Top PDF Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne-Leguminosae, na Amazônia Central. 2 - Produção de óleo-resina.

Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne-Leguminosae, na Amazônia Central. 2 - P r o d u ç ã o de óleo-resina 0)

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É interessante registrar que, na segunda extração, várias árvores apresentaram esse comportamento; mas, na terceira coleta, houve um declínio de produção para todas elas (Fig. 10a e [r]

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Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. IV. Interpretação de dados fenológicos em relação a elementos climáticos.

Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. IV. Interpretação de dados fenológicos em relação a elementos climáticos.

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Estudos Silviculturais de uma População Natural de COPAIFERA MULTIJUGA Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. 3. Distribuição Espacial da Regeneração Natural Pré-Existente.

Estudos Silviculturais de uma População Natural de COPAIFERA MULTIJUGA Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. 3. Distribuição Espacial da Regeneração Natural Pré-Existente.

Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera mul- tijuga Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central.. Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga[r]

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A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O USO DAS TICs NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O USO DAS TICs NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

É importante destacar também que, a formação que se propõem deve ir além da capacitação dos professores para o uso dos LIs (ainda que essa etapa.. seja necessária), possibilitando ao pr[r]

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TERMO DE APROVAÇÃO CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA POLÍTICA DE MONITORAMENTO E GESTÃO POR RESULTADO: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DE PERNAMBUCO

TERMO DE APROVAÇÃO CECÍLIA MARIA PEÇANHA ESTEVES PATRIOTA POLÍTICA DE MONITORAMENTO E GESTÃO POR RESULTADO: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DE PERNAMBUCO

Os depoimentos e encaminhamentos dados na reunião estavam naturalmente direcionados à constatação dos avanços e às vantagens da política, com discretos registros dos entraves, dificuldades e críticas ao processo. Mesmo compreendendo que a presença dos secretários estaduais de educação e planejamento podem, de uma certa forma, afetar a avaliação e inibir as falas dos participantes, consideramos a observação desse momento necessária para compreender os direcionamentos e orientações das instâncias central e regional, assim como as dificuldades e particularidades das diferentes Gerências Regionais, no processo de implementação da política de monitoramento. Desse modo, percebe-se que a prática de acompanhamento pedagógico dos indicadores está sendo incorporada pelos profissionais, com análise e propostas para a solução de problemas, como pode-se perceber na fala de outra gestora regional: “Não concebo gestão pública hoje sem análise de resultados ” (GESTORA DA GRE 5, 2013).
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

O quadro acima aponta para o papel desempenhado pela Procuradoria Geral do Município, que, promovendo a produção mas- siva de ordens de despejo – sem parecer se preocupar com a saúde e a segurança da população atingida –, mostra a seletividade classista do sistema judiciário. Ao mesmo tempo, as remoções forçadas são, muitas vezes, efetivadas com base em decisões judiciais (ou adminis- trativas) fundamentadas em legislação nacional incompatível com os padrões internacionais de direitos humanos. Tendo em vista que os megaeventos (como as Olimpíadas, especialmente) historicamente acarretam prejuízos aos trabalhadores, o direito internacional se de- bruçou sobre esse tema e elaborou diretrizes que garante o direito à moradia digna das comunidades atingidas por obras de grande im- pacto (COMITÊ POPULAR RIO DA COPA E DAS OLIMPÍADAS, 2013, p. 129-134).
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ANA PAULA DELGADO DA COSTA O REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA ANÁLISE DOS BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES

ANA PAULA DELGADO DA COSTA O REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA ANÁLISE DOS BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES

Segundo as Diretrizes Gerais do Programa, o objetivo do REUNI é dotar as universidades federais das condições necessárias para a ampliação do acesso e permanência na educação superior, visando ao atendimento de uma das ações integrantes do Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, lançado pelo Presidente da República em 2007. Além disso, objetivava um aumento da qualidade dos cursos e um melhor aproveitamento da estrutura física e dos recursos humanos existentes nas universidades (BRASIL, 2007). As diretrizes para o REUNI foram organizadas em seis dimensões com ações específicas que integrariam o plano de cada universidade, conforme opção da instituição, a saber: 1. Ampliação da Oferta de Educação Superior Pública; 2. Reestruturação Acadêmico-Curricular; 3. Renovação Pedagógica da Educação Superior; 4. Mobilidade Intra e Interinstitucional, 5. Compromisso Social da Instituição; 6. Suporte da pós-graduação ao desenvolvimento e aperfeiçoamento qualitativo dos cursos de graduação (BRASIL, 2007).
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GERÊNCIA DE PÓS-COMPRA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: uma proposta de reestruturação

GERÊNCIA DE PÓS-COMPRA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: uma proposta de reestruturação

Tanto a aplicação de multas moratórias e compensatórias aos fornecedores quanto a inscrição no CADIN e Dívida Ativa que compõem a ação 03 do Quadro 8 advêm de determinações legais e devem ser cumpridas. As multas aplicáveis aos licitantes, geralmente, estão previstas no edital de licitação e no contrato firmado entre as partes. O Pós-compra deve informar ao fornecedor que ele será multado pelo atraso na entrega, multa moratória ou pela falta de entrega, multa compensatória, com prazo de cinco dias úteis, contados a partir do recebimento dessa comunicação, para interposição de recurso contra a decisão da Administração. Em seguida, o setor deve calcular a multa, gerar a GRU e enviá-la ao fornecedor. Como, atualmente, essa penalidade não é aplicada, o Anexo 2 traz um modelo de notificação à empresa sobre decisão de aplicação – Prazo recursal. Já o Anexo 3 traz um modelo de ofício de aplicação de sanção-correspondência à empresa que devem ser adotados na aplicação da sanção.
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ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

Desse modo, tomando como base a antiga estrutura demonstrada no item 1.3, a partir da figura 2, a qual contêm setores vinculados às duas diretorias cujas funções não são compatíveis com elas, e, considerando os documentos oficiais, bem como os estudos de Chiavenato (1999; 2004), Bergue (2010), Tachizawa, Paradela e Mello (2010), é possível prever a existência de alguns problemas gerenciais, tendo em vista que o organograma demonstrado na figura 2, reflete uma organização com uma infraestrutura inadequada em relação aos demais, isto é, relativos às figuras 3 e 4, permitindo, assim, a ocorrência de gargalos, como: ausência de um ambiente de trabalho aberto ao diálogo, confiável e divertido, encorajando novas ideias e iniciativas; acúmulo de funções e ausência em se trabalhar com os funcionários que realmente têm desempenho baixo ou regular para que eles os aprimore, podendo refletir negativamente na prestação de serviços perante o público em geral e o próprio gestor estadual mineiro.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Segundo ele, o corpo discente é formado por alunos do Ensino Fundamental e Médio, de faixa etária muito diversa. A unidade escolar atende a alunos a partir dos 11 anos. Há grande distorção idade-série, pois a escola não possui a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Há o desejo de implantar a EJA na unidade, a fim de minimizar o problema da distorção. Contudo, até o momento, a medida continua no plano das intenções, já que independe do desejo da escola, dependendo exclusivamente da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com o diretor, tal distorção não é motivada por problemas atuais de fluxo, já que o fluxo da escola é de 0.99, ou seja, dados do Censo Escolar que constituem o Índice de Fluxo (IF) da escola dão conta de que a mesma apresenta elevada aprovação. O que ocorre, contudo é que muitas pessoas da comunidade que abandonaram os estudos há anos, têm retornado, buscando concluir o Ensino Fundamental e Médio, a fim de terem essa certificação para conseguirem emprego.
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ALESSANDRA KELLY DE CARVALHO UMA ANÁLISE DO PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PROMOVIDA PELO ESTADO DE MINAS NA SRE DE CONSELHEIRO LAFAIETE NO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

ALESSANDRA KELLY DE CARVALHO UMA ANÁLISE DO PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PROMOVIDA PELO ESTADO DE MINAS NA SRE DE CONSELHEIRO LAFAIETE NO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O primeiro capítulo apresenta a elaboração da política do Programa de Intervenção Pedagógica de Minas Gerais, bem como, os resultados das avaliações externas que funcionaram como parâmetro de encaminhamento das ações de desenvolvimento do referido programa. Ainda que o programa tenha como característica específica a atuação nas três instâncias da organização administrativa: SEE, SRE e Escola, foi priorizado o estudo na implementação do programa na perspectiva da SRE sendo analisado especificamente a SRE de Conselheiro Lafaiete. Foi apresentada ainda, a organização do processo de formação continuada oferecida pela equipe Central. Fez-se necessário esclarecer sobre as atribuições dessas analistas no desenvolvimento das funções da DIRE, com a finalidade de estabelecer um paralelo entre o que é esperado no desenvolvimento do programa e o que é possível fazer diante da realidade cotidiana dentro da instituição. Finalizando o primeiro capítulo, foi apresentada a visão e o entendimento de formação continuada pelas analistas, com base no resultado da aplicação do questionário que trata dos seguintes aspectos: o perfil das analistas, a conceituação de formação continuada e a estrutura organizacional.
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EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

A EJA passa a ser considerada como modalidade da educação básica a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/96. Essa mudança significou a reafirmação da sua institucionalização. A nova nomenclatura veio substituir o termo ensino supletivo e trouxe uma concepção mais abrangente à compreensão do que pode ser o atendimento ao público jovem e adulto (FRIEDRICH e BENITE, 2012). No entanto, o artigo 38 dessa mesma lei continua a fazer referência aos cursos e exames supletivos, “[...] habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter regul ar” (LDB, 1996, p. 33). Além disso, a nova LDB rebaixou a idade de certificação via exame para 15 anos no Ensino Fundamental e 18 anos no Ensino Médio. Isso permitiu a entrada de alunos mais novos na EJA, regulamentada mais tarde pelo Parecer CNE/CEB nº 11/ 2000.
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PARA UMA POLÍTICA DE AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA NA REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE MATO GROSSO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PARA UMA POLÍTICA DE AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA NA REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE MATO GROSSO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

história da educação brasileira, o Ensino Médio tem sido apresentado como nível escolar de maior indefinição e ambiguidade. Isso ocorre, talvez, por ser o nível intermediário, situado no intervalo entre o Ensino Fundamental e a formação profissional. Ora é destinado a aprofundar os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, ora é apresentado como preparação básica para o trabalho. Encontra- se na relação entre educação e trabalho. Diante disso, romper com a histórica dicotomia entre formação para o trabalho e preparação para o curso superior deve ser uma condição para a existência do Ensino Médio com qualidade. Segundo intelectuais estudiosos da educação, há a necessidade de uma proposta pedagógica academicamente rigorosa, que integre os princípios das ciências contemporâneas ao mundo do trabalho. Isso é o que mais se ajusta a uma proposta que possa ir ao encontro dos interesses da maioria da população. De acordo com essa perspectiva, a LDB insiste em uma formação de oportunidades para que todos os alunos, independentemente de sua classe social, continuem seus estudos. Esse argumento encontra-se previsto em diversos artigos da referida lei:
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INDICADORES CRÍTICOS DE GESTÃO: UMA COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS ENTRE ALUNOS DE ESCOLAS RURAIS DE MONTES CLAROS

INDICADORES CRÍTICOS DE GESTÃO: UMA COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS ENTRE ALUNOS DE ESCOLAS RURAIS DE MONTES CLAROS

A análise dos dados apresentada no capítulo 2 mostra que realmente a escola faz diferença, tendo em vista que a eficácia dos seus resultados está associada à sua identidade institucional. Isso significa que sua forma de organização administrativa e pedagógica, as relações entre os agentes, o desenvolvimento de visão compartilhada, as expectativas de desempenho bem sucedido, o ambiente de aprendizagem, a boa prática de sala de aula, a responsabilização pelos resultados de aprendizagem de seus alunos e a presença de liderança forte e legítima refletem sua identidade. Sendo assim, pode-se afirmar que a gestão compartilhada sinaliza ser um dos fatores fundamentais para fazer a diferença nos resultados de aprendizagem.
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O PNBE DO PROFESSOR: UMA POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO ESTUDO DE CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE GOVERNADOR VALADARES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PNBE DO PROFESSOR: UMA POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO ESTUDO DE CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE GOVERNADOR VALADARES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Para proposição do Plano de Ação Educacional, foram elaboradas duas questões: Qual o papel atribuído à biblioteca escolar nos estudos dos professores? Como o PNBE do professor é utilizado pela equipe gestora para formação continuada dos docentes? A resposta à primeira questão demonstrou que poucas escolas consideram este espaço como mediador dos estudos dos professores. A segunda questão apresentou que menos da metade das escolas que participaram da pesquisa possuem horários reservados para a capacitação continuada dos professores utilizando os livros que foram enviados pelo programa, ou seja, não ficou evidenciada nenhuma ação por parte dos gestores quanto a utilização dos livros na formação continuada.
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GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA: UMA ALTERNATIVA PARA A REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA - MG

GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA: UMA ALTERNATIVA PARA A REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA - MG

(iv) Problemas de gestão podem ter contribuído para os casos de resultados insatisfatórios e em queda com relação ao IDEB, reforçando a necessidade da formação dos gestores e[r]

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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Maria Célia do Nascimento Oliveira de Souza

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Maria Célia do Nascimento Oliveira de Souza

(...) mas infelizmente os setor não sabe diferenciar isso, e ai quem chega aqui sem este conhecimento vai meio aos trancos e barrancos a menos que o profissional destoe demais não há um mecanismo pra tomar providências. Você analisa a qualidade do profissional não só de fisioterapeuta, mas qualquer outro, você vai ver que tem vários que nem aprendem, nem se qualificam e continuam atuando, então é complicada essa questão de exigência, para você ser um bom profissional você precisa de todas essas coisas tanto da prática quanto dos cursos e da disposição de ir atrás para fazer e para aprender, mas o serviço público como um todo e aqui não é especial num pega muito esses lados sabe? Então assim, o que é um fator complicador se você pega um plantão pós um profissional destes ou com um profissional destes o seu trabalho é muito mais difícil, isso acontece infelizmente com bastante frequência. (F-2)
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Comunicação eficaz na transição de cuidados de saúde – Normas de Orientação Clínica

Comunicação eficaz na transição de cuidados de saúde – Normas de Orientação Clínica

G. Em relação aos estudos nacionais, apesar da pouca diversidade, no que diz respeito a falhas na comunicação em situações de transição, é de referenciar um estudo de 2012, onde se verificou que 50% dos casos tinham inexistência de comunicação eficaz entre os profissionais de saúde, de forma a garantir a continuidade informacional nos cuidados de saúde.

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CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

O autor direciona seus estudos para as empresas privadas, onde a tônica é o cliente. Entretanto entende-se que, mesmo em se tratando do contexto de uma empresa pública, como é o caso, no qual está inserida a SPS, julga-se procedentes as colocações do autor por entender que, na atualidade, as demandas do público em relação aos serviços públicos se assemelham aos desejos dos clientes em relação às empresas privadas, pois ambos querem ser atendidos com qualidade e rapidez. Por exemplo, um servidor público que se dirige até a sua unidade de recursos humanos para requerer um benefício, um pagamento de vantagens e direitos, não é menos importante no que diz respeito a ter seu direito atendido com qualidade e rapidez do que um outro trabalhador, da iniciativa privada, que também se dirige ao seu setor de pessoal pleiteando a pagamento de alguma vantagem. Nesse caso, ambos são clientes daquele que prestaria o serviço, que realizaria o seu atendimento.
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