Top PDF A formação inicial e continuada de professores dos anos iniciais na perspectiva de uma formação reflexiva

A formação inicial e continuada de professores dos anos iniciais na perspectiva de uma formação reflexiva

A formação inicial e continuada de professores dos anos iniciais na perspectiva de uma formação reflexiva

O presente trabalho traz uma discussão acerca da formação inicial e continuada docente, com o intuito de investigar a prática dos professores sobre uma perspectiva reflexiva. Com vistas a atingir nosso objetivo, discute-se a formação de professores no Brasil, numa perspectiva histórica, bem como destaca-se a importância da prática reflexiva na docência. Para tanto, fez- se uso de uma pesquisa exploratória, numa abordagem qualitativa. Para coleta de dados utilizou-se um roteiro de entrevista semiestruturada endereçada a professores de uma escola pública de Tenório/PB. Como aporte teórico, ancorou-se em autores como Matos (1998), Silva e Davis (1993), Fiorentini, Souza e Melo (1998), Campos e Pessoa (1998), Albuquerque (2017), Alarcão (2003) e Freire (2014), entre outros. Por fim, pode-se afirmar que, ainda que contingencialmente, os professores entrevistados, mesmo que de forma distinta, são profissionais reflexivos que utilizam de seu cotidiano de trabalho para analisar e intervir com propostas de melhorias em prol de uma educação crítica, participativa e de inclusão.
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A música integrada à sala de aula numa perspectiva de formação continuada para professores dos anos iniciais do ensino fundamental: redimensionamento a prática pedagógica.

A música integrada à sala de aula numa perspectiva de formação continuada para professores dos anos iniciais do ensino fundamental: redimensionamento a prática pedagógica.

Tendo em vista tais objetivos, no primeiro capítulo, tecemos algumas considerações referentes à formação do professor e ao papel da reflexão na prática pedagógica, discutindo a importância da prática reflexiva, a valorização do saber e experiências docentes. No segundo capítulo, traçamos algumas linhas sobre o ensino musical, contextualizando-o ao longo da História, destacando seus diferentes momentos, apresentando também algumas considerações sobre os rumos que tem tomado atualmente diante da nova política pública reguladora do Ensino Fundamental – Parâmetros Curriculares Nacionais. No terceiro capítulo, apresentamos o método utilizado na busca de respostas para a questão desta pesquisa, destacando o principal instrumento para a sua discussão: a oficina de música. Para tanto, apresentamos uma caracterização geral da escola, das participantes da oficina, do ambiente no qual foi desenvolvida, do material e da metodologia adotada No quarto capítulo, apresentamos e discutimos os resultados da oficina, evidenciando as experiências vivenciadas pelas professoras, suas expectativas e impressões a partir das quais realizamos algumas considerações sobre as contribuições geradas pela oficina em relação às transformações da prática pedagógica e do espaço escolar. No quinto capítulo, apresentamos os resultados das entrevistas realizadas com as professoras participantes e a diretora da instituição, ao final da oficina, avaliando o processo ocorrido, discutindo a relação ensino musical/escola/professor/aluno, a formação continuada enquanto um incentivo para novas experiências, reflexões e transformação da prática, as contribuições da oficina no olhar das professoras participantes, a modificação e ampliação do espaço escolar a partir do desenvolvimento da oficina. Encerrando o trabalho, apresentamos nossas considerações finais a respeito do estudo realizado, ressaltando as
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Formação continuada para o ensino de ciências na perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS): contribuições para professores dos anos iniciais

Formação continuada para o ensino de ciências na perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS): contribuições para professores dos anos iniciais

Este estudo tem como objetivo analisar as contribuições de um curso de Formação Continuada na área de Ciências com um enfoque CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade), para os professores que atuam nos anos iniciais da Rede Municipal de Ensino da cidade de Ponta Grossa, Paraná/Brasil. O estudo foi desenvolvido com 25 professores que atuam nas Escolas de Tempo Integral. A abordagem metodológica foi a qualitativa, cujo encaminhamento está baseado nos princípios da pesquisa-ação os quais se utilizaram da análise textual discursiva ancorados em Moraes (2003), Moraes e Galiazzi (2006) e Torres et al. (2008). Para a coleta de dados, foram utilizadas as seguintes técnicas: entrevistas, relatórios, fotos, vídeos das atividades realizadas nas formações e anotações em diário de campo e do questionário (instrumento). Constatou-se que os professores ministrantes da FC, oferecida como Projeto de Extensão, utilizaram metodologias que buscaram despertar reflexões e discussões nos participantes, com o objetivo de promover uma Alfabetização Científica e Tecnológica, desmistificação dos mitos em relação à neutralidade científica e tecnológica, o salvacionismo e o determinismo científico e tecnológico, tendo como premissa os conteúdos estabelecidos nas Diretrizes Curriculares Municipais (DCM) de Ponta Grossa bem como um aprofundamento teórico-prático nas áreas de Física, Química e Biologia com ênfase na abordagem CTS. Por meio de uma formação na área de Ciências com enfoque CTS, os professores poderão oferecer aos alunos dos anos iniciais, novas estratégias didáticas que promovam de maneira interdisciplinar o despertar para que os conhecimentos científicos sejam trabalhados, desde os primeiros anos, se constituindo em uma base sólida para a consolidação de outros conhecimentos que, posteriormente, serão abordados. A FC procurou aproximar a universidade da escola, num processo de construção coletiva, cumprindo seu papel social, possibilitando um novo Ensino de Ciências por meio de planejamentos elaborados pelas participantes, partindo das dificuldades que encontram ao ministrarem aulas de Ciências, oferecendo aporte teórico, reconstruindo suas práticas pedagógicas. Ressaltamos que, apesar de pequenas produções na área de Ciências para os anos iniciais abordando a Alfabetização Científica e Tecnológica (ACT), bem como o enfoque CTS, as formações, cursos de extensão e programas de Pós- Graduação podem contribuir para o aumento de pesquisas em prol dessa temática relevante nos dias atuais. Revelou-se, nesse estudo, que o processo de formação continuada se constitui em um dos caminhos para que mudanças em diferentes áreas ocorram, especificamente para o Ensino de Ciências, abrindo possibilidades para discussões e reflexões na área e contribuir para sua expansão.
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A formação continuada dos professores dos anos iniciais e o ensino de História na Rede Municipal de Foz do Iguaçu

A formação continuada dos professores dos anos iniciais e o ensino de História na Rede Municipal de Foz do Iguaçu

Mesmo assim, entende-se hoje a importância da formação docente inicial e continuada, Nóvoa, (1992) em sua vasta experiência dentro da educação irá debater o tema na perspectiva histórica portuguesa da criação do profissional docente e a sua formação, que se relaciona muito bem com a brasileira, pois políticas aplicadas em Portugual ocorriam aqui, ainda no período colonial. Para ele, existe uma especificidade da criação do professor como propagador do ensino, porém, isento em se relacionar com questões políticas, sendo utilizado como instrumento de condicionamento do próprio Estado. Nóvoa (1992) descreve ainda que surge uma desvalorização da profissão do professor, que ao mesmo tempo contrapõem-se a uma simbólica exaltação na sua imagem social junto aos alunos, professores e a comunidade (por exemplo, comemoração do dia professor, a ideia de “respeito absoluto” à profissão docente, etc.), Isso ocorre porque o próprio Estado controla e limita o professor, entendendo que o saber que o professor trabalha no contexto escolar é desarticulado de um cargo científico. Nóvoa reforça
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A matemática na formação de professores dos anos iniciais do ensino fundamental : relações entre a formação inicial e a prática pedagógica

A matemática na formação de professores dos anos iniciais do ensino fundamental : relações entre a formação inicial e a prática pedagógica

Nossas entrevistadas parecem ter revelado uma relação conflituosa com a Matemática, a qual é narrada como tendo origem, ainda, na Educação Básica. As argumentações apóiam-se no desafeto com a “tabuada” e são reveladoras dessas formas de explicitar as razões de objetar a Matemática e a “falta de condições” de seguir “aprendendo”, inclusive na formação de professores. Também é bastante explicito que essas orientações servem para “se continuar” a aversão a ela, mesmo estando num processo de formação de professores, cuja perspectiva aponta também para o ensino da Matemática. Enfim, é presente, a partir dos sujeitos de pesquisa acima a forma como era cobrada a tabuada pelos professores, a qual parece ser a razão fundamental para produzir o medo nos alunos e os possíveis distanciamentos entre eles e a Matemática.
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A álgebra na formação inicial de professores dos primeiros anos: Uma experiência de formação

A álgebra na formação inicial de professores dos primeiros anos: Uma experiência de formação

Nos últimos anos, tem-se desenvolvido uma melhor compreensão dos processos pelos quais se aprende a ensinar Matemática e se desenvolve a identidade profissional como professor durante a formação inicial de professores (Ponte & Chapman, 2008). Esta formação deve promover a capacidade de integrar o conhecimento dos conteúdos e processos matemáticos, a especificidade dos alunos a ensinar, de acordo com a sua escolaridade, e as orientações curriculares. O desenvolvimento desse conhecimento surge “integrando conteúdos e pedagogia e ensinando os futuros professores do mesmo modo que se espera que eles ensinem os seus alunos” (Ponte & Chapman, 2008, p. 256). Esta perspectiva assenta nas orientações para a formação inicial (CBMS, 2001) que apontam para o desenvolvimento do conhecimento matemático e o contacto com diversas opções pedagógicas. As tarefas a realizar ao longo da formação inicial devem proporcionar experiências que reflictam boas práticas de Didáctica da Matemática e a sua vivência permite desenvolver o conhecimento matemático e didáctico dos formandos possibilitando- lhes que “experimentem e vivam de forma continuada aquilo que se pretende que depois venham a utilizar enquanto professores” (Albuquerque et al., 2006, p. 23). No âmbito da formação inicial em Álgebra é necessário, tal como noutros temas matemáticos, proporcionar aos formandos um conjunto diversificado de experiências de aprendizagem sobre esse tema, promovendo o conhecimento para o ensinar. A este respeito, Doer (2004) salienta que a aprendizagem sobre o ensino da Álgebra pode beneficiar da observação, análise e reflexão de situações de ensino-aprendizagem. A perspectiva de iniciar o desenvolvimento do pensamento algébrico nos primeiros anos exige um aprofundamento da compreensão da Álgebra, do que esta envolve e de onde está presente e, também, das suas relações com outros temas matemáticos, de modo a fomentar o estabelecimento de conexões da Álgebra com toda a Matemática, fundamental para o desenvolvimento do pensamento matemático dos alunos.
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EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COMO ESPAÇO FORMATIVO NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COMO ESPAÇO FORMATIVO NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS

Pensar a extensão é pensar na formação universitária como um todo e como ela a influencia. Contudo, para que a extensão possa ocorrer de forma contra hegemônica, ela precisa estar ancorada em uma pedagogia crítica que possibilite o diálogo entre os sujeitos, gerando novos conhecimentos, a partir do contexto social e da realidade vivida. Dessa forma, estabelece-se a extensão como um espaço formativo de experiência crítica de intercâmbio entre o saber acadêmico e o popular, através de uma relação horizontal, que possui um caráter político, que se estende durante todo o processo formativo dos participantes, seja na formação inicial e/ou continuada.
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UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES LICENCIADOS SOBRE A MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES LICENCIADOS SOBRE A MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Apontarmos que somente o fato de ser licenciado em Matemática não garante a este docente os conhecimentos necessários para atuar nos anos iniciais de escolarização, não significa que estejamos referendando a escolha do licenciado em Pedagogia para esta função. Afinal, os autores que subsidiaram teoricamente esta investigação (CURI, 2005; PAVANELLO, 2002, 2003; PAVANELLO; NOGUEIRA, 2008; NACARATO; PASSOS, 2003) mostram que a formação inicial dos pedagogos falhou em lhes proporcionar os conhecimentos de Matemática necessários a sua ação docente não apenas no tocante aos conteúdos como também a sua abordagem pedagógica em sala de aula, fato este que dificulta sua atuação e explica tanto sua dependência em relação aos livros didáticos quanto sua incapacidade em avaliar a qualidade destes. Apontam ainda que, embora nos cursos se discuta a dimensão política da Educação e a necessidade de mudanças na prática pedagógica, não se proporciona aos futuros professores o conhecimento teórico-prático essencial a essas mudanças.
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Análise de uma experiência de formação continuada em matemática com professores dos anos iniciais do ensino fundamental

Análise de uma experiência de formação continuada em matemática com professores dos anos iniciais do ensino fundamental

Ao longo do curso foram feitas avaliações informais e formais. As avaliações informais foram caracterizadas nesta pesquisa como pequenos bilhetes deixados ao final dos encontros de formação. Neste trabalho foram utilizadas as avaliações informais, tarefas individuais de três cursistas (TI), que se dispuseram a continuar participando da pesquisa e de alguns trechos do Diário de Bordo, de duas turmas, registros informais e reflexivo, produzidos coletivamente. Nesses instrumentos, buscam-se as concepções dos professores sobre o ensino e a aprendizagem de matemática, os aspectos que contribuíram e que dificultaram a aplicação de conhecimentos ou atividades propostas pelo curso, bem como o que estava sendo construído ou ressignificado durante a formação. Um fator importante da formação, a ser considerado, foi a riqueza de informações agregadas à formação por meio da apreciação das Tarefas Individuais dos professores cursistas, acompanhamento e as reflexões suscitadas a partir das atividades desenvolvidas por eles no decorrer do curso. Discussões acerca do desenvolvimento profissional dos professores, numa perspectiva para além das orientações do Programa Pró-Letramento, pois trazia a possibilidade de ampliar a discussão entre o professor cursista e o formador, com orientações acerca das metodologias, teorias e conceitos que estavam sendo experimentados pelos professores em suas salas de aula.
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Formação continuada de professores dos anos iniciais:  proposições ao ensino do sistema de numeração decimal

Formação continuada de professores dos anos iniciais: proposições ao ensino do sistema de numeração decimal

Este estudo tem como objetivo apresentar reflexões sobre a formação continuada em serviço por meio de uma oficina de orientações pedagógicas sobre o ensino do Sistema de Numeração Decimal (SND), voltada aos docentes dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Esta pesquisa surgiu a partir da necessidade de reflexão associada a minha prática como docente e organizadora de formação continuada dos professores dos anos iniciais. As dificuldades apontadas pelos professores nos momentos de formação orientaram os estudos evidenciando a questão de pesquisa: Que relação pode ser estabelecida entre a formação continuada de professores, tendo por base a metodologia de jogos pedagógicos e a consolidação do SND? Com intuito de motivar e instrumentalizar os professores para que reflitam sobre suas práticas, optamos por uma pesquisa qualitativa na perspectiva de Bogdan e Bilklen numa abordagem a partir da concepção da pesquisa-ação apoiada nos estudos de Michel Thiollent. No desenvolvimento da oficina abordamos o conceito do SND fomentando propostas de atividades compiladas para um livro de orientações como produto educacional. Trazemos como referências autores que investigam o ensino de matemática, formação continuada e as práticas em sala de aula, entre eles: Zélia Mediano, Constance Kamii e Sergio Lorenzato. As contribuições destes autores, assim como as reflexões e proposições dos professores, apontam que a formação continuada em serviço é uma possibilidade de reflexão sobre a prática em que se faz urgente oportunizar aos docentes momentos de trocas e possibilidades de mudança no fazer pedagógico. No livro de orientações pedagógicas apresentamos sugestões de atividades para organização de sessões de estudos voltados às práticas de sala de aula, direcionado aos professores e coordenadores pedagógicos.
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Formação continuada de professores de ciências para o ensino de astronomia nos anos iniciais do ensino fundamental

Formação continuada de professores de ciências para o ensino de astronomia nos anos iniciais do ensino fundamental

Levando-se em conta que os conteúdos de Astronomia devem fazer parte do ensino de Ciências nos anos iniciais, a formação do docente precisa fornecer no mínimo condições para que o professor se sinta capacitado para ensiná-los, o que pode ser garantido, em parte, pela inclusão dos fundamentos teóricos e práticos sobre o tema, seja na formação inicial ou continuada. Como os fenômenos da Astronomia são de difícil compreensão, pois trazem consigo um significado paradoxal, no qual “somos, ao mesmo tempo, pequeninos e gigantes nesses espaços infinitos” (NOGUEIRA; CANALLE, 2009, p. 215) – explicação essa que acarreta necessidades complexas, como as de uma integração entre a observação geocêntrica e a explicação heliocêntrica; de um distanciamento da visão de observador terrestre e de uma visualização dos movimentos de fora da Terra (LEITE, 2002) – para o ensino dos conteúdos desta área do conhecimento, é necessário conhecê-los bem e trabalhá-los adequadamente (LANGHI, 2004).
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A formulação de problemas matemáticos em um espaço de formação continuada de professores dos anos iniciais

A formulação de problemas matemáticos em um espaço de formação continuada de professores dos anos iniciais

Resumo: O presente artigo discute a Formulação de Problemas em um contexto de formação continuada de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental, na perspectiva da simetria invertida. O objetivo principal da pesquisa era compreender que conhecimentos são mobilizados por professores em um ambiente de formação quando formulam problemas matemáticos. A metodologia empregada foi de natureza qualitativa, com a realização de coleta de dados em campo. Foi realizada uma oficina junto a 28 professores dos anos iniciais, no ano de 2015, na qual desenvolvemos uma dinâmica de formulação, resolução e comentários de problemas. Na análise, consideramos dois aspectos: (i) a interdisciplinaridade e (ii) a utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação. Concluímos que a estratégia de formulação de problemas matemáticos, apoiada na perspectiva da Simetria Invertida, possibilitou a problematização de conhecimentos inerentes à prática dos professores participantes.
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A formação continuada dos professores dos anos iniciais da Escola Bosque: limites e possibilidades

A formação continuada dos professores dos anos iniciais da Escola Bosque: limites e possibilidades

A formação de professores no Brasil vem assumindo o protagonismo nas políticas educacionais. As mudanças produtivas mundiais transformaram os processos de escolarização e, a partir desta perspectiva, transformações no trabalho, na carreira e na valorização docente tornaram-se importantes para a reconfiguração da condição do profissional da Educação Básica, influenciando nos investimentos em políticas públicas direcionados à formação continuada, como é o caso do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), criado pelo Ministério da Educação em 2012, ofertado para os anos iniciais do Ensino Fundamental, com foco na alfabetização de crianças até os 08 anos de idade. O estudo teve o objetivo de analisar as políticas de formação docente, concepções pedagógicas e metodológicas e o sistema de avaliação que orientam o PNAIC, destacando a sua contribuição na prática dos docentes da Escola Bosque Eidorfe Moreira, que foi criada para ser um Centro de Referência em Educação Ambiental, cuja proposta pedagógica difere dos objetivos do programa. A pesquisa teve caráter qualitativo e realizou-se a partir da exploração e análise de documentos oficiais sobre o Programa, com o suporte de materiais elaborados por Universidades parceiras, levantamento bibliográfico sobre a formação continuada, o trabalho e a responsabilização docente. Houve a realização da pesquisa de campo no locus do estudo, onde foram feitas entrevistas com os professores que atuam nessa etapa da escolarização, a fim de verificar as possíveis implicações desse Programa na prática pedagógica docente. A análise dos dados considerou que os discursos envolvem crenças, valores, aspectos geográficos e históricos em que os docentes estão inseridos, a forma de atuar e agir sobre o outro, ocorrendo através de enunciados concretos. Os resultados apontam
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A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS NO CONTEXTO DO ENSINO DE CIÊNCIAS

A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS NO CONTEXTO DO ENSINO DE CIÊNCIAS

Ainda nessa perspectiva, é importante ressaltar que foi essencial a pesquisadora/ coordenadora ser professora regente da escola, pois os laços de confiança estabeleci- dos com as demais docentes foram de grande valia para o desenvolvimento das práticas pedagógicas em sala de aula, bem como as discussões em torno dos temas trabalhados nas Coordenações Pedagógicas. Fazer parte do grupo da escola trouxe bons resultados, possibilitando que as professoras questionassem e chamassem em outros momentos fora da coordenação para compartilhar o que estavam colocando em prática com seus alunos, solucionando suas dúvidas. Com um diálogo aberto as professoras envolvidas sentiam-se confiantes e comprometidas a ajudarem e serem ajudadas.
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História da matemática na formação inicial de professores dos anos iniciais: um levantamento de trabalhos no Brasil

História da matemática na formação inicial de professores dos anos iniciais: um levantamento de trabalhos no Brasil

Em linhas gerais, este trabalho revela uma análise a partir de documentos curriculares direcionados para habilitação em Magistério do Estado de São Paulo que prescrevem sobre a inserção da História da Matemática na formação inicial de professores dos anos iniciais deste estado na década de 1990. Observamos que a pesquisadora frisa a importância da utilização da História da Matemática na formação inicial e continuada de professores dos anos iniciais. Porém, salienta que essas indicações precisam ser colocadas em prática, fato conivente com a situação atual e, também, com a quantidade de trabalhos que encontramos neste levantamento, que ainda são relativamente poucos.
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Políticas públicas de formação continuada de professores dos anos iniciais em matemática:...

Políticas públicas de formação continuada de professores dos anos iniciais em matemática:...

O objetivo deste estudo é investigar de que modo a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME-SP) concebe e implementa as políticas públicas de formação continuada de professores ao longo da gestão de 2005 a 2012 com a meta de melhorar a aprendizagem dos alunos e, assim, elevar os índices de desempenho das avaliações externas. Neste trabalho, é focalizado o ensino de Matemática nos anos iniciais do ensino fundamental. Por meio da análise de documentos oficiais, da observação de encontros de formação continuada de professores e do depoimento de duas professoras, busca-se compreender como essas três “vozes” da SME-SP (elaborador do texto oficial, formador e professor) se relacionam no intuito de oferecer um ensino de melhor qualidade aos alunos da rede municipal. O conjunto de documentos analisados revela uma concepção de professor como um profissional de formação inicial deficitária, que necessita de orientações detalhadas sobre como ministrar suas aulas. Os encontros de formação continuada observados, por sua vez, consideram os professores como receptores “ativos” do texto dos documentos. Desta forma, a concepção de formação continuada de professores presente tanto nos documentos analisados como na prática formativa observada parte do meio externo, isto é, de contextos que não correspondem à vida da sala de aula, como é o caso das diretrizes curriculares definidas pela equipe da SME-SP. Com base nas ideias do ciclo contínuo de políticas públicas de Stephen Ball, é possível inferir que não há uma aplicação prática e imediata daquilo que é apresentado nos textos oficiais, seja pelo formador ou pelas escolas; e nem mesmo que ocorre, por parte do professor, apropriação e uso direto, em sala de aula, das orientações recebidas em encontros de formação continuada. Entre uma intenção de ensino
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A formação continuada de professores e seus reflexos no ensino da leitura nos anos iniciais

A formação continuada de professores e seus reflexos no ensino da leitura nos anos iniciais

Ao repensar a formação continuada, inicia-se uma nova perspectiva para a prática docente que seria a de encontrar o conhecimento na ação prática, talvez possamos aprender com a reflexão-na-ação, aprendendo primeiro a reconhecermos a aplicar regras, fatos e operações-padrão; em seguida compreender a partir das regras gerais até casos problemáticos e construir características da profissão, e somente, então, desenvolver e testar novas formas de compreensão através da ação, em que categorias familiares e maneiras de pensar falham. Diferentemente da racionalidade técnica e prática, o modelo de prática reflexiva pode possibilitar aos docentes um campo de saberes próprios que leva o professor a buscar soluções para o processo de ensino e aprendizagem. Entendemos, de acordo com Schön (2000), outras ou até mesmo novas possibilidades de observar a aplicação desse modelo na formação e na prática do professor. O modelo de formação reflexivo vem se aprofundando, tanto em questões teóricas como orientação para a prática. O referido modelo surgiu para a formação docente como possibilidade de refletir a prática e suas ações em sala de aula. O termo professor reflexivo começou a surgir na literatura de forma bastante recorrente e, dentre os estudiosos dessa área, podemos citar: Schön (2000), Pimenta (2008), Imbernón (2006) entre outros. As orientações de formar professor reflexivo vêm sendo bastante referendados nos cursos de formação continuada no município de Maceió, que se fundamentam pelas/nas propostas de formações continuadas ofertadas em nível nacional pelo MEC.
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Letramento Estatístico na Formação Continuada de Professores dos Anos Iniciais com Foco nas Representações Gráficas

Letramento Estatístico na Formação Continuada de Professores dos Anos Iniciais com Foco nas Representações Gráficas

mostram o ocorrido em parte do processo formativo, uma vez que a análise de todo ele se mostraria muito extensa. Todavia, no decorrer do processo de formação se observou, como fruto das discussões e reflexões realizadas, de forma coletiva, desenvolvidas durante o processo, para haver a superação de dificuldades, especialmente, em relação aos dados coletados no questionário inicial. Procura-se por meio da construção e análise, tanto de diferentes tipos de gráficos, como de outras situações de aprendizagem, estimular a reflexão sobre o conteúdo e seu ensino. Foi durante o questionamento da utilização de determinadas construções, por exemplo, que os professores identificaram e justificaram a utilização ou inadequação de determinados tipos de gráficos. Todavia, para este artigo apresenta-se somente uma situação por meio da qual se procura ampliar as reflexões sobre o ensino de um tipo de gráfico já utilizado pelos professores.
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Formação continuada de professores : contribuições da resolução de problemas matemáticos nos anos iniciais do ensino fundamental

Formação continuada de professores : contribuições da resolução de problemas matemáticos nos anos iniciais do ensino fundamental

Behrens (1996, p. 136) faz algumas indicações pertinentes, que também foram consideradas na organização do curso. A autora explica que o processo de formação deve ser realizado de forma coletiva, com grupos de professores, a fim de que todos possam se expressar e verbalizar sentimentos, opiniões, etc., discutindo e contribuindo nas colocações do outro, construindo novas alternativas para a prática pedagógica, aceitando colocações, sem julgar ou criticar os colegas, mas criando novos saberes profissionais, o que ela considera “formação interativa reflexiva” (BEHRENS, 1996, p. 136), que diminui a resistência de professores perante os cursos de formação. “Os processos de buscar respostas às necessidades de desenvolvimento identificados pelos próprios professores, objetivaram o prazer em autocapacitar-se. A autonomia das equipes de docentes repercute em proposição de novas formas de encarar a formação dos professores”. E prossegue recomendando: “A prática pedagógica torna-se o elemento-chave e a reflexão do professor, o instrumento relevante neste novo processo. A prática reflexiva orientada para a indagação, a investigação e a pesquisa implicam em processos de reflexão na ação e em reflexões sobre a ação”. (BEHRENS, 1996, p. 137).
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Discutindo combinatória em um processo de formação continuada com professores dos anos iniciais.

Discutindo combinatória em um processo de formação continuada com professores dos anos iniciais.

Propõe analisar o efeito de uma formação continuada baseada nas situações, nos invariantes e nas representações simbólicas dos problemas combinatórios. A pesquisa constitui-se em entrevista inicial individual, quatro encontros de formação e, em seguida, entrevista final, também individual, com os professores participantes. Para este artigo, analisa-se o desenvolvimento de uma professora participante do processo. Os resultados apontam dificuldade no reconhecimento e na abordagem de combinatória na entrevista inicial, no entanto, após as intervenções, há o reconhecimento mais detalhado das diferentes situações e seus invariantes, assim como das representações. Percebe-se, assim, que a formação continuada em combinatória pode se constituir em uma ação importante, pois estimula os docentes a refletirem sobre esse conteúdo, que pode ser trabalhado desde os anos iniciais.
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