Top PDF Formação de professores: reflexões sobre a sala de aula

Formação de professores: reflexões sobre a sala de aula

Formação de professores: reflexões sobre a sala de aula

O presente artigo tem por objetivo Compreender a prática da formação continuada dos professores da EMEF Euflaudízia Rodrigues, do município de Boqueirão-PB, como também refletir a cerca da prática docente dos professores em sala de aula e o seu compromisso diante da formação continuada. Para tanto foi realizada uma pesquisa de campo na referida escola, em que utilizamos um questionário contendo perguntas abertas e fechadas. Para discutir a questão reunimos um conjunto de autores, tais como: Paulo Freire (2001), Perrenoud (2000 e 2001), Nóvoa (1992), Vygotsky (1998), Lakatos, Paiva(2000), Imbernón (2001 e 2010), Bastos (1992), Pavanello (2003), García (1994),Pedro Demo (1993), Barreto (2000), Perez (1999), Santos (2003), Truler (2000), Prada (1997 e 2006). O problema da pesquisa tem como pressuposto refletir sobre o processo formativo dos professores e a sua contribuição para a sala de aula. A análise dos dados coletados possibilitou compreender a prática do professor e seu conhecimento acerca da formação continuada. Buscamos também verificar como a mesma vem sendo aplicada na sala de aula. Portanto, chegamos à conclusão de que tanto os professores quanto os profissionais da área necessitam e precisam fazer uso da formação continuada. Para tanto, buscam atualizar seus estudos através de cursos principalmente promovidos pela Secretaria de Educação do Município de Boqueirão-PB. Identificamos também a falta de tempo disponível para a formação, haja vista que os professores trabalham os dois turnos, ou seja, possuem uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. No entanto, são conscientes da necessidade de estarem se atualizando através de cursos de especialização, palestras, congressos, fóruns, etc. Neste sentido compreendemos que a formação continuada assume um papel fundamental na vida dos educadores e que a mesma deve apoiar-se na reflexão do professor através da prática docente em sala de aula.
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Fontes escritas e imagens em sala de aula de história: reflexões no âmbito da formação inicial de professores

Fontes escritas e imagens em sala de aula de história: reflexões no âmbito da formação inicial de professores

Apesar da explicação acima, percebemos que o debate relativo às características da imagem como documento e quanto às críticas possíveis a esse tipo de fonte ainda não alcançaram o ensino. Entendemos que o processo de ensino-aprendizagem em que alunos e professores se inserem necessita ter em vista a formação crítica do discente, ou seja, uma formação voltada para a autonomia na sua capacidade de leitura e problematização da realidade. Para isso o discente precisa ser situado quanto às formas de produção e aplicação do conhecimento histórico. Acreditamos que a utilização de imagens estáticas contribui para o alcance dessa premissa, pois é capaz de gerar experiências escolares únicas aos alunos. É preciso ressalvar que o uso inadequado desse tipo de fonte e instrumento didático, considerando-se o âmbito da sala de aula de ensino básico, acaba por limitar o surgimento de novas experiências. A velha máxima da “imagem pela imagem”, utilizada sumariamente como adorno de manuais didáticos ou como forma de “ilustrar” o que a fonte escrita contempla (MENESES, 1985, p. 105) continua a ser aplicada.
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A formação dos professores do Projovem Urbano de Fortaleza e suas práticas pedagógicas em sala de aula

A formação dos professores do Projovem Urbano de Fortaleza e suas práticas pedagógicas em sala de aula

O presente trabalho busca enfatizar o processo de formação continuada dos professores do PROJOVEM Urbano de Fortaleza, relacionado o resultado dessa formação na sua prática pedagógica. O PROJOVEM é um programa que tem como finalidade oferecer oportunidades a jovens que vivem em áreas de risco e não chegaram a concluir a educação básica, assim ele permite que esses jovens voltem novamente para os espaços escolares. Durante o desenvolvimento desse trabalho utilizamos como referencial metodológico leituras de artigos, manuais de apoio trabalhados pelos alunos e professores nas escolas, pesquisas bibliográficas, discussões em grupo e principalmente os registros das observações realizadas no período das formações, planejamentos e de aulas em algumas escolas de diferentes polos. Percebemos que a formação dos professores se foca no trabalho de melhorar e ampliar as práticas pedagógicas deles em sua vida cotidiana em sala de aula. Os formadores propõem questões e debates que proporcionam um melhor entendimento e esclarecimento da importância de se trabalhar com a realidade e vivências dos alunos, pois os mesmo já trazem consigo informações e experiências de vida na qual os professores devem explorar e organizar as ideias e informações desses jovens em conhecimentos construtivos. As formações continuadas norteiam uma perspectiva de cooperação interdisciplinar, ações que motivem o desenvolvimento dos conhecimentos e a valorização dos saberes prévios dos alunos e assim refletem na atuação dos professores em suas práticas de ensino.
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Celular, Sala de Aula e Produção de Vídeos: MOOC para Formação Audiovisual de Professores

Celular, Sala de Aula e Produção de Vídeos: MOOC para Formação Audiovisual de Professores

O presente artigo aponta para as possibilidades de uso dos smartphones (celulares) como ferramenta de produção de vídeos em sala de aula. Para tanto, pretende-se discutir como a produção de vídeos consolida-se en- quanto ferramenta potencializadora no processo de ensino e aprendiza- gem, refletindo, assim, a necessidade de professores quanto a uma for- mação audiovisual para interagir nessa prática pedagógica. Analisaremos o desenvolvimento de um MOOC (Massive Open On-line Course) que contri- bui(u) para a formação audiovisual de professores, com foco na produção de vídeos utilizando o celular. Esse curso, hospedado em uma plataforma gratuita de cursos on-line, apresenta em sua ementa conceitos básicos so- bre linguagem cinematográfica, produção de roteiro e edição de vídeos, além de atividades práticas que também podem ser utilizadas no dia a dia da sala de aula. Dessa forma, destacamos que, anteriormente à ideia de um professor mediar alguma atividade que envolva as TDICs em suas aulas, é necessário que este se instrumentalize, saiba aplicar “ferramentas” e utili- zá-las com criticidade.
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Primeira experiência na sala de aula em / com modelagem matemática de professores em formação inicial

Primeira experiência na sala de aula em / com modelagem matemática de professores em formação inicial

Neste trabalho apresentamos uma pesquisa cujo objetivo consiste em compreender o que manifestam estudantes da Licenciatura em Matemática quando realizam atividades de Modelagem Matemática pela primeira vez em uma turma regular de Educação Básica na condição de PIBIDianos, ou seja, o que emerge da fala dos participantes na preparação de uma aula e após a realização da mesma, usando a metodologia de Modelagem Matemática. Participaram da pesquisa 22 alunos do Curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus Toledo, que faziam parte do subprojeto de Matemática do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, PIBID. Para a coleta dos dados foi desenvolvido o projeto Modela-Too. Nele, os estudantes tiveram uma oficina de Modelagem Matemática, passaram por duas entrevistas, uma no início e outra ao final do projeto e vivenciaram orientações para realizarem sua primeira experiência com Modelagem Matemática como professor em uma turma regular da Educação Básica. Com o projeto finalizado, passamos a analisar as manifestações dos alunos nos momentos do planejamento das atividades de Modelagem, bem como após o momento em que realizaram as práticas, atentando para as impressões, expectativas, observações e reflexões dos estudantes acerca da primeira experiência, assistida, com Modelagem, na condição de professores. As análises sugerem que anteriormente ao desenvolvimento da atividade em sala de aula, os PIBIDianos estavam preocupados, nervosos e ansiosos, devido à insegurança que tinham com o conteúdo que foi trabalhado e pelas dúvidas que tinha em relação aos conceitos de Modelagem Matemática. Após a realização da aula, os alunos estavam contentes com a prática, se surpreenderam com a participação dos alunos, reconheceram a importância da Modelagem Matemática para as práticas no ensino de Matemática e, inclusive pela boa experiência que tiveram, os futuros professores pretendem utilizar mais vezes a metodologia. O que se desenha como nossa principal defesa, considerando os principais resultados da pesquisa, é que os estudantes precisam ter a possibilidade de vivenciar, em seus cursos de graduação, experiências em Modelagem Matemática em turmas regulares da Educação Básica, na condição de professores, assistidos por professores especialistas que possam orientar e encorajar iniciativas, bem como provocar e mediar reflexões sobre as experiências.
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Situações autênticas de sala de aula na promoção de reflexões sobre o ensino da Estatística: Uma experiência de formação

Situações autênticas de sala de aula na promoção de reflexões sobre o ensino da Estatística: Uma experiência de formação

Resumo. O nosso objetivo é investigar os contributos da análise de situações autênticas de sala de aula para o desenvolvimento profissional do professor que ensina Estatística. Para isso, consideramos as reflexões que tiveram lugar numa sessão de uma formação de professores de Matemática inserida num curso de especialização. Nesta sessão, os professores analisaram gravações em vídeo de uma aula realizada com uma turma de 8.º ano do ensino fundamental, no Brasil, abordando representações estatísticas. Analisaram, ainda, a tarefa e as respostas dos alunos. Foi feita uma análise qualitativa de cunho interpretativo das transcrições dos áudios das discussões dos professores na sessão de formação e dos relatórios que eles produziram com base num guião elaborado pela formadora. Os resultados evidenciam que a análise das tarefas e respostas dos alunos e a análise dos vídeos propiciaram aprendizagens sobre o ensino da Estatística, nomeadamente no que respeita as ações do professor mediante o raciocínio e comunicação do aluno.
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Multiculturalidade na sala de aula : desafios à formação contínua de professores do 1º ciclo

Multiculturalidade na sala de aula : desafios à formação contínua de professores do 1º ciclo

Este trabalho insere-se num projecto de investigação realizado no âmbito do Curso de Mestrado em Ciências da Educação, área de especialização em Formação de Professores. Este estudo, de natureza qualitativa, tem como objectivo conhecer as concepções de professores de 1º ciclo relativamente à formação contínua, recebida e desejada, para trabalhar em contextos multiculturais. A intencionalidade de desenvolver este estudo foi a de perceber de que modo a formação contínua está a suprir as dificuldades em lidar com a multiculturalidade na sala de aula e a de vir a conhecer as perspectivas dos professores de 1º ciclo em relação às novas exigências profissionais, identificando eventuais necessidades de formação para trabalhar com a diversidade étnica. Como suporte metodológico, utilizámos a entrevista semi-directiva a professores de 1º ciclo numa escola do centro Lisboa com uma população estudantil bastante variada culturalmente. Os sujeitos colaborantes do nosso estudo encontram-se em diferentes fases da carreira e possuem experiências significativas em turmas multiétnicas. Os dados obtidos permitem-nos afirmar que os entrevistados experimentam dificuldade em gerir a integração do aluno minoritário, devido a factores linguísticos, a falta de tempo e de recursos para apoiar o ensino/aprendizagem desse aluno. Reconhecendo a importância do relacionamento com a minoria étnica para seu desenvolvimento pessoal e profissional, explicitam a ausência de formação específica para prepará-los para lidar com a multiculturalidade na sala de aula. Na perspectiva destes professores a formação contínua que têm recibo não se adequa às exigências da multiculturalidade e não responde às dificuldades por eles experimentadas no atendimento da população cultural heterogénea.
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Celular, sala de aula e produção de vídeos: MOOC para formação audiovisual de professores

Celular, sala de aula e produção de vídeos: MOOC para formação audiovisual de professores

O presente trabalho tem por objetivo geral explorar as possibilidades de uso do celular como ferramenta de produção de vídeos em sala de aula. Para tanto, a presente pesquisa traz uma abordagem qualitativa, pois pretende-se, por meio de revisão bibliográfica, discutir como a produção de vídeos pode ser uma ferramenta potencializadora no processo de ensino e de aprendizagem e demonstrar que professores necessitam de uma formação audiovisual para poder mediar essa prática pedagógica. Como desdobramento da revisão bibliográfica, foi proposto o desenvolvimento de um MOOC (Massive Online Open Course) que pudesse contribuir para a formação audiovisual de professores, com foco na produção de vídeos utilizando o celular. O curso foi hospedado em uma plataforma gratuita de cursos on-line e sua ementa apresenta conceitos básicos sobre linguagem cinematográfica, produção de roteiro e edição de vídeos, além de atividades práticas que também podem ser utilizadas no dia a dia da sala de aula. Concluiu-se, portanto, que, antes mesmo de o professor mediar alguma atividade que envolva as TIDCs em suas aulas, é necessário que ele tenha contato prévio com as ferramentas, saiba aplicá-las e utilizá-las com criticidade.
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A formação de professores como percurso para o uso das TIC em actividades práticas pelos alunos na sala de aula

A formação de professores como percurso para o uso das TIC em actividades práticas pelos alunos na sala de aula

Dando continuidade a este trabalho, em 2012, esta autora, num grupo de investigação, leva a cabo estudos de caso múltiplos com o objetivo de compreenderem qual a relação entre as crenças pedagógicas dos professores e a utilização das TIC que fazem na sala de aula e qual o peso das barreiras de primeira ordem (ou externas, como por exemplo, acesso, formação e apoio) no afastamento entre as crenças dos professores e as suas práticas (Ertmer, Ottenbreit-Leftwich, Sadik, E. Sendurur & P. Senduru, 2012). Das conclusões sublinhe-se que estes autores consideram que, ainda que muitas das barreiras de primeira ordem tenham sido minimizadas nos últimos anos em muitas escolas dos Estados Unidos, onde este estudo foi conduzido, haverá ainda um longo percursoa fazer até que venham a ser completamente eliminadas. Surgem, no entanto, ainda, muitos professores relutantes à mudança, por se considerarem intimidados pela tecnologia. Assim, estes autores sugerem que deve ser utilizada na formação a mesma tecnologia que sirva depois aos professores para o seu trabalho em sala de aula. Consideram também ser da maior relevância um trabalho de reflexão na formação, de forma a que os professores compreendam a importância da associação entre atividades de sala de aula centradas nos alunos e tecnologia, para a criação de ambientes poderosos de aprendizagem. A importância das mudanças de segunda ordem tem vindo a ser debatida
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Formação de professores de inglês e letramentos digitais: reflexões sobre o uso das TIC na sala de aula

Formação de professores de inglês e letramentos digitais: reflexões sobre o uso das TIC na sala de aula

O advento das tecnologias e a imersão da sociedade contemporânea na era digital trouxeram mudanças expressivas na educação. Essas transformações mudaram significativamente a forma de ensinar e aprender língua. Dessa forma, torna-se fundamental refletir acerca da necessidade de inserir as Tecnologias da Informação e Comunicação - TIC no ambiente escolar, mas, sobretudo, na formação de professores de inglês, aliada às novas práticas de letramentos, dentre elas os letramentos digitais, de maneira a proporcionar meios de desenvolver o senso crítico e reflexivo dos alunos (SAITO e SOUZA, 2011). Desse modo, essa pesquisa objetiva refletir a respeito do uso das TIC no curso de Letras-Inglês da Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL. Para alcançá-lo, alguns objetivos específicos foram traçados: (1) Inserir as TIC nas aulas de Inglês com vistas aos letramentos digitais na formação dos professores (2) Implementar uma prática de sala de aula e extra sala de aula com vistas ao desenvolvimento dos letramentos digitais no ensino-aprendizagem de língua inglesa; (3) Refletir a respeito das representações dos alunos, futuros professores, quanto ao uso das TIC nas aulas de Língua Inglesa. Esse trabalho fundamenta-se em uma visão de Linguística Aplicada transgressiva, problematizadora e como espaço de “desaprendizagem” (FABRÍCIO, 2006). Além disso, a metodologia adotada refere-se à pesquisa social a qual integra teoria, método e criatividade (MINAYO, 2010). A pesquisa ocorreu durante a disciplina de Língua Inglesa I e contou com a participação de 20 alunos do 2º período de Letras- Inglês da UNEAL - Campus III em 5 encontros durante o mês de outubro de 2015. As aulas foram elaboradas com base em temas socialmente relevantes escolhidos pelos alunos e embasadas na tríade: ensino de língua Inglesa, TIC e letramentos digitais
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Os professores de química e o uso do computador em sala de aula: discussão de um processo de formação continuada.

Os professores de química e o uso do computador em sala de aula: discussão de um processo de formação continuada.

de algumas substâncias com o uso de indicadores químicos. A turma de alunos foi a 2ª série do Ensino Médio com quase 50 alunos. Apesar do número grande de alunos, mostraram interesse pela matéria e por atividades extra-classe. Escolhi dois alunos como sendo monitores e a classe toda em grupos de 3 ou 4 alunos. A cada 20 minutos os grupos intercalavam. A aceitação por parte dos alunos foi excelente e segundo os mesmos a prática computacional reforça os conceitos teóricos dentro da sala de aula. Aos poucos os próprios alunos foram explorando outras ferramentas que o progra- ma oferecia, sem que eu tivesse sugerido. Alguns deles, inclusive, pediram para salvar o programa e assim poder usar em suas casas. Da minha parte acredito que fortaleça a relação aluno-professor e mostra que a Química é muito atraente e fácil a partir do momento que se torna útil e que eles mesmos possam fazer parte do mundo das ciências”. (Profa. 09)
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Sala de aula - ateliê - galeria: A experiência com pintura na formação de professores-artistas

Sala de aula - ateliê - galeria: A experiência com pintura na formação de professores-artistas

A formação de professores-artistas exige a adoção de metodologias que permitam a construção de saberes objetivos e subjetivos do campo da arte de modo contundente e transformador, colocando o acadêmico como protagonista do processo de ensino-aprendizagem. No caso da nossa pesquisa, partimos da situação real de elaborar um processo poético em pintura, um portfólio e uma exposição, a fim de exigir dos acadêmicos a elaboração de pensamentos complexos. A importância dessas experiências é destacada pelas pesquisadoras Jociele Lampert e Carolina Ramos Nunes, no artigo “Entre a prática pedagógica e a prática artística: Reflexões sobre Arte e Arte Educação”. Neste, as autoras comentam que:
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Aprender pela escola à luz de Meirieu: experiência de formação de professores em meio à sala de aula

Aprender pela escola à luz de Meirieu: experiência de formação de professores em meio à sala de aula

Após acertos iniciais, estabeleceu-se, junto com a coordenadora pedagógica da escola, duas etapas para prosseguimento da pesquisa: exposição, em HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo), a todos os docentes do Ciclo I do Ensino fundamental, do tema a ser estudado, suas questões e seus objetivos, para que os professores compreendessem a proposta de trabalho. Naquele momento, o interesse foi suscitar questionamentos e respostas sobre os objetivos e abrangência da pesquisa, criando clima de amizade e de aceitação da pesquisadora. Esta etapa serviu apenas de preparação para a fase seguinte e não foi objeto de coleta e análise de dados. Vencida esta etapa, realizou-se a entrega do convite às quatro professoras das 4ª séries e a apresentação da intenção e do detalhamento da pesquisa individualmente. Após esclarecimento das dúvidas por elas apresentadas e manifestação de concordância, as quatro professoras assinaram o termo de livre-consentimento da pesquisa e preencheram o questionário “perfil do professor”.
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Tecnologias na sala de aula de matemática: resistência e mudanças na formação continuada de professores

Tecnologias na sala de aula de matemática: resistência e mudanças na formação continuada de professores

Apesar do evidente avanço tecnológico nos últimos anos e da presença desta tecnologia em várias esferas da atividade humana, inúmeros trabalhos (ver, por exemplo, LYNCH, 2003; CUBAN, 2001, FROTA e BORGES, 2004) relatam, como não bem sucedida, a implementação de tecnologias computacionais de forma efetiva no ambiente escolar. De maneira geral, a incorporação de tecnologias computacionais no trabalho em sala de aula 5 parece pressupor uma relação direta com a expectativa de transformação qualitativa no campo da educação. Dessa forma, apesar de ampla (ou maior) presença numérica (em termos relativos) de computadores nas escolas do ensino básico, muito se questiona sobre mudanças (ou não) que a presença tecnológica tem acarretado nos processos educacionais. Por exemplo, Lynch (2003) e Cuban (2001) discutem o fato de que, ainda hoje – após pelo menos vinte anos de empreendimento nessa área, tais transformações/mudanças no campo da educação não são tão evidentes como foram, um dia, anunciadas. Lynch (ibidem) menciona que, há pelo menos duas décadas, a integração do computador no ambiente escolar tem sido uma das prioridades das políticas educacionais na maioria dos países desenvolvidos. Do ponto de vista desses autores que analisaram a inserção das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) nas escolas da Austrália (LYNCH, 2003) e EUA (CUBAN, 2001), apesar de todos os esforços governamentais dos diferentes países as propaladas mudanças não ocorreram.
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Primeira experiência na sala de aula em / com modelagem matemática de professores em formação inicial

Primeira experiência na sala de aula em / com modelagem matemática de professores em formação inicial

Bassanezi (2002, p. 43) descreve, em relação ao desenvolvimento de uma atividade de Modelagem, que “o início é apenas o tema de estudo escolhido quando ainda não se tem ideia do conteúdo matemático que será utilizado”. Entendo que a aprendizagem (e consequentemente, o ensino) de Matemática deve se pautar na investigação e na resolução de problemas, e não na mera reprodução de procedimentos e algoritmos, esse aspecto da atividade pode soar como uma sensação da falta de direção do que pode acontecer em sala de aula. Em certa medida, de fato, o é. E isso não é ruim. Todavia, essa sensação pode ser um obstáculo no que diz respeito à implementação de atividades de Modelagem no contexto escolar.
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Letramento digital e professores de LE : formação para o uso das novas tecnologias em sala de aula

Letramento digital e professores de LE : formação para o uso das novas tecnologias em sala de aula

Parece-nos redundante, mas não inoportuno, discorrer sobre o impacto do advento tecnológico sobre o homem dos tempos atuais no que diz respeito ao seu modo de viver e relacionar-se com o mundo. O indivíduo dessa nova sociedade tem necessidades distintas que emergem das exigências geradas por essas novas condições de produzir e distribuir conhecimento. A introdução das novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs) na sociedade suscitam o desenvolvimento de novas modalidades de práticas sociais de leitura e escrita, características da cibercultura (LÉVY, 1999). Nesse sentido, entendemos que a escola torna-se um dos segmentos sociais responsáveis por propiciar a esses indivíduos a possibilidade de terem acesso a um novo modo de produzir e distribuir conhecimento. Não podemos nos furtar de pensar como essas NTICs influenciam as novas práticas pedagógicas e se a escola e os professores estão preparados para com elas lidar. É nesse sentido que este estudo propõe-se a investigar a proposta de uma disciplina de prática pedagógica de um curso de licenciatura em Letras, que tem por objetivo contribuir com o professor de língua estrangeira, no sentido de criar condições para que ele desenvolva uma competência em incorporar as NTICs a sua prática docente. Portanto, objetivamos observar se os alunos-professores, ao terem a oportunidade de acesso às teorias sobre o uso das novas tecnologias como ferramenta de ensino, são capazes de transpor esse conhecimento à sua prática pedagógica. Nesta pesquisa qualitativa de base etnográfica, utilizamos questionários semi-abertos com a finalidade de obter informação sobre as representações dos alunos-professores a respeito do ensino de línguas, tendo o computador e a Internet como ferramenta Além desses, os diários reflexivos foram os instrumentos que nos possibilitaram coletar dados visando à análise do aspecto processual do desenvolvimento dos alunos-professores, e para verificar se suas representações acerca do uso das NTICs se modificaram após as reflexões desenvolvidas no curso. Por fim, fizemos uso da gravação em vídeo de mini- cursos ministrados pelos graduandos para observar se o conteúdo teórico apresentado e discutido durante as aulas viu-se refletido na prática docente desses professores em formação. Os dados revelaram que a exposição dos professores em formação a discussões sobre o uso da Internet nas aulas de LE mostraram-se relevantes para sua formação, no sentido em que colaboraram significativamente para sua prática docente. No entanto, foi possível perceber também que, mesmo tendo sido expostos às teorias concernentes ao uso das NTICs em aulas de LE, os professores em formação nem sempre conseguem traduzi-las em uma prática ciente e teoricamente embasada.
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A leitura em sala de aula do ensino fundamenal e a mediação pedagógia para a formação de professores

A leitura em sala de aula do ensino fundamenal e a mediação pedagógia para a formação de professores

Consiste numa atividade em que na sala de aula o professor, uma vez por semana ou a cada quinze dias, reserva um tempo para ler para seus alunos. Antes conversa com eles sobre a importância da leitura, o que ela traz de bom para todos nós, fala de suas experiências enquanto leitor. Apresenta o livro a ser lido, indaga se os alunos já o leram, se conhecem o autor; em caso positivo, pergunta o que sabem sobre ele, que outras obras do mesmo autor já leram, fala sobre eles. A partir do título busca fazer inferências a respeito do assunto tratado, o que eles acham que trata o livro, como será o desenrolar da história, quais as expectativas? Inicia a leitura e sempre faz pausas, buscando prender a atenção do aluno e indaga se suas expectativas estão sendo confirmadas.
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Formação de professores de matemática para o uso da informática na sala de aula

Formação de professores de matemática para o uso da informática na sala de aula

Porém, quanto aos professores da rede particular de ensino, podemos afirmar que existe um certo descompasso entre as respostas efetuadas até o momento. A grande maioria deles afirma que possuem uma posição bastante favorável à introdução dos computadores no ensino, afirmando até que deveria haver modificação, ou adaptação do currículo em função da importância de se introduzir a informática nas escolas, acreditando que o uso dos computadores realmente garante uma melhoria no ensino em geral e também no ensino de conceitos matemáticos. Mas, paradoxalmente, eles não se utilizam desse recurso para realizarem a atividade pedagógica junto aos seus alunos. Todos os professores da rede privada pesquisados possuem laboratórios de informática educativa nas escolas em que trabalham, porém apenas seis deles, ou cerca de trinta e cinco por cento deles efetivamente utilizam dos computadores para trabalharem junto aos seus alunos.
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Contributos para a formação de professores no âmbito da prevenção da indisciplina em sala de aula

Contributos para a formação de professores no âmbito da prevenção da indisciplina em sala de aula

' Segundo Carreiro da Cosia (1994: 113) «a perspectiva "tradicionalista" é uma concepção "ateórica" da formação que defende uma visSo artesanal do ensino, isto é, que se[r]

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Um olhar sobre os exames de biologia e geologia:da sala de aula à formação de professores classificadores

Um olhar sobre os exames de biologia e geologia:da sala de aula à formação de professores classificadores

No que me compete às minhas funções enquanto formadora e ao acompanhamento aos professores classificadores durante a classificação dos exames saliento como os aspetos menos abonatórios, entre outros que me possa esquecer, a sobrecarga do trabalho nas escolas para muitos classificadores durante o período de exames a juntar ao rigor e a exigência que esta tarefa exige, um máximo de 60 provas de exame por chamada/ fase a classificar por cada classificador, fixado pela alínea a Despacho n.º 18060/2010” constitui uma regra e não uma exceção, a não atribuição de uma turma do currículo do exame a os professores classificadores e com formação, o tempo reduzido entre o envio do DOC e a entrega das provas nos respetivo Agrupamentos de Exames, particularmente na segunda fase e a falta de uma compensação na distribuição de tarefas inerentes ao trabalho docente por parte da gestão das escolas.
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