Top PDF A formação do administrador: uma análise à luz das competências requeridas

A formação do administrador: uma análise à luz das competências requeridas

A formação do administrador: uma análise à luz das competências requeridas

Partindo de uma perspectiva crítica e com o intuito de contribuir para a reflexão acerca dos novos paradigmas para a formação e atuação dos administradores frente às demandas atuais, o presente trabalho monográfico visa analisar a relação entre as matrizes curriculares oferecidas pelos cursos de graduação em Administração e as competências necessárias para a atuação do administrador. Trata-se de uma pesquisa documental, de caráter descritivo e exploratório, a coleta de dados deu-se por meio das matrizes curriculares dos cursos de graduação em Administração, para fundamentar os dados utilizou-se a análise de conteúdo, com base no método de categorização. As categorias são baseadas de acordo com as competências, habilidades e atitudes demandadas pelos empresários, empregadores, professores, coordenadores, pelos próprios administradores e pela sociedade. Os resultados indicam que há uma interdependência entre o que é exigido nos cursos de graduação e o que o mercado de trabalho demanda, porém o caráter tecnicista e generalista enfatizado nas matrizes curriculares, minimizam a formação de caráter humanística. É neste ponto que, conclui-se que o administrador necessita aperfeiçoar sua postura crítica/analítica para, efetivamente, intervir nos fenômenos e relações sociais, transcrevendo o alvo, até então priorizado, de aperfeiçoar os processos organizacionais. Essa nova conduta dependerá de um esforço conjunto no sentido de repensar o que, de fato, é importante para a formação acadêmica do administrador, o que leva a imersão nas ciências sociais e humanas, com destaque para a vertente proposta pela Administração Política.
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Competências requeridas para o ingresso do administrador no serviço público federal versus matriz curricular do Curso de Administração da Universidade Federal do Ceará

Competências requeridas para o ingresso do administrador no serviço público federal versus matriz curricular do Curso de Administração da Universidade Federal do Ceará

O Brasil hoje está passando por uma instabilidade política e social considerável, as pessoas estão cada vez mais preocupadas com o desemprego e, dessa forma, buscando focar em algo mais atrativo e estável, o serviço público, percebendo-se, portanto, uma tendência cada vez maior das pessoas pela carreira pública. A partir do supracitado, o presente trabalho tem como objetivo identificar as competências requeridas para o ingresso do Administrador no serviço público federalnos últimos cinco anos mediante a matriz curricular do curso de Administração da Universidade Federal do Ceará. Aborda como fundamentação teórica, teorias que circundam a administração e o profissional da área, principalmente no que se refere a formação desse na instituição em questão, além de dispor considerações acerca do mercado de trabalho para a profissão. A pesquisa é classificada como:descritiva, bibliográfica e quantitativa. Foram analisados 35editais de concursos públicos federais dos últimos cinco anos (2014 a 2018),dos quais 57,1% eram de Universidades Federais e os demais de Institutos Federais em Estados variados onde foram ofertados no total 127 vagas para Administrador Federal. Constatou-se, através da análise das unidades curriculares do curso de Administração da Universidade Federal do Ceará, que o mesmo oferta 8 das 10 possíveis disciplinas cobradas nestes editais entretanto, uma das 2 (duas)disciplinas não ofertadas é Administração Pública, matéria indispensável para a formação e atuação desse profissional e, dessa forma, o curso pode focar nessa nova realidade do mercado e trazer modificações para potencializar o ingresso de seus alunos no setor público federal.
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Habilidades e competências do administrador na percepção dos empresários da região da Amplasc

Habilidades e competências do administrador na percepção dos empresários da região da Amplasc

Historicamente a capacitação do aluno de um curso de administração decorre, principalmente, da assimilação dos conteúdos das disciplinas inseridas no currículo de cada curso. De modo geral, mesmo reconhecendo-se a importância do valor agregado por qualquer processo de formação superior, há evidências empíricas de que os administradores recém-formados enfrentam o mercado de trabalho com insegurança e, quase sempre, são incapazes de uma inserção competitiva nas funções típicas de administradores profissionais (LOPES, 2002, p.1). Preocupadas com esta situação, na última década, as escolas de administração vêm carreando esforços para formar um administrador não apenas através de conteúdos (conhecimentos) que o aluno deverá obter de um conjunto de disciplinas, mas que sejam previstas quais ações ou que desempenhos este aluno será capaz de executar com o desenvolvimento de habilidades e quais atitudes são desejáveis que o mesmo adote, considerando suas emoções e sentidos. Igualmente importante tem sido trabalhar os valores, para ajudar o aluno a direcionar suas ações, conhecimentos e habilidades para aquilo que acredita ser viável e certo, respeitando os princípios éticos de sua profissão, ao atuar na sociedade. O presente estudo tem por objetivo conhecer a quais requerimentos o profissional da Administração deve atender para desempenhar suas funções, na visão dos empresários da região da AMPLASC e analisar a congruência desta percepção em relação ao que preconiza a Proposta Curricular do Curso de Administração. O método foi um estudo exploratório de corte transversal, onde, através de survey realizada junto a 23 empresas, buscou- se levantar as características da população pesquisada. O instrumento de coleta de dados foi questionário, composto de 27 questões, dividido em duas partes: a) identificação da empresa e b) os atributos do administrador. Nessa última parte o respondente acusava em uma escala a intensidade de importância que os atributos considerados deveriam estar presentes no administrador. A análise dos dados foi realizada sobre a amostra total e depois estratificando a amostra em pequena e média empresa e em função do ramo de atividade (indústria, comércio e serviço). Os resultados mostram que existe consonância entre a Proposta Curricular e o empresariado da região no que se refere a importância dos atributos do estudo, entretanto levantam algumas questões quanto a intensidade de importância dada à alguns desses atributos nas diferentes óticas (Proposta Curricular/sociedade).
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Uma breve análise do potencial da formação continuada como instrumento para o desenvolvimento das competências e habilidades requeridas pelo mercado de trabalho

Uma breve análise do potencial da formação continuada como instrumento para o desenvolvimento das competências e habilidades requeridas pelo mercado de trabalho

Schwartz (apud Ramos, 2001) propõe que a formação possui três dimensões: “conceitual, social e experimental”. A primeira define-a como função do registro de conceitos teóricos e formalizados, estando associados aos títulos e diplomas. A segunda coloca-a no âmbito das relações sociais que se estabelecem entre conteúdos das atividades e classificações hierárquicas, sendo referente ao conjunto de regras e direitos relativos ao exercício profissional construído coletivamente. Por fim, a terceira dimensão está relacionada ao conteúdo real do trabalho, em que se inscrevem não somente os conceitos, mas o conjunto de saberes postos em jogo quando da realização do trabalho.
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Competências requeridas no mercado de trabalho: uma análise exploratória dos anúncios de emprego na área da saúde em Portugal e Reino Unido

Competências requeridas no mercado de trabalho: uma análise exploratória dos anúncios de emprego na área da saúde em Portugal e Reino Unido

Dentro do primeiro grupo de competências requeridas, além das que são referidas, ainda se incluem competências de “customer care”, enquanto nas competências de trabalho em equipa valoriza-se o trabalho com os outros, intitulado muitas vezes de relacionamento interpessoal e a capacidade de resolução de problemas. Já no terceiro e último grupo de competências, destaca-se a capacidade em ter uma atitude positiva, valores e comportamentos, que acabam por ser bastante essenciais na área em causa, ser uma pessoa responsável, adaptável e estar recetivo a formação e aprendizagem contínua. Estes mesmos aspetos, são referidos em todos os níveis de carreira, sendo que ao serem detalhados poderão existir algumas diferenças, ainda que ténues. Contrariamente a este estudo, que abrange todas as posições na área da saúde e que de certa forma estuda os níveis de progressão de carreira na área e as competências que se requerem em cada uma, Messum et. al (2015) por sua vez, estudam que competências são requeridas aos novos gestores/administradores da saúde.
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MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO: UMA ANÁLISE DAS COMPETÊNCIAS ATITUDINAIS REQUERIDAS DO PROFISSIONAL DE INFORMAÇÃO

MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO: UMA ANÁLISE DAS COMPETÊNCIAS ATITUDINAIS REQUERIDAS DO PROFISSIONAL DE INFORMAÇÃO

Resumo: Análise das competências requeridas ao profissional de informação na realização do trabalho de mediador de informação na perspectiva da apropriação do conhecimento. Para tanto, conceitos de mediação da informação, comunicação e competências foram utilizados. No que concerne ao quesito mediação, emergem o papel e a importância do profissional de informação como ator social no processo de apropriação do conhecimento; aspectos sobre competência, habilidades e atitudes necessárias para o desenvolvimento da mediação por parte do profissional de informação são discutidos. Do ponto de vista do item comunicação, aborda-se seu imbricamento no processo de interação humana. Para o desenvolvimento da pesquisa aplicada, lançou-se mão da abordagem qualitativa. A pesquisa foi realizada na perspectiva de ampliar o debate sobre a formação do profissional da informação que se ancora nos fundamentos teórico metodológicos da Ciência da Informação (CI), que possui como objeto de estudo a informação, essa entendida como um fenômeno de ativação do conhecimento por meio de uma ação social de mediação. Como principais achados, o estudo apontou
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Competências essenciais requeridas para o gerenciamento de unidades básicas de saúde

Competências essenciais requeridas para o gerenciamento de unidades básicas de saúde

serem imitadas. As habilidades favorecem a aplicação das competências e da aptidão. As habilidades interpessoais assumem um caráter importante nas organizações. As atitudes permitem fazer uso do conhecimento, com orientação para a inovação e aprendizagem permanentes, integrando aspectos técnicos, sociais e atitudes relacionadas ao trabalho. A metodologia utilizada foi descritiva e exploratória, com a aplicação de uma entrevista semi-estruturada. A amostra constituiu-se de sete professores enfermeiros docentes no Curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Oeste do PR, onze enfermeiros que gerenciam as UBS e 400 usuários que freqüentam as Unidades Básicas de Saúde. A análise dos dados ocorreu de forma qualitativa e descritiva. Os resultados, advindos do estudo, identificaram na categoria dos professores 02 competências do conhecimento, 05 das habilidades e 03 das atitudes. Na categoria dos enfermeiros foram descritas 02 competências do conhecimento, 01 das habilidades. Os resultados com usuários constatou-se que 80% deles destacaram que todas as variáveis, conhecimento, habilidades e atitudes, são muitos importantes. A pesquisa assinalou a necessidade da formação e reorganização das competências essenciais para o gerenciamento das Unidades Básicas de Saúde. O desenvolvimento das competências essenciais propicia a aquisição e atualização contínua dos conhecimentos, habilidades e atitudes, permitindo alcançar um desempenho gerencial com eficiência e qualidade nas Unidades Básicas de Saúde.
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Competências secretarias requeridas pela Universidade Federal de Santa Catarina

Competências secretarias requeridas pela Universidade Federal de Santa Catarina

Esta dissertação resulta de um estudo sobre competências secretariais no contexto da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O objetivo geral foi analisar as competências requeridas por essa Universidade em comparação ao perfil profissiográfico do secretário-executivo, com vistas ao melhor aproveitamento do potencial de contribuição dos ocupantes desse cargo. Metodologicamente, a pesquisa se refere a um estudo de caso de natureza indutiva, descritiva, exploratória e predominantemente qualitativa, realizado a partir dos pressupostos da Gestão por Competências. Os dados, coletados por meio de pesquisas documentais, questionários e entrevistas semiestruturadas, foram analisados por análise de conteúdo. Os resultados permitiram compreender o panorama e as perspectivas dos secretários-executivos da UFSC em relação aos diversos sistemas que caracterizam sua atuação: a) processo de seleção; b) critérios de distribuição e mudanças de setor; c) funções de chefia; d) formação, aperfeiçoamento profissional e desenvolvimento de competências; e) percepções dos gestores; f) níveis de satisfação; g) aproveitamento do potencial de contribuição; h) campos do conhecimento fundamentais e competências técnicas e comportamentais requeridas. Verificou-se que, de modo geral, os secretários-executivos não são bem aproveitados pela UFSC. Acredita- se, no entanto, que o desenvolvimento ou aperfeiçoamento das competências requeridas, associado à reestruturação do sistema de gestão de pessoas adotado para o cargo, permitirá que os servidores utilizem seu potencial para atuar junto às lideranças da Instituição na execução de metas e objetivos organizacionais, bem como para desempenhar atividades estratégicas de alta relevância, lendo, interpretando, analisando e assumindo postura crítica em relação ao ambiente em que estão inseridos.
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Competências Requeridas dos Docentes: Análise Crítica na Perspectiva Discente

Competências Requeridas dos Docentes: Análise Crítica na Perspectiva Discente

Tomando como base o cenário atual, de um mercado exigente e atrativo, a inserção nesse meio depende em grande parte dos atributos específicos na formação. Determinadas disciplinas são especificamente de uma área, sendo esta o foco central de um discente. O domínio desse assunto é adquirido com o passar do tempo, atrelando experiência, dedicação e conhecimento. No entanto, uma boa base solidificada na sala de aula é, muitas vezes, peça chave para o ingresso no mercado de trabalho. A atuação pode depender muito de como foi a experiência teórica, em sala de aula, que o discente teve em época de formação.
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Percepções de jovens aprendizes e de seus supervisores sobre competências requeridas na formação para a primeira oportunidade profissional

Percepções de jovens aprendizes e de seus supervisores sobre competências requeridas na formação para a primeira oportunidade profissional

destacados os seguintes conhecimentos: noções do funcionamento de uma empresa; noções de português e matemática; noções sobre o mercado de trabalho; e noções sobre o mundo das drogas, sexualidade e orientação profissional. Em relação às habilidades requeridas pelos supervisores, foram identificadas: saber realizar atendimento ao público/lidar com pessoas; saber ter postura profissional; saber redigir documentos; fazer controle de prazos; ter boa memória; saber interpretar informações; e se posicionar diante das situações. Referente às atitudes reveladas pelos supervisores foram mencionadas, principalmente: relacionamento interpessoal; trabalho em equipe; apresentação pessoal; interesse; disposição para organizar; disposição para cumprir horários; ética; visão sistêmica; responsabilidade; e disposição para agir rápido. Pela análise dos resultados, foi possível verificar um maior número de competências requeridas na percepção dos supervisores do que na dos jovens, o que demonstra coerência de acordo com sua experiência profissional. Também foi possível perceber muitas semelhanças de percepções dos jovens e supervisores em relação aos conhecimentos, habilidades e atitudes citados, o que indica que os mesmos possuem uma linha semelhante de pensamento. Por fim, este estudo pode contribuir para a elaboração e complementação de cursos voltados à inserção do jovem no mercado de trabalho, além de possibilitar o desenvolvimento de competências em jovens que buscam a primeira oportunidade profissional.
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Análise das competências secretariais requeridas pela Universidade Federal de Santa Catarina em comparação ao perfil profissiográfico do secretário executivo

Análise das competências secretariais requeridas pela Universidade Federal de Santa Catarina em comparação ao perfil profissiográfico do secretário executivo

As Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) realizam concursos públicos para o cargo de Secretário Executivo desde 2006. Apesar da quantidade significativa de profissionais da área atuando nesse contexto (1.478 cargos ocupados) (Brasil, 2013) e das múltiplas contribuições que a flexibilidade do seu perfil e suas competências lhes permitem oferecer, poucos estudos demonstram como suas atribuições foram adequadas às IFES. Este estudo tem o objetivo de analisar as competências secretariais requeridas pela UFSC em comparação ao perfil profissiográfico do Secretário Executivo, no contexto da Gestão por Competência. O perfil profissiográfico foi levantado por pesquisa bibliográfica e documental, entrevistas semiestruturadas com representantes dos órgãos de classe e com a coordenação do curso de Secretariado Executivo da UFSC. As competências secretariais requeridas pela UFSC foram identificadas por entrevista semiestruturada com a Secretaria de Gestão de Pessoas e aplicação de questionário em 91,30% dos ocupantes do cargo. Os dados foram sistematizados e analisados por análise de conteúdo qualitativa e quantitativa. Foi caracterizado o panorama do profissional no âmbito da UFSC, bem como os campos do conhecimento imprescindíveis para o bom desempenho de suas funções: princípios administrativos e organizacionais; gestão secretarial; psicologia organizacional; língua vernácula (redação de documentos); tecnologia da informação e comunicação. Os principais resultados apontam que, apesar das dificuldades, a perspectiva de atuação para esses profissionais no contexto da UFSC é altamente promissora, devido ao aumento do nível de complexidade dos processos organizacionais e do perfil profissiográfico do secretário executivo, assim como do alto nível de formação e capacitação dos atuais ocupantes do cargo. O estudo permitiu ampliar a compreensão acerca das competências requeridas dos secretários executivos pela UFSC e poderá fomentar discussões que favoreçam o estabelecimento de políticas voltadas ao desenvolvimento de competências secretariais.
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O ADMINISTRADOR E AS ORGANIZAÇÕES SOB A ÓTICA DAS COMPETÊNCIAS

O ADMINISTRADOR E AS ORGANIZAÇÕES SOB A ÓTICA DAS COMPETÊNCIAS

Entretanto, a definição formal das competências do administrador diz respeito à mobilização do CHA num escopo organizacional. No Brasil, o órgão responsável pela definição das diretrizes curriculares dos cursos de administração é o Conselho Nacional de Educação (CNE) e, em especial, a Câmara de Edu- cação Superior (CES). O documento que rege a formação do administrador no Brasil é a resolução número 4, de 13 de julho de 2005 (CNE, 2005), explicitando as competências desejadas no seu artigo 4o, composto por oito incisos, anexo a este artigo. Mesmo uma rápida análise do artigo 4o irá apontar uma inconsistên- cia com o conceito de competência visto até o momento. Note-se que no caput do artigo consta que “[...] o curso de graduação em administração deve possibi- litar a formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades” (BRASIL, 2005). Utilizar a expressão “competências e habilidades” é, como vimos, uma redundância, uma vez que a competência é composta por conhecimentos, habilidades e atitudes.
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FORMAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DO ADMINISTRADOR: ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS CONCLUINTES E EGRESSOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO

FORMAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DO ADMINISTRADOR: ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS CONCLUINTES E EGRESSOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO

O presente trabalho tem como objetivo principal o diagnóstico das competências dos acadêmicos formandos em Administração de uma Instituição de Ensino Superior (IES). Fundamentado na literatura sobre competências profissionais, buscou-se conhecer as competências desenvolvidas no curso de Administração em relação às requeridas no ambiente profissional, na percepção do formando. A pesquisa de caráter exploratória e descritiva teve etapas qualitativas e quantitativas, com características de método de triangulação de dados. Para tanto, desenvolveu-se pesquisa documental no projeto pedagógico do curso de Administração para identificar as práticas pedagógicas que proporcionam o desenvolvimento de competências. A etapa quantitativa compreendeu uma survey com os 82 discentes concluindo o curso de Administração (7º e 8º períodos), tendo como base as competências estipuladas como importantes ao perfil do egresso do curso de Administração segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais do MEC. A etapa qualitativa desenvolveu-se com entrevista em profundidade com dois egressos do curso de administração. Realizou-se a análise quanto ao nível requerido das competências no ambiente profissional do discente e do desenvolvimento das mesmas no curso de Graduação. Observou-se que as competências desenvolvidas no curso de administração estão em consonância com as requeridas no ambiente de trabalho, sob a percepção do acadêmico, embora hajam competências desenvolvidas em menor escala que o requerido.
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COMPETÊNCIAS REQUERIDAS NO COMÉRCIO EXTERIOR: UM ESTUDO SOB A ÓTICA DE ESTUDANTES

COMPETÊNCIAS REQUERIDAS NO COMÉRCIO EXTERIOR: UM ESTUDO SOB A ÓTICA DE ESTUDANTES

Este artigo traz uma análise sobre o contexto do comércio exterior brasileiro, as competências do profissional dessa área apontadas na literatura e os resul- tados parciais de uma pesquisa realizada com alunos de nível superior do curso de Comércio Exterior. Os dados foram coletados através da técnica de grupos focais, sendo analisados via análise textual discursiva. Apresentam-se aspectos sobre a aprendizagem das competências necessárias para atuar na área, sob a ótica de alunos pesquisados. Em relação ao perfil profissional, constata-se, por meio dos autores, que o profissional da área deve agregar competências gerais, como negociação, criatividade, domínio de idiomas, visão estratégica e cultura universal. As opiniões dos alunos participantes convergem com a lite- ratura, pois, para eles, o profissional necessita ter uma formação que contemple conhecimentos aduaneiros e de legislação, negociação, comunicação e aspectos culturais, de modo a melhor enfrentar os desafios do mercado globalizado.
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Competências requeridas na formação de coaches executivos

Competências requeridas na formação de coaches executivos

, calma, equilíbrio, receptividade, respeito, relacionamento, amor, assertividade, flexibilidade, acolhimento, satisfação, sensibilidade, senso de oportunidade, continência, cuidado e não diretividade. Ao final, foram estabelecidas sínteses das relações das subcategorias da competência (conhecimentos, habilidades e atitudes) e conjuntos temáticos com a formação e com a atuação do profissional coach executivo. Foi possível perceber que as competências do coach executivo estão relacionadas à combinação da formação profissional com a formação individual. Por meio da análise de dados, concluiu-se que as informações reveladas pelas participantes acusam as competências requeridas na formação de coaches executivos, pois estão relacionadas à atuação profissional, à formação profissional e individual e são identificadas como a mobilização de recursos internos na ação. É possível perceber também que os conhecimentos, as habilidades e as atitudes reveladas se inter-relacionam e estão articuladas a uma rede de saberes e de relações. São componentes que revelam interdependência quando os eventos anteriores e ulteriores a eles são analisados, demonstrando relevância para o estudo referente ao desenvolvimento de competências.
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análise de competências à luz da literatura e da formação curricular :: Brapci ::

análise de competências à luz da literatura e da formação curricular :: Brapci ::

A autora conclui a discussão teórica, frisando a respeito das possibilidades de atuação do arquivista no mercado de trabalho. Segundo a autora, o mercado exige, portanto, um profissional apto a trabalhar com a informação desde a produção, coleta, organização, interpretação, armazenamento, recuperação, disseminação e uso da mesma, utilizando como ferramenta a tecnologia disponível. Infere que as competências dos arquivistas permeiam o universo da Ciência da Informação, o que remete ao profissional adquirir status de MIP, a fim de se adaptar em meio às aceleradas transformações.
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GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIA: ANÁLISE DAS COMPETÊNCIAS DO CARGO DE ADMINISTRADOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIA: ANÁLISE DAS COMPETÊNCIAS DO CARGO DE ADMINISTRADOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

O modelo de Gestão por Competência procura unir os objetivos individuais aos interesses institucionais. O presente trabalho tem como objetivo identificar quais as competências necessárias para o cargo de Administrador da Universidade Federal do Pará (UFPA), analisando se o ambiente organizacional influencia a formação de competências de acordo com seus objetivos estratégicos. O método utilizado nesta pesquisa foi à análise documental e entrevistas com seis servidores técnico-administrativos do cargo de Administrador. Os resultados apontam que não há muitas semelhanças de competências entre os ocupantes do cargo de Administrador, apesar de estarem no mesmo ambiente organizacional. E aponta-se também que as competências mais comuns foram Atendimento ao Público e Planejamento Organizacional. Já as competências com menor frequência foram Gestão de Recursos Financeiros, Fiscalização e Controle e Ministrar cursos e palestras. Percebe-se que existem diferenças entre as competências entre servidores da mesma unidade, o que demonstra que nas unidades da UFPA ainda que apresentem as subunidades apresentem objetivos comuns, existem diferenças nas suas funções e atividades.
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GESTÃO UNIVERSITÁRIA: FORMAÇÃO DO ADMINISTRADOR NO BRASIL

GESTÃO UNIVERSITÁRIA: FORMAÇÃO DO ADMINISTRADOR NO BRASIL

O distanciamento entre as categorias, assim como apresentado na figura 2, demonstra que o ensino de graduação em administração não é desenvolvido a partir dos modelos interdisciplinares, o que indica uma possível alienação dos graduandos. A administração é considerada uma ciência social aplicada, ou seja, deveria utilizar outras ciências como subsidio para desenvolver um raciocínio critico-reflexivo. Nesse caso nota-se um grande desafio para o desenvolvimento dos modelos interdisciplinares, principalmente pela fragilidade oriunda da falta de uma reflexão critica a respeito do papel da ideologia do trabalho do administrador.
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Competências profissionais requeridas e exigidas no exame de certificação da profissão contábil

Competências profissionais requeridas e exigidas no exame de certificação da profissão contábil

Quanto às competências, os bacharéis em Ciências Contabilistas deverão ser capazes de: 1. Utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem próprias das Ciências Contábeis e Atuariais; 2. Demonstrar uma visão sistêmica e interdisciplinar da atividade contábil; 3. Elaborar pareceres e relatórios que contribuam para o desempenho eficiente e eficaz de seus usuários, quaisquer que sejam os modelos organizacionais; 4. Aplicar adequadamente a legislação inerente às funções contábeis; 5. Desenvolver, com motivação e pela permanente articulação, a liderança entre equipes multidisciplinares para captar insumos necessários aos controles técnicos, à geração e disseminação de informações contábeis, com reconhecido nível de precisão; 6. Exercer suas funções com expressivo domínio das funções contábeis e atuariais, que viabilizem aos agentes econômicos e administradores, de qualquer segmento produtivo ou institucional, o pleno cumprimento da sua responsabilidade, quanto ao gerenciamento, aos controles e à prestação de contas da sua gestão perante a sociedade, gerando também informações para a tomada de decisão, organização de atitudes e construção de valores orientados para a cidadania; 7. Desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e controle gerencial; 8. Exercer com ética e proficiência as atribuições e prerrogativas que lhe são prescritas pela legislação específica, revelando domínios adequados aos diferentes modelos organizacionais.
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O humanismo na formação do administrador: caso UFSC.

O humanismo na formação do administrador: caso UFSC.

Convencionou-se, nesta pesquisa, que as disciplinas com formação humanis- ta seriam apenas aquelas oriundas do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da uFsC, unidade devidamente habilitada para esta formação, representada pelos cursos de filosofia, psicologia, história, geografia, ciências sociais. Isso não significa que o Curso de Administração não pudesse estar trabalhando conteúdos de formação humanista com seus estudantes, mesmo à revelia da estruturação universitária atual, preconizada na legislação. A identificação desta realidade, no entanto, seria muito difícil.
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