Top PDF Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

as evoluções avaliadas tiveram um padrão semelhante. A 25 ºC, observou-se ao longo do período de armazenamento o amadurecimento e amolecimento dos frutos, seguidos de senescência e deterioração. A 8 ºC, os frutos apresentaram sinais de injúrias por resfriamento, como coloração amarronzada, pontos pretos na superfície externa e no interior a partir do 8º dia de armazenamento. Não ocorreu também o amadurecimento e amaciamento dos frutos. Sugere-se que pelo fato dos frutos terem sido mantidos por um período de tempo superior a uma semana, expostos a temperatura baixa, estes tenham começado a apresentar os sintomas de injúria por resfriamento antes mesmo de terem sido retirados da condição de frio. Segundo Wang (2002), em geral os frutos que apresentam esse tipo de injúria mantêm-se com aparência praticamente inalterada quando mantidos a baixas temperaturas e somente percebem-se sinais de injúria por resfriamento (“chilling”) quando são expostos a temperaturas mais altas. No caso da gueroba, os frutos apresentaram sinais de injúrias ainda sob a condição de temperatura reduzida.
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Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

(Eugenia dysenterica DC.) (Calbo et al. 1990) e da gueroba (Syagrus oleracea (Mart.)Becc.) (Santelli et al. 2006). Para o buriti Souza et al. (1984) estudou alguns aspectos da maturação do fruto como: perda de peso, alterações de cor da casca e firmeza ao tato em frutos na temperatura ambiente e climatizados a uma temperatura de 18 ºC sob 85% de umidade relativa. Amarante & Megguer (2008) avaliaram a qualidade pós-colheita de frutos de butiá (Butia eriospatha (Mart. ex Drude) Becc.) em função do estádio de maturação na colheita e do manejo da temperatura. Faltam, no entanto, estudos sobre a respiração, a evolução de etileno e o comportamento pós-colheita dos frutos do buriti em ambientes de armazenamento.
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Conservação e fisiologia pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.).

Conservação e fisiologia pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.).

Após a colheita das hortaliças, há uma interrupção do suprimento de água para o órgão vegetal e, assim, a perda de água subseqüente por transpiração determina, em grande parte, as perdas quantitativas e qualitativas desses produtos. O murchamento e enrugamento de frutos e hortaliças são os sintomas iniciais da excessiva perda de água, a qual pode ocorrer em poucas horas ou dias, dependendo do produto e das condições de temperatura e umidade do ar. Além disso, há estímulo

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Fisiologia pós-colheita de goiabas 'Pedro Sato': estádios de maturação e padrão ...

Fisiologia pós-colheita de goiabas 'Pedro Sato': estádios de maturação e padrão ...

O estádio de maturação, no qual os frutos são colhidos, determina a qualidade do fruto a ser oferecido ao consumidor. O presente trabalho teve como objetivos determinar os índices de maturação e avaliar a influência de três estádios de maturação nas transformações físico-químicas e na qualidade sensorial após a colheita de goiabas ‘Pedro Sato’. Os frutos foram colhidos em três estádios de maturação segundo a cor da casca: Estádio 1 (cor da casca verde-escura; Estádio 2 (cor da casca verde-clara); Estádio 3 (cor da casca verde-amarela). Os frutos foram armazenados em câmara com temperatura controlada de 25 + 1 o C e 80 + 5 % UR e avaliados quanto as transformações físico-químicas (perda de matéria fresca, cor da casca e da polpa, sólidos solúveis totais, acidez total titulável, firmeza da polpa e teor de ácido ascórbico) e porcentagem de podridão. A análise sensorial foi realizada no final do período de comercialização de cada estádio. No momento da colheita a cor da casca, a firmeza da polpa e a relação: sólidos solúveis totais (SST)/ acidez total titulável (ATT) apresentaram diferenças significativas entre os três estádios de maturação. Durante o amadurecimento, as transformações físico-químicas foram semelhantes entre os estádios de maturação. Sensorialmente os frutos colhidos no estádio 3 apresentaram as melhores notas para todos os atributos avaliados, seguido dos frutos colhidos nos estádio 2 e 1. A cor da casca, a firmeza da polpa e a relação: SST/ATT podem ser considerados bons índices de maturação para goiaba ‘Pedro Sato’.
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Pequenos frutos com grandes problemas: recomendações para a qualidade da cadeia de abastecimento

Pequenos frutos com grandes problemas: recomendações para a qualidade da cadeia de abastecimento

Os pequenos frutos – framboesa, mirtilo, morango, amora e groselha – estão entre os frutos mais perecíveis e de maior valor acrescentado no atual mercado europeu. A adoção de tecnologia pós-colheita otimizada é indispensável para colocar no mercado, nacional e internacional, pequenos frutos sem perdas significativas e em condições de satisfazer o consumidor. Dados empíricos de cadeias de abastecimento nacionais revelam que os danos mecânicos e as infeções latentes ou pós-colheita são as principais causas de perdas de pequenos frutos. As quebras pós-colheita podem ultrapassar facilmente 20% atingindo mesmo 100% ao fim de 5 dias, implicando uma enorme ineficiência no uso dos recursos. Após apresentação da fisiologia pós-colheita dos pequenos frutos indicam-se as principais causas de perdas quantitativas e qualitativas dos pequenos frutos e apresentam-se recomendações para a boa gestão da qualidade na cadeia de abastecimento. Como as características físico-químicas e a avaliação sensorial dos pequenos frutos não melhora após-colheita, a qualidade inicial – determinada pelo genótipo, tecnologia de produção, estado de maturação na data da colheita e adequado manuseamento – determina a satisfação dos consumidores.
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Doenças Fúngicas Pós-Colheita em Mamões e Laranjas Comercializados na Central de Abastecimento do Recife

Doenças Fúngicas Pós-Colheita em Mamões e Laranjas Comercializados na Central de Abastecimento do Recife

doenças (Tabela 1). Essa predominância está em desacordo com os trabalhos de alguns autores que consideraram a podridão verde causada por P. digitatum, como a de maior incidência e mais destrutiva das doenças pós-colheita em citros, podendo ocorrer perdas de até 90% durante as fases de transporte, armazenamento e comercialização (Agrios, 1997; Franco & Bettiol, 2000). A elevada incidência da podridão peduncular por Lasidiplodia pode ser explicada devido a temperatura do local de armazenamento, em torno de 30 ºC, mais favorável ao desenvolvimento do patógeno, aliado ao uso do etileno, que causa a abscisão precoce do botão, facilitando a entrada do patógeno que se encontra latente nos tecidos necróticos do botão (Barmore & Brown, 1985). Assim, a redução das perdas por essa doença, entre outras práticas, pode ser conseguida mediante uma diminuição da aplicação do etileno, colhendo os frutos no ponto de comercialização, já que o aumento de incidência está relacionado com a quantidade de etileno empregado para aumentar a coloração da casca.
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Transferibilidade de marcadores SSR, diversidade e estrutura genética em Syagrus oleracea / Transferibility of SSR markers, diversity and genetic structure in Syagrus oleracea

Transferibilidade de marcadores SSR, diversidade e estrutura genética em Syagrus oleracea / Transferibility of SSR markers, diversity and genetic structure in Syagrus oleracea

Syagrus oleracea é uma espécie nativa do Brasil, pertencente à família Arecaceae. É a única palmeira entre as exploradas comercialmente no país que possui palmito com sabor amargo, além disso possui potencial cosmético e também é indicada para apicultura e recuperação de áreas degradadas. A diversidade dessa espécie se encontra ameaçada devido ao avanço do desmatamento em suas populações naturais e ao extrativismo predatório. Este trabalho teve como objetivo estudar a estrutura e a variabilidade genética dessa planta utilizando como ferramenta a transferibilidade de marcadores microssatélites desenvolvidos para as espécies de Cocus nucifera e Bactris gasipaes. Foram avaliados 54 indivíduos provenientes de 4 populações do norte do estado de Minas Gerais através de 6 marcadores SSR que foram transferidos com sucesso possibilitando estudar a diversidade e a estrutura genética. Os resultados obtidos indicaram que há moderada diversidade genética para as populações avaliadas. O número médio de alelos para as populações foi 4 e a heterozigosidade observada teve valor de 0,233, inferior ao esperado 0,597, demonstrando possível excesso de homozigotos, os valores de heterozigosidade provocada pela endogamia (Fis = 0,603), heterozigosidade provocada pela deriva genética (Fst = 0,091) e heterozigosidade total (Fit = 0,639); todos dentro do intervalo de confiança a 99%. Estes resultados demonstram que há necessidade de implementação de estratégias de conservação dessa espécie sendo observado indícios de elevado grau de parentesco entre os indivíduos.
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Avaliação do uso de oligossacáridos na conservação pós-colheita de frutos

Avaliação do uso de oligossacáridos na conservação pós-colheita de frutos

Foi observada uma diminuição significativa nos valores obtidos através do método pelo teste de DPPH. Houve uma redução significativa dos valores em kiwis tratados em estado de maturação mais avançado, relativamente ao controlo, passados 35 dias de tratamento, após a aplicação de ambos os compostos de polissacáridos e oligossacáridos derivados de alginato de sódio (solução de 2%). Em ambos os casos, comparando com o tempo 0, os tratamentos não variaram, por outro lado, houve um acréscimo significativo do controlo. Neste estudo, os testes realizados para determinar os níveis de antioxidantes presentes nas amostras de kiwi apresentaram resultados contrários à hipótese apresentada; era esperado um aumento dos níveis de antioxidantes nas amostras provenientes dos frutos em que tinham sido aplicados os tratamentos com os compostos, o que não aconteceu. Trabalhos prévios realizados mostram que sob condições de stress térmico este sistema é ativado: Matthes & Schmitz-Eiberger (2009) com armazenamento de maçãs à temperatura de 1ºC, durante quatro meses e meio, observaram que a capacidade antioxidante e o conteúdo em fenóis aumentava; Connor e colaboradores (2002) com a conservação de mirtilos a 5ºC e Oms-Oliu e colaboradores (2008) com a utilização de soluções de 2% de polissacáridos de alginato em melão conservado a 4ºC obtiveram resultados semelhantes aos descritos por Matthes & Schmitz-Eiberger (2009).
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CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE SAPOTI SUBMETIDO A DIFERENTES DOSES DE 1-METILCICLOPROPENO

CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE SAPOTI SUBMETIDO A DIFERENTES DOSES DE 1-METILCICLOPROPENO

O sapoti é uma fruta exótica, adaptada às condições edafoclimáticas do Brasil e com boa aceitação pelo mercado consumidor nacional. Por se tratar de um fruto climatérico, o etileno é o responsável pelo desencadeamento de seu processo de amadurecimento. Dentre os inibidores da ação do etileno em frutos, o 1-metilciclopropeno (1-MCP) tem se destacado pela sua eficiência e ausência de resíduos, mas sua ação ainda é desconhecida no sapoti. Este trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência de diferentes concentrações de 1-MCP na conservação pós-colheita do sapoti. Os frutos, provenientes do Município de Jaguaruana, Estado do Ceará, foram colhidos no estádio fisiológico de maturação e tratados com 1-MCP (0, 100, 200 e 400nL.L -1 ), por 12 horas, e armazenados em atmosfera modificada,
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Quantificação de danos ao longo da cadeia produtiva de pêssegos e avaliação de métodos...

Quantificação de danos ao longo da cadeia produtiva de pêssegos e avaliação de métodos...

Segundo Marriott (1985), o cloro destaca-se devido ao seu baixo custo e facilidade de obtenção. Cloro é um termo genérico para denominar diferentes compostos sanificantes representados pelo cloro elementar, hipocloritos, cloraminas inorgânicas, cloraminas orgânicas e o dióxido de cloro. Os produtos à base de cloro apresentam características germicidas atuando em vários níveis, como na membrana citoplasmática (HUGO, 1971). Os compostos clorados, em solução aquosa, liberam o ácido hipocloroso (HOCl) e o íon hipoclorito (ClO - ), sendo o ácido hipocloroso o agente bactericida, pois não tem carga elétrica e é capaz de atravessar a membrana celular dos microrganismos e paralisar a produção de energia em nível da glicólise por meio da inibição da enzima responsável pela clivagem da frutose difosfato, oxidando proteínas celulares, interferindo no transporte de nutrientes e promovendo a perda de componentes celulares, levando o microrganismo à morte (DYCHDALA, 1977; ANDRADE et al., 1985). De maneira geral, a concentração de hipoclorito de sódio usada na indústria de alimentos para higienização de frutas e hortaliças frescas está em torno de 100 a 200 ug mL -1 (FOEGEDING, 1983). A efetividade do cloro é diretamente dependente do pH do meio e da concentração de cloro livre. Valores de pH entre 6 e 7 fazem com que a atividade antimicrobiana da água clorada seja adequada para destruir bactérias e fungos; nessa faixa, pouco mais de 1 ug mL -1 de cloro livre é suficiente para sanificar frutos e hortaliças durante os processos realizados com água fria.
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Conservação pós-colheita de frutos de goiabeira, variedade Paluma.

Conservação pós-colheita de frutos de goiabeira, variedade Paluma.

quanto menor a temperatura e maior a umidade rela- tiva, menor será a transpiração do fruto. Tais aspec- tos explicam por si o maior desempenho das embala- gens no ambiente refrigerado testado neste estudo. Para Sigrest (1988a), a temperatura e a umidade rela- tiva são os principais fatores a alterar a taxa de transpiração dos frutos, de cuja magnitude pode depender a senescência e a deterioração da goiaba. Analisando-se os tipos de embalagens dentro de cada ambiente de armazenamento, vê-se, na Tabe- la 1, que a menor perda de peso ocorreu quando os frutos foram acondicionados em sacos de plástico transparente e armazenados sob ambiente refrigera- do (10°C e 90°C de umidade relativa). Observa-se que mesmo em condições ambientais (temperatura e umidade relativa média de 28°C e 60% respectiva- mente) a embalagem de plástico transparente foi su- perior à embalagem tipo papel-manteiga. Esse acha- do pode ser explicado pelo fato de a embalagem de plástico não permitir que o fruto perca água em ex- cesso para o meio externo, formando um ambiente interno saturado e permitindo o equilíbrio microscó- pico bem mais rápido que o observado com o saco de papel tipo manteiga, o qual possibilita a perda de água do fruto para o ambiente externo à embalagem. Para Sigrest (1988b), um aspecto importante da transpiração é a perda de peso do fruto. Mesmo em condições ambientais, o saco de plástico transpa- rente, quando comparado com o saco de papel tipo
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ESTÁGIOS DE COLHEITA E REPOUSO PÓS-COLHEITA DOS FRUTOS NA QUALIDADE DE SEMENTES DE MAMONEIRA

ESTÁGIOS DE COLHEITA E REPOUSO PÓS-COLHEITA DOS FRUTOS NA QUALIDADE DE SEMENTES DE MAMONEIRA

Em colheitas precoces, o processo da maturação é interrompido, o que prejudica a qualidade das sementes. As sementes, se mantidas nos frutos que não completaram a maturação podem ser favorecidas por um período de repouso pós-colheita que permite a conclusão do processo. A duração do período de repouso depende da espécie, cultivar e condições climáticas. Esse procedimento torna possível a colheita de frutos imaturos, mas com a obtenção de sementes de alta qualidade, desde que as sementes permaneçam dentro do fruto, antes de sua extração (GEORGE, 1985). Em alguns casos, essas sementes são capazes de absorver parte das reservas acumuladas nos frutos durante o repouso, atingindo o ponto de maturidade fisiológica, como mostram trabalhos de pesquisa realizados com jiló (Solanum gilo L.), melancia (Citrullus lanatus), abóbora (Cucurbita maxima), berinjela (Solanum melongena), quiabo (Abelmoschus esculentus), mamão (Carica papaya L.) e abóbora híbrida (COELHO et al., 1980; ALVARENGA et al., 1984; PEDROSA et al., 1987; BARBEDO et al., 1994; CASTRO, 2005; AROUCHA et al., 2005; COSTA et al., 2006).
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Estágios de colheita e repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira

Estágios de colheita e repouso pós-colheita dos frutos na qualidade de sementes de mamoneira

Em colheitas precoces, o processo da maturação é interrompido, o que prejudica a qualidade das sementes. As sementes, se mantidas nos frutos que não completaram a maturação podem ser favorecidas por um período de repouso pós-colheita que permite a conclusão do processo. A duração do período de repouso depende da espécie, cultivar e condições climáticas. Esse procedimento torna possível a colheita de frutos imaturos, mas com a obtenção de sementes de alta qualidade, desde que as sementes permaneçam dentro do fruto, antes de sua extração (GEORGE, 1985). Em alguns casos, essas sementes são capazes de absorver parte das reservas acumuladas nos frutos durante o repouso, atingindo o ponto de maturidade fisiológica, como mostram trabalhos de pesquisa realizados com jiló (Solanum gilo L.), melancia (Citrullus lanatus), abóbora (Cucurbita maxima), berinjela (Solanum melongena), quiabo (Abelmoschus esculentus), mamão (Carica papaya L.) e abóbora híbrida (COELHO et al., 1980; ALVARENGA et al., 1984; PEDROSA et al., 1987; BARBEDO et al., 1994; CASTRO, 2005; AROUCHA et al., 2005; COSTA et al., 2006).
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Qualidade de sementes de pimenta jalapenho em função da maturação e tempo de permanência nos frutos.

Qualidade de sementes de pimenta jalapenho em função da maturação e tempo de permanência nos frutos.

Dessa forma, evidenciou-se que um tempo adequado de armazenamento dos frutos de pimenta jalapenho torna-se necessário para que a semente alcance a maturidade isiológica. Neste experimen- to, tal efeito mostrou-se independente do estádio de desenvolvimento do fruto, no momento da colheita. De acordo com Sanchez et al. (1993), em sementes de pimentão, mesmo em frutos colhidos maduros e apresentando coloração vermelha, a germi- nação foi beneiciada pela permanência das sementes no interior do fruto por períodos de até 28 dias. Em frutos de mamão cv. Golden, também foi veriicado aumento signiicativo na germinação das sementes, independentemente da época de colheita dos frutos (Aroucha et al. 2005).
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Alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de pimenta em função do estádio de maturação dos frutos

Alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de pimenta em função do estádio de maturação dos frutos

mensurados, em milímetros, com auxílio de um paquímetro, sendo que cada fruto constituiu de uma repetição. Determinou-se o diâmetro e o comprimento médio dos frutos (mm/fruto). Grau de umidade – nas sementes recém extraídas dos frutos foi determinado o grau de umidade, conforme metodologia prescrita nas Regras para Análise de Sementes (Brasil, 1992), pelo método da estufa, a 105 + 3 o C, durante 24 horas, utilizando-se três subamostras de 50 sementes, sendo os resultados expressos em porcentagem (base úmida). Massa da matéria seca por semente - foi determinado juntamente com o grau de umidade das sementes (Brasil, 1992), consistindo do peso médio final das três subamostras de 50 sementes após secagem a 105 O + 3 o C por 24 h. Os resultados foram expressos em mg/semente. Peso de 1000 sementes - foram utilizadas 8 subamostras de 100 sementes que foram pesadas em balança com precisão de 0,001g, sendo os cálculos efetuados conforme recomendações das RAS (Brasil, 1992) e os resultados expressos em gramas. Teste de germinação - foram utilizadas quatro subamostras de 50 sementes distribuídas sobre duas folhas de papel toalha umedecido com volume de solução de nitrato de potássio (KNO 3 ) 0,2% equivalente a 2,5 vezes o peso do papel seco, em caixas
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Qualidade e metabolismo antioxidante no  de frutos de clones de aceroleira.

Qualidade e metabolismo antioxidante no de frutos de clones de aceroleira.

Portanto, é importante que o produtor dos frutos da aceroleira defina claramente o tipo de mercado que pretende atingir. Pois, para a extração de vitamina C, o ponto de colheita ideal é verde ou “de vez”, devido a redução dessa vitamina que ocorre com a maturação dos frutos da aceroleira, conforme pode ser observado na tabela 1 (ALVES et al., 1995). Assim, os frutos são destinados a fabricação de produtos em pó, cápsulas e concentrados para o enriquecimento de outros alimentos. Para o consumo in natura, os frutos deverão ser colhidos "de vez", o que permite o transporte por longas distâncias e, por conseguinte, um maior período até o consumo ou processamento, ou maduros, para o consumo imediato em mercados locais ou quando destinados ao congelamento sob a forma de "bola de gude", visando à sua conservação para posterior processamento.
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Determination of spray volume index for culture of coffee

Determination of spray volume index for culture of coffee

A calibração pelo TRV requer o conhecimento do índice volumétrico (IV), que corresponde ao volume de calda necessário para cobrir adequadamente um metro cúbico do dossel. Esse índice é conhecido para algumas fruteiras, porém, ainda desconhecido para o cafeeiro. Posto que, para que seja feita sua determinação, alguns fatores relativos ao volume vegetativo devem ser considerados. São eles: idade das plantas, desfolha decorrente da colheita (SANTINATO et al., 2014), ataque de pragas e doenças (MATIELLO et al., 2010) e variações sazonais que ocorrem em função da disponibilidade hídrica e variação na temperatura (MATTA et al., 2007). Tais variações podem ocorrer ao longo das estações do ano e resultam em alterações na densidade foliar (BERNI et al., 1999), tendo influência direta na eficácia das pulverizações, principalmente na penetração, distribuição e deposição da calda (SILVA et al., 2014).
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Efeito do microhabitat na predação de sementes pós-dispersas da palmeira Jerivá (Syagrus romanzoffiana) em um fragmento florestal do estado de São Paulo

Efeito do microhabitat na predação de sementes pós-dispersas da palmeira Jerivá (Syagrus romanzoffiana) em um fragmento florestal do estado de São Paulo

A predação de sementes pós-dispersas tem um papel importante no recrutamento de novas plântulas, pois irá determinar o número de sementes que efetivamente podem germinar (Galetti et al., 1992). A Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassm. (jerivá) é comumente encontrada em florestas semidecíduas e tem um papel fundamental neste ecossistema por ser uma árvore que frutifica durante o ano todo e produz um grande número de frutos com alto valor energético (Lorenzi, 1992). Diversas espécies de animais beneficiam-se destes frutos, predando a poupa do fruto, o fruto inteiro ou até mesmo apenas a semente.
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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETRINÁRIAS – CAV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS MESTRADO E DOUTORADO EM PRODUÇÃO VEGETAL MÁRCIO EDUARDO BOEIRA BUENO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETRINÁRIAS – CAV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS MESTRADO E DOUTORADO EM PRODUÇÃO VEGETAL MÁRCIO EDUARDO BOEIRA BUENO

O presente trabalho teve como objetivo utilizar os conceitos de Agricultura de Precisão, para projetar mapas de qualidade de frutos, de manejo do vigor das plantas e mapas de produtividade regionalizada na cultura da macieira. A exequibilidade desse manejo foi testada em um pomar comercial, destinado à produção de maçãs in natura, por meio da geração e da análise de mapas específicos dos atributos de vigor da planta, volume de copa (VC), diâmetro do caule (DC) e índice de fertilidade (IF). Dos atributos de qualidade físico-químicos dos frutos em pós-colheita: calibre médio dos frutos (CMF), firmeza de polpa (FP), número de sementes por fruto (NSF) e sólidos solutos totais (SST). E produção por planta (P). Os objetivos específicos do trabalho foram:
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Termoterapia para o controle de patógenos em pós-colheita em frutos da cajazeira.

Termoterapia para o controle de patógenos em pós-colheita em frutos da cajazeira.

3 Departamento de Agronomia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Paraíba, Areia, Paraíba, Brasil.. *Autor para correspondência..[r]

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