Top PDF Flora e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea de uma área de caatinga do Seridó, RN, Brasil.

Flora e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea de uma área de caatinga do Seridó, RN, Brasil.

Flora e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea de uma área de caatinga do Seridó, RN, Brasil.

RESUMO – (Flora e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea de uma área de caatinga do Seridó, RN, Brasil). Para testar a hipótese de que a vegetação do Seridó é aberta e de baixo porte, mesmo em local preservado, foi feito o levantamento fitossociológico de uma área na Estação Ecológica do Seridó, Serra Negra do Norte, RN, Brasil. Todas as plantas lenhosas com perímetro do caule a 1,30 m de altura do solo ≥ 3 cm, em 100 parcelas de 10×10 m, foram contadas e tiveram alturas, perímetros do caule e diâmetros das copas medidos e biomassas aéreas estimadas. Foram encontradas 15 espécies, pertencendo a 15 gêneros e 10 famílias, com índice de diversidade de Shannon de 1,94. São números mais baixos que os da maioria de outras áreas de caatinga. Mimosoideae teve o maior número de espécies (três). Todas as variáveis da estrutura da comunidade, exceto densidade (3.250 planta ha -1 ) também tiveram valores menores (área basal
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Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea em uma área de cerrado rupestre no parque estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás.

Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea em uma área de cerrado rupestre no parque estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás.

A maioria das espécies registradas no presente estudo é comum às áreas de cerrado sentido restrito sobre solos profundos e bem drenados localizadas no Brasil Central (Nunes et al. 2002, Ratter et al. 2003, Felfili et al. 2007). Além do mais, os maiores valores de similaridade de Czekanowski, foram registrados entre o cerrado rupestre do PESCAN e duas outras áreas de cerrado sobre solo profundo (Tabela 2). Desse modo, os resultados florísticos encontrados corroboram com as observações feitas por Eiten (1978), de que a vegetação existente nas encostas com afloramentos rochosos do PESCAN é composta por uma flora predominantemente acessória, caracterizada por elementos típicos do cerrado sentido restrito. No entanto, o cerrado rupestre do PESCAN apresentou espécies restritas a ambientes rupestres, como Schwartzia adamantium e Wunderlichia mirabilis (Mendonça et al. 2008, Ratter et al. 2000), bem como espécies pouco comuns no Cerrado, como Peltogyne confertiflora, Myrcia canescens e Myrcia variabilis (Ratter et al. 2003).
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Comparação da vegetação arbustivo-arbórea de uma área de cerrado rupestre na Chapada dos Veadeiros, Goiás, e áreas de cerrado sentido restrito do Bioma Cerrado

Comparação da vegetação arbustivo-arbórea de uma área de cerrado rupestre na Chapada dos Veadeiros, Goiás, e áreas de cerrado sentido restrito do Bioma Cerrado

Apesar da complexidade da paisagem dos ambientes rupestres (Oliveira Filho & Fluminhan Filho 1999, Lima 2008), do elevado grau de endemismo da flora (Simon & Proença 2000, Porembski 2007) e da importância estratégica que as áreas de cerrado rupestre representam para a manutenção da biodiversidade do Cerrado (Porembski 2007, Pinto et al. 2009), pouco ainda se sabe sobre a estrutura da vegetação arbustivo-arbórea dos cerrados rupestres do Brasil Central (Oliveira Filho & Fluminhan Filho 1999, Pinto et al. 2009, Lima et al. 2010). A maioria dos estudos florísticos e fitossociológicos da flora lenhosa do Cerrado foi realizada em áreas com solos profundos e relevo plano a levemente ondulado (Ratter et al. 2003, Fonseca & Silva Júnior 2004, Felfili et al. 2007a, Mendonça et al. 2008). Assim, pouca ênfase tem sido dada às áreas de campo rupestre e cerrado rupestre, embora representem juntos cerca de 7% do bioma (Reatto et al. 2008), aproximadamente 6,6% do Estado de Goiás mais o Distrito Federal e 14% da área contínua formada pela Área de Proteção do Pouso Alto, incluindo o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Lima 2008).
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Diagnóstico florístico estrutural de caatinga em gradientes altitudinais no estado da Paraíba

Diagnóstico florístico estrutural de caatinga em gradientes altitudinais no estado da Paraíba

RESUMO - Considerando grandes lacunas de conhecimento sobre a composição florística e a estrutura fitossociológica da vegetação de Caatinga, este estudo teve como objetivo contribuir para o conhecimento da flora arbustivo-arbórea da Caatinga, estudando três fragmentos localizados nos municípios de São José do Bonfim, Itaporanga e Lagoa, no estado da Paraíba - Brasil. Para este estudo, foi realizado o inventário florestal dos estratos adulto e regenerante, sendo estabelecidas 25 parcelas de 400 m² em cada área, sistematicamente distribuídas em malha de 150 x150 m. Nas parcelas, foram amostrados todos os indivíduos arbóreos e arbustivos com circunferência na altura do peito a 1,30 m de altura do solo superior a 6 cm, para o estrato adulto e levantada em subparcelas de 25 m², dentro de cada parcela o estrato regenerante a partir de 0,5 m de altura até CAP igual a 6 cm. Foram medidos e identificados nas três áreas de estudo 3.118, 2.847 e 3.057 indivíduos, com riqueza de 20, 70 e 68 espécies respectivamente para cada área. Para as três áreas de estudo, no estrato adulto, as famílias Euphorbiaceae e Fabaceae, são as mais ricas em número de espécies, e as dominantes em número de indivíduos. As áreas de maior altitude, Itaporanga e Lagoa, apresentaram valores elevados de diversidade (H’) para áreas de Caatinga. Este estudo apresenta o primeiro registro de ocorrência na flora arbustivo- arbórea do estrato adulto de Caatinga, para o estado da Paraíba, as espécies: Mimosa acutistipula (São José do Bonfim), Annona leptopetala, Aspidosperma cuspa, Psidium appendiculatum, Eugenia flavescens, Eugenia stictopetala, Cordiera rigida, Sigmatanthus trifoliatus, Allophylus quercifolius, Stachytarpheta coccinea e Callisthene minor (Itaporanga), Erythroxylum nummularia, Byrsonima vacciniifolia, Eugenia caatingicola, Eugenia
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Estrutura da vegetação caducifólia espinhosa (caatinga) de uma área do sertão central de Pernambuco.

Estrutura da vegetação caducifólia espinhosa (caatinga) de uma área do sertão central de Pernambuco.

Os resultados das comparações entre os parâmetros fisionômicos em áreas da depressão sertaneja em situação de pediplano ou próxima a riacho/ serra mostram que em ambas é comum uma elevada densidade de plantas de pequeno porte e altura e que a separação fisionômica parece ser o resultado da presença de indivíduos de maiores diâmetros e alturas. É possível supor que pequenas mudanças nos habitats, como proximidade de serras e riachos, dentro de uma mesma unidade ambiental, possam explicar em parte a heterogeneidade fisionômica da caatinga sensu stricto.
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AVALIAÇÃO  DO EFLUENTE DO DESSALINIZADOR E DA TILAPICULTURA EM SÃO JOSÉ DO SERIDÓ-RN

AVALIAÇÃO DO EFLUENTE DO DESSALINIZADOR E DA TILAPICULTURA EM SÃO JOSÉ DO SERIDÓ-RN

O município está localizado na microrregião do Seridó Oriental, limitando-se com os municípios de Cruzeta, Caicó, Jardim do Seridó e Acari, situando-se a 207 m de altitude, numa área de 174,50 km², equivalente a 0,35 % da superfície do Rio Grande do Norte e tendo como base econômica a agropecuária e extração mineral (IDEMA, 2008). Geologicamente o município abrange terrenos pertencentes ao Embasamento Cristalino, com rochas da Formação Seridó da idade Pré-Cambriano, 579 milhões de anos caracterizada por biotita xisto, sericita xisto, filitos e calcários. O solo é Bruno não Cálcio, Sílico-Argiloso e Pedregoso (CPRM, 2005).
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FLORÍSTICA E ESTRUTURA DE FLORESTAS TROPICAIS SAZONALMENTE SECAS.

FLORÍSTICA E ESTRUTURA DE FLORESTAS TROPICAIS SAZONALMENTE SECAS.

FLORISTIC AND STRUCTURE OF SEASONALLY DRY TROPICAL FORESTS ABSTRACT: A floristic and structural survey of the tree community in different environments (slope, Arboreal Caatinga and ecotone to savannah) were carried out in Cavernas do Peruaçu National Park, North of Minas Gerais. We aimed to test the following hypotheses: 1 - There is floristic differentiation among the environments; 2 - All environments have the same structural characteristics. Venn Diagrams were used to compare both the shared and unshared species among the environments. Tree distribution by diameter classes for each environment was made by means of frequency histograms. An Indicator Species Analysis and usual phytossociological parameters were used. A total of 305 species were found, distributed in 173 genera and 48 families, of which 166 were found in the slope, 204 in the Arboreal Caatinga and 155 in the ecotone. 54 species were exclusive to the slope, 65 to the Arboreal Caatinga and 35 to the ecotone and only 69 species were common to all three environments. 1391 individuals were sampled, yielding an estimated density of 1340.62, 1765 and 1280 individuals.ha -1 respectively for the slope,
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Fenologia de espécies lenhosas da caatinga do Seridó, RN.

Fenologia de espécies lenhosas da caatinga do Seridó, RN.

correspondência nítida, indicando que, possivelmente, há interação com outros fatores, formando respostas complexas. Um primeiro grupo de fatores poderia ser os que relacionam chuva com disponibilidade hídrica para as plantas (JOLLY e RUNNING, 2004). Topografia, profundidade de solo e posição de lençol freático podem prolongar mais ou menos a disponibilidade hídrica após as chuvas (BORCHERT et al., 2004). Uma análise mais aprofundada sobre o efeito desses fatores fica limitada pela carência de dados para locais com caatinga. No local deste trabalho, a capacidade de acumulação de água não foi determinada, mas estima-se que seja pequena porque o subsolo é rochoso e o solo, em geral, é raso (50 cm ou menos, em poucos pontos de observação que não se constituíam em uma medida sistematizada). Além disso, o local ficava em um plano topográfico alto, de modo que não recebia água de escoamento de posições mais altas. Além dos fatores ligados às reservas hídricas, também temperatura, luz e umidade do ar têm sido apontadas como fatores que influenciam os fenômenos fenológicos, isoladamente ou interagindo entre si (VAN SCHAIK et al., 1993; BORCHERT et al., 2004). Mais ao sul do Brasil, a floração está relacionada à temperatura (MORELLATO et al., 2000; MANTOVANI et al., 2003; ANDREIS et al., 2005) e, possivelmente, ao comprimento do dia (MANTOVANI et al., 2003), mas também pode ser não estacional nas matas mais úmidas (MORELLATO et al., 2000). No Nordeste, não há informação suficiente para avaliar essas relações com temperatura e comprimento do dia. Sabe-se, no entanto, que as variações nessas variáveis, ao longo das estações, são pequenas, por causa da baixa latitude do local estudado (6 o Sul).
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MATERIAL E MÉTODOS Área de estudo e levantamento florístico

MATERIAL E MÉTODOS Área de estudo e levantamento florístico

Afirma-se que mais da metade da flora savânica do Brasil central tenha se originado de outros tipos vegetacionais, os quais influenciam o Cerrado pela proximidade nas bordas, e chegam às áreas centrais através das matas ciliares que cortam os biomas seguindo o curso dos rios (RIZZINI, 1997; FELFILI; SOUSA-SILVA; SCARIOT, 2005). A expansão da flora amazônica para o sul de sua localização atual teria ocorrido em tempo geológico recente, no período glacial andino do Quaternário, há, aproximadamente, 15.000 anos, e considera-se que a flora hoje presente no domínio do Cerrado seja quase inteiramente composta por estas famílias e gêneros, com adaptações fenotípicas às novas condições ambientais (IBGE, 2012).
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O CERRADÃO E O CERRADO SENTIDO RESTRITO NO PARQUE ECOLÓGICO DOS PEQUIZEIROS, DISTRITO FEDERAL Felipe Meirelles Casella

O CERRADÃO E O CERRADO SENTIDO RESTRITO NO PARQUE ECOLÓGICO DOS PEQUIZEIROS, DISTRITO FEDERAL Felipe Meirelles Casella

densidade total observada no Cd foi de 1.495 ind.ha -1 distribuídos em 103 espécies, enquanto no Cr foi de 1.152 ind.ha -1 distribuídos em 96 espécies. O índice de diversidade de Shannon (H ’) para Cd foi de 3,67 e 3,59 no Cr. A área basal na fitofisionomia florestal foi de 26,28 m 2 .ha -1 e na formação savânica, de 18,78 m 2 .ha -1 . Estes valores estão na faixa de variação registrada em outros estudos realizados em diferentes partes do bioma e refletem alta diversidade florística. Porém, a riqueza e a área basal registradas no Cd estiveram entre os valores mais elevados em relação à faixa de variação dos demais estudos, assim como para Cr, que também se destacou quanto à área basal total. As famílias que mais contribuiram para a riqueza das comunidades foram Fabaceae, Vochysiaceae e Myrtaceae. A espécie que apresentou o maior IVI no Cd, foi Emmotum nitens (Benth.) Miers, enquanto no Cr foi Qualea parviflora Mart. As distribuições diamétricas em classes de frequência mostraram-se no formato exponencial negativo e indicam que as comunidades são autorregenerativas, porém, a presença elevada de árvores mortas, em pé, registradas nas unidades amostrais indicou perturbações recentes nos locais de estudo. A elevada quantidade de espécies exclusivas junto com o padrão geral de dissimilaridade entre áreas localizadas em diferentes partes do bioma Cerrado indica grande heterogeneidade da distribuição da flora lenhosa do cerradão e indica que a composição florística dos cerradões é resultado da colonização de espécies de fitofisionomias savânicas e florestais adjacentes, assim como por espécies generalistas. A elevada presença da espécie Emmotum nitens (Benth.) Miers pode ser utilizada para caracterizar os cerradões distribuídos ao longo do Distrito Federal.
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Flora arbustivo-arbórea do Parque Estadual do Jaraguá, São Paulo - SP.

Flora arbustivo-arbórea do Parque Estadual do Jaraguá, São Paulo - SP.

Resumo: O objetivo deste trabalho foi caracterizar a flora arbustivo-arbórea do Parque Estadual do Jaraguá (PEJ), a fim de contribuir para o conhecimento de sua diversidade. Foram feitas coletas mensais de material reprodutivo dos indivíduos arbustivos e arbóreos ao longo de três trilhas, durante um período de 12 meses. O levantamento resultou em uma lista florística contendo 262 espécies nativas, de 153 gêneros e 55 famílias. As famílias mais representativas foram Fabaceae, com 30 espécies, Myrtaceae (26), Asteraceae (24), Melastomataceae (20), Lauraceae (16) e Rubiaceae (15). Assim como relatado para outros remanescentes da região metropolitana de São Paulo e entorno, a vegetação do PEJ está situada em uma zona de transição, onde predomina a floresta ombrófila densa, com a presença de algumas espécies de floresta estacional semidecidual. Destaca-se ainda a existência de uma outra fitofisionomia em uma região de afloramentos de rocha e solo raso, onde ocorrem espécies de cerrado, e que merece estudos específicos. Nessa área, a vegetação é predominantemente herbácea, com árvores e arbustos esparsos, em geral de pequeno porte e com tronco suberoso. Especificamente nessa formação, foram registradas 55 espécies pertencentes a 41 gêneros e 18 famílias, das quais 22 não ocorreram nos outros locais amostrados. A família com maior riqueza foi Asteraceae (15 espécies), seguida por Myrtaceae (7), Fabaceae (5) e Melastomataceae (4). Em todo o levantamento, foram contabilizadas 20 espécies exóticas. Apesar de grande parte da vegetação do Parque ser secundária e estar exposta a fortes pressões antrópicas, foram encontradas 14 espécies presentes em alguma das categorias existentes nas listas oficiais de espécies ameaçadas, reforçando a importância do PEJ para a conservação da biodiversidade.
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Estrutura do componente arbustivo-arbóreo da vegetação em duas áreas de caatinga, no município de Floresta, Pernambuco.

Estrutura do componente arbustivo-arbóreo da vegetação em duas áreas de caatinga, no município de Floresta, Pernambuco.

O fato de se ter registrado maior número de famílias e espécies na área de caatinga secundária está condizente com o que relataram Sampaio et al. (1998), que encontraram maior riqueza de espécies nos primeiros anos após o corte e queima em área de Caatinga em Serra Talhada, PE, reduzindo-se com o tempo. Em área de Caatinga em Apodi, RN, Pessoa et al. (2008) também encontraram discreta superioridade de riqueza de famílias e espécies em local manejado em relação à reserva legal. Em ambas as áreas estudadas, Poincianella bracteosa apresentou forte dominância ecológica. A existência de uma espécie com forte dominância ecológica em um povoamento é fato comum a muitas florestas tropicais (WHITMORE, 1990).
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A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

O Programa de Treinamento e Desenvolvimento de Gestores Escolares (PROTDGE) é uma proposta de formação em Gestão de Escolas que busca contribuir para a diminuição dos gaps, idetificados neste trabalho, entre a ofertas de cursos e as demandas dos Gestores de Escola da Rede Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Uma das razões que geram esses gaps, identififcada na análise dos resultados da Pesquisa de Campo, refere-se às modalidades dos cursos ofertados pela Secretaria. Tendo isso em vista, o PROTDGE foi concebido com base na seguinte constatação: muitas vezes o Gestor Escolar tem necessidade de desenvolver competência ou obter conhecimento em uma área específica como, por exemplo, Gestão financeira ou Gestão por resultados na Educação. Para adquirir conhecimentos específicos em alguma área da Gestão, esse Gestor não precisa se increver em cursos de longa duração, que abordam diversos temas além do seu interesse pontual, como é o caso de um MBA ou Mestrado. Sendo assim, o PROTDGE parte do seguinte pressuposto: o Gestor Escolar pode fazer cursos de curta duração, que contemplem específicamente a área temática de seu interesse ou que representa a sua maior dificuldade na Prática da Gestão na Escola.
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DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Para a autora, a autonomia administrativa encontra barreiras na Constituição quando esta estabelece que as universidades devem criar normas, mas essas devem estabelecer a utilização eficiente dos recursos materiais e de pessoal, estabelecendo ainda que o regime de trabalho seja o regime jurídico único. Com isso, haveria uma seleção natural da IFES, como propõe Durham (1998), cada uma se voltando à sua vocação: umas para o ensino e extensão (formação profissional) e outras poucas pesquisa, visto que, para isso, é preciso ter pessoal altamente capacitado, além de recursos materiais, tecnológicos e de infraestrutura. Sabe-se que nem todas as IFES têm corpo docente qualificado e infraestrutura física e tecnológica para o desenvolvimento de pesquisa. Até a década de 1990, por exemplo, poucas instituições se voltavam para essa área.
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A PRODUÇÃO DA SAÚDE E A POPULAÇÃO DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA NO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA EM PERNAMBUCO – BRASIL

A PRODUÇÃO DA SAÚDE E A POPULAÇÃO DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA NO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA EM PERNAMBUCO – BRASIL

O próprio Movimento dos Trabalhadores Sem Terra tem, como alguns de seus principais compromissos retificados no VI Congresso do MST fevereiro de 2014 8 , priorizar a produção de alimentos saudáveis à saúde dos produtores e dos consumidores e a preservação da natureza; produção agrícola agroecológica com a abolição do uso de agrotóxicos; e a terra, água, flora e fauna, minérios e sol devem estar a serviço do povo e preservados para as gerações futuras. Sendo este, um debate ao qual o Movimento deve ampliar para com os órgãos e os responsáveis pela saúde. No documento, identifica-se a saúde como um dos cernes principais da construção pela Reforma Agrária Popular: o campo como um local de bom viver, com direitos respeitados e condições dignas de vida, tendo em vista que, a transformação social se insere como compromisso de luta, não só dos camponeses, mas de toda a sociedade 8 .
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Estrutura fitossocióloga de um trecho de vegetação arbórea no Parque Estadual do Rio Doce - Minas Gerais , Brasil.

Estrutura fitossocióloga de um trecho de vegetação arbórea no Parque Estadual do Rio Doce - Minas Gerais , Brasil.

resultaria em 1466 indivíduos. Apresentando valores de 2,88 para DR, 4,22 para DoR e 2,92 para FR, o grupo de indivíduos mortos ocuparia o quarto lugar considerando-se o VC (3,54%) e dividiria a quarta colocação em VI com Aparisthmium cordatum (3,34%). Ressalta-se que em se adotando esse procedimento, duas espécies não seriam amostradas: Banara kuhlmanii (Flacourtiaceae) e Euplassa sp., sendo esta última a única representante da família Proteaceae. Esses dados mostram que ao se utilizar um método de amostragem independente de área, como o de quadrantes, em regiões pouco conhecidas floristicamente, seria mais adequado a não inclusão de indivíduos mortos, se abordagens acerca da dinâmica da comunidade não constarem dos objetivos do trabalho.
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O PNBE DO PROFESSOR: UMA POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO ESTUDO DE CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE GOVERNADOR VALADARES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PNBE DO PROFESSOR: UMA POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO ESTUDO DE CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE GOVERNADOR VALADARES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) é o um projeto de maior abrangência em distribuição de livros criado em 1997, pelo Ministério da Educação (MEC) pela Secretaria de Educação Básica (SEB), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (FNDE). Esta dissertação objetiva conhecer como foram recebidos e divulgados os acervos direcionados aos professores do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) nas escolas estaduais que atendem aos anos iniciais, junto a Superintendência Regional de Ensino de Governador Valadares (SRE/GV). Como recorte, foi analisado o PNBE do professor de 2010, visto que neste ano o programa atingiu todos os professores da Educação Básica. Em posse desse levantamento procura apontar possibilidades gestoras na utilização desse recurso da biblioteca escolar, na formação continuada dos docentes e melhoramento do programa. Quanto à metodologia, a pesquisa é de base qualitativa, utilizando o método estudo de caso que possibilita a compreensão das instituições pesquisadas em seu aspecto sociocultural integrando-a a dinâmica gestora de apropriação do PNBE do professor. Para coleta de dados trabalhou-se com: análise documental, pesquisa bibliográfica, observação não participante, questionários aplicados a professores e gestores dessas escolas. Os principais aportes teóricos estão na obra As 10 novas competências para ensinar, de Philippe Perrenoud; Dimensões da gestão escolar e suas competências, de Heloísa Lück, os programas de formação pedagógica do Brasil/MEC dialogando com autores como Marina Feldmann, a importância do espaço da biblioteca e o profissional capacitado para mediador de leitura com José Castilho Marques Neto e outros que corroboram na importância do livro e da leitura na formação continuada do professor. Os resultados apontaram na necessidade de ampliar as competências técnicas do profissional que atua nas bibliotecas escolares para melhor aproveitamento do programa, tendo o PNBE do professor como um recurso nas possibilidades de formação continuada dos docentes no espaço escolar.
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A flora e a vegetação dos afloramentos rochosos em três municípios na região norte do Ceará, Brasil: caracterização fitossociológica

A flora e a vegetação dos afloramentos rochosos em três municípios na região norte do Ceará, Brasil: caracterização fitossociológica

Para a área de estudo foram identificadas 89 espécies pertencentes a 60 gêneros e 31 famílias botânicas. Fabaceae é a família que apresenta o maior número de espécies (20 spp.), a Poaceae com dez spp., Euphorbiaceae com sete spp. e Convolvulaceae com 6 spp. Estes resultados são coincidentes com vários estudos que enfatizam estas famílias dentre as mais representativas em vegetação rupestre na Caatinga (Araújo et al. 2005; Gomes & Alves 2010; Gomes et al. 2011; Tölke et al. 2011; Sales-Rodrigues et al. 2014). No entanto, os resultados obtidos não evidenciam a presença de Orchidaceae, e apenas foi identificada uma espécie da família Bromeliaceae ao contrário de outros trabalhos que salientam a elevada abundância de espécies destas duas famílias (Porto et al. 2008; Gomes & Alves 2010; Pessoa & Alves 2014; Silva et al. 2015). Uma vez que o objetivo central era testar o método fitossociológico na identificação das comunidades rupícolas, as amostragens concentraram-se num período fenológico apenas,
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CORREÇÃO DE FLUXO DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS - PROJETO AVANÇAR EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE TONANTINS

CORREÇÃO DE FLUXO DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS - PROJETO AVANÇAR EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE TONANTINS

Dessa forma, em virtude dos problemas detectados nesta pesquisa, e partir dos recursos já disponíveis para o trabalho com o Projeto e conforme mencionado pelos relatórios do PADEAM, consiste o presente capítulo em uma propositura que se constitui como sugestão de melhorias no processo de execução do Projeto Avançar. A dimensão aqui contida pretende-se traduzir em melhorias nos resultados educacionais e na consecução de metas estabelecidas em dois âmbitos da gestão do Programa: a primeira parte do capítulo contém propostas de melhoria no Projeto à nível da gestão estadual, buscando contemplar as lacunas encontradas nos processos de implementação, sistematização, monitoramento e avaliação, bem como revisão na Proposta Pedagógica e na estrutura de suporte do Programa. A segunda parte do capítulo está direcionada à gestão do Programa em âmbito escolar, utilizando-se do planejamento estratégico como ferramenta de gestão, na qual será incluído o Projeto Avançar. As ações aqui sugeridas, descritas nas próximas seções, perpassam pela seleção de alunos, mobilização e sensibilização de pais e alunos e montagem do sistema de implementação, monitoramento, sistematização e avaliação do Projeto Avançar.
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A IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL, DA LDB AO ENEM – O CASO DE UMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA MG

A IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL, DA LDB AO ENEM – O CASO DE UMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA MG

O presente trabalho, intitulado “A implementação da reforma curricular do Ensino Médio no Brasil, da LDB ao Enem – o caso de uma escola estadual em Juiz de Fora – MG”, foi desenvolvido no Programa de Pós Graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública do CAEd/UFJF para obtenção do título de mestre. Teve como objetivo analisar como se dá o processo de implementação dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio – PCNEM (texto principal da reforma curricular brasileira para esta modalidade de ensino) na realidade de uma escola estadual de Juiz de Fora – MG. No trabalho, foi descrito o caso específico da escola analisada, relacionando esta realidade com as proposições dos documentos oficiais sobre o Ensino Médio. A realização deste trabalho foi fundamentada nas pesquisas de Ball (2001; 2006) no que diz respeito às políticas curriculares e também nas reflexões gerais sobre o problema do currículo trabalhadas por Lopes (2006). Além disso, foram utilizadas as pesquisas de Abramovay (2003) no que tange à recepção da reforma curricular no Brasil e também os trabalhos de Lück (2009) e Wallace Foundation (2010) a respeito das questões relacionadas à gestão escolar. Obviamente, os textos oficiais do Ministério da Educação foram também utilizados como referências fundamentais. Destaca-se no trabalho o desenvolvimento de um Plano de Ação Educacional que compreende a produção de orientações para a gestão escolar, passos para a atualização do Projeto Pedagógico da escola, além de um roteiro que sintetiza as principais teses da reforma brasileira. Todas estas ações foram apresentadas tendo como foco a atuação do gestor escolar como protagonista do processo de implementação da reforma.
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