Top PDF Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) no Estado de Roraima, Brasil. II. Espécies coletadas na Região Norte.

Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) no Estado de Roraima, Brasil. II. Espécies coletadas na Região Norte.

Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) no Estado de Roraima, Brasil. II. Espécies coletadas na Região Norte.

São reportadas vinte, e oito espécies na região elevando o total para cinquenta e seis conhe cidas para o Estado... SUMMARY.[r]

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Espécies de flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) coletadas em ambiente urbano em municípios com transmissão de Leishmaniose Visceral do Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.

Espécies de flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) coletadas em ambiente urbano em municípios com transmissão de Leishmaniose Visceral do Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.

O Clima, segundo classiicação de Koppen, ocorrem em Mato Grosso do Sul dois tipos: o de maior abrangência na área é o AW (clima tropical úmido com estação chuvosa no verão e seca no inverno) e o CFA (clima mesotérmico úmido sem estiagem) em que a temperatura do mês mais quente é superior a 22ºC, apresentando no mês mais seco uma precipitação superior a 30 mm, sendo sua área de ocorrência localizada ao sul do Estado. Todavia, de acordo com a classiicação dos climas biológicos proposta por Bagnouls & Gaussen (1957), ocorrem no Estado, três sub- regiões climáticas: a Termoxeroquimênica atenuada, de ocorrência na região da Bodoquena, na região centro-oeste do Estado e arredores da microrregião de Paranaíba, onde as temperaturas médias do mês mais frio estão entre 20ºC e 24ºC e as precipitações anuais chegam a 1.500 mm. O período seco normalmente é de 3 meses; a mesoxeroquimênica modiicada, que engloba as regiões sudoeste, centro-sul e nordeste do Estado, onde as temperaturas médias do mês mais frio, variam de 18ºC a 20ºC, o período seco estende-se até cinco meses e a precipitação é regular entre 1.000 a 1.700 mm. anuais; e a Eumesaxérica que incide na região sul do Estado, onde a curva térmica é sempre positiva, o período seco ausente, apresenta precipitação regulares durante o ano entre 1.400 a 1.700 mm. As temperaturas médias do mês mais frio estão entre 14ºC e 15ºC, sendo que as mínimas absolutas de inverno são baixas, de 4ºC a 6ºC, nas invasões polares de inverno.
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Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) em um sistema agroflorestal da Região Metropolitana de Natal, Rio Grande do Norte, Brasil

Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) em um sistema agroflorestal da Região Metropolitana de Natal, Rio Grande do Norte, Brasil

Os flebotomíneos se destacam como importantes transmissores das leishmanioses. As fêmeas necessitam realizar repasto sanguíneo, o que as possibilita veicular protozoários do gênero Leishmania, que podem originar a leishmaniose visceral (LV) ou a leishmaniose tegumentar americana (LTA), além de transmitirem outros parasitos. As leishmanioses são enfermidades de ampla importância e distribuição mundial, cuja infecção é conseqüente da interação dos animais reservatórios com o inseto vetor, o protozoário parasito e o hospedeiro sadio. No Rio Grande do Norte (RN) esses insetos são importantes transmissores da LV, que geralmente se apresenta de forma mais grave e ocorre principalmente na região metropolitana, tendo o cão como principal reservatório, e Lutzomyia longipalpis como vetor. A LTA está mais presente nas áreas serranas do estado. Além da hematofagia, exercida pelas fêmeas, ambos os sexos necessitam ingerir carboidratos, que são essenciais para as necessidades energéticas dos flebotomíneos e podem interferir no desenvolvimento da Leishmania. O objetivo desse estudo foi levantar a ocorrência e abundância de flebotomíneos nos diversos ambientes da fazenda da Empresa de Pesquisas Agropecuárias do RN, no Município de Parnamirim, buscando relacionar essa ocorrência com referenciais climatológicos, biológicos e hábitos alimentares. Foram realizadas 03 coletas consecutivas mensais com armadilhas CDC em um fragmento de Mata Atlântica, em uma residência, e em plantações de cajueiro, de coqueiro anão e gigante, de mangueira, de bananeira, de eucalipto, acácia, feijão e em criação de caprinos. Foram coletados 1241 flebotomíneos de oito espécies, Lutzomyia evandroi, Lutzomyia longipalpis, Lutzomyia shannoni, Lutzomyia sordellii Lutzomyia walkeri, Lutzomyia wellcomei, Lutzomyia whitmani, e Lutzomyia
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Baetidae (Insecta, Ephemeroptera) ocorrentes em Roraima, Brasil: novos registros e chaves para gêneros e espécies no estágio ninfal.

Baetidae (Insecta, Ephemeroptera) ocorrentes em Roraima, Brasil: novos registros e chaves para gêneros e espécies no estágio ninfal.

As espécies Camelobaetidius ortizi, Cloeodes barituensis, Paracloeodes pacawara e Waltzoyphius roberti foram reporta- das pela primeira vez para o Brasil, elevando o número de espécies conhecidas da família para 75. A Região Norte, por sua vez, tida como uma das mais conhecidas com relação à fauna de Ephemeroptera do país (Salles et al. 2004b), teve 14 novos registros de espécies. Além disso, os gêneros Baetodes Needham & Murphy, 1924, Cloeodes Traver, 1938 e Rivudiva Lugo-Ortiz & McCafferty, 1998 não haviam sido registrados para a essa região anteriormente (Salles et al. 2004b; Pes et al. 2007; Salles 2007). Ressaltamos ainda o fato de terem sido encontrados, no estado de Roraima, um gênero e duas novas espécies de Baetidae. Apesar de muitos estudos serem desen- volvidos no país acerca da taxonomia do grupo, é extrema- mente rara a descoberta de um novo gênero. O elevado núme- ro de novas ocorrências reafirma o baixo conhecimento sobre a distribuição da família no Brasil, que apresenta registros apenas pontuais. É importante observar que, apesar do eleva- do conhecimento a respeito da fauna de Baetidae na Região Norte, a informação disponível sobre os estados do Acre, Amapá, Rondônia e Tocantins permanece praticamente inexistente. Desta forma, a ampliação de inventários nessas áreas do país é essencial para o conhecimento dos Baetidae da RegiãoNorte e, conseqüentemente, do Brasil.
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FLEBOTOMÍNEOS DE MUNICÍPIOS DO NORTE DO ESTADO DO PARANÁ, SUL DO BRASIL Norberto Assis Membrive (1) , Gesse Rodrigues (1) , Umberto Membrive (1) , Wuelton Marcelo Monteiro (2) , Herintha Coeto Neitzke (2) , Maria Valdrinez Campana Lonardoni (2) , Thaís Go

FLEBOTOMÍNEOS DE MUNICÍPIOS DO NORTE DO ESTADO DO PARANÁ, SUL DO BRASIL Norberto Assis Membrive (1) , Gesse Rodrigues (1) , Umberto Membrive (1) , Wuelton Marcelo Monteiro (2) , Herintha Coeto Neitzke (2) , Maria Valdrinez Campana Lonardoni (2) , Thaís Go

M. migonei, N. neivai, N. whitmani, P. fischeri e P. pessoai têm sido constantes em ambientes antrópicos em áreas endêmicas de LTA, no estado do Paraná (Luz et al., 2000; Teodoro et al., 2001a; 2001b; 2003). Como as espécies M. migonei e N. whitmani já foram assinaladas com infecção natural por protozoários do gênero Leishmania, em outras regi- ões do Brasil (Azevedo et al., 1990a; 1990b), não se descarta a possibili- dade desses flebotomíneos estarem envolvidos na transmissão desses protozoários nos municípios em pauta. Ressalte-se que a espécie Leishmania (Viannia) braziliensis já foi isolada de N. whitmani, no norte de Paraná (Luz et al., 2000). O flebotomíneo descrito nesta região como N. neivai é parte do complexo L. intermedia s.λ. (Marcondes, 1996), daí a possibilidade da primeira espécie também estar envolvida na epidemiologia da LTA nesse estado.
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Duas espécies novas de Macrophyllodromia do Estado do Acre, Brasil (Blattaria, Blattellidae) coletadas em ninhos de vespas.

Duas espécies novas de Macrophyllodromia do Estado do Acre, Brasil (Blattaria, Blattellidae) coletadas em ninhos de vespas.

reto e entorno lateral arredondado; disco central circular, abas laterais amplas. Tégminas desenvolvidas, longas, ultrapassando o ápice dos cercos (Fig. 14). Campo marginal levemente côncavo, bem marcado, subcostal sinuosa e bifurcada próximo ao ápice; campo escapular convexo e reto; campo discoidal curvo no ápice da tégmina e reto próximo ao campo anal, apresentando nove a dez nervuras bem evidentes. Pernas desenvolvidas e espinhosas. Face ântero-ventral do fêmur I com uma série de espinhos que decrescem gradativamente em tamanho da base em direção à região mediana, retomando levemente o crescimento em direção ao ápice, terminando em três espinhos apicais desenvolvidos; face póstero- ventral com quatro espinhos espaçados e um apical. Fêmures II e III com espinhos esparsos, com distribuição semelhante nas faces ântero- e póstero-ventrais. Pulvilos em todos os artículos tarsais; arólios desenvolvidos, menores que as unhas, estas simples e simétricas.
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Levantamento de Orchidaceae em quatro fragmentos de Campos de Altitude em Campos do Jordão, SP, Brasil.

Levantamento de Orchidaceae em quatro fragmentos de Campos de Altitude em Campos do Jordão, SP, Brasil.

Ao todo foi coletado, durante o período de 12 meses, um total de 12 espécies em nove gêneros, sendo os mais representativos Coppensia com três espécies, sendo duas terrícolas e uma epífita e Habenaria com duas espécies terrícolas; os demais gêneros foram representados por apenas uma espécie. Predominaram as plantas terrícolas devido à restrição do inventário a áreas de vegetação campestre, porém algumas poucas epífitas foram encontradas em árvores isoladas no campo e foram consideradas neste inventário. Nenhuma espécie rupícola foi registrada para a região devido à ausência de formações rochosas na área de estudo. A análise de materiais de herbários permitiu que fossem encontradas mais 13 espécies de Orchidaceae coletadas em campos de altitude de outras localidades dentro do município de Campos do Jordão, e que não estão registrados em publicações, são essas: Brachystele subfiliformes, Cranichis candida, Gomesa gomezoides, G. ramosa, Habenaria achalensis, H. balansae, H. edwallii, H. melanopoda, H. secunda, H. subviridis, Liparis vexillifera e Coppensia montana. Chave para identificação das espécies de Orchidaceae dos Campos de Altitude em Campos do Jordão 1. Plantas epífitas
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Mortalidade por doenças cardiovasculares na população adulta: um estudo têmporo-espacial e demográfico para as microrregiões brasileiras entre 1996 e 2010

Mortalidade por doenças cardiovasculares na população adulta: um estudo têmporo-espacial e demográfico para as microrregiões brasileiras entre 1996 e 2010

A partir das últimas décadas do século passado, seguindo tendência mundial, observa-se no Brasil dois processos que tem produzido importantes mudanças no perfil das doenças ocorrentes em sua população. O primeiro, a Transição Demográfica (THOMPSON, 1929; NOTESTEIN, 1945; DAVIS, 1945; LEE, 2003), com significativa diminuição das taxas de mortalidade, fecundidade e aumentos substanciais na expectativa de vida. Como resultado, e logo após um crescimento da população em idade adulta (15 a 59 anos), verifica-se progressivo aumento da proporção de idosos em relação aos demais grupos etários, tendência que deverá se ampliar nas próximas décadas, inclusive no Brasil. De acordo com estimativas do Department of Economic and Social Affairs (DESA, 2011), das Nações Unidas, em 2100, se comparado ao ano de 2011, o percentual de pessoas com idade acima de 60 anos no mundo passará de 11,0% para 30,0%; e o percentual de pessoas com 80 ou mais anos de idade irá crescer de 2,0% para 9,0% (DESA, 2011). O segundo, caracterizado por importante mudança no perfil de morbimortalidade, a Transição Epidemiológica (OMRAN, 1971; HORIUCHI, 1999) que, no Brasil, se apresenta ainda com importantes diversidades regionais decorrentes das diferenças socioeconômicas e de acesso aos serviços de saúde, resultando no que foi chamado de “modelo tardio-polarizado” (FRENK et al., 1991; ARAÚJO, 1992; SCHRAMM et al., 2004; ARAÚJO, 2012). Nesse modelo de transição temos, em distintas regiões brasileiras, a ocorrência ainda alta de doenças infecciosas e o crescimento da mortalidade por doenças crônicas não tr ansmissíveis (DCNTs), em particular, as cardiovasculares, “que representavam apenas 12% na década de 30 e são, atualmente, as principais causas de morte em todas as regiões brasileiras, respondendo por quase um terço dos óbitos”; e os cânceres, que em 1930 representavam algo em torno de 2 a 3% e, mais recentemente, são responsáveis por 17 a 18% das causas de morte ocorridas no Brasil (BRASIL, 2005).
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Ampliação da distribuição geográfica de três espécies de Utricularia (Lentibulariaceae) para o bioma Mata Atlântica.

Ampliação da distribuição geográfica de três espécies de Utricularia (Lentibulariaceae) para o bioma Mata Atlântica.

Utricularia A.St.-Hil. compreende mais de 220 espécies herbáceas palustres e aquáticas (Müller et al. 2006; Taylor 1989) e apresenta distribuição cosmopolita, com maior riqueza nas regiões tropicais e subtropicais (Taylor 1989). Suas espécies caracterizam-se pela presença de armadilhas utriculiformes adaptadas para a captura e digestão de pequenos organismos (Rutishauser et al. 1992)

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A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

The present study discusses the challenge for implementing a meritocratic system of accountability and performance evaluation in Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG - State Department of Education of Minas Gerais) from the Individual Performance Assessment (ADI) and Special Performance Assessment (AED) processes. In 2014, the SEE/MG changed the evaluation process methodology for the administrative staff performance by adopting the assessment throughout competences in the perspective of performance management. The complexity of the implementation phase intrinsic to public policies, in addition to meet with numerous obstacles in previous years (2004-2013), and the necessary adjustments to its effectuation in SEE/MG incentivated this study. We seek to identify the verified resistance during the implementation of the evaluation processes for the performance in SEE / MG as the general goal, in order to propose measures that support the evaluation effectiveness of the active administrative staff performances in the central and regional units of SEE/MG. It deals with descriptive research concerning to a qualitative approach. In this conducted case study, managers responsible for implementing the evaluation for competency in the State Departments of Planning and Management (SEPLAG/MG), Agriculture, Livestock and Supplies (SEAPA/MG), Finance (SEF/MG) were interviewed by means of questionnaires, sought to investigate the perception of workers involved in the implementation process in SEE/MG. The research demonstrated that the consolidation of performance evaluation policy at the state public service surpass the development of evaluative techniques or legal procedures. In order to reduce former and new resistances, evidenced primarily by the misunderstanding of the methodology, lack of credibility in the process and disengagement of the evaluators, an online course was offered to managers and to the ones responsible for the process implementation in SEE/MG, and also a broad study on the evaluation of competences with the development of an instrument to assess the necessary technical competences for the performance of multiple career positions of SEE/MG.
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Cerca de metade do total emitido de CO 2 no setor MUT entre 1990-2015 ocorreu em dois Estados: Mato Grosso (27%) e Pará (23%) (Figura 5). Esses Estados localizam-se no bioma Amazônia e historicamente revezam entre si o posto de campeões do desma- tamento. Boa parte do desmatamento recente em ambos está associada às atividades agropecuárias e à especulação fundiária, sobretudo no Pará. Outro fator que influen- cia essa alta concentração de emissões é a perda da floresta em uma região com alto estoque de biomassa, como é o caso do bioma Amazônia. Em 2015, o Pará liderou o ranking, com 18% das emissões do setor MUT. Mato Grosso e Rondônia seguiram com 17% e 9%, respectivamente.
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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Em sua NDC, o Governo brasileiro apresenta metas de redução de emissões com abran- gência válida para “todo o território nacional, para o conjunto da economia, incluindo CO 2 , CH 4 , N 2 O, perfl uorcarbonos, hidrofl uorcarbonos e SF 6 ”. No documento “Fundamentos para a elaboração da Pretendida Contribuição Nacionalmente Determinada (iNDC) do Brasil no contexto do Acordo de Paris sob a UNFCCC” as metas são detalhadas para cada um dos cinco setores cujas emissões são estimadas na “Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima” (MCTI, 2016). Nesta seção são discutidas as metas propostas para os setores de Energia e PIUP e são apresentadas comparações entre a evolução histórica das emissões, a meta proposta pela NDC brasileira e a meta da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). O Quadro 3, a seguir, apresenta um histórico (1990 e 2005) e as metas publicadas pelo governo brasileiro para as emissões associadas aos setores de Energia e PIUP e para as emissões totais.
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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

Um outro marco histórico relevante dos compromissos climáticos ocorreu na vigésima primeira Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança Cli- mática (COP21), realizada em novembro de 2015 em Paris, e que reuniu 195 países (in- cluindo União Europeia) e culminou na elaboração do Acordo de Paris, que tem objetivo conter o aumento da temperatura média global em menos do que 2°C acima dos níveis pré-industriais e envidar esforços para limitar esse o aumento a 1,5°C, reconhecendo que isso reduziria de maneira significativa os riscos e os impactos da mudança climática. Essa meta deverá ser atingida por meio da soma de esforços dos 195 países signatários, incluindo o Brasil, através de suas NDCs ou Contribuições Nacionalmente Determinadas (termo em português). A NDC é o documento apresentado pelos países ao Secretaria- do da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Ele contém as ações pretendidas de cada governo para que as metas de redução das suas emissões de GEE sejam atingidas.
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Amphibia, Anura, Hylidae, Phyllomedusa azurea: distribution extension.

Amphibia, Anura, Hylidae, Phyllomedusa azurea: distribution extension.

Santos, T. G., D. C. Rossa-Feres, and L. Casatti. 2007. Diversidade e distribuição espaço-temporal de anu- ros em região com pronunciada estação seca no sudeste do Brasil. Iheringia (Zoologia) 97(1): 37-49. Vasconcelos, T. S. and D. C. Rossa-Feres. 2005.

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Influências de Usinas Hidrelétricas no Funcionamento Hidro-Ecológico do Pantanal Mato-Grossense - Recomendações

Influências de Usinas Hidrelétricas no Funcionamento Hidro-Ecológico do Pantanal Mato-Grossense - Recomendações

1. Formar, em curto prazo, um Grupo de Trabalho sobre o Pantanal – GTP, com participação multi-institucional (inter-ministerial, inclusive) e multi-disciplinar para, com base nas informações científicas existentes sobre a bacia do Alto Paraguai e Pantanal, formular diretrizes específicas para a sustentabilidade da região, levando em consideração a base científica já existente (Plano de Conservação da Bacia do Alto Paraguai - PCBAP, Fundo para o Meio Ambiente Mundial ou Global Environmental Facility - GEF Alto Paraguai, etc.) para a conservação dos processos ecológicos que regem o funcionamento deste ecossistema. O GTP deverá ser um fórum legítimo no que se refere ao respaldo da sociedade civil, dos governos estaduais, federal e da comunidade científica;
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Controle de flebotomíneos com DDT, em àrea endêmica de leishmaniose tegumentar no estado do Paraná, sul do Brasil.

Controle de flebotomíneos com DDT, em àrea endêmica de leishmaniose tegumentar no estado do Paraná, sul do Brasil.

Embora o número de flebotomíneos tenha diminuído significativamente após a dedetização, esta devia ter sido realizada do início de outubro até meados de novembro, pois o efeito residual do DDT seria mais eficaz justamente no período em que a população de flebotomíneos tende a ser maior, na área onde foi realizado este trabalho. A população destes insetos, com predomínio de L. whitmani, no noroeste do Paraná tem sido bem mais elevada nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril (Teodoro, 1995; Teodoro et al, 1993).

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Phlebotominae (Diptera: Psychodidae) de Lagoas, município de Buriticupu, Amazônia Maranhense. I - Riqueza e abundância relativa das espécies em área de colonização recente.

Phlebotominae (Diptera: Psychodidae) de Lagoas, município de Buriticupu, Amazônia Maranhense. I - Riqueza e abundância relativa das espécies em área de colonização recente.

Em Lagoas houve uma tendência dos flebotomíneos preferirem o ambiente florestal. Este padrão ficou claro quando se observou que das 38 espécies encontradas, 35 (94,7%) ocorreram na mata, enquanto 14 (36,8%) estavam no ambiente extraflorestal com 6 (15,8%) ocorrendo dentro das habitações humanas. Observou-se também que 11 espécies estiveram presentes tanto no ambiente florestal quanto no extra florestal. Neste grupo, as espécies tenderam a apresentar maior densidade no ambiente florestal, destacando-se L. whitmani, L. migonei, L. serrana, L. shannoni e L.claustrei; enquanto L. evandroi e L. termitophila tenderam a ocorrer com maior abundância no ambiente domiciliar.
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Pesquisa de infecção natural de flebotomíneos por Leishmania, no Estado do Paraná.

Pesquisa de infecção natural de flebotomíneos por Leishmania, no Estado do Paraná.

A leishmaniose tegumentar americana tem sido notificada em todos os estados do Brasil e no Paraná essa doença é endêmica. O objetivo deste trabalho foi detectar a infecção natural de flebotomíneos para verificar a competência vetorial destes insetos e a identificação da espécie parasitária. Os flebotomíneos foram coletados com armadilhas de Falcão e Shannon, nos municípios de Doutor Camargo, Fênix e Mandaguari, de novembro de 2005 a agosto de 2006. Coletaram-se 12.930 flebotomíneos, dos quais 2.487 fêmeas foram dissecadas e destes 1.230 fêmeas foram submetidas à reação em cadeia da polimerase. Pelo método da dissecação, foi detectada uma fêmea de Nyssomyia whitmani com infecção natural por flagelados e pela reação em cadeia da polimerase não se detectou a presença de DNA de Leishmania em nenhuma das fêmeas. Apesar de não ter sido detectada a infecção natural de Nyssomyia neivai nas localidades em apreço e ainda que os requisitos de incriminação vetorial não tenham sido atendidos, não se deve negligenciar o potencial vetorial desta espécie.
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Análise do viroma em espécies arbóreas

Análise do viroma em espécies arbóreas

2 different environments. In this context, 60 symptomatic seedlings of tree species, distributed in 27 botanical species and classified into 14 families, were collected in Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) nursery environment. The samples were analyzed in pool and had their RNA extracted by a Trizol protocol after semi-purification procedure in order to enrich viral particles. After this procedure, a compose sample was formed and sent for sequencing at Universidade Católica de Brasília (UCB) by NGS (Next Generation Sequencing) technology using the Illumina platform Miseq. The results from the genomic analysis produced 2,162 contigs, which were compared with database results BLASTX (Basic Local Alignment Search Tool) program. From the sequencing was obtained with a genome 9529 nucleotides (nt) was initially identified as Hovenia dulcis associated virus (HDAV). Specific primers were designed and synthesized for viral detection in plants used in this study. By RT-PCR it was possible to viral detection in a sample of grape Para (Hovenia dulcis). Due to the low percentage of identity of viral species with species Dicistroviridae genus and the difference in host of the virus, it is proposed a new member of Picornavirales order to house this species detected. Phylogenetic analysis of the fields (PRO) and dependent RNA polymerase RNA polymerase (POL) put this virus on a branch near the Picornaviridae family). Also based on the result of NGS sequences of other viral species were obtained and are listed below: Cowpea mild mottle virus - CPMMV (genus Carlavirus and family Betaflexiviridae), Eupatorium vein clearing virus (genus Caulimovirus and family Caulimoviridae), Strawberry vein banding virus - SVBV (genus Caulimovirus and family Caulimoviridae), Cowpea severe mosaic virus - CPSMV (genus Comovirus and family Secoviridae), Broad bean wilt virus - BBWV (genus Fabavirus and family Secoviridae) and Mikania micrantha mosaic virus - MMMV (genus Fabavirus and family Secoviridae).
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