Top PDF Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

Mauritia vinifera Mart. é popularmente conhecida como buriti. É distribuída por toda a América do Sul, ocorrendo no Brasil nos estados do Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Bahia, Ceará, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Distrito Federal, sendo freqüente nas baixadas úmidas de áreas de Cerrado do Brasil Central (Lorenzi et al. 2004). O buriti é a palmeira mais abundante no território brasileiro e ocorre comumente em agrupamentos quase homogêneos chamados buritizais (Lorenzi et al. 2004). É uma palmeira de pleno sol, adaptada a solos permanentemente inundados, de tronco simples, com flores dióicas e folhas perenes em forma de leque. O fruto mede cerca de 4,0 cm de diâmetro e é em forma de uma drupa levemente ovalada, com a presença de uma única semente ovóide de consistência dura e amêndoa comestível. Possui polpa amarela, carnosa e comestível e é recoberto por escamas extremamente duras, de coloração marrom-avermelhado na maturidade (Correa 1931; Henderson et al. 1995).
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Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

Os sintomas de injúria por resfriamento, observados em frutos de gueroba, são similares aos descritos por Hardenburg et al. (1986); Pesis et al. (2002) e Wang (2002), e são de ocorrência comum em frutos de origem tropical. Wang (2002) coloca como temperatura segura para a maioria dos frutos tropicais, dentre os quais a banana (Musa sp.), o maracujá (Passiflora sp.), a fruta-pão (Artacarpus altilis), alguns cultivares de abacate (Persea americana) e a manga (Mangifera indica), o patamar mínimo de 10 ºC. Valores inferiores a estes, de maneira geral, dão origem a injúrias de resfriamento.
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Conservação e fisiologia pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.).

Conservação e fisiologia pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.).

Após a colheita das hortaliças, há uma interrupção do suprimento de água para o órgão vegetal e, assim, a perda de água subseqüente por transpiração determina, em grande parte, as perdas quantitativas e qualitativas desses produtos. O murchamento e enrugamento de frutos e hortaliças são os sintomas iniciais da excessiva perda de água, a qual pode ocorrer em poucas horas ou dias, dependendo do produto e das condições de temperatura e umidade do ar. Além disso, há estímulo

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Fisiologia pós-colheita de goiabas 'Pedro Sato': estádios de maturação e padrão ...

Fisiologia pós-colheita de goiabas 'Pedro Sato': estádios de maturação e padrão ...

O estádio de maturação, no qual os frutos são colhidos, determina a qualidade do fruto a ser oferecido ao consumidor. O presente trabalho teve como objetivos determinar os índices de maturação e avaliar a influência de três estádios de maturação nas transformações físico-químicas e na qualidade sensorial após a colheita de goiabas ‘Pedro Sato’. Os frutos foram colhidos em três estádios de maturação segundo a cor da casca: Estádio 1 (cor da casca verde-escura; Estádio 2 (cor da casca verde-clara); Estádio 3 (cor da casca verde-amarela). Os frutos foram armazenados em câmara com temperatura controlada de 25 + 1 o C e 80 + 5 % UR e avaliados quanto as transformações físico-químicas (perda de matéria fresca, cor da casca e da polpa, sólidos solúveis totais, acidez total titulável, firmeza da polpa e teor de ácido ascórbico) e porcentagem de podridão. A análise sensorial foi realizada no final do período de comercialização de cada estádio. No momento da colheita a cor da casca, a firmeza da polpa e a relação: sólidos solúveis totais (SST)/ acidez total titulável (ATT) apresentaram diferenças significativas entre os três estádios de maturação. Durante o amadurecimento, as transformações físico-químicas foram semelhantes entre os estádios de maturação. Sensorialmente os frutos colhidos no estádio 3 apresentaram as melhores notas para todos os atributos avaliados, seguido dos frutos colhidos nos estádio 2 e 1. A cor da casca, a firmeza da polpa e a relação: SST/ATT podem ser considerados bons índices de maturação para goiaba ‘Pedro Sato’.
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Pequenos frutos com grandes problemas: recomendações para a qualidade da cadeia de abastecimento

Pequenos frutos com grandes problemas: recomendações para a qualidade da cadeia de abastecimento

Os pequenos frutos – framboesa, mirtilo, morango, amora e groselha – estão entre os frutos mais perecíveis e de maior valor acrescentado no atual mercado europeu. A adoção de tecnologia pós-colheita otimizada é indispensável para colocar no mercado, nacional e internacional, pequenos frutos sem perdas significativas e em condições de satisfazer o consumidor. Dados empíricos de cadeias de abastecimento nacionais revelam que os danos mecânicos e as infeções latentes ou pós-colheita são as principais causas de perdas de pequenos frutos. As quebras pós-colheita podem ultrapassar facilmente 20% atingindo mesmo 100% ao fim de 5 dias, implicando uma enorme ineficiência no uso dos recursos. Após apresentação da fisiologia pós-colheita dos pequenos frutos indicam-se as principais causas de perdas quantitativas e qualitativas dos pequenos frutos e apresentam-se recomendações para a boa gestão da qualidade na cadeia de abastecimento. Como as características físico-químicas e a avaliação sensorial dos pequenos frutos não melhora após-colheita, a qualidade inicial – determinada pelo genótipo, tecnologia de produção, estado de maturação na data da colheita e adequado manuseamento – determina a satisfação dos consumidores.
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Conservação pós-colheita de frutos de amoreira-preta.

Conservação pós-colheita de frutos de amoreira-preta.

O armazenamento a frio retarda os processos fi- siológicos como a respiração e a produção de calor vital, que levam à senescência das frutas. A redução da intensidade respiratória reduz as perdas de aro- ma, sabor, cor, textura e outros atributos de qualida- de do produto armazenado (Filgueiras et al., 1996). Embora a refrigeração se apresente como uma prática eficiente para redução das perdas pós-colhei- ta, o armazenamento em atmosfera modificada ou controlada poderá trazer melhores benefícios, quan- do usado adequadamente. Na obtenção de atmosfe- ras modificadas, são utilizados filmes de polietileno de baixa densidade com diferentes espessuras ou filmes de cloreto de polivinila (PVC), mais delga- dos e mais permeáveis do que os de polietileno, sen- do, em alguns casos, mais eficientes para prolongar a vida útil das frutas (Chitarra & Chitarra, 1990), como observado em goiaba (Lima & Durigan, 2000).
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ESTÁGIOS DE COLHEITA E REPOUSO PÓS-COLHEITA DOS FRUTOS NA QUALIDADE DE SEMENTES DE MAMONEIRA

ESTÁGIOS DE COLHEITA E REPOUSO PÓS-COLHEITA DOS FRUTOS NA QUALIDADE DE SEMENTES DE MAMONEIRA

O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito dos estágios de colheita e do repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira (Ricinus communis L.) cultivar AL Guarany 2002. Foram avaliadas 9 épocas de colheita dos racemos, dos 30 até 142 dias após a antese (DAA), em intervalos de 14 dias e quatro condições de repouso: sem e com repouso de sete dias de sementes extraídas (nuas), de frutos e de frutos presos ao racemo. Foram avaliados a massa fresca dos frutos, as dimensões e a cor de frutos e sementes; o teor de água, matéria seca, germinação e vigor das sementes (primeira contagem de germinação, porcentagem de plântulas vigorosas, emergência de plântulas em areia, índice de velocidade de emergência e condutividade elétrica). O estágio de colheita e o repouso pós- colheita afetaram a qualidade das sementes de mamoneira. Sementes com máxima qualidade fisiológica e matéria seca foram obtidas de frutos colhidos aos 86 DAA. A colheita pode ser realizada até os 128 DAA sem redução da germinação, mas com prejuízos devido à queda dos frutos, dispersão das sementes aos 100 DAA e reduções do vigor. O repouso das sementes nuas permitiu a antecipação da colheita para 72 DAA sem prejuízos à germinação e matéria seca, mas com reduções de vigor. A cor dos frutos, das sementes e o teor de água das sementes foram parâmetros eficientes para a identificação do ponto de colheita, principalmente se usados conjuntamente.
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Efeito de épocas de colheita e período de repouso pós-colheita sobre as características físicas de frutos e sementes de mamoneira

Efeito de épocas de colheita e período de repouso pós-colheita sobre as características físicas de frutos e sementes de mamoneira

O peso fresco dos frutos sem repouso apresentou valores máximos aos 30 e 44 dias após a antese, diminuindo aos 58 dias e reduzindo ainda mais aos 72 dias; a partir desta época manteve-se relativamente estável com pequenas oscilações. Essas reduções do peso fresco do fruto podem ser atribuídas ao processo natural de desidratação que ocorre durante a maturação (CARVALHO; NAKAGAWA, 2000). Contrariamente, o peso dos frutos com repouso, preso ou não ao racemo, apresentou os menores valores nas primeiras épocas de colheita, quando ainda imaturos, provavelmente pela secagem ocorrida durante o repouso associada ao baixo acúmulo de matéria seca nas sementes, de modo similar ao verificado em outros trabalhos sobre a maturação de sementes (ALVES et al., 2005; AROUCHA et al., 2005; COSTA; CARMONA; NASCIMENTO, 2006; CASTRO; GODOY; CARDOSO, 2008).
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Estágios de colheita e repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira

Estágios de colheita e repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira

O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito dos estágios de colheita e do repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira (Ricinus communis L.) cultivar AL Guarany 2002. Foram avaliadas 9 épocas de colheita dos racemos, dos 30 até 142 dias após a antese (DAA), em intervalos de 14 dias e quatro condições de repouso: sem e com repouso de sete dias de sementes extraídas (nuas), de frutos e de frutos presos ao racemo. Foram avaliados a massa fresca dos frutos, as dimensões e a cor de frutos e sementes; o teor de água, matéria seca, germinação e vigor das sementes (primeira contagem de germinação, porcentagem de plântulas vigorosas, emergência de plântulas em areia, índice de velocidade de emergência e condutividade elétrica). O estágio de colheita e o repouso pós- colheita afetaram a qualidade das sementes de mamoneira. Sementes com máxima qualidade fisiológica e matéria seca foram obtidas de frutos colhidos aos 86 DAA. A colheita pode ser realizada até os 128 DAA sem redução da germinação, mas com prejuízos devido à queda dos frutos, dispersão das sementes aos 100 DAA e reduções do vigor. O repouso das sementes nuas permitiu a antecipação da colheita para 72 DAA sem prejuízos à germinação e matéria seca, mas com reduções de vigor. A cor dos frutos, das sementes e o teor de água das sementes foram parâmetros eficientes para a identificação do ponto de colheita, principalmente se usados conjuntamente.
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Fungos antagonistas e efeito de produtos químicos no controle da podridão parda em pomar de pessegueiro.

Fungos antagonistas e efeito de produtos químicos no controle da podridão parda em pomar de pessegueiro.

No controle de Monilinia já foram selecionados alguns antagonistas: Penicillium frequentans Westling, Epicoccum nigrum Link, Trichothecium roseum (Pers.:Fr.) Link, Aureobasidium pullulans (de Bary) Arnaud, E. purpurascens Ehrenberg, Gliocladium roseum Bainier (5, 9,15, 24). A maioria das pesquisas reporta o uso do controle biológico em pós-colheita (1, 21, 25), pois, acredita-se que em ambientes onde as condições são controladas, os agentes sejam mais facilmente aplicados (11). Porém, há também relatos do emprego de antagonistas durante a pré-colheita. São citados como exemplos, pulverizações com P. frequentans e E. nigrum em pessegueiro e A. pullulans e E. purpurascens em cerejeira (Prunus avium L.) (5, 15, 24). No Brasil as pesquisas são escassas nesta linha sendo relatado na literatura nacional o uso de controle biológico apenas em pós-colheita (20). Outra abordagem, que não tem sido considerada, é o controle da podridão parda pela comparação de antagonistas a outros produtos, como fosfitos e fungicidas.
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Quantificação de danos ao longo da cadeia produtiva de pêssegos e avaliação de métodos...

Quantificação de danos ao longo da cadeia produtiva de pêssegos e avaliação de métodos...

Este trabalho teve como objetivo quantificar e identificar os danos ocorridos em pós- colheita e suas causas ao longo da cadeia produtiva do pêssego cv. ‘Aurora 1’ durante as safras de 2003, 2004 e 2005 e avaliar os efeitos dos sanificantes ácido acético, hipoclorito de sódio, sais de cloro (Sumaveg ® ), ácido peracético em mistura com peróxido de hidrogênio + ácido acético glacial (Tsunami ® ) e dióxido de cloro (Tecsaclor ® ) e de possíveis indutores de resistência como o ácido salicílico, quitosana, biomassa cítrica (Ecolife 40® ) e irradiação UV-C, no controle curativo e/ou preventivo em pêssegos contra M. fructicola e R. stolonifer. Para a quantificação dos danos pós-colheita, foram realizados levantamentos semanais junto a um produtor da Cooperativa Holambra II no município de Paranapanema-SP em 4 etapas da pós-colheita: (i) após a colheita ou “sacola”, (ii) após acondicionamento dos frutos no “contentor”, (iii) após a classificação dos frutos na casa de embalagens e (iv) na chegada dos frutos ao leilão para comercialização. Adicionalmente, em todos os anos, foi realizada uma colheita muito cuidadosa, onde o colhedor utilizava luvas para evitar qualquer ferimento nos frutos e retirava-os da planta com todo cuidado e essa etapa foi denominada “colheita ideal”. A incidência de distúrbios fisiológicos foi relativamente baixa durante todas as safras avaliadas, variando de 1 a 4%. Foi verificada elevada incidência de injúrias mecânicas na safra de 2003 (26%). A etapa pós-colheita responsável pela maior incidência das injúrias mecânicas foi a ‘classificadora’. Porém com a melhoria no manejo dos frutos durante as etapas pós-colheita nos anos subseqüentes, foi verificada menor incidência de frutos com injúrias mecânicas (9% em 2004 e 3% em 2005). As principais doenças encontradas durante o levantamento foram podridão parda e podridão mole. Houve correlação positiva entre as injúrias mecânicas e a incidência de frutos doentes. A ocorrência de M. fructicola ocorreu principalmente na região do pedúnculo do fruto, sendo responsável pela elevada incidência de frutos doentes nas safras de 2004 e 2005, provavelmente devido a infecções quiescentes não havendo, nesse caso, correlação com as injúrias mecânicas. Os sanificantes, a quitosana, a biomassa cítrica, a irradiação UV-C e o ácido salicílico não foram eficientes no controle curativo e/ou preventivo da podridão parda (M. fructicola) e da podridão mole (R. stolonifer) do pessegueiro. Apenas a irradiação dos frutos com UV-C durante 10 min. foi eficiente no controle curativo de R. stolonifer. Os teores de sólidos solúveis, ácidos e a firmeza da polpa, não foram influenciados pelos tratamentos.
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CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE SAPOTI SUBMETIDO A DIFERENTES DOSES DE 1-METILCICLOPROPENO

CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE SAPOTI SUBMETIDO A DIFERENTES DOSES DE 1-METILCICLOPROPENO

de 186 litros, vedadas e mantidas na temperatura de 25 ± 2ºC e na umidade relativa de 70 ± 5%. O produto comer- cial do 1-MCP utilizado foi o Smartfresh®, em pó, con- tendo 0,14% do ingrediente ativo. O produto foi coloca- do em frasco com septo na tampa para injeção de água deionizada, pois, quando o produto comercial é diluído na água, ocorre liberação do 1-MCP na forma de gás. Depois de colocada a água, o frasco foi introduzido na minicâmara por meio de abertura lateral e esta vedada imediatamente para evitar a perda do gás. Ao término do tratamento, as minicâmaras foram abertas e os frutos colocados em bandejas de poliestireno expandido, cada uma contendo quatro frutos cobertos com filme de PVC (cloreto de polivinila), com espessura de 12µ. O filme de PVC foi utilizado para diminuir a desuniformidade de amadurecimento e reduzir a perda de massa do sapoti, pois foi observada por Morais et al. (2004), em trabalho com sapoti sem utilização de filme, elevada perda de massa e desuniformidade de amadurecimento, que ocor- re pelo fato deste fruto não apresentar mudança de cor, mas apenas pequena alteração na firmeza com o amadu- recimento, dificultando o estabelecimento do seu ponto de colheita. Os frutos foram armazenados nas mesmas condições do fruto de controle (25 ± 2ºC e 70 ± 5% UR) por 23 dias e as avaliações realizadas nos períodos de 0, 4, 8, 11, 14, 17, 20 e 23 dias de armazenamento.
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Influência do dano físico na fisiologia pós-colheita de folhas de taioba.

Influência do dano físico na fisiologia pós-colheita de folhas de taioba.

Folhas de taioba danificadas fisicamente tornam-se amarelas e escuras na região do dano. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do dano físico sobre o metabolismo pós-colheita de folhas de taioba. Para esse fim, avaliou-se o teor de clorofila e o acúmulo de compostos fenólicos solúveis em discos foliares de taioba que continham furos realizados com uma agulha em um dos lados da folha, simulando os danos sofridos no campo e transporte. O lado não danificado foi usado como tratamento controle. Para a avaliação da produção de etileno e CO 2 , discos foliares danificados e intactos foram infiltrados com ácido 1-carboxílico-1-aminociclopropano (ACC) ou com água desionizada. Houve acentuada queda de clorofila nas pri- meiras 24 horas após a colheita, porém, o dano físico não estimulou a degradação da clorofila ou elevação da produção de etileno. Entretanto, nos discos foliares danificados e infiltrados com ACC, houve aumento transiente na produção de etileno após 4 horas da realização do dano. Essa resposta demonstra que a enzima ACC sintase não é estimulada pelo dano e a enzima ACC oxidase tem sua atividade aumentada apenas por um curto período. Em contrapartida, as folhas danificadas tiveram maior acúmulo de compostos fenólicos e elevada taxa respiratória.
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Estádios de colheita e repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira

Estádios de colheita e repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira

RESUMO - O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito dos estádios de colheita e do repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira (Ricinus communis L.) cultivar AL Guarany 2002. Foram avaliadas 9 épocas de colheita dos racemos, dos 30 até 142 dias após a antese (DAA), em intervalos de 14 dias e quatro condições de repouso: sem e com repouso de sete dias de sementes extraídas (nuas), de frutos e de frutos presos ao racemo. Foram avaliados a cor de frutos e de sementes; o teor de água, a massa seca, as porcentagens de germinação e de vigor das sementes (primeira contagem de germinação, índice de velocidade de emergência e condutividade elétrica). Sementes com máxima qualidade isiológica e massa seca foram obtidas de frutos colhidos aos 86 DAA. A colheita pode ser realizada até os 128 DAA sem redução da germinação, mas com prejuízos devido à queda dos frutos, dispersão das sementes aos 100 dias e reduções do vigor. O repouso permitiu a antecipação da colheita para 72 DAA sem prejuízos à germinação e massa seca, mas com reduções de vigor. A cor dos frutos, das sementes e o teor de água das sementes são parâmetros eicientes para a identiicação do ponto de colheita, principalmente se usados conjuntamente.
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Avaliação do uso de oligossacáridos na conservação pós-colheita de frutos

Avaliação do uso de oligossacáridos na conservação pós-colheita de frutos

Na globalidade do estudo, o objetivo de verificar o potencial de oligossacáridos em pós-colheita de frutos foi alcançado. Algumas das principais características, que são necessárias para que os kiwis aumentem o seu tempo de vida foram favoravelmente conseguidas a temperaturas de refrigeração de 1°C; houve um melhoramento significativo nos parâmetros L* e matiz da pele, na saturação e na firmeza da polpa e nas atividades enzimáticas com as enzimas APX e CAT. Em kiwis em estado de maturação menos avançado verificou-se um aumento significativo dos valores da saturação e da firmeza da polpa (que é um parâmetro essencial na avaliação da qualidade do kiwi), em relação ao controlo, passados 56 dias da aplicação de oligossacáridos derivados de alginato de sódio; em kiwis em estado de maturação mais avançado foi o uso de polissacáridos e oligossacáridos derivados de quitosano que se destacou. Os tratamentos com os polissacáridos levaram a um aumento significativo dos parâmetros L* e matiz da pele, passados 35 dias da sua aplicação, quando comparados com o controlo, coincidindo com uma ativação das atividades das enzimas APX e CAT, e a um aumento do parâmetro L* da pele em relação ao controlo, passados 53 dias, que coincidiu com um aumento significativo da firmeza da polpa. Com os oligossacáridos, ao fim de 35 dias, aumentou o parâmetro L* da pele, a firmeza e a atividade das enzimas APX e CAT, em relação ao controlo. Em ambos os tratamentos, passados 53 dias da sua aplicação a atividade da enzima CAT diminuiu, sugerindo a existência de demasiados processos de senescência a ocorrer no fruto, para que as atividades enzimáticas possam responder de forma positiva, defendendo as células vegetais. Ainda em kiwis em estado de maturação mais avançado, a utilização de soluções de 2% de polissacáridos de alginato de sódio promoveram o aumento da matiz da pele relativamente ao controlo, ao fim de 35 dias, sugerindo um afastamento da cor castanha e aproximação à cor verde. Visualizou-se um atraso no aparecimento de características responsáveis pelo desenvolvimento da maturação com a aplicação dos compostos alginato de sódio e quitosano, aquando a conservação dos kiwis a temperaturas de refrigeração de 1°C.
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Alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de pimenta em função do estádio de maturação dos frutos

Alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de pimenta em função do estádio de maturação dos frutos

Verificou-se que a massa da matéria seca das sementes (Figura 2) foi praticamente constante nos frutos colhidos aos 40 DAA, sendo que, naqueles colhidos aos 50, 60 e 70 DAA, as massas das matérias secas dos frutos não armazenados, foram semelhantes para as três épocas de colheita. Aos 50 DAA houve uma redução na massa da matéria seca de 0,0061 mg/semente (sem o armazenamento pós-colheita dos frutos), para 0,0056 mg/semente, quando os frutos foram armazenados por 12 dias. Já aos 60 e 70 DAA ocorreu aumento no acúmulo de matéria seca, ao longo de 9 dias de armazenamento pós-colheita dos frutos. A massa máxima da matéria seca das sementes (0,007 mg/semente) ocorreu em frutos colhidos aos 70 DAA e após seis dias de armazenamento pós-colheita. De acordo com Carvalho e Nakagawa (2000), mesmo as sementes armazenadas dentro do fruto tendem a respirar mais, devido sua alta umidade; com isso, o consumo de reservas aumenta, diminuindo a massa da matéria seca. Por outro lado, alguns estudos têm relatado um aumento significante da massa da matéria seca durante o armazenamento pós-colheita dos frutos, devido à transferência de nutrientes entre o fruto e a semente (Alvarenga et al., 1991; Barbedo et al., 1994). Dias et al. (2006) verificaram que ocorreu, em sementes de tomate, um pequeno declínio do acúmulo da matéria seca durante o armazenamento pós-colheita dos frutos. Já para Sanchez et al. (1993), o armazenamento pós-colheita dos frutos de pimentão não afetou o conteúdo de matéria seca das sementes.
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Qualidade e metabolismo antioxidante no  de frutos de clones de aceroleira.

Qualidade e metabolismo antioxidante no de frutos de clones de aceroleira.

seleção massal (PAIVA et al., 1999). Em 1998 a Embrapa fez a aquisição de 5000 garfos de 5 clones dos frutos da aceroleira, dentre eles o Flor Branca, da empresa TECPLANTA em Belém-PA, esses garfos foram enxertados no campo experimental de Pacajus-CE. A partir da identificação de plantas com características favoráveis de conformação de copa, aspecto fitossanitário e teor de vitamina acima de 1.500 mg.100 g -1 de polpa, estas foram clonadas, para atender a uma demanda especifica de produção de mudas clonais. Em 1997 e Embrapa iniciou uma parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico/Companhia de Desenvolvimento do Ceará – CODECE. A partir dessa parceria a Embrapa passou a prestar apoio técnico no desenvolvimento de estudos para seleção de novos materiais genéticos dos frutos da aceroleira de elevada qualidade, onde os critérios usados para seleção de clones foram: plantas com conteúdo de vitamina C acima de 1.560 mg. 100g -1 . Dos 33 clones analisados, 6 adaptaram-se com eficiência as condições de cultivo promovidas pela Empresa, dentre eles destacou- se o AC 69, atualmente registrado pelo MAPA como BRS 366.
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Tolerância à dissecação e armazenamento de sementes de Araticum-de-terra-fria (Annona emarginata) (SCHLTDL.) H. Rainer)

Tolerância à dissecação e armazenamento de sementes de Araticum-de-terra-fria (Annona emarginata) (SCHLTDL.) H. Rainer)

Entre as espécies da família Annonaceae há diversidade quanto ao comportamento das sementes no armazenamento. Machado & Parente (1986) relatam que sementes de anonáceas devem permanecer em meio úmido após a extração dos frutos, caso contrário a viabilidade das sementes pode ser reduzida, influenciando na porcentagem final de germinação. Bernardes et al. (2007) verificaram que sementes de Annona crassiflora Mart. não permitem armazenamento por longos períodos, sendo necessário que a semeadura seja realizada logo após a extração dos frutos (Bernardes et al., 2007) o que concentra a germinação e a produção de mudas em um único período do ano, desde que as condições ambientais sejam favoráveis.
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Determination of spray volume index for culture of coffee

Determination of spray volume index for culture of coffee

A calibração pelo TRV requer o conhecimento do índice volumétrico (IV), que corresponde ao volume de calda necessário para cobrir adequadamente um metro cúbico do dossel. Esse índice é conhecido para algumas fruteiras, porém, ainda desconhecido para o cafeeiro. Posto que, para que seja feita sua determinação, alguns fatores relativos ao volume vegetativo devem ser considerados. São eles: idade das plantas, desfolha decorrente da colheita (SANTINATO et al., 2014), ataque de pragas e doenças (MATIELLO et al., 2010) e variações sazonais que ocorrem em função da disponibilidade hídrica e variação na temperatura (MATTA et al., 2007). Tais variações podem ocorrer ao longo das estações do ano e resultam em alterações na densidade foliar (BERNI et al., 1999), tendo influência direta na eficácia das pulverizações, principalmente na penetração, distribuição e deposição da calda (SILVA et al., 2014).
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Doenças Fúngicas Pós-Colheita em Mamões e Laranjas Comercializados na Central de Abastecimento do Recife

Doenças Fúngicas Pós-Colheita em Mamões e Laranjas Comercializados na Central de Abastecimento do Recife

Em frutos de mamão, a podridão peduncular apresentou a maior incidência média (39,71%), seguida da antracnose (20,32%), diferindo significativamente (P=0,05) entre si e das demais doenças. Foi constatado que na podridão peduncular estavam envolvidos diferentes patógenos, tais como Colletotrichum gloeosporioides (Penz.) Penz. & Sacc. , Fusarium spp., Phoma caricae-papayae (Tarr.) Punithalingam, Lasiodiplodia theobromae (Pat.) Griffon & Maulb., Phomopsis caricae-papayae Petr. & Cif., Rhizopus stolonifer (Ehrenb., Fr.) Vuill., Phytophthora palmivora Butler e Pestalotia sp. (Figura 1), assemelhando-se ao relatado em outros estudos com frutos de mamão (Medina, 1989; Gayet et al., 1995; Benato, 1999; Gellen et al., 2000; Nery-Silva et al., 2001). No Brasil, Peres et al. (2000) apontaram Fusarium como o gênero de maior ocorrência, seguido de Phoma, enquanto no Havaí este último foi o mais registrado (Snodow, 1990; Gellen et al., 2000). Nas Filipinas, foi verificada maior ocorrência de L. theobromae (Lantican & Quimio, 1976), enquanto na Índia e nos Estados Unidos da América de L. theobromae e P. caricae-papayae (Gupta & Nema, 1979) foram os mais freqüentes.
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