Top PDF Fenologia de espécies arbóreas zoocóricas em uma floresta psamófila no sul do Brasil.

Fenologia de espécies arbóreas zoocóricas em uma floresta psamófila no sul do Brasil.

Fenologia de espécies arbóreas zoocóricas em uma floresta psamófila no sul do Brasil.

RESUMO – (Fenologia de espécies arbóreas zoocóricas em uma floresta psamófila no sul do Brasil). Os fenômenos biológicos estão sujeitos a fatores abióticos que variam de acordo com a posição geográfica, especialmente relacionados à sazonalidade do ambiente. O presente estudo avaliou por dois anos as fenofases vegetativas e reprodutivas de nove espécies em uma floresta psamófila no sul do Brasil. Foram avaliados os eventos de queda foliar, brotamento, floração e frutificação em indivíduos localizados em diferentes pontos da área de estudo. A queda de folhas foi maior no mês de julho, sendo correlacionada com a menor temperatura média mensal e o menor comprimento do dia. As espécies apresentaram um aumento nas taxas de brotação após a queda foliar, atingindo maior atividade de setembro a novembro. Floração e frutificação apresentaram ritmos variados, sendo que houve maior produção de flores durante outubro e produção de frutos maximizada em novembro. A ausência de estação seca definida sugere que as espécies não experimentam restrições hídricas em intervalos regulares. Por outro lado, os eventos fenológicos vegetativos e reprodutivos estão estreitamente relacionados às variações anuais de temperatura média e comprimento do dia.
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Fenologia reprodutiva e disponibilidade de frutos de espécies arbóreas em mata ciliar no rio Formoso, Mato Grosso do Sul.

Fenologia reprodutiva e disponibilidade de frutos de espécies arbóreas em mata ciliar no rio Formoso, Mato Grosso do Sul.

Estudos fenológicos são importantes para o entendimento da dinâmica dos ecossistemas florestais, principalmente quando avaliam a disponibilidade de frutos para a fauna. As matas ciliares são formações vegetais que ocorrem ao longo dos cursos d’água e desempenham papel importante na formação dos corredores de fluxo gênico, podendo interligar populações vegetais que foram separadas pelo processo de fragmentação. O presente trabalho procurou entender como varia a fenologia reprodutiva e a disponibilidade de frutos de espécies arbóreas em mata ciliar do rio Formoso, município de Bonito, Mato Grosso do Sul, entre estações e ao longo de um ano. Foram feitas observações mensais em 29 espécies vegetais, 31% anemocóricas e 68,9% zoocóricas, das fenofases floração e frutificação, e estimada a produção de frutos por contagem no chão da floresta. A floração ocorreu principalmente na transição entre as estações seca e chuvosa e a frutificação na estação chuvosa e não apresentaram correlações significativas com a pluviosidade ou a temperatura, apesar do padrão sazonal. As espécies Attalea phalerata e Guibourtia hymenifolia destacaram-se pelo fornecimento de frutos para a fauna de frugívoros na estação seca, período de maior escassez de frutos na mata ciliar.
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Fenologia reprodutiva de espécies vegetais da Floresta Ombrófila Mista do Paraná, Brasil.

Fenologia reprodutiva de espécies vegetais da Floresta Ombrófila Mista do Paraná, Brasil.

extrema importância (Morellato & Leitão-Filho 1990, 1992, 1996, Morellato et al. 1989, Mikich & Silva 2001). A disponibilidade de frutos maduros na área de estudo apresentou uma queda acentuada entre junho e novembro, quando menos de 10% das espécies estavam frutificando. Este padrão é semelhante ao encontrado na FOM do Estado do Rio Grande do Sul por Paise & Vieira (2005). Já na Floresta Estacional Semidecidual da região centro- oeste do Paraná, Mikich & Silva (2001), trabalhando com diversas formas de vida zoocóricas, também registraram forte sazonalidade reprodutiva e encontraram um pico de frutificação entre maio e agosto, embora Carmo & Morellato (2000), estudando espécies arbóreas e arbustivas em Floresta Semidecidual na Bacia do Rio Tibagi-PR, o tenham encontrado entre outubro e dezembro. Estudos realizados na Floresta Ombrófila Densa, por sua vez, concluíram que a frutificação é relativamente constante ao longo do ano, pois nas áreas ocupadas por essa formação florestal as condições climáticas são menos restritivas para o desenvolvimento e amadurecimento de frutos (Talora & Morellato 2000, Morellato et al. 2000, San Martin-Gajardo & Morellato 2003a).
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FENOLOGIA DE ESPÉCIES NATIVAS ARBÓREAS NA REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

FENOLOGIA DE ESPÉCIES NATIVAS ARBÓREAS NA REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Em floresta estacional semidecidual em Montana, Lavras - MG foram realizadas observações fenológicas por Dias e Oliveira Filho (1996), no período de 1991-1994 os autores observaram que a floração ocorre no início da estação seca e a frutificação no final da estação chuvosa. Reys et al. (2005), que trabalharam com a mata ciliar no estado do Mato Grosso do Sul, verificaram que nesta região a floração ocorre entre a transição das estações seca e chuvosa e a frutificação correlaciona-se com a temperatura do ar e não com as precipitações pluviométricas. No cerrado, em Brasília, o florescimento ocorre ao longo do ano com novas flores entre as estações seca e chuvosa. A maturação dos frutos ocorre na estação seca para espécies com dispersão anemocórica e zoocóricas na estação chuvosa (LENZA; KLINK, 2006). Ainda, no Distrito Federal, em matas de galeria, o longo período da floração está relacionado com a precipitação pluviométrica (ANTUNES; RIBEIRO, 1999). Já, Pirani et al. (2009), no cerrado do Mato Grosso, destacaram que a floração ocorre nos meses de maior estresse hídrico e a frutificação das espécies anemocóricas também, nos meses mais secos e as espécies zoocóricas nos meses mais chuvosos. No cerrado em São Paulo, a floração ocorre no início da estação chuvosa e a frutificação no final das chuvas (BATALHA et al., 1997).
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Fenologia de três espécies de Myrsine l. em floresta secundária semidecídua no Sul do Brasil.

Fenologia de três espécies de Myrsine l. em floresta secundária semidecídua no Sul do Brasil.

Myrsine L. possui vários representantes arbóreos e tem distribuição pantropical, com ocorrência de 26 espécies no Brasil (FREITAS; CARRIJO, 2010). Espécies arbóreas destacam-se nos processos naturais de sucessão (DORNELES; NEGRELLE, 2000), e muitas têm seus frutos consumidos e dispersos pela avifauna (PINESCHI, 1990; SIQUEIRA, 1993). Foram avaliados os eventos fenológicos apresentados por M. coriacea (Sw.) R. Br., M. guianensis (Aubl.) Kuntze e M. lorentziana (Mez.) Arechav. em Floresta Estacional Semidecídual, no Parque Municipal Henrique Luís Roessler (PMHLR), RS, Brasil; discutidas suas relações com as condições climáticas locais; e avaliada sua importância como fontes de alimento para a avifauna, dada a existência de número considerável de aves frugívoras e onívoras na área (FRANZ et al., 2010).
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Produção de frutos e distribuição espacial de angiospermas com frutos zoocóricos em uma Floresta Ombrófila Mista no Rio Grande do Sul, Brasil.

Produção de frutos e distribuição espacial de angiospermas com frutos zoocóricos em uma Floresta Ombrófila Mista no Rio Grande do Sul, Brasil.

A produção de sementes do principal componente arbóreo das FOM, a araucária, ocorre no inverno, entre os meses de março e agosto (Reitz et al. 1988, Carvalho 1994, Mantovani et al. 2004). Já para as angiospermas associadas à essas florestas, embora ocorram geralmente entre 25 e 30 espécies em um única área (Klein 1984), há somente um estudo sobre fenologia das espécies (Marques et al. 2004) e nenhum estudo enfocando os modos de dispersão dessas. A possibilidade de haver uma segregação temporal na produção de frutos/sementes de angiospermas dispersas por animais e a araucaria suscita questões ecologicamente relevantes tanto em relação à variação sazonal na oferta de recursos para frugívoros quanto em relação a uma possível competição por dispersores entre os grupos de plantas. Plantas com frutos zoocóricos apresentam uma série de características que estimulam e facilitam o seu consumo por animais e, potencialmente, a dispersão de suas sementes (Barroso et al. 1999, Mikich & Silva 2001). A distribuição temporal e espacial desses recursos (frutos e sementes) pode influenciar fortemente a distribuição de animais frugívoros. De maneira similar, o comportamento dos dispersores, e mesmo a composição da guilda local de frugívoros, contribuem para os padrões de distribuição espacial exibidos pelas plantas zoocóricas (Howe 1980, Howe et al. 1985, Howe 1986). Desta forma, o conhecimento das
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Composição florística e fenologia das espécies zoocóricas de remanescentes de floresta estacional semidecidual no centro-oeste do Paraná, Brasil.

Composição florística e fenologia das espécies zoocóricas de remanescentes de floresta estacional semidecidual no centro-oeste do Paraná, Brasil.

Das espécies apresentadas, 190 ocorreram no PEVR; a maioria (74%) são árvores (n= 96) e arbustos (n=55), características das florestas mais desenvolvidas, que no PEVR ocupam apro- ximadamente 75% da área. As espécies arbóreas mais comuns neste ambiente são Euterpe edulis, Nectandra megapotamica, Guarea kunthiana, Sorocea bonplandii, Campomanesia xanthocarpa, Citrus sinensis e Chrysophylum gonocarpum. No estrato arbustivo destacaram- se principalmente Miconia discolor, Piper diospyrifolium, P. gaudichaudianum, P. hispidum, Psychotria carthagenensis, P. leiocarpa e P. myriantha. As ervas (n=20) são características do estrato herbáceo das florestas alteradas ou secundárias avançadas, onde as es- pécies mais abundantes são Tradeschantia zanonia, Geophila macropoda e G. repens. As trepadeiras (n=24) são encontradas preferenci- almente nas bordas de floresta, onde Fevillea trilobata e Solanum australe são as espécies mais comuns, seguidas de Chamissoa altissima, Adenocalyma marginatum, Momordica charantia, Wilbrandia longisepala, Passiflora alata, Paullinia meliaefolia e Cissus verticillata. As epífitas zoocóricas (n=6) são principalmen- te das famílias Araceae (Philodendron bipinnatifidum) e Cactaceae (Lepismium spp. e Rhipsalis spp.), exclusivas do ambiente flores- tal. As hemiparasitas (n=3) estão presentes na
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JOSÉ JOÃO LOPES DOS SANTOS REPROVAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE RIBEIRÃO DAS NEVES - MG

JOSÉ JOÃO LOPES DOS SANTOS REPROVAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE RIBEIRÃO DAS NEVES - MG

Esta dissertação teve como objetivo elucidar fatores que ocasionam os altos índices de reprovação no 1º ano do Ensino Médio na Escola Estadual Alfa do Município de Ribeirão das Neves. A estruturação do trabalho começa pela apresentação do panorama do Ensino Médio no Brasil a partir da década de 1970, a legislação que regulamenta seu funcionamento durante este período em nível nacional e estadual. Além disso, foi resgatado o histórico da pedagogia da repetência, que permeia o Ensino Médio desde a sua criação, que continua trazendo grandes prejuízos para várias gerações de estudantes. Ficou evidente que o Ensino Médio sempre esteve no dilema de preparar o aluno para o vestibular e, ultimamente, para o ENEM ou para o mercado de trabalho, sendo o primeiro aproximado dos alunos de classes sociais mais abastadas e o segundo destinado às classes populares. Essa dicotomia distancia a modalidade de ensino do seu caráter desejado, que é integrar a Educação Básica, para formação de um cidadão autônomo e crítico, capaz de interferir nesse ciclo de desigualdade social que assola nossa sociedade.
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Tephrosia (Leguminosae) in the state of Ceará, Northeast of Brazil

Tephrosia (Leguminosae) in the state of Ceará, Northeast of Brazil

Tephrosia domingensis distingue-se das demais espécies encontradas no Ceará por possuir apenas hábito subarbustivo decumbente, ramos com indumento esparso seríceo e folhas com 8–15 pares de nervuras secundárias, inflorescência pauciflora. Segundo Queiroz (2012), T. domingensis apresenta ampla distribuição na América do Sul. No Brasil pode ser encontrada no Cerrado e Pantanal (Queiroz 2017). Em território cearense é a espécie com distribuição mais restrita e, ao contrário das demais espécies, se desenvolve apenas em ambiente úmido de floresta ombrófila densa (mata úmida). Não foram encontradas informações sobre a conservação da espécie na literatura. No Ceará ocorre apenas no município de Guaraciaba do Norte (D2), sendo considerada restrita e não há registro de T. domingensis em unidades de conservação do estado. Coletada com flores em abril e frutos em junho.
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O banco de sementes do solo e a regeneração natural em diferentes estádios sucessionais de Floresta Estacional Semidecidual e de pastagem abandonada, Reserva Mata do Paraíso, Viçosa, MG

O banco de sementes do solo e a regeneração natural em diferentes estádios sucessionais de Floresta Estacional Semidecidual e de pastagem abandonada, Reserva Mata do Paraíso, Viçosa, MG

59 Foi adotado o método de emergência de plântulas (BROWN, 1992) para estimar a abundância e a riqueza das espécies herbáceas, arbustivas e arbóreas presentes no banco. Os indivíduos de lianas e gramíneas foram considerados como um grupo só, procedendo apenas com sua quantificação. As avaliações foram feitas quinzenalmente, durante quatro meses. Após este período, as amostras de solo foram revolvidas para garantir maior número de germinação de sementes viáveis e a quantificação prosseguiu por mais dois meses. Os indivíduos foram identificados com auxílio de bibliografia especializada, consulta a especialistas e ao herbário VIC da UFV. Aqueles não identificados permaneceram nas bandejas até desenvolverem-se a ponto de possibilitar o seu reconhecimento. As espécies foram classificadas quanto à forma de vida (árvore, arbusto e erva), síndrome de dispersão (zoocoria, anemocoria e autocoria) e grupo sucessional (pioneira, secundária inicial e secundária tardia) segundo Budowski (1969), seguindo os trabalhos de Baider et al. (1999), Costalonga et al. (2006), Lorenzi (2006) e Batista-Neto et al. (2007).
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João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

O segundo desdobramento foi ter bloqueado por quase dois anos o empréstimo que o BM faria ao governo federal para financiar o Banco da Terra em todo país. Em outras palavras, foi a pressão internacional sobre o Painel de Inspeção que tencionou a negociação do novo empréstimo do BM ao governo brasileiro, a qual encontrava-se em estágio avançado em dezembro de 1998 (BANCO MUNDIAL, 1999, p. 3). Criou-se uma situação de impasse, na medida em que a implantação em larga escala do MRAM no Brasil não encontrava o necessário respaldo político. Afora o setor patronal ⎯ sempre a favor ⎯, havia apoio político apenas em nível local, por parte de alguns sindicatos de trabalhadores rurais no Nordeste, do braço agrário da Força Sindical em São Paulo e, mais importante, das federações sindicais nos estados do Sul, cuja bandeira central nunca foi a luta por terra, mas sim a disputa por políticas agrícolas mais favoráveis aos pequenos agricultores. Existia, portanto, uma adesão concreta de entidades sindicais, em parte reflexo da adesão social a tais programas. Porém, o fato era que as principais organizações nacionais de representação de trabalhadores rurais ⎯ a CONTAG e o MST ⎯ posicionavam-se em bloco contra o novo modelo através do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo. Enquanto houvesse unidade política das entidades que compunham o Fórum
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A riqueza de espécies arbóreas na floresta atlântica de encosta no estado de São Paulo (Brasil).

A riqueza de espécies arbóreas na floresta atlântica de encosta no estado de São Paulo (Brasil).

Como controle, foram selecionados estudos realizados na floresta atlântica de terras baixas nas regiões Sudeste (ES) e Nordeste do Brasil, floresta amazônica e outras florestas na América do Sul. Todos os trechos estudados pertencem a flo- restas úmidas (> 1400 mm/ano), de terras baixas (< 500 m de altitude) e estabelecidas sobre solos férteis ou com fertilidade intermediária. Optou-se somente por estudos recentes, para res- t ri ng i r a in fl uên cia de p ro blem as t axo n ôm ico s e de subestimativa da riqueza de espécies, comuns nos estudos fei- tos há mais tempo, onde as espécies eram identificadas por nomes vulgares. Para a análise da riqueza local, as florestas foram comparadas entre si em termos de número de espécies amostradas por unidade de área ou por número total de indiví- duos amostrados. A riqueza regional foi analisada comparan- do-se o número total de espécies observadas em sete levanta- mentos na floresta atlântica de encosta em São Paulo com a riqueza observada em levantamentos locais em outras flores- tas neotropicais.
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REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

REFORÇO ESCOLAR – PESPECTIVAS E DESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM UMA UNIDADE ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇURJ

 Propor medidas, por meio de um Plano de Ação Educacional, para o aprimoramento da gestão do Projeto na escola estudada. A justificativa para a escolha do Colégio in[r]

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Potencial de uso das espécies arbóreas de uma floresta secundária, na Zona Bragantina, Pará, Brasil.

Potencial de uso das espécies arbóreas de uma floresta secundária, na Zona Bragantina, Pará, Brasil.

Clement & Arkcoll (1979) mencionam que a diversidade de espécies e variedades frutíferas não é grande somente em números de frutos, mas também nas características importantes em produtos que podem ser processados e desenvolvidos. Cavalcante (1979) realizou um levantamento de 42 espécies frutíferas cultivadas e nativas da região amazônica, com o objetivo de divulgar as frutas comestíveis e seu elevado potencial econômico. Dentre as espécies citadas pelo autor, encontra-se Inga macrophylla, que apresenta frutos de até 35 cm de comprimento e 5cm de largura, casca revestida de pêlos amarelos, levemente ásperos. Suas sementes encontram-se envolvidas por abundante polpa branca, adocicada, de sabor regular e comestível.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA/ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO-PIP/ATC EM UMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA/ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO-PIP/ATC EM UMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A partir do diagnóstico e em atendimento ao mesmo dispositivo legal, supracitado 12 , no que se aplica à melhoria da qualidade da educação e redução das taxas de distorção id[r]

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ESTRUTURA POPULACIONAL E REGENERAÇÃO DE ESPÉCIES ARBÓREAS NA FLORESTA NACIONAL DE SÃO FRANCISCO DE PAULA, RIO GRANDE DO SUL.

ESTRUTURA POPULACIONAL E REGENERAÇÃO DE ESPÉCIES ARBÓREAS NA FLORESTA NACIONAL DE SÃO FRANCISCO DE PAULA, RIO GRANDE DO SUL.

A pesquisa utilizou a estrutura amostral do Projeto PELD/CNPq Site 9 – intitulado “Conservação e Manejo Sustentável de Ecossistemas Florestais – Bioma Floresta de Araucária e suas Transições”. Nesse projeto foram instalados seis conglomerados de 1 ha cada, de maneira a amostrar as diferentes variações ambientais e os estádios sucessionais existentes na área de estudo. As amostragens das populações de Araucaria angustifolia, Blepharocalyx salicifolius e Ilex paraguariensis foram realizadas nos conglomerados, desconsiderando 10 m de bordadura. Cada conglomerado é composto de 16 parcelas de 20 x 20 m. A vegetação correspondente à classe de tamanho II (CT II – DAP ≥ 9,55 cm) foi amostrada em 96 parcelas de 20 x 20 m (3,84 ha). Para as avaliações da CT I e regeneração natural estabelecida (RNE) foram sorteadas seis parcelas em cada conglomerado, e dentro de cada uma destas parcelas uma subparcela de 10 x 10 m foi sorteada. No total, a classe de tamanho I (CT I - 4,8 ≤ DAP < 9,55 m) foi amostrada em 36 subparcelas de 10 x 10 m (0,36 ha) e, no vértice sudoeste destas, em 36 pequenas subparcelas de 3,16 x 3,16 m (0,04 ha) foi inventariada a RNE. Foi mensurado o DAP em todas as classes de tamanho.
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Teores de carbono em espécies da floresta ombrófila mista e efeito do grupo ecológico.

Teores de carbono em espécies da floresta ombrófila mista e efeito do grupo ecológico.

Das 12 espécies da Floresta Ombrófila Mista Montana que foram estudadas, Luehea divaricata, Albizia polycephala e Cestrum sp. mostraram diferença estatisticamente significativa quando comparadas às demais, em relação aos teores médios de carbono, apresentando valores inferiores. Os compartimentos avaliados (casca do fuste, madeira do fuste, galhos vivos, galhos mortos e folhas) não apresentaram diferenças significativas quanto ao teor de carbono. A utilização do fator de conversão de 0,5 para a determinação do teor de carbono acarretou em uma superestimativa média de 14,27%, em relação aos valores observados, não sendo aconselhada a sua utilização. O grupo ecológico das espécies não foi determinante em seus teores de carbono, considerando que houve a formação de agrupamentos por semelhança nos teores, representados por espécies de mais de uma fase sucessional, e a ocorrência de espécies de um mesmo grupo ecológico em todos os agrupamentos.
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Agrupamento de espécies arbóreas de uma floresta tropical por características de solo.

Agrupamento de espécies arbóreas de uma floresta tropical por características de solo.

Resumo – A competição por nutrientes é um dos principais fatores que regulam tamanho e distribuição das populações arbóreas nos ecossistemas florestais da Amazônia, dada sua escassez na maioria dos solos da região. O objetivo deste trabalho foi agrupar parte das espécies arbóreas de uma floresta, por meio das características do solo. Foram utilizados dados de 32 espécies mais abundantes, distribuídas em 240 subparcelas de 10x10 m, localizadas em 12 parcelas de 1 ha, aleatoriamente demarcadas em uma floresta primária do Estado do Amapá, Amazônia Oriental. De acordo com técnicas de análises multivariadas, separaram-se as espécies em três grupos, que ocuparam diferentes faixas de variáveis químicas e texturais de solo. As variáveis de solo mais importantes na separação dos grupos foram Ca, Mg, K e Al. As espécies da família Melastomataceae concentraram suas populações em condições relacionadas a indicadores de menor fertilidade do solo. Os resultados sugerem que o substrato exerce papel importante no tamanho e na distribuição das populações arbóreas na floresta primária estudada. Termos para indexação: Amazônia, estabelecimento da planta, população vegetal, análise multivariada, latossolo.
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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Entretanto, a agroindústria capitalista que se utiliza da mecanização e da automação vive hoje no país uma situação contraditória. Ocorre que a mecanização e a automação da agroindústria estão concentradas em re- giões onde a competição entre os produtos é mais acirrada, como em mui- tas áreas do estado de São Paulo. Este quadro não se repete em outras regi- ões do país. José Martins apresenta números de um estudo do Instituto de Economia Agrícola pelo qual o índice de mecanização mundial, em 1993, foi de 52,2 hectares por trator. No Brasil, o índice em 1995 era de 104 hectares para cada trator. Também em 1993, a média mundial de colheitadeiras foi de 349 hectares por máquina. No Brasil, esse índice foi de 834 hectares por colheitadeira. Martins conclui que o desabamento do índice de mecanização significa que a produtividade da agroindústria bra- sileira entrou em queda livre nos últimos dez anos e que a perda do poder de competição dos produtos agrícolas nacionais no mercado externo se deve à incapacidade dos grandes proprietários agrícolas de elevar, no atual está- gio da globalização, a taxa de acumulação do capital agrário nacional e, conseqüentemente, interromper a crise agrária no país. 8
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Aspectos estruturais e ecológicos de uma comunidade arbórea do Parque estadual da Serra do Mar (Ubatuba, SP)

Aspectos estruturais e ecológicos de uma comunidade arbórea do Parque estadual da Serra do Mar (Ubatuba, SP)

Entretanto, ao considerarmos o índice de importância das espécies arbóreas na comunidade arbórea avaliada, notamos um aumento para as síndromes de dispersão independentes de agentes biológicos, como anemocoria e autocoria, atingindo em conjunto até 26% das espécies. Isto se deve a presença de árvores altas e elevada dominância, como Eriotheca pentaphylla, Hyeronima alchorneoides e Mabea piriri, as quais, junto com espécies de lianas que ocupam o dossel, apresentam seus diásporos mais expostos e, deste modo, com maior viabilidade de dispersão por meio abióticos (HOWE & SMALLWOOD, 1982; MORELLATO & LEITÃO FILHO, 1992; SPINA et al., 2001). Deve-se destacar, também, que o elevado número de espécies enquadradas apenas em morfotipos pode ter influenciado os resultados finais.
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