Top PDF Evidências de eficácia da terapia cognitiva comportamental na esquizofrenia.

Evidências de eficácia da terapia cognitiva comportamental na esquizofrenia.

Evidências de eficácia da terapia cognitiva comportamental na esquizofrenia.

Contexto: A terapia cognitiva comportamental (TCC) tem se mostrado uma das técnicas psicoterápicas de melhor eficácia utilizada no tratamento das psicoses. Objetivo: Os autores apresentarão os principais estudos clínicos, revisões sistemá- ticas e meta-análises nas quais a TCC foi utilizada no tratamento da esquizofrenia e em outros transtornos do espectro psicótico e também as principais técnicas utilizadas nestes estudos. Método: Revisão da literatura por meio de pesquisa no PubMed e Cochrane de estudos randomizados controlados e meta-análises. Resultados e Conclusões: Os estudos randomizados controlados e as meta-análises mostram que a TCC é eficaz na melhora de certos sintomas da esquizofrenia e pode representar uma alternativa terapêutica adjuvante para os casos refratários a antipsicóticos.
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Revisão sobre o uso da terapia cognitiva-comportamental na prevenção de recaídas e recorrências depressivas: a review.

Revisão sobre o uso da terapia cognitiva-comportamental na prevenção de recaídas e recorrências depressivas: a review.

Há duas décadas vêm sendo desenvolvidos estudos avalian- do a eficácia da TCC na prevenção do retorno de episódios depressivos. Durante esse período, as pesquisas têm aprimora- do seus métodos, fornecendo evidências de maior peso. Al- guns dos problemas têm sido amostras pequenas, grupos hete- rogêneos de pacientes, desenhos naturalísticos, avaliações ape- nas semestrais, não distinção entre recaída e recorrência e a falta de tratamento AD de continuação nos grupos controle. A parada da medicação logo após a fase aguda não reflete a prá- tica clínica de uso do tratamento de continuação, 5 favorecendo
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A terapia cognitivo-comportamental no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada

A terapia cognitivo-comportamental no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada

RESUMO: A ansiedade é uma disfunção emocional que causa sérios prejuízos na vida de um sujeito, e passa a ser reconhecida como patológica quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou qualitativamente distintos do que se observa como norma, interferindo assim na qualidade de vida, no conforto emocional ou no desempenho diário do indivíduo. Objetivos: Essa pesquisa tem como objetivo a realização de uma breve revisão bibliográfica a respeito do TAG e das técnicas Cognitiva e Comportamentais mais eficazes no tratamento do TAG, descrever os sintomas da ansiedade generalizada e compreender como as estratégias da Terapia Cognitivo-Comportamental podem ser aplicadas no tratamento psicoterapêutico da ansiedade generalizada. Métodos: Refere-se a um trabalho de revisão bibliográfica, o qual se utilizou de vinte materiais bibliográficos para sua produção. Resultados/Discussão: Pode-se observar que a terapia cognitivo para o TAG, tem grande eficácia, pois oferece ao sujeito uma variabilidade de técnicas que são empregadas de maneira combinadas que causam impacto sobre o transtorno, porque o sujeito passa a vir a preocupação como um processo normal do desenvolvimento humano e não mais como algo patológico, pois o indivíduo é ensinado a reconhecer suas preocupações como um comportamento de aproximação – evitação.
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Evidências científicas das neurociências para a terapia cognitivo-comportamental.

Evidências científicas das neurociências para a terapia cognitivo-comportamental.

Durante o tratamento, o paciente é encorajado a desafiar esses pensamentos, reavaliando sua ex- pectativa de perigo. A exposição é uma das estraté- gias utilizadas com essa finalidade. Durante as exposições o paciente fortalece seu senso de contro- le reduzindo expectativas futuras de dano e aumen- tando seu senso de auto-eficácia. A exposição favorece o teste da realidade e por meio da constatação real de que as conseqüências catastrófi- cas não vão ocorrer, o indivíduo apresenta redução da ansiedade e deixa de emitir as respostas evitação. Tendo como referência essas informações, Hofmann (2008) propõe que a estratégia de exposição para ser conduzida com sucesso requer mudanças nesses processos cognitivos. Assim, a exposição seria uma forma de intervenção cognitiva que promove mudan- ças na expectativa de perigo dos pacientes ansiosos. Dessa forma, Hofmann caracteriza-a não como uma técnica comportamental, mas cognitiva, mesmo que ela não utilize estratégias de reestruturação cognitiva explícitas, tem efeito similar por mediar mudanças nos pensamentos disfuncionais.
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Teoria e eficácia da terapia comportamental dialética na bulimia nervosa e no transtorno da compulsão alimentar periódica.

Teoria e eficácia da terapia comportamental dialética na bulimia nervosa e no transtorno da compulsão alimentar periódica.

Objetivos: Procura-se analisar as atuais evidências empíricas e teóricas sobre o modo de operar nas intervenções comportamentais dialéticas. Procedeu-se igualmente à análise da eficácia dessa terapia no tratamento da bulimia nervosa e no transtorno da compulsão alimentar periódica. Método: Realizou-se uma revisão agregativa da literatura, recorrendo às palavras-chave “dialectical behavior therapy”, “bulimia nervosa” e “binge eating disorder” nas bases de dados PsycInfo e MedLine e em livros da especialidade, sob o critério da atu- alidade e premência das publicações levantadas. Resultados: A terapia comportamental dialética, inicialmente desenhada para o transtorno de personalidade borderline, tem-se es- tendido a outros transtornos do eixo I. Sua aplicação às perturbações alimentares sustenta- se num paradigma dialético com o recurso das estratégias comportamentais e cognitivas. Esse modelo permite aos pacientes uma regulação mais efetiva dos estados afetivos nega- tivos, reduzindo a probabilidade da ocorrência de comportamentos bulímicos e de com- pulsão alimentar periódica. Conclusão: Embora escasseiem estudos sobre a sua eficácia, os resultados existentes parecem comprovar a eficácia da terapia comportamental dialética nas populações descritas.
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Evidências sobre a terapia cognitivo-comportamental no tratamento de obesos com transtorno da compulsão alimentar periódica.

Evidências sobre a terapia cognitivo-comportamental no tratamento de obesos com transtorno da compulsão alimentar periódica.

Foram encontradas 348 publicações que envolviam temas associados à TCC no TCAP. Após uma avaliação dos resumos dessas publicações, 84 artigos foram inicialmente selecionados e solicitados na sua íntegra. Após a leitura desses artigos, 21 estudos em inglês foram incluídos nesta revisão, por preencherem os critérios de inclusão: dois estudos abertos, 15 estudos controlados e uma metanálise. A seguir, descreveremos os resultados dos ensaios clínicos utilizando essa forma de psicoterapia no TCAP, focalizando a eficácia da TCC nos sintomas psicopatológicos associados e característicos do TCAP e no peso corporal.
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Terapia Cognitivo - Comportamental na Depressão

Terapia Cognitivo - Comportamental na Depressão

27 recentemente, DeRubeis et al., em 2005 (54), publicaram um ensaio duplamente controlado e aleatorizado que pretendeu preencher a lacuna de “até à data – 1995 – nenhuma comparação entre os antidepressivoss e a terapia cognitiva ter apresentado uma amostra suficientemente grande de pacientes com DM moderada a severa e de que apenas o TDCRP incluiu um grupo placebo controle”. Os 240 pacientes que cumpriram os critérios de inclusão foram distribuídos aleatoriamente por três tipos de tratamento: antidepressivos (n=60), comprimido placebo (n=60) e terapia cognitiva (n=60). Os pacientes nos grupos dos antidepressivos e placebo foram medicados durante oito semanas com paroxetina e comprimido placebo, respectivamente. Ambos, terapeutas e pacientes, mantiveram-se cegos quanto à natureza do princípio activo dos comprimidos. A dose dos pacientes no grupo dos antidepressivos era, inicialmente, de 10-20 mg diárias. Esta dose sofreu um aumento de 10-20 mg, consoante a tolerância e resposta dos pacientes, até um máximo de 50 mg à sexta semana ou até que uma redução significativa dos sintomas fosse detectável. Os resultados demonstraram que quer a farmacoterapia quer a terapia cognitiva têm superioridade face ao grupo placebo em pacientes com depressão moderada a severa. Os pacientes com uma co-morbidade de eixo I, que tinham maioritariamente desordens de ansiedade, responderam mais aos antidepressivos, provavelmente devido às propriedades ansiolíticas da paroxetina. Dentro do grupo da terapia cognitiva verificou-se que os pacientes cuja terapia cognitiva foi instituída por psicoterapeutas mais experientes responderam melhor ao tratamento. No estudo TDCRP, as diferenças nos pacientes severamente deprimidos foram concordantes com a experiência do psicoterapeuta: pacientes submetidos a psicoterapeutas menos experientes tiveram resultados que favoreceram os antidepressivos em detrimento da terapia cognitiva; pacientes com psicoterapeutas mais experientes tiveram resultados que negligenciaram o favorecimento dos antidepressivos. Voltando ao estudo em causa, os resultados demonstraram que a terapia cognitiva e os antidepressivos são igualmente eficazes e não apoiam a guideline presente na APA, baseada no TRCRP, de que “a maioria dos pacientes (moderada a severamente) deprimidos necessitará de medicação apenas. Os resultados de Hollon et al., 2005 (citados por (58)), foram ao encontro dos estudos de DeRubeis et al., 1999 (56) e de DeRubeis et al., 2005 (54): a farmacoterapia e a terapia cognitiva têm eficácia similar no tratamento da depressão.
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Terapia cognitivo-comportamental no transtorno de pânico.

Terapia cognitivo-comportamental no transtorno de pânico.

Objetivo: O transtorno de pânico é uma condição crônica e recorrente que prejudica a qualidade de vida e o funcionamento psicossocial dos portadores. Embora os medicamentos sejam efetivos na redução dos ataques de pânico, muitos pacientes não respondem adequadamente a essas intervenções. A terapia cognitivo-comportamental fornece um método alternativo eficaz para tratar transtorno de pânico e evitação agorafóbica. O objetivo do estudo é o de descrever o uso de técnicas cognitivo-comportamentais no tratamento do transtorno de pânico. Método: Revisão narrativa a partir dos bancos de dados do Medline, SciELO e PsycInfo e de livros-texto especializados. Resultados: Foram descritos os fundamentos da terapia cognitivo-comportamental no tratamento do transtorno pânico e revisadas as evidências de eficácia em curto e longo prazos. O uso de medicação concomitante a terapia cognitivo-comportamental foi também discutido. Conclusões: A terapia cognitivo-comportamental individual ou em grupo é eficaz para pacientes com transtorno de pânico, seja como tratamento de primeira linha ou como um próximo passo para pacientes com resposta parcial a outros tratamentos. Descritores: Transtorno de pânico; Terapia cognitivo-comportamental; Evidências de eficácia; Tratamento; Revisão
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A adesão terapêutica em terapia cognitivo comportamental

A adesão terapêutica em terapia cognitivo comportamental

Jacobsen et al. (2011) usaram a metodologia de revisão sistemática de meta- análises e julgamento de análises sequenciais de ensaios clínicos randomizados para comparar os efeitos da terapia cognitiva versus “não intervenção” em participantes maiores de 17 anos e que tivessem sido diagnosticados com a perturbação depressivo major. Concluíram que a terapia cognitiva reduziu significativamente os sintomas depressivos, medidos pelas escalas Hamilton Depression Rating Scale - HDRS e pelo Beck Depression Inventory - BDI, em comparação com a “não intervenção”, demonstrando a sua eficácia. Os autores, referem que, embora a terapia cognitiva possa ser um tratamento eficaz para a depressão, os efeitos sobre o comportamento suicida, os eventos adversos e a qualidade de vida, não são claros, sendo necessários mais estudos para avaliar os benefícios e os danos com desfechos clinicamente relevantes.
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Tratamento cognitivo e comportamental para transtornos do controle de impulsos.

Tratamento cognitivo e comportamental para transtornos do controle de impulsos.

aleatoriamente distribuídos em três tipos de tratamento: 1) terapia comportamental individual, que consistiu em con- trole de estímulos e exposição in vivo gradativa com preven- ção de resposta. O controle de estímulos envolveu evitar situa- ções de alto risco e manter o controle sobre o dinheiro, o que foi gradualmente reduzido à medida que o tratamento progre- dia. A exposição in vivo forçava o indivíduo a experimentar um impulso para jogar, ao mesmo tempo em que aprendia a resistir àquele impulso de uma forma auto-controlada; 2) a reestruturação cognitiva em grupo focou a identificação de distorções cognitivas relacionadas a ilusões de controle e vie- ses da memória sobre ganhos e perdas; 3) as intervenções comportamentais e cognitivas foram ministradas simultanea- mente, o que resultou na duplicação das horas de duração do tratamento, ainda que o tempo total do tratamento tenha per- manecido igual. Um grupo de controle de lista de espera foi também incluído. Todas as intervenções demonstraram me- lhora. A terapia comportamental individual foi superior à tera- pia em grupo ou à técnica combinada. Esse grupo de pesqui- sa confirmou posteriormente a eficácia do controle de estímu- los e da exposição com prevenção de respostas em formato individual. 33
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Tratamento psicoterápico do transtorno  obsessivo-Compulsivo: perspectivas da terapia cognitivo- comportamental e terapia analítico-comportamental

Tratamento psicoterápico do transtorno obsessivo-Compulsivo: perspectivas da terapia cognitivo- comportamental e terapia analítico-comportamental

Conforme destaca Knapp (2004) o modelo cognitivo para o TOC tem base empírica, e propõe que as interpretações distorcidas são as responsáveis pelo fato de certos pensamentos intrusivos assumirem um significado diferente para o sujeito, ativando assim pensamentos automáticos de conteúdo negativo ou catastrófico e emoções desagradáveis como: ansiedade, desconforto, medo e depressão. Em decorrência destas interpretações distorcidas, o indivíduo acaba desenvolvendo estratégias para neutralizá-las. Cordioli (2008a) relata que o modelo cognitivo foi de grande importância e contribuiu para um melhor entendimento dos sintomas obsessivos-compulsivos. Entretanto, houve muitas críticas ao modelo. As evidências não são conclusivas de que as crenças desadaptativas dos pacientes com TOC sejam diferentes das crenças disfuncionais que ocorrem em outros transtornos de ansiedade.
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A terapia cognitivo-comportamental no transtorno obsessivo-compulsivo.

A terapia cognitivo-comportamental no transtorno obsessivo-compulsivo.

cons tataram da mesma forma um aumento instantâneo seguido de uma acentuada diminuição da ansie da de após a execução da verificação. A partir dessas observações, propuseram a existência de uma relação funcional entre os rituais e as obsessões: os rituais eram realizados para aliviar a ansiedade que acompanhava as obsessões. Essa era a sua função e, ao mesmo tempo, uma tática aprendida pelo paciente para livrar-se da ansiedade que usualmente acompanha as obsessões. Observaram ainda que o impulso de executar as verificações ou as lavações desaparecia espontaneamente num período entre 15 e 180 minutos caso fosse solicitado aos pacientes que se abstivessem de realizar os rituais ou permanecessem em contato com as situações ou os objetos evitados. Constataram também, que, a cada repetição dos exercícios, a intensidade da ansiedade e do im pul so para reali zar os rituais era menor. Caso repetis sem os exercícios um número suficiente de vezes, tanto a aflição co mo a necessidade de executar os ri tuais desapareciam por completo. Este fenômeno natural ficou conhecido como habituação e passou a ser a base da terapia de EPR. 3-7
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Processos de mudança em psicoterapia : O funcionamento defensivo do paciente e a adesão do terapeuta a diferentes modelos teóricos

Processos de mudança em psicoterapia : O funcionamento defensivo do paciente e a adesão do terapeuta a diferentes modelos teóricos

Os desenvolvimentos mais recentes da investigação em psicoterapia psicodinâmica estão ligados aos estudo dos processo e resultados, dada a importância de perceber as contingências entre as necessidades dos pacientes e a competência dos terapeutas, a fim de melhor atender a essas necessidades, assim como, melhor compreender a eficácia e eficiência dos tratamentos psicanalíticos (Kachele, 2009). A pesquisa ao nível da psicoterapia psicodinâmica tem feito grandes avanços nesse sentido, demonstrando evidências da sua eficácia e eficiência nas formas específicas de terapias psicodinâmicas de curto e longo prazo, sendo ainda visível uma grande necessidade de mais estudos neste campo (Kachele, 2009). No entanto, esta pesquisa, com algumas excepções importantes, tem-se focado quase exclusivamente na relação entre processos e resultados em terapias psicodinâmicas breves, pois os problemas metodológicos associados à investigação processo-resultado são imensos devido à complexidade do processo terapêutico e aos muitos fatores envolvidos no resultado. Apesar destas dificuldades, muitos clínicos estão interessado nos mecanismos de mudança em tratamentos psicodinâmicos de longo prazo (Luyten et al., 2012).
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O psicólogo comportamental e a utilização de técnicas e instrumentos psicológicos.

O psicólogo comportamental e a utilização de técnicas e instrumentos psicológicos.

Sob esse aspecto Oliveira e cols. (2003) pesquisaram quais os instrumentos utilizados por estagiários de clínica comportamental e constaram que esses estudantes, futuros profissionais, utilizam inventários de personalidade e técnicas gráficas projetivas para compor sua avaliação. Causa espanto esse fato, visto que a coerência teórica deveria ser ensinada desde a graduação, mas, ao que parece, não é o que acontece. Se esse fato está acontecendo com estudantes que estão prestes a ingressar no mercado de trabalho, acredita-se que também aconteça com profissionais que já estão atuando no mercado.
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Efeitos da percepção de auto-eficácia acadêmica sobre o rendimento acadêmico de estudantes do Brasil/Amazônia

Efeitos da percepção de auto-eficácia acadêmica sobre o rendimento acadêmico de estudantes do Brasil/Amazônia

importância da compreensão do constructo da auto-eficácia em contexto educativo formal em todas as esferas (inclusive o cenário do ensino superior) por parte dos gestores da relação pedagógica, uma vez que a partir do diagnóstico do perfil de estilo de auto-eficácia apresentado pelos estudantes, pode ser possível coordenar ações de orientação educativa que fortaleçam os comportamentos preditivos de eficiência e qualidade da aprendizagem.

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Cognição e comportamento de uma coorte de escolares estratificada pelo peso ao nascer:...

Cognição e comportamento de uma coorte de escolares estratificada pelo peso ao nascer:...

Com objetivo de analisar as competências comportamentais, sociais e adaptativas de crianças nascidas com muito baixo peso e extremo baixo peso e examinar possíveis fatores ambientais que interagem na promoção da resiliência na idade pré-escolar e média infância, MSall e Park (2008) realizaram um estudo teórico reflexivo sobre dados empíricos. Os autores apontaram que vários estudos de caso-controle, realizados entre os anos de 1980 e 1990, encontraram que crianças nascidas muito prematuras ou com muito baixo peso, na idade escolar, apresentam mais problemas internalizantes, externalizantes, déficits de atenção e de habilidades sociais e mais hiperatividade comparadas a seus colegas nascidos a termo e com peso normal. Uma ressalva importante feita pelos autores é de que as crianças nascidas com muito baixo peso ou extremo baixo peso sofrem maior impacto nos desempenhos cognitivo e comportamental comparadas às crianças nascidas com baixo peso (1501-2499g). Apontam ainda que o desenvolvimento e as competências comportamentais das crianças não dependem apenas de único fator, mas da interação de diversos componentes, tais como, a saúde da criança, o ambiente familiar, as condições sociais e o suporte da comunidade.
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Resolução da ambivalência em terapia cognitivo - comportamental

Resolução da ambivalência em terapia cognitivo - comportamental

Comportamental o modelo cognitivo da depressão. Fundamenta que os sintomas depressivos ocorrem como consequência da ativação de modelos cognitivos negativos, nesse sentindo o indivíduo não parte para ação o que dificulta no processo comportamental. Apesar da forma como os problemas podem ocorrer, os clientes obtêm a resolução de problemas através da exploração destas questões quer dentro quer fora do contexto terapêutico, e neste seguimento a experiência emocional é um elemento importante para o crescimento e desenvolvimento pessoal e é um procedimento fulcral que conduz a mudanças terapêuticas (Hill, 2001). A entrega do cliente na sessão terapêutica está relacionada como resultados de sucesso terapêutico (Hill, 2001).
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WAINER   Terapia Cognitiva Focada em Esquemas

WAINER Terapia Cognitiva Focada em Esquemas

No tratamento de indivíduos antissociais, o terapeuta deve estar ciente de que lidará inicialmente com níveis acentuados de resistência à mudança. A maioria desses sujeitos foi forçada por alguém (cônjuge, por exemplo) ou obrigada pelas autoridades a participar da terapia (p. ex., no âmbito de uma injunção judicial que obriga a frequentar tratamento). O estabelecimento de uma aliança terapêutica, tão necessária às intervenções em pacientes com patologia da personalidade, torna-se, nesses casos, um objetivo mais difícil de alcançar, e o terapeuta deve colocar nisso todos os seus esforços. Deve também estar ciente de que o contexto da psicoterapia, porque envolve proximidade relacional, exploração do eu do doente e contato com experiência traumática precoce, é ameaçador para esses indivíduos, sendo normal que evitem a sessão, que se refugiem em conversas pouco relevantes, que evitem falar de si mesmos ou que ataquem o terapeuta, procurando provocar rupturas na aliança terapêutica desde o início. Assim, o profissional deve estar atento às dificuldades que o contexto terapêutico coloca a esses pacientes e procurar acolhê-los em uma atitude franca e direta, mostrando-se empático, compreensivo ante a dificuldade do doente em aceitar esse tipo de intervenção. Deve mostrar total abertura e disponibilidade para compreender os pontos de vista do indivíduo sobre os seus problemas, o seu comportamento e as consequências dele (familiares, legais ou outras).
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Linguística e psicopatologia cognitiva: Contribuição para uma abordagem interdisciplinar da esquizofrenia paranóide

Linguística e psicopatologia cognitiva: Contribuição para uma abordagem interdisciplinar da esquizofrenia paranóide

A estratégias desenvolvidas pelo sujeito doente para a representação de si próprio têm como principal efeito o controle das relações conceptuais de que o clínico [r]

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Terapia comportamental com famílias de crianças agressivas: por que, como e quando.

Terapia comportamental com famílias de crianças agressivas: por que, como e quando.

famílias de crianças agressivas - este trabalho objetiva demonstrar a relevância de uma intervenção envolven- do pais e crianças com problemas de conduta. É baseado na demanda crescente [r]

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