Top PDF O estudo da termodinâmica em sala de aula: uma perspectiva crítica a partir da história da ciência

O estudo da termodinâmica em sala de aula: uma perspectiva crítica a partir da história da ciência

O estudo da termodinâmica em sala de aula: uma perspectiva crítica a partir da história da ciência

Na última reunião, (Transcrições das reuniões realizadas nos grupos de estudos. QUARTA REUNIÃO, 21/05/2014) foi o momento de elaborar uma proposta para as aulas que seriam apresentadas. Assim, os professores evidenciaram as principais questões que deveriam ser trabalhadas em sala e montaram estratégias para a participação dos alunos. Foi decidido que seria elaborado um texto 8 , com base nos textos estudados no grupo, que deveria ser entregue aos alunos uma semana antes da primeira aula sobre o tema da termodinâmica. Este texto serviria de base para que os alunos elaborassem uma resenha crítica e entregassem aos respectivos professores antes da última aula sobre o assunto. Além disso, ficou acordado que as aulas se desenvolveriam em quatro etapas: A primeira aula seria destinada a introdução da termodinâmica, porém sob a perspectiva da História da Ciência, tendo como base os textos do Anson Rabinbach; a segunda aula seria sobre a primeira lei da termodinâmica, com os elementos do formalismo científico, com as devidas equações e enunciados; a terceira aula seria sobre a segunda lei da termodinâmica, também com as equações e formalismos necessários, fazendo a relação com os tópicos estudados na primeira aula, eu seja, neste momento seria importante evidenciar as relações da primeira e segunda lei da termodinâmica com as mudanças sociais ocorridas no século XIX; A última aula seria uma apresentação oral, por parte dos alunos com uma conclusão geral sobre os assuntos tratados, ou seja, os alunos teriam que apresentar uma união sobre os conceitos físicos estudados e sobre o desenvolvimento e implicações desses conceitos na sociedade do século XIX. A princípio essas aulas seriam dadas em duas semanas e seriam feitas com três turmas, duas do magistério de um colégio estadual, com o professor Paulo e uma do ensino médio de um colégio particular, com a professora Juliana.
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A História da Ciência no ensino da Termodinâmica: um outro olhar sobre o ensino de Física.

A História da Ciência no ensino da Termodinâmica: um outro olhar sobre o ensino de Física.

Este texto é uma reflexão crítica sobre elementos que emergiram de um projeto realizado em sala de aula, cuja proposta era analisar como a História da Ciência podia ser utilizada no ensino da Física para favorecer a aprendizagem dos conceitos estudados na Termodinâmica. Para que o projeto pudesse ser realizado, as atividades ocorreram num período aproximado de 120 dias e envolveram professores das áreas de Física, História e Redação e 30 alunos da 1 a . série do Ensino Médio de uma escola particular de Porto Alegre. Os dados foram obtidos a partir da realização de atividades pelos estudantes, aos quais foi solicitada uma pesquisa escrita sobre o surgimento e desenvolvimento da máquina a vapor, a leitura e interpretação de textos e a resolução de questões objetivas e dissertativas sobre os conceitos abordados em sala de aula. Os resultados obtidos demonstraram que a utilização da História da Ciência contribui significativamente para melhorar a compreensão dos conceitos abordados na Termodinâmica, tornando-se, então, uma ferramenta importante no entendimento dos fenômenos estudados na Física.
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História da Química na sala de Aula para Ensinar sobre  a Natureza da Ciência: O Exemplo da Interdependência entre Ciência e Tecnologia

História da Química na sala de Aula para Ensinar sobre a Natureza da Ciência: O Exemplo da Interdependência entre Ciência e Tecnologia

O instrumento de avaliação utilizado foi construído a partir das questões do questionário COCTS (Cuestionario de Opiniones sobre Ciencia, Tecnología y Sociedad), diretamente relacionadas com o tema em estudo e que melhor podiam fornecer resultados para avaliar em que medida os objetivos da Sequência Didática desenvolvida eram alcançados. A metodologia seguida baseou-se na aplicação de um pré-teste e pós-teste a um grupo experimental (GE) e a um grupo de controlo (GC). Os dois testes foram aplicados aos dois grupos na mesma altura, tendo sido desenvolvida a SD, entre os dois momentos de aplicação, no caso do Grupo Experimental. Tanto o GE (62 alunos) como o GC (26 alunos) eram constituídos por alunos do 9º ano de escolaridade, com idades compreendidas entre os 15 e os 16 anos e tinham o mesmo professor na disciplina de Ciências Físico-Químicas.
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História da ciência em sala de aula: o episódio da natureza da luz no século XIX

História da ciência em sala de aula: o episódio da natureza da luz no século XIX

O estudo de episódios particulares da história da ciência pode fornecer subsídios para a discussão de aspectos da Natureza da Ciência em sala de aula, permitindo aos alunos uma visão mais profunda e detalhada do processo de construção do conhecimento científico. Neste sentido, o presente trabalho tem por objetivo descrever resultados de uma intervenção que abordou em sala de aula a problemática da Natureza da Luz no século XIX, que envolve uma discussão acerca de teorias predominantes na época. Apresentamos uma série de atividades desenvolvidas ao longo de quatro encontros em uma escola da rede pública de ensino da cidade de Campina Grande no estado da Paraíba, como parte integrante das ações desenvolvidas no ano de 2011 pelo subprojeto de Física do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Estadual da Paraíba. A experiência vivenciada com a realização das atividades desenvolvidas na escola foi de extrema importância, uma vez que permitiu aos alunos uma nova forma de conhecer a ciência e como esta é construída, além de propiciar aos bolsistas do PIBID, futuros professores de Física, a iniciação a docência fazendo uso de uma abordagem metodológica com caráter inovador que permite a reflexão crítica sobre o que é abordado em sala de aula.
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Entendendo a História da América a partir de análise e reflexões sobre documentos em sala de aula

Entendendo a História da América a partir de análise e reflexões sobre documentos em sala de aula

Outro espanhol que produziu uma obra colossal e de profunda importância para os estudos sobre os povos pré-colombianos é Bernardino de Sahagún, missionário franciscano que chega a América em 1529. O trabalho produzido por Sahagún tem uma motivação eminentemente religiosa, já que ele acreditava que para a total conversão dos nativos ao cristianismo era necessário conhecer a fundo a sua crença nos falsos deuses, a importância que esses tinham na vida dos indígenas, além de todos os cultos e manifestações ligados a “falsa religião” dos americanos. O resultado desse estudo é uma obra que contém minuciosidades sobre as diversas esferas da vida dos povos pré-colombianos. Contudo, todo esse conhecimento vem envolto em julgamentos de valor de quem repudiava muitos pontos da cultura nativa, exigindo, portanto, um maior cuidado e crítica em sua utilização. O prólogo do Livro Sétimo do Códice Florentino nos deixa perceber o choque entre duas compreensões de mundo completamente distintas:
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Comportamentos indisciplinados na sala de aula : um estudo na perspectiva da subjetividade

Comportamentos indisciplinados na sala de aula : um estudo na perspectiva da subjetividade

O sujeito individual está inserido, de forma constante, em espaços da subjetividade social, e sua condição de sujeito atualiza-se permanentemente na tensão produzida a partir das contradições entre suas configurações subjetivas individuais e os sentidos subjetivos produzidos em seu trânsito pelas atividades compartilhadas nos diferentes espaços sociais. É neste processo que o conhecimento tem lugar, definindo, assim, sua riqueza dinâmica. [...] Assim, por exemplo, em qualquer instituição, as pessoas compartilham, no interior do espaço social instituído, uma série de códigos explícitos e implícitos em suas diversas práticas sociais, as quais se convertem em “realidades” socialmente aceitas que só serão transformadas pela ação crítica e diferenciada dos sujeitos concretos que vivem nessa realidade. Assim sendo, as subjetividades social e individual são partes de um mesmo sistema, no qual as contradições entre esses dois níveis de organização se transformam em produções de sentido que participam, simultaneamente, do desenvolvimento dos sujeitos e da sociedade, em um processo infinito. Por isso, negar um desses momentos em favor de outro torna-se um obstáculo a que ambos se desenvolvam e está na base das crises violentas enfrentadas por esses sistemas. (GONZÁLEZ REY, 2005, p. 25/26).
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Ensino de história e estágio supervisionado: análises e reflexões a partir de vivências em sala de aula

Ensino de história e estágio supervisionado: análises e reflexões a partir de vivências em sala de aula

À medida em que eram realizados os estágios, percebia uma necessidade de buscar aprimorar as práticas utilizadas para que se alcançasse um êxito maior que promovesse a discussão dos conteúdos em sala de aula. Apesar de não ser fácil relacionar a teoria apreendida nas aulas de Estudo da História, com a prática, tentei elaborar como objetivo das aulas, não repassar o conhecimento, mas sim, possibilitar a construção do mesmo a partir de práticas “inovadoras” e de saberes, na busca pela construção de uma personalidade crítica nos educandos. Busquei como ferramenta didática, além da linguagem cinematográfica, a utilização de recursos do computador e a apresentação de slides do programa Power Point. Chamo aqui de práticas inovadoras formas alternativas do desenvolver atividades em sala de aula através do uso das ferramentas acima citadas.
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Novas perspectivas da Geografia crítica no ensino e estudo da cidade em sala de aula

Novas perspectivas da Geografia crítica no ensino e estudo da cidade em sala de aula

Essa geografia nova possibilitou um avanço para os estudos urbanos em geografia. Esses deixaram de ser apenas descritivo que só enfatizava os aspectos urbanos e peculiares, sem dar nenhuma consistência à ciência geográfica. Esse momento da Geografia é marcado pela complexidade e amplitude do fenômeno urbano. A cidade, a partir desse dado momento, se torna um centro de privilégios devido à concentração maior de poder decisório que elas absorvem. Desse modo, articulam e criam novos objetos e ações, constituídos nos espaços. Espaços complexos, reflexo e produto de uma sociedade moderna.
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História da ciência na sala de aula: Uma sequência didática sobre o conceito de inércia.

História da ciência na sala de aula: Uma sequência didática sobre o conceito de inércia.

A defesa da utiliza¸c˜ ao da hist´ oria e a da filosofia da ciˆencia no ensino ´e marcante nas pesquisas em ensino de f´ısica. No entanto, parte consider´ avel dos trabalhos desta ´ area aborda essa tem´ atica sob a perspectiva te´ orica, havendo carˆencia de avalia¸c˜ oes de estrat´egias did´ aticas que trabalham com conte´ udos de hist´ oria e filosofia no ensino da f´ısica. Esse estudo relata a aplica¸c˜ ao de uma sequˆencia did´ atica que objetivou discutir historicamente a evolu¸c˜ ao do conceito de in´ercia. A amostra constou de trinta e cinco alunos de gradua¸c˜ ao em f´ısica e geof´ısica da UFRN, que responderam a question´ arios antes e depois da sequˆencia did´ atica. A an´ alise dos dados mostra um aumento significativo do n´ umero de respostas corretas, evidenciando que ´e poss´ıvel aprender conceitos f´ısicos com uma abordagem hist´ orico-filos´ ofica.
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Questões de gênero em sala de aula a partir de uma perspectiva crítica de educação linguística

Questões de gênero em sala de aula a partir de uma perspectiva crítica de educação linguística

gênero, o presente artigo tem por objetivo vislumbrar a perspectiva crítica de educação linguística como proposta para se trabalhar, em sala de aula de línguas, questões de desigualdade de gênero relacionadas à mulher em contexto social brasileiro. A pesquisa-ação foi desenvolvida durante três aulas de língua portuguesa, elaboradas em formato de sequência didática, organizada em cinco momentos específicos de problematização e reflexão. Participaram do estudo 22 estudantes de uma turma do 8º ano de ensino fundamental II de uma escola da rede privada de ensino situada em Goiânia – Goiás, e a professora autora deste texto. Compõem o material empírico da pesquisa o questionário escrito, com perguntas abertas, aplicado aos discentes e a gravação das interações ocorridas durante as aulas. Os resultados sinalizam o reconhecimento discente quanto à relevância de se trabalhar com temas críticos em aulas de língua, os quais, no caso da desigualdade de gênero, propiciou reflexão e ressignificações sobre condição da mulher em sociedade.
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A captura, o transporte e o armazenamento de CO2 por uma perspectiva da termodinâmica: uma revisão crítica da literatura

A captura, o transporte e o armazenamento de CO2 por uma perspectiva da termodinâmica: uma revisão crítica da literatura

Ibrahim et al. (2014) comparou três classes de equações de estado, SPUNG, SRK e SRK-HV, com dados experimentais para concluir qual modela melhor tanto a densidade (Figura 15) quanto a solubilidade (Figura 16). Com a Figura 15, é possível observar o comportamento das EDEs em diferentes pressões, sendo que, como discutido, no valor mais ameno todas as equações desempenharam um papel adequado de modelagem, em comparação com os dados experimentais. Todavia, conforme a pressão foi sendo aumentada, apenas a EDE SPUNG apresentou um desempenho próximo aos dados experimentais. Isso pode ser justificado pela característica da própria classe de equações que propõe o mesmo comportamento das soluções quando em estado reduzido. Agora, conforme esperado, a proximidade maior da região crítica dificulta a previsão de comportamento e, para a maior pressão, nenhuma das EDEs conseguiu predizer os dados experimentais.
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O ensino e a aprendizagem na sala de aula numa perspectiva dialética

O ensino e a aprendizagem na sala de aula numa perspectiva dialética

Ao restringirmos a mediação a uma situação dada, seja na escola ou em ou- tras instituições sociais, eliminamos o seu caráter dialético e a circunscrevemos a um produto, quando ela é um processo. Isso fica claro quando, por exemplo, o professor tenta criar uma situação em sala de aula visando facilitar a aprendiza- gem do aluno; situação que normalmente tenta imitar o cotidiano do estudante, para que, a partir da simulação de uma experiência do dia-a-dia, a aprendizagem se viabilize. Esse simulacro do cotidiano é necessariamente restrito a uma situa- ção, e nela o estudante manifesta-se como se tivesse aprendido, e, o que é pior, o professor acredita. Porém, uma vez finda a simulação e encerrada a aula, não podemos garantir que houve aprendizagem, porque o aluno reage à situação, mesmo que falsa, contudo reagir não é aprender. Na maioria das vezes, o profes- sor desavisado não compreende que o aluno diante da situação proposta tenta reagir do modo como ele, o professor, espera, não se distanciando da dimen- são cotidiana da experiência. A aprendizagem, quando restrita a uma situação, torna-se um produto, assim, na aula seguinte, a situação será outra e o produto também será outro. Dessa forma, não há processo e sim uma soma de produtos bem ao gosto, por exemplo, da pedagogia de projetos de Hernández (1998).
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A prática pedagógica em sala de aula e o ensino de história

A prática pedagógica em sala de aula e o ensino de história

A terceira aula aconteceu no dia 31 de julho de 2013 dando continuidade a aula anterior, sobre a República Romana. Como tinha sido sugerido na primeira aula o documentário, trouxe para sala de aula um panorama sobre a Roma Antiga (Grandes Civilizações – Império Romano 5 ), numa linguagem dinâmica de fácil compreensão e entendimento. Esta projeção possibilitou uma melhor assimilação do conteúdo, através um percurso pela Monarquia, República e Império. Após a exibição e alguns questionamentos, ao observar a turma percebi que a minha responsabilidade em aceitar o que foi sugerido por eles e elas, fez com que o meu envolvimento com a prática educativa, possibilitasse uma melhor interação dos alunos(as) com a temática, ficando assim perceptível que ao nos empenharmos por aulas melhores e mais dinâmicas, atraímos melhor a atenção dos alunos, fazendo com que o aprendizado seja desenvolvido de uma melhor forma, pois como nos diz FREIRE: “sei que as coisas podem até piorar, mas sei também que é possível intervir para melhorá-las” (FREIRE,1996, p.52)
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História e cultura afrobrasileira: um olhar para a sala de aula

História e cultura afrobrasileira: um olhar para a sala de aula

A História e Cultura Afrobrasileira tiveram e ainda tem grande e forte influência na nossa história e cultura, pois os negros que vieram da África para serem escravizados e maltratados por seus “donos” não ficaram passivos, lutaram por liberdade e dignidade. Os negros fazem parte até hoje de todo processo histórico-cultural do nosso país e por isso tem o direito de serem tratados como iguais a todos. No entanto, percebemos que ainda hoje o negro sofre com o racismo, preconceito e discriminação, muitas vezes isso se dá de forma sutil e em diversos ambientes como na família, no meio social de cada um, até mesmo na escola. Esse trabalho de pesquisa tem por objetivo geral analisar como são trabalhadas a História e Cultura Afrobrasileira na prática pedagógica dos professores das turmas de 5º ano em três escolas públicas na cidade de Serra Branca. Seus objetivos específicos são os seguintes: identificar as concepções de História e Cultura Afrobrasileira da professora e dos/as alunos/as; verificar como a professora trabalha a temática História e Cultura Afrobrasileira em sala de aula; averiguar como os alunos se envolvem nas atividades desenvolvidas sobre a temática em foco e se estas ajudam na superação do racismo. A metodologia se apoiou na pesquisa etnográfica que tomou como instrumentos para coleta de dados a observação, com registro em diário de campo, a entrevista semiestruturada e a análise da caderneta dos três professores do 5º ano. Tomamos como referência nos estudos bibliográficos diversos autores e a Lei 10.639/03 que modifica a LDB e garante a obrigatoriedade do estudo da História e da Cultura Africana e Afrobrasileira em todas as escolas o que permitirá uma nova resignificação dos conteúdos escolares, pois todos aprenderão realmente o que conta a história e a cultura desse povo. Mas constatamos que muitas vezes essa temática não esta sendo posta em prática como manda a lei. Por que será que isso ocorre? Será que os professores conhecem a lei? É o que vamos discutir neste trabalho através da pesquisa desenvolvida em três escolas públicas da cidade de Serra Branca. Ao final do mesmo, concluímos que a lei 10.639/03 deve ser colocada em prática em todas as escolas. Para que todos os alunos possam compreender e aprender mais sobre a História e Cultura Afrobrasileira e não verem mais a figura do negro como algo negativo ou sujo. No entanto, essa temática deve ser trabalhada não só por causa da lei, esse estudo permite que se conheça melhor nossas origens, ajuda a evitar que o racismo se propague e que pessoas negras sejam discriminadas.
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História em quadrinhos: das origens ao uso na sala de aula

História em quadrinhos: das origens ao uso na sala de aula

As Histórias em Quadrinhos constituem-se uma fonte de diversão constante e barata para crianças e adolescentes. Contribuem para a construção dos futuros leitores; auxiliam no aumento do hábito de leitura do aluno, independente de sua faixa etária. Criativas, repletas de aventuras, apresentam desenhos interessantes que auxiliam o entendimento da história, por isso exercem um grande poder de persuasão sobre o leitor. O propósito dos quadrinhos são estimular, ensinar e instigar os alunos ao conhecimento, o que faz os alunos recebem as HQs, de forma entusiasmada. Em muitos casos, identificam-se com os ícones da cultura de massa, onde são enfatizados vários personagens que compõem as histórias. Este é um dos fatores que auxiliam a compreensão do aluno, além de outros, como por exemplo, o fato de ser composto de imagens e palavras, o que certamente auxilia a compreensão dos leitores.
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Formação permanente: a necessidade da interação entre a Ciência dos cientistas e a Ciência da sala de aula.

Formação permanente: a necessidade da interação entre a Ciência dos cientistas e a Ciência da sala de aula.

... Acho sempre que, depois que a gente passa por uma experiência dessa, não vai ser igual. Eu acho que essa coisa de a gente vivenciar ali o dia a dia deles, principalmen- te para quem nunca teve esse tipo de experiência, vai modificar muito a maneira de abordar o trabalho de um cientista; você passar essa informação para uma criança, de repente você mesmo estereotipa esse tipo de profissão, da maneira que você estig- matiza o profissional e passa isso para a criança, como uma pessoa que está muito distante do mundo em que ele vive. Na realidade não é, é uma pessoa que está tra- balhando para melhorar a própria vida dele, o que ele está aprendendo, aprimorar os próprios conhecimentos que ele está ‘pegando’ hoje na escola; eu acho que funda- mentalmente está nessa aproximação maior entre o professor, o cientista, a ciência propriamente dita e o aluno.
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Construção de conceitos matemáticos em sala de aula a partir do estudo de uma situação real

Construção de conceitos matemáticos em sala de aula a partir do estudo de uma situação real

O envolvimento dos pais na educação de seus filhos acontece de qualquer maneira, quer pela sua participação efetiva na relação entre eles, quer pela omissão. O acompanhamento, pelo professor, do que acontece com o aluno no âmbito de sua família pode ser conseguido adequadamente através de entrevistas ou reuniões com os pais. Os saberes necessários para uma boa condução de uma reunião de informações (ou de debate) passam pela compreensão das ansiedades dos pais. Os reflexos das atividades escolares na vida do estudante fora da escola podem representar um mecanismo para medir a eficácia da educação que ele está tendo. Manter os pais a par da situação em que se encontram seus filhos no âmbito da escola é, do mesmo modo, importante. A partir de situações diversas, os pais podem estar insatisfeitos por razões das mais diversas: temas de casa em número excessivo ou insuficiente, disciplina demasiado estrita ou demasiado laxista, atividades sérias demais ou divertidas demais, etc. Cabe ao professor decodificar, em preocupações aparentemente gerais, preocupações particulares e tratá - las como tal, se não justificarem um debate global. Angústias ou descontentamentos particulares devem ser trata dos em âmbito mais apropriado do que reuniões (Perrenoud, 2000).
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A DIVERSIDADE CULTURAL NA SALA DE AULA E A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

A DIVERSIDADE CULTURAL NA SALA DE AULA E A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

Além dessa perspectiva, é importante que os professores desenvolvam aulas ricas em exemplos e atividades multiculturais e étnicas, a fim de produzir práticas pedagógicas relevantes para a realidade sociocultural dos alunos (GAY, 2000; HOWARD, 2003). De acordo com os resultados do estudo conduzido por ladson-Billings, os professores conseguiram estabelecer essa conexão por meio da “observação dos estudantes no próprio ambiente da comunidade e do lar” (lADsON-BilliNGs, 1995b, p. 467). Assim, “os professores foram capazes de incluir aspectos do meio cultural dos alunos na organização da instrução em sala de aula” (lADsON-BilliNGs, 1995b, p. 467). Porém, de acordo com Moll et al (1992), existe necessidade de se efetuar uma análise do histórico-familiar e do desenvolvimento das atividades de trabalho desses familiares. De acordo com Azevedo Oliveira (2012), a observação dos fundos de conhecimento dos alunos pode também ocorrer com a utilização de tecnologias como Orkut, MSN, Twitter e Facebook. Esses instrumentos tecnológicos representam uma maneira de entrar na casa dos alunos, mas, pelo modo virtual, pois essas são as fontes de algumas atividades que desenvolvem fora do ambiente escolar.
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Entrelaçando jogos matemáticos, materiais concretos e história da Matemática: Uma perspectiva a ser trabalhada em sala de aula

Entrelaçando jogos matemáticos, materiais concretos e história da Matemática: Uma perspectiva a ser trabalhada em sala de aula

e acabada, nesse sentido, este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo refletir sobre os resultados obtidos a partir da aplicação de um jogo matemático no 6º ano, tendo foco na História da Matemática e no uso de materiais concretos em operações no Sistema Decimal. A pesquisa vem abordar o conteúdo das quatro operações de forma lúdica para contribuir no ensino e aprendizagem dos alunos, na qual trazemos o jogo matemático Trilha Numérica que aborda um pouco da história da matemática, mais precisamente, a história do sistema de numeração decimal e o material concreto dourado, como recurso didático para se trabalhar nas aulas de matemática pelos professores, tornando-as mais dinâmicas, atrativas, lúdica e contextualizada. Para efeito de fundamentação teórica utilizamos autores como D´Ambrósio, Lorenzato, Passos, Smole, entre outros. Desenvolvemos o trabalho numa turma de 6º ano dos anos finais do Ensino Fundamental de uma escola da rede Municipal da cidade de Serra Redonda - PB, onde através das dificuldades encontradas no ensino da matemática abordamos tais conceitos em aulas dialogadas de revisão com o auxílio do Material Dourado, ao final das aulas de revisão aplicamos um questionário a respeito da utilização do material dourado, onde como resultado, obtivemos que ele é um grande recurso didático para se trabalhar em sala de aula, para em seguida ocorrer a aplicação do jogo Trilha Numérica. Após o término do jogo, aplicamos um questionário para saber o que os alunos acharam do jogo. Como resultado, obtivemos que a utilização do jogo em sala de aula torna a aula mais atrativa, dinâmica e contribuiu na compreensão dos conteúdos de matemática tendo os alunos demonstrado grande motivação em participarem das atividades propostas.
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Ciência e literatura: uma abordagem em contexto de escola e de sala de aula

Ciência e literatura: uma abordagem em contexto de escola e de sala de aula

Em contexto de escola, os planos anuais de atividades têm um papel importante na formação de professores e alunos. A nossa experiência, a este nível, como professor de ciências, em geral, e de Física e Química, em particular, tem sido relevante, tanto a nível de autoformação como na formação de outros agentes educativos. Como exemplo apresenta-se aqui o desenvolvimento de um trabalho, levado a efeito há vários anos junto de alunos e professores de todas as áreas disciplinares, intitulado “Literatura e Ciência”. As palestras e debates sobre “Literatura e Ciência”, levadas a efeito ao longo de vários anos, pretenderam ser uma viagem aos conteúdos da ciência e à sua história, tendo como companheira a Literatura Portuguesa, promovendo a intertextualidade. Propusemo-nos desvendar a ligação íntima entre as obras de alguns escritores e as invenções/descobertas de alguns cientistas, aproveitando as necessidades compulsivas de ambos na busca do conhecimento, uns, através da escrita, outros, da atividade experimental. Realça-se que as comunicações são ilustradas e acompanhadas por atividades experimentais, tornando-as atrativas e esclarecedoras quanto aos assuntos de literatura e ciência que se querem evidenciar.
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