolo Vermelho com apenas 2,4%. O Nitossolo Vermelho e Neossolo Regolítico, juntos representam mais de 90% da área, deve se tomar atenção aos neossolos, estespodem ser utilizados desde que com muita atenção, utilizando sistemas de manejos mais complexos, seguindo a linha conservacionistas O mapa de classes de solos gerado fornece informações para tomada de decisão de gestores públicos quanto a áreas prioritárias de conservação de solos e preservação ambiental e condições para o manejo adequado de propriedades rurais.
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Monitoramento da qualidade da água da bacia hidrográfica do Rio Ligeiro no município de Pato Branco - PR

Monitoramento da qualidade da água da bacia hidrográfica do Rio Ligeiro no município de Pato Branco - PR

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Selecionar pontos de monitoramento PM de qualidade da água; - Realizar análises de parâmetros físicos temperatura, turbidez e sólidos totais, químicos potenci[r]

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Aspectos geomorfológicos da sub-bacia do Rio do Campo e a qualidade da água do lago municipal de Campo Mourão, PR

Aspectos geomorfológicos da sub-bacia do Rio do Campo e a qualidade da água do lago municipal de Campo Mourão, PR

Características naturais e antrópicas da bacia hidrográfica juntamente com comportamento hidrológico e as práticas de manejo são decisivos para influenciar a erosão e assoreamento em corpos hídricos e reservatórios. O mapeamento da sub- bacia do Rio do Campo apontou que a Geologia (Grupo Caiuá a montante com aproximadamente 26% da sub-bacia) e a Pedologia (Argissolo) aliadas a grande ocupação por agricultura temporária estão relacionadas ao assoreamento do reservatório localizado no Parque Municipal Joaquim Teodoro de Oliveira, Campo Mourão, PR. Também se verificou que a vegetação ciliar inadequada ao longo da sub-bacia facilita a entrada de sedimentos no reservatório. Durante a dragagem os parâmetros de qualidade da água como cor, turbidez, sólidos orgânicos e inorgânicos apresentaram as maiores concentrações, possivelmente pela exposição do sedimento, o mesmo foi observado no mês de outubro e pode ser associado a chuvas execessivas neste mês. O parâmetro cor ultrapassou os limites da Resolução CONAMA 357/05 em todas as amostras. O pH após o enchimento do reservatório chegou a 8,3 fato que pode ser associado a lixiviação do solo agrícola. O OD mostrou-se influenciado principalmente pela mudança da dinâmica do rio, em ambiente lótico se matenve dentro dos parâmetros estabelecidos na Resolução e em lêntico abaixo deste. Com relação aos coliformes termotolerantes, estes também ultrapassaram os limites desta Resolução. O mês de outubro, devido à pluviosidade, registrou as maiores concentrações de sólidos orgânicos e de colifórmes termotolerantes.
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Influência antrópica na adição de sais no trecho perenizado da bacia hidrográfica do Curu, Ceará

Influência antrópica na adição de sais no trecho perenizado da bacia hidrográfica do Curu, Ceará

As concentrações dos sais presentes nas águas apresentam uma estreita relação com as propriedades quí- micas das rochas e com os solos lavados durante os pro- cessos de escoamento superficial e de percolação das águas, sendo, dessa maneira, necessários estudos que verifiquem a possível contribuição da composição química desses constituintes nas águas da bacia como um todo, (Costa et al., 1982). A qualidade da água na bacia hidrográfica é, também, afetada pelos sais provenientes dos centros urbanos e de perímetros irrigados (Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos-COGERH, 1996; Gorayeb, 2004), além de aerossóis marinhos de acordo com Walter (1968), citado por Suassuna (2006). Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da ação antrópica e dos solos sobre a qualidade das águas ao longo do trecho perenizado na bacia hidrográfica do rio Curu-Ceará.
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Estudo da autodepuração do rio Jordão, localizado na bacia hidrográfica do rio Dourados.

Estudo da autodepuração do rio Jordão, localizado na bacia hidrográfica do rio Dourados.

O município de Araguari, localizado no Estado de Minas Gerais, com crescente urbanização associada à falta de planejamento, gera impactos pontuais e difusos no córrego Brejo Alegre, afluente do Rio Jordão. Com isso, os objetivos foram: avaliar a capacidade de autode- puração do Rio Jordão, considerando as contribuições reais do cór- rego Brejo Alegre no período de estiagem, e simular cenários de lan- çamentos de cargas poluidoras efluentes de estação de tratamento de esgoto (ETE), lançadas diretamente na confluência do córrego com o Rio Jordão para período crítico (vazão Q 7,10 ). Os resultados poderão contribuir ao melhor planejamento no desenvolvimento urbano do município de Araguari, objetivando sempre preservar a vida aquática e a capacidade de decomposição da matéria orgânica e dos nutrientes transportados até o curso de água.
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ESTUDO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ARAÚJO DE SÃO JOSÉ-SC

ESTUDO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ARAÚJO DE SÃO JOSÉ-SC

Os bairros situados nas proximidades do Rio Araújo são considerados valorizadas e consequentemente alvo de especulação imobiliária. A região trata-se de um centro urbano localizado próximo às principais vias de acesso das cidades que compõem a região metropolitana de Florianópolis, assim como à região norte e sul do estado, como se demonstra na Figura 3. O local possui ainda centros comerciais, hipermercados, grandes comércios, concessionárias de carros os principais bancos, revendedores e oficinas de carros, postos de combustíveis, restaurantes, farmácias, padarias, academias, colégios municipais, estaduais e particulares, hotéis, entre outros.
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Estudo da velocidade de infiltração básica (VIB) no solo da bacia do Rio Mourão

Estudo da velocidade de infiltração básica (VIB) no solo da bacia do Rio Mourão

Este estudo teve como objetivo a investigação da velocidade de infiltração básica (VIB) na bacia do Rio Mourão. A VIB foi determinada a partir de três repetições realizadas em três pontos nas quatro regiões pré-estabelecidas pelo plano de trabalho contemplado pelo projeto de CT Hidro da UTFPR. Os ensaios foram realizados segundo a metodologia do infiltrômetro de anéis concêntricos, utilizando- se ainda reservatórios adaptados. Das quatro regiões ensaiadas apenas uma apresentou uniformidade nos resultados dos três ensaios, sendo esta a região B (Barreiro das Frutas) que atingiu o valor de 5,10 mm/h nos três pontos de ensaio. Com os resultados não uniformes em três regiões chegou à conclusão que os tipos de solo não tem relação direta com as velocidades de infiltração destes, sendo necessário um número maior de análises e locais para avaliação da bacia.
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Geomorfometria da Bacia Hidrográfica do Rio Côa

Geomorfometria da Bacia Hidrográfica do Rio Côa

A correlação do declive do troço terminal do talvegue é de 0,63 com a integral do PL e de 0,55 com a IH. São valores modestos se considerarmos que a integral de uma curva está directamente relacionada com o valor da origem na ordenada e que a altitude mínima das bacias em análise corresponde à altitude da respectiva secção de referência. Por um lado, a distribuição espacial do declive daquele troço pode resultar de processos geomorfológicos relacionados com uma escala temporal reduzida relativamente ao tempo de formação dos principais contrastes geomorfológicos actuais, especificamente da diversidade de dissecação do terreno, pois corresponde a um troço pequeno, cuja forma pode estar geneticamente desligada da forma do canal para montante dele. A formação recente de terraços fluviais pouco acima do canal actual (e.g., bacia 9) em resposta à descida relativa do nível de base, ou capturas recentes por erosão regressiva de pequenos tributários (causa provável da morfologia do troço terminal da Ribeira Gaiteiros, bacia 16; ver figura 16), são dois exemplos da variedade de processos geomorfológicos fluviais que explicam a magnitude relativamente fraca da relação. Por outro lado, existe um enviesamento criado pela metodologia utilizada pois, o comprimento de 2,5km pode ser demasiado curto ou demasiado longo para traduzir o comportamento do troço terminal que tem mais significado para a interpretação do (des)ajuste do c.a. em análise; e porque em algumas bacias a secção de referência não corresponde à foz do c.a. principal, limitação ligada ao método de extracção das sub-bacias.
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A Análise Ambiental  Legal de uma Bacia Hidrográfica com o Recurso Fotográfico: O caso do Rio Bacacheri em Curitiba - PR.

A Análise Ambiental Legal de uma Bacia Hidrográfica com o Recurso Fotográfico: O caso do Rio Bacacheri em Curitiba - PR.

Inicialmente foi realizada a etapa da coleta de dados, onde foram realizados os levantamentos bibliográficos e a coleta de informações disponíveis da área a ser estudada. Foram realizadas também visitas aos órgãos públicos, responsáveis pelo monitoramento e a regulamentação da área em estudo, como: Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba,IPPUC, Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curitiba, SMMA e Instituto Ambiental do Paraná, IAP.Para a confecção e elaboração do trabalho, foi utilizada como principal referência as fotografias, as imagens obtidas serviram de parâmetro para a discussão dos aspectos relativos a legislação e práticas das esferas do poder público Foram percorridas as distancias entre a nascente do rio Bacacheri até a sua foz, considerando-se no trajeto os afluentes do rio, principalmente os rio Bacacheri-Mirim, Córrego Tarumã e Córrego Capão da Imbuia.
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Vascularização foliar e a identificação de espécies de Eugenia L. (Myrtaceae) da bacia hidrográfica do Rio Tibagi, PR.

Vascularização foliar e a identificação de espécies de Eugenia L. (Myrtaceae) da bacia hidrográfica do Rio Tibagi, PR.

RESUMO – (Vascularização foliar e identificação das espécies de Eugenia (Myrtaceae) da bacia hidrográfica do Rio Tibagi, PR). Com o objetivo de reconhecer caracteres vegetativos que auxiliem na identificação de Myrtaceae, foram estudadas as folhas de 17 espécies de Eugenia, presentes da bacia do Rio Tibagi, PR. Analisando os padrões de nervação das lâminas e as características da bainha perivascular, na região do pecíolo, foi possível separar essas espécies em três grupos distintos. O padrão camptódromo-broquidódromo ocorre em nove espécies; o acródromo em quatro espécies e, nas quatro restantes, observa-se um padrão misto. A bainha perivascular do pecíolo pode ser de natureza parenquimática, esclerenquimática ou mista. Elaborou-se uma chave de identificação usando esses caracteres vegetativos, demonstrando que eles podem, seguramente, auxiliar na identificação das espécies de Eugenia.
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Relação entre a ocupação do solo e o comportamento hidrológico da bacia hidrográfica do Rio Pequeno - São José dos Pinhais - PR

Relação entre a ocupação do solo e o comportamento hidrológico da bacia hidrográfica do Rio Pequeno - São José dos Pinhais - PR

A existência de macroporos (formados por atividade animal, raízes ou fissuras no solo) contribui bastante para uma boa taxa de infiltração, já que, em escoamentos laminares, a vazão é [r]

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Subsídios teóricos para gestão integrada de bacia hidrográfica e zona costeira: estudo de caso da bacia hidrográfica do rio Tramandaí/RS

Subsídios teóricos para gestão integrada de bacia hidrográfica e zona costeira: estudo de caso da bacia hidrográfica do rio Tramandaí/RS

Dentre as particularidades deste aspecto ressaltamos a participação social, por sua importância para eficácia do processo como um todo, uma vez que a aceitação e, portanto, a viabilidade das ações gerenciais dependem da decisão dos usuários direta ou indiretamente envolvidos. Outrossim, a importância da informação como ferramenta para qualificação dos indivíduos e da sociedade nos processo de planejamento e gestão, sobretudo nas tomadas de decisão. Por fim, e talvez com maior ênfase, o estabelecimento da Educação Ambiental - formal, não-formal e informal - como estratégia para a promoção da Gestão Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí e Zona Costeira contígua, uma vez que por meio dela pode-se resgatar e transmitir valores, promover mudanças de atitudes e comportamento, e levar à aquisição de habilidades - qualidades imprescindíveis ao êxito do processo proposto e o atingimento do Desenvolvimento Sustentável.
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Classificadores de SIG aplicados na análise temporal da bacia hidrográfica do Rio São Francisco Verdadeiro – Oeste do PR

Classificadores de SIG aplicados na análise temporal da bacia hidrográfica do Rio São Francisco Verdadeiro – Oeste do PR

As técnicas de geoprocessamento tornaram-se ferramentas indispensáveis na realização de estudos voltados à análise de uso e cobertura do solo de bacias hidrográficas. Utilizando-se de imagens de satélites, estes sistemas possibilitam a realização de levantamento de campo, com alto grau de precisão. Com base nisso, este trabalho tem como principal objetivo avaliar o desempenho de classificadores de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) aplicados na análise temporal da Bacia do rio São Francisco Verdadeiro, qual localiza- se ao sul do Brasil e a oeste do estado do Paraná. Sendo considerada uma bacia com área de 2.219,19 km², tem influência total ou parcial em 11 municípios do Oeste do Paraná. Para a o mapeamento do uso e cobertura do solo foram utilizadas imagens Landsat 5, e 8, de agosto de 2005 e agosto de 2015, as quais foram trabalhadas no software SPRING, foram utilizados os classificadores Maxver e Bhatacharya (Supervisionados) e Isoseg (Não Supervisionado). A avaliação das classificações pautou-se na comprovação matemática dos resultados a partir da geração automática da matriz de confusão das classificações seguida pela utilização do Índice Kappa. Os três classificadores apresentaram desempenho semelhante para ambas as datas, contudo, o classificador Bhattacharya se mostrou mais eficiente. Os resultados demonstraram que no intervalo de 2005 a 2015 não houve mudanças significativas na configuração da paisagem da bacia, confirmando o perfil agrícola da região.
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