Top PDF Formação de preço de venda: um estudo de caso através do mapeamento de custos e despesas na empresa Emanuel Colagens Industriais Ltda

Formação de preço de venda: um estudo de caso através do mapeamento de custos e despesas na empresa Emanuel Colagens Industriais Ltda

Formação de preço de venda: um estudo de caso através do mapeamento de custos e despesas na empresa Emanuel Colagens Industriais Ltda

Neste contemporâneo ambiente capitalista mundial, onde a globalização econômica fez com que desmoronasse as fronteiras comerciais entre os países, as empresas brasileiras buscando sua sobrevivência no mercado perseguem cada vez mais a tão almejada vantagem competitiva. A concorrência, que antes se apresentava em âmbito regional e as vezes nacional se tornou internacional, com a entrada de produtos importados com um bom padrão de qualidade e preços competitivos no país, desde itens de necessidades básicas até bens de consumo. Dentro deste cenário as empresas como um todo iniciaram as buscas pela melhor qualidade de seus produtos ao menor custo de produção, tendo em vista que se tornou imprescindível para alcançar a vantagem competitiva, pois com os avanços tecnológicos nos processos produtivos, os produtos no mercado apresentam-se com uma similaridade muito alta em termos de qualidade e assim o fator “preço” se torna decisivo.
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Análise do impacto dos custos e das despesas na formação do preço de venda : um estudo de caso com uma microempreendedora individual (MEI) de Caxias do Sul - RS

Análise do impacto dos custos e das despesas na formação do preço de venda : um estudo de caso com uma microempreendedora individual (MEI) de Caxias do Sul - RS

Com o passar dos anos, o mercado de trabalho vem apresentando números cada vez maiores de brasileiros que estão optando por abrir seu próprio negócio e se tornar um Microempreendedor Individual (MEI). Essa opção acontece por diversos motivos, mas nos últimos anos o principal deles tem sido a queda no número de oferta de vagas de emprego com carteira assinada no Brasil. Devido a grande concorrência no mercado de trabalho, é necessário que o microempreendedor individual saiba gerenciar o seu próprio negócio, para manter-se estável no mercado e ampliar o seu empreendimento. Faz-se necessário acompanhar, registrar e analisar os seus custos de produção, para saber o correto preço de venda que deve ser praticado. Porém, isso exige organização dos Microempreendedores Individuais e muitos não possuem conhecimento sobre gestão de custos e gestão financeira, dificultando a elaboração do preço de venda, analisando apenas o preço que é ofertado no mercado em que estão inseridos, tal procedimento nem sempre supre as necessidades de seu negócio. O objetivo principal desta pesquisa é demonstrar a uma microempreendedora individual (MEI) como a contabilidade de custos auxilia na definição do preço de venda de seus produtos e na lucratividade de seu negócio. Para atingir o objetivo proposto, apuraram-se os dados necessários para analisar os custos variáveis de todos os produtos e os custos e despesas fixas do empreendimento. Para tanto, calcularam-se os preços de venda orientativos com base nos métodos de custeio por absorção e variável, preços esses que cobrem todos os custos e despesas fixas, gerando o lucro desejado pela microempreendedora individual. Os resultados encontrados demonstram que são necessárias mudanças na tabela de preços praticados. Deste modo, o estudo contribui para o negócio da microempreendedora individual, pois possibilita a apuração e controle dos custos em cada produto e as análises de resultado com os preços de venda praticados, auxiliando na tomada de decisão e fornecendo uma base segura na formação dos novos preços.
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FATORES QUE INFLUENCIAM A FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UM ESTUDO DE CASO

FATORES QUE INFLUENCIAM A FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UM ESTUDO DE CASO

Dependendo do método de custeio utilizado pela empresa, e do tipo de atividade desenvolvida por ela, podem-se obter preços de venda com maior fidelidade aos seus objetivos. Ao utilizar o custeio ABC na fixação do preço, é possível perceber que haverá menos subjetividade na determinação do percentual de custos fixos considerado, embora, mesmo assim, não se consegue obter, com exatidão, um preço completamente racional. Para complementar, à medida que se aumenta a proporção de custos fixos na organização, maior dificuldade se tem para fixar aquele preço. Já com relação ao custeio por absorção, além de padecer de quase todos os problemas contidos nos outros, esse método se torna muito ineficaz na medida em que não se considera, para fins de formação de preço, o valor das despesas administrativas, financeiras e de vendas no custo apurado. De maneira antagônica, a formação de preço baseada no custeio variável leva em consideração a utilidade da margem de contribuição do produto, considerando os custos e despesas variáveis para colocá-lo à disposição do cliente. A partir daí, soma-se um percentual no qual deverão estar inclusos todos os gastos fixos da companhia e o lucro almejado (MARTINS, 2008).
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Análise de custos e indicadores na formação do preço de venda: um estudo de caso em um restaurante à la carte na Serra Gaúcha

Análise de custos e indicadores na formação do preço de venda: um estudo de caso em um restaurante à la carte na Serra Gaúcha

Os custos envolvidos em um estabelecimento estão diretamente associados aos lucros, sendo assim, essa ferramenta deve ser utilizada pela gestão da empresa como forma de controle, planejamento e auxílio para a tomada de decisão. É um instrumento que deve estar cada vez mais presente no dia a dia das empresas e, com base nisso, o presente estudo buscou evidenciar os custos e despesas incorridos mediante a avaliação de 10 principais produtos. Através dos métodos de custeio por absorção e variável, buscou-se compará-los com os preços de venda praticados e avaliar os indicadores de mark-up, margem de contribuição e ponto de equilíbrio. A avaliação e separação dos custos e despesas deve estar fundamentada diante da realidade em que a empresa está enquadrada, nos processos internos e nas dinâmicas de trabalho impostas em cada local. Além disso, um estudo de caso pode diferir-se de outro devido a esses fatores que causam impactos diferentes nos resultados, quando comparados.
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IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DOS CUSTOS E FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: ESTUDO DE CASO NA EMPRESA ATACADO JLA LTDA DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO OESTE – SC, ITAPIRANGA, SC
							| Revista Tecnológica

IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DOS CUSTOS E FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: ESTUDO DE CASO NA EMPRESA ATACADO JLA LTDA DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO OESTE – SC, ITAPIRANGA, SC | Revista Tecnológica

Conforme Martins (2003), até o século XVIII, antes da Revolução Industrial, a apuração de custos nas atividades mercantilistas era feita através da contabilidade financeira, onde o custo do estoque era apurado através do valor de estoque inicial, mais o valor de compras do período, menos o valor do estoque final, lançando-se as despesas decorrentes ao setor que incorriam, como o setor de vendas ou administrativo. Com a industrialização, diferentes produtos, passaram a utilizar tempo de serviço, consumo de matéria prima, consumo de energia diferente entre si, oque acarretou na necessidade de definir quantitativamente e qualitativamente quanto isto representava, surgindo assim à necessidade de aprimorar a contabilidade para um ramo especifico a tal análise, a contabilidade de custos.
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LUCAS XAVIER DE MELO FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA DE MÁQUINAS PESADAS

LUCAS XAVIER DE MELO FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA DE MÁQUINAS PESADAS

Após a compreensão dos principais conceitos relativos à gestão de custos e as principais formas de custeio, retomando a temática de formação de preço, Martins (2003), afirma que quando se utiliza de métodos que partem das informações apuradas nos registros e controles da empresa, ou seja, os métodos de dentro para fora, o ponto de partida sempre deverá ser o custo do bem produzido ou serviço prestado. Sobre esse custo a empresa deve agregar uma margem percentual, chamada markup. Esta margem visa cobrir os gastos não inclusos no custo dos produtos, tais como tributos incidentes direta e proporcionalmente sobre a receita, despesas administrativas, comissões de venda, bem como o lucro desejado pela alta gestão. Os responsáveis pelo estabelecimento do preço devem ainda agregar um percentual adicional para cobrir os custos fixos de produção, quando esses não forem abordados pelo método de custeio vigente na entidade. É dever da empresa atentar também para a inclusão de um percentual destinado a arcar com encargos financeiros no caso de vendas efetuadas a prazo.
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Análise de custos e formação de preço de venda: um estudo de caso na serralharia e metalúrgica Nossa Senhora Aparecida no município de Sertânia – PE

Análise de custos e formação de preço de venda: um estudo de caso na serralharia e metalúrgica Nossa Senhora Aparecida no município de Sertânia – PE

Com a grande competitividade no mercado as organizações têm por necessidade criar políticas que viabilizem sua permanência no mercado, esta pesquisa dedicou-se ao estudo de formação do preço de venda por ser este tema de grande relevância para qualquer empresa, pois de acordo com PADOVEZE (2004, p.31) “pode ser considerada a decisão operacional mais importante dentro da empresa” considerando que é através desta correta precificação dos produtos que os empresários irão cobrir os custos e despesas e retirar os lucros necessários para o desenvolvimento dos seus negócios.
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Custos e formação de preço de venda: um estudo de caso em uma metalúrgica da região da Grande Florianópolis

Custos e formação de preço de venda: um estudo de caso em uma metalúrgica da região da Grande Florianópolis

Em seguida apura-se a taxa da margem de contribuição. Para realizar o cálculo da porcentagem dos custos e despesas fixas incidentes por metro quadrado em cada produto estudado, fez-se necessário uma análise de valores já citados anteriormente. A começar pela média de gastos em custos e despesas fixas, desses montantes foram pegos apenas 95%, que representa a participação da serralheria no faturamento da empresa. Posteriormente dividiu-se entre as grades e portões, de acordo com a média de participação durante o período analisado, chegando a participação de 25,44% das grades e de 74,56% dos portões. Por último dividiu-se pela metragem quadrada média produzida nesses meses. Sendo assim, pode-se chegar quanto é gasto com custo e despesa fixa por metragem quadrada de cada produto.
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Formação de preço do serviço através da análise de custo em uma empresa de eventos: estudo de caso em um microemprendedor individual da Serra Gaúcha

Formação de preço do serviço através da análise de custo em uma empresa de eventos: estudo de caso em um microemprendedor individual da Serra Gaúcha

Após a coleta de dados, foi verificado a melhor forma de analisar e montar a estrutura de custos e despesas da empresa. Pesquisou-se então, qual dos métodos de custeio seria ideal para a atividade da empresa, olhando para sua realizada. Com isso, formou-se o preço de venda dos drinques através da margem de lucro desejada. Através dos resultados encontrados, foi possível analisar os custos mais relevantes obtidos pela empresa durante o período e também a comparação entre os custos e preços praticados atualmente pela empresa com os custos e preços encontrados através do estudo.
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Formação do preço de venda: estudo de caso em uma empresa do setor atacadista do município de Campina Grande - PB

Formação do preço de venda: estudo de caso em uma empresa do setor atacadista do município de Campina Grande - PB

Pinto (2011) realizou um estudo com o objetivo de indagar como elaborar o preço de venda considerando o lucro desejado pelos proprietários, tomando como base uma indústria de pães situada no Rio de Janeiro que é a Indústria de Pães Golden Vital, sendo a maior do setor na região. O estudo concluiu que o modelo matemático utilizado na formação do preço de venda aplicando uma margem de ganho sobre o custo, conhecido como mark-up não garante o lucro desejado pelos proprietários, a formação correta do preço de venda o qual garante a rentabilidade exigida pelos proprietários da empresa pode ser alcançada desde que os custos e despesas fixos e variáveis sejam mapeados corretamente através da adoção do custeio variável e que se conheça a alíquota efetiva da carga tributária que incide sobre o preço de venda.
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Formação do preço de venda através do método de custeio TDABC : estudo de caso em um escritório contábil localizado na serra gaúcha

Formação do preço de venda através do método de custeio TDABC : estudo de caso em um escritório contábil localizado na serra gaúcha

Conforme Kaplan e Anderson (2007), o custo da capacidade dos recursos fornecidos é calculado por meio de rateio dos custos departamentais pela capacidade real (ex.: número de horas produtivas dos recursos humanos disponíveis no departamento), alocando assim, esses custos dos recursos utilizados aos objetos de custos. O numerador da fórmula agrega todos os custos dos recursos atrelados aos departamentos de uma empresa, como: colaboradores (salários, benefícios, encargos sociais e trabalhistas da mão de obra direta e indireta); máquinas, equipamentos e tecnologia, manutenção e depreciação dos equipamentos e também despesas operacionais (energia elétrica, telefone, água, e outros recursos consumíveis); ocupação (custo do espaço utilizado pela empresa nos processos produtivos); outros recursos indiretos (despesas com unidades de apoio da empresa, como recursos humanos, vendas, finanças, tecnologia da informação, etc.).
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Uma pesquisa quanto à formação do preço de venda por seção em um supermercado no município de Serra Branca-PB: um estudo de caso

Uma pesquisa quanto à formação do preço de venda por seção em um supermercado no município de Serra Branca-PB: um estudo de caso

É uma das ferramentas usadas para fazer o cálculo do preço de venda, sendo considerado um dos métodos mais simples. É um índice que ao ser aplicado ao custo do produto fornece o preço de venda. Para Dubois, Kulpa e Souza (2008) esse método consiste em acrescentar certa margem de lucro aos custos do produto fabricado ou aos serviços prestados. Essa margem de lucro é representada por um percentual que ao ser adicionado aos custos totais do produto, deverá propiciar um preço de venda que possibilite a empresa cobrir todas as suas despesas, além de permitir que a mesma obtenha um lucro satisfatório, sendo assim conclui-se que: Preço de Venda= Custo unitário + mark-up.
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Custos e formação do preço de venda em uma empresa de produção por encomenda - uma análise gerencial

Custos e formação do preço de venda em uma empresa de produção por encomenda - uma análise gerencial

As empresas de produção por encomenda produzem conforme solicitação e especificações dos clientes, portanto a maioria de seus produtos são únicos e seguem um processo diferenciado. O estudo a seguir tem por objetivo verificar se o método de custeio utilizado por uma empresa de produção por encomenda, para a formação do preço de venda está sendo eficiente para lucratividade da empresa e para torná-la mais competitiva no mercado em que atua. Para atingir o objetivo traçado foi utilizada a metodologia baseada em pesquisa bibliográfica, complementada por um estudo de caso em uma indústria de moldes para injeção de polímeros e não ferrosos da região de Caxias do Sul. O estudo demonstra detalhadamente o método de custeio utilizado para apuração dos custos, considerando que os custos e despesas são alocados inicialmente, de forma direta ou através de bases de rateio, a cada um dos centros de custos produtivos, de apoio à produção e administrativos e posteriormente os custos e despesas dos setores de apoio e administrativos são alocados aos setores produtivos. Essa forma de apuração dos custos é transmitida para o custo real e para o custo padrão, sendo que o custo padrão é utilizado para as estimativas do orçamento e para a formação do preço de venda. A partir disso, foram realizadas análises gerenciais do orçado e realizado, bem como da gestão dos custos e lucratividade da empresa. Nessas organizações, uma gestão de custos adequada é de suma importância para auxiliar nas decisões estratégicas do negócio.
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ANÁLISE PARA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DE UMA MICRO EMPRESA DO RAMO DE CONFECÇÃO INFANTO JUVENIL

ANÁLISE PARA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DE UMA MICRO EMPRESA DO RAMO DE CONFECÇÃO INFANTO JUVENIL

Este trabalho teve como tema a formação do preço de venda, por se tratar de um assunto amplamente discutido entre empresários, pelo fato de não existir uma única fórmula para a formação do preço de venda, necessitando ser adaptado individualmente a cada empresa. A pesquisa foi efetuada em uma microempresa do ramo de confecção infanto juvenil, sediada na cidade de Toledo – PR. Devido à empresária não efetuar a distribuição dos custos que a mesma possuía para seu funcionamento. A formação do preço de venda era feito de forma simples e direta aos produtos, atribuía-se um percentual sobre o valor de compra, percentual este ao qual a empresária não sabia qual o seu real lucro líquido na venda. Com intuito de adequar este processo, de forma a obter o conhecimento de seus custos e despesas para então formar o preço, realizamos o estudo na empresa em questão. Foram utilizadas notas fiscais de entrada e demais comprovantes de pagamento dos custos e despesas que a empresa apresentou assim como alguns dados que a empresária repassou. Para chegar ao preço de venda desta empresa foi utilizado o método do indicador mark-up, sendo este dentre os vários métodos, o mais indicado para esta empresa. Dessa forma, foi possível a identificação dos custos e despesas para a formação do preço de venda e a relação entre o preço de venda praticado e o sugerido pela pesquisa, considerando todas as informações coletadas na empresa e alocadas dos mesmos aos produtos.
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Formação do preço de venda: um estudo de caso em uma indústria de sorvetes localizada no Município de Rio Bonito de Iguaçu- PR.

Formação do preço de venda: um estudo de caso em uma indústria de sorvetes localizada no Município de Rio Bonito de Iguaçu- PR.

Os custos diretos (matéria prima e mão de obra, por exemplo) são atribuídos, de maneira direta aos produtos fabricados no período. Já os indiretos são separados sob alguma base de volume. De acordo com esse modelo de custeio, as despesas financeiras, administrativas e referentes às vendas são tratadas por período. A forma de distribuição utilizada pelo custeio por absorção enfrenta um problema na forma de apropriar os custos indiretos, sendo que permite a possibilidade de se encontrarem valores diferentes de custos indiretos e, inevitavelmente, custos totais desiguais por produto. Esse fator acaba gerando informações distorcidas e propiciando análises inadequadas. Para atenuar essa dificuldade, é preciso analisar minuciosamente as alternativas de rateio e fazer a escolha que contém menor arbitrariedade possível. (MAUAD & PAMPLONA, 2002).
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Impactos do regime tributário e seus reflexos na formação de preço de venda: estudo de caso em uma indústria moveleira da Serra Gaúcha

Impactos do regime tributário e seus reflexos na formação de preço de venda: estudo de caso em uma indústria moveleira da Serra Gaúcha

Por esses motivos, o profissional mais indicado para auxiliar os gestores na execução do planejamento tributário, é o contador. Esse profissional possui conhecimento em diversas áreas, e é ele que irá indicar qual é o melhor regime tributário para a empresa em questão, e como fazer uma elisão fiscal de forma lícita. Além de auxiliar no planejamento tributário, os profissionais da área contábil são importantíssimos no auxílio da formação do preço de venda. São estes profissionais que irão demonstrar aos gestores quais os principais custos e despesas da sua empresa, e como é possível reduzir os mesmos para torná-la competitiva e entregar produtos de alta qualidade e preço baixo ao mercado.
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A contabilidade como suporte para a formação do preço de venda: um estudo de caso em um supermercado em Sertânia-PE

A contabilidade como suporte para a formação do preço de venda: um estudo de caso em um supermercado em Sertânia-PE

Num mercado globalizado e altamente competitivo estabelecer o preço de venda de um determinado produto não é tarefa fácil para o administrador, mas fundamental. E para que isso aconteça é necessário que estes gestores conheçam todos os gastos envolvidos nesse processo. Vários são os fatores que devem ser estudados para que a empresa garanta sua competitividade e retorno do capital investido, um deles é a formação do preço de venda. Para que esta formação aconteça de forma adequada, as entidades devem levar em consideração todos os custos e despesas envolvidos. Assim, o propósito da pesquisa é apresentar a contabilidade como suporte para a formação do preço de venda de um supermercado. Os procedimentos utilizados para realização da pesquisa foram exploração bibliográfica, de campo e estudo de caso, sendo classificada em exploratória e descritiva, e com uma abordagem qualitativa e quantitativa. Para atingir os objetivos propostos conceitos sobre os tópicos mais relevantes foram demonstrados no estudo, tais como, informações teóricas sobre contabilidade de custos, métodos de custeio e a formação do preço de venda. A técnica adotada para coleta dos dados foi a entrevista e pesquisa documental, com o intuito de obter informações sobre a organização. De acordo com os dados obtidos, foi possível calcular o preço de venda dos produtos selecionados pelos métodos de custeio absorção e variável. E por fim, foi demonstrado a confrontação entre os preços praticado pela organização e os calculados. Consequentemente, pode-se notar que o preço de venda praticado pela empresa aproxima-se do calculado pelo método de custeio variável. Observou-se que no custeio por absorção o preço de venda dos produtos fica com valor altíssimo, já que considera não só gastos fixos como também os custos e despesas variáveis. Assim sendo, os gastos fixos da organização deve ser estudados com atenção, pois os mesmos representam uma parcela exorbitante em relação ao faturamento.
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Modelo de formação de custo e preço de venda de produtos do setor de hortifrúti de empresa supermercadista

Modelo de formação de custo e preço de venda de produtos do setor de hortifrúti de empresa supermercadista

Apresenta-se esta pesquisa, no intento de fomentar novos estudos, com sinalizadores abrangentes a novas pesquisas para direcionar respostas a questões como: Quais produtos podem ser sinalizadores da preferência do público alvo, no tocante a ofertas em hortifruti no supermercado? Com qual assiduidade ofertas podem ser promovidas, resguardando rentabilidade segura no hortifruti? Qual nível de qualidade versus o preço/valor que o cliente está disposto a pagar? O departamento de hortifruti no supermercado, pode agregar valor e contribuir como captador de novos clientes, ratificando mantenedor dos atuais em qualquer estabelecimento? A localização física da loja é fator preponderante a escolha dos clientes? A percepção do cliente em um supermercado frente a outros de porte semelhante, pode sinalizar o hortifruti como indicativo de tomada de decisão a sua preferência?
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Custos e formação do preço de venda: uma análise das práticas adotadas nas empresas da cidade de Esperança - PB

Custos e formação do preço de venda: uma análise das práticas adotadas nas empresas da cidade de Esperança - PB

Segundo Neves e Viceconti (2008. Pg. 163) é relevante destacar duas diferenças deste método em relação ao custeio por absorção. A primeira, esta de natureza formal, reside na maneira de apresentar a demonstração de resultado. A segunda, no custeio variável, a diferença entre o valor de vendas líquidas e a soma do custo dos produtos vendidos com as despesas variáveis é denominada Margem de Contribuição (MgC). Deduzindo-se desta os custos fixos e as despesas fixas, obtêm o lucro operacional liquido.

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Análise de riscos de uma empresa de venda de gases industriais

Análise de riscos de uma empresa de venda de gases industriais

Assim como o PPRA, o PCMSO também não existe um modelo padrão para ser feito, porém o nível de complexidade e aprofundamento do mesmo será em decorrência dos riscos existentes em cada empresa. Ainda assim conforme relatam Miranda; Dias (2004), na norma é definido apenas as diretrizes gerais e os parâmetros mínimos a serem observados, porém o PCMSO pode ser expandido para o âmbito coletivo da empresa.

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