Top PDF Fenologia do estrato herbáceo-subarbustivo de uma comunidade de campo sujo na Fazenda Água Limpa no Distrito Federal, Brasil.

Fenologia do estrato herbáceo-subarbustivo de uma comunidade de campo sujo na Fazenda Água Limpa no Distrito Federal, Brasil.

Fenologia do estrato herbáceo-subarbustivo de uma comunidade de campo sujo na Fazenda Água Limpa no Distrito Federal, Brasil.

RESUMO – (Fenologia do estrato herbáceo-subarbustivo de uma comunidade de campo sujo na Fazenda Água Limpa no Distrito Federal, Brasil). O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência das mudanças sazonais sobre a fenologia vegetativa (foliação) e reprodutiva (floração e frutificação) do componente herbáceo-subarbustivo de uma comunidade de campo sujo (15º55’478”S e 47º54’225”W) na Fazenda Água Limpa, Brasília, DF. O clima da região é do tipo Aw, segundo a classificação de Köppen, com precipitação média anual de 1.500 mm. Foram selecionados 3 a 10 indivíduos de 61 espécies distribuídas em 23 famílias, resultando em 519 indivíduos marcados. Os indivíduos foram observados quinzenalmente, de outubro/1999 a fevereiro/2001. O fogo ocorrido na área dois meses antes do início do estudo estimulou a floração e a frutificação das espécies amostradas. A floração na comunidade apresentou-se distribuída por todo o período estudado, com concentração na estação chuvosa. O período de produção de frutos foi similar ao de produção de flores e a maioria das espécies amadureceu seus diásporos do meio da estação chuvosa até o fim da seca. Na estação seca houve grande percentagem de espécies com folhas secas. No entanto, nem todas as espécies secaram completamente suas folhas nesse período, sendo que 3,2% produziram folhas novas e 31% mantiveram suas folhas verdes. Os eventos vegetativos e reprodutivos das plantas da camada herbáceo- subarbustiva mostraram-se dependentes da pluviosidade.
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MUDANÇAS ESTRUTURAIS E FLORÍSTICAS DO ESTRATO HERBÁCEO- ARBUSTIVO EM CAMPO SUJO E CAMPO LIMPO ÚMIDO NA FAZENDA ÁGUA LIMPA - DF APÓS UM PERÍODO DE SETE ANOS

MUDANÇAS ESTRUTURAIS E FLORÍSTICAS DO ESTRATO HERBÁCEO- ARBUSTIVO EM CAMPO SUJO E CAMPO LIMPO ÚMIDO NA FAZENDA ÁGUA LIMPA - DF APÓS UM PERÍODO DE SETE ANOS

RESUMO – (Dinâmica da comunidade herbáceo-arbustiva protegida do fogo por sete anos em um campo sujo no Brasil Central). O componente herbáceo é o mais rico em espécies no Cerrado e é o que aparentemente apresenta uma maior variação na composição florística ao longo do tempo, uma vez que é composto inclusive por espécies anuais e que respondem a estacionalidade climática. Este estudo teve como objetivo verificar mudanças entre dois períodos de amostragem em um campo sujo, localizado na Fazenda Água Limpa da Universidade de Brasília, no Distrito Federal. A comparação ocorreu entre os meses de abril e dezembro de 2000 e período idêntico em 2007. A área de 400 x 400 m do campo sujo foi subdividida em quatro porções de 200 x 200 m, onde foram sorteadas linhas de 40 m de comprimento. A vegetação foi amostrada pelo método de interseção na linha durante os meses de abril e dezembro e reinventariada em 2007 no mesmo período. Foram amostradas respectivamente nas duas ocasiões 163 e 137 espécies. A família mais importante em 2007 foi Poaceae com 72,2% de cobertura, resultado semelhante ao encontrado no inventário do ano 2000. Echinolaena inflexa foi à espécie com maior freqüência para os dois períodos, e Tristachya leiostachya apresentou maior cobertura no último levantamento. O índice de similaridade de Chao-Sørensen entre os diferentes anos de amostragem foi alto (72%). As evidências de mudança no decorrer do tempo podem estar relacionadas com a falta de distúrbios na área, história de vida e substituição local de espécies.
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Dinâmica temporal do estrato herbáceo-arbustivo em comunidades campestres no Brasil Central

Dinâmica temporal do estrato herbáceo-arbustivo em comunidades campestres no Brasil Central

O fogo influência na distribuição de fisionomias campestres, assim como na dinâmica destes ambientes, promovendo efeitos diretos e indiretos nos processos ecológicos. Objetivou-se neste trabalho monitorar linhas permanentemente instaladas em uma área de campo sujo na Fazenda Água Limpa, Brasília, Distrito Federal, após nove anos sem incêndios, a fim de averiguar as mudanças da composição e estrutura da comunidade, partindo da premissa que a diversidade diminui em função da supressão o fogo. A ausência de incêndios na comunidade estudada levou ao aumentou da riqueza ao longo dos anos, sendo um dos fatores a entrada de espécies lenhosas não observadas no primeiro inventário na área. Afetando também na presença de espécies que apresentaram estratégias fenológicas favoráveis à passagem do fogo e no aumento da cobertura de espécie exótica que estava ausente no T0, porém registradas em T1, aumentaram suas coberturas em T2. A comunidade de campo sujo da FAL aparentemente apresenta uma dinâmica com tendência ao aumento do componente lenhoso.
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Fitossociologia do estrato herbáceo-subarbustivo de uma área de campo sujo no Distrito Federal, Brasil.

Fitossociologia do estrato herbáceo-subarbustivo de uma área de campo sujo no Distrito Federal, Brasil.

RESUMO – (Fitossociologia do estrato herbáceo-subarbustivo de uma área de campo sujo no Distrito Federal, Brasil). O campo sujo consiste basicamente de um estrato herbáceo sub-arbustivo dominado por gramíneas, alguns arbustos esparsos e indivíduos arbóreos normalmente menos desenvolvidos de espécies de cerrado sentido restrito. O objetivo desse estudo foi avaliar a estrutura fitossociológica do estrato herbáceo-subarbustivo, em diferentes períodos de amostragem, em uma área de campo sujo localizada na Fazenda Água Limpa, Brasília, DF (15º55’35,4”-15º56’4,1”S e 47º54‘20,8”-47º54’21,9” W). Uma área de 400×400 m foi subdividida em quatro porções de 200×200 m onde foram sorteadas linhas de 40 m. No levantamento fitossociológico adotou-se o método de interseção na linha. Foram amostradas 163 espécies, incluídas em 78 gêneros e 39 famílias. A família mais importante foi Poaceae com 67,04% de cobertura. A similaridade de Sørensen entre as quatro linhas amostradas foi alta, entre 0,60 e 0,69, provavelmente devido à homogeneidade do solo da área. A similaridade entre os cinco períodos de inventário também foi alta, pois as espécies mais importantes variam pouco as suas taxas de cobertura ao longo do ano. No entanto, para o estrato herbáceo recomenda-se mais de uma amostragem por ano, para se registrar as espécies com baixa freqüência e cobertura e com ciclo de vida curto.
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Fitossociologia do estrato herbáceo-subarbustivo em campo limpo úmido no Brasil Central.

Fitossociologia do estrato herbáceo-subarbustivo em campo limpo úmido no Brasil Central.

RESUMO – (Fitossociologia do estrato herbáceo-subarbustivo em campo limpo úmido no Brasil Central). O campo limpo úmido é uma das fisionomias de Cerrado onde o lençol freático é superficial durante o ano todo. Em geral ocorrem bordeando as matas de galeria, sendo um local de ligação entre estas e as fitofisionomias bem drenadas de Cerrado. O objetivo deste estudo foi analisar a estrutura fitossociológica do estrato herbáceo-subarbustivo de uma comunidade de campo limpo úmido na Fazenda Água Limpa, Brasília, e avaliar possíveis alterações na composição e cobertura de espécies, em diferentes ocasiões no período de 13 meses, após incêndio. Uma área de 400×400 m foi subdividida em quatro porções de 200×200 m onde foram sorteadas as linhas de amostragem. No levantamento fitossociológico, adotou-se o método de interseção na linha, onde cada linha foi dividida em seções de 1 m. Foram amostradas 84 espécies incluídas em 54 gêneros e 24 famílias. A similaridade de Sørensen entre as quatro transeções amostradas foi baixa, entre 0,26 e 0,55%. As linhas sobre solos com lençol freático superficial o ano todo apresentaram composição de espécies diferenciada das linhas sobre solos com flutuação sazonal do lençol freático. A similaridade entre os cinco períodos de inventário foi elevada, pois as espécies mais importantes mostraram pouca variação nas suas taxas de cobertura ao longo do ano.
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Até 2004, a derrubada de floresta amazônica ocorreu de maneira acelerada, com taxas superiores a 15 mil quilômetros quadrados por ano segundo o PRODES (INPE). Um reflexo disso foram os mais de 23 bilhões de tCO 2 e emitidos entre 1990 e 2004 (média anual de 1,57 bilhões de tCO 2 e por ano). Depois de 2004, diversas ações para conter o desmatamento na Amazônia foram realizadas pelo governo federal em parceria com os governos estaduais e a participação da sociedade civil. Entre as ações destacam-se o lançamento do PPCDAm (Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazô- nia Legal) e de sistemas de monitoramento mensal por satélite (SAD, DETER), a criação de novas áreas protegidas e a identificação dos municípios críticos ao desmatamento, entre outras. Isso reduziu a média anual de emissões para 1 bilhão de tCO 2 e, conside- rando o período de 2005 a 2014 (total de 13 bilhões de tCO 2 e).
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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

Do montante liberado na Safra 2016/2017, R$ 13 bilhões, ou 50%, já haviam sido finan- ciados até Dezembro 2016, 4,5 % maior que o mesmo período da safra passada, segun- do o MDA (2016). Desses recursos, mais de R$ 5 bilhões foram aplicados na produção no campo, as quais compreendem a compra de insumos e fertilizantes, produção de mudas, aquisição de sementes e beneficiamento e/ou industrialização do produto ge- rado pelo financiamento contratado. O restante foi para operações de investimento, como aquisição de maquinário, sistema de irrigação e recuperação de pastagens. Assim como outras linhas de crédito comtempladas no Plano Safra, é evidente que as ações contempladas pelo Pronaf poderiam ser somadas aos esforços de redução das emissões de GEE ou de sequestro de carbono. Contudo, não há menção nesses planos de assessoramento da agricultura familiar à implementação de tais práticas, principalmente no que se refere à utilização de fertilizantes nitrogenados e na recu- peração de pastagens.
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ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Soma-se a isso a trajetória profissional da pesquisadora, que é Nutricionista, graduada pela Universidade Federal de Viçosa e Especialista em Nutrição Clínica pela Faculdade São Camilo, com experiência profissional como nutricionista hospitalar. Atualmente, é Nutricionista (carreira técnico-administrativa) da UFJF, lotada no Departamento de Nutrição do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), sendo responsável pela operacionalização do Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica do curso de Nutrição da UFJF como membro da Comissão Orientadora de Estágio (COE). As atribuições específicas da pesquisadora como membro da COE no estágio de nutrição clínica são aquelas que não são exclusivas do professor: firmar convênios de estágios com os hospitais (em colaboração com a gerência de convênios da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura - PROEXC), fazer contato permanente com os nutricionistas preceptores dos hospitais, gerenciar as vagas de estágio, fazer busca ativa dos alunos aptos para estágio, alocar os alunos em cada hospital, providenciar documentação de estágio dos alunos (em colaboração com a coordenação de estágios da Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD), orientar os alunos (em conjunto com os professores) acerca do estágio, fazer visitas aos hospitais para verificar o andamento dos estágios e participar das reuniões e cumprir as deliberações da COE.
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PROPOSTAS PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO REGULAR EM UMA ESCOLA DO CAMPO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROPOSTAS PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO REGULAR EM UMA ESCOLA DO CAMPO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A presente dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAED/UFJF). O caso de gestão aborda a temática da Educação Inclusiva numa Escola do Campo, localizada em um pequeno Município no interior de Minas Gerais. Partimos da ideia de que uma educação realmente inclusiva pressupõe o atendimento a todos os alunos no ambiente escolar, considerando aqueles que apresentam necessidades educacionais especiais (NEE). O estudo adota como referência teórica os estudos de Arroyo (2007; 2010), Figueiredo (2008), Glat (2011) e Mantoan (2004; 2006; 2007) e das legislações vigentes acerca da Educação Inclusiva. Para esses autores a escola inclusiva precisa transformar sua organização, estrutura física, práticas curriculares e pedagógicas a fim de atender com responsabilidade a diversidade de alunos que nela ingressa. Utilizamos a pesquisa de cunho qualitativo, adotando como instrumentos para coleta dos dados: a análise documental e entrevistas semiestruturadas com professores e alunos com NEE (Necessidade Educacional Especial). Os resultados apontam para a dificuldade das salas regulares em contribuírem para a inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais e ainda, para a necessidade de adaptações e transformações no ambiente escolar visando uma educação inclusiva efetiva em classes regulares de ensino. O PAE (Plano de Avaliação Educacional) tem a intenção de propor estratégias de ação que efetivamente, favoreçam as ações docentes para a inclusão, envolvendo alunos; docentes; famílias e Secretaria de Educação.
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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

A fração orgânica degradável, juntamente com a análise do tipo de disposição final, permitiu a obtenção do potencial de geração de metano de cada região brasileira, o qual diminuiu significativamente para todas as macrorregiões. Nesse sentido, a dimi- nuição observada corrobora com a tendência descrita na proposta do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), onde se indica que, apesar dos RSU brasileiros serem predominantemente formados por matéria orgânica, observou-se um aumento por- centual significativo na geração de recicláveis (Brasil, 2012).

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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

A evolução das emissões brasileiras de GEE em relação à dinâmica das emissões glo- bais pode ser dividida em quatro fases: entre 1990 e 1997 as emissões totais no Brasil cresceram em um ritmo maior que as emissões globais; já no período entre 1998 e 2004 as emissões cresceram num ritmo similar ao das emissões globais e, após 2005, elas se descasam das emissões globais e apresentam uma forte redução, enquanto no resto do mundo elas crescem. Um quarto período parece se formar após 2009 – curio- samente, após o lançamento da Politica Nacional de Mudanças Climáticas: desde então as emissões pararam de cair e têm-se mantido relativamente estáveis no entorno de 1,8 a 1,9 GtCO 2 e de emissões brutas e entre 1,3 e 1,4 GtCO 2 e emissões líquidas. Nos últimos anos, as emissões globais também passaram a desacelerar e podem estar pró- ximas de atingir o seu pico, ao redor de 56 GtCO 2 e.
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GERÊNCIA DE PÓS-COMPRA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: uma proposta de reestruturação

GERÊNCIA DE PÓS-COMPRA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: uma proposta de reestruturação

A presente dissertação é desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/ UFJF). O caso de gestão analisou e discutiu as rotinas desenvolvidas pela gerência de Pós- compra da UFJF, desde às notificações por atraso na entrega enviadas às empresas, até a aplicação das sanções administrativas previstas em lei. Os objetivos definidos para esta pesquisa foram descrever as atividades realizadas atualmente por esse setor da UFJF, analisá-las de forma a aferir como tornar as notificações aos fornecedores com entregas de bens em atraso mais eficientes, minorando o tempo de espera dos requisitantes internos pelos materiais e comparar a dinâmica de trabalho adotado na instituição com o de outras quatro Instituições Federais de Ensino Superior. Após essas reflexões, foi proposto um Plano de Ação Educacional (PAE) para aprimorar os processos de pós-compra dos materiais de consumo e materiais permanentes adquiridos pela UFJF, dinamizando as rotinas da Gerência de Pós-Compra. O Plano de Ação Educacional sugeriu a implementação de um módulo do Pós-compra no SIGA para atender as demandas específicas do setor. A metodologia desta pesquisa se caracteriza como qualitativa, uma vez que foi utilizada a análise comparativa com outras instituições federais de ensino, a partir do emprego da pesquisa documental e bibliográfica.
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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Os três tipos de cimento mais usados no mercado brasileiro – comum, siderúrgico e pozolânico – diferem pelo tipo de aditivo que é usado para sua fabricação. Na fa- bricação do cimento siderúrgico, é adicionada escória dos altos-fornos, a qual traz ao cimento propriedades importantes para a construção de estruturas como viadu- tos, pontes ou portos. No cimento pozolânico, o principal aditivo é a cinza de usinas termelétricas e de outras indústrias, cuja adição permite produzir um cimento com resistência mecânica e ao ataque da água e de organismos, propriedades físicas do cimento necessárias na construção de grandes barragens hidrelétricas. É possível, assim, notar que uma parte da indústria de cimento tem dependência de insumos com relação a outras atividades industriais.
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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

Nas semanas seguintes, já com a Comuna proclamada em Paris, a imprensa brasileira, atrasada de cerca de quinze dias em suas notícias, começava a preocupar-se com as informações que davam conta de agitações na capital francesa, por conta da insubordinação da Guarda Nacional. Quando a separação entre Versalhes e Paris já estava consumada, fazia-se eco por aqui aos discursos de Louis Blanc, no início de março, contestando a transferência da Assembléia para fora de Paris. Blanc, entretanto, acompanhou Thiers a Versalhes, condenando a Comuna, como aqui no Brasil os simpáticos à causa republicana e ao horizonte de 1848 condenaram os insurretos de Paris. Nos jornais, manifestos em defesa da república atacavam os comunardos, acusando-os de abrirem caminho, com a divisão que promoviam, à restauração monárquica. Aceitação da derrota, disciplina, obediência às leis, volta ao trabalho para indenizar a Alemanha, reconhecimento dos “chefes legítimos”, eram alguns dos conselhos que vozes simpáticas ao governo de Versalhes davam aos de Paris nos jornais brasileiros. 9
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Caracterização botânica, agronômica e diversidade genética de genótipos de maracujazeiros azedos, doces e silvestres

Caracterização botânica, agronômica e diversidade genética de genótipos de maracujazeiros azedos, doces e silvestres

O Brasil é um dos centros de origem do gênero Passiflora e detentor de grande variabilidade. O maracujazeiro tem uso múltiplo e diversificado, sendo pouco explorado como planta ornamental no país. O presente trabalho teve como objetivo a caracterização de sete genótipos de maracujá azedos, doces e silvestres, sendo três híbridos (Passiflora edulis Sims) oriundos de cruzamentos de materiais do campo experimental de melhoramento genético de maracujazeiro da UnB e quatro cultivares de maracujá (BRS Pérola do Cerrado - Passiflora setaceae D.C., BRS Sertão Forte - Passiflora cincinnata Mast., BRS Mel do Cerrado - Passiflora alata Curtis, BRS Gigante Amarelo - Passiflora edulis Sims), com base em descritores morfoagronômicos validados pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para identificação de aspectos morfológicos e potencial ornamental, em condições de campo no Distrito Federal. O ensaio foi instalado utilizando- se o delineamento experimental de blocos casualizados com sete tratamentos, quatro repetições e seis plantas/parcela. As plantas foram analisadas semanalmente quanto às características dos ramos, limbo foliar, pecíolo e flores, sendo realizadas 24 mensurações de cada estrutura nos 7 tratamentos e capturado os registros fotográficos digitais. As flores apresentaram tamanhos e cores marcantes, ramos coloridos, folhas de formatos e tamanhos variáveis. Os híbridos de maraujá azedo e todas as cultivares estudadas possuem aspectos morfológicos e características que possibilitam a exploração ornamental comercial como novas opções de plantas trepadeiras, nas condições do Distrito Federal.
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AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE FEIJOEIRO COMUM DO GRUPO PRETO PRECOCE, NO INVERNO, EM UBERLÂNDIA – MINAS GERAIS

AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE FEIJOEIRO COMUM DO GRUPO PRETO PRECOCE, NO INVERNO, EM UBERLÂNDIA – MINAS GERAIS

O feijoeiro comum, Phaseolus vulgaris L. é uma das espécies mais cultivadas no Brasil desde o pequeno produtor até ao grande, sendo de grande importância na alimentação humana, devido as suas características proteicas e energéticas. O feijão é um alimento que está presente em grande parte na alimentação da população brasileira, devido as suas características nutricionais, tendo em seu grão, proteínas, carboidratos, fibras, ferro e complexo B.

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O PROGRAMA REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

O PROGRAMA REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Na essência, o Programa consiste em uma chamada pública não concorrencial para seleção e apoio aos Planos de Reestruturação e Expansão previamente aprovados pelos Conselhos Superiores das Universidades Federais. Os recursos repassados pelo Governo Federal às Universidades contemplam gastos de custeio e contratação de pessoal, bem como aquisição, instalação e manutenção de equipamentos; construção, complementação, adequação e recuperação de instalações físicas, na perspectiva de melhoria da infraestrutura universitária. Vale ressaltar, que os recursos para as despesas de custeio e de pessoal serão limitados a 20% (vinte por cento) das despesas desta natureza da universidade, no período quinquenal, tendo como base o orçamento do ano inicial da execução do plano de cada Instituição Federal de Ensino Superior, incluindo a expansão já programada e excluindo os inativos, conforme §1º e §2º, do art. 3º, do Decreto nº 6.096/2007.
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Dissertação apresentada ao programa de Pós- Graduação em Botânica como parte dos requisitos para obtenção do título de mestre em Botânica da Universidade de Brasília (UnB)

Dissertação apresentada ao programa de Pós- Graduação em Botânica como parte dos requisitos para obtenção do título de mestre em Botânica da Universidade de Brasília (UnB)

ABSTRACT – (Cerrado “sensu stricto” in Fazenda Água Limpa, Brasília, DF: floristic changes in 27 years of monitoring). The present study aimed to evaluate the floristic composition, richness, diversity and tree community structure in an area of Cerrado sensu stricto in Fazenda Água Limpa, Brasília, DF over a period of 27 years. Continuous surveys had been conducted in the area every three years on 19 permanent plots of 1,000 m² and during this time four fire events occurred in the site. Shannon-Wiener (H’) index, Simpson (D) and evenness (J) were used to compare the composition and diversity of species over time. Shannon exponential was used for construction of rarefaction curves for each period and the Method of Non-Metric Multidimensional Scaling (NMDS) was used to order the floristic composition between the years sampled. Periods of fire did not significantly change the diversity of woody community studied, but the density of individuals changed over time. In this study, the community has maintained itself over the period and remained resistent to the fire disturbances.
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Fenologia reprodutiva em campo sujo e campo úmido numa área de Cerrado no sudeste do Brasil, Itirapina - SP.

Fenologia reprodutiva em campo sujo e campo úmido numa área de Cerrado no sudeste do Brasil, Itirapina - SP.

Considerando diferentes hábitos, no campo sujo fo- ram observadas diferenças apenas nos padrões de floração entre as espécies arbustivo-arbóreas e herbáceo- subarbustivas, enquanto os padrões de frutificação foram semelhantes. Apesar da ausência de sazonalidade, a proporção de espécies herbáceo-subarbustivas em floração foi significativamente maior na estação chuvosa, fato não observado entre as arbustivo-arbóreas. Considerando as espécies herbáceo-subarbustivas, o padrão de floração do campo sujo diferiu do observado para as espécies do campo úmido, onde a sazonalidade foi muito mais acentuada. Entre as espécies do campo úmido foi evidente a dependência da fenologia à disponbilidade hídrica superficial, tendo em vista as correlações positivas entre a fenologia e a precipitação. As proporções de espécies por modos de dispersão variaram de acordo com a fisionomia e, principalmente, com o hábito. No campo sujo as proporções de anemocoria e zoocoria foram similares, considerando todas as espécies, mas diferiram de acordo com o hábito, com predominância de dispersão por animais entre as arbustivo-arbóreas e pelo vento entre as herbáceo-subarbustivas. No campo úmido predominaram espécies dispersas pelo vento, como esperado para fisionomias abertas, onde este modo de dispersão é favorecido. Nas regiões tropicais a dispersão pelo vento, bem como a autocoria, estão geralmente associadas a áreas com vegetação aberta, como as consideradas no presente estudo, sendo mais comuns en- tre espécies herbáceo-subarbustivas (Gottsberger & Silberbauer-Gottsberger 1983, Oliveira & Moreira 1992, Vieira et al. 2002). Por outro lado, a zoocoria é o principal modo de dispersão em fisionomias florestais e, em áreas de Cerrado, está melhor representada entre as espécies arbustivo- arbóreas (Gottsberger & Silberbauer-Gottsberger 1983, Mantovani & Martins 1988, Batalha et al. 1997, Batalha & Mantovani 2000, Vieira et al. 2002, Batalha & Martins 2004). Entre as espécies herbáceo-subarbustivas esse modo de dispersão tende a ser menos freqüente e representado, principalmente, por espécies com diásporos epizoocóricos e sinzoocóricos (Gottsberger & Silberbauer-Gottsberger 1983), em parte pela grande representatividade de Asteraceae e Poaceae, entre outras.
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Influência de fatores abióticos na diversidade de espécies do estrato herbáceo-subarbustivo de Cerrado, FLONA de Paraopeba, MG

Influência de fatores abióticos na diversidade de espécies do estrato herbáceo-subarbustivo de Cerrado, FLONA de Paraopeba, MG

Muitos esforços que permeiam as pesquisas ecológicas na vegetação de Cerrado se concentraram no estrato arbóreo, sendo este hoje bastante conhecido, inclusive o da área do presente estudo (Silva-Júnior 1984; Neri et al. 2005; Balduino et al. 2005; Campos et al. 2006; Neri et al. 2012; Souza et al. 2010). O mesmo não se pode dizer para a flora herbáceo- subarbustiva, que ainda carece de esclarecimentos sobre a composição e distribuição de espécies, bem como de suas relações ecológicas. Dentre vários estudos acerca da composição e estrutura do estrato herbáceo subarbustivo do Cerrado lato sensu, observa-se riqueza de espécies significativamente superior do estrato herbáceo-subarbustivo, em relação ao arbustivo-arbóreo (Filgueiras 2002; Heringer et al. 1977; Rossatto et al. 2008; Munhoz & Felfili 2006 a,b). Resultados de estudos desenvolvidos no Distrito Federal (Ratter 1986; Pereira et al. 1993) revelam de quarto a sete vezes mais o número de espécies herbáceas e subarbustivas, comparado com árvores e grandes arbustos.
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