Top PDF Flexão estática em amostras pequenas livres de defeitos.

Flexão estática em amostras pequenas livres de defeitos.

Flexão estática em amostras pequenas livres de defeitos.

0 pie-òetiíe trabalho pretende relatar o tnsalo de file xão tstãtlca obe.dtco.ndo aoò stgulntts passos: a) rcvtsão bibliográfica sobrt ^lexãc es- tática, descrevendo atem do método [r]

15 Ler mais

Influência das dimensões dos corpos de prova e da velocidade de ensaio na resistência à flexão estática de três espécies de madeiras tropicais.

Influência das dimensões dos corpos de prova e da velocidade de ensaio na resistência à flexão estática de três espécies de madeiras tropicais.

Para Madsen (1992), existe uma alta correlação entre a velocidade de carregamento e a duração do carregamento. Ambos são tratados de forma independentes, porque a velocidade de carregamento é de curta duração, enquanto a duração do carregamento causa efeitos significativos ao longo do tempo. O mesmo autor apresentou dados com cargas constantes para duas vigas que foram carregadas com 4100 kgf, ocorrendo a ruptura após uma hora. As outras duas foram carregadas com 2710 kgf, ocorrendo a ruptura após 176 dias e 197 dias. Ele concluiu que peças com dimensões estruturais suportam, durante a vida útil, a metade da carga determinada em ensaios com pequenas amostras sem defeitos. Madsen (1992) apresenta
Mostrar mais

10 Ler mais

Influência da idade e da posição radial na flexão estática da madeira de Eucalyptus grandis Hill ex. Maiden.

Influência da idade e da posição radial na flexão estática da madeira de Eucalyptus grandis Hill ex. Maiden.

Lima et al. (2000), estudando vários clones de Eucalyptus grandis, verificaram que o módulo de ruptura (MOR) e o módulo de elasticidade (MOE) aumentaram seus valores no sentido medula–casca. Esses autores salientaram que, embora ambos estivessem relacionados com a massa específica, fatores supostamente não importantes para a massa específica, como ângulo da grã, ângulo da microfibrila e defeitos microscopicamente imperceptíveis, passam a sê-lo nos módulos de ruptura e de elasticidade. Este trabalho teve como objetivo avaliar os módulos de elasticidade (MOE) e ruptura (MOR) da madeira de Eucalyptus grandis de quatro diferentes idades (10, 14, 20 e 25 anos) e quatro diferentes posições radiais (0, 33, 66 e 100%), no sentido medula– casca.
Mostrar mais

5 Ler mais

Estudo de compósitos de madeira com reforço em bambu para utilização em mobiliário

Estudo de compósitos de madeira com reforço em bambu para utilização em mobiliário

O bambu vem sendo estudado em função de suas características mecânicas peculiares e inúmeras possibilidades de uso, além de ser uma gramínea de rápido crescimento e de ciclo curto de corte. Este trabalho teve como objetivo a análise das características mecânicas do material composto madeira-bambu, onde as amostras foram desenvolvidas a partir da associação de lâminas de bambu como reforço estrutural em peças maciças de pinus e em peças de painel EGP. A espécie de madeira utilizada foi Pinus taeda, sendo o bambu das espécies Dendrocalamus giganteus e Guadua angustifolia. Todo o trabalho foi realizado na Universidade Estadual Paulista – Campus Experimental de Itapeva no laboratório de Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira. Foram realizados ensaios de densidade aparente e tração paralela às fibras das espécies de bambu utilizadas e ensaios de flexão estática dos compósitos visando o uso deste na indústria moveleira. Para a realização dos ensaios foram utilizadas como base às prescrições do documento normativo NBR 7190/97. Os valores obtidos nos ensaios mostraram um incremento significativo na resistência e rigidez quando comparados aos das peças sem reforço, onde se obteve incremento no MOE e MOR na flexão estática em todos os corpos- de-prova. Os resultados mostraram a possibilidade de redução de seções nos componentes de mobiliário e a possibilidade de melhorar as propriedades mecânicas de peças com defeitos encontrados na madeira de Pinus da região de Itapeva/SP.
Mostrar mais

58 Ler mais

RESULTADOS E DISCUSSÃO Flexão estática

RESULTADOS E DISCUSSÃO Flexão estática

Observa-se, pela Tabela 9, não haver relação entre a aplicação de fósforo e as contrações da madeira de Sclerolobium paniculatum. O tratamento T4 apresentou valores médios intermediários (7,38% de contração tangencial, 2,67% de contração radial e 10,50% de contração volumétrica) contra valores máximos (contração tangencial de 7,53% para o tratamento T3, contração radial 3,56% e contração volumétrica de 11,54%) para o tratamento T2. A contração volumétrica média foi de 10,90%, caracterizando a madeira como de baixa contração, segundo o IPT (1985). A razão entre a contração tangencial e radial (T/R) indica a tendência da madeira apresentar defeitos relacionados a sua secagem (Oliveira e Silva, 2003; Scavanaca Junior e Garcia, 2004). A madeira de Sclerolobium paniculatum apresentou uma média para a relação T/R de 2,25 e amplitude de 1,99 a 2,76 para os tratamentos T1 e T4 respectivamente. Não foram observadas diferenças significativas entre as médias de contração da madeira de Sclerolobium paniculatum (Tabela 8).
Mostrar mais

9 Ler mais

Módulo de elasticidade aparente em vigas roliças estruturais de madeira Pinus elliottii.

Módulo de elasticidade aparente em vigas roliças estruturais de madeira Pinus elliottii.

Os corpos de prova para a obtenção das propriedades de resistência e rigidez da madeira na flexão pela norma NBR 7190 (ABNT, 1997) possuem a dimensão 5cm×5cm×110cm, respeitando-se a relação entre comprimento (L) e largura da seção (h) igual a 21 vezes. A relação L/h≥21 foi obtida, entre outros resultados, do trabalho de Rocco Lahr (1983), utilizando-se do ensaio de flexão estática a três pontos em peças de madeira serrada. Os ensaios executados na mesma peça (não destrutivos) diferenciaram-se apenas pelas aproximações sucessivas dos apoios, possibilitando investigar a influência de relações L/h distintas no cálculo do módulo de elasticidade, obtidos com o auxílio da Equação 1, que contabiliza apenas a existência de esforços fletores, sendo  o deslocamento no ponto médio, F o carregamento aplicado no meio do vão, L o vão entre apoios, E M o módulo de elasticidade e I o
Mostrar mais

7 Ler mais

Avaliação de software de dimensionamento em alvenaria estrutural

Avaliação de software de dimensionamento em alvenaria estrutural

Relativamente à tabela apresentada na Figura 33(a), selecciona-se o sistema de unidades, que neste caso não pode ser alterado para as unidades do sistema internacional (N, m). Define-se o estado do edifício, ou seja, se existente ou novo. Define-se a eventual consideração ou não do contributo da rigidez transversal das paredes, i.e., as paredes na direcção X apresentam rigidez não nula quando uma acção horizontal actua na direcção Y. Normalmente o valor da rigidez transversal é desprezado, uma vez que é muito pequeno. Define-se se a parede é parcializada, i.e., se toda a secção transversal da parede contribui para a resistência ao corte ou apenas a zona que se encontra em compressão desprezando a restante zona submetida à tracção. No caso de alvenaria armada considera-se que a armadura absorve os esforços de tracção, entrando no cálculo da resistência ao corte a área total da secção transversal da parede. É necessário ainda indicar para a verificação à compressão e verificação sísmica à flexão composta devido a acções ortogonais o esquema de apoio da parede.
Mostrar mais

322 Ler mais

Testes não paramétricos para pequenas amostras de variáveis não categorizadas: um estudo.

Testes não paramétricos para pequenas amostras de variáveis não categorizadas: um estudo.

Em meados do Século XX, os métodos não paramétricos aplicados a problemas com variáveis ordinais receberam grande impulso a partir do artigo de Wilcoxon (1945), que apresenta um teste baseado na soma dos postos de duas amostras para verificar se são extraídas de uma mesma população. Mais tarde, Mann & Whitney (1947) desenvolveram um procedimento mais adequado, o que originou a prova conhecida por teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (Mann, Whitiney e Wilcoxon, entre outros, propuseram, independentemente, testes não paramétricos os quais são essencialmente iguais)
Mostrar mais

12 Ler mais

Vibração transversal: um método eficiente para classificação de peças estruturais de madeira.

Vibração transversal: um método eficiente para classificação de peças estruturais de madeira.

Inicialmente foi realizado, para cada peça estrutural, ensaio de vibração transversal, usando-se o modelo 340 da Metriguard para medição da freqüência natural de vibração f, e do peso W das peças. Neste equipamento a peça estrutural de madeira foi simplesmente apoiada, de um lado, por um suporte em forma de lâmina de faca e, do outro, por um suporte com célula de carga, que mede a metade do peso da viga (W/2). Iniciou-se a vibração através de um leve impacto manual, não-quantificado, nas proximidades do meio do vão. Enquanto a peça estava vibrando, determinou-se a freqüência de vibração, o módulo de elasticidade dinâmico e o peso específico da peça através do processamento de sinal emitido pela célula de carga. O módulo de elasticidade dinâmico foi calculado através da Eq. (1); em seguida, realizou-se ensaio de flexão estática para determinação do módulo de elasticidade estático. Cada peça, simplesmente apoiada nas extremidades, foi submetida a uma carga concentrada de 44,48 N (10 libras) no seu ponto central, definindo-se o deslocamento vertical naquele ponto. O módulo de elasticidade estático foi encontrado a partir da fórmula da Resistência dos Materiais:
Mostrar mais

4 Ler mais

Caracterização das propriedades mecânicas e durabilidade biológica da madeira de Quercus faginea

Caracterização das propriedades mecânicas e durabilidade biológica da madeira de Quercus faginea

Também os resultados obtidos quanto à resistência da madeira face ao ataque de térmitas subterrâneas devem ser encarados com reserva, devido à fraca representatividade das amostras e ao facto de a norma EN 350-1 não ter sido inteiramente seguida, pois foram utilizadas apenas duas proveniências, sendo que a norma refere a utilização de três proveniências. Todavia, o facto de no ensaio ter sido encontrado um grau de ataque médio próximo de 2, classifica esta madeira como moderadamente resistente. Desta forma, encontra-se na mesma classe de resistência de outros carvalhos, classificados na norma EN 350-2, bem como o Quercus petraea, Quercus robur e Quercus alba. Contudo quando comparado com o Quercus rubra, mais conhecido por carvalho americano, e muito utilizado em Portugal, a madeira do carvalho português apresenta uma maior durabilidade natural, pois o carvalho americano é classificado como pouco resistente ao ataque de térmitas subterrâneas.
Mostrar mais

76 Ler mais

Matéria (Rio J.)  vol.13 número1

Matéria (Rio J.) vol.13 número1

A superfície de fratura de cada uma das barras submetidas ao ensaio flexão foi lixada e polida (com alumina e pasta de diamante) para exame ceramográfico (ótico e eletrônico de varredura). A determinação do tamanho médio do grão de alumina nas barras In-Ceram ® Alumina foi feita medindo-se grão a grão, numa impressão tamanho A4 de uma apropriada micrografia eletrônica de varredura da supra-referida seção polida da amostra fraturada: cada grão foi medido em 4 direções distintas (“vertical”, “horizontal” e nas duas bissetrizes em relação a estas duas direções referenciais). Em cada impressão micrográfica foi determinado o número total de grãos de alumina, seu diâmetro médio e o correspondente desvio padrão. A porcentagem de fases foi determinada usando uma impressão tamanho A3 de uma apropriada micrografia eletrônica de varredura: (a) efetuou-se a separação das 3 fases (poros, grãos de alumina e vidro infiltrado) por corte (usando bisturi e tesoura); (b) os recortes de cada fase foram pesados numa balança analítica de 4 casas decimais; (c) este peso de (b) constituiu a integração da área parcial da fase numa amostragem de superfície de corte da barra e proporcional a l i 2 (onde l i é a aresta do cubo representativo do volume parcial da fase no
Mostrar mais

7 Ler mais

Efeito do Tipo de Chapa de Partículas nas Propriedades Físicas e Mecânicas.

Efeito do Tipo de Chapa de Partículas nas Propriedades Físicas e Mecânicas.

O módulo de ruptura em flexão estática foi inferior para o aglomerado convencional, sendo que a utilização de partículas menores nas superfícies (MDP) ou inclusão de lâminas nas faces melhoraram tal propriedade. O  aglomerado com inclusão laminar obteve os maiores resultados para módulo de ruptura, atendendo o valor mínimo estipulado pela norma ABNT NBR 14.810-2 (ABNT, 2013), que é de 16 MPa.

6 Ler mais

Parâmetros dendrométricos e resistência mecânica das árvores de clones de Eucalyptus em áreas sujeitas à ação dos ventos.

Parâmetros dendrométricos e resistência mecânica das árvores de clones de Eucalyptus em áreas sujeitas à ação dos ventos.

Este trabalho foi realizado com intuito de avaliar a resistência mecânica das árvores à quebra e sua relação com as características dendrométricas, a densidade básica e a flexão estática da madeira (Módulo de elasti- cidade -MOE, Módulo de ruptura - MOR e Trabalho absorvido), com a finalidade de selecionar clones mais tolerantes à ação dos ventos. A resistência mecânica das árvores à quebra foi determinada a partir da simu- lação do efeito do vento sobre as mesmas, obtendo-se a força necessária para quebra das árvores. Foram avaliados dez clones do híbrido Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis com 30 e 35 meses de idade, nos plantios florestais em baixadas. A força média para quebrar as árvores foi de 79,00 kgf, na altura média de 2,99 m. A densidade média foi de 0,40 g/cm³. O MOE, MOR e Trabalho Absorvido nos ensaios de flexão estática foram iguais a 60965 kgf/cm², 544 kgf/cm² e 10 J, respectivamente. O clone CNB017 apresentou os melhores resultados nos teste de resistência das árvores à quebra e nos parâmetros físicos e mecânicos avaliados, sendo o mais indicado para as áreas mais susceptíveis à ação dos ventos.
Mostrar mais

12 Ler mais

Avaliação da gramatura de cola na propriedade de flexão estática em painéis compensados de Copaifera duckei Dwayer e Eperua oleifera Ducke.

Avaliação da gramatura de cola na propriedade de flexão estática em painéis compensados de Copaifera duckei Dwayer e Eperua oleifera Ducke.

Os valores médios de módulos de elasticidade (MOE) e módulo de ruptura (MOR) para o ensaio de flexão estática sentido paralelo e perpendicular ao comprimento dos corpos- de-prova das espécies estudadas estão apresentados na tabela 6 e 7, onde os resultados foram avaliados pela análise de variância e Teste de Dunnett, ao nível de 5% de significância.

6 Ler mais

Efeitos de localização de portadores em poços quânticos de GaBiAsGaAs

Efeitos de localização de portadores em poços quânticos de GaBiAsGaAs

Os resultados obtidos para as amostras citadas são evidências que sugerem fortemente que os defeitos de variação de concentração e clusters podem ser encontrados [r]

72 Ler mais

Eclet. Quím.  vol.30 número4

Eclet. Quím. vol.30 número4

Os valores obtidos para volume total de poros (V Total ) e área específica (S ) (Tabela 1), indicam aumento de PILC 105 para PILC Ta . Este aumento verificado para estas amostras, assim como para outras da literatura, está diretamente relacionado com o aumento da distância interlamelar e do número de pilares (Tabela 1) e decréscimo da distância interpilar. As relações observadas entre os três últimos parâmetros e a porosidade de argilas pilarizadas estão de acordo com as observações feitas na literatura [2,14,15,16]. Observa-se na

6 Ler mais

Concepções de liberdade na educação Waldorf: um estudo de caso

Concepções de liberdade na educação Waldorf: um estudo de caso

Outra concepção de liberdade no contexto educacional é bem ilustrada pelo trabalho de Krishnamurty (1981). Acredita que o conceito de liberdade está associado com a ausência de medos e condicionamentos. Segundo ele, precisamos nos livrar de bloqueios mentais como apegos, medos e padrões de pensamento se quisermos ter uma visão acurada da realidade e nos tornar livres no sentido pleno da palavra. Esta visão, na verdade, é representativa da grande maioria das tradições orientais, tal como indica Nakagawa (2000). Segundo ele, não devemos impor as nossas perspectivas, valores, objetivos e conhecimentos em nossos educandos para não os condicionarmos à nossa visão de mundo e forma de conduzir nossas vidas. Devemos estruturar suas experiências somente na medida em que não impusermos metas e valores nos mesmos.
Mostrar mais

16 Ler mais

Análise do comportamento biomecânico de fios ortodônticos após tratamento de superfície

Análise do comportamento biomecânico de fios ortodônticos após tratamento de superfície

Para ambas as condições o comportamento mecânico deste material foi analisada, sendo que à temperatura de teste de 37 °C, os materiais encontram-se inicialmente, antes de qualquer solicitação mecânica, na fase austenítica. No entanto, isso não inibiu a formação da martensita induzida por tensão durante o ensaio flexão, e as propriedades superelásticas do fio puderam ser observadas. Além disso, houve um pequeno aumento da força no patamar superior (força de ativação) para o fio com deposição, sendo que, no patamar inferior (região de desativação) manteve-se praticamente igual ao fio sem tratamento, e isso significa que a histerese é maior para o fio com deposição. Vale ressaltar que as forças de desativação é que são responsáveis na correção dos dentes.
Mostrar mais

107 Ler mais

Estimativa das propriedades de flexão estática de seis espécies de madeiras amazônicas por meio da técnica não-destrutiva de ondas de tensão.

Estimativa das propriedades de flexão estática de seis espécies de madeiras amazônicas por meio da técnica não-destrutiva de ondas de tensão.

A distancia pré-determinada foi igual ao vão (L=14e) de ensaio indicado pela norma ASTM D143-94 (2000), para o ensaio de flexão estática. Em cada CP foram feitas três leituras do tempo de propagação da onda. O valor usado para o cálculo da velocidade correspondeu à média aritmética dos tempos. Após essa avaliação não-destrutiva, os CPs foram ensaiados em flexão estática até a ruptura segundo os procedimentos da norma ASTM D143-94 (2000) determinando-se assim módulo de elasticidade (E M ), módulo de ruptura (f M ), carga máxima (Pmáx), tensão no limite proporcional (Tlim) e carga no limite proporcional (Plim).
Mostrar mais

8 Ler mais

Síndrome de Aicardi: relato de caso.

Síndrome de Aicardi: relato de caso.

Lesões patognomônicas da SA, os defeitos lacu- nares da coróide, de tamanhos e localizações variá- veis, foram encontradas nesta criança (Fig 2). Estas lesões são descritas como “fendas” no epitélio pig- mentar da retina, que assumem coloração branco- amarelada, com bordas nítidas. Ocorrem também

4 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados