Top PDF Formação de mudas de quiabeiro com diferentes substratos orgânicos e biofertilizantes

Formação de mudas de quiabeiro com diferentes substratos orgânicos e biofertilizantes

Formação de mudas de quiabeiro com diferentes substratos orgânicos e biofertilizantes

Na Figura 4 são apresentados os resultados da influencia dos compostos utilizados, onde é possível observar que a matéria seca da parte aérea das mudas de quiabo cultivado no substrato S 5 com maior porcentagem de pó de madeira na composição apresentou resultados inferiores aos demais tratamentos com média de 0,10 g planta -1 . Para esta variável e o substrato contendo húmus (100%) apresentou maior média de 0,69 g planta -1 melhor desempenho das mudas de quiabo, deferindo estatisticamente dos demais tratamentos pelo teste Tukey (P < 0,05), com isso, o húmus de minhoca melhora as propriedades físico- químicas deste substrato, que possibilitam uma alta capacidade de retenção de água e condições ideais de aeração, o que a torna adequada para a utilização a produção de mudas, inclusive do quiabeiro. Resultados semelhantes foram observados por Souza et al. (2014) verificaram maior peso do caule em mudas de quiabeiro com de 0,16 g planta -1 formado com substrato contendo húmus na sua composição. O referido autor afirmar que está superioridade pode estar relacionado ao alto teor de matéria orgânica que consequentemente apresenta também alta capacidade de trocas de cátions, gerando maior número de cargas negativas para agregar os cátions possibilitando maior disponibilidade de nutrientes na solução do solo, consequentemente elevando a absorção desses minerais pelas raízes das plântulas.
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Produção de frutos de quiabeiro a partir de mudas produzidas em diferentes tipos de bandejas e substratos

Produção de frutos de quiabeiro a partir de mudas produzidas em diferentes tipos de bandejas e substratos

volume, 4,7 cm de altura e 200 células), associadas a quatro substratos constituí- dos basicamente de uma formulação comercial, denominada pelo fabricante como GII (Gioplanta - Comércio e Re- presentação Agrícola Ltda.) e compos- to pela mistura de casca de pinus compostada, casca de arroz carboniza- da, vermiculita grossa número doze, calcário dolomítico e uma adubação básica composta por fertilizante 4-14- 8, FTE-BR9 e Superfosfato Simples. Nesta formulação foram feitas diferen- tes associações com outros materiais e/ ou com suplementação de adubação. O substrato denominado A foi composto somente da formulação do fabricante. Para aquele denominado B, na formu- lação do fabricante foram acrescentadas suplementações minerais durante a for- mação da muda. Para o substrato C foi encomendado ao fabricante o produto GII sem a adubação básica e também foram realizadas as suplementações minerais, semelhante ao substrato B. No substrato D foi adicionada casca de ar- roz carbonizada na proporção 1:1 ao produto comercial GII e suplementação mineral durante a formação da muda. Estas suplementações adotadas nos substratos B, C e D consistiram da apli- cação de 300 ml/bandeja do adubo so- lúvel Petters, na concentração 1 g/l em intervalo de 6 dias. A composição de elementos deste adubo é: 20% N; 10% P; 20% K; 0,15% Mg; 0,02% B; 0,01%
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Crescimento de mudas de sombreiro (Clitoria fairchildiana Howard) em substratos contendo diferentes materiais orgânicos

Crescimento de mudas de sombreiro (Clitoria fairchildiana Howard) em substratos contendo diferentes materiais orgânicos

O sombreiro (Clitoria fairchildiana Howard), espécie escolhida para esse estudo, segundo Lorenzi (1998), é muito utilizada na arborização urbana e rural das regiões Sudoeste e Norte do Brasil, na reconstituição de áreas degradadas e de preservação permanente. Seu porte é de médio a grande, com frondosa copa, cuja maior ocorrência é na floresta ombrófila densa na amazônia em formação secundária, pode ser utilizada como árvore ornamental, leguminosa, medindo de 6- 12 m de altura. Sua madeira é moderadamente pesada e de baixa durabilidade sob condições naturais, os frutos (vagens deiscentes) devem ser colhidos diretamente na árvore quando iniciarem a abertura espontânea, e secos ao sol para completar a abertura e liberação das sementes. A emergência ocorre em 10-20 dias e a taxa de germinação é elevada. O crescimento da muda é rápido, o mesmo ocorrendo com as plantas no campo que podem facilmente ultrapassar 2,5 m aos 2 anos de idade.
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Fungos micorrízicos arbusculares na formação de mudas de cafeeiro, em substratos orgânicos comerciais.

Fungos micorrízicos arbusculares na formação de mudas de cafeeiro, em substratos orgânicos comerciais.

Na tabela 5, encontram-se os valores de eficiência simbiótica (ES) das diferentes espécies de FMAs, ou seja, a diferença de produção de MSPA, em porcentagem, entre as plantas micorrizadas e as não-micorrizadas. As maiores ES foram observadas nos substratos Solo + esterco, Vida Verde com adubação e Terra do Paraíso. As inoculações tiveram efeito negativo no substrato Golden Mix 47, no qual a MSPA das plantas foi cerca de 14% inferior em relação à testemunha, diferindo dos resultados obtidos para o limoeiro ‘Cravo’ micorrizado, para o qual o melhor substrato foi esse à base de fibra de coco (M AIORANO , 2003).
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AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MUDAS DE QUIABEIRO EM ESTUFA ATRAVÉS DE DIFERENTES SUBSTRATOS ORGÂNICOS

AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MUDAS DE QUIABEIRO EM ESTUFA ATRAVÉS DE DIFERENTES SUBSTRATOS ORGÂNICOS

Em relação a variável CC, os tratamentos HUM, CSF e CIFPA não diferiram estaticamente entre si, demonstrando superioridade em relação ao tratamento VERM que apresentou a menor média também para esta variável. Isso provavelmente deve estar relacionado ao fato de que os tratamentos que apresentaram melhores resultados, HUM, CSF e CIFPA conterem teores elevados de matéria orgânica que proporciona maior disponibilidade de nutrientes, entre eles o nitrogênio para o desenvolvimento das plântulas, como observou Oliveira et al. (2003) ao relacionar interação positiva de doses de nitrogênio com a produção de mudas de quiabeiro.
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Diferentes substratos para a produção de mudas de Sesbania virgata.

Diferentes substratos para a produção de mudas de Sesbania virgata.

A massa seca total compreende a soma de MSPA e MSR, e quanto maior for esse valor, melhor será a qualidade das mudas produzidas (Cruz, 2006). Para essa característica, as médias variaram de 0,60 g no tratamento T4 a 3,31 g no tratamento T6. Novamente, notou-se a tendência de maiores proporções de lodo de esgoto aumentar o ganho de massa de mudas de S. virgata; além disso, o presente estudo revela que fibra de coco e casca de arroz in natura são resíduos que devem ser evitados para a produção de massa seca das mudas, pois os valores mais baixos foram encontrados com a utilização destes resíduos na formulação dos substrato; provavelmente, isto se deve aos valores inadequados da porosidade total nos substratos formulados com esses resíduos, de acordo com Gonçalves & Poggiani (1996), e por um baixo teor de nutrientes disponíveis.
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Diferentes recipientes e substratos na produção de mudas de cafeeiros.

Diferentes recipientes e substratos na produção de mudas de cafeeiros.

Vários fatores exercem influências no desenvolvimento de mudas durante a fase de viveiro, como por exemplo, o tamanho do recipiente e a composição do substrato, entre outros. No caso do cafeeiro (Coffea arabica L.), os tipos de mudas mais comumente utilizados são as produzidas em sacolas de polietileno, utilizando substrato constituído por terra e esterco bovino e as produzidas em tubetes plásticos, de diferentes tamanhos, utilizando substrato comercial. Além disso, vários substratos alternativos, utilizando diversos componentes vêm sendo estudados e recomendados. Estes tipos de mudas podem apresentar comportamentos diferentes quando implantadas no campo, porém, a maioria das pesquisas avalia apenas a fase de produção de mudas, não verificando o comportamento destas, após o plantio no campo. Esse resultado seria de extrema importância para subsidiar a melhor escolha pelos cafeicultores.
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Produção de mudas de ipê-branco em diferentes substratos.

Produção de mudas de ipê-branco em diferentes substratos.

Os dados observados na presente pesquisa corroboram informações de Lorenzi (2000), nas quais a emergência de plântulas de ipê-branco ocorre de 8 a 18 dias após a semeadura, e a germinação é superior a 40%. Como, em todos os substratos avaliados, foram alcançados valores de emergência maiores que 50%, sugere-se que esses substratos puderam manter um teor de água satisfatório para o processo de embebição, e que, segundo Grave et al. (2007), a adequação da disponibilidade de água dos substratos associados à boa qualidade das sementes utilizadas, garante a germinação das sementes e posterior emergência das plântulas.
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PRODUÇÃO DE MUDAS DE EUCALIPTO EM DIFERENTES COMPOSIÇÕES DE SUBSTRATOS

PRODUÇÃO DE MUDAS DE EUCALIPTO EM DIFERENTES COMPOSIÇÕES DE SUBSTRATOS

Várias combinações de substratos estão sendo testadas pelos pesquisadores e, pelos resultados obtidos verifica-se que essas dependerão da espécie a ser produzida bem como dos tipos de componentes. Silva et al. (2014) testando substratos orgânicos na produção de mudas de Eucalyptus grandis constataram que o composto orgânico de lixo urbano e o composto orgânico de resíduo agroindustrial apresentaram grande potencialidade de uso como substratos alternativos para a espécie. Para o Eucalyptus dunnii o substrato formado por casca de arroz carbonizada e vermiculita fina na proporção de 50% de cada, foram os mais indicados por Kratz e Wendling (2013). Enquanto que, as mudas de Tectona grandis produzidas com substratos formulados com cama de frango apresentaram maiores ganhos biométricos, sendo que a proporção de 35% foi o tratamento que resultou nos maiores índices das características analisadas (TRAZZI; DELARMELINA; CALDEIRA, 2013).
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Mudas de café em diferentes substratos e ambientes protegidos

Mudas de café em diferentes substratos e ambientes protegidos

cultura a campo. Com o objetivo de avaliar a formação de mudas de cafeeiro, realizaram-se experimentos com diferentes substratos e ambientes protegidos. Os tratamentos consistiram na avaliação dos seguintes substratos: 50% esterco bovino + 50% substrato comercial; 50% esterco bovino + 50% vermiculita; 50% substrato comercial + 50% vermiculita; 1/3 esterco bovino + 1/3 substrato comercial + 1/3 de vermiculita; 50% esterco bovino + 50% areia; 1/3 areia + 1/3 esterco bovino + 1/3 substrato comercial, e 50% substrato comercial + 50% areia. Estes substratos foram testados no interior de diferentes ambientes protegidos: estufa agrícola; telado de cor preta de 50%; telado de cor aluminizada de 50%; telado de cor preta de 30%; telado de cor preta de 70% de sombreamento; viveiro com palha de buriti e pleno sol. Em cada ambiente, os experimentos foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado, com cinco repetições de quatro plantas cada e posterior análise conjunta. Os substratos contendo 50% de esterco bovino associados à vermiculita ou ao substrato comercial são indicados para a formação de mudas de cafeeiro. Os ambientes telados com telas de 30; 50 e 70% de sombreamento propiciam a formação de mudas mais vigorosas.
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Avaliação do Crescimento Vegetativo de mudas de couve manteiga em substratos orgânicos alternativos

Avaliação do Crescimento Vegetativo de mudas de couve manteiga em substratos orgânicos alternativos

As cinzas da casca de arroz são usadas como substrato, em canteiros ou recipientes, na germinação de sementes e formação de mudas de vegetais superiores. A casca de arroz carbonizada apresenta características quanto: à facilidade da penetração das raízes e a troca de ar na base das mesmas; é leve e porosa permitindo boa aeração e drenagem; tem volume constante seja seca ou úmida; é livre de plantas daninhas, nematóides e patógenos e não necessita de tratamento químico para esterilização, em razão de ter sido esterilizada com a carbonização (GUERRINI; TRIGUEIRO, 2004).
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Produção de mudas de mamoeiro cultivadas em substratos provenientes de resíduos orgânicos

Produção de mudas de mamoeiro cultivadas em substratos provenientes de resíduos orgânicos

A adição de biocarvão aos substratos promoveu, de modo geral, incremento no acúmulo total de sódio nas mudas, com exceção das plantas cultivadas com lodo + biochar. Esse fato resulta da maior concentração do Na nos tratamentos com biochar na composição (Tabela 3) e do crescimento elevado das plantas cultivadas com esses substratos. Embora não seja nutriente, o Na pode substituir parte do K em funções não específicas de homeostase osmótica (EPSTEIN; BLOOM, 2006); todavia, neste estudo, as mudas que apresentaram acúmulo superior do Na também o fizeram para o K, o que sugere que não houve substituição. O resultado obtido neste estudo contrasta com o observado por Akhtar et al. (2015), em que a adição de biochar reduziu a absorção do Na pelas plantas de trigo devido a ligação transitória desse material com o Na, o que ocorre pela alta capacidade de adsorção, promovendo a diminuição do estresse osmótico. Todavia, Toselli et al. (2020) ressaltam que as respostas dos vegetais à aplicação de biocarvão variam em função da espécie, das condições ambientais, do tipo de solo, das propriedades do biocarvão e de sua taxa de aplicação.
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Produção de mudas de rúcula em bandejas com substratos a base de resíduos orgânicos.

Produção de mudas de rúcula em bandejas com substratos a base de resíduos orgânicos.

Com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes substratos na produção de biomassa vegetal em mudas de rúcula, cv. cultivada, foi conduzido um experimento na Universidade Federal do Acre, no período de setembro a novembro de 2006, utilizando os seguintes tratamentos: T 1 – Plantmax® (Tratamento padrão); T 2 – composto orgânico (CO) + casca de coco maduro triturado (CCMT) (1:1 v/v); T 3 – CO + cama de aviário (CA) + casca-de-arroz carbonizada (CAC) (1:1:1 v/v); T 4 – CO + esterco bovino (EB) + CAC (1:1:1 v/v); T 5 - CO + coprólitos de minhoca (CM) + CAC (1:1:1 v/v); T 6 – CO + CM + caroço de açaí triturado (CAT) (1:1:1 v/v); T 7 - CO + CM + CCMT (1:1:1 v/v); T 8 - CO + EB + CCMT (1:1:1 v/v). Foram acrescidos, 10% de carvão vegetal triturado, 1,0 kg m -3 de calcário
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Utilização de compostos orgânicos para uso como substratos na produção de mudas de alface

Utilização de compostos orgânicos para uso como substratos na produção de mudas de alface

composição de cada material utilizado na compostagem onde o tratamento contendo somente esterco bovino e contendo resíduos de horta muito provavelmente tiveram uma taxa de decomposição mais lenta do que os demais tratamentos, tendo assim uma liberação mais lenta dos nutrientes, levando assim um tempo maior para a formação das mudas. O testemunha, contendo somente esterco bovino, foi o tratamento que apresentou os menores valores dessa característica avaliada apesar de não diferir estatisticamente do tratamento resíduos de horta, isso pode ser devido ao fato do curto período de compostagem, não estando numa relação C:N ideal, promovendo assim menor desenvolvimento das plântulas. Resultados semelhantes foram obtidos por Nunes et al. (2007) em experimentos
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Diferentes composições de substratos e ambientes protegidos na formação de mudas de pé-franco de tamarindeiro.

Diferentes composições de substratos e ambientes protegidos na formação de mudas de pé-franco de tamarindeiro.

O tamarindeiro, Tamarindus indica L., é uma frutífera importante ocorrente no Cerrado brasilei- ro, encontrada em muitos países da Ásia, África e América do Sul. Por apresentar sistema radicular profundo, possui resistência a secas prolongadas e, desta forma, é indicada em cultivo de regiões semiáridas. Sua utilização se dá, principalmente na culinária regional, bem como suas sementes servem como forragem animal, e o óleo extraído de suas sementes é de uso industrial. Segundo Kothari e Seshadri (2010), a acetona e o metanol extraídos de sementes de T. indica são ativos contra organismos gram-positivos e gram-negativos, além de o extrato metanólico possuir efeito bactericida. A casca do fruto do tamarindo apresenta elevada capacidade de adsorção, sendo usada como remoção de metal pesado (íons cromo) (RAO POPURI et al.2007). Na região de transição entre o Cerrado e o Pantanal, esta espécie é muito utilizada pelas comunidades locais; no entanto, existem escassos trabalhos sobre esta frutífera na região, provavelmente por ser pouco co- nhecida pelos brasileiros, exceção à região Nordeste. É uma cultura perene, e o processo de produ- ção das mudas deve garantir qualidade às plantas em exploração comercial. A qualidade da semente, do substrato e do adubo utilizados são fatores que afetam a produção de mudas de boa qualidade, pois contri- buem para o melhor desenvolvimento e a sanidade da muda (YAMANISHI et al., 2004). Em tamarindeiro, Almeida et al. (2010) veriicaram que sementes de maior massa proporcionam melhor desenvolvimento das mudas e não veriicaram diferenças em qualidade, em função da profundidade de semeadura de 1; 2 e 3 cm. Para estabelecimento de sistemas agrolores- tais, Flores et al. (2009) recomendam a formação de mudas com sementes recém- colhidas ou com, no máximo, um mês de armazenamento, com o hilo voltado para baixo.
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AVALIAÇÃO QUÍMICA DE SUBSTRATOS ORGÂNICOS ARMAZENADOS E SUA EFICIÊNCIA NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ALFACE

AVALIAÇÃO QUÍMICA DE SUBSTRATOS ORGÂNICOS ARMAZENADOS E SUA EFICIÊNCIA NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ALFACE

RESUMO: O sucesso na produção de mudas é dependente de uma série de fatores, dentre eles a escolha de um substrato de qualidade. Os objetivos deste trabalho foram avaliar as propriedades químicas dos substratos gerados pela atividade de gongolos armazenados pelo período de três meses e posteriormente a eficiência destes substratos na produção de mudas de alface. Os tratamentos avaliados foram os substratos: S1-Gongocomposto de 90 dias; S2-Gongocomposto de 125 dias; S3- Gongocomposto de 180 dias e S4-SIPA, tido como controle. Os valores de pH, condutividade elétrica, macronutrientes e frações de nitrogênio orgânico, nítrico e amoniacal dos substratos foram caracterizados antes e após o armazenamento. A semeadura da alface foi feita em bandejas de 200 células e o delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições, sendo cada repetição constituída por oito plantas. Aos 25 dias após a semeadura avaliou-se os parâmetros de massas fresca e seca de parte aérea, massas fresca e seca de raízes, número de folhas, altura das plantas, estabilidade do torrão e vigor de muda. O armazenamento dos substratos pelo período de três meses proporcionou alterações nos valores de pH, condutividade elétrica e teores de macronutrientes. O substrato S4 seguido pelo substrato S2, foram os que proporcionaram melhor desenvolvimento das mudas de alface.
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Desenvolvimento de mudas de catingueira em diferentes substratos e níveis de luminosidade.

Desenvolvimento de mudas de catingueira em diferentes substratos e níveis de luminosidade.

A necessidade de sombreamento para incremento em diâmetro de colo das mudas (Tabela 1), reflete uma estratégia da catingueira em requerer condições pouco estressantes de temperatura e de luz para estimular seu desenvolvimento inicial. Fonseca et al. (2006) também encontraram resultados semelhantes em plantas de Pseudopiptadenia psilostachya cultivadas sob 30 e 50% de sombreamento. Alguns autores, no entanto, relatam maior investimento em diâmetro, em plantas submetidas a maiores intensidades luminosas como em Schizolobium parahyba (FERREIRA et al., 1977) e Erythrina speciosa (ENGEL, 1989) sob 100% de luminosidade.
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FORMAÇÃO DE MUDAS DE ALFACE EM DIFERENTES BANDEJAS E SUBSTRATOS DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i1.3011

FORMAÇÃO DE MUDAS DE ALFACE EM DIFERENTES BANDEJAS E SUBSTRATOS DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i1.3011

Objetivou-se com este trabalho avaliar o melhor tipo de bandeja e substrato a ser utilizado no processo de produção de mudas de alface. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da UFRPE. O delineamento experimental foi em blocos casualizados em arranjo fatorial de 2 x 5 com 4 repetições. Os tratamentos consistiram de dois tipos de bandejas (polietileno e poliestireno), cinco tipos de substratos (comercial Baseplant 100%; Húmus 50% + Areia 50%; substrato comercial Baseplant 33% + Húmus 33% + Areia 33%; substrato comercial Baseplant 50% + Húmus 50% e substrato comercial Baseplant 50% + Areia 50%). O número de folhas foi influenciado pelo tipo de substrato, com destaque para os substratos húmus 50% + areia 50% e comercial Baseplant 50% + areia 50%, quanto a bandeja, a do tipo poliestireno proporcionou os melhores resultados para as variáveis estudadas com exceção do comprimento da parte aérea.
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Crescimento e desenvolvimento de mudas de cana-de-açúcar em diferentes substratos.

Crescimento e desenvolvimento de mudas de cana-de-açúcar em diferentes substratos.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento e desenvolvimento de mudas de cana-de-açúcar produzidas a partir de gemas individualizadas em diferentes substratos. O experimento foi conduzido na Embrapa Clima Temperado, Pelotas/RS no período de maio a junho de 2016, no delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial (Substrato X Variedade) com 3 repetições, unidade experimental composta por 9 tubetes com diâmetro de 290 cm 3 . Os substratos foram formulados com diferentes proporções de composto orgânico, casca de arroz carbonizada, torta e casca de tungue, totalizando 12 misturas, além do composto orgânico e a casca de arroz carbonizada na forma pura e o substrato comercial Turfa Fértil® totalizando 15 tratamentos. As variedades de cana-de-açúcar utilizadas foram a RB867515 e RB966928. Foram avaliadas as seguintes variáveis: percentagem de brotação, índice de velocidade de brotação, velocidade de brotação, altura de plantas, diâmetro de caule, número de folhas, comprimento de raiz. Os resultados mostraram que os melhores substratos para o crescimento e desenvolvimento das mudas foram os substratos a base de composto orgânico combinado com casca de arroz carbonizada, comercial, casca de arroz carbonizada pura, composto orgânico puro , além do substrato com menor proporção de torta de tungue. Os substratos com maiores proporções de casca de arroz carbonizada e composto orgânico proporcionam o melhor crescimento e desenvolvimento de mudas de cana-de-açúcar. Elevadas proporções de casca e torta de tungue dificultam a brotação das gemas, o crescimento e o desenvolvimento das mudas.
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Produção de mudas de capim-limão em diferentes recipientes e substratos.

Produção de mudas de capim-limão em diferentes recipientes e substratos.

A produção de mudas em recipientes é uma técnica muito utilizada. Muitas pesquisas têm sido realizadas com re- cipientes, substratos, manipulação de componentes, avaliando as respostas a campo para diversas espécies, como hortaliças, frutíferas e ornamentais (Modolo & Tessarioli Neto, 1999; Trani et al., 2004; Paulus et al., 2005). Nesse caso, o sistema radicular não se danifica durante o plantio, e assim, a época ideal de plantio pode ser prolongada.

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