Top PDF Formação e atuação do professor de geografia numa escola do município de Sapé – PB

Formação e atuação do professor de geografia numa escola do município de Sapé – PB

Formação e atuação do professor de geografia numa escola do município de Sapé – PB

Percebeu-se que o uso dos livros registra uma igualdade considerável quanto aos conteúdos abordados no ensino fundamental, distinguindo-se, apenas no ensino médio. Assuntos como alfabetização geográfica, na quinta série, divisão regional do Brasil, na sexta série, globalização, blocos econômicos na oitava série, entre outros, principalmente no ensino fundamental são muito semelhantes. No ensino particular o material usado é a apostila da empresa educacional Objetivo, onde é fornecido material desde o ensino fundamental, até o cursinho e pré-vestibulares. Já o material da escola estadual é fornecido de forma gratuita pelo governo devido às condições financeiras precárias dos alunos. São dois livros adotados: Geografia: Noções Básicas de Geografia de Melhem Adas e a Série Trilhas da Geografia, de Estáquio de Sene e João Carlos Moreira. Analisando-se os conteúdos pode-se afirmar que a série Trilhas da Geografia pode ser considerada mais atualizada que o de Melhem Adas, além de ser mais chamativo para os alunos, com um layout melhor, com mais mapas, imagens e gráficos. Para os professores, a escola pública disponibiliza vários livros e autores numa sala denominada “sala do livro”.
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Prática docente na geografia: uma análise de ensino de geografia nas escolas estaduais da cidade de Sapé – PB.

Prática docente na geografia: uma análise de ensino de geografia nas escolas estaduais da cidade de Sapé – PB.

Este artigo é fruto de um trabalho de conclusão de curso (TCC). O presente estudo visa discutir a prática docente do professor de Geografia, sua formação inicial e continuada, e a inserção das novas tecnologias como uma nova ferramenta no processo de ensino- aprendizagem. Em um segundo momento, É feita uma análise sobre a qualidade do ensino de Geografia em três escolas estaduais da cidade de Sapé-PB, são elas: Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Odilon Alves Pedrosa, Escola Estadual de Ensino Fundamental Gentil Lins e a Escola Estadual de Ensino Fundamental Stella da Cunha Santos. Trata-se de uma pesquisa de cunho qualitativo, objetivando identificar o perfil do educador de Geografia atual e suas práticas de ensino.
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Estágio Supervisionado: um olhar sobre o ensino de geografia na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Monsenhor Odilon Alves Pedrosa, Sapé - PB

Estágio Supervisionado: um olhar sobre o ensino de geografia na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Monsenhor Odilon Alves Pedrosa, Sapé - PB

Diante da situação atual das práticas do ensino de Geografia, presente no ensino Fundamental e Médio das escolas públicas, levando em consideração o Estágio Supervisionado sob a relação teoria e prática na formação do docente, surgem os seguintes questionamentos: Será que o estágio supervisionado vem contribuindo para que os graduandos de Licenciatura Plena em Geografia estejam mais bem preparados para assumir uma sala de aula? A metodologia de ensino aprendizagem aplicada na sala de aula é tradicional ou inovadora? Os conteúdos ministrados na sala de aula estão relacionados com a realidade dos alunos? No ambiente escolar ocorre interação, críticas e sugestões sobre o conteúdo? A relação professor-aluno está sendo satisfatória? Há uma relação da escola com a comunidade? Como o ensino de Geografia tem contribuído para a formação de alunos e cidadãos críticos dentro da sociedade?
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A importância do estágio para a geografia escolar: uma análise das implicações do estágio para a formação do professor de geografia

A importância do estágio para a geografia escolar: uma análise das implicações do estágio para a formação do professor de geografia

Percebeu-se a dificuldade dos alunos em compreender o objeto de estudo da Geografia, muitos enfatizaram os conteúdos que estavam sendo trabalhados pelo professor, outros achavam a Geografia cansativa, muito teórica e sem dinâmica. Esses fatores são importantes para pararmos e refletirmos qual é o objetivo da Geografia na escola? Diante disso, Cavalcanti (2014) traz alguns questionamentos acerca do compromisso social acerca da docência. É preciso parar para refletir a prática docente, e entender se realmente ela está tendo o efeito de desenvolvimento social. Uns dos questionamentos levantados pela autora, remete o que a Geografia tem contribuído no conhecimento da realidade, a quem tem servido esse conhecimento, e para quê estudar Geografia. Não se pode ser neutra a prática, mesmo que o plano para atuação já venha imposto pelo projeto pedagógico da escola e os PCNS. Discute Cavalcanti que:
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O estágio supervisionado em geografia na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Severino Barbosa Camelo, Boqueirão-PB: vivências enquanto professor em formação

O estágio supervisionado em geografia na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Severino Barbosa Camelo, Boqueirão-PB: vivências enquanto professor em formação

[...] a atuação de grupos que defendiam esses ideais foi limitada durante o período de vigência da ditadura militar que viveu o país após 1964, para só, mais tarde, com o início da abertura democrática, reaparecer e tomar força, mesmo que sob novos rótulos. No caso da nossa disciplina, o movimento de renovação, que durante essa época ficou reprimido e marginalizado, surge, no final da década de 1970, com o nome de Geografia Crítica (OLIVEIRA, 1999, p. 209). Atualmente, há um aprofundamento de conhecimentos científicos e metodologias diferentes de se aprender e ensinar Geografia, e mais eficientes do que no passado. Percebemos uma nova classe de professores que leva os alunos a refletirem sobre os assuntos estudados, e os associarem com o seu cotidiano, reflexo também dos novos professores que estão ingressando nas Universidades.
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Importância do estágio supervisionado para a formação do professor de geografia: relato da experiência na E. E. E. F. M.  Professor Edgardo Júlio, Guarabira/PB

Importância do estágio supervisionado para a formação do professor de geografia: relato da experiência na E. E. E. F. M. Professor Edgardo Júlio, Guarabira/PB

Este trabalho tem como objetivo apresentar a importância do estágio supervisionado para a formação inicial do professor, com base nas experiências do estágio supervisionado em Geografia III do curso de Licenciatura Plena em Geografia da UEPB – Campos de Guarabira, realizado na Escola Estadual Ensino Fundamental e Médio Professor Edgardo Júlio, no mesmo município paraibano, no turno da tarde em turmas do ensino médio. Na perspectiva metodológica primeiramente foi realizado uma pesquisa bibliográfica para a fundamentação teórica deste trabalho abordando sobre a formação inicial, a importância desta componente curricular, o estágio supervisionado, como também uma breve reflexão sobre o processo de ensino e aprendizagem de Geografia e em um segundo momento foi relatado a estrutura física da escola qual foi realizado o estágio e as atividades de observações e regências. Considerando que é só a partir de tais atividades que muitos dos licenciandos poderão observar e ministrar aulas demonstra-se a importância desta componente curricular, pois é essencial durante a formação esta articulação entre a teoria com a prática, a troca de conhecimentos e experiência de um professor já formado e que atua na educação básica com o professor em formação.
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Da formação à atuação: obstáculos do tornar-se professor de Química

Da formação à atuação: obstáculos do tornar-se professor de Química

vários aspectos, como: experiências singulares, significados que são atribuídos a essas experiências, expectativas, frustrações, ideologias, entre outros. Esses fatores podem influenciar a vida profissional do docente, não fazendo sentido enquadrá-los em etapas “lineares e previsíveis” (GARCÍA, 1999; GONÇALVES, 2000; GIOVANNI, 2000). O que também não descarta a possibilidade dos dilemas vivenciados no início da carreira ocorrerem em outras fases. É nesse sentido que características do início da docência não se relacionam somente ao tempo da experiência do professor, mas, podem variar de acordo com a “novidade” da situação enfrentada (GARCÍA, 1999). Ao sistematizar as dificuldades apontadas pela literatura relacionadas aos dilemas e sentimentos dos professores iniciantes, Corrêa (2013) apresenta a seguinte tabela:
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Ética. Impactos na formação e atuação do professor na contemporaneidade

Ética. Impactos na formação e atuação do professor na contemporaneidade

Assim como Freire, Rios também analisou a relevância de uma concepção ética para a formação e atuação do professor. Em sua obra Ética e Competência compreende “ética como espaço da reflexão filosófica que se define como reflexão crítica, sistemática, sobre a presença dos valores na ação humana” (RIOS, 2001, p.19). Com base no que a autora destaca como ética, verifica-se que além de ser campo de estudo da filosofia, ela é compreendida como análise sobre a axiologia humana. Desse modo, ser ético é repensar os valores, a moralidade que pauta as suas ações, constituindo-se como humano. “A ética procura o fundamento do valor que norteia o comportamento humano, partindo da historicidade presente nos valores” (RIOS, 2001, p.24).
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Criatividade na formação e atuação do professor do curso de letras.

Criatividade na formação e atuação do professor do curso de letras.

cia da criatividade na formação do cidadão do mundo atual; qual o conceito que tinha a respeito de criatividade; se no currículo do curso de Letras da instituição onde lecionava havia uma disciplina especí- fica para criatividade ou se ela era parte de alguma disciplina ou, ainda, se era apenas um procedimento pedagógico em sala de aula; se ele acreditava existir um potencial criativo em todas as pessoas e na possi- bilidade de desenvolvê-lo; se em sua formação, no curso superior, foi lhe dado conhecimentos sobre criatividade; se teve professores criativos em sua for- mação e o que deles se lembrava; se conhecia alguma técnica ou procedimento para desenvolver o poten- cial criativo das pessoas; se ele se considerava um professor criativo; que procedimentos pedagógicos/ técnicas/métodos de ensino utilizava e que, no seu entender, auxiliavam no desenvolvimento da criatividade de seus alunos; com quais barreiras se deparava em seu dia-a-dia de sala de aula e que perce- bia prejudicar o desenvolvimento do potencial criati- vo dos alunos. No encerramento da entrevista, per- mitiu-se ao entrevistado acrescentar o que quisesse e foram feitos os agradecimentos.
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A atuação do professor de letras e a formação de leitores críticos

A atuação do professor de letras e a formação de leitores críticos

Este trabalho de pesquisa é proveniente de nossas preocupações com a maneira como os textos escritos são apresentados e trabalhados nas aulas de língua portuguesa do ensino básico. Buscamos entender porque o aluno, no percurso do ensino fundamental, perde o prazer pelos livros literários e qual a responsabilidade das diferentes instituições formadoras na constituição de um leitor crítico. Dessa maneira, voltamos nosso olhar para o principal incentivador e mediador da leitura na sala de aula, o professor. Reconhecendo a importância de sua intervenção na formação do leitor, desde a seleção do material utilizado, a escolha das estratégias de ensino, até o favorecimento de um ambiente propício para a discussão e reflexão de todos os alunos. Por tudo isso, refletimos sobre a maneira como esse professor tem sido preparado nos cursos de graduação, para atuar como transformador social, a partir da sala de aula. Desta forma, com o objetivo de discutir alguns dos principais fundamentos teóricos sobre leitura, verificar como esta é trabalhada nas salas de aula e apontar elementos que possam atuar como auxiliares no processo de motivação do professor, esta pesquisa qualitativa valeu-se do recurso da entrevista semiestruturada, destinada aos alunos do ensino fundamental, aos professores em atuação e aos graduandos em Letras. Com este trabalho, foi possível evidenciar que os livros paradidáticos, indicados pelos professores aos alunos do segundo segmento da educação básica, nem sempre são adequados para essa faixa etária; a maneira como esses textos são apresentados e trabalhados, afasta o aluno do prazer pela leitura; os cursos de formação inicial de professores, quando trabalham o ensino da leitura, ainda se prendem, apenas, aos aspectos teóricos desse estudo, sem aplicá-lo ao trabalho na sala de aula, e, por fim, percebemos que as competências, as habilidades e as estratégias são apenas termos que se perdem durante a formação do professor, sem maiores consequências para sua futura atuação em sala de aula.
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O ensino de geografia na Escola Olívio Maroja, Araçagi - PB

O ensino de geografia na Escola Olívio Maroja, Araçagi - PB

Os dados colhidos revelam que 54% dos alunos gostam da disciplina de geografia e 46% afirmaram não gostar. Quando solicitados para justificarem o porquê do sim, obtivemos as seguintes respostas: “porque traz muito conhecimento do dia a dia”, “porque fala das guerras e conflitos”, “porque fala das coisas do mundo”, porque a cada aula aprendo mais coisas”, estas são algumas das respostas obtidas. E, as justificativas porque não gostam da disciplina de geografia foram as seguintes: ”não gosto porque é chata”, e outros não justificaram suas respostas.Percebemos que existem alunos que possuem a idéia da significância da disciplina, mesmo que seja de forma simples sem um grau de entendimento maior, no entanto, ainda persiste a idéia que a disciplina de geografia é chata, cansativa e até mesmo monótona. O que nos traz para reflexão sobre o papel da geografia e como a mesma esta chegando ao alunado. Os alunos precisam ver que a geografia está presente nas coisas concretas da vida de cada um deles. Mas o que acontece é um ensino livresco que se detém em passar conteúdos sem realizar nem uma associação com a realidade. Provocando a falta de estímulos e consequentemente o desinteresse com a disciplina e com os conteúdos trabalhados na sala de aula.
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Caracterização geoambiental da reserva particular do patrimônio natural (RPPN) Fazenda Pacatuba no Município de Sapé - PB

Caracterização geoambiental da reserva particular do patrimônio natural (RPPN) Fazenda Pacatuba no Município de Sapé - PB

Monografia apresentada ao curso de Licenciatura em Geografia da Universidade Estadual da Paraíba, em cumprimento à exigência para obtenção do título de graduada. O objetivo com essa pesquisa foi abordar a questão da preservação do bioma mata atlântica na Paraíba, tendo como objeto de pesquisa a RPPN Fazenda Pacatuba localizada no município de Sapé-PB. A escolha se deu através da necessidade de caracterizar geoambientalmente a referida reserva para ressaltar a importância da conservação desse ecossistema e os efeitos de sua preservação para a comunidade local. Essa problemática foi apresentada a partir da curiosidade em compreender o funcionamento de reservas ambientais, em especial a reserva de Pacatuba. Enquanto metodologia foi adotada a pesquisa quali-quantitativa, considerando-se moradores de diferentes idades que vivem na área pesquisada. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas sobre transformações que ocorreram na reserva ou ao seu redor, antes e depois dela se tornar uma RPPN. Também foram feitas consultas em documentos que fortaleceram nossa pesquisa. Para fomentar o desenvolvimento de nosso trabalho, teoricamente foram utilizados autores como BARBIERI (1997); RUDEK e MUZZILLO (2007); Nunes e Figueroa (1985), entre outros importantes pensadores que nos nortearam durante todo o percurso, pois estes pensadores abordam a questão socioambiental de modo que este estudo contribuirá como conhecimento científico, uma vez que abordou uma temática tão relevante na atual sociedade e na ciência geográfica, podendo ser utilizado por outros pesquisadores como ferramenta de consulta sobre a temática e ser considerado como instrumento de valorização da referida mata, um privilégio para a fazenda Pacatuba usufruir de tal bioma que enriquece seu ambiente.
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Ensino de geografia: uma perspectiva sobre a formação do professor

Ensino de geografia: uma perspectiva sobre a formação do professor

No Brasil, o salário irrisório pago aos professores indigna estes profissionais que, por sua vez, desenvolvem uma prática de ensino que não exige tanto esforço pela falta de compensação. Condições de trabalho distantes dos padrões mínimos aceitáveis, não permitem ao professor sentir prazer em sua atividade docente. Entretanto, os problemas com o ensino de Geografia não são causados exclusivamente por estes dois fatores. O ensino de Geografia no Brasil que, em princípio, visava formar uma população com o espírito de nacionalidade bem desenvolvido, lançava de forma exaustiva conteúdos relativos às riquezas físicas e humanas das quais dispunha o recente país, enaltecendo-o de modo que o brasileiro, ao vincular-se ideológica e sentimentalmente com a sua pátria, a defendesse em quaisquer circunstâncias.
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As tecnologias da informação e comunicação e a formação do
professor de geografia

As tecnologias da informação e comunicação e a formação do professor de geografia

Este trabalho de pesquisa teve como objetivo avaliar a formação inicial do professor de Geografia quanto à utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação para a prática da docência. Na realização da pesquisa foram escolhidas duas instituições pioneiras na formação de professores de Geografia em Goiás: Universidade Federal, em Goiânia, e a Universidade Estadual, em Anápolis. Como metodologia foram utilizados a entrevista com os professores formadores e questionários aplicados aos professores em formação. Os dados foram analisados buscando-se as referências teóricas que subsidiaram construção desse trabalho. Os participantes tiveram participação voluntária e assinaram o Termo Consentimento de Livre Esclarecido, aprovado, juntamente com o projeto, pelo Conselho de Ética da Universidade Federal de Uberlândia. No interior da dissertação encontram-se informações sobre os termos “técnica” e “tecnologia”, a fim de compreender a apropriação desses conceitos na prática da docência do professor formador e dos professores em formação, assim como os eventuais desdobramentos desses conceitos na prática da docência em sala na Educação Básica A partir da análise dos resultados, observa-se que os professores em formação aproximam-se dos considerados nativos digitais que manuseiam com facilidade esses novos recursos tecnológicos. Eles buscam caminhos teórico-metodológicos para TIC na sua futura prática de docência na Educação Básica. Os resultados apontam ainda que os usos das TIC, de um lado, facilitaram o trabalho dos professores, e de outro, também promovem a aceleração do tempo chamado aula, o excesso da “cópia pela cópia”. Os caminhos das TIC dependem muito da aceitação do professor formador em mudar sua prática pedagógica em sala de aula, uma vez que os alunos da Graduação e futuros professores da educação básica já as incorporam em seus afazeres. .
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A importância da educação ambiental no ensino fundamental: um estudo na Escola Stella da Cunha Santos em Sapé/PB

A importância da educação ambiental no ensino fundamental: um estudo na Escola Stella da Cunha Santos em Sapé/PB

O presente artigo trata sobre a importância da educação ambiental no ensino fundamental e tem como principal objetivo discutir as demandas relativas à Educação Ambiental (EA), para isso é importante entender seu surgimento, a questões legais que a ampara e como ela está sendo trata dano cotidiano escolar. Dessa maneira, conhecer e refletir sobre a Educação Ambiental é muito importante para difundir valores ecológicos e humanitários e educar para uma consciência ambiental, pois é a partir da tomada de consciência que se constrói uma sociedade responsável, democrática e com respeito pela vida. Neste sentido, o trabalho pretende mostrar a importância da educação ambiental no ensino fundamental e investigar a atual situação da Educação Ambiental na Escola Stella da Cunha Santos, situada no município de Sapé-PB. Para isso, procura mostrar que a conscientização é essencial quando se trata de desenvolvimento sustentável, pois o crescimento econômico sem preocupações sociais não se sustenta. Assim, é importante que as crianças sejam capazes de refletir que nos dias atuais, tanto a sociedade civil quanto às organizações econômicas e governamentais, não podem buscar exclusivamente a obtenção do lucro, mas carecem de considerar as consequências negativas do seu convívio com o meio natural. De tal modo, o caminho é construir uma educação para o ambiente com ideias sustentáveis e adotar pensamentos de responsabilidade, cooperação, solidariedade e respeito pela vida.
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O uso das novas tecnologias no processo de aprendizagem: propostas pedagógicas no ensino da matemática na Escola Professora Maria José Vieira Ferreira no município de Sapé-PB

O uso das novas tecnologias no processo de aprendizagem: propostas pedagógicas no ensino da matemática na Escola Professora Maria José Vieira Ferreira no município de Sapé-PB

This study aims to investigate the practices and conceptions teachers regarding the applicability of new technologies in mathematical content approach at School Professor José Maria Vieira Ferreira in the town of Sape, in Paraíba state, as well as the methodological proposals regarding the use of such resources in the classroom. Given this questioning the theoretical background used as references studies by authors such as Kenski (2011), Lorenzato (2010) and this also founded the National Curricular Parameters of Elementary Education (BRAZIL, 1996) and the Secondary Education Curriculum Guidelines (BRAZIL, 2006 ). The methodology for the research, we conducted a field study where we collected the responses of teachers and school directors on the basis of analyzing their considerations regarding the use of technology in mathematics classes. Through this perspective applied a questionnaire, that through the responses obtained, we can observe teachers' conceptions about the use of technology in mathematics education, the difficulties and methodological proposals teachers in the application of technological resources in the teaching and learning of mathematics. The research in question helps us to reflect on the conceptions and practices teachers, regarding the application of new technologies in the teaching of mathematics and understand the problems present in these methodological proposals of teaching that requires constant training of these professionals so they can perform efficiently their profession.
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A pedagogia de projetos e sua contribuição metodológica para o ensino de geografia: um relato de experiência na escola Estadual professor Itan Pereira,PB

A pedagogia de projetos e sua contribuição metodológica para o ensino de geografia: um relato de experiência na escola Estadual professor Itan Pereira,PB

A pedagogia de projetos vem ganhando adeptos na educação brasileira e surge em contrapartida aos modos tradicionais que ainda persistem no ensino público do país, seus processos e métodos se destacam pela pretensão em resignificar o ensino-aprendizagem nas escolas, seja como alternativa para os entraves do ensino-aprendizagem dos alunos, como também restabelecendo uma interação de toda a comunidade escolar na construção do conhecimento. Objetivou-se desenvolver um projeto pedagógico utilizando de atividades contextualizadas e interdisciplinares com os alunos do 9º C e D de uma escola pública, exercitando a cidadania e a politização dos envolvidos a partir de conteúdos e conceitos geográficos (Paisagem e Lugar), mediando discussões e reflexões sobre problemas sociopolíticos e socioeconômicos do lugar onde estão inseridos, como também as potencialidades e avanços, contribuindo assim para construção crítico-reflexivo dos envolvidos. Este construto de caráter qualitativo baseou-se num trabalho realizado na E.E.E.F.M. Prof. Itan Pereira, localizada no município de Campina Grande no estado da Paraíba, com ações que envolveram duas turmas 9º “C” e “D” no primeiro semestre de 2017, a partir da aplicação de mapas mentais e questionários para diagnóstico da escola e dos estudantes. O estudo teve sua estruturação baseada no tripé: pesquisa, planejamento e ação; método conhecido como pesquisa-ação, sistematizado em torno da metodologia Pedagogia de Projetos (PDP). Pedagogicamente falando, o uso dos recursos didáticos propostos para execução da PDP: mapas mentais, pesquisas em bases de dados, estudo do meio, uso de recursos audiovisuais; todos em consonância com o princípio do estudante com agente de questionamentos e opiniões; mostraram como um projeto bem planejado e executado respeitando o envolvimento de todos no processo de ensino-aprendizagem fazem com que o propósito de educar seja alcançado e que o educando se sinta como agente principal desse processo. Trabalhar com o método da pedagogia de projetos no ensino de Geografia ofereceu uma maior aproximação com o tema e as problemáticas abordadas, por conseguinte uma melhor assimilação e entendimento do conteúdo por parte dos educandos. Portanto, afirmando sua eficiência pedagógica, sendo de fundamental importância para o professor de Geografia, buscar aplicar ferramentas metodológicas significativas, que possibilite aos educandos aproximar-se com os conteúdos.
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A experiência do estágio enquanto momento da pesquisa sobre a escola: vivência na escola normal estadual Cassiano Ribeiro Coutinho - Sapé - PB

A experiência do estágio enquanto momento da pesquisa sobre a escola: vivência na escola normal estadual Cassiano Ribeiro Coutinho - Sapé - PB

A experiência que adquiri quando interagi com os alunos durante a regência da prática de ensino de geografia é o tema deste trabalho, aqui, estão registrados bons momentos e alguma dificuldades que enfrentei durante a pesquisa que realizei na sala de aula da Escola Normal Estadual Cassiano Ribeiro Coutinho em Sapé. As dificuldades foram superadas por conta da satisfação que senti ao cumprir mais uma etapa rumo a uma prática de ensino mais eficiente, para poder transmitir todos os bons valores morais para meus futuros alunos quando estiver praticando a docência. Consta ainda uma resumida história do município de Sapé, como também um comentário sobre o ensino de geografia, e uma entrevista com a professora de geografia que foi a responsável por essa grande contribuição para que eu pudesse praticar o ensino de geografia em uma sala de aula pela primeira vez.
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QUAL GEOGRAFIA? QUAL PROJETO?  REPENSANDO A FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

QUAL GEOGRAFIA? QUAL PROJETO? REPENSANDO A FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

Caminhos de Geografia Uberlândia v. 12, n. 38 jun/2011 p. 210 - 220 Página 213 O que tem se verificado, em certa medida, é uma supervalorização do discurso universitário, visto como produtor do saber valorizado no interior do campo científico, em detrimento dos saberes e práticas acumuladas pelos professores. Por mais que alguns autores, principalmente aqueles da corrente dos estudos autobiográficos (NÓVOA, 2007), afirmem a necessidade de valorizar as práticas cotidianas dos professores, o que temos visto é que esta valorização só ocorre e tem sentido se realizado pelo discurso universitário. Entendamos este processo. Muitos professores universitários carregam a bandeira de que é preciso valorizar os “verdadeiros” responsáveis pelas práticas pedagógicas da educação básica. Em seus livros, artigos, nos congressos e simpósios que organizam defendem veementemente, a necessidade de se olhar e reconhecer aquilo que o professor realmente faz. Mas uma contradição marca este processo: em nenhum artigo, em nenhum simpósio, congresso ou reunião são os professores da educação básica que falam e escrevem.
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A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E A GEOGRAFIA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E A GEOGRAFIA

Assim, após a radical ruptura do modo de produção comunal, nós vamos ter o surgimento da escola, que na Grécia se desenvolverá como paidéia, enquanto educação dos homens livres, em oposição à duléia, que implicava a educação dos escravos, fora da escola, no próprio processo de trabalho. Com a ruptura do modo de produção antigo (escravista), a ordem feudal vai gerar um tipo de escola que em nada lembra a paidéia grega. Diferentemente da educação ateniense e espartana, assim como da romana, em que o Estado desempenhava papel importante, na Idade Média as escolas trarão fortemente a marca da Igreja católica. O modo de produção capitalista provocará decisivas mudanças na própria educação confessional e colocará em posição central o protagonismo do Estado, forjando a ideia da escola pública, universal, gratuita, leiga e obrigatória, cujas tentativas de realização passarão pelas mais diversas vicissitudes. (SAVIANI, 2007, p.156-157) Assim, acompanhando o raciocínio de Saviani (2007) que aponta, brevemente, a trajetória da institucionalização da educação formalizada na escola é possível refletir o papel da educação e da escola na atual conjuntura social, sendo criada para representar as ideologias do Estado e reproduzir suas variadas instabilidades. A ideia de escola estatal é defendida pelo modo de produção capitalista, porém, o seu acesso ainda não é universal. E mesmo que, um trabalhador consiga “acesso” este, muitas vezes, não consegue a permanência, pois, hoje educação e trabalho são algo distinto para a maioria da classe trabalhadora.
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