Top PDF Flebotomíneos da floresta de terra firme da Amazônia Peruana (Diptera: Psychodidae).

Flebotomíneos da floresta de terra firme da Amazônia Peruana (Diptera: Psychodidae).

Flebotomíneos da floresta de terra firme da Amazônia Peruana (Diptera: Psychodidae).

Phlebotomine Sandflies from Non-flooded Forest in the Peruvian Amazon (Diptera: Psychodidae).. Lutzomyia (Nyssomyia) richardwardi (48.4%) and L..[r]

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Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

RESUMO - Estudos sobre o levantamento da fauna de flebótomos foram realizados numa floresta primária de terra firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical (EEST) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), durante os meses de outubro de 1998 a março de 1999. Utilizando-se de armadilhas luminosas CDC colocadas a 1m, 10m e 20 metros de altura do solo, foram coletados 7.409 flebótomos, pertencentes a dois gêneros, Lutzomyia (99,98 %) e Brumptomyia (0,02%), abrangendo 39 espécies. Dentro do gênero Lutzomyia, os subgêneros mais representados foram Nyssomyia, com 39,43%, e Psychodopygus com 22,68%. O número de flebotomíneos coletados foi crescente, a partir do início da estação chuvosa.
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Emergência de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) em chão de floresta de terra firme na Amazônia Central do Brasil: uso de um modelo modificado de armadilha de emergência.

Emergência de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) em chão de floresta de terra firme na Amazônia Central do Brasil: uso de um modelo modificado de armadilha de emergência.

A busca por criadouros naturais de flebotomíneos sempre foi de fundamental interesse epidemiológico. Entretanto, até o presente momento, a grande maioria dos trabalhos com criadouros naturais demonstra escassos resultados quanto ao número de imaturos encontrados. Este baixo rendimento, muitas vezes, está diretamente relacionado às dificuldades de extração destes imaturos das amostras de solo e matéria orgânica onde normalmente são encontrados. Feliciangeli (2004), em uma recente revisão sobre criadouros naturais de flebotomíneos, cita as várias técnicas utilizadas em diversos estudos para a busca direta (busca por imaturos) e indireta (busca por adultos recém emergidos) de potenciais criadouros destes insetos. Entre as diversas técnicas citadas por esta autora, a armadilha de emergência é a técnica mais utilizada para busca indireta. Rutledge & Ellenwood (1975a), usando esta técnica no Panamá, apontaram as camadas superficiais do chão da floresta como sendo os criadouros preferenciais de algumas espécies. Aplicando essa mesma técnica, Arias & Freitas (1982) registraram a ocorrência de 16 espécies de flebotomíneos, todas do gênero Lutzomyia em solo de floresta na Amazônia Central. Utilizando um modelo de armadilha de emergência de plástico, modificado a partir de Bettini et al. (1986), em área endêmica de leishmaniose no Estado de São Paulo, Casanova (2001) registrou o encontro de 73 espécimes de flebotomíneos distribuídos entre três espécies do gênero Lutzomyia.
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Fauna de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae) em terra firme e planície fluvial na área de influência do gasoduto Coari-Manaus, Amazonas, Brasil.

Fauna de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae) em terra firme e planície fluvial na área de influência do gasoduto Coari-Manaus, Amazonas, Brasil.

Na implantação deste gasoduto, impactos em relação às leishmanioses poderão ocorrer quando do contato do homem com a floresta. Pois, segundo Araújo Filho (1981) e Talhari et al. (1988), no Brasil a história epidemiológica da Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) demonstra que os surtos epidêmicos da doença estão intimamente relacionados aos desmatamentos florestais, entre outros, acarretando a migração de mamíferos (reservatórios naturais de leishmânias) como, marsupiais (mucuras), edentados (tatus, preguiças e tamanduás) e roedores (ratos e camundongos) para outras áreas em busca de novos abrigos. Consequentemente, os flebotomíneos que antes realizavam seus repastos nesses animais, irão procurar suprir suas necessidades alimentares sugando o homem, que vai se fixar nestas áreas desmatadas, produzindo grandes epidemias da doença.
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Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

A distância entre iscas não afetou o número de espécies coletado nas comparações com esforço de coleta padronizado. Independentemente da distância entre iscas, cinco iscas oferecidas sobre o folhiço dessa floresta atraíram em média 8 espécies. O incremento de novas espécies também foi similar entre os tratamentos, sugerindo que a quantidade de iscas oferecidas, que variou em uma ordem de grandeza, amostrou de forma similar a fauna do local. No entanto, os transectos com iscas mais concentradas, ou seja, os transectos com menor distância entre iscas atraíram proporcionalmente menos espécies por isca. As colônias de formigas forrageiam mais intensamente sobre recursos mais próximos e abundantes (Bernstein, 1979; Sanders e Gordon, 2002) e principalmente nos transectos com iscas mais concentradas, a maior intensidade de forrageio e eventual monopolio ou dominância poderia impedir o acesso de algumas espécies ao recurso oferecido. No entanto, proporcionalmente mais iscas foram controladas por espécies dominantes nos transectos com maior distância entre iscas, sugerindo que existe uma demanda conflitante entre a resposta comportamental e a densidade de recursos (ver Baccaro et al., 2010).
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ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBÓREO EM 15 HA DE PARCELAS PERMANENTES DE FLORESTA DENSA DE TERRA FIRME NA AMAZÔNIA CENTRAL

ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBÓREO EM 15 HA DE PARCELAS PERMANENTES DE FLORESTA DENSA DE TERRA FIRME NA AMAZÔNIA CENTRAL

Oliveira and Amaral (2004) reported the occurrence of 239 species in a study on one (01) hectare of terra firma dense forest in Manaus, evidencing the high diversity in this typology. Climatic and soil factors such as more humid climates and less seasonal and soils relatively fertile in nutrients, have been cited as possible responsible for a greater diversity of plants in the Western Amazon (GENTRY, 1988, QUESADA et al., 2009). Other authors such as Phillips et al. (1994) report the higher species richness to the natural dynamics of mortality of trees, where forests with high rates of mortality and recruitment would be more diversified.
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Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

Produtividade de quatro espécies arbóreas de Terra Firme da Amazônia Central.

Higuchi et al. (2003) acrescentaram as variações de estações do ano e condições microclimáticas e afirmaram que para inferir sobre o padrão de crescimento individual em diâmetro de árvores da floresta amazônica, diversos outros fatores exercem influência e precisam ser considerados. Dentre esses fatores, o autor mencionou a grande heterogeneidade de espécies e ecossistemas, as características peculiares de cada espécie, fenologia dos grupos ecológicos associadas aos fatores ambientais bióticos e abióticos e as características climatológicas de cada região.
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Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

A dissimilaridade entre comunidades vegetais na Amazônia Ocidental está associada, em parte, com a topografia e as características edáficas (Guillaumet, 1987; Gentry, 1988; Tuomisto et al., 1995). Outros autores observaram que, mesmo entre parcelas muito próximas, pode ocorrer baixa similaridade em florestas de terra firme (Campbell et al., 1986; Campbell, 1994; Ferreira & Prance, 1998); os diferentes índices empregados nesses estudos (Jaccard, Sorensen e Porcentagem) variaram de 10-36% de similaridade florística, sugerindo que não deve existir uma amostragem pequena representativa para nenhuma floresta amazônica em particular
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Biologia reprodutiva do Camarão Macrobrachium brasiliense (Heller, 1862) (Crustacea: Decapoda: Palaemonidae) em Igarapés de terra firme da Amazônia Peruana.

Biologia reprodutiva do Camarão Macrobrachium brasiliense (Heller, 1862) (Crustacea: Decapoda: Palaemonidae) em Igarapés de terra firme da Amazônia Peruana.

larval abreviado e habita igarapés de terra firme pobres em nutrientes, não foi observada nenhuma relação entre o número de ovos e o tamanho da fêmea (Collart & Enriconi, 1993), [r]

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Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

nutrientes em uma área de manejo florestal em floresta de terra firme na.. Amazônia Central. Tese de Doutorado, [r]

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Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Na bacia amazônica brasileira estima-se que a área coberta com floresta densa de terra-firme tenha sido em torno de 3.303.000 km2 (Braga, 1979). A diversidade de espécies arbóreas existentes nos diferentes tipos de floresta é alta. Em uma área de 500 ha de floresta de terra firme, na região de Manaus, foram identificadas recentemente 1077 espécies de árvores (Ribeiro et al. 1999). Na mesma região, em um inventário botânico de 70 ha, foram encontradas 698 espécies arbóreas (DAP igual ou acima de 10 cm) pertencentes a 53 famílias (Rankin-de Merona et al., 1992). No total estima-se que existem entre 4.000 a 5.000 espécies arbóreas na Amazônia (Rodrigues, 1989). Uma série destas espécies é explorada comercialmente através da extração seletiva devido ao seu valor madeireiro, sendo que conforme a localidade, o número pode variar de 38 a 60 espécies (Higuchi et al., 1985; Faraco & Coelho, 1996) ou atingir números bem elevados, como por exemplo, 157 (Silva, 1989), quando são incluídas também as espécies com uso potencial de comercialização.
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Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Análises anteriores do solo das áreas deste estudo mostraram que, nestes solos ácidos, os teores de fósforo assimilável, potássio, cálcio, magnésio, e alumínio trocáveis são mais altos no período chuvoso do que no período seco (Ferreira et al., 2001). Os solos da Estação de Manejo Florestal da ZF-2 apresentam baixa disponibilidade de nutrientes para as plantas e podem ser classificados como distróficos, com baixa capacidade de troca efetiva de cátions; além disso, o padrão da distribuição vertical dos teores dos nutrientes trocáveis K, Ca e Mg indica que é na camada mais superficial, onde se processa com maior intensidade a ciclagem de nutrientes e onde ocorre a maior concentração destas bases. Portanto a conservação da matéria orgânica nesses solos é extremamente importante para a manutenção da fertilidade dos solos (Ferraz et al., 1998). Os perfis do solo da floresta remanescente e do centro de clareira de um corte seletivo anterior, feito em 1987, mostraram quantidades dos elementos estudados seguindo a ordem Al > Ca > K > Mg, no período chuvoso, e Al > K > Mg > Ca, no início do período seco. Há evidências de que os resíduos de madeira deixados pela extração seletiva aumentaram a concentração de nutrientes no solo, pela sua decomposição, especialmente na estação chuvosa (Ferreira et al., 2001; Yano, 2001).
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Distribuição de abundância e tamanho do corpo de invertebrados do folhiço em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Brasil.

Distribuição de abundância e tamanho do corpo de invertebrados do folhiço em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Brasil.

Este estudo teve a iniciativa de investigar a relação entre tamanho do corpo e abundância de invertebrados em ecossistema brasileiro, sendo por isso, pioneiro. O folhiço é um estrato da floresta que possui uma alta diversidade de macroinvertebrados e constitui-se em um cenário acessível para

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Sustentabilidade ambiental e econômica do manejo em floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental

Sustentabilidade ambiental e econômica do manejo em floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental

ABSTRACT - The objectives of this study were the analysis of the diametric structure of a terra firme dense ombrophylous forest after selective harvesting, the application of the BDq method in the silvicultural treatment activities and to manage the forest aiming a balanced diametric structure. The research was carried out at the Forest Management Unit (FMU) in Tracajás Farm (02 o 35’53” S and 47 o 47’10”W), owred by Nova Era Agroflorestal, in Paragominas, Pará, Brazil. The forest was stratified in homogeneous areas, denominated classes of volumetric stock I, II and III. In each of the stock classes, five plots of 100 x 100 m (1 ha) were randomly set up for measurement of the individuals with dbh ≥ 15cm. In the center of each 100 x 100 m plot, a subplot of 10 x 100 m (0,1 ha) was installed for measurement of the individuals with 5cm ≤ dbh < 15 cm. The BDq selection method was used: remaining basal area (B), maximum diameter (D) and the De Liocourt constant (q). In stock class I, the proposed management method permitted to remove of 56,4 trees/ha, 3,33 m 2 /ha and 67,64 m 3 /ha, with a 13,1% reduction of the basal area. In stock class II, 53,7 trees/ha, 3,88 m 2 /ha and 65,96 m 3 /ha, with a 16,2 % reduction of the basal area. In stock class III, 63,3 trees/ha, 3,13 m 2 /ha and 46,76 m 3 /ha, with a 14,0% reduction of the basal area. Few trees or a deficit was observed in the higher diametric classes due to the selective harvest. The periodical removal of trees should occur in the lower diametric classes, aiming a balanced diametric distribution and, above all, the conduction of the forest to a balanced structure during the cutting cycle, with the continuous use of the forest wood products.
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Composição florística e parâmetros estruturais de um hectare de floresta densa de terra firme no rio Uatumã, Amazônia, Brasil.

Composição florística e parâmetros estruturais de um hectare de floresta densa de terra firme no rio Uatumã, Amazônia, Brasil.

Na análise comparativa entre as famílias com maior riqueza de espécies e densidade, verificou-se que apenas Caesalpiniaceae, com 12 espécies e 56 indivíduos, mantêm uma relação diret[r]

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Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

(1991) usaram um modelo atmosférico e biosférico global para avaliar o efeito do desmatamento na Amazônia no clima regional e global, bem como o efeito da substituição da floresta por pastagens, concluindo que isto levaria a um aumento da temperatura, diminuição da evapotranspiração e da precipitação na região. A simulação também indicou um aumento na duração da estação seca. Os seus resultados sugerem que a completa e rápida destruição da floresta pode ter efeitos irreversíveis no ciclo hidrológico da região. Na Amazônia Central, o projeto ABRACOS (Anglo-Brazilian Climate Observations Study), obteve informações sobre características da floresta amazônica e de áreas desmatadas da região, utilizando-as para calibrar modelos climáticos. As simulações desses modelos indicam que haveria uma resposta substancial ao desmatamento: o clima ficaria mais quente e menos úmido e os volumes de chuva diminuiriam no seu total anual em cerca de 20%, caso a floresta amazônica fosse completamente substituída por pastagens (Nobre & Gash, 1997). No caso de intervenções humanas menos drásticas, como extração seletiva de madeira (E.S.M.), não há estudos realizados na Amazônia brasileira sobre seu impacto na distribuição das chuvas. Desde a década de 1980, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA, vem desenvolvendo experimentos com manejo florestal visando a produção sustentável de madeira. Em 1993, o projeto “BIONTE” - Biomassa e Nutrientes na Floresta Tropical Úmida, que foi um projeto interdisciplinar financiado pelo DFID (Department for International Development) do Reino Unido, realizou um experimento com corte seletivo da floresta, com o intuito de estudar os efeitos ecológicos da extração seletiva de madeira e definir as estratégias de corte seletivo sustentável de árvores. Como parte desse projeto, o presente estudo teve como objetivo principal verificar se o manejo florestal causou modificações na interceptação da chuva, precipitação interna e, assim, no ciclo hidrológico, provocada pela diminuição do dossel.
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Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Solar Radiation Interception and Spatial Leaf Area Distribution in 'Terra Firme' Forest of the Central Amazonia, Brazil. ABSTRACT — The occurrence of solar radiation in forest medium an[r]

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Florística e estrutura espacial: 15 hectares de parcelas permanentes na Floresta Densa de Terra Firme na Amazônia Central

Florística e estrutura espacial: 15 hectares de parcelas permanentes na Floresta Densa de Terra Firme na Amazônia Central

A floresta densa de terra firme ocorre em 65% da região Amazônica e é caracterizada por possuir alta diversidade de espécies vegetais e elevada ocorrência de espécies raras. Este trabalho analisou a estrutura horizontal de 15 ha de parcelas aleatoriamente selecionadas de um conjunto de 400 ha de parcelas permanentes, localizadas no Campo Experimental da Embrapa Amazônia Ocidental, Manaus, AM, Brasil. Todos os indivíduos com DAP ≥ 10 cm foram marcados e identificados em nível de espécie em 2005. Os valores de IVI (Índice de Valor de Importância) foram separados em classes de amplitude de um (01) desvio padrão e os indivíduos distribuídos segundo classes de DAP de amplitude de 10 cm. Ao todo foram identificados 8771 indivíduos, distribuídos em 264 espécies e 53 famílias. Um maior número de indivíduos concentra-se em poucas espécies, tais como Protium hebetatum Daly, Eschweilera coriacea (DC.) S.A. Mori e Licania oblongifolia Standl. que somaram 21% do número total de indivíduos e 12% do IVI. Há elevada ocorrência de espécies raras (36%) e as famílias Sapotaceae, Lecythidaceae e Burseraceae somaram 39% do número total de indivíduos. A estrutura diamétrica em forma de J-invertido mostra que 80% dos indivíduos estão concentrados nas primeiras classes de 10-30 cm de DAP. Os resultados são similares aos de outros estudos desenvolvidos em florestas de terra firme na região e chamam a atenção para a elevada ocorrência de espécies raras e daquelas com baixa densidade, mas com distribuição restrita a algumas parcelas, principalmente aquelas pertencentes às menores classes de IVI e que devem merecer atenção especial nas ações de conservação da biodiversidade e manejo florestal.
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Critér ios ec ológicos para o desenvolvimento agrícola das terra s-fi rmes da Amazônia( •)

Critér ios ec ológicos para o desenvolvimento agrícola das terra s-fi rmes da Amazônia( •)

Viu-se anteriormente, em linhas muito gerais, como um ecossistema natural - a floresta ama- zônica de terra firme - mantém este equilí- brio: uma grande diversidade em e[r]

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Interpretação fenológica de espécies lenhosas de Campina na Reserva Biológica de Campina do INPA ao Norte de Manaus.

Interpretação fenológica de espécies lenhosas de Campina na Reserva Biológica de Campina do INPA ao Norte de Manaus.

Fenologia de espécies flores- tais em floresta tropical úmida de terra firme na Amazônia Central. Fenologia de essências florestais amazônicas[r]

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