Top PDF Finalidade pública, autoridade governamental e poder coletivo

Finalidade pública, autoridade governamental e poder coletivo

Finalidade pública, autoridade governamental e poder coletivo

Desde la década de 1980, las reformas han dominado las agendas gubernamentales en todo el mundo; los gobiernos embarcaron en una notable jornada de innovación. El ritmo de estas refor- mas probablemente no se va a disminuir. El número creciente de retos en la política pública deman- da la participación activa de varios actores dentro y fuera del gobierno y requiere que el gobierno trabaje más allá de los límites convencionales. Estos retos fuerzan al gobierno a la utilización de su autoridad y recursos para habilitar y otorgar poderes (empower) a los otros. El aumento de la complejidad y de la incertidumbre en las cuestiones políticas y en los contextos de gobernanza hace que los gobiernos desarrollen su capacidad de anticipación, intervención, innovación, aprendizaje y adaptación. Reformas futuras requerirán visión más amplia de los papeles del gobierno y de los ciudadanos. Aunque el gobierno siga siendo aquello que garantiza los intereses colectivos con el poder de intervención, él necesita descubrir cómo se puede trabajar con los ciudadanos y otros actores, con el objetivo de producir resultados de elevado valor público. Mientras los gobiernos avancen para la producción de resultados con los ciudadanos, ellos alcanzan un conjunto más complejo de relacio- nes y amplían el repertorio de papeles que cada uno puede desarrollar para la obtención de resulta- dos. Estas reformas permitirán una definición más amplia de resultados públicos que enfatizan la importancia de las políticas públicas y de los resultados cívicos. Estos dan credibilidad, mientras aquellas aumentan la legitimidad. Ambos aumentan la confianza de los ciudadanos en el gobierno. Los administradores públicos han, hasta ahora, trabajado a partir de una definición incompleta de los resultados, que no confiere suficiente importancia a los resultados cívicos.
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O NATIMORTO CÓDIGO BRASILEIRO DE PROCESSO COLETIVO E O PREJUÍZO NA EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS FUNDAMENTAIS ATRAVÉS DA TUTELA COLETIVA  Marco Cesar De Carvalho

O NATIMORTO CÓDIGO BRASILEIRO DE PROCESSO COLETIVO E O PREJUÍZO NA EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS FUNDAMENTAIS ATRAVÉS DA TUTELA COLETIVA Marco Cesar De Carvalho

concepção do liberalismo individualista, não responde neste novo estágio de evolução jurídico-científica ao alto grau de complexidade e especialização exigidos para disciplinar os direitos coletivos, difusos e individuais homogêneos. 4. A mencionada Lei da Ação Civil Pública e o Código de Defesa do Consumidor, de 1990, são marcos importantes para a tutela dos interesses coletivos, mas, com passar do tempo, juristas, pesquisadores e doutrinadores do Sistema Coletivo Brasileiro identificaram a necessidade do seu aperfeiçoamento e modernização com vistas a adequá-lo às novas concepções teóricas, nacionais e internacionais, e à nova ordem constitucional. Temos como exemplo o Código-modelo de processos coletivos para Íbero-América e os dois anteprojetos do Código Brasileiro de Processo Coletivo elaborados no âmbito da Universidade de São Paulo - USP, com participação do Instituto Brasileiro de Direito Processual – IBDP, e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ, respectivamente. 5. Durante o Congresso das Carreiras Jurídicas de Estado, promovido em junho de 2008 pela Advocacia-Geral da União, verificou-se a necessidade de aperfeiçoamento da tutela coletiva no Brasil. 6. Diante desse cenário, o Ministério da Justiça instituiu, por meio da Portaria nº 2.481, de 9 de dezembro de 2008, Comissão Especial composta por renomados juristas e operadores do Direito, com representação de todas as carreiras jurídicas, e presidida pelo Secretário de Reforma do Poder Judiciário do Ministério, com a finalidade de apresentar proposta de readequação e modernização da tutela coletiva.”. Texto
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Bol. da PM n.º 124 09JUL   Noções sobre o Tema Uso e Abuso de Poder

Bol. da PM n.º 124 09JUL Noções sobre o Tema Uso e Abuso de Poder

Ocorre o desvio de poder ou de finalidade – também enseja a violação do principio da IMPES- SOALIDADE (art. 37, caput, CF), quando a autoridade pratica o ato sem interesse público ou utiliza-se do cargo ou função para satisfazer uma pretensão pessoal, não amparada em lei. Em outras palavras, a autori- dade pública desvia a sua competência, praticando atos por motivos e fins não objetivados pelo Direito Po- sitivo ou exigidos pelo interesse da coletividade, caracterizando, assim, numa violação moral ou ideológica da Lei. Dentro deste contexto, dependendo das circunstâncias, o intraneus (o policial, no caso) pode ser enquadrado na Lei de Improbidade Administrativa (Lei n° 8.429/92), que importe em ENRIQUECIMEN- TO ILÍCITO, PREJUÍZO AO ERÁRIO ou atente contra os PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚ- BLICA, p. ex., receber propina do jogo do bicho, usar viatura oficial para fazer compras nos supermerca- dos, etc, TUDO ISSO, SEM PREJUÍZO DE RESPONSABILIDADE PENAL, ADMINISTRATIVA E CIVIL, PELO MESMO FATO.
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A CRISE DA AUTORIDADE JURÍDICA E O TERRORISMO COMO FORMA DE COMUNICAÇÃO DE PODER Direito e Poder na Pós-Modernidade MESTRADO em Direito

A CRISE DA AUTORIDADE JURÍDICA E O TERRORISMO COMO FORMA DE COMUNICAÇÃO DE PODER Direito e Poder na Pós-Modernidade MESTRADO em Direito

A autoridade jurídica, isto é, o poder estatal legitimado pelo direito, neste momento, encontra-se, conforme procuramos demonstrar, desafiada em todos os seus aspectos fundamentais. Em primeiro lugar o seu “lugar”, qual seja, o estado nacional, passa por uma profunda transformação de identidade, fronteiras e de função no âmbito internacional. Em segundo lugar o seu desenho institucional e mesmo sua tradicional forma de legitimação, por meio de uma ordem jurídica a qual se submete, respeitados os procedimentos também nela prescritos e, hodiernamente, pela assunção de deveres objetivos, pertencem a outro “tempo”, que não mais se compatibiliza com a velocidade do sinal eletrônico e com a capacidade virtual, porém humana, de estar em diversos lugares ao mesmo tempo, absorvendo informações de maneira incessante.
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SEPARAÇÃO CONJUGAL E A ALIENAÇÃO PARENTAL: DESDOBRAMENTO NO ESTADO EMOCIONAL DOS FILHOSFREITAS, Carlos David1

SEPARAÇÃO CONJUGAL E A ALIENAÇÃO PARENTAL: DESDOBRAMENTO NO ESTADO EMOCIONAL DOS FILHOSFREITAS, Carlos David1

Este artigo tem por finalidade propor reflexão sobre o estado emocional dos filhos a partir da separação dos pais ligadas à alienação parental. Na atuação profissional, como psicólogo judiciário, temos observado o aumento gradativo de processos de separação de casais com filhos, e queixas sobre a prática da alienação parental por parte de um dos pais. Pretendemos assim, contribuir com o conhecimento dessa problemática.

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Open Por que Desobedecer?  Obrigação Política e Resistência: Uma leitura de Alessandro Passerin d'Entrèves

Open Por que Desobedecer? Obrigação Política e Resistência: Uma leitura de Alessandro Passerin d'Entrèves

Foi Green, em um famoso curso na Universidade de Oxford no inverno de 1879-1880, que definiu como problema da obrigação política o problema da relação entre o indivíduo, o direito e o Estado; o problema da natureza do Estado, do valor do ordenamento jurídico, e, portanto, do fundamento da obediência devida pelo indivíduo a um e a outro. Acerca deste problema, se desenvolveram na Inglaterra, os últimos cinquenta anos, investigações e debates fecundos; naquele campo de estudos que lá é denominado Filosofia Política, o problema permanece central: e na verdade, é neste campo que devemos buscar os mais interessantes aspectos d especulação inglesa acerca do direito e do Estado. O problema da obrigação política, tal qual formulado por Green, parece num primeiro momento reduzir-se àquele clássico da obediência […]. Na verdade, como a própria história nos ensina, o problema da obediência não é senão um modo ingênuo de colocar um problema mais geral e fundamentalmente de validade e de valor. Visto que, mesmo lá onde o pensamento prático parece faltar, mesmo quando um verdadeiro e próprio conflito de dever não venha colocar na sua trágica urgência o problema da obediência, o problema da autoridade permanece. Green não faz senão formular o problema em termos propriamente filosóficos, como era inevitável por conta da renovada consciência filosófica que ele representa (D'ENTRÈVES, 1992, p.325) 10
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Autoridade e poder: os limites do poder temporal e espiri- tual no século XIV, segundo o pensamento de Guilherme de Ockham

Autoridade e poder: os limites do poder temporal e espiri- tual no século XIV, segundo o pensamento de Guilherme de Ockham

O tema da liberdade cristã defendido por Ockham como o primeiro dos argumentos contra a plenitudo potestatis, abre a possibilidade de se estender a leitura de seus textos a partir do núcleo dos textos bíblicos citados. Os textos citados por ele para apresentar a liberdade cristã como princípio para a vida comum dos fiéis são de fonte cristológica. Sendo de fonte cristocêntrica, o pensamento de Ockham para a sociedade em que vive parte de princípio sobrenatural. Por isso, sua visão sobre o mundo é altamente sacralizada sem constituir uma teocracia — entendendo teocracia como predomínio do governo temporal pelas pessoas consideradas ministras de Deus. Ao mesmo tempo que Ockham parte do princípio cristocêntrico e que por isso não pode ser demonstrado, não deixou de submeter o governo utópico dos cristãos a certos princípios da razão humana, como o respeito aos direitos de posse e a possibilidade de rebelar-se contra a opressão de um tirano. A pesquisa demonstrou que a primeira metade do século XIV levou muitos a repensarem a estrutura na qual a sociedade cristã estava politicamente sustentada, podendo ser percebido na concentração de obras e autores do período preocupados com o tema. Os próprios cristãos encontram-se divididos quanto ao modo de responder ao mundo, isto é: trazer todo o poder para os dirigentes cristãos ou aceitar o governo leigo colocando para tanto normas que defendam a liberdade e a individualidade cristã. São duas posições dentro da fé cristã tendo a mesma finalidade: garantir que o sobrenatural não seja esquecido ou desvalorizado. Foi o que podemos concluir a partir das tentativas, repetições e polêmicas presentes nas obras políticas de Ockham. Para nós, abriu-se um ponto de investigação onde os dois lados da questão política, respeitadas algumas diferenças, podem ser novamente interpretados.
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PUC-SP SÍLVIO SÉRGIO FERREIRA PINHEIRO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PUC-SP SÍLVIO SÉRGIO FERREIRA PINHEIRO

Trata-se, à primeira vista, de um cenário virtuoso para se estudar um processo de formulação e implementação de determinada política pública voltada para as classes populares. No plano nacional, temos um governo chefiado pelo principal líder de massivas lutas operárias que se confrontaram com o regime ditatorial-militar. Além disso, o Partido dos Trabalhadores que, no início, formulara estratégias voltadas para a derrubada do capitalismo, redefiniu-se cada vez mais como um partido voltado para o aprofundamento da democracia participativa, com este adjetivo sinalizando forte presença popular no processo de decisões sobre políticas. Não por acaso, o PT adquiriu reconhecimento internacional devido, entre outras realizações, ao orçamento participativo. Diversos autores chegaram a diagnosticar forte ocorrência de uma cultura democrática participativa no Brasil. Enfim, a situação entre os beneficiários do PAC Rio Anil, uma parcela do povo pobre da capital maranhense, também parecia altamente favorável ao sucesso do Plano. O bairro tinha uma persistente – embora intermitente – tradição de lutas. E agora tinha descarregado seus votos no candidato a governador que, além de apoiado (ao menos formalmente) pelo presidente Lula, derrotou, nas urnas, a principal oligarquia política brasileira: o grupo que gravita em torno de José Sarney. Tudo parecia indicar que a felicidade batia às portas das palafitas dos moradores da Liberdade.
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A saúde como fato coletivo.

A saúde como fato coletivo.

A saúde como um fato coletivo coloca em cena, necessariamente, o Estado e a Sociedade Civil porque a saúde, no plano coletivo, o que se entende vulgarmente por Saúde Pública, sempre fo[r]

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O COMPROMISSO GOVERNAMENTAL COM A BIBLIOTECA PÚBLICA NO DISTRITO FEDERAL

O COMPROMISSO GOVERNAMENTAL COM A BIBLIOTECA PÚBLICA NO DISTRITO FEDERAL

Outra biblioteca que faz as vezes de biblioteca-pública é a Biblioteca Central da Universidade de Brasília. O seu diretor, Murilo Bastos da Cunha, dá algumas informações: "A Biblioteca Central da UnB atende a 14.581 usuários (cadastra- dos), dos quais 72 são instituições de Brasília. Isso, na verdade, pode e deve ser uma função da BCE — servir como complemento, mas não ser biblioteca primária desses usuários. Devido à inexistência de uma rede de bibliotecas públicas em Brasília, nós temos recebido pedidos de sindicatos e associações profissionais querendo consultar a BCE regularmente. Se fosse computar tudo isto, daria um total aproximado de 35 mil usuários que a BCE não tem condições de atender, e nem é função nossa. Apesar de não existir um estudo sistemático para comprovar, é possível verificar que a BCE tem suprido um pouco a deficiência da biblioteca pública de Brasília, não só da pública, mas das escolares e universitárias de Brasília". (Abdalâ & Sil- vestre, 1985:28).
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A Regulação à Luz do STF  Gabriel Fliege de Lucena Stuckert

A Regulação à Luz do STF Gabriel Fliege de Lucena Stuckert

No terceiro eixo temático “ordem tributária, financeira e política fiscal”, Fernanda Adams e Rafael Lima Torres oferecem seu artigo “A ANÁLISE DA POLÍTICA FISCAL BRASILEIRA SOB A PERSPECTIVA DAS SOLUÇÕES KEYNESIANAS PARA SUPERAÇÃO DA CRISE ECONÔMICA CAPITALISTA”. O trabalho busca demonstrar de que forma o pensamento keynesiano sobre políticas fiscais e suas soluções, no campo fiscal, são base para repensar o reequilíbrio econômico e diminuição dos efeitos da recessão, tendo em mente a proposta de análise sobre a realidade brasileira e os ajustes fiscais propostos pelo governo, para ao final concluirmos se as medidas propostas convergem com as soluções apresentadas por Keynes e se poderão atuar como anticíclicas, reequilibrando o sistema econômico. Em seguida, em “TRIBUTAÇÃO EXTRAFISCAL E INCLUSÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO: A SUBVENÇÃO EDUCACIONAL PREFERENCIAL DO CHILE”, André Murilo Parente Nogueira e Manuella de Oliveira Soares observam a necessidade de uma tributação que atenda às necessidades do Estado Democrático de Direito, um Estado Extrafiscal, concebido sob uma perspectiva não puramente arrecadatória, mas que destine tributos como meio para consecução da justiça fiscal e distributiva. Em “O RECONHECIMENTO DO REGIME DE COMPETÊNCIA DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO DE ACORDO COM AS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE”, Jeanne Marguerite Molina Moreira e Allyne Marie Molina Moreira debates os rumos da disciplina da Contabilidade Pública e das Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, transformadas segundo internacionais. O estudo objetivou analisar a relevância da adoção do regime de competência para o reconhecimento dos créditos tributários na Prefeitura Municipal de Fortaleza.
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Interface (Botucatu)  vol.8 número15

Interface (Botucatu) vol.8 número15

O problema de pesquisa constituiu em investigar a viabilidade e a pertinência desta posição clínica no âmbito de uma política pública de atenção básica integral à saúde. Trata-se de um estudo de caso sobre as experiências clínicas (entre 1998 e 2003) das equipes de saúde da família no Qualis II – Programa da Saúde da Família realizado na cidade de São Paulo por meio de parceria inicialmente entre a Secretaria Estadual de Saúde e a Fundação Zerbini e, atualmente, desta última com a Secretaria Municipal de Saúde.

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Movimento operário, cordões industriais e poder popular no Chile — Outubro Revista

Movimento operário, cordões industriais e poder popular no Chile — Outubro Revista

trabalhadores se organizariam para fazer frente ao lockout a partir de suas próprias áreas produtivas, os territórios. Essa foi uma deficiência central na estrutura sindical da CUT, pois não ter uma concepção de poder territorial a fazia depender das estruturais provinciais ou regio- nais e era incapaz de alcançar problemas concretos de seus afiliados nas estruturas fabris. A isso se soma o fato de que a unidade dos tra- balhadores por federações e confederações por setor da produção em nível nacional não ajudou a enfrentar a ofensiva patronal, já que por mais que houvesse planos nacionais de luta por setor da produção, estes tinham que se adequar às condições geográficas territoriais nas quais estavam inseridos os trabalhadores em seus lugares de traba- lho. Assim se compreende o surgimento dos cordões industriais onde efetivamente um setor da classe operária viu um deslocamento da política institucional a um cenário onde a luta de classes se tornou mais concreta. Portanto, não puderam ficar neutros e empreenderam as ocupações de fábricas e empresas para defender seus postos de tra- balho e, sobretudo, o seu governo.
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Acessibilidade documental e autoridade compartilhada: pela construção de uma história pública

Acessibilidade documental e autoridade compartilhada: pela construção de uma história pública

Depender  de  “acasos”,  da  “sorte”  e  de  ações  de  “salvamento”  de  documentos  públicos  prestes  a  serem  descartados  não  deveria  se  constituir  em  uma  prática  do  trabalho de historiadores e, de maneira alguma, traz benefícios às instituições locais. Pelo  contrário,  o  depósito  de  documentos  em  “salinhas”  vagas,  em  gavetas  e  armários  trancados, ou ainda encaixotados em algum canto qualquer das instituições nega, por um  lado,  um  direito  básico  dos  cidadãos  e  cidadãs  –  de  receber,  dos  órgãos  públicos  informações  de  seu  interesse  particular,  ou  coletivo,  como  previsto  na  Constituição  Federal – e oculta, por outro lado, possíveis escritas sobre passado pelos historiadores e  historiadoras.  Estas  poderiam  tornar  visíveis  registros  acerca  do  passado  para  e  em  colaboração  com  a  população  e,  talvez,  ajudar  a  evitar  abusos  provocados  por  um  esquecimento,  por  um  ocultamento  –  muitas  vezes  nada  ingênuo  –  de  informações  de  caráter público. 
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CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE MAMANGUAPE - PB: SUAS DIFICULDADES DE FUNCIONAMENTO PERANTE OS CONFLITOS POLÍTICOS

CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE MAMANGUAPE - PB: SUAS DIFICULDADES DE FUNCIONAMENTO PERANTE OS CONFLITOS POLÍTICOS

A sua atuação tem que favorecer o ponto socioambiental e sustentabilidade ambiental local, para garantir o meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações. Esse é o papel real da democracia participativa nas questões ambientais, Conforme Guimarães (2008) quando a sociedade participa de uma consultoria pública suas opiniões têm influência nas decisões finais, mas nem sempre o almejo da população é atendido e prevalece o interesse de empresas ou entidades privadas. Oliveira (2009) destaca que os conselhos são espaços privilegiados da democratização o qual reforça o processo decisório das políticas regulamentares do município.
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INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DEMANDAS REPETITIVAS E A INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DO PODER JUDICIÁRIO  Fernando Machado Carboni

INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DEMANDAS REPETITIVAS E A INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DO PODER JUDICIÁRIO Fernando Machado Carboni

No primeiro, o foco centrou-se no tema Processo civil, ações coletivas e direitos sociais, momento em que se debateu sobre temas de extrema relevância no universo do processo, tais como o sistema de class actions, mínimo existencial em ações de saúde, gestão de litígios de massa, entre outros. No segundo grupo destacou-se o enfrentamento verticalizado do tema Novos contornos da ação civil pública, vindo à tona principalmente questões relacionadas à possibilidade de julgamento fracionado nestas ações, bem como sua relação à técnica de reconvenção, além da vinculação à defesa de direitos previdenciários. No terceiro, os olhos voltaram-se aos estudos dirigidos à clássica relação entre Processo e jurisdição, momento em que se discutiram temas de extrema relevância, tais como ativismo judicial, sistema de precedentes e a função jurisdicional de agências reguladoras. O quarto grupo discutiu o Incidente de resolução de demandas repetitivas, o fazendo numa perspectiva crítica e também técnica, quando se vinculou o tema à análise econômica do direito, bem como à questão da independência do Poder Judiciário e sua relação ao incidente. O quinto e último grupo proporcionou o debate da Técnica processual, com ênfase principalmente à fase de liquidação de sentença, sentença estrangeira de divórcio consensual, estabilidade da tutela provisória, saneamento do processo, negócio jurídico processual e honorários de advogado no novo código de processo civil.
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Dimensões de gonança no setor público: estudo das  federal e estaduais brasileiras

Dimensões de gonança no setor público: estudo das federal e estaduais brasileiras

A Governança pública está relacionada à disponibilização de um ambiente institucional mais seguro na Administração Pública, baseado em relacionamentos transparentes, íntegros e confiáveis, que contribuam para minorar a assimetria informacional e, consequentemente, os conflitos de interesse entre os cidadãos e a gestão. O controle representa uma dimensão da Governança pública, na medida em que é seu papel contribuir para o alcance desse ambiente mais confiável, transparente e íntegro na gestão. Esta pesquisa analisa as características conceituais e institucionais do ambiente governamental e as práticas das controladorias federal e estaduais do Brasil, tendo em vista as recomendações de órgãos internacionais sobre princípios e práticas de governança e de controle. Por meio de pesquisa bibliográfica, documental e da aplicação de questionário, respondido por 22 dos 28 órgãos de controle interno, universo da pesquisa, foi evidenciado que (1) os governos estão conceitualmente alinhados com os princípios da transparência e da accountability , pilares da governança; (2) as características institucionais do ambiente governamental e as práticas de atuação dos órgãos de controle atendem, parcialmente, às recomendações de governança pública feitas pelos órgãos de referência desta pesquisa. Das práticas de controle, a área de controle interno foi a que apresentou maior nível de atendimento às recomendações e a de relatórios externos a que apresentou o menor nível de atendimento, representado pela baixa observância ao conteúdo e às práticas de divulgação dos relatórios, nos termos recomendados pelos órgãos de referência. Por estarem conceitualmente alinhados aos princípios de governança - transparência e accountability -, seria esperado que os órgãos de controle observassem, com maior aderência, a prática de propagar ao público externo as informações contidas em relatórios, que apresentem os resultados da gestão pública, inclusive os referentes à gestão de riscos.
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cd Asp Martinho O Poder da Opinião Pública

cd Asp Martinho O Poder da Opinião Pública

Na pesquisa de assuntos noticiosos, a comunicação social encaminha-se não raras vezes às fontes que considera conterem informação de interesse público, que agite a consciência social e que auxilie a venda do seu produto, ou seja, a notícia. O procedimento da polícia em geral e da GNR em particular emerge sempre envolvida de grande curiosidade por parte do cidadão, pois é uma instituição que visa cumprir a legalidade democrática e garantir os seus direitos, liberdades e garantias. Posto isto, a GNR encontra-se sempre sob o olhar atento da opinião pública que, conforme seja positiva ou negativa, influencia forçosamente a reacção do público em geral diante a sua actuação.
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O governo protetor: a representação do poder político em cerimoniais régios portugueses (séc. XVIII-XIX).

O governo protetor: a representação do poder político em cerimoniais régios portugueses (séc. XVIII-XIX).

A questão que pode ser colocada aqui é: por que motivos apenas então esta teoria foi admitida em Portugal? Afinal, a alusão ao direito divino dos reis era notória pelo menos desde o início do século XVII com Jaime I, Rei da Inglaterra; e teve novo destaque graças à Bossuet, por volta da década de 1670. Em primeiro lugar, cabe ressalvar que uma teoria do direito divino já era conhecida há muito tempo em Portugal; aliás, uma tese criticada duramente pelos teólogos jesuítas - particularmente no texto em que Su- arez contestou a tese do direito divino, de Jaime I (Defensio fidei, 1613). Sabe-se que a administração da Universidade de Coimbra, de Évora e de importantes seminários esteve sobre responsabilidade de membros desta ordem religiosa, até meados do século XVIII. Portanto, era inadmissível que o direito divino fosse defendido e muito menos tivesse lugar nas cátedras dos cursos jurídicos em Portugal. Um segundo motivo foi a intensificação do confronto entre o poder real e o estado eclesiástico; como também das desavenças com Roma. Parece-nos ter havido um aumento das pretensões de domínio do poder régio sobre a jurisdição eclesiástica dentro do reino português, no decorrer da primeira metade do Setecentos. 31 E tais preten-
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O contributo da saúde animal no acesso aos mercados, na segurança alimentar global e na luta contra a fome

O contributo da saúde animal no acesso aos mercados, na segurança alimentar global e na luta contra a fome

Nas guerras e conflitos armados, a Saúde Pública está sempre bastante comprometida. É importante referir que o bioterrorismo é cada vez mais praticado por grupos extremistas que declaram defender os direitos dos animais e por ecoterroristas com uma agenda política bem definida, caracterizada por incêndios, libertação de animais, extorsão, assaltos e roubos. Os seus principais alvos são as instalações de investigação médica e veterinária, empresas de fast-food, talhos, explorações intensivas de produção animal, etc.. Estas organizações têm realizado centenas de actos associados a custos elevadíssimos. Por exemplo, o US Federal Bureau of Investigation informou no US Congress em 2001 que duas organizações, a Animal Liberation Front e a Earth Liberation Front cometeram mais de 600 actos criminais causando mais de 43 milhões de dólares de prejuízo em indústrias de produção animal. Pelas suas políticas de defesa da Saúde Animal e do ambiente, normalmente estes grupos não promovem práticas de adulteração da cadeia alimentar através da infecção intencional de animais vivos, o que não quer dizer que no futuro estes cenários (Hugh-Jones & Brown, 2006).
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