Top PDF Fenologia e produtividade da fruta-pão (Artocarpus Altilis) e da Jaca (A. heterophyllus) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade da fruta-pão (Artocarpus Altilis) e da Jaca (A. heterophyllus) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade da fruta-pão (Artocarpus Altilis) e da Jaca (A. heterophyllus) na Amazônia Central.

Amazônia. Ambas apresentaram vários picos de floração ao longo do ano. A fruta­pão floresceu na época  chuvosa e na de estiagem, enquanto que a jaca floresceu principalmente na época chu[r]

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Fenologia e produtividade da sorva (Couma utilis (Mart.) Muell. Arg.) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade da sorva (Couma utilis (Mart.) Muell. Arg.) na Amazônia Central.

RESUMO – (Fenologia e produtividade da sorva (Couma utilis (Mart.) Muell. Arg.) na Amazônia Central). A sorva ou sorvinha (Couma utilis (Mart.) Muell. Arg., Apocynaceae) é espécie amazônica de valor econômico, tanto como produtora de látex não elástico como de fruto comestível. O conhecimento de sua fenologia pode ajudar no planejamento e no manejo do plantio, bem como na comercialização dos frutos. Dez árvores de sorva num plantio homogêneo (plantadas em 1980) foram observadas de 1984 a 1990. A floração iniciou-se em 1984, intensificando-se a partir de 1985, chegando a 8.000 flores por árvore em 1988. No período ocorreram duas safras importantes durante o ano, embora em 1989 tenham ocorrido três. Em quatro dos sete anos de observações, a safra maior ocorreu durante o período das chuvas, e nos outros anos ocorreu no início do período seco. O vingamento médio anual de frutos variou de 10% no primeiro ano (1984) até 25% em 1989. Em 1986, as 10 sorveiras produziram, em média, 2.500 frutos, com peso médio de 15,5g, permitindo uma estimativa de quase 40kg de frutos/árvore/ano e 15t/ha, numa densidade de 400 plantas/ha.
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Fenologia e produtividade do Jambo (Syzygium malaccensis) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade do Jambo (Syzygium malaccensis) na Amazônia Central.

Num estudo realizado de janeiro de 1980 a dezembro de 1982 com árvores de cinco anos de idade, plantadas como ornamental em Manaus, AM, Brasil, constatou- se que a floração e a frutific[r]

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Fenologia e produtividade do araçá-boi (Eugenia stipitata, Myrtaceae) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade do araçá-boi (Eugenia stipitata, Myrtaceae) na Amazônia Central.

Vingamento médio anual (±desvio padrão) dc frutos de araçá-boi (Eugenia stipitata) dc 1985 a 1990, com as médias anuais de pluviosidade mensal (mm) c insolaçào mensal (h) no período...[r]

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Fenologia e produtividade do Infá-Cipó (Inga edulis) na Amazônia Central.

Fenologia e produtividade do Infá-Cipó (Inga edulis) na Amazônia Central.

Fenofases de dez árvores cultivadas dc ingá cipózyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA (Inga edulis) entre fevereiro dc 1977 c agosto dc 1978 cm Manaus, AM... Em muitas e[r]

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Fenologia e produtividade do Abiu (Pouteria caimito)na Amazônia Central1.

Fenologia e produtividade do Abiu (Pouteria caimito)na Amazônia Central1.

Na Amazônia central, o abiu apresentou três períodos de floração intensa por ano entre 1980 e 1982 (duas durante a estação chuvosa, uma durante a estação seca), seguida no próximo mês pe[r]

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Representações sobre o consumo de frutas, verduras e legumes entre fruticultores de zona rural.

Representações sobre o consumo de frutas, verduras e legumes entre fruticultores de zona rural.

os alimentos classificados socialmente como comida, eram feijão, arroz e carne. As verduras, os legumes e as frutas apareciam como alimentos secundários, que não tinham função de satisfazer as necessidades alimentares do grupo. Entre os meeiros estudados, fruta não era comida, porque não alimentava, não enchia a barriga, servindo apenas para enganar o estômago. Porém, a partir dos resultados, verificou-se que essa representação está, sobretudo, assentada no fato de a fruta se ligar mais à esfera do trabalho que à da alimen- tação, de tal forma que a fruta cultivada não é representada como um alimento, mas sim como um elemento constitutivo do trabalho. Portanto, a correspondência entre renda e trabalho é assen- tada na produção e na venda de frutas, fato que,
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Biologia floral e fenologia reprodutiva do camu-camu (Myrciaria dubia (H.B.K.) McVaugh, Myrtaceae) no Estado Pará, Brasil.

Biologia floral e fenologia reprodutiva do camu-camu (Myrciaria dubia (H.B.K.) McVaugh, Myrtaceae) no Estado Pará, Brasil.

The floral biology and reproductive phenology of camu-camu were investigated in 1997 and 1998. The studies were carried out in orchards at Embrapa Amazônia Oriental, located in Belém and in areas of natural occurrence in Santarém and Oriximiná, Pará State, northern Brazil. Direct observations on the visitors behavior were done, as well as capturing of specimens for identification. M. dubia showed inflorescences with white, polyandrous, hermaphroditic flowers. Anthesis occurred between 5:00 to 7:00 a.m. The pollen grains are dry, easily carried by wind or gravity, being the main flower resource. The osmophores are located at the calyx, corolla, anthers and stigma. The flowering phenology was “steady-state” type, and showed a peak in March. Fruitification was higher in July. Partial leaf fall was observed in all the studied plants, mainly in November. The main flower visitors were Nannotrigona punctata and Trigona pallens (Meliponinae), as well as small beetles (Chrysomelidae). The stingless bees were considered the legitimate pollinators.
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Benedita Maria Gomes Esteves Doutora em Sociedade, Desenvolvimento e Agricultura pela UFRRJ (1998) Professora Adjunta do Departamento de História da UFAC Pesquisadora do Centro de Documentação e Informação Histórica (CDIH) e do Setor de Mudanças Globais e

Benedita Maria Gomes Esteves Doutora em Sociedade, Desenvolvimento e Agricultura pela UFRRJ (1998) Professora Adjunta do Departamento de História da UFAC Pesquisadora do Centro de Documentação e Informação Histórica (CDIH) e do Setor de Mudanças Globais e

A pesquisa privilegiou o estudo das trajetórias de famílias seringueiras, numa área da Amazônia Sul-Ocidental – Acre (Brasil) e Pando (Bolívia). Os dados obtidos, em quatro anos de pesquisa, revelam os desdobramentos da delimitação dos espaços agrários no Acre, a partir da criação dos assentamentos extrativistas. Dentre estes, o processo de diferenciação social, política e econômica. Refiro-me a diferentes posições que ocupam os trabalhadores seringueiros: os que vivem nas Reservas Extrativistas, na floresta Pandina (vivendo subterraneamente) e os que estão nas periferias das cidades. Tal processo é percebido num contexto de fortalecimento e fragmentação da comunidade seringueira, onde lideranças e técnicos envolvidos não perceberam ou aceitaram as “di-visões”, sobrepondo outra delimitação física ao território nacional, quando da demarcação das áreas de preservação.
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Crescimento, fenologia e produtividade de cultivares de mandioca.

Crescimento, fenologia e produtividade de cultivares de mandioca.

A mandioca é cultivada em todos os estados brasileiros e isto demanda a obtenção de informações específicas a respeito das cultivares mais utilizadas. Neste estudo, nove cultivares de mandioca para indústria (IAC 12, IAC 13, IAC 14, IAC 15, roxinha, fibra, fécula Branca, Branca de Santa Catarina e espeto) foram avaliadas, quanto a características de crescimento e de fenologia e quanto à produtividade de raízes. o delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com quatro repetições. IAC 14 apresentou o maior porte, enquanto IAC 15, fécula Branca e espeto, os menores. fécula Branca e Espeto apresentaram apenas uma haste por planta. A ramiicação de hastes ocorreu em todas as cultivares, com exceção de fibra, e em diferentes épocas. Branca de Santa Catarina foi a primeira a lorescer. IAC 14 apresentou produtividade de raízes superior a Branca de Santa Catarina, IAC 12, fécula Branca, espeto, IAC 13 e IAC 15. A massa seca de raízes de IAC 12 foi superior a roxinha e Branca de Santa Catarina. Características relacionadas à parte aérea diferiram entre as cultivares, enquanto número, massa individual, comprimento e diâmetro de raízes não diferiram. os resultados permitiram concluir que as cultivares estudadas apresentaram distintas características fenológicas e de crescimento, bem como diferentes produtividades de raiz.
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Fenologia reprodutiva de Dipteryx odorata (Aubl.) Willd (Fabaceae) em duas áreas de floresta na Amazônia Central.

Fenologia reprodutiva de Dipteryx odorata (Aubl.) Willd (Fabaceae) em duas áreas de floresta na Amazônia Central.

de vigamentos, de artigos laminados de marcenaria, bem como de buchas de eixo de hélices de embarcações (Silva et al., 1977; Loureiro et al., 1979). As amêndoas dos frutos são aromáticas, de onde se extrai óleo essencial usado em perfumaria (cumarina), de grande importância na economia regional e de importância industrial na Venezuela (Loureiro et al., 1979). A tintura da casca do fruto é antiespasmódica e tônica e eficaz moderador dos movimentos cardíacos e da respiração (Loureiro et al. 1979, Clay et al. 1999). Dessa forma, o estudo fenológico desta espécie possibilita a determinação da regularidade e previsibilidade na oferta deste recurso natural, com a finalidade de possibilitar o uso mais racional dos produtos florestais da Amazônia.
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Causas do Desmatamento da Amazônia Brasileira

Causas do Desmatamento da Amazônia Brasileira

A proposta deste trabalho, de estudar “Causas do Desmatamento da Amazônia Brasileira”, surgiu neste contexto. E a questão central a que ele se propôs investigar foi o papel da pecuária, a dinâmica econômica e a rentabilidade a ela associadas, na expansão dos desmatamentos. Se não existem incentivos fiscais, outros fatores estariam tornando viável essa atividade, razão pela qual ela continua se expandindo sobre novas áreas de florestas. Para responder a esta e a outras questões, o estudo analisa o comportamento micro-econômico da pecuária inserindo esta atividade na dinâmica de expansão da fronteira agropecuária e madeireira, em uma das frentes mais importantes de ocupação econômica da região, a Amazônia Oriental. Além disso, procura comparar os ganhos econômicos com os custos sociais e ambientais associados e insere na análise a dinâmica sócio-econômica dos atores sociais envolvidos com a expansão dessa fronteira. Não se pode esquecer que, na Amazônia, a economia agropecuária se beneficia de ganhos indiretos advindos da precária regularização fundiária, da grilagem de terras públicas, da contratação irregular de mão-de-obra e do processo de permanente abertura de novas áreas de floresta realizado a baixos custos por posseiros e pequenos agricultores, que vão preparando o terreno para os investimentos mais rentáveis que os sucedem.
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Tensões na formação profissional da CUT e na disputa dos fundos públicos — Outubro Revista

Tensões na formação profissional da CUT e na disputa dos fundos públicos — Outubro Revista

Embora a resolução aprovada no 5º Concut deixasse claro a intenção de dirigir as demandas de formação profissional para o Estado e de controlar as políticas com esse fim por meio de organismos tripartites, no ano seguinte, 1995, a 7ª Plenária Nacional decidiu implementar a política de formação profissional da CUT na estrutura da central (escolas de formação, estrutura vertical, etc). Entre as resoluções dessa plenária encontra-se o texto intitulado Formação Profissional, em cujo item “Propostas relativas à organização dos cursos de formação e reciclagem profissional (Convênios com o Sine, utilizando recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT)” reconhece na existência de cerca de oito milhões de desempregados, além de milhões de marginalizados no setor informal, a razão pela qual a CUT “tem defendido que o atendimento aos desempregados deve estar na base de qualquer política de emprego, e não
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A mediação da música na construção da identidade coletiva do MST

A mediação da música na construção da identidade coletiva do MST

Por fim, focamos a presença da música no MST, pois compre- endemos que a relação de encontro entre os sujeitos sem-terra e a música, neste contexto, permite processos de identificação e[r]

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A situação da pesca na Amazônia Central

A situação da pesca na Amazônia Central

Os níveis das águas, nos rios amazônicos, estão submetidos a grandes oscilações, as quais modificam substancialmente as situa- ções ecológicas e, como ainda será mostrado, conseqüente[r]

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Progresso e barbárie: as armadilhas da ciência na contemporaneidade — Outubro Revista

Progresso e barbárie: as armadilhas da ciência na contemporaneidade — Outubro Revista

4 Idem, p.. O naturalismo mecânico subjacente à concepção do historiador inglês repercute em uma visão idílica do Iluminismo. Nela a barbárie não é senão uma patologia histórica que in[r]

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Lukács e as funções da consciência na reprodução social — Outubro Revista

Lukács e as funções da consciência na reprodução social — Outubro Revista

A atividade do pensamento, como momento incontestável do pro- cesso de posição do valor, não deve ser atenuada frente à realidade existente; configura-se como momento da consciência que[r]

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PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA NA GESTÃO DA ESCOLA PÚBLICA

PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA NA GESTÃO DA ESCOLA PÚBLICA

Para tanto, no capítulo 1, foi realizada a caracterização da escola através de observação in loco, entrevistas direcionadas à equipe gestora e análise de documentos tais co[r]

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Influência da luz na comunidade de artrópodes aquáticos em igarapés de água preta na Amazônia Central

Influência da luz na comunidade de artrópodes aquáticos em igarapés de água preta na Amazônia Central

raspadores, filtradores, predadores. Na Amazônia poucos trabalhos aplicaram a abordagem de GFA para caracterizar os ambientes lóticos, principalmente os banhados por águas pretas. Dentre as condições ecológicas que podem ser medidas pelo GFA destaca-se a trofia, definida como a capacidade do ambiente em produzir matéria orgânica, via fotossíntese, para a manutenção da comunidade. Outra condição é a intensidade da relação entre o ambiente lótico e a vegetação ripária, a qual, para efeito de simplificação, chamamos nesse trabalho de LINK.

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Ensino e Avaliação da Técnica Inalatória na Asma – Normas de Orientação Clínica

Ensino e Avaliação da Técnica Inalatória na Asma – Normas de Orientação Clínica

Os dispositivos disponíveis para a terapêutica inalatória incluem os inaladores pressurizados doseáveis (pMDIs), que podem ser utilizados isoladamente ou em associação com câmaras exp[r]

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