Top PDF Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) no Estado de Roraima. III. Listagem das espécies no Estado.

Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) no Estado de Roraima. III. Listagem das espécies no Estado.

Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) no Estado de Roraima. III. Listagem das espécies no Estado.

FLEBOTOMÍNEOS (DIPTERA: PSYCHODIDAE) NO ESTADO DE RORAIMA.. LISTAGEM DAS ESPÉCIES NO ESTADO..[r]

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Flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) de área de transmissão de leishmaniose tegumentar americana, no município de Itupeva, região sudeste do Estado de São Paulo, Brasil.

Flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) de área de transmissão de leishmaniose tegumentar americana, no município de Itupeva, região sudeste do Estado de São Paulo, Brasil.

A distribuição horária das quatro espécies mais abundantes pode ser observada através das coletas realizadas em armadilha de Shannon (Figura 4). Estas espécies apresentaram maior atividade entre a segunda e a quinta hora após o crepúsculo vespertino, atingindo um pico na terceira hora. As coletas realizadas durante períodos de 12 horas não possibilitaram análises comparativas entre o primeiro e o segundo turno, devido ao número reduzido de indivíduos coletados nestas ocasiões.

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Flebotomíneos do Estado de Tocantins, Brasil (Diptera: Psychodidae).

Flebotomíneos do Estado de Tocantins, Brasil (Diptera: Psychodidae).

Estado de Tocantins, tendo capturado L. whitmani em São Sebastião do Tocantins e em Itacajá, sendo que neste último município coletaram também Lutzomyia gomezi (Nitzulescu). Além dessas duas espécies, mais 15 já foram citadas para este estado. Neste artigo, relata-se pela primeira vez a presença de L. longipalpis, L. carmelinoi, L. longipennis, L. sallesi, L. bourrouli, L. aragaoi, L. flaviscutellata, L. micropyga, L. saulensis, L. bacula, L. oswaldoi, L. campbelli, L. claustrei, L. rorotaensis, L. tuberculata e L. walkeri, além do gênero Brumptomyia que não havia sido ainda registrado para o Estado de Tocantins, representado pelas espécies B. avellari e B. brumpti. Desta forma, a fauna flebotomínica deste estado fica composta, até o momento, por 35 espécies já descritas.
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Lista de espécies de Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) do Estado de São Paulo, Brasil, com comentários sobre sua distribuição geográfica.

Lista de espécies de Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) do Estado de São Paulo, Brasil, com comentários sobre sua distribuição geográfica.

Este trabalho também inclui a distribuição das espécies de flebotomíneos no estado de São Paulo por município, para auxiliar as atividades de vigilância e controle entomológico de vetores de LC e LV. Entretanto, nosso checklist não deve ser considerado exaustivo, pois o número de espécies flebotomíneos registrado continua a crescer, conforme novas espécies são descritas ou registradas pela primeira vez para a região, especialmente como resultado do trabalho entomológico desenvolvido pela SUCEN/SES-SP dentro do Programa de Vigilância e Controle das Leishmanioses do estado de São Paulo. Os registros de distribuição geográfica para as espécies que listamos refletem resultados de áreas nas quais a maior parte das coletas entomológicas foi realizada, primariamente por causa da importância epidemiológica destas áreas (i.e. áreas de transmissão de leishmanioses, maior densidade populacional e/ou uso intensivo da terra). Os flebotomíneos, portanto, não estão necessariamente ausentes daqueles municípios em que não há registros ou há registros de poucas espécies, já que isso pode ser um reflexo do escasso trabalho entomológico realizado nessas áreas. Assim, entre as espécies registradas mais comuns encontradas no estado de São Paulo estão os vetores suspeitos ou incriminados de leishmanioses, principalmente LC. De maneira geral, há evidência de que pelo menos uma das sete espécies suspeitas ou incriminadas de LC ou LV ocorre em 195 (30.2%) dos municípios de São Paulo. Para os 450 municípios restantes, não foi possível localizar registros de nenhuma das sete espécies de vetores suspeitos ou incriminados de leishmanioses. Nos municípios sem registros de flebotomíneos, estes insetos podem ter sido pesquisados, mas não encontrados, ou a coleta entomológica foi inapropriada ou os resultados nunca foram publicados formalmente. Embora não tenha sido possível encontrar evidência da ocorrência de flebotomíneos nestes locais, é possível que uma ou mais das sete espécies de vetores de leishmanioses: L. longipalpis, M. migonei, N. intermedia, N. neivai (considerada sinônimo júnior de
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Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) no Estado de Roraima, Brasil. II. Espécies coletadas na Região Norte.

Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) no Estado de Roraima, Brasil. II. Espécies coletadas na Região Norte.

São reportadas vinte, e oito espécies na região elevando o total para cinquenta e seis conhe cidas para o Estado... SUMMARY.[r]

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THIAGO VASCONCELOS DOS SANTOS FOTOMICROGRAFIA DIGITAL PARA ESTUDOS TAXONÔMICOS DE FLEBOTOMÍNEOS DO SUBGÊNERO Psychodopygus DO ESTADO DO PARÁ - BRASIL

THIAGO VASCONCELOS DOS SANTOS FOTOMICROGRAFIA DIGITAL PARA ESTUDOS TAXONÔMICOS DE FLEBOTOMÍNEOS DO SUBGÊNERO Psychodopygus DO ESTADO DO PARÁ - BRASIL

As espécies de Psychodopygus (abreviada como Ps.) eram agrupadas na primeira revisão taxonômica informalmente em 3 ou mais séries ou complexos, baseados em caracteres masculinos e usualmente femininos (MARTINS et al., 1978). A partir destas considerações os mesmos autores e YOUNG e DUNCAN (1994) classificaram este subgênero nas seguintes séries: 1-squamiventris, machos com dististilo apresentando um espinho terminal e três cerdas menores sub-apicais, parâmero com uma fila de cerdas sub-transversas, basistilo bilobado ou não; 2- guyanensis: machos apresentando dististilo como grande espinho terminal e três cerdas ou espinhos sub-apicais menores; 3- davisi: machos apresentando cinco espinhos no dististilo; 4-panamensis: parâmero sem armadura dorsal. Alguns flebotomíneos ainda permanecem à categoria de subspécies, entretanto a maioria já está elevada à categoria específica (DUJARDIN e LE PONT, 2000). A partir dos anos 2000, pode-se considerar que, com análise filogenética, a classificação segue aproximadamente 34 espécies descritas em 6 séries distintas, conforme a tabela 4 (GALATI, 2003a).
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Entada (Leguminosae, Mimosoideae) em Roraima, Brasil.

Entada (Leguminosae, Mimosoideae) em Roraima, Brasil.

Figura 1 – Entada (Leguminosae) em Roraima, Brasil – a-b. E. polyphylla – a. ramo com flores; b. ramo com frutos imaturos. c-e. E. polystachya – c. ramo com flores; d. detalhe dos racemos espiciformes; e. ramo com frutos maduros. f-g. E. simplicata – f. indivíduo jovem (ca. 8 meses), com a raque dos folíolos terminais modificada em gavinhas; g. ramo com folhas. h-i. ambiente de ocorrência de E. simplicata na Serra Grande, município do Cantá – h. borda de floresta tropical de encosta, em meio a afloramentos rochosos graníticos; i. detalhe de um indivíduo em uma fenda entre dois matacões de granito. Crédito das fotos: a. Christiane Silva da Costa; b,e. Andréia Silva Flores; c-d,f. Rodrigo Schütz Rodrigues; g-i. Ricardo de Oliveira Perdiz.
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ALDENILSE ARAÚJO DA SILVA POLÍTICA DE DESCENTRALIZAÇÃO E APOIO À GESTÃO DAS ESCOLAS NO AMAZONAS

ALDENILSE ARAÚJO DA SILVA POLÍTICA DE DESCENTRALIZAÇÃO E APOIO À GESTÃO DAS ESCOLAS NO AMAZONAS

A despeito de esse ordenamento estar vigente, Oliveira (2007) mostrou graves problemas no que se refere à atuação da União diretamente nas escolas dos estados e municípios, e o consequente enfraquecimento de seus sistemas de ensino, quando, ao contrário, deveria fortalecer, como pode ser observado na citação anterior. Podemos dizer que no Brasil, no encontro com os dispositivos legais, a descentralização proposta ganha forma através da redefinição do papel do Estado, consolidada no Plano Diretor da Reforma e Administração do Estado (PDRAE). Essa reforma apontava a descentralização e a redução dos níveis hierárquicos como essenciais, afirmando que a administração pública deve ser permeável a uma maior participação dos agentes privados e/ou das organizações da sociedade civil. A orientação geral consistia em deslocar a ênfase dos procedimentos [meios] para os resultados [fins] (PEREIRA, 1995).
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MARCIA CRISTINA DA MOTA SALES GESTÃO DE RESULTADOS ESCOLARES: UM ESTUDO DAS ESCOLAS ESTADUAIS NO MUNICÍPIO DE BARCELOS (AM)

MARCIA CRISTINA DA MOTA SALES GESTÃO DE RESULTADOS ESCOLARES: UM ESTUDO DAS ESCOLAS ESTADUAIS NO MUNICÍPIO DE BARCELOS (AM)

A presente dissertação, desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora, trata do caso da gestão de resultados nas escolas estaduais do município amazonense de Barcelos. A preocupação com a gestão de resultados passou a influenciar as políticas públicas educacionais do governo estadual a partir do início dos anos 2000 com as demandas representadas pelos resultados das avaliações externas. As três escolas estaduais de Barcelos, campo de atuação profissional da autora da pesquisa, assim como as demais escolas do estado, foram impactadas por essas políticas. Com base nesse aspecto, a questão de investigação que norteou a pesquisa buscou compreender como a gestão das três escolas tem se articulado para alcançar a eficácia escolar pretendida pelo estado. O objetivo geral foi analisar o movimento das equipes gestoras da rede estadual de Barcelos no contexto das políticas amazonenses relacionadas com a gestão de resultados. Para tal, realizamos a observação das escolas e analisamos os documentos escolares (dados referentes aos resultados de desempenho das escolas nas avaliações do SAEB e do SADEAM, e seus Projetos Políticos Pedagógicos; relatórios de fatores contextuais divulgados pelo Sistema de Avaliação de Desempenho Educacional do Amazonas, pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira e pelo portal QEdu). Além disso, aplicamos um questionário aos membros das equipes gestoras e entrevistamos as Gestoras e os Pedagogos das três escolas. A realização deste trabalho foi fundamentada nas discussões de Franco e Bonamino (2005), Sammons (2008), Polon (2009) e Lück (2009), autores que tratam das características das escolas eficazes, dos fatores
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALGIZA LOPES E SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALGIZA LOPES E SILVA

A presente dissertação é desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão em foco buscou analisar quais os papéis e as atribuições destinadas ao pedagogo e/ou apoio pedagógico na constituição da Resolução nº. 122/2010 em suas práticas diárias no acompanhamento das avaliações internas e externas em três escolas estaduais pertencentes à Coordenadoria Distrital de Educação 7 (CDE 7), na zona norte de Manaus, no estado do Amazonas. Os objetivos definidos para este estudo são o de investigar os sentidos atribuídos pela equipe escolar diante de uma política pública de monitoramento, que foi criada para auxiliar no processo de aprendizagem, além de visualizar como esses profissionais têm se comportado frente aos desafios e práticas diárias, expostas na resolução e nas demandas de trabalho. Para alcançar os objetivos, utilizamos como metodologia o estudo de caso, tendo por base a pesquisa qualitativa. Como procedimentos de pesquisa, utilizamos a aplicação de questionário de escala tipo Lickert aos 14 gestores de escolas de Ensino Fundamental I da CDE 7, para escolha das três escolas que serviram de campo da pesquisa. Usamos também a entrevista semiestruturada com pedagogos, apoios pedagógicos, professores de Matemática e Língua Portuguesa do 5º ano do Ensino Fundamental I e com o coordenador adjunto pedagógico desse nível de ensino da CDE 7. O referencial teórico da pesquisa se deu através do diálogo com os trabalhos de Cipriano Luckesi, Heloísa Lück, Hilda Micarello, Jamil Cury, Thelma Polon, entre outros. Os resultados apontaram para um desconhecimento da legislação que rege a avaliação da aprendizagem, para indícios da redução do currículo na tentativa de se adequar o uso das matrizes de referência e para a ausência de capacitação para pedagogos e apoios pedagógicos. Dados esses achados, propomos um Plano de Ação Educacional com estratégias de formação continuada que possam contribuir para práticas efetivas com as quais os profissionais das escolas poderão refletir sobre o uso dos resultados diagnósticos das avaliações internas e externas como mais um instrumento para a melhoria da qualidade da aprendizagem dos nossos alunos.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

Esses aspectos foram relevantes para a melhoria dos resultados e a sua aná- lise permite afirmar que as políticas de alfabetização estão se consolidando. Os re- sultados da intervenção pedagógica demonstram, comprovadamente, um cresci- mento significativo nos anos iniciais. Por meio dos sistemas de avaliação, que é um indicador de monitoramento dos avanços da educação, pode-se notar na Sedu/ES, em resposta a um ambiente de planejamento propício ao uso de objetivos e metas quantificáveis uma conexão entre as metas do governo, os resultados da escola e do Ideb, a tendência de melhoria dos resultados Em 2011, aconteceu a primeira on- da de avaliação do Paebes/Alfa para o 3º ano do Ensino Fundamental, o que já sina- lizou uma proficiência dos alunos da rede estadual superior aos da rede municipal, onde o programa de intervenção atua de forma prioritária. Não há políticas de bonifi- cação ainda desenvolvida no estado utilizando os resultados das avaliações como indicador de qualidade. O esforço feito pela SEE, juntamente com os professores, reflete o compromisso e a vontade de buscar melhores resultados.
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Caracterização da fauna recebida e avaliação dos procedimentos em Centros de Triagem de Animais Silvestres (CETAS)

Caracterização da fauna recebida e avaliação dos procedimentos em Centros de Triagem de Animais Silvestres (CETAS)

Foram anotados os dados referentes ao estágio de maturidade (“adulto, sub-adulto”, “jovem” ou “não informado”) e estado clínico dos animais, especialmente para aqueles que morreram ou chegaram mortos nos Centros ou que foram destinados a instituições autorizadas pelo IBAMA (zoológicos, criadouros conservacionistas e criadouros comerciais). Tendo em vista que esses espécimes não retornarão à natureza, a idade dos espécimes torna-se uma característica importante no que tange à fase reprodutiva desses indivíduos e, consequentemente, a sua função ecológica nos ecossistemas. Begon, Townsend e Harper (2006), mesmo que por métodos matemáticos, demonstraram que a fecundidade e sobrevivência são fatores fundamentais para a regulação do tamanho da população, havendo decréscimo deste em função de alterações reprodutivas. Portanto, conhecer as variações por idade pode fornecer informações úteis a respeito da disponibilidade de indivíduos para sucessivas estações reprodutivas.
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A GESTÃO DAS CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE (BA)

A GESTÃO DAS CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE (BA)

Ainda é muito arraigado nos gestores públicos o imaginário sobre a inferioridade do espaço rural, destinando a ele o que sobra no espaço urbano. Isto funciona não só com o mobiliário para as escolas do meio rural, mas também com os meios de transporte. Quanto aos educadores, eles não são concursados, mudam várias vezes de escola num mesmo ano letivo, têm baixa remuneração e suas condições de trabalho são extremamente precárias. O Movimento da Educação do Campo põe em questão o abandono das escolas rurais pelo Estado. A partir de suas práticas e suas lutas, vai construindo, simultaneamente ao seu desenvolvimento, uma nova concepção de escola. O movimento desencadeado pelos sujeitos coletivos de direito do campo interroga a tradicional escola rural na sua forma de ensinar, de lidar com o conhecimento, de tratar as relações sociais que dentro dela ocorrem, de recusar vínculos com a comunidade que está ao seu redor (MOLINA, 2011, p. 20).
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RAMON DOS REIS FREITAS PROTOCOLOS DE GESTÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: O USO DE FERRAMENTAS PARA APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

RAMON DOS REIS FREITAS PROTOCOLOS DE GESTÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: O USO DE FERRAMENTAS PARA APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

Após a apresentação da SEE e do CAEd, instituição que solicitou o desenvolvimento dos Protocolos e a instituição que desenvolveu o produto, respectivamente, a trajetória dos Protocolos até sua primeira versão apresentada à Secretaria de Estado de Educação de MG no capítulo anterior, traremos, neste capítulo, o referencial teórico da pesquisa. Ele foi empregado com o objetivo de embasar os conceitos relacionados à utilização dos Protocolos no contexto escolar, ou seja, os objetivos iniciais da ferramenta e os adquiridos, a partir da intervenção da SEE. Será aqui também que detalharemos e analisaremos o processo de negociação responsável pela definição da versão final dos Protocolos de gestão e monitoramento escolar, a partir de entrevistas realizadas com uma profissional do CAEd e outra entrevista realizada com uma profissional da Secretaria, procurando detalhar como foi o papel de cada uma dessas organizações no processo.
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MAIS LONGE DO PÓDIO

MAIS LONGE DO PÓDIO

As provas são encurtadas quando o calor está muito intenso.” A atleta revela algumas me- didas utilizadas pelos atletas desse esporte para fugir do calor.. “Se o calor é muito inten-[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Destaca-se, na Figura 1 e no cronograma disposto no Quadro 1, a realização do III Congresso Estadual de Alfabetização, em maio de 2007, em Belo Horizonte, onde foram apresentadas as propostas de dois dias em que a escola deveria parar e analisar seus resultados, perscrutando suas práticas e propondo mudanças de rumos, caso fossem constatados retrocessos ou estagnação. O primeiro deles foi denominado “Toda Escola pode fazer a diferença”, dia de estudo e análise dos resultados de cada escola nas avaliações externas e planejamento das ações de intervenção para enfrentamento dos problemas levantados neste dia, com estabelecimento de responsáveis por estas ações. O s egundo, chamado de “Todos devem particip ar”, foi pensado como o momento de dar conhecimento à comunidade atendida pela escola destas propostas, com a intenção de congregar esforços e colher sugestões para a consecução do Plano. Esses dois dias de análise e planejamento foram mantidos nas Resoluções que estabelecem, anualmente, para a Rede Pública Estadual de Educação Básica, o Calendário Escolar, como ações fixas anuais das escolas da rede estadual de ensino, nos anos posteriores, modificando- se não a estrutura dos mesmos, mas a denominação 12 para Dia D “Toda Escola
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SILVIA REGINA RAMOS DE SOUSA RETENÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: CONTRIBUIÇÕES PARA UMA POLÍTICA PÚBLICA NO ESTADO DO PIAUÍ

SILVIA REGINA RAMOS DE SOUSA RETENÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: CONTRIBUIÇÕES PARA UMA POLÍTICA PÚBLICA NO ESTADO DO PIAUÍ

Nesse contexto, vale ressaltar que há necessidade da qualificação profissional dos trabalhadores em educação, de forma estruturada e adequada à operacionalização da formação continuada oferecida na rede estadual de ensino. Entretanto, ao se buscar reflexos da normatividade federal no estado do Piauí, percebe-se a ausência de uma política de retenção e de valorização dos professores em sua rede estadual de ensino, em especial na rede de educação profissional. Embora o governo tenha procurado desenvolver formas de provimento para contratação desses professores no intuito de suprir as demandas e necessidades dos cursos técnicos ofertados pela SEDUC-PI, não consegue suprir as necessidades na oferta de uma educação escolar que deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social, conforme preceitua a LDB reforçada pelo Decreto nº 5.154, de 23 de julho de 2004.
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SILMAR DA SILVA FERREIRA PROGRAMA ESCOLA DA TERRA NO ESTADO DO AMAZONAS: POSSIBILIDADES E DESAFIOS DA FORMAÇÃO DOCENTE

SILMAR DA SILVA FERREIRA PROGRAMA ESCOLA DA TERRA NO ESTADO DO AMAZONAS: POSSIBILIDADES E DESAFIOS DA FORMAÇÃO DOCENTE

Para a análise do Programa Escola da Terra realizou-se uma abordagem teórica na apreciação de documentos oficiais, com revisão de literatura sobre o tema e legislação pertinente, cujo foco é a formação continuada de professores e professoras das classes multisseriadas de 1º ao 5º Ano e a práxis docente. Também foram utilizados os relatórios de acompanhamento e monitoramento das ações do programa realizados pela Coordenação Estadual, disponibilizados pela SEDUC/Am e pela UFAM. Este capítulo 2 visa a construção da argumentação para a proposta do Plano de Ação Educacional – PAE, que compõe o Capítulo 3 desta dissertação, capaz de corroborar com as questões desenvolvidas ao longo do trabalho de pesquisa e da análise descritos nos dois primeiros capítulos que versam sobre a formação continuada que foi desenvolvida pelo Programa Escola da Terra, no ano de 2014 no estado do Amazonas. A proposição do PAE com ações exequíveis, e pertinentes, surge como forma de contribuir significativamente com a Coordenação da Educação do Campo na Secretaria de Educação e Qualidade de Ensino – SEDUC/AM.
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