Top PDF O gênero Eugenia L. (Myrtaceae) na planície de alagável do Alto Rio Paraná, Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, Brasil.

O gênero Eugenia L. (Myrtaceae) na planície de alagável do Alto Rio Paraná, Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, Brasil.

O gênero Eugenia L. (Myrtaceae) na planície de alagável do Alto Rio Paraná, Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, Brasil.

RESUMO – (O gênero Eugenia L. (Myrtaceae) na planície de alagável do Alto Rio Paraná, Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, Brasil). Foi realizado o levantamento das espécies de Eugenia L. da planície alagável do Alto Rio Paraná, Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná (22º40’ a 22º55’S e 53º10’ a 53º40’W). Esta área localiza-se no domínio da Floresta Estacional Semidecidual e apresenta formações ripárias ao longo do rio Paraná, de suas ilhas e de seus tributários. As espécies registradas foram: Eugenia egensis DC., E. florida DC., E. hyemalis Cambess., E. klappenbachiana Mattos & D. Legrand, E. moraviana O. Berg, E. pyriformis Cambess., E. ramboi D. Legrand, E. repanda O. Berg., E. sulcata Spring. ex Mart. e E. uniflora L. Os meses que apresentaram o maior número de espécies em floração e frutificação foram respectivamente, setembro e novembro. Eugenia florida, E. hyemalis e E. repanda apresentam ampla distribuição na área, enquanto que E. ramboi e E. sulcata foram encontradas somente na margem esquerda do rio Paraná. É fornecida uma chave para a identificação das espécies, acompanhada de ilustrações e descrições das mesmas, além de informações sobre o período de floração, frutificação e distribuição na área estudada.
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Os gêneros Calycorectes O. Berg, Hexachlamys O. Berg, Myrcianthes O. Berg, Myrciaria O. Berg e Plinia L. (Myrtaceae) na planície alagável do alto rio Paraná, Brasil.

Os gêneros Calycorectes O. Berg, Hexachlamys O. Berg, Myrcianthes O. Berg, Myrciaria O. Berg e Plinia L. (Myrtaceae) na planície alagável do alto rio Paraná, Brasil.

1. Calycorectes O. Berg, Linnaea 27: 317. 1854. Espécie tipo: Calycorectes grandiflorus O. Berg Gênero com cerca de 18 espécies distribuídas do México até a América do Sul, com maior número de representantes na Amazônia, Sul do Brasil, Paraguai e Argentina, sendo raro no Uruguai (Legrand & Klein 1972; Rotman 1982). Próximo a Eugenia, com o qual Landrum & Kawasaki (1997) sugeriram a união. McVaugh (1968), entretanto, os considerou distintos por Calycorectes apresentar hipanto elevado acima do ovário, botões fechados que se abrem de forma irregular e, ainda, pelas anteras lineares ou oblongas e semelhantes às de Eugenia feijoi O. Berg. Essa espécie, segundo o mesmo autor, seria um elo entre os dois gêneros. A única espécie deste levantamento, C. pisidiiflorus, diferencia-se de Eugenia, devido, principalmente, aos seus botões parcialmente fechados pela concrescência dos lobos calicinais que se rasgam irregularmente na antese.
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Peixes de riacho do parque estadual Morro do Diabo, Bacia do Alto Rio Paraná, SP.

Peixes de riacho do parque estadual Morro do Diabo, Bacia do Alto Rio Paraná, SP.

Em território brasileiro, a bacia do Alto rio Paraná drena os Estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás (Souza Filho & Stevaux, 1997), sendo que no Estado de São Paulo são registradas 22 famílias e aproximadamente 160 espécies de peixes (Castro & Menezes, 1998). A maior parte dessa fauna é composta por espécies de peixes de pequeno porte (menos de 15 cm de comprimento) que habitam pequenos riachos de cabeceiras, apresentando elevado grau de endemismo, distribuição geográfica restrita, sem valor comercial e dependentes da vegetação ripária para alimentação, reprodução e abrigo, havendo ainda muito o que ser explorado nestes ambientes (Castro & Menezes, 1998). Tais comunidades têm sido fortemente afetadas pela construção de barragens; uso descontrolado de pesticidas e fertilizantes; destruição de florestas, principalmente da vegetação ripária; assoreamentos e introdução de espécies de outras bacias hidrográficas (vide Bölhke et al., 1978; Menezes, 1996; Castro & Menezes, 1998). Dessa forma, riachos e cabeceiras são ambientes que devem receber prioridade em sua exploração (Castro & Menezes, 1998 e Castro, 1999), especialmente no que diz respeito ao estudo da sistemática, evolução e biologia geral de sua ictiofauna (Castro, 1999). Por tais razões, o levantamento da ictiofauna dos riachos e cabeceiras do Alto rio Paraná é um dos principais objetivos do Projeto Temático vinculado ao Programa Biota/FAPESP “Diversidade de peixes de riachos e cabeceiras da bacia do Alto rio Paraná no Estado de São Paulo, Brasil” (processo FAPESP nº 1998/5072-8), do qual o presente trabalho é parte.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Este trabalho objetiva analisar o caso de sucesso de uma escola estadual do interior do estado do Rio de Janeiro, que obteve 7.4 e 7.7 no Ideb 2009 e 2011, respectivamente. A curiosidade pelo estudo do tema deveu-se basicamente ao fato de esta escola apresentar um resultado muito superior ao do município e da rede como um todo. A ênfase deste trabalho estará no modelo de gestão e nas mudanças pedagógicas que fizeram parte desta transformação. As questões norteadoras foram: quais ações foram realizadas para que se alcançasse este índice? Quais destas ações são generalizáveis? O objetivo principal é analisar a gestão como promotora de ações que culminem no sucesso escolar. Este trabalho foi realizado através de pesquisa de campo, observação direta, aplicação de entrevistas e análise de documentos a fim de responder as questões supramencionadas. Concluído o trabalho, percebe-se que o tipo de gestão, a busca de maior entrosamento com alunos, professores e comunidade e a instituição de colegiados foram os responsáveis pelo êxito alcançado. Baseando-se nesses resultados foi feita a proposição de ações que podem subsidiar a continuidade e a melhoria da prática pedagógica da escola.
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Systropus (Systropus) nitidus Wiedemann

Systropus (Systropus) nitidus Wiedemann

The present study describes and illustrates for the first time the pupal case of a Neotropical species of the subgenus Systropus: S. (S.) nitidus. The species is restricted to Brazil (Amapá, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina and São Paulo) (Evenhuis & Greathead, 1999) and this is the first record of a Brazilian Systropodini parasitizing a Limacodidae moth larvae.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Quando da independência do Brasil, as prisões serviam para punir os condenados, mas já tinham uma visão ressocializadora, com a apresentação em 1823, de um projeto de Código Penal por José Clemente Pereira e Bernardo Pereira de Vasconcelos. As normas sugeridas por Vasconcelos foram bastante alteradas, uma vez que instituíam a pena de morte. Foi nesse mesmo período que Dom Pedro I aprovou o Código Criminal do Império, tendo como base a justiça e a igualdade, com inspiração nos Códigos Criminais da Áustria (1803), França (1810), Baviera (1813), Nápoles (1819), Parma (1820) e da Espanha (1822). Dentre suas principais características, normatizava a redução das penas de morte e a não aplicação de penas cruéis nas penitenciárias, salvo os açoites aplicados aos escravos.
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SAMANTHA KOEHLER 1, 3 and CLAUDIA PETEAN BOVE2

SAMANTHA KOEHLER 1, 3 and CLAUDIA PETEAN BOVE2

The study area is located on the Araguaia - Tocantins depression, in the states of Mato Grosso and Goiás, Brazil. The climate, warm and wet, is composed of two main seasons: a dry one from June to November followed by a rainy season from December to May (IBGE 1989). The vegetation is characterized mainly by the Cerrado type, rather devastated, and by riparian forests and aquatic ecosystems, hitherto well preserved. Field expeditions were undertaken in 1997 (May-June and October) and in 1999 (November), covering the rainy and dry seasons. Specimens were collected in 41 different aquatic environments along the roads indicated in figure 1, covering an extension of approximately 2,000 km. The sites visited consisted mainly of permanently and temporally undrained floodplains.
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A população ocupada e a renda no Brasil: encontros e desencontros.

A população ocupada e a renda no Brasil: encontros e desencontros.

Conforme adiantamos na seção anterior, as proporções das ocupações em algumas atividades variam substancialmente nos diferentes estados. Começando pelas atividades da Agricultura, Indústria e Comércio, que, como mencionado, representam 51% das ocupações no Brasil, pode-se observar que o peso da “Agricultura, pecuária, silvicultura...” é muito alto nas regiões Norte (exceto Amapá) e Nordeste e alto nas regiões Sul e Centro-Oeste. Já “Indústria” representa mais que 10% das ocupações em dezenove UFs, sendo que os maiores pesos estão no Sudeste e no Sul. A atividade “Comércio e reparação” é bastante presente em todas as Unidades da Federação, não apresentando variação significativa, embora seja possível destacar Amapá e Pará com mais de 20% de suas ocupações nessa atividade. Nas demais atividades, os valores apresentados não são muito altos mas, tomando-se como referência a distribuição dos empregos nas onze atividades para o Brasil (ultima linha da tabela do Anexo 1), chama atenção as atividades: “Administração Pública”, que apresenta altos valores no Distrito Federal, Acre e Roraima; “Educação,...”, que apresenta altos valores no Acre, Amapá, Rio de Janeiro e Distrito Federal; “Intermediações Financeiras, imobiliárias ...”, que apresenta altos valores no Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal; “Serviços domésticos”, que apresenta o máximo valor no Distrito Federal e o mínimo em Santa Catarina.
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ROSANA MARIA CHRISTOFOLO DA SILVA A AÇÃO GESTORA E A RESPONSABILIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO ESTADO DO MATO GROSSO

ROSANA MARIA CHRISTOFOLO DA SILVA A AÇÃO GESTORA E A RESPONSABILIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO ESTADO DO MATO GROSSO

Esta pesquisa tem o intuito de analisar os fatores que levaram a Escola Estadual Manuel Bandeira (nome fictício) a modificar sua posição de uma das escolas de ensino fundamental do município de Juara/MT, no início da década de 1990, com maiores dificuldades em termos da qualidade do ensino oferecido e da promoção do rendimento acadêmico de seus alunos, para a unidade escolar com o maior Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), no ano de 2011, do estado do Mato Grosso. Assim, mediante a necessidade da melhoria da qualidade da educação no estado, especificamente nas escolas estaduais do polo do Cefapro de Juara, buscou-se identificar, nesta análise, os fatores que contribuíram para essa melhoria, investigando e mapeando as ações gestoras pedagógicas, imbuídas dos projetos educativos que foram implementados entre os anos de 2008 a 2013, no intuito de compreender de que forma o trabalho do gestor exerceu efeitos nos resultados alcançados. A pesquisa, de abordagem qualitativa, se valeu de entrevistas semiestruturadas como instrumental de coleta de dados, realizadas com a equipe gestora da referida escola, com o membro do seu Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar (CDCE) e com uma diretora que atuou nas gestões anteriores. Além disso, foi utilizada a observação in loco e a análise documental. Para avaliação da realidade vivenciada, este estudo foi respaldado por teorias que discutem o papel do gestor ao longo dos anos, em uma reflexão sobre quais ações o gestor deve promover na atualidade, iniciando um processo de percepção com vistas à ampliação da postura participativa e pedagógica dos gestores Com o intuito de socializar e divulgar os fatores encontrados na análise dos dados, além de possibilitar a aprendizagem das ações que desencadearam práticas educacionais que se fizeram exitosas na escola e aprimorar as que se mostraram necessárias, foi proposto um Plano de Intervenção Educacional, dirigido à Secretaria de Educação do Estado.
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Podostemum rutifolium subsp. rutifolium como estruturador da comunidade de algas perifíticas em um rio neotropical.

Podostemum rutifolium subsp. rutifolium como estruturador da comunidade de algas perifíticas em um rio neotropical.

Os impactos da fauna herbívora sobre as algas perifíticas em planícies de inundação podem provocar alterações na estrutura das comunidades perifíticas. Relações dos efeitos dos herbívoros e a natureza do substrato também contribuem para afetar a estrutura algal no perifíton (Goldsborough & Robinson 1996; Jones et al. 2000; Mormul et al. 2010). As Podostemaceae são reconhecidamente caracterizadas como importantes fontes de alimento para diversos herbívoros aquáticos (Vilella et al. 2002). Além disso, as algas perifíticas, por sua vez, podem contribuir como fonte de nutrientes para a fauna herbívora, influenciando a cadeia dos consumidores e a exportação de matéria orgânica e energia (Campeau et al. 1994; Fonseca & Rodrigues 2005a). Ainda, a cobertura pelo perifíton proporciona vantagens ao substrato, ao evitar a herbivoria direta à planta hospedeira (Eminson & Moss 1980; Jones et al. 2000). Sugere-se, a partir do presente estudo, a importância tanto da presença de P. rutifolium como da rica comunidade perifítica sustentada por esta planta como importantes elos na cadeia alimentar aquática do rio Paraná. Atenta-se para o desenvolvimento de futuros estudos acerca das interações tróficas envolvendo esta macrófita e o perifíton dentre outras comunidades aquáticas neste ambiente.
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INVENTÁRIO FLORÍSTICO AMPLIADO NA MATA DO ARALDO, PLANÍCIE DE INUNDAÇÃO DO ALTO RIO PARANÁ, BRASIL

INVENTÁRIO FLORÍSTICO AMPLIADO NA MATA DO ARALDO, PLANÍCIE DE INUNDAÇÃO DO ALTO RIO PARANÁ, BRASIL

Tabela 1 - Lista florística e nome popular, hábito (ARBO= arbórea; ARBU= arbustiva; HERB= herbácea; LIAN= liana; EPIF= epífita), referências de citação como invasora (INV) e como nova citação para o remanescente em estudo (NCI), e número de registro no Herbário (HUEM). Mata do Araldo, planície de inundação do alto rio Paraná, Município de Porto Rico, PR, Brasil ( * = espécies citadas como invasoras, na literatura, porém consideradas nativas neste levantamento; nc= não coletada).

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Câncer de mama: mortalidade crescente na Região Sul do Brasil entre 1980 e 2002.

Câncer de mama: mortalidade crescente na Região Sul do Brasil entre 1980 e 2002.

rapias hormonais e quimioterapia, resultando em redução de mortalidade em torno de 25 a 50% 17 . Observa-se que, cada vez mais, surgem novas opções, como, por exemplo: o uso de ta- moxifeno profilático para pacientes de alto risco, novos agentes citotóxicos e progressos no en- tendimento da biologia tumoral que permitem a identificação de tumores mais agressivos ou resistentes à quimioterapia 16 . É evidente que esses avanços não estão disponíveis a toda a população. De acordo com estatísticas norte- americanas, a mortalidade em afro-americanas é maior que nas brancas. No entanto, quando o tratamento recebido é semelhante, essa dis- paridade desaparece 18 . A diferença encontrada nas taxas de mortalidade entre os estados e a tendência ao aumento na mortalidade nos três estados referidos no presente estudo também podem estar relacionadas a variações dos tra- tamentos oferecidos a essas pacientes. Estudos avaliando a efetividade da terapêutica do câncer
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Efeitos da precipitação pluvial, da umidade relativa do ar e de excesso e déficit hídrico do solo no peso do hectolitro, no peso de mil grãos e no rendimento de grãos de trigo.

Efeitos da precipitação pluvial, da umidade relativa do ar e de excesso e déficit hídrico do solo no peso do hectolitro, no peso de mil grãos e no rendimento de grãos de trigo.

Cerca de 90% da produção de trigo no Brasil está localizada nos estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Nesses estados, a variabilidade climática é muito expressiva, tornando a produção tritícola uma atividade de risco e fazendo com que o decréscimo da produção e da produtividade de trigo seja objeto de questionamento de grande número de investigadores. Este trabalho teve por objetivo verificar a influência da precipitação pluvial, da umidade relativa do ar e de excesso e déficit hídrico do solo no peso do hectolitro, peso de mil grãos e rendimento de grãos. Foram usados dados de experimentos com a cultivar de tri- go Embrapa 16, conduzidos durante os anos de 1990 a 1998, em sete locais do Rio Grande do Sul e em quatro locais de Santa Catarina. A análise estatística realizada foi correlação múltipla. Verificou-se que: a) a precipitação pluvial e o excesso hídrico do so- lo afetaram negativamente o peso do hectolitro, peso de mil grãos e rendimento de grãos, e a umidade relativa do ar influenciou tan- to positiva quanto negativamente essas variáveis; b) o déficit hídrico do solo afetou positivamente o peso do hectolitro, peso de mil grãos e rendimento de grãos após a maturação fisiológica, isto é, nos dez primeiros dias anteriores à colheita, e negativamente nos demais períodos.
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Região Metropolitana VII, do Estado do Rio de Janeiro. Pretende-se analisar até que ponto o perfil do gestor escolar pode facilitar a implementaçãoda Gestão integrada da Escola (GIDE), que é um modelo de planejamento estratégico com foco em resultados. A importância desta pesquisa reside na possibilidade de ampliar a qualidade das práticas escolares a partir da formação de perfis de líderes capazes de redirecionar as ações escolares e propiciar melhores índices de desenvolvimento. Com relação aos aspectos metodológicos, realizou-se um estudo de caso qualitativo, com pesquisa bibliográfica, entrevista com os gestores de duas escolas da Região Metropolitana VII e aplicação de questionários a professores e agentes de acompanhamento da gestão escolar AAGE, que atuam nas referidas unidades. Os resultados da pesquisa mostraram que o perfil do gestor é um dos aspectos que pode caracterizar a identidade da escola em termos de índices de desenvolvimento escolar, isso porque o líder com o perfil cujas competências, como a criatividade, e visão estratégica, pode mudar a realidade escolar, inserido professores e alunos em contextos diversificados no que diz respeito ao processo ensino aprendizagem. A partir dessas constatações,apresenta-se um plano de ação educacional que abrange a realização de treinamentos para capacitar os gestores da Região Metropolitana VII de modo a subsidiá-los na aquisição de competências de gestão escolar, os quais demandarão o monitoramento e avaliação da GIDE, no sentido de apresentar resultados a curto, médio ou longo prazo no que se refere à relevância dos treinamentos.
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Briófitas da caatinga 1: Estação Experimental do IPA, Caruaru - PE.

Briófitas da caatinga 1: Estação Experimental do IPA, Caruaru - PE.

Ocorre no Amazonas, Bahia, Goiás , Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco (inclusive ilha Fernando de Noronha) , Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, R[r]

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Aspectos fitogeográficos das espécies de Crotalaria L. (Leguminosae, Faboideae) na Região Sul do Brasil.

Aspectos fitogeográficos das espécies de Crotalaria L. (Leguminosae, Faboideae) na Região Sul do Brasil.

Crotalaria vespertilio possui distribuição um pouco distinta das demais espécies, pois não há continuidade geográfica entre o extremo sul de Santa Catarina (Criciúma e Tubarão) e o oeste do Paraná (municípios de Guaíra e Rio Bonito do Iguaçu). Esta disjunção pode ser devida ao fato de que as populações do Paraná, provavelmente, sejam naturais, visto que esta espécie apresenta continuidade com populações no Mato Grosso do Sul, enquanto as populações encontradas próximo ao litoral de Santa Catarina podem estar associadas à ação antrópica, uma vez que ocorrem somente em margens de rodovias. A presença desta espécie em Santa Catarina também pode ser atribuída à introdução acidental, por ser semelhante morfologi- camente à Crotalaria paulina Schrank, que vem sendo utilizada na adubação verde no restante do país. Província Atlântica – na Região Sul do Brasil esta província abrange o litoral do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, até a latitude 30º S. Possui clima quente e úmido, com precipitação anual superior a 2.000 mm e temperaturas médias anuais entre 19 e 25 ºC, e apresenta a floresta pluvial como vegetação predominante (Cabrera & Willink 1980). Nesta área ocorrem seis espécies, sendo que Crotalaria vitellina possui distribuição quase exclusiva nesta província, com poucos indivíduos alcançando a província Paranaense. Esta espécie é encontrada principalmente em restingas, nas encostas de morros litorâneos e próxima de dunas de areia no Paraná até o litoral de Santa Catarina. Província Pampeana – na Região Sul, abrange a metade sul do Estado do Rio Grande do Sul. Esta província
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Palmeiras (Arecaceae) nativas no município de Campo Mourão, Paraná, Brasil.

Palmeiras (Arecaceae) nativas no município de Campo Mourão, Paraná, Brasil.

Em algumas formações vegetacionais as palmeiras são responsáveis pela caracterização do ambiente, vivendo em densas populações como os buritizais (Mauritia flexuosa L.f) no Brasil central, carnaubais (Copernicia prunifera (Mill.) H.E. Moore) no nordeste brasileiro, e babaçuais (Attalea speciosa Mart. ex Spreng.), ocorrendo nestes dois ambientes. No Sul do Brasil, ocorrem algumas áreas contínuas ou relictuais de butiazais como, por exemplo, no Rio Grande do Sul as espécies de Butia catarinensis Noblick & Lorenzi (butiazais de Torres), B. odorata (Barb. Rodr.) Noblick (butiazais de Tapes) e B. yatay (Mart.) Becc. (butiazais de Coatepe) (Soares et al. 2014). Já em outros locais, onde não são tão abundantes, como na Floresta Ombrófila Mista do Sul do país, aparecem em lugares de forte insolação, ao longo do limite da floresta ou no interior da Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional (Romariz 1996).
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Percebemos, nesta citação, a valorização do administrador “téc- nico” e “tocador de obra”, que certamente garantiria a Carlos Lacerda um lugar especial na memória política do Rio de Janeiro, ao lado de um nome como Pereira Passos, que inaugurou a corrente dos “prefei- tos empreendedores”. Aqui vale apontar para a simploriedade de ar- gumentos que reproduzem de forma acrítica o grande cacife eleitoral lacerdista, a saber, o vasto programa de obras executado na Guanabara (cf. Motta, 2000). Vejamos que, para defenderem suas ideias, tanto Jabor quanto Kamel precisam lutar contra uma memória social nega- tiva: seja em relação a um político (Lacerda), seja em torno de uma política (o programa de remoção). Enquanto Kamel escolhe como contraponto a administração Leonel Brizola, Jabor adota como ele- mento de oposição a vaga e depreciativa noção de “velhos comunas” – que, no caso, se contrapõe ao “conceito de administração moderno” do primeiro governador do estado da Guanabara. Não custa lembrar que os mencionados “bons tempos” desse estado podem coincidir com o período da ditadura militar, uma vez que a Guanabara existiu entre 1960 e 1975.
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O PAPEL DO ESTADO NO PROCESSO DE OCUPAÇÃO DAS ÁREAS DE CERRADO ENTRE AS DÉCADAS DE 60 E 80

O PAPEL DO ESTADO NO PROCESSO DE OCUPAÇÃO DAS ÁREAS DE CERRADO ENTRE AS DÉCADAS DE 60 E 80

Em meados do século XIX, cientistas europeus organizavam expedições ao Brasil com interesse de conhecer sua vegetação. Datam desta época os primeiros trabalhos científicos sobre os Cerrados, realizados por Spix e Martius, que descreveram sobre as diversas espécies encontradas em suas viagens ao interior do país. No final do século XIX e início de 1900, Warming, realizando uma grande pesquisa sobre o Cerrado, acreditava serem os campos cerrados oriundos das condições climáticas, caracterizando-o como xerófito, onde o fogo não desempenhava influência decisiva sobre a vegetação.
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