Top PDF Formação inicial de professores: um instrumento para sistematizar a reflexão sobre a prática

Formação inicial de professores: um instrumento para sistematizar a reflexão sobre a prática

Formação inicial de professores: um instrumento para sistematizar a reflexão sobre a prática

O instrumento proposto neste trabalho, a ficha de indicadores para análise de aulas (FIAA), foi elaborado na tentativa de sistematizar as orientações oferecidas aos futuros professores de cursos de licenciatura durante a realização do estágio supervisionado. A ideia é que o uso da ficha para análise de aulas filmadas deve contribuir decisivamente para melhoria da prática docente. A hipótese de trabalho considera que a utilização da FIAA durante a formação inicial de professores deverá promover mudanças na prática pedagógica porque ela permitiria a explicitação do que está implícito no fazer do futuro professor, e a tomada de consciência sobre as concepções e características das suas ações. Além disso, é possível documentar, quantificar e descrever essas características, o que favorece a descrição com base em evidências das mudanças ocorridas na prática ao longo do processo de formação do futuro professor. Se as orientações dos supervisores dos estágios forem bem registradas, será possível estabelecer mais claramente as relações entre os diferentes fatores que interferem na prática docente. Testes preliminares do uso da FIAA revelaram que seu uso deve estar associado à filmagem de aulas em vídeo, porque isto permite a observação de um fenômeno várias vezes e a reflexão sobre ele. A transcrição de aulas feitas ao longo de sua realização bem como o desenvolvimento de instrumentos que promovam a auto- avaliação dos licenciados são outros instrumentos que devem ser desenvolvidos para melhor caracterizar as ações realizadas durante o estágio supervisionado em cursos de licenciatura.
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Formação inicial de professores de biologia: o estágio supervisionado como momento de reflexão sobre a prática

Formação inicial de professores de biologia: o estágio supervisionado como momento de reflexão sobre a prática

Isabel Cristina Higino Santana - Universidade Estadual do Ceará/Brasil Francisco Alves Santos - Universidade Estadual do Ceará/Brasil Andréa Pereira Silveira - Universidade Estadual do Ceará/Brasil RESUMO: O estágio supervisionado ainda representa o principal meio de acesso aos conhecimentos e vivências que perfazem o fazer docente. Assim, é por natureza, um ambiente fecundo para a discussão e compreensão dos saberes e significados que este propicia a formação de professores. Desse modo, o objetivo deste trabalho foi discutir a importância do estágio supervisionado na formação inicial de professores de Biologia a partir de reflexões acerca das vivências experimentadas em turmas de primeiro ano do ensino médio. A pesquisa caracteriza-se como um estudo qualitativo, com abordagem autobiográfica tendo como sujeito da pesquisa um professor de biologia em formação inicial. O objeto de análise corresponde às memórias e registros feitos em diários de bordos pelo sujeito de pesquisa. A partir da evocação das experiências e sentimentos manifestados durante as práticas de ensino vivenciadas, foi observado que é no ambiente escolar, o espaço em que professores em formação apropriam-se dos saberes e fazeres próprios da docência mediante uma ação reflexiva que contempla a problematização dos dilemas escolares. Neste contexto, possibilita ainda ao professor aprendiz apropriar-se do seu campo de atuação, através da interação do professor em formação com os diferentes sujeitos que compõem a comunidade escolar. É, por tanto, espaço singular para a construção identitária do profissional docente.
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UMA PESQUISA SOBRE A PRÁTICA REFLEXIVA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE FÍSICA.

UMA PESQUISA SOBRE A PRÁTICA REFLEXIVA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE FÍSICA.

As aulas, em número de três, uma para cada grupo, e todas sobre o mesmo tema proposto, foram ministradas em classes de Ensino Médio, de escolas públicas, da região de Bauru. As atividades desenvolvidas pelos licenciandos nas escolas foram cuidadosamente registradas. No intervalo entre cada aplicação dos grupos em sala de aula (cerca de duas semanas), foram promovidas sessões de reflexão sobre a prática dos ministrantes; ou seja, reflexão sobre as idéias dos licenciandos ao planejaram e aplicaram os conteúdos com os alunos. Entre a primeira e a segunda aula e entre a segunda e terceira, os licenciandos tiveram oportunidade de assistir ao videotape da aula anterior e criticar o desempenho dos colegas, ou seja, discutir os erros, os acertos, sugerir outras metodologias, conteúdos e novas alternativas didáticas.
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Uma reflexão sobre a formação inicial de professores na sua relação com desafios que se colocam à profissão

Uma reflexão sobre a formação inicial de professores na sua relação com desafios que se colocam à profissão

55 formação focada nas disciplinas a que os futuros professores virão a ficar vinculados (para quem pretenda ser professor do 3º ciclo da educação básica ou do ensino secundário); uma segunda etapa focada na preparação para a docência, isto é, onde os estudantes, futuros professores, têm uma formação focada nas didáticas específicas, nas questões gerais de educação, na área da docência e na iniciação à prática profissional.

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Formação inicial e estágio: uma reflexão sobre o conceito de “professor-reflexivo”

Formação inicial e estágio: uma reflexão sobre o conceito de “professor-reflexivo”

ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho do- cente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores nos níveis do ensino médio e do ensino superior, nos cursos de graduação e de pós-graduação stricto sensu. Como parte integrante dos proces- sos de formação de professores, o estágio docente constitui-se pela vivência de situações concretas do trabalho docente, proporcionando experiências didático-pedagógicas, técnicas, científicas, artísticas e socioculturais. A inserção político-pedagógica do estagiário de forma gradativa no exercício da profissão docente, compreendida como o ma- gistério e/ou a gestão de instituições educativas, articula dimensões do saber, do saber fazer e do saber conviver. O estágio docente trata da inserção real em situação de trabalho docente e da articulação entre a prática e o estudo acadêmico.
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AUTOCONFRONTAÇÃO NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: UM INSTRUMENTO PARA RECONFIGURAR SABERES DOCENTES

AUTOCONFRONTAÇÃO NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: UM INSTRUMENTO PARA RECONFIGURAR SABERES DOCENTES

Diante do que expomos, salientamos que a linguagem é o instrumento que permite reconfigurar ações da prática docente e, por conseguinte, recorremos a teorias sócio interacionista e interacionista sociodiscursiva, para nos debruçarmos em uma análise de caráter descendente (VOLOSHINOV, 1929/1973; BRONCKART, 2010). Sob essas lentes, concebemos então, que a base de ação e reflexão emana, primeiramente, do reconhecimento contextual que, por sua vez, está centrado no agir linguageiro dadas as verbalizações dos interactantes. A partir dessas verbalizações, é possível acessar os níveis organizacionais e enunciativos do texto, dos quais suscitam avaliações e tensões. Já, no nível semântico, buscamos compreender quais saberes e capacidades docentes estão envolvidos no processo de tornar-se professor de língua inglesa. Concebemos os saberes docentes como uma forma de prover maior sistematização da mediação formativa diante da profissão do professor e das mobilizações necessárias para a inserção de novos integrantes, alunos-professores da formação inicial de inglês. Tais saberes são forjados nas construções sócio-históricas do meio escolar e acadêmico e precisam ser compreendidos pelo futuro professor para, assim, prover condições de realizar ações coerentes com o trabalho docente.
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A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES COMO INSTRUMENTO DE RESSIGNIFICAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES COMO INSTRUMENTO DE RESSIGNIFICAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

Convém ressaltar a compreensão do significado da formação continuada que orienta as reflexões desenvolvidas no presente artigo, como um processo que não se esgota, no qual se confrontam aspectos acerca da prática da formação continuada desenvolvidas e os pressupostos que as sustentam. É, portanto, um processo contínuo que possibilita ao educador ser capaz de desenvolver sua autonomia crítica e seu saber reflexivo de forma eficaz e construtora. Assim compreendida, é fundamental a participação deste profissional em cursos, atividades que incentivem a sua autoavaliação e a avaliação da sua prática como resultado de um processo construtivo, já que interfere diretamente na perspectiva das práticas pedagógicas, e no cotidiano escolar. A compreensão do processo de formação de educadores na perspectiva aqui adotada implica uma reflexão sobre o próprio significado do processo educativo, na sua relação com o processo de construção e desenvolvimento dos saberes dos educandos. (FERREIRA, 2000)
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Formação de professores: concepções de estudantes em formação inicial e professores em exercício sobre a articulação teoria e prática no trabalho pedagógico

Formação de professores: concepções de estudantes em formação inicial e professores em exercício sobre a articulação teoria e prática no trabalho pedagógico

A temática da formação de professores se configura como um elemento em constante renovação; jamais será algo estático. Diante disso, as pesquisas direcionadas ao tema vêm ganhando, cada vez mais, destaque, pois constituem um campo de inúmeras possibilidades de investigação. Sendo assim, a presente pesquisa propõe uma reflexão sobre o tema da articulação teoria e prática na formação e profissão docente, a qual se originou a partir de muitas inquietações a respeito do que, realmente, compõem esta articulação no processo pedagógico. Tais inquietações permitiram que o interesse de estudo se voltasse à formação docente, pois se acredita que, ao concluir um curso de licenciatura, é necessário ser um profissional competente no que diz respeito à dimensão teórica e prática, uma vez que a articulação entre as mesmas possibilita um trabalho pedagógico eficaz e de qualidade. A pesquisa é oriunda do problema ”Que compreensão os profissionais da Educação, em exercício e em formação inicial, têm em relação à articulação teoria e prática no trabalho pedagógico de sala de aula?” A investigação desenvolveu-se com professores da Educação Básica do município de Campinas do Sul/ RS e com estudantes dos cursos de licenciatura, do período noturno, da Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Erechim. O objetivo da referida investigação corresponde à descrição e análise das concepções sobre a articulação teoria e prática na formação de professores e no trabalho pedagógico. A pesquisa caracteriza- se como qualitativa, de abordagem descritivo-interpretativa, e conta com os procedimentos metodológicos da revisão bibliográfica, documental e da pesquisa de campo. A coleta de dados realizou-se a partir de entrevistas semiestruturadas, envolvendo professores da Educação Básica e estudantes de cursos de licenciatura. Para a análise dos dados, as entrevistas gravadas foram transcritas e interpretadas com base na análise de conteúdo proposta por Bardin (2010). Os resultados demonstram que existem diferentes concepções da relação teoria e prática entre professores e estudantes. A inserção em sala de aula e a própria experiência permitem aos professores em exercício um entendimento mais profundo acerca da relação teoria e prática, uma vez que, em suas falas, demonstram que ambas são intrínsecas ao processo educativo. Já os estudantes, em sua grande maioria, por não estarem em contato constante com o exercício da profissão, possuem um entendimento mais conceitual, teórico.
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A IMPORTÂNCIA DA REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO PARA A FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS.

A IMPORTÂNCIA DA REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO PARA A FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS.

Nessa perspectiva, segundo Monteiro citado por Nunes (2003), ocorria a redução da racionalidade prática à mera racionalidade instrumental, o que obrigava o docente a incorporar as definições externas dos objetivos da sua intervenção, assumindo uma postura passiva diante dos modelos curriculares elaborados por especialistas e dos conteúdos apresentados nos livros didáticos. A formação inicial dos professores era centrada na preparação de profissionais capazes de transmitir conhecimentos já elaborados - e dava profunda ênfase nos conteúdos específicos de sua área de conhecimento, consagrando a separação entre teoria e prática (DOMINGUES, 1998).
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Mostra Científica como prática diferenciada na formação inicial de professores

Mostra Científica como prática diferenciada na formação inicial de professores

A sociedade contemporânea na qual se vive necessita de futuros cientistas, bem como de profissionais capacitados para sua proficiente formação. Com base no contexto vivido pela sociedade atual é primordial e relevante que a iniciação científica tenha sua abertura ainda na formação básica; e que os professores da área científica em questão possam estimular o desenvolvimento no que diz respeito ao caráter científico nos alunos. O presente trabalho se apresenta como um ensaio cuja finalidade engloba a reflexão sobre as contribuições da elaboração de Mostras Científicas e o impacto positivo desse evento na formação inicial de professores assim como também na aprendizagem dos alunos da rede básica. Partindo desse ideal, foi realizada uma Mostra Cientifica no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, Campus Ipanguaçu, onde foram realizadas entrevistas com alunos e professores presentes. Os resultados obtidos foram satisfatórios. Na formação de licenciados não é somente a teoria que contribui com o desenvolvimento, é necessária uma participação mais próxima do ambiente escolar e seus desafios.
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Reflexão sobre a prática e qualificação da formação inicial docente.

Reflexão sobre a prática e qualificação da formação inicial docente.

A literatura construtivista, por sua vez, tem relatado experiências no sentido de pro- mover cursos de formação de professores em que estes não são considerados apenas como futuros consumidores de novos produtos pedagógicos, mas são estimulados a elaborar ativi- dades, a implementá-las na rede educacional de 1º e 2º graus e a refletir sobre essas experiên- cias nas salas de aula da faculdade. Embora essas tentativas sejam ainda pouco numerosas têm-se caracterizado por um trabalho coletivo em que os participantes se engajam em projetos e atividades comuns, o que possibilita não só a troca entre os pares, mas também, um estreitamento das relações interpessoais, criando um clima de encorajamento e de suporte emocional à ansiedade inerente ao enfrentamento com o novo (Gil, 1987; Baird et al., 1991). A sala de aula nesses cursos de formação de professores tem sido o espaço de expressão e esclarecimento das dúvidas, das dificuldades que essas experiências práticas têm suscitado e de uma reflexão que lhes permite aprofundar sua compreensão sobre o ensino (Trumbull, Slack, 1991).
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Reflexões sobre a prática de feedback em aulas de língua inglesa: estudo de caso com professores em formação inicial

Reflexões sobre a prática de feedback em aulas de língua inglesa: estudo de caso com professores em formação inicial

Shute (2007) relata que enquanto os efeitos positivos de feedback facilitam a motivação para essa prática (conforme observamos, por exemplo, nos trechos em negrito das respostas dos alunos A, B e C), os efeitos negativos podem levar o aprendiz a um sentimento de frustração com o processo de aprendizagem (o que também pode ser constatado nos trechos em negrito das respostas dos alunos A, B e C). De qualquer forma, com base nessas respostas, entendemos que os alunos parecem identificar mais vantagens do que desvantagens na utilização da prática de feedback em sala de aula, reconhecendo sua contribuição em termos de reforço da autoconfiança do aprendiz, técnica de memorização, bem como de reflexão sobre o próprio desenvolvimento. Acreditamos que essas vantagens favorecem, por consequência, a autonomia do aprendiz quanto a sua responsabilidade pelo seu próprio aprendizado. Neste sentido, Zeferino et al (2007, p. 177) explicam:
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Um dispositivo de interacção virtual de suporte à reflexão na formação inicial de professores

Um dispositivo de interacção virtual de suporte à reflexão na formação inicial de professores

A metodologia de investigação segue uma abordagem qualitativa de cariz interpretativo (Bogdan & Biklen, 1994), tendo por base estudos de caso (Yin, 1989). Este artigo refe- re-se a três casos de estagiários do 5.º ano da Licenciatura em Ensino da Matemática da FCUL de três núcleos diferentes — Francisco, Sílvia e Carlota 3 . Os orientadores peda- gógicos destes três núcleos (AAAAAAA, BBBBBBB e CCCCCC) fazem parte da equi- pa do presente projecto. Integram ainda esta equipa a orientadora da escola de um dos núcleos (DDDDDDD) e outro docente da Faculdade (EEEEEE), ligado igualmente a esta licenciatura. Dado o vínculo que o dispositivo de supervisão virtual tem com a prá- tica profi ssional dos membros da equipa e o facto de o trabalho desenvolvido no quadro deste dispositivo fazer parte do problema do estudo, esta investigação constitui uma pes- quisa sobre a própria prática profi ssional dos respectivos autores (Ponte, 2002). Os dados foram recolhidos através de duas entrevistas semi-estruturadas (E1 e E2), uma realizada no início e outra no fi m do estudo. A primeira entrevista visava conhecer as expectativas dos estagiários relativamente ao estágio e a sua familiaridade com as TIC, além de outros aspectos não considerados neste artigo. A segunda entrevista incidiu na avaliação que o estagiário faz do dispositivo de formação em termos gerais e, em particular, do dispositi- vo de supervisão virtual e do seu envolvimento e participação neste processo, procuran- do compreender a relevância que lhe atribui no contexto da formação. Além disso, na análise de dados foram também usados os registos das participações no fórum de estagi- ários e orientadores.
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O planejamento pedagógico: reflexões sobre a prática docente na formação inicial de professores

O planejamento pedagógico: reflexões sobre a prática docente na formação inicial de professores

Ainda Zeichner (2008) evidencia a importância de estruturar e apoiar as reflexões dos licenciandos por meio de atividades reflexivas, ao invés de somente incentivá-los a realizarem a reflexão sem nenhuma orientação. Pois, segundo o autor, durante os estágios supervisionados, ao colocarem em prática as orientações recebidas “mesmo quando [...] não são capazes de agir de acordo com os resultados de suas análises, eles atingem um nível de consciência que os ajuda a enxergar possibilidades” (ZEICHNER, 2008, p. 544). A prática como componente curricular se torna lócus de formação imprescindível no decorrer da licenciatura, pois possibilita adentrar na escola básica, com instrumentais teóricos que promovem a reflexão.
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FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA PROPOSTA DE PESQUISA A PARTIR DA REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE.

FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA PROPOSTA DE PESQUISA A PARTIR DA REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE.

Defende-se o foco na formação de professores: a inicial, por meio do curso de licenciatura, e a continuada, por meio de atividades de extensão, que incluem cursos e eventos de capacitação. O princípio desse trabalho é a formação pela reflexão sobre a prática pedagógica, por meio de ações de pesquisa e extensão voltadas à mudança dessa mesma prática. Ações desenvolvidas no sentido de atender às necessidades levantadas a partir da prática do professor e, nesse sentido, orientadas por questões advindas da atividade de extensão, sendo os seus resultados alimentadores de deliberações no âmbito do ensino, da pesquisa e da própria extensão. Nessa atividade de reflexão conjunta com o professor, estabelece- se um trabalho de cooperação na co-construção de recursos e estratégias de ensino a serem desenvolvidas pelo professor, incluindo a produção de materiais pedagógicos.
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Um dispositivo de interacção virtual de suporte à reflexão na formação inicial de professores

Um dispositivo de interacção virtual de suporte à reflexão na formação inicial de professores

(João Pedro da Ponte), ligado igualmente a esta licenciatura. Dado o vínculo que o dis- positivo de supervisão virtual tem com a prática profissional dos membros da equipa e o facto de o trabalho desenvolvido no quadro deste dispositivo fazer parte do problema do estudo, esta investigação constitui uma pesquisa sobre a própria prática profissional dos respectivos autores (Ponte, 2002). Os dados foram recolhidos através de duas entrevis- tas semi-estruturadas (E1 e E2), uma realizada no início e outra no fim do estudo. A primeira entrevista visava conhecer as expectativas dos estagiários relativamente ao estágio e a sua familiaridade com as TIC, além de outros aspectos não considerados neste artigo. A segunda entrevista incidiu na avaliação que o estagiário faz do dispositi- vo de formação em termos gerais e, em particular, do dispositivo de supervisão virtual e do seu envolvimento e participação neste processo, procurando compreender a relevân- cia que lhe atribui no contexto da formação. Além disso, na análise de dados foram também usados os registos das participações no fórum de estagiários e orientadores.
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A RELAÇÃO ENTRE DISCURSO E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

A RELAÇÃO ENTRE DISCURSO E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

Com este objectivo, algumas ideias fundamentais serviram de suporte à sua estruturação: (1) a necessidade de tornar consciente o sistema pessoal de crenças acerca do processo de ensino- aprendizagem; (2) a necessidade de criar oportunidades de ocorrência de auto e hetero-reflexão individual e colectiva sobre a prática desenvolvida; (3) a importância de estabelecer um diálogo reflexivo entre o orientador e os professores em formação que possibilitasse reconstruir as experiências vividas e utilizar a própria experiência na melhoria da prática; (4) a importância de proporcionar oportunidades de partilha recíproca de diferentes perspectivas que poderiam constituir-se como alternativas válidas para a prática de cada um; e (5) a necessidade de criar um ambiente afecto-relacional estimulador de trabalho colaborativo e de experimentação de formas alternativas de acção.
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O lugar da reflexão na formação inicial de professores

O lugar da reflexão na formação inicial de professores

Refletir sobre atos passados e pensar, com base nestes, ações futuras é uma capa- cidade do ser humano. No entanto, na docência, essa ação precisa ser feita de forma intencional e crítica, a fim de que se alcancem os objetivos definidos para determinado aluno, configurando a sala de aula como um espaço de investigação para que o professor avalie sua própria ação pedagógica. Nesse sentido, o presente artigo objetiva discutir a importância da reflexão para a construção da prática do- cente e a necessidade de esta ser estimulada ainda durante a formação inicial com a inserção do(a) estudante em contextos escolares. Nesse sentido, investigamos essa prática no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Para tanto, foi realizada uma pesquisa de cunho qualitativo, sendo utilizadas dife- rentes técnicas para a recolha dos dados: observação naturalista, diário de campo, entrevista semiestruturada e diário de aula. A revisão bibliográfica está ancorada em Zeichner (2008), Contreras (1997), Giroux (1990), Pimenta (2008), Gómez (2015), Schön (1983, 2000), entre outros. A partir da análise dos resultados obtidos, foi possível concluir que uma prática pautada na reflexão crítica e colaborativa é fun- damental para a construção da profissão docente.
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Sentidos de prática pedagógica na produção brasileira sobre formação inicial de professores de ciências (2000-2010).

Sentidos de prática pedagógica na produção brasileira sobre formação inicial de professores de ciências (2000-2010).

enfatiza o saber fazer e privilegia o conheci- mento construído na experiência da docência (FEITOSA; LEITE; FREITAS, 2011; FREITAS, 2002; TARDIF, 2006; TERRIEN, 1997). Para Donald Schön (1998), a prática pedagógica é um momento de construção de conhecimento por meio da reflexão na ação e sobre a ação; dessa forma, segundo o autor, a prática pedagó- gica é a atividade fundamental para a formação docente. Tal perspectiva também está presente em trabalhos de autores do campo de ensino de ciências (BEJARANO; CARVALHO, 2003; ECHEVERRÍA; BELISÁRIO, 2008; ROSA et al., 2003; ROSA; MEDEIROS; SHIMABUKURO, 2001). Além disso, há uma influência da episte- mologia da prática nas avaliações sobre a qua- lidade docente (FRANCO et al., 2007; ROCHA; PEROSA, 2008; SZTAJN; BONAMINO; FRANCO, 2003). É evidente a ênfase dada aos saberes da prática como construtos da formação docen- te nas reformas curriculares propostas pelo MEC, explicitadas pelo Parecer CNE 009/2001 e pela Resolução CNE/CP 001 de 2002, culmi- nando na prática como componente curricular (CARVALHO, 2001; NUNES, 2001). Contudo, um trabalho mais sistematizado é necessário para caracterizar os sistemas de raciocínio que têm orientado as práticas pedagógicas no contexto de formação. Assumimos que “a prática não é externa à teoria, é sim um conceito teórico que ‘conta’ a alguém como o mundo deve ser agre- gado e pensado” (POPKEWITZ, 2001, p. 88).
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A transposição didática na Educação Física escolar: a reflexão na prática pedagógica dos professores em formação inicial no estágio supervisionado.

A transposição didática na Educação Física escolar: a reflexão na prática pedagógica dos professores em formação inicial no estágio supervisionado.

Nas primeiras aulas, trouxe brincadeiras individuais (Arrastão e Cadeia), do qual cada um fazia sua função para atingir um objetivo, porém em sua maioria, eles não gostavam das atividades apresentadas e sempre me questionavam sobre quando teria futebol. Então passei a trazer atividades do estilo de competição, para que eles pudessem organizar-se em grupos e entender que cada um teria uma função para que seu grupo saísse vencedor, o que forçava a trabalharem em equipe. E dessa forma deu certo, pois eles passaram a se interessar mais pela aula e interagir mais, tanto que alguns problemas corriqueiros como briguinhas, passaram a sofrer uma redução durante as aulas (JOÃO – 2ª sessão reflexiva).
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