Top PDF FITOSSOCIOLOGIA DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

FITOSSOCIOLOGIA DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

FITOSSOCIOLOGIA DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

As cinco famílias mais importantes em IVI foram Leguminosae, Chrysobalanaceae, Meliaceae, Myrtaceae e Arecaceae, perfazendo 49,24% do total.. As primeiras cinco espécies em IVI foram Li[r]

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Flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) em reservas florestais da área metropolitana de São Luís, Maranhão, BrasilPhlebotomines (Diptera, Psychodidae) in forest reserves in the metropolitan area of São Luís, Maranhão, Brazil.

Flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) em reservas florestais da área metropolitana de São Luís, Maranhão, BrasilPhlebotomines (Diptera, Psychodidae) in forest reserves in the metropolitan area of São Luís, Maranhão, Brazil.

RESUMO. Flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) em reservas florestais da área metropolitana de São Luís, Maranhão, Brasil. Estudou-se a diversidade, a abundância relativa e a sazonalidade das espécies de flebotomíneos em duas reservas de floresta primária alterada, a reserva florestal do Sacavém (RFS) e reserva florestal do Itaqui (RFI), localizadas na área metropolitana de São Luís, capital do estado do Maranhão. Os flebotomíneos foram capturados com armadilhas luminosas tipo CDC, instaladas na borda e no centro da mata, a 1,5 metros de altura, das 18h00 às 6h00, uma vez por mês, durante um ano. No total foram capturados 1.356 indivíduos de 23 espécies dos gêneros Lutzomyia (21) e Brumptomyia (2). Na RFS foram capturados 1.061 espécimes, resultando num esforço de captura de 2,5 indivíduos/hora/armadilha e o predomínio de L. longipalpis (44,8%), seguida por L. antunesi (36,4%), L. sordelli (5,9%), L. flaviscutellata (3,9%) e L. whitmani (2,1%). O maior número de espécies (11) e indivíduos (60,1%) ocorreu na estação chuvosa. Na RFI foram obtidos 295 espécimes, o esforço de captura foi 0,2 indivíduos/hora/armadilha, com o predomínio de L. flaviscutellata (58,6%), L. sordelli (14,6%), L. longipalpis (7,1%), L. evandroi (6,4%), L. longipennis (3%), L. trinidadensis (2,7%) e L. whitmani (1,7%). As espécies foram mais numerosas na estiagem (11) e os espécimes durante a estação chuvosa (54,6%). PALAVRAS-CHAVE. Amazônia; Ecologia; Fragmento de Floresta.
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ASPECTOS FLORÍSTICOS QUANTITATIVOS E COMPARATIVOS DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

ASPECTOS FLORÍSTICOS QUANTITATIVOS E COMPARATIVOS DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

Inventário ecológico em floresta pluvial tropical de terra firme, Serra Norte, Carajás, Pará. Ecological studies on rain forest in Northern Suriname[r]

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O USO DAS TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E DA INFORMAÇÃO PELOS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DO ESTADO DO CEARÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O USO DAS TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E DA INFORMAÇÃO PELOS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DO ESTADO DO CEARÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Alguns dos professores em regência de sala e os professores coordenadores do LEI ressaltaram o incentivo e a importância dada pelos integrantes da gestão da escola a essa prática pedag[r]

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Alteração estrutural de áreas de florestas exploradas convencionalmente em planos de manejo, nos domínios de floresta Atlântica, Minas Gerais, Brasil.

Alteração estrutural de áreas de florestas exploradas convencionalmente em planos de manejo, nos domínios de floresta Atlântica, Minas Gerais, Brasil.

No PMF 28, na área de manejo florestal as espécies seguintes ocorreram em todas as classes de diâmetro: Anadenanthera peregrina, Apuleia leiocarpa, Morta, Piptadenia gonoacantha, Carpotroche brasiliensis, Cecropia glaziovi, Duguetia sp., Inga sp., Myrcia fallax, Nectandra oppositifolia. Na área de reserva legal, as espécies seguintes ocorreram em todas as classes de diâmtro: Ocotea sp., Casearia decandra, Xylopia brasiliensis, Morta, Tachigali multijuga, Tapirira guianensis, Trattinnickia rhoifolia, indeterminada, Inga sp. e Machaerium brasiliense. No PMF 29, na área de manejo florestal as espécies seguintes ocorreram em todas as classes de diâmetro: Casearia decandra, Xylopia brasiliensis, Apuleia leiocarpa, Erythroxylum pelleterianum, Guatteria nigrescens, Lacistema pubescens, Mabea fistulifera, Maprounea guianensis, Miconia cinnamomifolia e Morta. Na área de reserva legal, as espécies seguintes ocorreram em todas as classes de diâmtro: Rollinia silvatica, Casearia decandra, Lacistema pubescens, Mabea fistulifera, Miconia cinnamomifolia, Morta, Tachigali multijuga, Tapirira guianensis, Trattinnickia rhoifolia e Xylopia brasiliensis.
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COMUNIDADE ARBÓREA DE UMA MANCHA FLORESTAL PERMANENTEMENTE ALAGADA E DE SUA VEGETAÇÃO ADJACENTE EM OURO PRETO-MG, BRASIL TREE COMMUNITY OF A PERMANENT FLOODED FOREST AND ITS ADJACENT VEGETATION AREA IN OURO PRETO, MINAS GERAIS STATE, BRAZIL Gabriel Pedrei

COMUNIDADE ARBÓREA DE UMA MANCHA FLORESTAL PERMANENTEMENTE ALAGADA E DE SUA VEGETAÇÃO ADJACENTE EM OURO PRETO-MG, BRASIL TREE COMMUNITY OF A PERMANENT FLOODED FOREST AND ITS ADJACENT VEGETATION AREA IN OURO PRETO, MINAS GERAIS STATE, BRAZIL Gabriel Pedrei

A presente investigação teve como objetivo levantar a composição florística e a estrutura fitossociológica da comunidade arbórea de uma mancha florestal permanentemente alagada, também conhecida como Floresta Paludosa, e de sua vegetação adjacente (Floresta Estacional Semidecidual Alto Montana) localizada no Parque Estadual do Itacolomi, Ouro Preto e Mariana, estado de Minas Gerais. O trecho estudado encontra- se a 1.350m de altitude, sendo o tipo climático ocorrente na região o Cwb, conforme a classificação de Köeppen, com pluviosidade média anual variando de 1.100mm a 1.800mm e temperatura média anual de 17,4 ºC a 19,8 ºC. Para o levantamento fitossociológico foram alocadas quatorze parcelas (10m x 30m), sendo sete em cada fisionomia, nas quais foram amostrados todos os indivíduos com CAP (circunferência a altura do peito) ≥ 15cm. Foram amostrados 1.136 indivíduos distribuídos em 24 famílias, 37 gêneros e 53 espécies. As famílias com maior riqueza foram Myrtaceae (11), Melastomataceae (5) e Annonaceae, Asteraceae, Fabaceae e Rubiaceae (3). A similaridade entre os fragmentos pode ser considerada relativamente baixa e menor do que o esperado, revelando a existência de unidades fitogeográficas individualizadas com características florísticas distintas. A influência diferencial da formação adjacente sob a vegetação paludícola pode ser o fator mais importante na diferenciação florística deste fragmento florestal em relação às diversas áreas florestais alagadas montanas no Brasil.
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ROSÂNGELO FERNANDES DE ASSIS ESTRATÉGIAS DA GESTÃO ESCOLAR DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA: UMA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROERD EM UMA ESCOLA DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DO AMAZONAS

ROSÂNGELO FERNANDES DE ASSIS ESTRATÉGIAS DA GESTÃO ESCOLAR DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA: UMA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROERD EM UMA ESCOLA DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DO AMAZONAS

De fato, na escola estudada, o projeto foi desenvolvido nos moldes da presença policial na escola quando necessária e palestras para os alunos durante o bimestre, quando sol[r]

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Paulo Barreto Holly Gibbs

Paulo Barreto Holly Gibbs

Estes dados também permitem projetar o desafio para o cumprimento de outro objetivo do acordo: estimular a restauração de áreas des- matadas ilegalmente. De acordo com o Código Florestal, as fazendas deveriam ter pelo menos 50% de floresta nesta região da Amazônia, mas na média possuem entre 15 e 20% na área estu- dada. Isso significa que estes fornecedores de- verão ou restaurar a floresta em parte de suas fazendas ou compensar a área desmatada em outros imóveis rurais com área florestal aci- ma do mínimo exigido por lei ou por meio da aquisição de áreas que devem ser desapropria- das dentro de Unidades de Conservação (Bra- sil, 2012). Estas opções deverão estar definidas para a obtenção da LAR nas secretarias de meio ambiente. O cumprimento do licenciamento, portanto, envolverá uma etapa mais custosa de preparação e execução destes planos.
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GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO: O CASO DO CAMPUS DA UFJF EM GOVERNADOR VALADARES

GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO: O CASO DO CAMPUS DA UFJF EM GOVERNADOR VALADARES

Sou aluno do curso de Mestrado Profissional do Programa de Pós-graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública PPGP - CAED - UFJF e desenvolvo uma pesquisa [r]

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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS VEGETAÇÃO ARBÓREA E SUA RELAÇÃO COM FATORES AMBIENTAIS E ESPACIAIS EM FLORESTAS

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS VEGETAÇÃO ARBÓREA E SUA RELAÇÃO COM FATORES AMBIENTAIS E ESPACIAIS EM FLORESTAS

Em síntese, a partir da análise em conjunto dos resultados apresentados é possível inferir que a instalação da Usina Hidrelétrica de Jirau impactará as florestas de terra firme localizadas no entorno do reservatório de forma distinta, principalmente devido às diferenças na composição e na diversidade de espécies arbóreas encontradas na área. As diferenças na vegetação entre a porção inicial do futuro reservatório (Caiçara) e a porção intermediária e final (Mutum e Abunã) poderão ser potencializadas, já que a porção inicial será mais impactada com o enchimento e a própria dinâmica do reservatório. A modificação no regime hidrológico também poderá afetar de formas distintas as florestas de terra firme que ocorrem nas margens esquerda e direita do rio, onde existem diferenças na composição e na diversidade de espécies arbóreas, as quais estão relacionadas com as propriedades físico-químicas dos solos e com as transições entre as florestas ombrófilas abertas, as campinarana e as florestas de várzea.
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IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA PAISAGEM URBANA E ENTORNO RURAL DE CAMPO GRANDE

IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA PAISAGEM URBANA E ENTORNO RURAL DE CAMPO GRANDE

A relação entre a área do plano impermeável (pavimentada, rocha) e a área total do plano (%) e a relação entre a área do plano permeável (solo nu, vegetação, água) e a área total do plano (%) foram analisadas a partir de mapa gerado com imagens de satélite LANDSAT-8 obtidas através do Earth Explorer do USGS (United States Geological Service - http://earthexplorer.usgs.gov/), Google-Earth com análise da cobertura vegetal a partir do índice de vegetação normalizada (Normalized Difference Vegetation Index - NDVI) para imagem do ano de 2015 como base inicial de observação da área de estudo, órbita e ponto (225/74), data de passagem 26/04/2015, hora local 09h45.
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ABEEF em defesa do código florestal   alerta ao projeto da bancada ruralista   2011

ABEEF em defesa do código florestal alerta ao projeto da bancada ruralista 2011

Assim, fica claro que o código florestal permite à pequena propriedade ou posse rural grande flexibilidade quanto à adequação da propriedade. Não se trata, portanto, de se alterar a legislação ou modificá-la para que se alie produção de alimentos à conservação, mas de colocar o código que já existe em exercício e políticas públicas que de fato possibilitem condições materiais (créditos não retornáveis para a restauração florestal, implantação de sistemas agroflorestais, pagamento por serviços ambientais para os pequenos produtores, apoio e assistência técnica) para o agricultor familiar adequar sua propriedade.
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Alea jacta est: desafios da reorganização da esquerda depois do Delúbiogate — Outubro Revista

Alea jacta est: desafios da reorganização da esquerda depois do Delúbiogate — Outubro Revista

Nos últimos vinte e cinco anos, a esquerda anticapitalista disputava in- fluência e posições dentro das organizações onde se construía a frente úni- ca, como a Central Única dos Trabalha[r]

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Reitor João Luiz Martins Vice-Reitor Antenor Barbosa Júnior Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação André de Barros Cota ESCOLA DE MINAS Diretor José Geraldo Arantes de Azevedo Brito Vice-Diretor Wilson Trigueiro de Souza DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA Chefe Iss

Reitor João Luiz Martins Vice-Reitor Antenor Barbosa Júnior Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação André de Barros Cota ESCOLA DE MINAS Diretor José Geraldo Arantes de Azevedo Brito Vice-Diretor Wilson Trigueiro de Souza DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA Chefe Iss

Os solos representam um fator fundamental no desenvolvimento e persistência de domínios biológicos característicos (Brown 1987). Lopes & Cox (1977) apresentaram dados de características químicas de solos não calcários sob diferentes formas fisionômicas e argumentaram que variações na disponibilidade de fósforo, potássio, cálcio e magnésio estão associados ao gradiente de vegetação: campo limpo, campo cerrado, cerrado, cerradão e mata. No entanto, os resultados encontrados com as relações solo x vegetação em cerrado são controversos (Ruggiero & Pivello 2005). A disponibilidade de nutrientes é concebida como fator condicionante da redução da riqueza de espécies em comunidades campestres (Berendse & Elberse 1990 apud Roem & Berendse 2000), pelo aumento da produtividade e da competição por luz de gramíneas de maior porte ou rápido crescimento, ocasionando substituição de outros vegetais de crescimento mais lento. Houdijk et al. (1993) relataram que em campos onde houve aumento na disponibilidade de nutrientes, ocorreu a dominância de gramíneas e conseqüente desaparecimento de espécies raras. McCrea et al.(2001) estudando formações antrópicas campestres na Inglaterra avaliaram correlações entre riqueza de espécies e fertilidade dos solos, através da análise de redundância de dados de abundância de espécies e características do solo como disponibilidade de nitrogênio, fósforo, potássio, pH, textura, umidade e perdas com queimadas. Os autores atestaram que menores teores de fósforo determinam maior diversidade, o oposto ocorrendo com o potássio. Roem & Berendse (2000) verificaram correlações positivas entre o pH e disponibilidade de alguns macronutrientes na diversidade de espécies vegetais em comunidades campestres na Holanda. Grime (1979) estabeleceu uma curva riqueza versus produtividade, onde menores valores
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A GESTÃO DA POLITICA DA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA BAHIA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A GESTÃO DA POLITICA DA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA BAHIA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O esforço se desdobra em ações de alcance das projeções estabelecidas pelo MEC para o índice de desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) Dentre os 10 compromissos, destacam-[r]

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Diagnóstico florístico estrutural de caatinga em gradientes altitudinais no estado da Paraíba

Diagnóstico florístico estrutural de caatinga em gradientes altitudinais no estado da Paraíba

RESUMO - Este estudo teve como objetivo caracterizar a estrutura interna da vegetação de Caatinga arbustivo-arboórea em São José do Bonfim, Itaporanga e Lagoa, no estado da Paraíba - Brasil, pela análise dos parâmetros: densidades de indivíduos e de fustes; vitalidade, qualidade e quantificação de biomassa de fuste. Foi empregada amostragem sistemática com 25 parcelas de 400 m² (20 x 20 m) em malha retangular de 150 x 150 m para cada área. Foram medidos todos os indivíduos arbustivos e arbóreos maior que 6 cm de CAP, sendo avaliado: o número e a altura de bifurcação, a vitalidade e a qualidade de fuste, sendo feita, ainda, a classificação das espécies por categoria de uso. Para a quantificação de biomassa foram cubados 56 fustes, sendo 44 selecionados para o ajuste dos modelos e 12 utilizados para validação das equações selecionadas. Na vegetação de Caatinga de São José do Bonfim e de Lagoa predomina a bifurcação de fuste e para Itaporanga predomina fuste único. Das 14 espécies comuns nas três áreas, dez apresentam o mesmo comportamento em relação à bifurcação, sendo de fuste único Handroanthus impetiginosus, Commiphora leptophloeos, Jatropha molissima, Manihot carthaginensis subsp. Glaziovii e Mimosa ophthalmocentra. Por sua vez, as espécies Combretum leprosum, Erythroxylum Caatinga, Libidibia ferrea, Poincianella pyramidalis e Mimosa tenuiflora apresentaram bifurcação. A vitalidade/sanidade de fustes é baixa em São José do Bonfim e Itaporanga e superior em Lagoa. As três áreas de estudo apresentam distribuição de fustes sem descontinuidade em J Invertido. As espécies de maior densidade de indivíduos e/ou de fustes e de maior gama de categorias de usos são: em São José do Bonfim: Poincianella pyramidalis, Croton blanchetianus, Mimosa tenuiflora, Bauhinia cheilantha, Aspidosperma pyrifolium, Combretum leprosum e Mimosa ophthalmocentra; em Itaporanga: Croton blanchetianus, Myracrodruon urundeuva, Amburana cearenses, Poincianella pyramidalis, Combretum leprosum, Mimosa ophthalmocentra, Annona leptopetala, Callisthene minor e Sigmatanthus trifoliatus; e em Lagoa: Croton blanchetianus, Peltogyne pauciflora, Aspidosperma riedelii, Gymnanthes boticario, Myrciaria floribunda, Luehea ochrophylla, Senegalia polyphylla, Eugenia stictopetala, Croton nepetifolius, Erythroxylum nummularia, Maytenus erythroxyla, Eugenia flavescens, Helicteres heptandra, Senna macranthera e Croton heliotropiifolius. A vegetação de Lagoa é a de maior produção de biomassa e de melhor relação desta com a vitalidade/qualidade de fustes.
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Florística e estrutura da comunidade arbórea de um remanescente florestal ripário no município de Guariba, Estado de São Paulo, Brasil. Floristic and structure of the arboreal community of riparian forest remain at Guariba municipality, São Paulo State, B

Florística e estrutura da comunidade arbórea de um remanescente florestal ripário no município de Guariba, Estado de São Paulo, Brasil. Floristic and structure of the arboreal community of riparian forest remain at Guariba municipality, São Paulo State, B

A expansão da fronteira agrícola, com a cultura cafeeira e canavieira, foi a principal responsável por dizimar a Mata Atlântica. Nos processos de degradação não foram poupadas nem mesmo as áreas de preservação permanente, sendo que a agricultura sempre foi o principal fator causador de degradação dos ecossistemas ciliares (Rodrigues & Gandolfi, 2000). Para Lima & Zakia (2001), devido à elevada freqüência de alterações que ocorrem na zona ripária, a vegetação que ocupa essa área deve, em geral, apresentar uma alta variação em termos de estrutura e distribuição espacial.
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Tratamento do cancro da cavidade oral – Normas de Orientação Clínica

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Existe evidência de que, se o primeiro tratamento não for cirúrgico devem ser observados os tempos de resposta considerados clinicamente adequados Existe evidência de que o[r]

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Tratamento do Carcinoma Medular da Tiroide – Normas de Orientação Clínica

Tratamento do Carcinoma Medular da Tiroide – Normas de Orientação Clínica

B. A proposta da presente Norma foi elaborada por Maria João Guerreiro Martins Bugalho (coordenação científica), Elsa Fonseca, Fernando José Cravo Rodrigues, Joaquim Luís Duarte Raposo, José Dinis Bastos Lima da Silva, Leila Khouri Barandiaran, Lucília Maria Marques Garnel Mafra Salgado, João Capela Costa e Maria Evelina L. V. Mendonça Maia Seco.

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