Top PDF O uso do Facebook como AVA no ensino de língua inglesa para cegos

O uso do Facebook como AVA no ensino de língua inglesa para cegos

O uso do Facebook como AVA no ensino de língua inglesa para cegos

O estudo sobre o ensino de língua Inglesa (LI) para deficientes visuais no Brasil está em estágio embrionário. O uso de Tecnologias de Informação e Comunicação, as TIC, para contribuir no aprendizado da LI nesse ambiente é praticamente inexistente. Portanto, este trabalho tem por objetivo estudar de que forma o uso do Facebook como um ambiente virtual de aprendizagem pode auxiliar alunos cegos no processo de aprendizagem da Língua Inglesa. Nossa pesquisa foi realizada com estudantes cegos do projeto Inglês Básico para Deficientes Visuais, que ocorre na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, e é coordenado pela Profª Drª Miriam Sester Retorta. Para atingirmos nosso objetivo, foram realizadas observações e intervenções durante as aulas de Inglês para alunos cegos do referido grupo. Também, postamos exercícios e arquivos em áudios no Facebook e, para finalizar, um questionário em forma de roteiro de entrevista foi respondido. Nossa pesquisa está embasada nos conceitos sócio-interacionistas de Vigostky e Letramento Digital de Lanksher e Knobel. Através da pesquisa-ação conduzimos nosso estudo desde março até dezembro de 2014. Entre os resultados desse trabalho foi possível verificar que o Facebook, pode funcionar como AVA. Porém, notou-se que nem todos os estudantes possuem acesso ao Facebook, por diversos motivos, então é necessário que outros recursos tecnológicos sejam disponibilizados de forma que todos os alunos tenham acesso aos conteúdos.
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As perspectivas para o aprendizado da língua inglesa na modalidade EAD: orientações do tutorial no AVA MYELT

As perspectivas para o aprendizado da língua inglesa na modalidade EAD: orientações do tutorial no AVA MYELT

Dessa forma, nossa intenção foi descrever o tutorial do curso de inglês My English Online que oferece aos participantes a se apropriarem da ferramenta MyELT, para fazer leituras, assistir aos vídeos, realizar atividades em contexto gramatical e ouvir áudio em inglês referentes a cada nível que está sendo estudado. Corrobora portanto para este ensino, o uso de materiais didático-pedagógicos interativos e motivadores, dentro de um processo contínuo de aprendizagem onde se faz necessário o comprometimento do participante para alcançar cada nível de estudo do curso virtual.
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O Facebook para o ensino de Língua Estrangeira

O Facebook para o ensino de Língua Estrangeira

O artigo apresenta uma pesquisa que se realizou a partir de um projeto constituído por aulas planejadas e desenvolvidas com a utilização do Facebook como espaço de aprendizagem da Língua Estrangeira. A experiência foi realizada em um curso de Língua Inglesa e selecionou um grupo de vinte estudantes para participarem do estudo. O trabalho foi motivado pela seguinte pergunta: É possível desenvolver na aula de língua estrangeira um processo de interação e aprendizagem significativo através da rede social Facebook? Utilizou-se nesta pesquisa a abordagem qualitativa aliada à pesquisa-ação. Espera-se, portanto, com a apresentação desta pesquisa, incentivar a reflexão sobre a prática pedagógica com o uso das redes sociais e de outros espaços interativos da Web para o Ensino de Línguas Estrangeiras.
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O uso do Facebook no contexto escolar: os gêneros meme e fotopoema para a produção textual em língua inglesa

O uso do Facebook no contexto escolar: os gêneros meme e fotopoema para a produção textual em língua inglesa

fora da sala de aula, aproveitando o melhor de cada ambiente, presencial e digital”. Ou seja, é possível e necessário melhorar a metodologia de ensino existente, de modo que possa compreender as novas tecnologias, contudo, não é uma tarefa fácil. Buscando aproximar a prática pedagógica do contexto atual dos alunos, a instituição escolar deve compreender as TIC enquanto aliadas e incentivar os docentes a utilizá-las com o propósito de promover o aprendizado crítico, a co- construção de conhecimento e a reflexão do que foi acessado e aprendido. Ventromille-Castro e Ferreira (2016, p.157) destacam que “tratar academicamente os aspectos que circundam a inserção das TIC na educação e na aprendizagem de línguas é um compromisso dos cursos de formação de professores”. Portanto, além da ferramenta apropriada, é imprescindível que o educador esteja preparado para utilizar a tecnologia a seu favor.
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O Skype como um AVA para o desenvolvimento da oralidade em língua inglesa

O Skype como um AVA para o desenvolvimento da oralidade em língua inglesa

Para um ensino eficiente da habilidade oral em língua inglesa o professor deve criar um ambiente onde haja o uso de materiais autênticos e a oportunidade para cada aluno se expressar e contribuir em cada aula. O papel dele será o de facilitador e não detentor de todo o conhecimento. Uma pré-apresentação de vocabulários, expressões, estruturas, etc, dos quais os alunos necessitarão durante as atividades orais contribuirá bastante para este processo. O professor também deve dar um constante feedback aos seus alunos sempre que for possível. A correção de pronúncia, erro gramatical, etc., não pode ser feita durante as produções orais, de forma “on the spot” (no momento em que o erro é cometido) como muitos estão acostumados, pois isso poderá atrapalhar o aluno em seu desempenho oral durante uma atividade especifica (KAYI, 2006).
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Uso de tecnologia em sala de aula: youtube recurso para o ensino de língua inglesa

Uso de tecnologia em sala de aula: youtube recurso para o ensino de língua inglesa

Esses valores e conceitos sociais também são importantes na opinião de Pavan e Oger (2009), que (re)afirmam a importância do ensino de línguas em um mundo globalizado e repleto de inovações tecnológicas. Segundo os autores, essas inovações estabelecem novas cone- xões virtuais e por essa razão expõe as pessoas a novas línguas e novos hábitos sociais, e, por conseguinte o ensino de línguas passa a ser oferecido de várias outras formas para além do con- texto tradicional de sala de aula. Neste cenário de atuação o professor precisa desenvolver habili- dades para guiar seus alunos por meio das transformações e informações que ocorrem a todo o momento no mundo virtual, e os alunos precisam buscar sentido para o que está sendo ensinado. Por esta razão, o presente artigo tem como destaque abordar questões sobre o uso do Youtube como mediador de ensino da língua inglesa, mostrando os pontos positivos e negativos de se usar essa ferramenta como um instrumento de ensino nos contextos da sala de aula ou de forma autô- noma.
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O uso das tecnologias como recurso facilitador do processo de ensino e aprendizagem de língua inglesa

O uso das tecnologias como recurso facilitador do processo de ensino e aprendizagem de língua inglesa

A utilização consciente dos recursos tecnológicos é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores desafios da escola, a fim de tornar o processo ensino- aprendizagem, cada vez mais estimulante. É comum, ouvir professores relatando suas dificuldades com tantos aparatos tecnológicos e o quanto que seus alunos estão à sua frente. Os chamados “nativos digitais”, realmente possuem grande familiaridade com computadores e outros recursos, no entanto não são capazes de utilizá-los em prol da sua aprendizagem. Cabe, pois aos docentes orientá-los para fazerem tal uso.
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Ensino e aprendizagem de escrita em língua inglesa: a relação entre crenças e o uso de estratégias

Ensino e aprendizagem de escrita em língua inglesa: a relação entre crenças e o uso de estratégias

A crença sobre avaliação do texto escrito em LI segue as outras mencionadas anteriormente sobre a definição de escrita. Para a maioria dos participantes, avaliar um texto escrito em LE significa observar o conteúdo gramatical. Novamente, a gramática e o vocabulário assumem um papel fundamental na escrita em LI. Interessante notar que, mesmo concordando com a avaliação ser uma correção gramatical e ortográfica, os participantes não consideram um texto com muitos erros gramaticais como um texto ruim. Essa contradição talvez possa ser explicada pelo fato de o aprendiz, apesar de sua definição restrita do que seja escrita, ter consciência sobre a função comunicativa do texto, que, mesmo gramaticalmente mal estruturado, pode passar uma mensagem ao leitor. Isso revela que os participantes, de certa forma, são conscientes da função da escrita na sociedade, porém, ainda estão presos a uma tradição de ensino baseada na gramática, uma abordagem que já foi desacreditada por outras posteriores, como a abordagem comunicativa para o ensino de línguas (ALMEIDA FILHO, 1993).
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O ensino de língua inglesa e o uso de portais de conteúdo para a construção de ambientes de aprendizagem

O ensino de língua inglesa e o uso de portais de conteúdo para a construção de ambientes de aprendizagem

Não só o computador, mas as tecnologias de informação e comunicação de forma geral, podem contribuir como ferramentas para apresentação e construção dos conhecimentos. Também, o surgimento da Internet proporcionou, por ser uma rede, que os estudantes e professores desenvolvam as atividades de um modo colaborativo e tenham o acesso às informações, favorecendo que sejam criadas circunstâncias para que as pessoas possam expressar-se tanto no aspecto cognitivo quanto no aspecto afetivo e social. Neste sentido, a implantação da tecnologia na escola envolve formação adequada dos professores, para que compreendam o contexto mundial e local em que estão inseridos na atualidade, que demanda redimensionar o que significam uma aula, projetos, aprendizagem e conhecimento. Na abordagem Construcionista, o professor tem o papel de promover a aprendizagem do aluno para que este possa construir o conhecimento inserido em um ambiente que o desafie e motive para a exploração, a reflexão, a depuração e a descoberta (ALMEIDA, 2000). Antes de propor um plano de trabalho, que deverá ser cooperativo, o professor deve conhecer as potencialidades dos alunos e suas experiências anteriores para poder criar situações de uso da tecnologia como meio de transformar as salas de aula em ambientes de aprendizagem - ambientes em que se aprende fazendo, isto é, construindo conhecimento a partir de atividades de exploração, investigação, análise e descoberta de forma contextualizada e significativa, produzindo um objeto de interesse do indivíduo ou de seu grupo. O professor Construcionista deve estar preparado para mediar a construção do conhecimento sabendo com clareza o que significa o processo de aprender por intermédio desta construção para poder criar condições para que o aluno vivencie o ciclo descrição- execução-reflexão-depuração e auxiliar o aluno a perceber e corrigir os erros ao usar o computador para relacioná-lo com seu pensamento em um nível meta cognitivo, discutindo ideias sobre o aprender a aprender e pensando sobre o pensar.
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“Fessora, não tem internet, não?”- o uso do computador, sem internet, como um recurso no ensino de língua inglesa

“Fessora, não tem internet, não?”- o uso do computador, sem internet, como um recurso no ensino de língua inglesa

tem como tópico o uso do computador em aulas de língua estrangeira – inglês – na rede oficial de ensino de Goiás. Para realizar a investigação, foi conduzido um estudo de caso com um grupo de alunos do 2º ano do ensino médio de uma escola da rede estadual de ensino, cujo objetivo foi verificar as possibilidades de uso do computador como um recurso no ensino da língua inglesa sem, necessariamente, estar interligado à internet. Este trabalho está embasado teoricamente em autores como Vygotsky (1998, 2001), do qual utilizamos a teoria sociointeracionista e, em relação ao uso do computador no ensino, buscamos apoio em autores como Moran (1995), Masetto (2000), Behrens (2000), Paiva (2008), entre outros. Os resultados apontam que, de fato, não só podemos realizar um bom trabalho utilizando o computador mesmo sem o uso da internet durante as aulas, como também oportunizar aos alunos o contato com esse recurso e motivá-los a aprender a língua inglesa.
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A transversalidade no ensino de língua inglesa

A transversalidade no ensino de língua inglesa

Para podermos alcançar esse aluno devemos conhecer, ou termos o mínimo de noção, de com quem estaremos trabalhando, saber quem são os nossos alunos, conhecê-los para poder despertar neles o interesse por esse conhecimento da língua estrangeira, como citam as DCE's “Quem são os sujeitos da escola pública? De onde eles vêm? Que referências sociais e culturais trazem para a escola?” (PARANÁ, 2008, p.14). Responder essas questões ajudará o profissional para saber como melhor se relacionar com seus alunos para conseguir chegar ao objetivo final, que eles aprendam a língua inglesa.  
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A leitura no ensino de língua inglesa

A leitura no ensino de língua inglesa

A presente pesquisa analisa as vantagens do uso da literatura nas aulas de Língua Inglesa do Ensino Médio no Brasil. Os fatores implicados nessa análise incluem o estudo das abordagens do ensino de língua estrangeira ao longo do tempo, bem como das vantagens do emprego de textos literários no ensino de Língua Inglesa, considerando as questões envolvidas na tríade literatura, linguagem e ensino. Por meio de uma revisão bibliográfica, a investigação qualitativa e de caráter descritivo apresenta os motivos para o uso de textos literários – contos, poemas, peças, romances – nas aulas de Língua Inglesa do Ensino Médio no Brasil, visto que os alunos já têm contato com o gênero literário nas aulas de Língua Portuguesa e que existe uma desmotivação quanto ao ensino de Língua Inglesa, por sua característica mecânica de aprendizado das estruturas gramaticais. A literatura, portanto, permite o acesso a diferentes culturas e estimula o aprendizado contextualizado da língua, desenvolvendo o pensamento autônomo e crítico do indivíduo, como preconizam as diretrizes nacionais para a educação básica.
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O INGLÊS NO MUNDO CONTEMPORÂNEO E O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

O INGLÊS NO MUNDO CONTEMPORÂNEO E O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

Além destes, o professor pode também utilizar recursos digitais como: Mentimeter, que promove interações em tempo real, como enquete ou nuvem de palavras; Padlet, utilizado para a elaboração de murais ou painéis virtuais; GoConqr e Conceptboard, destinado a confecção de mapas mentais no ambiente da rede; Kahoot e Socrative, que viabilizam testes rápidos com perguntas de múltipla escolha; Google Lens, que permite a identificação de objetos, formas, plantas, animais, etc a partir de um simples toque no celular; e Miro for Education, aplicativo que simula um quadro branco permitindo a interação entre professor e aluno e a participação ativa e efetiva do aluno durante as aulas. Abaixo há a disponibilização do resultado obtido em uma das atividades realizadas em uma aula de inglês instrumental (ESP – English for Specific Purposes), para alunos de um curso de aviação do Ensino Superior, via plataforma Mentimeter:
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Desafios do ensino-aprendizagem da fonética da língua inglesa: o uso do método direto.

Desafios do ensino-aprendizagem da fonética da língua inglesa: o uso do método direto.

A gramática, no método direto, é aprendida através da prática. Os alunos são encora- jados a formar suas próprias generalizações sobre a estrutura gramatical de forma indutiva, através de refl exão sobre o que têm aprendido. Dessa forma, o estudo da gramática é man- tido no nível funcional, sendo confi nado àquelas áreas nas quais são continuamente usa- das no discurso. Quando a gramática é ensinada mais sistematicamente é também através da língua estrangeira. Quando os alunos são introduzidos no material de leitura, eles lêem sobre temas já discutidos oralmente, e o professor os prepara com apresentações das novas palavras (o que inclui novos sons) e situações. Os textos são lidos em voz alta pelo professor e pelos alunos e estes encorajados a inferir os signifi cados dos elementos desconhecidos diretamente do contexto, mais que procurar signifi cados em dicionários. Os alunos nun- ca são solicitados a traduzir para a língua materna; aprendem a escrever por transcrição, composição de resumos do que foi lido, ou do que foi discutido oralmente. Gradualmente, passam a fazer composições criativas.
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O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NA PERSPECTIVA INTERDISCIPLINAR

O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NA PERSPECTIVA INTERDISCIPLINAR

Diante do momento histórico atual, a educação manifesta a necessidade de se romper com modelos tradicionais de ensino. No Brasil, evidencia-se uma preocupação, um interesse pelas práticas interdisciplinares, que chegaram ao Brasil ao final da década de 1960. Faz-se necessária a observação de dois aspectos relevantes: por uma questão de modismo, na década de 70, a interdisciplinaridade passou a ser empreendida na educação sem as reflexões necessárias, sem se pensar nos objetivos e nas dificuldades que se poderia encontrar para alcançá-los. Outro aspecto a ser considerado é o avanço nas reflexões sobre este tema a partir dos estudos realizados por Hilton Japiassú (1976).
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ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS

ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS

Algo muito importante foi observado nas aulas no tocante à interação entre professor/aluno. Tudo que era pedido para os alunos fazerem o professor se incluía, dizendo “agora nós vamos fazer”. Ele também estimula a criatividade em várias atividades, quando alguns alunos perguntavam: “e este é pra pintar de que cor?” O professor respondia que poderiam pintar da cor que quisessem. Estas sem dúvida são duas grandes qualidades de um bom professor: participante e estimulador da criatividade. Brown (1994), diz que deve-se trabalhar as aulas dinamicamente, tornando-as interessante para prender a atenção das crianças e despertar a criatividade. Desse modo as crianças adquirem a nova língua facilmente, aprendendo sem perceber, pois estão envolvidas nos desenhos e nas cores, o que nesta idade, tem grande significância e facilita a aprendizagem. Não é preciso dizer que aquilo que se aprende sem cobrança e de forma informal se guarda para toda a vida. Assim, tornando-se significante para a criança, ela passa a gostar da língua inglesa desde os primeiros contados. Quando ela estiver na 5ª série ela já terá um bom conhecimento sobre a língua inglesa, o que não acontece com alunos que têm o primeiro contato com a LE aos 11 anos, que sentem um choque, vendo a disciplina como algo que não faz parte da vida deles, e que nunca precisarão. Aqui, justificamos a presença de LE no currículo desde os primeiros anos escolares, para que o aluno veja a LE com naturalidade, pois ela o tem acompanhado desde sua infância.
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE LÍNGUA INGLESA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE LÍNGUA INGLESA

Dirigido para professores de Língua Inglesa tanto do ensino fundamental, médio quanto nível superior e da área de comunicação, o curso de pós-graduação tem como objetivo oferecer oportunidades de desenvolvimento profissional, ampliação dos conhecimentos teórico-práticos nas áreas de morfossintaxe, ortografia, pronúncia e literatura inglesa bem como aprimoramento da metodologia do ensino para preparar e conduzir aulas de forma crítica, reflexiva e produtiva.

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O jogo no ensino precoce da língua inglesa

O jogo no ensino precoce da língua inglesa

Fazendo um balanço daquilo que até agora disse, creio que, se tentarmos mimar o processo natural da aquisição da língua materna, com adaptações necessárias, no processo de aprendizagem precoce de uma língua estrangeira não ficaremos desapontados. Advogo, para tal, um ensino multi-curricular e abrangente, mais adequado para a formação e desenvolvimento gerais das crianças entre os quatro e os dez anos. Embora as actividades de base linguística sejam de fácil aplicabilidade e de rápida preparação para o professor, estas actividades estão demasiado centradas na análise da língua inserida em contextos artificiais que acabam por ser desmotivadoras. As actividades de base curricular tornam-se mais envolventes e estimuladoras da comunicação. Deste modo, actividades do tipo recortes, colagens, jogos em equipa, cartões ou dominós canalizam as energias das crianças para uma aprendizagem dinâmica e participativa. Todos os sentidos, a audição, a visão, o tacto, o olfacto e o paladar são usados na aprendizagem, à semelhança do que acontece na experiência concreta que temos do mundo nos primeiros anos da nossa infância.
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A literatura como metodologia no ensino da língua inglesa

A literatura como metodologia no ensino da língua inglesa

Aprender a Língua Inglesa tornou-se requisito primordial para uma formação integral do sujeito. A língua inglesa está presente praticamente em todas as esferas da sociedade, principalmente na inserção ao mundo do trabalho. No entanto, ensinar uma língua estrangeira requer grande dedicação profissional. Cabe ao educador proporcionar metodologias que despertem o interesse do aluno de maneira prazerosa e significativa. Inserir a literatura como metodologia no ensino da língua inglesa é facilitar e aprimorar esta tarefa, tornando as aulas mais agradáveis. Este artigo tem o objetivo de demonstrar que é possível ensinar língua inglesa de maneira mais fácil e diferenciada, possibilitando o apreço aos textos literários e o gosto pela leitura. A base teórica deste projeto foi uma revisão literária de livros, artigos, dissertações e demais publicações relacionadas ao tema escolhido.
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O Facebook como recurso didático na aula de língua portuguesa no ensino médio: possibilidades de uso

O Facebook como recurso didático na aula de língua portuguesa no ensino médio: possibilidades de uso

Vejamos alguns dos recursos do Facebook que podem ser usados em educação. Só com um perfil e os recursos básicos, já dá para fazer muita coisa. O mural do facebook, no mural foi sendo aperfeiçoado, influenciado pelos microblogs, e hoje oferece um stream de textos, notas, imagens, vídeos, avaliações, comentários, eventos etc. dos seus amigos. Mostra também as atualizações de páginas que você curte e dos grupos a que você pertence. O mural pode servir, portanto, de espaço de comunicação e de discussão, e alunos e professores podem ser marcados para incentivar sua participação. Mensagens internas, servem também como um importante canal de comunicação, e eventos utilizados para lembrar prazos, encontros, palestras etc. Mas há outros recursos. Grupos são espaços online em que as pessoas podem interagir e compartilhar recursos e comentários. É uma maneira de alunos e professores trabalharem em projetos colaborativos. É possível criar grupos abertos, privados e fechados, o que ajuda a preservar a privacidade de seus membros e dos temas discutidos. Quando um membro posta algo no grupo, como um link para um artigo, uma questão ou uma atividade, outros membros receberão uma mensagem no facebook com a atualização.
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