Top PDF Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico da família Loganiaceae, como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizou-se coletas e observações de campo para as identificações, descrições e ilustrações botânicas que foram efetuadas após estudos morfológicos, com o auxílio da bibliografia especializada, complementados pela análise de fotos de tipos, espécimes dos herbários EAN, JPB e IPA, e comparação com material identificado por especialistas. Registrou-se para a Paraíba quatro espécies: Spigelia anthelmia L., com ampla distribuição, e três espécies de Strychnos, somente coletadas em remanescentes de Mata Atlântica, S. atlantica Krukoff & Barneby, S. parvifolia A. DC. e S. trinervis (Vell.) Mart.
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Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.

Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.

RESUMO – (Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.) Neste trabalho realizou-se o tratamento sistemático das Cactaceae do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil. A área de estudo é o ponto mais alto do Nordeste setentrional, constitui-se de um enclave de mata serrana, sendo considerada um dos poucos representantes da Paraíba incluídos no domínio da Mata Atlântica. No Pico do Jabre, as Cactaceae estão representadas por três gêneros e quatro espécies: Cereus jamacaru DC., Melocactus ernestii Vaupel, Pilosocereus chrysostele (Vaupel)Byles & Rowley e Pilosocereus gounellei (F.A.C.Weber)Byles & Rowley.
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Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae)). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico do gênero Solanum, como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizaram-se coletas, observações de campo e estudos morfológicos para as identificações, descrições e ilustrações botânicas, com o auxílio da bibliografia especializada, complementadas pela análise de tipos e fotos de tipos de herbários nacionais e internacionais e de espécimes depositados nos herbários EAN e JPB. Foram registradas 22 espécies: Solanum agrarium Sendtn., S. americanum Mill., S. asperum Rich., S. asterophorum Mart., S. caavurana Vell., S. capsicoides All., S. crinitum Lam., S. jabrense Agra & M.Nee, S. melissarum Bohs, S. ovum-fringillae (Dunal) Bohs, S. palinacanthum Dunal, S. paludosum Moric., S. paniculatum L., S. paraibanum Agra, S. polytrichum Moric., S. rhytidoandrum Sendtn., Solanum sp., S. stagnale Moric., S. stipulaceum Roem. & Schult., S. stramoniifolium Jacq., S. swartzianum Roem. & Schult. e S. torvum Sw. Três espécies, S. ovum-fringillae, Solanum sp. e S. swartzianum, são novas referências para a Paraíba. Palavras-chave: Flora paraibana, Jurubeba, Nordeste brasileiro
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Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae). Apresenta-se o tratamento taxonômico da família Combretaceae como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. As identificações, descrições e ilustrações botânicas foram efetuadas pela análise morfológica de amostras frescas e espécimes herborizados, com o auxílio da bibliografia e análise de tipos, complementadas pelas observações de campo. Foram registradas 11 espécies subordinadas a cinco gêneros: Buchenavia (1), Combretum (8), Conocarpus (1) e Laguncularia (1). Algumas espécies possuem distribuição restrita aos manguezais, como Conocarpus erectus L. e Laguncularia racemosa (L.) C.F. Gaertn., à Caatinga, como Combretum glaucocarpum Mart., C. leprosum Mart. e C. hilarianum D. Dietr., e a Floresta Atlântica, como Buchenavia tetraphylla (Aubl.) R.A. Howard, Combretum fruticosum (Loefl.) Stuntz e C. laxum Jacq.
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Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth.

Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico da família Erythroxylaceae como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizaram-se coletas e observações de campo para as identificações, descrições e ilustrações botânicas, que foram efetuadas após estudos morfológicos, com o auxílio da bibliografia especializada, complementados pela análise de fotos de tipos e de espécimes de herbários nacionais e internacionais. Treze espécies do gênero Erythroxylum foram registradas para a área estudada: Erythroxylum caatingae Plowman, E. citrifolium A. St.-Hil, E. nummularia Peyr., E. pauferrense Plowman, E. passerinum Mart., E. pulchrum A. St.-Hil., E. pungens O.E. Schulz, E. revolutum Mart., E. rimosum O.E. Schulz, E. simonis Plowman, E. suberosum var. denudatum O.E. Schulz e E. subrotundum A. St.-Hil. Dentre estas, seis são novas referências para o Estado.
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Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto.

Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto.

O estado da Paraíba é um dos menores do Nordeste do Brasil, possuindo uma extensão territorial de 56.469 km² e 223 municípios (Moreira et al. 1985). Segundo o mesmo autor, o estado apresenta uma notável variação da paisagem natural, onde áreas úmidas contrapõem- se às semiáridas, alguns rios secam durante longos períodos de estiagem enquanto outros são perenes, permanecendo cheios durante todo ano. A vegetação da Paraíba reflete condições ambientais diferenciadas em seus diversos compartimentos geomorfológicos, apresentando diferentes formações vegetacionais, das quais se podem destacar: campos e matas de restinga, as quais se desenvolvem especialmente em solo arenoso e profundo, apresentando espécimes com hábito arbustivo de densidade variável; mata úmida, com os tipos Floresta Perenifólia Costeira, comumente denominada como Mata Atlântica, e Floresta Perenifólia de altitude ou mata do brejo (Moreira et al. 1985); e agreste, caracterizado por ser uma área de transição climática, onde os ventos aquecidos na zona de depressão elevam-se e resfriam-se dando origem às chuvas (Rodriguez 2000), e formada por Florestas Subcaducifólia e Caducifólia (Beltrão et al. 2005). Ainda nesse cenário, destaca-se a caatinga, por apresentar vegetação adaptada ao déficit hídrico, tornando-
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Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

Na Paraíba, Polygala está representado por 11 espécies, pertencentes a três subgêneros, Polygala subg. Polygala, Hebeclada e Ligustrina. Oito espécies pertencem a Polygala subg. Polygala (P. boliviensis A.W. Benn., P. cyparissias A. St.-Hil. & Moq., P. galioides Poir., P. glochidiata Kunth, P. leptocaulis Torr. & A. Gray, P. longicaulis Kunth, P. paniculata L. e P. sedoides A.W. Benn.); duas pertencem ao subgênero Hebeclada (P. martiana A.W. Benn. e P. violacea Aubl.); e apenas uma espécie, P. spectabilis DC., pertence ao subgênero Ligustrina. Estas espécies são encontradas nas diversas formações vegetais da Paraíba, desde as florestas úmidas (Floresta Atlântica e os Brejos de Altitude), até as áreas mais secas da Caatinga, no semi- árido, como o Cariri Paraibano. Com exceção de Polygala cyparissias, P. galioides, P. glochidiata, P. spectabilis e P. violacea, as demais espécies constituem novas referências para a área de estudo. Em comparação com o número de espécies de Polygala registradas por Miranda (2006) para o nordeste brasileiro, cerca de 27,5 % foram registradas para a Paraíba.
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Flora da Paraíba, Brasil: Aechmea Ruiz Pav. (Bromeliaceae)

Flora da Paraíba, Brasil: Aechmea Ruiz Pav. (Bromeliaceae)

Abstract: Aechmea is one of the largest genera of Bromeliaceae, having more than 250 species, and Brazil is its principal center of endemism. We taxonomically examined the species of Aechmea encountered in Paraíba State in northeastern Brazil. Our analyses were based on specimens collected during the present study, as well as examinations of local and regional herbaria collections. Eleven species were encountered to State: Aechmea aquilega, A. chrysocoma, A. costantinii, A. emmerichiae, A. eurycorymbus, A. fulgens, A. leptantha, A. mertensii, A. nudicaulis, A. patentissima, and A. werdermannii. Of those taxa, seven are endemic to northeastern Brazil and five are included within one of the threatened categories according to IUCN criteria, two of them being “endangered” and “critically endangered”. We include here a key to the identification of the species, a list of the materials examined, commentaries concerning the taxonomic affinities of the species based on morphological characters, data concerning their geographic distributions, flowering, fruiting, inferences concerning their conservation statuses, as well as images and drawings indicating their principal characteristics.
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Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Loganiaceae.

Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Loganiaceae.

A família Loganiaceae inclui 12 gêneros (Antonia Pohl, Bonyunia M.R. Schomb. ex Progel, Gardneria Wallich, Geniostoma J.R. Forster & G. Forster, Logania R. Brown, Mitrasacme Labill., Mitreola L., Neuburgia Blume, Norrisia Gardner, Spigelia L., Strychnos L. e Usteria Willd.) e cerca de 420 espécies de distribuição pantropical (Stevens 2001 em diante). No Brasil, está representada por cinco gêneros (Antonia, Bonyunia, Mitreola, Spigelia e Strychnos) somando 127 espécies, das quais 68 são endêmicas (BFG 2015).

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Flora do Ceará, Brasil: Krameriaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Krameriaceae.

Esta espécie ocorre no Brasil e Paraguai (Simpson 1989). De acordo com Simpson (2014) foi registrada em quatro regiões brasileiras: Norte (Tocantins), Nordeste (Bahia, Maranhão, Paraíba, Piauí), Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso) e Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais) nos domínios fitogeográficos Amazônia, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica em vegetação de restinga, campo rupestre, cerrado e caatinga, em altitudes variando de 40 a 745m. No território cearense foi coletada apenas nos municípios de Morada Nova e Aracati em vegetação de caatinga (savana estépica). Vale ressaltar que em Aracati esta espécie foi encontrada desenvolvendo-se em solos arenosos. Coletada com flores e frutos em fevereiro. Conhecida popularmente como “carrapicho”.
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Rayane de Tasso Moreira Ribeiro 2,3,4, Maria Iracema Bezerra Loiola

Rayane de Tasso Moreira Ribeiro 2,3,4, Maria Iracema Bezerra Loiola

No Brasil, as espécies de Terminalia foram tratadas em listagens ou floras regionais e estaduais. Dentre essas, destacam-se os estudos de Marquete (1984), Marquete & Valente (1997) e Marquete et al. (2003) com espécies da região Sudeste; Linsigen et al. (2009) com espécies da região Sul. Especificamente no Nordeste brasileiro, os representantes de Terminalia foram estudados apenas no Estado do Ceará, no qual Soares Neto et al. (2014) registraram quatro espécies. Destaca-se que no levantamento florístico das Combretaceae ocorrentes na Paraíba, Loiola et al. (2009) não registraram nenhuma espécie de Terminalia nativa, sendo o gênero representado apenas pela espécie cultivada Terminalia catappa L. (Flora do Brasil 2020 2017).
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Flora do Ceará, Brasil: Capparaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Capparaceae.

Caracterização da área de estudo O estado do Ceará com uma área total de 148.825,6 km² e 184 municípios, está localizado na região Nordeste do Brasil, entre os intervalos de 2° a 8° de latitude Sul e 37° a 42° de longitude Oeste (Governo do Estado do Ceará 2013). Faz divisa ao Norte com o Oceano Atlântico; ao Sul com Pernambuco; a Leste com os estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba e a Oeste com o Piauí. No Ceará predomina um regime climático Tropical Quente Semiárido (Nimer 1972), com temperatura média anual variando entre 24° a 26°C. De acordo com Figueiredo (1997), são reconhecidas para o estado 11 unidades fitoecológicas: Complexo Vegetacional da Zona Litorânea, Cerrado, Floresta Perenifólia Paludosa Marítima (Mangue), Floresta Mista Dicótilo-Palmácea (Mata ciliar com carnaúba), Floresta Caducifólia Espinhosa (Caatinga arbórea), Caatinga arbustiva densa, Floresta Subcaducifólia Tropical Xeromorfa (Cerradão), Floresta Subcaducifólia Tropical Pluvial (Matas secas), Caatinga arbustiva aberta, Floresta Subperenifólia Tropical Pluvio-nebular (Matas úmidas) e Carrasco.
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Composição e similaridade da flora sssociada a sítios antropizados do município de João Pessoa - Paraíba.

Composição e similaridade da flora sssociada a sítios antropizados do município de João Pessoa - Paraíba.

RESUMO - Neste estudo é apresentada a composição e similaridade florística de espécies vasculares sinantrópicas em uma área periurbana antropizada, no município de João Pessoa, Estado da Paraíba, e sua relação com outras floras sinantrópicas. Foram encontradas 98 espécies, em 75 gêneros e 30 famílias. Entre as espécies, 41,84% são cosmopolitas; 29,6%, pantropicais; 13,3% ocorrem apenas no cone sul da América; 8,2%, neotropicais; 5,1%, gondwânicas; e 2% ocorrem em toda a América. Asteraceae e Poaceae foram as famílias mais representativas em número de espécies. Os resultados foram comparados com os de outros levantamentos florísticos correlatos, utilizando o índice de similaridade de Sörensen, e observou-se que não é somente a proximidade geográfica entre os locais estudados que reflete uma maior similaridade florística entre as áreas, e sim a amplitude dos táxons e a presença de micro-habitat semelhante. A área de estudo está relacionada a uma área inserida na região Centro-Oeste do Brasil.
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Open Disidade de parasitos de peixes e sua relação com características dos hospedeiros e do ambiente nos estuários do Rio Mamanguape e Paraíba do Norte, Paraíba, Brasil

Open Disidade de parasitos de peixes e sua relação com características dos hospedeiros e do ambiente nos estuários do Rio Mamanguape e Paraíba do Norte, Paraíba, Brasil

significativa com o tamanho do hospedeiro. Os peixes parasitados apresentaram uma média de tamanho maior que o do total da amostra, 8,75 cm e 5,44 cm, respectivamente. Ainda assim, estas tem o valor menor que o máximo tamanho já registrado, 16 cm (Cervigòn, 1992). O fator de condição para os peixes é uma medida ou um indicador quantitativo do bem-estar (Vazzoler, 1996) e pode servir para mensurar o estado de saúde do animal e a carga parasitária do mesmo (Brasil Sato e Pavanelli, 1999; Lizama et al., 2006). Já, o fator de condição relativo, que utiliza em seu cálculo o peso esperado e o peso observado, reduzindo assim os efeitos da alocação de energia para reprodução ou de maturação das gônadas, essa relação tem o valor igual a um (1) nas condições normais (Le Cren, 1951). Qualquer alteração, nesta relação, é observada nesse cálculo. Alterações no fator de condição podem ser consequência tanto de parasitismo quanto por possíveis perturbações no meio ambiente. Possivelmente danos no habitat tenha sido o fator que determinou a abundância parasitária de A. brasiliensis nos estuários.
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Educando homens para educar plantas: orquidofilia e ciência no Brasil (1937-1949)

Educando homens para educar plantas: orquidofilia e ciência no Brasil (1937-1949)

O Brasil é a terra das mais belas e raras orquidáceas. Mas, bem escassos são os patrícios que sabem tirar proveito delas. Digamos, sem rebuços, a grande maioria de nossa gente nem ao menos sabe o que vem a ser uma orquidácea. As “Rainhas das Selvas”, que, na Europa, América do Norte e Índia e outros países, são cultivadas com o maior desvelo e carinho, recebem, em nosso país, de nossos patrícios, o apelido de “parasitas”. Pelo fato de viverem sobre as árvores são consideradas parasitas. E, como os parasitas, gozam má fama, as Orchidáceas são tidas como portadoras de azar. Isso está errado. Para honra de nossa cultura intelectual, essa maneira de classificar precisa desaparecer. Ela depõe contra nosso adiantamento. Vamos abolir tamanho absurdo. Se a Orquidácea é parasita porque vive sobre uma árvore, então também o homem que monta um cavalo é parasita. Aprendamos a chamar essas belas plantas pelo seu verdadeiro nome, para o estrangeiro que nos ouve, não nos considere tão ignorantes, a ponto de não sabermos distinguir entre uma parasita e uma simples epífita. 106
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Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

A Via Campesina é um movimento internacional que articula 150 organizações e em 70 países e se considera como um movimento autônomo, pluralista e multicultural, sem nenhuma filiação política, econômica ou de qualquer outro tipo e com relação horizontal. Esse movimento vem se constituindo como um dos principais movimentos camponeses na atualidade, e com suas ações e campanhas vem destacando-se no cenário mundial através de manifestações confrontando as organizações multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), e da ocupação de fazendas ligadas às empresas multinacionais, como a Monsanto, a Syngenta Seeds, Votorantim e entre outras. No Brasil, com o histórico de conflitos e da luta pela terra, materializado sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pretendemos analisar a atuação da Via Campesina. Partiremos das ações territoriais – ocupação e manifestação - da Via Campesina no Brasil de 2000 a 2010 em base do Banco de Dados da Luta pela Terra (DATALUTA) para compreender a luta pela/na terra e da resistência camponesa desse movimento frente aos avanços da modernização da agricultura. Focaremos uma analise sobre as ações realizadas pelo calendário de lutas criado pelo movimento, a fim de, identificar o motivo dessas datas e se são realizadas no cenário brasileiro e com qual intensidade acontecem.
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Flora e vegetação do Brasil na Carta de Caminha.

Flora e vegetação do Brasil na Carta de Caminha.

O local onde se celebrou a Primeira Missa é descrito por Caminha (linhas 326-329) como “um grande ilhéu, que na baía está e que na bai- xa-mar fica mui vazio. Porém é de todas as par- tes cercado de água, que não pode ninguém ir a ele sem barco ou a nado”. A descrição é complementada adiante (linhas 407-409): “Neste ilhéu, aonde fomos ouvir missa e pregação, es- praia muito a água, e descobre muita areia e muito cascalho”. Caminha descreve assim um local desolado, o que contrasta com a luxurian- te vegetação, característica da Mata Atlântica, mostrado no célebre quadro a óleo, “Primeira Missa no Brasil”, criação admirável do pintor Victor Meirelles.
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Tratamento hidrotérmico na mortalidade de larvas de Ceratitis capitata (Weidmann, 1824) (Diptera: Tephritidae) em tangerina (Citrus reticulata Blanco).

Tratamento hidrotérmico na mortalidade de larvas de Ceratitis capitata (Weidmann, 1824) (Diptera: Tephritidae) em tangerina (Citrus reticulata Blanco).

Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba, Estação Experimental de Lagoa Seca, Estrada de Imbaúba, Km 3, 58117-000, Lagoa Seca, Paraíba, Brasil.. 2 Laboratório de Entomologi[r]

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Moscas frugívoras (Tephritidae e Lonchaeidae): ocorrência em pomares comerciais de tangerina (Citrus reticulata Blanco) do município de Matinhas, Estado da Paraíba.

Moscas frugívoras (Tephritidae e Lonchaeidae): ocorrência em pomares comerciais de tangerina (Citrus reticulata Blanco) do município de Matinhas, Estado da Paraíba.

Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba, Estação Experimental de Lagoa Seca, Estrada de Imbaúba, Km 3, 58117-000, Lagoa Seca, Paraíba, Brasil.. 2 Laboratório de Entomolog[r]

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Controle de Colletotrichum gloeosporioides em mamoeiro, utilizando extratos vegetais, indutores de resistência e fungicida.

Controle de Colletotrichum gloeosporioides em mamoeiro, utilizando extratos vegetais, indutores de resistência e fungicida.

1 Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Paraíba, Campus II, 58397-000, Areia, Paraíba, Brasil.. 2 Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Un[r]

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