Top PDF Fitossociologia de dois trechos inundáveis de Matas de Galeria no Distrito Federal, Brasil.

Fitossociologia de dois trechos inundáveis de Matas de Galeria no Distrito Federal, Brasil.

Fitossociologia de dois trechos inundáveis de Matas de Galeria no Distrito Federal, Brasil.

No caso das Matas de Galeria centro brasileiras, sem dúvida alguma a maioria dos levantamentos fitossociológicos realizados até o presente foram desenvolvidos no subtipo não-inundável, ou as amostras foram alocadas prioritariamente nos trechos não inundáveis das matas. Assim, constata-se que os trechos inundáveis destas ainda são pouco estudados, levando a que as recomendações indicadas para as matas ou trechos não-inundáveis não caibam na totalidade para as matas ou trechos inundáveis. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho foi caracterizar dois trechos inundáveis de Matas de Galeria no Distrito Federal, visando acumular e disponibilizar informações sobre este tipo particular de ambiente. Por meio das análises feitas, buscou-se verificar eventuais diferenças e semelhanças florísticas e estruturais nesses trechos, que visualmente aparentavam ser muito semelhantes.
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Musgos pleurocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

Musgos pleurocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

RESUMO – (Musgos pleurocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil). A Reserva Ecológica do IBGE, localizada a 35 km ao sul do centro da cidade de Brasília é possuidora de área representativa do bioma cerrado sendo uma das Áreas Núcleo da Reserva da Biosfera do Cerrado, criada em 1993, pela UNESCO. Neste trabalho são apresentados os musgos pleurocárpicos que ocorrem na reserva e que estão representados por nove famílias e 15 espécies. A família com maior número de especies encontrada é Sematophyllaceae (quatro). Foram encontradas cinco novas ocorrências para o Distrito Federal e seis para a região Centro-Oeste. São apresentadas chaves e diagnoses.
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Musgos acrocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

Musgos acrocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

RESUMO – (Musgos acrocárpicos das Matas de Galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil). A Reserva Ecológica do IBGE, localizada a 35 km ao sul do centro da cidade de Brasília é uma das Áreas Núcleo da Reserva da Biosfera do Cerrado, criada pela UNESCO. Neste trabalho são apresentados os musgos acrocárpicos que alí ocorrem e que são representados por 12 famílias e 26 espécies sendo Bryaceae (cinco) a de maior riqueza específica. Foram encontradas quatro novas ocorrências para o Distrito Federal e duas para a região Centro-Oeste. São apresentadas chaves, cometários, distribuição geográfica e diagnoses.
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Comunidades epifítica e arbórea em matas de galeria no Distrito Federal, Brasil

Comunidades epifítica e arbórea em matas de galeria no Distrito Federal, Brasil

Na Fazenda Água Limpa o estudo foi conduzido em trechos de duas Matas de Galeria, distantes aproximadamente 5 km uma da outra, mas ambas pertencentes à microbacia do córrego do Gama. O ambiente não-inundável foi estudado no córrego do Capetinga (15º 57’ 16” S, 47º 56’ 29” O), em trecho onde anteriormente já se realizaram vários estudos investigando a comunidade arbórea, entre os quais o de Felfili & Silva- Júnior (1992), Sevilha (1999) e Oliveira (2010). O ambiente inundável foi investigado basicamente na Mata de Galeria do córrego da Onça (15º 56’ 32” S, 47º 54’ 15” O), com uma das linhas posicionada na área contígua da Mata do córrego Taquara (15º 55’ 28” S, 47º 54’ 56”), ao qual o córrego da Onça é afluente pela margem esquerda. A Mata da Onça vem sofrendo alterações marcantes da vegetação nos últimos anos, devido à ocorrência de incêndios que a têm penetrado (Corrêa 2007, Parca 2007), chegando a destruir trechos inteiros. Tal fato influenciou na necessidade de se alocar uma das linhas no córrego Taquara. Para efeito deste estudo, Onça e Taquara foram consideradas como o “trecho” inundável da FAL, tendo em vista a proximidade e homogeneidade do ambiente sob estudo. As amostras na Mata da Onça ficaram próximas das parcelas estabelecidas no trecho final por Walter (1995).
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Simpatria e dieta de Callithrix penicillata (Hershkovitz) (Callitrichidae) e Cebus libidinosus (Spix) (Cebidae) em matas de galeria do Distrito Federal, Brasil.

Simpatria e dieta de Callithrix penicillata (Hershkovitz) (Callitrichidae) e Cebus libidinosus (Spix) (Cebidae) em matas de galeria do Distrito Federal, Brasil.

1974, C ULLEN J R . & V ALLADARES P ÁDUA 1997), sendo que somente uma espécie de primata foi detectada em cada área estudada. No segundo ano (2001), à medida que os trabalhos foram sen- do desenvolvidos, a simpatria entre Callithrix penicillata e Cebus libidinosus foi detectada em ambas as áreas. O primeiro grupo de primata, seja Cebus ou Callithrix, avistado em cada área foi acompanhado durante três dias por semana, do amanhecer ao pôr do sol, em duas estações, seca (01/VI a 30/VIII) e chuvosa (15/IX a 15/XII), totalizando 18 dias de observação em cada estação para cada espécie de primata. Não se sabe ao certo se eram os mesmos grupos acompanhados todas as semanas, vis- to que os animais não foram capturados e marcados. Cada uma das matas estudadas foi visitada uma semana por mês, três dias seguidos, portanto, a mesma proporção de tempo foi gasta em observações para cada mata e cada espécie de primata.
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Ocorrência e infecção natural de flebotomíneos e pequenos mamíferos por Leishmania em matas de galeria do Distrito Federal, Brasil

Ocorrência e infecção natural de flebotomíneos e pequenos mamíferos por Leishmania em matas de galeria do Distrito Federal, Brasil

O conhecimento relacionado à transmissão enzoótica de espécies de Leishmania no Distrito Federal ainda é escasso e a participação de flebotomíneos e mamíferos silvestres no ciclo de transmissão desses protozoários é objeto do presente estudo. As áreas estudadas foram as matas de galeria da Fazenda Água Limpa da Universidade de Brasília, Reserva Biológica da Contagem, Parque Nacional de Brasília e Jardim Botânico de Brasília em maio e setembro de 2014. O Capítulo 1 traz a atualização da lista de espécies de flebotomíneos no DF. Com esforço de captura de 1.280 armadilhas HP e 16 armadilhas do tipo Shannon, foram capturados 1.209 flebotomíneos pertencentes a 16 espécies. Bichromomyia flaviscutellata (n=668) foi a espécie mais capturada. Psathyromyia pradobarrientosi, Brumptomyia guimaraesi, Br. brumpti, Micropygomyia ferreirana e Evandromyia bourrouli foram registradas pela primeira vez no DF, ampliando a distribuição geográfica das mesmas e elevando para 35 o número de espécies registradas nessa unidade da federação. O Capítulo 2 analisou a infecção natural dos flebotomíneos capturados por Leishmania. DNA foi extraído de 569 fêmeas agrupadas em 87 “pools”. A integridade das amostras foi conferida por uma PCR designada à amplificação do gene cacophony da região IVS6. A detecção dos tripanossomatídeos foi feita pela amplificação das regiões SSU rRNA e ITS-1. Nenhuma amostra mostrou-se positiva para Leishmania spp., entretanto, os resultados do presente estudo não implicam na inexistência de vetores infectados nestas matas de galeria. O Capítulo 3 analisou a ocorrência e infecção em pequenos mamíferos (Rodentia e Didelphimorphia) por Leishmania spp. nas mesmas áreas dos flebotomíneos e nos mesmos períodos. Amostras de tecido (fragmentos de orelhas) foram obtidas dos mamíferos capturados e utilizadas para a detecção molecular dos parasitos a partir de Nested PCR SSU rRNA e PCR com alvo na região ITS em 153 amostras. Com um total de 5.120 armadilhas-noite, 172 pequenos mamíferos foram capturados, pertencentes à três espécies de marsupiais (Didelphis albiventris, Gracilinanus agilis e Monodephis americana) e seis espécies de roedores (Rhipidomys macrurus,
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Comparação entre matas de galeria no Distrito Federal e a efetividade do código florestal na proteção de sua diversidade arbórea.

Comparação entre matas de galeria no Distrito Federal e a efetividade do código florestal na proteção de sua diversidade arbórea.

A rede hidrográfica no Brasil Central é ca- racterizada principalmente por córregos estreitos, ao longo dos quais, em função da topografia, ocor- rem variações significativas no lençol, que deter- minam comunidades florísticas distintas como as aqui exemplificadas. Desta forma, a lei 7.511 que prevê a proteção de faixas de até 30m para os córregos pequenos não é efetiva para a proteção de toda a diversidade ambiente ali encontrada. O papel primordial da manutenção da biodiversidade e do volume e qualidade da água necessários para o bem estar social de uma re-

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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL MATAS DE GALERIA NO PARQUE NACIONAL DE SETE

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL MATAS DE GALERIA NO PARQUE NACIONAL DE SETE

O presente trabalho foi realizado no Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), localizado na porção nordeste do Piauí, região onde ainda existem lacunas de conhecimento. O Parque, considerado área prioritária para conservação do bioma Cerrado (BRASIL 1999), contém um mosaico de fisionomias e ocorre em área de transição ecológica. Este estudo faz parte da 2ª etapa da excursão científica do projeto Biodiversidade e Fragmentação de Ecossistemas nos Cerrados Marginais do Nordeste (Sítio 10 do PELD), com apoio do CNPQ/BIOTEN e execução conjunta pela equipe da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e da Universidade de Brasília (UnB). O objetivo foi estudar a composição florística, fitossociologia, diversidade, regeneração natural e relação com variáveis ambientais da vegetação arbórea das matas de galeria que se distribuem ao longo dos cursos d’água localizados no PNSC e também avaliar a similaridade florística entre essas matas e outras em diversas localidades do bioma Cerrado. A vegetação arbórea (DAP > 5 cm) foi amostrada de forma sistemática em 56 parcelas permanentes de 100 m² (10 x 10 m) em quatro trechos de mata de galeria ao longo do Parque. As parcelas foram subdivididas em subparcelas de 5 x 5 m e 2 x 2 m, para amostragem da regeneração natural da vegetação arbórea (DAP < 5 cm) (arvoretas e mudas não estabelecidas, respectivamente). Em cada parcela foram coletadas amostras de solo superficial (0 – 20 cm) (propriedades físicas e químicas) e foi realizada uma descrição subjetiva quanto à situação inundável ou não – inundável da parcela, sendo estas as variáveis ambientais. Para avaliar a hipótese de heterogeneidade espacial da biota nas matas de galeria do Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), Piauí, e seus fatores condicionantes, foram verificadas as correlações entre distribuição das espécies arbóreas e variáveis ambientais, por meio de uma ordenação por CCA (Canonical Correspondence Analysis) e classificação por TWINSPAN (Two-Way
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Cláudia Caixeta Gomes

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Cláudia Caixeta Gomes

Em janeiro de 2017, o Ministério do Meio Ambiente iniciou o trabalho de revisão da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), proposta esta a ser estendida por 20 meses. Ao longo desse período planeja-se debater novas metas e corrigir as distorções averiguadas desde a vigência da lei. O consórcio responsável pela tarefa é composto por especialistas brasileiros e estrangeiros. Os debates contarão com representantes do governo federal, da sociedade civil e do setor empresarial. A PNRS considera perspectivas de gestão e gerenciamento para o desenvolvimento de planos de metas, programas e projetos. Os responsáveis pelo projeto no Ministério do Meio Ambiente ressaltaram os principais entraves verificados na aplicação da PNRS como a existência de bases de dados interrompidas, com periodicidade irregular e, por vezes, não disponibilizadas (BRASIL, 2017).
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MARIA ELIZABETE DE OLIVEIRA O MOMENTO DAS AÇÕES PARA A PERMANÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: VISITANDO A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

MARIA ELIZABETE DE OLIVEIRA O MOMENTO DAS AÇÕES PARA A PERMANÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: VISITANDO A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Há de se observar em que contexto político-histórico a referida política educacional nacionalmente é intensificada. Na década de 1980 os movimentos sociais retomam suas forças, e instalam-se as condições e meios para a cidadania ser fomentada pelo Estado, especialmente sob as diretrizes da Constituição Federal de 1988. No caso da UFJF, o cenário onde se desenha tal política de atendimento é o do neoliberalismo, da globalização e do Estado mínimo. Considerando-se nessa abordagem, segundo Friedman e seus seguidores em crítica ao Estado de bem- estar social, “o sistema de políticas sociais [como] o responsável por muitos ou quase todos os males que afligem e que tinham a ver com a crise econômica e o papel do Estado” (DRAIBE, 1991, p. 90). Neste sentido, o Estado devia preocupar- se com a Educação como um dos pilares para o desenvolvimento econômico, mas partilhando essa oferta com a iniciativa privada. Tratavam-se, no referido cenário, de processos sociais de tendência de alteração das relações entre o Estado e o Mercado, (Draibe, 1991, p.100).
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EDILVANA MARA DA SILVA LOPES A GESTÃO DE PROCESSOS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: Estudo sobre as demandas de visitas técnicas e trabalhos de Campo na Universidade Federal de Juiz de Fora

EDILVANA MARA DA SILVA LOPES A GESTÃO DE PROCESSOS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: Estudo sobre as demandas de visitas técnicas e trabalhos de Campo na Universidade Federal de Juiz de Fora

Embora tenha havido total controle do Estado no âmbito das instituições de ensino superior, o MEC diagnostica como positiva a reforma universitária de 1968, caracterizando-a como "a grande LDB da educação superior, ao assegurar autonomia didático-científica, disciplinar, administrativa e financeira às universidades." (MEC, s/d). Entretanto, o Ministério não explica como de fato essa autonomia se efetivou, perante o controle e a dependência financeira que o governo federal exercia sobre as universidades. Observa-se, também, que a reforma não propiciou na prática as reivindicações dos estudantes quanto à gestão participativa e quanto à adequação dos currículos à realidade brasileira, dando continuidade ao ensino superior excludente, formador de mão de obra para o mercado de trabalho e mantenedor da educação como instrumento de poder. Cabe destacar, também, que embora o documento da Reforma traga em seu art. 1º a determinação de que o “ensino superior tem por objetivo a pesquisa, o desenvolvimento das ciências, letras e artes e a formação de profissionais de nível universitário” (BRASIL, 1968), percebe-se na prática o preterimento da formação científica perante a formação profissionalizante.
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DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A ideia das despesas centralizadas e o que é essencial para o desenvolvimento das atividades administrativas e acadêmicas deve ser pago de forma centralizada. As obras e reformas prediais, bem como a manutenção dos prédios, são feitas de maneira centralizadas pela Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA), que lida basicamente com essas atividades e, até o presente momento, não foi necessário que a Administração Superior mensurasse o quanto é gasto por cada unidade orçamentária. A Controladoria Geral da União e Tribunal de Contas da União, órgãos de controle externo da Administração Pública Federal, têm sugerido que seja agregado ao valor do imóvel as despesas de manutenção e reforma e, se isso for feito, será necessário mensurar o quanto é gasto em cada unidade.
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MANUAL DE ACOLHIMENTO NO ACESSO AO SISTEMA DE SAÚDE DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS – Normas de Orientação Clínica

MANUAL DE ACOLHIMENTO NO ACESSO AO SISTEMA DE SAÚDE DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS – Normas de Orientação Clínica

a) Cuidados de saúde urgentes e vitais e de protecção da saúde pública Estrangeiro menor residente em Portugal em situação irregular Cidadão Europeu sem inscrição em qualquer[r]

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SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

A LOA será formada pela elaboração de três orçamentos, sendo estes: fiscal, da seguridade social e dos investimentos de empresa com participação direta ou indireta da União. A LOA irá determinar a estimativa de receita e despesa da União, tendo como intuito alcançar os objetivos e metas previstos no PPA, na forma estabelecida pela LDO. Importante ressaltar que é de competência da União a elaboração do orçamento, sob a responsabilidade do MPOG mediante a Secretaria de Orçamento Federal (SOF). Conforme Vieira e Furtado (2015), para a elaboração da proposta orçamentária, a administração deve observar procedimentos como: as Unidades Gestoras (UG) de cada órgão precisam elaborar suas propostas observando as metas estabelecidas no PPA priorizadas pela LDO em que cada tipo de despesa demonstrará a sua memória de cálculo que ficará em poder de cada unidade para fins de comprovação dos valores consolidados se for o caso; após o término da elaboração de suas propostas deve-se enviá-las ao setor de orçamento de cada instituição que consolidará a proposta orçamentária; tal proposta será enviada para o MPOG por ser o órgão central de planejamento e orçamento, que realiza a consolidação geral. Seguindo o processo, será enviada a proposta orçamentária pelo Presidente da República ao Congresso Nacional (CN) mediante projeto de lei até o último dia de agosto.
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BRUNO CÉSAR DE NAZARETH CIRIBELLI RETENÇÃO E EVASÃO ESCOLARES NO BACHARELADO INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS EXATAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

BRUNO CÉSAR DE NAZARETH CIRIBELLI RETENÇÃO E EVASÃO ESCOLARES NO BACHARELADO INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS EXATAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

This dissertation, result of a research held in Professional Masters in Management and Evaluation of Public Education of CAED/UFJF, presents as its theme the retention and school dropout in higher education, specifically among students of Interdisciplinary Bachelor in Exact Sciences of Federal University of Juiz de Fora (UFJF). The term evasion, for this research is considered to be the shutdown of his academic course, both out of UFJF - abandonment, enrollment cancellation, dismissal, transfer - and for another course of the institution - internal transfer or a new entrance selective process. Regarding retention, this study associates the failures suffered by the academic along his course, which he remains tied, that implies the expected time is exceeded complete curricular graduation by the student. From the above mentioned course prerequisites structure, frequent cases of low academic performance have been checked, especially in the early disciplines. Retention in these disciplines has hindered the development of academic within the courseand it is possible thus raise the hypothesis that the fact that the student does not present such developments contribute to the cases of evasion, and allows the investigation of factors that have favored this worrying educational situation. Thus, this study is justified by noting that both the local and national level, higher education institutions have, over the years, facing considerable problems related to evasion and/or repetition among their academics. Considering this scenario, this thesis seeks to analyze retention and dropout among students of the first cycle of the Interdisciplinary Bachelor of Exact Sciences of UFJF considering documentary research and theoretical framework on the subject, in addition to conducting interviews with teachers and managers of the institution. Finally, two intervention actions were proposed - creation of a pedagogical support activity and a monitoring of academic performance program - aiming the improvement of student performance, and as a possible consequence, allow academics to successfully complete their course and in the appropriate time, reducing cases of failure and dropout.
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O PROGRAMA REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

O PROGRAMA REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Desta forma, cada Universidade Federal, uma vez observado o limite do Banco de Professor Equivalente, estabelecido por meio de Portaria, pode realizar concurso e provimento para os cargos vagos de professor do magistério superior, independentemente de autorização ministerial, assim como, obteve autorização automática para promover mudança de regime de trabalho entre docentes de acordo com a conveniência e oportunidade da gestão da Instituição. Ressalta-se que estes cargos vagos são decorrentes de todas as formas de vacância - exonerações, demissões, aposentadorias, falecimento ou redistribuições. Considerando que este instrumento de gestão demonstrou ser eficiente e eficaz, em respeito ao princípio da autonomia universitária, art. 207, da Carta Magna, foi editado o Decreto nº 7.485, em 18 de maio de 2011, que consolidou o marco regulatório desta ferramenta.
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DESAFIOS E IMPACTOS DA EXTENSÃO NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DESAFIOS E IMPACTOS DA EXTENSÃO NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Para o autor mencionado, ao fazer um balanço das políticas para o ensino superior nos oito anos do Governo FHC, destacam-se algumas mudanças nos mecanismos de acesso ao ensino superior, como a eliminação da obrigatoriedade dos vestibulares nos processos seletivos. Além disso, houve a redução das despesas com as universidades federais, comprimindo os salários dos professores e funcionários e reduzindo o orçamento a elas destinado. Este período foi marcado pelo aumento considerável de instituições privadas, principalmente na categoria de universidades e centros universitários. Durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, em relação à educação, pode-se destacar a aprovação da nova lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN 9394/96, promulgada em 20 de dezembro de 1996 e que, segundo Cunha (2003), tratou sobre a autonomia universitária com detalhes, e em dois artigos estabeleceu o que as universidades poderiam fazer, como, por exemplo, criar cursos e determinar o número de vagas em cada um deles. Outro fato que merece destaque foi a criação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
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ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: PERSPECTIVAS E DESAFIOS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: PERSPECTIVAS E DESAFIOS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O presente trabalho investigou os estágios não obrigatórios nos cursos de graduação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). A Lei 11.788/2008, a qual regulamenta a relação de estágio, estabelece que essa relação deverá ser acompanhada de modo efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino. Com base nessa Lei, o Regimento Acadêmico da Graduação (RAG) da UFJF preconiza que os cursos de graduação devem constituir uma Comissão Orientadora de Estágio (COE) para o acompanhamento dos estágios. Embora a criação da COE tenha sido estabelecida desde 2014, mais da metade dos cursos presenciais e a distância não possui sua COE instalada. Diante desse panorama, apresentou-se a seguinte pergunta norteadora: como é organizado o acompanhamento do estágio não obrigatório nos cursos de graduação da UFJF? Assim, esse estudo objetivou investigar como é feita a organização para o acompanhamento do estágio não obrigatório nos cursos de graduação elencados para este estudo: Engenharia, Administração e Enfermagem; analisar o processo do estágio não obrigatório na perspectiva das seguintes normas: a Lei 11.788/2008, o RAG e a Resolução nº 115/2014, além dos regulamentos das COEs dos cursos de graduação e, propor um Plano de Intervenção que vise aprimorar o acompanhamento do estágio não obrigatório nos cursos de graduação da UFJF. Para tanto, preliminarmente foi feita uma análise documental, a seguir foram entrevistados a Pró-Reitora de Graduação, a Coordenadora de Estágios/PROGRAD, os Presidentes das COEs e Professores Orientadores do estágio não obrigatório dos Cursos escolhidos como amostra na UFJF, a fim de verificar como está acontecendo a relação do estágio não obrigatório na perspectiva desses atores. Foram aplicados, ainda, questionários a estudantes de cada curso objeto da pesquisa que estão no estágio não obrigatório. A pesquisa evidenciou que muitos desafios enfrentados pelos professores orientadores, Coordenadores de Curso e componentes das COEs dificultam ou inviabilizam o acompanhamento efetivo das atividades do estágio não obrigatório nos cursos de graduação da UFJF. Sendo assim, foi apresentado um plano de intervenção que propõe melhorias na organização das COEs, o que oportunizará um efetivo acompanhamento dessa modalidade de estágio.
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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

Após o sucesso histórico do multilateralismo com a assinatura do Acordo de Paris, em dezembro de 2015, a maré política global pareceu virar no sentido do isolacionismo nos meses seguintes: no meio do ano, o Reino Unido decidiu em referendo, por curta mar- gem de votos, sair da União Europeia, enfraquecendo o bloco que liderava a transição global para a descarbonização. Em novembro, o Colégio Eleitoral dos Estados Unidos ga- rantiu a vitória a Donald Trump na sucessão de Barack Obama, e o maior emissor históri- co de gases de efeito estufa do planeta efetivamente retirou-se do processo multilateral. Trump, que se elegera prometendo “cancelar” o Acordo de Paris, iniciou a desestrutu- ração de todas as políticas públicas de clima na esfera federal com poucos meses de mandato. Em junho de 2017, anunciou que os EUA sairiam do acordo do clima ou busca- riam “renegociá-lo”, provocando reação imediata da comunidade internacional. Embora a saída dos EUA possa não chegar a se concretizar, já que pelas regras do acordo isso só poderia ocorrer a partir de 2020, o cancelamento das contribuições americanas ao Fundo Verde do Clima tende a contaminar o debate sobre financiamento das NDCs (Contribui- ções Nacionalmente Determinadas) condicionais dos países em desenvolvimento. O real prejuízo das mudanças nos EUA e na União Europeia sobre a ação climática glo- bal ainda é desconhecido no momento em que este relatório é publicado. Há, porém, um terceiro grande emissor de gases de efeito estufa que sofreu um terremoto político em 2016 com impactos nitidamente negativos para a agenda de clima e para as emis- sões: o Brasil.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Marcos Paulo Campos Gonçalves

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Marcos Paulo Campos Gonçalves

É importante ressaltar que o Município, o Estado e o Governo Federal têm suas respectivas responsabilidades para a gestão da saúde pública brasileira. Os percentuais de investimento financeiro de cada um são definidos, atualmente, pela Lei Complementar 141, de 13 de janeiro de 2012, resultante da sanção presidencial da Emenda Constitucional 29. Por essa lei, os Municípios e o Distrito Federal devem aplicar anualmente, no mínimo, 15% da arrecadação dos impostos em ações e serviços públicos de saúde, cabendo aos estados 12%. No caso da União, o montante aplicado deve corresponder ao valor empenhado no exercício financeiro anterior, acrescido do percentual relativo à variação do Produto Interno Bruto (PIB) do ano antecedente ao da Lei Orçamentaria Anual (SAUDE, 2016).
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