Top PDF Ferenczi e a experiência da Einfühlung.

Ferenczi e a experiência da Einfühlung.

Ferenczi e a experiência da Einfühlung.

to difícil reconhecer Ferenczi, com o já o fez André Green, com o o pai de grande parte da psicanálise contem porânea. A atenção para experiências psíquicas que rem ontam a conteúdos que nunca foram conscientes ( ou pré-conscientes) , ante- riores à com preensão verbal, fazem de Ferenczi o patrono de discussões técnicas que até hoje nos incitam e fazem pensar. Para ele, em alguns m om entos, a atitude de provocar um a ação era a alavanca necessária para que pudesse haver posterior elaboração, lado a lado com um a atitude de estreita sintonia com a experiência em ocional do paciente para m elhor equalizar tem poralm ente tais intervenções que favorecessem o andam ento da análise. Mas, cuidadoso, Ferenczi sem pre insis- tiu que “nas m ãos de um novato, a atividade poderia facilm ente conduzir a um retorno aos procedim entos pré-psicanalíticos da sugestão e das m edidas autoritá- rias” ( FERENCZI, 1926/ 1993 p.365) . E, referindo-se a enganos e problem as en- frentados no uso da técnica ativa, reafirm a que “as nossas instruções ativas não devem ser, segundo a expressão de um colega a quem analisei, de uma intransigência estrita, m as de um a flexibilidade elástica” ( FERENCZI, 1926/ 1993, p.368) .
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Afeto, intensidade e confiança na experiência analítica: algumas considerações sobre a heterodoxia clínica de S. Ferenczi.

Afeto, intensidade e confiança na experiência analítica: algumas considerações sobre a heterodoxia clínica de S. Ferenczi.

construção do eu e do mundo. Neste sentido, de acordo com a autora, a relação própria da situação analítica é criadora e permeada de intensidades afetivas. Destarte, o problema residiria em encarar a transferência exclusivamente como forma de resistência, o que esgota e limita a compreensão do que pode ocorrer na relação entre o paciente e seu analista. É isso também o que aponta Peixoto Jr. que, em seu artigo sobre M. Balint, traz a hipótese de uma “transferência produtiva em análise que não passaria pelo viés da resistência, e que remeteria necessariamente ao exame das condições de produção de sentido no processo de subjetivação” (PEIXOTO JÚNIOR, 2003, p. 224). Com isso, busca-se ultrapassar a compreensão da transferência com base apenas em uma concepção do aparato psíquico restrita ao modelo da representação e do recalcamento. Essa é a preo- cupação que está, de igual modo, na base da inquietação de Ferenczi, quando se interroga sobre aquilo que não é abarcado pelo processo verbal na análise, na tentativa de ampliar a concepção da experiência psicanalítica e evitando, por conseqüência, um excesso de intelectualização.
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A segunda regra fundamental: um comentário sobre o Ferenczi de Lacan.

A segunda regra fundamental: um comentário sobre o Ferenczi de Lacan.

Em outro m om ento, num capítulo de “Direção do tratam ento e os princípios de seu poder” ( 1958/ 1998) intitulado “Com o agir com seu ser”, Lacan volta a evocar Ferenczi com o aquele que introduziu a questão do ser do analista. Não por acaso, diz Lacan, essa questão foi colocada por aquele “m ais atorm entado pelo problem a da ação analítica” ( 1958/ 1998, p. 218-19) . Lado a lado, esses dois es- critos de Lacan têm na referência a Ferenczi algo em com um : interrogam , um e outro, sobre o Eu do analista e o ser do analista, respectivam ente, para concluir, no prim eiro, que ao analista é exigido o apagam ento do Eu e, no segundo, que no coração da experiência analítica está a falta-a-ser, único ser do analista. Lacan, de um m odo ou de outro, sem pre colocou em tensão, com o se vê aqui, o que é da ordem do ser e o que é da ordem da função do analista.
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Sobre o conceito de contratransferência em Freud, Ferenczi e Heimann.

Sobre o conceito de contratransferência em Freud, Ferenczi e Heimann.

Toda análise é trespassada, inevitavelmente, pela contratransferência. Esse fenômeno constitui-se numa das questões fundamentais e mais problemáticas da teoria e técnica psicanalíticas, pois afeta o analista no cotidiano de sua clínica e o remete à sua análise pessoal, supervisão e escrita clínica, tal a angústia em face da inquietante estranheza da transferência. Denotada sua importância, neste texto será trabalhada a construção do seu conceito em Sigmund Freud como experiência necessária, mas um problema a ser resolvido, em Sándor Ferenczi, que aproxima a contratransferência como parte inerente da relação transferencial e da técnica analítica, e em sua posterior releitura por Paula Heimann em 1950, que demarca a importante mudança na compreensão do termo como ferramenta essencial ao método analítico.
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Trauma e pulsão de morte em Ferenczi.

Trauma e pulsão de morte em Ferenczi.

Como já foi salientado, Ferenczi fazia parte dos analistas que reagiram em contra-ataque ao pessimismo terapêutico que passou a dominar cada vez mais a psicanálise a partir da virada de 1920. Foi ele, em realidade, seu maior comba- tente, sendo a preocupação com a clínica e com os resultados terapêuticos um tema onipresente em seus escritos. A preocupação do analista húngaro com a cura é realçada por Granoff (1998) que afirma: “Seu desejo de curar condicio- nou sua experiência clínica. Sua prática clínica levou-o a pesquisas técnicas. Sua teoria é a justificação delas” (p.146). Portanto, na medida em que Ferenczi ia desenvolvendo suas conhecidas inovações técnicas, munido do furor sanandi que lhe era peculiar, sua teorização também se modificava, distanciando-se da de Freud. Bonomi (2003) considera que Ferenczi mesmo sem se dar conta, modifica de modo substancial a metapsicologia freudiana: “segundo Freud, o princípio do prazer procurava um equilíbrio no seio do aparelho psíquico, ao passo que Ferenczi interessava-se principalmente pelo equilíbrio entre o indivíduo e seu meio cambiante” (p.54). Retomamos com isso, nossa aposta na atualidade do pensamento de Feren- czi. Diante, hoje, de modalidades de padecimentos psíquicos que remetem a dificuldades no próprio processo de constituição narcísica, as questões levan- tadas por Ferenczi vão servir tanto para se repensar a metapsicologia quanto vão fornecer recursos técnicos a serem utilizados na intervenção terapêutica. Em um momento no qual as duas regras básicas do dispositivo clínico clássico parecem ter caído em desuso dado que a associação livre e a atenção flutuante pressupõem uma narrativa pautada no conflito entre o desejo e a proibição, ou seja, no modelo do recalque, a necessidade de se revisitar tanto a teoria quanto a clínica em busca de ferramentas para lidar com outras formas de organização psíquica se mostra premente.
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O observador do mundo: a noção de clivagem em Ferenczi.

O observador do mundo: a noção de clivagem em Ferenczi.

Em bora este artigo não tenha por objetivo discutir nossas possibilidades terapêuticas com estes clientes, não posso deixar, agora, de aludir a um a aposta. Se nós, analistas, nos responsabilizarm os pelo trabalho de observação, se acei- tarm os esta tarefa, ao m enos num prim eiro m om ento, sem m uitas restrições, talvez nossos clientes possam dar, lentam ente, outros passos em novas direções. Se puderm os transform ar as suas dem andas por observação em sintom a analíti- co e não os colocarm os diante de outras exigências inalcançáveis, quem sabe eles se dêem conta de que há em seus corpos m ovim ento, que eles podem agir e deixar para outrem a tarefa de observar o que fazem . É necessário não se deter neste ponto, na m edida em que em algum m om ento ser observado não pode equivaler a ser percebido. Há um a assim etria entre a posição de observador absoluto do sujeito, com o um sintom a, e a posição relativa de escuta e olhar do analista. O analista pode produzir um a torção na dem anda de observação, to- m ando para si a tarefa de instituir o seu olhar ( e olhar é algo sem pre parcial e relativo) desejante com o ponte entre paixão e ternura, palavra e corpo, ação e descrição, em oção e racionalidade. Um sujeito captado pelo olhar do outro talvez possa abrir m ão de se render de m odo incondicional ao grande olho do destino com o qual ele se identifica de m odo narcísico. Infelizm ente, m inha experiência com estas pessoas m e im pede de alim entar qualquer esperança redentora para com eles, m as som ente quem se dedica a este trabalho pode aquilatar o discreto im pacto que ele pode ter em algum as trajetórias. Não foi sem surpresa que escutei de Telm a:
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Sobre o conceito de contratransferência em Freud, Ferenczi e Heimann

Sobre o conceito de contratransferência em Freud, Ferenczi e Heimann

Toda análise é trespassada, inevitavelmente, pela contratransferência. Esse fenômeno constitui-se numa das questões fundamentais e mais problemáticas da teoria e técnica psicanalíticas, pois afeta o analista no cotidiano de sua clínica e o remete à sua análise pessoal, supervisão e escrita clínica, tal a angústia em face da inquietante estranheza da transferência. Denotada sua importância, neste texto será trabalhada a construção do seu conceito em Sigmund Freud como experiência necessária, mas um problema a ser resolvido, em Sándor Ferenczi, que aproxima a contratransferência como parte inerente da relação transferencial e da técnica analítica, e em sua posterior releitura por Paula Heimann em 1950, que demarca a importante mudança na compreensão do termo como ferramenta essencial ao método analítico.
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Confusão de línguas, trauma e hospitalidade em Sándor Ferenczi.

Confusão de línguas, trauma e hospitalidade em Sándor Ferenczi.

RESUMO. Neste trabalho discutimos as ideias de confusão de línguas, de trauma e de hospitalidade no campo psicanalítico. Para Ferenczi, a relação adulto-criança é marcada por uma confusão decorrente de uma diferença de línguas, de forma que muitas vezes um não entende o outro. Nesse contexto, é possível a emergência do trauma patogênico. A experiência analítica, ao invés de levar o acontecimento traumático a domínios psíquicos melhores, pode reproduzir e até agravar o que foi vivido como catastrófico na infância. Neste sentido, o princípio de hospitalidade na clínica analítica é de suma importância para se evitar uma possível reprodução do trauma entre analista e analisando. Neste artigo utilizamos como referência principal a obra de Sándor Ferenczi, estabelecendo relações em alguns pontos com textos de Jacques Derrida e de Walter Benjamin, que discutem a origem da confusão de línguas e o problema da possibilidade da tradução. Palavras-chave: Ferenczi, Sandor; trauma psíquico; hospitalidade.
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Sentidos da regressão. Consideraçõe teoricoclínicas em Ferenczi, Balint e Winnic...

Sentidos da regressão. Consideraçõe teoricoclínicas em Ferenczi, Balint e Winnic...

Outro aspecto que gostaríamos de considerar é a regressão enquanto processo que ocorre nos seres humanos em geral, a ser considerado na vida de todos, seja na clínica ou fora dela. Vale lembrar que a primeira aparição do termo regressão na literatura psicanalítica ocorre em A Interpretação dos sonhos (1900). A regressão aparece como processo responsável pela formação dos sonhos, explicada na dimensão tópica do aparelho psíquico. Nos sonhos, o fluxo da energia psíquica segue uma direção inversa à da vigília. Regressivamente, a catexia chega ao sistema perceptivo. Parte dos pensamentos até atingir completa vivacidade sensorial. O processo de regressão possibilita a revivificação de impressões sensoriais, podendo formar composições as mais inusitadas, conforme a experiência do sonhar de cada um pode atestar. Desse modo, teríamos a regressão como um processo que ocorre cotidianamente, na vida daqueles que sonham. A formação dos sonhos não se dá aleatoreamente, entretanto. Essa foi a grande percepção de Freud que veio a conceber a análise dos sonhos como a via régia para o inconsciente. O desvelamento da dimensão onírica, supondo um pensamento e linguagem próprios, abriu caminho para a compreensão de um modo de funcionamento mental caracterizado por "um incessante deslizar de sentidos" (LAPLANCHE e PONTALIS, 1987, pág. 372). O estudo dos sonhos evidenciou esse processo primário de funcionamento mental, em oposição ao processo secundário que rege o pensamento da vigília, a atenção, o juízo, o raciocínio, a ação controlada, tal como descritos pela psicologia clássica. Em termos econômicos, o processo primário corresponde à circulação de energia livre ou desligada pelo aparelho psíquico, enquanto o processo secundário, à energia ligada. Considerando a diferenciação desses dois tipos de funcionamento mental, podemos supor que a regressão tende ao processo primário. Isso porque o processo secundário seria uma modificação do processo primário, mediante a função reguladora do ego. A regressão seria, assim, um retorno ao modo de operar dos processos psíquicos anterior à constituição do ego.
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Contribuições de Sándor Ferenczi para a compreensão dos efeitos psíquicos da violência sexual.

Contribuições de Sándor Ferenczi para a compreensão dos efeitos psíquicos da violência sexual.

Quando não é possível as percepções e sensações da experiência traumática entrarem no esquema do recalcamento e da neurose – devido à radicalidade das circunstâncias ou à própria fragilidade infantil – o psiquismo pode ser obrigado a defender-se da excitação massiva através do mecanismo da rejeição e clivagem, solução que abre caminho para o estabelecimento da identificação com o agressor. Ao tentar manter a vivência traumática isolada no psiquismo, sem assimilação relativamente ao restante dos conteúdos psíquicos, consegue-se controlar a angústia, mas decorre dessa atitude um desligamento (de extensão variável) entre o ego e a realidade que pode encontrar expressão não só na exigência de submissão sem limites de si próprio, mas também nas perversões, através da repetição estereotipada, em ato, dos abusos sofridos. Essa estratégia do psiquismo – na qual o ego fica obrigado a seguir os comandos do invasor para tentar se livrar de sua tirania e perseguição implacável – representa o caminho da repetição compulsiva do trauma e está atrelada a uma diminuição geral da atividade psíquica, aspecto frequentemente constatado nos atendimentos a essas crianças através do empobrecimento do brincar, dos processos criativos, das fantasias, e pela inibição da capacidade de pensar.
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O Delírio segundo Freud e Jung: aportes recíprocos e distinções

O Delírio segundo Freud e Jung: aportes recíprocos e distinções

retraimento da libido ao eu e o consequente abandono do mundo exterior. Ao contrário de Freud que tinha grande experiência para com o tratamento das neuroses, tanto Jung como Sandor Ferenczi tinham uma clínica com pacientes afetados por esquizofrenia e por paranoia e realizavam uma discussão constante desses caso com Freud, pelos quais mostrava um grande interesse. Freud, por sua vez, ao escrever o caso Schreber, baseado na biograia do mesmo, avança no entendimento da paranoia, a partir de meticulosa análise do desencadeamento e organização do delírio de Schreber, chegando a traçar sua gramática. Contribuição até hoje considerada fundamental para a clínica para com a psicose paranoica.
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Psicol. USP  vol.25 número2

Psicol. USP vol.25 número2

“O devaneio não é a catástrofe virtual em que se inicia o conhecimento?” (René Thom, citado por Sabourin, 1988, p. 93) Sándor Ferenczi ocupa uma posição particular no quadro de referências da teoria psicanalítica: seu nome é lembrado, sobretudo, por suas inovações técnicas e suas reflexões sobre o trauma. As polêmicas pesquisas em- preendidas por ele nestes dois campos possuem um alcan- ce tão espantoso que ainda hoje não foi esgotado todo o potencial que elas detêm. Entretanto, e Freud aponta isso, sua obra comporta outras contribuições que não se limi- tam a apenas estas duas linhas de pesquisa. Atentos a esta observação, pretendemos, com o presente trabalho, lançar luz sobre uma região negligenciada ou, ao menos, pouco explorada da obra ferencziana: suas reflexões epistemo- lógicas e metodológicas. É notável como essas questões perpassam o discurso do autor em momentos diferentes de sua produção, sendo lícito dizer que elas foram alvo de uma preocupação constante de sua parte. Longe de te- rem se dado em um campo puramente abstrato, elas se encontram intimamente articuladas à experiência clínica e são continuamente repensadas para dar conta dos desafios daí advindos. O estudo destes problemas, tais como tra- balhados por Ferenczi, é particularmente proveitoso para refletir-se com maior apuro acerca de seus estilos de pen- samento e de composição teórica.
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OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

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Por fim, destacamos que esta recomendação para o elemento Atividades de Controle tem o potencial de, após verificado êxito de atuação dos controladores adstritos a cada P[r]

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A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE COMO INSTRUMENTO DE VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES E MELHORIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO

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(2009) sobre motivação e reconhecimento do trabalho docente. A fim de tratarmos de todas as questões que surgiram ao longo do trabalho, sintetizamos, a seguir, os objetivos de cada um d[r]

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RESUMO: O presente artigo foi fruto da vivência e das investigações realizadas no Tempo

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No final mais do que assembleia tornou-se um momento festivo, alegres os que receberão a palma, os pesquisadores porque atingiram seus objetivos e o grupo de forragem que teve a missão de produzir, zelar pela palma ao termino perguntei como se sentiam no dia de hoje: Segundo Severino, ¨ hoje estamos felizes é um privilégio pelo fruto de nosso trabalho repassa a semente para os outros¨. Marcos outro componente jovem do grupo disse: que foi um prazer enorme hoje que junto com o INSA e assentamento ter uma experiência dessa, que todos possam plantar para que futuramente não nos venha prejudicar e veja o potencial e cuidem dela.
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A Reforma da Previdência do governo Lula: argumentos e perspectiva de classe — Outubro Revista

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Exemplo bastante forte desta política tem sido os anúncios dos ministros da Previdência Social (Sr. Berzoini) e da Fazenda (Sr. Palocci) do governo Lula, de que o teto do Regime Geral [r]

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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Darcley Soares Menezes

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Introduzido no cenário acadêmico com maior ênfase por Campos (1990), o termo accountability é de conceituação complexa (AKUTSU e PINHO, 2001; ROCHA, 2009) sendo o[r]

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Psicol. USP  vol.21 número3

Psicol. USP vol.21 número3

levinas (1968) conta a história de um discípulo que, vendo durante a noite seu mestre estudar à luz de uma vela, considerava esta visão como um pedaço do paraíso: um homem em paz, lendo atentamente. Ao apro- Ao apro- ximar-se silenciosamente para não incomodar, percebe as mãos crispadas, o mestre todo contraído. observa os dedos afundarem na mão e para seu espanto, entrevê um ilete de sangue correr das mãos do mestre. Pergunta então ao mestre se ele está se sentindo bem, se precisa de ajuda. o mestre responde que está estudando. o discípulo pergunta sobre a crispação e do sangue que escorre. o mestre responde que o estudo implica tudo isso, é preciso verter sangue para fazer viver o texto, para tocar a vida do texto sob a pedra das letras estáticas. Podemos pressentir nicolas Abraham (1978) lendo seus autores, seus mestres, de estilos e horizontes tão diferentes – Freud, Husserl, Ferenczi – com uma tensão que não arrefece jamais. Sua lei- tura do caso do “homem dos lobos” é paradigmática. longe de remanejar os dados num passe de prestidigitação para preencher algumas páginas em branco para publicação, vai arrancar o drama que se desenrola para além do desaparecimento dos próprios protagonistas – Freud e o “homem dos lobos”. longe ainda de uma perspectiva exegética do texto, sábia e ele- gante, encontra a mensagem de um homem a outro homem e a traduz, com maria torok, por uma frase que vai dar o tom da música do que quer dizer psicanálise e nos abre, de certa maneira, uma via de entrada no espa- ço analítico: “salvar a análise do homem dos lobos, nos salvar” (Abraham & torok, 1976, p. 111).
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A GESTÃO DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO: DESAFIOS, ABORDAGENS E PERSPECTIVAS DO INEP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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Atualmente, conta com 65.771 exemplares indexados, catalogados e preservados no acervo do Centro de Informação e Biblioteca em Educação do Inep (CIBEC/INEP, 2013). Devido às contribuiç[r]

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LUCIANA CEDROLA PIRES UM CECANE PARA A UFJF: POSSIBILIDADE DE INTERSETORIALIDADE E POTENCIALIZAÇÃO DA FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE

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O objetivo deste trabalho foi propor a criação de um CECANE para a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) para o que se estabeleceu estudar os Centros Colaboradores [r]

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