Top PDF A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil: subfamília Rubioideae.

A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil: subfamília Rubioideae.

A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil: subfamília Rubioideae.

Foram encontradas, na Reserva Biológica Guaribas, 17 espécies pertencentes a nove gêneros de Rubioideae, sendo Psychotria o gênero com o maior número de espécies (seis), seguido de Borreria G.Mey. (quatro). Os demais, Coccocypselum P. Browne, Declieuxia Kunth, Diodia L., Mitracarpus Zucc. ex Roem. & Schult., Palicourea Aubl., Richardia L., e Staelia Cham. & Schltdl., apresentaram uma única espécie cada. Além destes, também foi registrada a ocorrência do gênero Perama Aubl., com uma única espécie, P. hirsuta Aubl., integrante da tribo Perameae, cuja posição taxonômica ainda é incerta na família Rubiaceae (Robbrecht 1988; Manen 2000). A maioria dos autores tratava o gênero Perama na tribo Spermacoceae, por considerar que este apresenta características comuns ao grupo, como hábito herbáceo, ovário com um óvulo por lóculo fixado no meio do septo, e frutos deiscentes (Schumann 1888; Verdcourt 1958; Steyermark 1974). Robbrecht (1988) e Bremer & Manen (2000) incluem Perama na tribo Perameae e a consideram com posição ainda incerta na família. Adotamos a mesma posição destes últimos autores, e não incluímos a tribo Perameae em nenhuma das subfamílias de Rubiaceae, sendo dessa forma, P. hirsuta tratada à parte neste trabalho.
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A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil: subfamílias Antirheoideae, Cinchonoideae e Ixoroideae.

A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil: subfamílias Antirheoideae, Cinchonoideae e Ixoroideae.

RESUMO – (A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil. Subfamílias Antirheoideae, Cinchonoideae e Ixoroideae). Este trabalho consiste no levantamento dos representantes das subfamílias Antirheoideae, Cinchonoideae e Ixoroideae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil. Foram realizadas coletas intensivas no período de outubro/2000 a outubro/2001, as quais resultaram no reconhecimento de 12 espécies, 10 gêneros e cinco tribos, distribuídos nas três subfamílias. A subfamília melhor representada foi Antirheoideae, com cinco espécies, quatro gêneros e duas tribos. Os gêneros com maior número de espécies foram Guettarda L. (2) e Tocoyena Aubl. (2). Alibertia A. Rich. ex DC., Alseis Schott, Chiococca P. Browne, Chomelia Jacq., Coutarea Aubl., Posoqueria Aubl., Sabicea Aubl. e Salzmannia DC. apresentaram uma única espécie cada. São apresentadas chaves para identificação, descrições, comentários sobre morfologia e distribuição das espécies, e ilustrações dos táxons verificados.
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Diversidade de Scarabaeidae s. str. (Coleoptera) da Reserva Biológica Guaribas, Mamanguape, Paraíba, Brasil: uma comparação entre Mata Atlântica e Tabuleiro Nordestino.

Diversidade de Scarabaeidae s. str. (Coleoptera) da Reserva Biológica Guaribas, Mamanguape, Paraíba, Brasil: uma comparação entre Mata Atlântica e Tabuleiro Nordestino.

A família Scarabaeidae s. str. possui mais de 5.000 espécies descritas em todo o mundo (Hansky & Cambefort 1991), sendo que das 618 encontradas no Brasil, 323 são endêmicas (Vaz- de-Mello 2000). Caracterizam-se pela utilização, por parte da maioria das espécies, de material orgânico em decomposição para alimentação de larvas e adultos (Halffter & Mathews 1966). De um modo geral, vivem e se alimentam de excrementos de mamíferos, mas sua dieta pode variar, dependendo do ambiente onde vivem e dos recursos disponíveis para a comunidade, podendo se voltar a saprofagia ou necrofagia como uma adaptação a ambientes desfavoráveis (Halffter 1959; Halffter 1991; Martin-Piera & Lobo 1993; Morelli & Gonzalez- Vainer 1997). Este fato lhes confere um papel ecológico importante, pois fazem parte da ciclagem de nutrientes dentro do ambiente (Halffter & Edmonds 1982).
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Biologia reprodutiva, visitantes florais e dispersão de Ocotea duckei Vattimo-Gil (Lauraceae) na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil

Biologia reprodutiva, visitantes florais e dispersão de Ocotea duckei Vattimo-Gil (Lauraceae) na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil

A família Lauraceae é composta por 50 gêneros e cerca de 3.000 espécies, distribuídas nas regiões tropicais e subtropicais, principalmente na América, Ásia tropical, Austrália e Madagascar (Werff e Lorea 1997). No Brasil ocorrem 24 gêneros e 442 espécies, das quais quatro gêneros e 231 espécies são endêmicas, distribuídas por todas as regiões do país predominando em áreas de Floresta Fluvial, Restinga e Cerrado (Quinet et al. 2014). No Nordeste do Brasil ocorrem 18 gêneros e 122 espécies de Lauraceae, sendo 60 espécies de Ocotea Aubl., este gênero é o maior da família, com aproximadamente 350 espécies (Werff e Lorea 1997, Quinet et al. 2014). As lauráceas tem relevância econômica, além de terem importância ecológica, funcional e estrutural no ecossistema, um exemplo disso são os “Bosques de Lauráceas”, encontrados no México, descritos como um ecossistema de alta diversidade e abundância total da flora e fauna (Werff e Lorea 1997).
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Fenologia reprodutiva de Periandra mediterranea (Vell.) Taub. (Fabaceae) na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil

Fenologia reprodutiva de Periandra mediterranea (Vell.) Taub. (Fabaceae) na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil

Em um estudo realizado por Dutra et al. (2009), muitas espécies de Fabacea da subfamília Faboideae apresentaram floração na estação chuvosa: Camptosema scarlatium var. pohliam (Benth.) Burkat, Sebania virgata (Cav.) Pres., Andira surinamensis (Bondt) Splitg. ex Amoshoff, Aechynomene elegans var. elegans Schltdl. & Cham., Desmodium adcendes (Sw.) DC. Indigofera suffruticosa Mill., Stylosanthes guianensis (Aubl.) Sw., Vigna peduncularis var. peduncularis (Kunth.) Fawc. & Rendle, Zornia reticulata Sm., Dabergia frutescens var. frutescens (Vell.) Britton, Crotalaria nitens Kunt, Centrosema coriaceum Benth., Rhynchosia reticulata Lour., Stylosanthes viscosa (L.) Sw. Clitoria falcata var. falcata Lam., Calopogonium mucunoides Desv., Centrosema virginianum (L.) Benth. Dessas plantas poucas apresentaram a tendência de P. mediterranea de frutificar exclusivamente na estação seca (C. mucunoides, C. virginianum).
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Estudo das interações entre as comunidades localizadas no entorno da reserva biológica Guaribas PB e a fauna de quirópteros: perspectivas para conservação.

Estudo das interações entre as comunidades localizadas no entorno da reserva biológica Guaribas PB e a fauna de quirópteros: perspectivas para conservação.

Faz parte do processo de conservação que determinados mitos e crendices que existem sobre animais que são criticamente importantes sejam desfeitos. Dentre os animais que são mal vistos pela sociedade estão os morcegos. Os quirópteros têm papel importante na manutenção dos ecossistemas e como indicadores de níveis de ruptura de hábitats, pois são considerados bom material de estudos sobre diversidade. No entanto a sociedade tem pouca oportunidade de observar o comportamento e a biologia dos morcegos, devido ao fato que a maioria da população viver nas cidades e não tem nenhum tipo de contato direto com a vida selvagem, além da falta de informação acerca da mesma. O objetivo principal desse trabalho foi verificar a percepção de habitantes de três comunidades situadas no entorno de uma reserva biológica sobre quirópteros, analisar a biodiversidade local desses animais e realizar trabalhos de sensibilização e conservação junto à comunidade. O estudo foi realizado na Reserva Biológica Guaribas localizada nas cidades de Mamanguape e Rio Tinto, Paraíba, Brasil, em dois importantes fragmentos, com presença de comunidades rurais do seu entorno. Para o inventário da fauna de quirópteros utilizamos redes de neblina dispostas nos hábitats de Mata, Tabuleiro e nas comunidades. Entrevistas semiestruturadas foram realizadas em associação com a distribuição de cartilha explicativa para o esclarecimento de dúvidas e informação sobre a importância dos morcegos. As espécies mais abundantes nas áreas das comunidades e da ReBio, corresponde a Família Phyllostomidae. Pôde-se perceber que a maior parte da população tem uma imagem negativa a respeito dos quirópteros, e desconhece sua importância no ambiente. No entanto, estes possuem certo conhecimento sobre sua biologia, mesmo que de modo resumido, e com certa carga de conceitos culturais agregados. Esse conhecimento está ligado diretamente à característica frugívora destes animais.
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Considerações sobre Coprophanaeus ensifer (Germar) (Coleoptera, Scarabaeidae) em um remanescente de Mata Atlântica no Estado da Paraíba, Brasil.

Considerações sobre Coprophanaeus ensifer (Germar) (Coleoptera, Scarabaeidae) em um remanescente de Mata Atlântica no Estado da Paraíba, Brasil.

A ocorrência de C. ensifer no Nordeste do Brasil foi registrada pela primeira por Endres (2003). Esta espécie encontra-se distribuída principalmente nos remanescentes de Mata Atlântica da Paraíba, tendo sido coletada também na Reserva Biológica Guaribas, localizada ao norte do Estado, tanto em áreas de Mata como em áreas adjacentes cobertas por vegetação característica de Tabuleiro Nordestino, semelhante ao Cerrado do Brasil Central (Endres 2003). Esta espécie não foi coletada na Caatinga, embora 20 outras espécies de Scarabaeidae tenham sido coletadas (Hernández, 2005), portanto sua distribuição deve estar restrita aos locais de Mata e suas proximidades, já que os baixos níveis de precipitação em outras regiões do Estado, aparentemente representam um fator limitante para o seu estabelecimento.
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Diversidade de Agaricales (Basidiomycota) na Reserva Biológica Walter Egler, Amazonas, Brasil.

Diversidade de Agaricales (Basidiomycota) na Reserva Biológica Walter Egler, Amazonas, Brasil.

O clima é tropical úmido com altas precipitações durante quase todo o ano, o qual segundo a classificação de Köppen, é do tipo Afi. Optou-se pelos dados meteorológicos da Estação Meteorológica da EMBRAPA-CPAA e Reserva Ducke- CPGC/INPA, por não haver disponível uma estação Meteorológica na Reserva Egler, e por estas estarem localizadas próxima ao local de estudo. Desta forma, de acordo com os dados meteorológicos fornecidos, referentes às médias mensais de precipitações, temperatura e umidade destas áreas no período do estudo (dezembro de 2000 a junho de 2001), tem-se: temperatura 25,8-27,5 °C, com média 26,8 °C; umidade relativa do ar 91-93% com média de 91,6 % e precipitação pluviométrica 179,4-340,2 mm totalizando no período 1844,9 mm e média de 263,6 mm. O período de estudo foi caracterizado por baixas precipitações nos meses de dezembro e de junho; altas precipitações (estação chuvosa) nos meses de janeiro a maio; temperatura e umidade constantes (Figura 1).
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Oomycota (Straminipila) da Reserva Biológica de Paranapiacaba, Santo André, SP, Brasil.

Oomycota (Straminipila) da Reserva Biológica de Paranapiacaba, Santo André, SP, Brasil.

Colônia com 1,4 cm diâm. em semente de sorgo após duas semanas. Gemas ausentes. Zoosporângios longos, filiformes. Liberação dos zoósporos aclióide; zoósporos encistados 8-10 µm. Oogônios laterais, esféricos, 25-37,5 µm diâm., com ornamentações tuberculadas, 5-12,5 µm compr.; pedúnculo simples. Anterídios díclinos e monóclinos, 1-2 por oogônio. Oosferas maturando. Oósporos com gotícula lipídica subcêntrica, esféricos, 15-22,5 µm diâm.; 1 por oogônio. Material examinado: BRASIL. São Paulo: Santo André, Reserva Biológica de Paranapiacaba, amostras de água e solo, 23º46’53”S e 46º18’75”W, 23º46’52”S e 46º18’77”W, 23º46’52”S e 46º18’75”W e 23º46’77”S e 46º18’56”W, 20/XI/2003, 26/V/2004, 26/VIII/2004, A.L. Gomes (SPC 1987).
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Trap-nesting solitary bees and wasps (Hymenoptera) in Guaribas Biological Reserve (Mamanguape, Paraíba, Brasil).

Trap-nesting solitary bees and wasps (Hymenoptera) in Guaribas Biological Reserve (Mamanguape, Paraíba, Brasil).

Número de ninhos (3) e de indivíduos emergidos (4) das espécies de abelhas mais abundantes e precipitação pluviométrica, dos ninhos coletados durante o período de abril/1999 a abril/[r]

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VERBENACEAE NA RESERVA BIOLÓGICA DA REPRESA DO GRAMA, DESCOBERTO, MINAS GERAIS, BRASIL

VERBENACEAE NA RESERVA BIOLÓGICA DA REPRESA DO GRAMA, DESCOBERTO, MINAS GERAIS, BRASIL

FORZZA, R.C., PIFANO, D.S., OLIVEIRA-FILHO, A.T., MEIRELES, L.D., FARIA, P.L., SALIMENA, F.R., MYNSSEN, C.M.; PRADO, J. Flora vascular da Reserva Biológica da Represa do Grama, Minas Gerais, e sua relação florística com outras florestas do sudeste brasileiro. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v.65, p.275-292. 2014.

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Anatomia foliar aplicada à taxonomia em Rubiaceae Juss

Anatomia foliar aplicada à taxonomia em Rubiaceae Juss

Nas espécies estudadas, nem sempre a variação no contorno da parede anticlinal das células epidérmicas de reto a levemente ondulado ou sinuoso estava relacionado com ambientes de maior e menor luminosidade, respectivamente, como descrito na literatura para plantas de sol e de sombra (Sharma & Dunn 1968; Wilkinson 1979). A maioria das espécies de Coccocypselum, Palicourea e Psychoria estudadas ocorre no interior da mata, locais úmidos e sombreados, e apresenta as células epidérmicas da face adaxial com contorno reto. Esta característica foi observada também para Psychotria nuda, P. leiocarpa (Vieira et al. 1992) e Simira sampaioana (Moraes et al. 2009), também ocorrentes no interior da mata em locais úmidos e sombreados. Já, para Borreria verticillata, Galium hypocarpium e Mitracarpus frigidus, espécies estudadas que ocorreram nos aceiros, em locais mais ensolarados, as paredes anticlinais de ambas as faces da folha têm contorno sinuoso. Assim, para estas espécies de Rubiaceae, a luminosidade parece não estar influenciando este caráter, o que reforça a sua utilidade para a taxonomia.
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Uredinales sobre Blechnaceae, Thelypteridaceae, Schizaeaceae, Myrtaceae, Oxalidaceae, Rhamnaceae, Rubiaceae, Sapindaceae, Smilacaceae e Vitaceae da Reserva Florestal "Armando de Salles Oliveira", São Paulo, SP, Brasil.

Uredinales sobre Blechnaceae, Thelypteridaceae, Schizaeaceae, Myrtaceae, Oxalidaceae, Rhamnaceae, Rubiaceae, Sapindaceae, Smilacaceae e Vitaceae da Reserva Florestal "Armando de Salles Oliveira", São Paulo, SP, Brasil.

ABSTRACT - (Uredinales on Blechnaceae, Thelypteridaceae, Schizaeaceae, Myrtaceae, Oxalidaceae, Rhamnaceae, Rubiaceae, Sapindaceae, Smilacaceae e Vitaceae of the Forest Reserve “Armando de Salles Oliveira”, São Paulo, SP, Brazil). The aim of this paper is to report the Uredinales collected on members of Blechnaceae, Thelypteridaceae, Schizaeaceae, Myrtaceae, Oxalidaceae, Rhamnaceae, Rubiaceae, Sapindaceae, Smilacaceae and Vitaceae in the Forest Reserve “Armando de Salles Oliveira” at the campus of São Paulo University, São Paulo, SP, Brazil. The rust fungi collected, described and illustrated, as well as their respectives hosts were: Desmella anemiae Syd. & P. Syd. on Blechnum occidentale L. (Blechnaceae) and Thelypteris dentata (Forssk.) E. St. John (Thelypteridaceae), Endophyllum circumscriptum (Schwein.) Whetzel & Olive on Cissus selloana Planch. (Vitaceae), Hemileia vastatrix Berk. & Broome on Coffea arabica L. (Rubiaceae), Phakopsora colubrinae Viégas on Hovenia dulcis Thunb. (Rhamnaceae), Puccinia arechavaletae Speg. on Serjania caracasana Willd. and Serjania communis Cambess. (Sapindaceae), Puccinia lygodii Arthur on Lygodium volubile Sw. (Schizaeaceae), Puccinia oxalidis Dietel & Ellis on Oxalis latifolia Kunth (Oxalidaceae), Puccinia psidii G. Winter on Psidium guajava L. and Syzygium jambos (L.) Alston (Myrtaceae) and Sphenospora smilacina Syd. on Smilax quinquenervia Vell. (Smilacaceae). Key words: Atlantic Forest, rust fungi
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Ocorrência das domácias na família Rubiaceae.

Ocorrência das domácias na família Rubiaceae.

a — Tipo "cova" — quando são localizadas no tecido da nervura lateral próximas à sua base e se abrem na própria nervura. São totalmente glabras ou apenas munidas de al- guns pê[r]

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Composição florística e espectro biológico na Estação Ecológica de Santa Bárbara, estado de São Paulo, Brasil.

Composição florística e espectro biológico na Estação Ecológica de Santa Bárbara, estado de São Paulo, Brasil.

Warming (1973) realizou um dos trabalhos pioneiros de Ecologia Vegetal e o primeiro estudo em Cerrado na segunda metade do século 19. Neste trabalho, Warming considerou a família Compositae (Asteraceae) a mais rica nos Cerrados de Lagoa Santa, MG. Os levantamentos florísticos que estudaram as duas floras em conjunto indicaram a existência de um possível padrão, em que as famílias Asteraceae, Leguminosae e Poaceae aparecem como as mais ricas no Cerrado. Além da confirmação dos padrões na categoria taxonômica de famílias, a grande riqueza do Cerrado é uma forte justificativa para estudos florísticos que considerem todos os estratos e não apenas o arbustivo-arbóreo (MENDONÇA et al., 1998; CASTRO et al., 1999; BATALHA e MANTOVANI, 2001). É pela gande riqueza, e por ser uma das maiores fronteiras agrícolas do mundo, que o Cerrado é considerado uma das 25 prioridades de conservação de biodiversidade do planeta (MYERS et al., 2000).
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Malpighiaceae na Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, Santo André, SP, Brasil.

Malpighiaceae na Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, Santo André, SP, Brasil.

Do total de espécies de Malpighiaceae para o Brasil, 75 distribuem-se também pelas diversas fitofisionomias de Floresta Atlântica no Estado de São Paulo. O número de espécies registrado no presente estudo para a Reserva Biológica de Paranapiacaba é próximo ao que tem sido relatado para outras áreas de Floresta Atlântica protegidas do Estado de São Paulo. Mamede (1992) aponta a ocorrência de 10 espécies de Malpighiaceae para a Ilha do Cardoso, das quais três foram aqui citadas, H. intermedia, H. nitida e H. fagifolia . Garcia & Pirani (2005) também relacionam oito espécies de Malpighiaceae para o Núcleo Curucutu (Parque Estadual da Serra do Mar), dentre as quais B. myricifolia, H. intermedia, H. nitida, H. thyrsoidea e H. fagifolia, também são aqui mencionadas para a Reserva Biológica de Paranapiacaba. Mamede (1984) aponta a ocorrência de doze espécies de Malpighiaceae para a Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (Município de São Paulo), das quais quatro são aqui relatadas para a Reserva Biológica de Paranapiacaba (H. intermedia, H. fagifolia, M. sepium e T. phlomoides).
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Líquens da reserva biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba.

Líquens da reserva biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba.

Hypotrachyna endochlora (Leighton) Hale Hypotrachyna imbricatula (Zahlb.) Hale Parmelina antillensis (Nyl.) Hale Parmelina horrescens (Taylor) Hale Parmelina schindleri Hale.. Parme[r]

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A família Rubiaceae Juss. no Cariri Paraibano.

A família Rubiaceae Juss. no Cariri Paraibano.

3–4 pares. Glomérulos axilares ou terminais, sésseis, multifloros; 2 brácteas foliáceas. Flores andróginas, 4-meras, sésseis; botões florais com ápice obtuso. Cálice subulado, 4-laciniado, lacínios iguais entre si, 2–2,5 mm compr., pubérulo a escabro, margem ciliada; hipanto 2,5 mm compr., oblongo, piloso no ápice. Corola infundibuliforme, prefloração valvar, branca, lilás no ápice dos lobos, externamente pubérulo-papilosa, internamente com um anel delgado de tricomas no terço inferior do tubo; tubo 2,5–4 mm compr.; lobos 2–2,3 mm compr., triangulares. Estames exsertos, inseridos à fauce; filetes 1–2 mm compr., glabros; anteras 1–1,2 mm compr. Ovário bilocular, lóculo uniovulado; estilete 5–7 mm compr., inteiro, exserto, glabro; estigma capitado-bilobado; disco bipartido, glabro. Cápsula septicida 3–4 mm compr., oblonga, pubérula a escabra, 2 mericarpos, deiscentes do ápice até a região mediana ou totalmente deiscentes; lobos do cálice persistentes. Sementes ca. 2,3 mm compr., lineares a oblongas, exotesta foveolada, sulcos transversais ausentes, sulco longitudinal coberto por estrofíolo. Material examinado: PARAÍBA: Monteiro, 11.VI.2008, fl. e fr., M.C. Pessoa et al. 406 (JPB).
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Open Estudo fitoquímico e farmacobotânico de Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae)

Open Estudo fitoquímico e farmacobotânico de Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae)

Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), planta herbácea conhecida por “ervanço”, “poaia” e “ipeca”, é utilizada popularmente como emética, antidiabética, vermífuga e no tratamento de eczema, queimadura, bronquite, gripe, hemorróida e malária avícola. Estudos farmacológicos revelaram atividade antimicrobiana e antioxidante e investigações fitoquímicas anteriores resultaram no isolamento de terpenóides, flavonóide e cumarina. Este trabalho objetivou contribuir para o conhecimento do gênero Richardia e da família Rubiaceae por meio do estudo farmacobotânico e fitoquímico de Richardia brasiliensis Gomes. Para isto, o material vegetal foi coletado em João Pessoa – Paraíba e depositado no Herbário Prof. Lauro Pires Xavier (JPB) com o código Tenório-Souza 01. No estudo farmacobotânico, a morfologia externa do vegetal foi analisada à vista desarmada e com auxílio de estereomicroscópio. Para as morfodiagnoses microscópicas, foram realizados secções paradérmicas e transversais das folhas (lâmina e pecíolo), bem como, secções transversais do caule e das raízes, que foram clarificadas, coradas, montadas entre lâmina e lamínula e analisadas ao microscópio óptico comum. A caracterização macroscópica de todos os órgãos evidenciou aspectos que são comuns às espécies pertencentes à família Rubiaceae, tais como, folhas simples opostas, estípulas interpeciolares, inflorescência cimosa, flores bissexuadas e actinomorfas, prefloração valvar e ovário ínfero. Microscopicamente, a folha é anfiestomática apresentando nas epidermes superior e inferior, estômatos paracíticos e tricomas tectores simples. A nervura principal apresenta feixe vascular colateral. O pecíolo possui feixe vascular em forma de arco e quatro pequenos feixes vasculares laterais. Em secção transversal, o caule em crescimento secundário é cilíndrico e o sistema vascular apresenta organização sifonostélica contínua ectoflóica, já a raiz principal apresenta parênquima cortical com idioblastos contendo ráfides e sistema vascular anficrival com organização protostélica nas raízes laterais e protostélica radiada na raiz principal. Para o estudo fitoquímico, o vegetal, após secagem e pulverização, foi submetido a processos de extração, partição e cromatografia para isolamento dos constituintes químicos. A estrutura química dos mesmos foi determinada por métodos espectroscópicos, tais como: Infravermelho, Massas e Ressonância Magnética Nuclear de 1 H e 13 C uni e bidimensionais e comparações com modelos da literatura. Da fase hexânica obteve- se uma mistura de esteróides (β-sitosterol e estigmasterol) e 15 1 -hidroxi-(15 1 -S)-
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Coabitação e interação entre formigas e cupins em ninhos de Cornitermes cumulans em áreas de Cerrado e pastagem no Brasil Central

Coabitação e interação entre formigas e cupins em ninhos de Cornitermes cumulans em áreas de Cerrado e pastagem no Brasil Central

O Cerrado é considerado um dos hotspots para a conservação da biodiversidade (Myers et al. 2000; Silva & Bates 2002). É o segundo bioma em extensão na América do Sul e no Brasil, apresenta uma alta diversidade tanto vegetal quanto animal (Sano et al. 2010). Na fauna do Cerrado destaca-se a classe Insecta e particularmente a ordem Isoptera, que, apesar de ter um número relativamente baixo de espécies, essas se destacam por sua abundância. No Cerrado, segundo Constantino (2005), a diversidade de cupins é de aproximadamente 150 espécies, representando para um só bioma mais de 54% das espécies registradas para o país. Os cupins são considerados um dos maiores componentes dos ecossistemas tropicais, nos quais eles mantêm uma importante função ecológica como decompositores, exercendo um papel importante nos processos de ciclagem de nutrientes e formação de solo (Wood & Sands 1978). Os cupins constroem ninhos que de acordo com sua localização pode ser hipógea, epígea ou arborícola (Noirot & Darlington 2000). Apesar de não existir dados sobre a biomassa animal terrestre no Cerrado, para a Amazónia mais de ¼ dessa biomassa é constituída por formigas e cupins (Fittkau & Klinge 1973).
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