Top PDF A formação de professores em filosofia: importância, dificuldades e sua proposta no ensino médio

A formação de professores em filosofia: importância, dificuldades e sua proposta no ensino médio

A formação de professores em filosofia: importância, dificuldades e sua proposta no ensino médio

transformações na educação, não tem sido tarefa muito fácil, mas no decorrer do tempo algumas modificações foram adaptadas a este profissional, o seu papel de mediador tende a ser valorizado e já faz diferença em algumas instituições de ensino. O espaço escolar enfrenta diariamente grandes desafios e constantes mudanças em seu interior e conflitos tais como a desmotivação para o estudo, a violência e indisciplina, cabem a nós despertá-los para o senso critico comum, torná-los seres pensantes e criadores de metas, objetivos a serem alcançados. Diante de tantos problemas que são inúmeros a busca por melhorias para os educadores desenvolver os trabalhos pedagógicos torna-se um fator principal do mesmo, mas ainda nos colocamos como autores da educação no centro do processo educativo para dar respostas aos problemas sociais. O trabalho tem como característica pesquisa quantitativa, qualitativa, discursiva, teórico /náutica e utilizando-se do método hermenêutico e documental. Fazendo assim uma analise na formação teórica filosófica do cidadão enquanto ser pensante aguçando então o seu senso critico e criativo. A Filosofia como disciplina, de ensino sua historia e questões metodológicas, possa fecundar no educando um espírito com indagações pela experiência cotidiana, cujo objetivo é ampliar repertório visual, oral despertando nele o hábito de relacionar aspectos conceituais aos vários temas desenvolvidos no decorrer do ano letivo.
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Ensino de história e filosofia da biologia: uma proposta de formação continuada para professores de ensino médio

Ensino de história e filosofia da biologia: uma proposta de formação continuada para professores de ensino médio

Os documentos curriculares oficiais destacam a importância do ensino de História e Filosofia da Ciência desde o ensino fundamental. Contudo, a literatura aponta para a falta de materiais didáticos e formação docente para o ensino dessa temática. Assim, o objetivo do presente trabalhado foi oferecer formação continuada para professores do ensino médio, vinculados à Diretoria de Ensino de Jaboticabal, sobre o Ensino de História e Filosofia da Biologia, visando desenvolver uma visão mais crítica da Ciência que reflita na prática pedagógica desses docentes. Além disso, o projeto visa desenvolver material didático sobre a temática para que os professores possam utilizá-los em sala de aula. O primeiro encontro abordou a importância do ensino de História e Filosofia da Ciência e a História da pesquisa médica sobre doenças infecciosas. Foi avaliado positivamente pelos professores participantes que indicaram como temática do próximo encontro evolução biológica.
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A importância da teoria sócio-interacionista na formação de professores do ensino médio.

A importância da teoria sócio-interacionista na formação de professores do ensino médio.

Para tanto, a proposta curricular da disciplina de Psicologia priorizou os conceitos da teoria sócio- interacionista, cujo precursor é L.S. Vygotsky, o qual propõe que a unidade do conhecimento se encontra na relação entre o homem e meio, sujeito e objeto, num movimento dialético. Elucida também que Vygotsky tem como objetivo principal estudar como se constroem as funções psicológicas superiores que caracterizam o funcionamento psicológico tipicamente humano (atenção voluntária, memória, abstração, capacidade de resolver problemas, etc.). Essas funções psicológicas superiores, além de serem produto da atividade cerebral, também constituem o resultado da própria história da sociedade humana e da cultura em que o indivíduo está inserido. Neste aspecto, o homem é um ser social e histórico, que produz sua ação para suprir necessidades criadas pelo meio em que vive e cria novas necessidades, que não são puramente biológicas.
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O ensino de filosofia no ensino médio a partir da especificidade da filosofia

O ensino de filosofia no ensino médio a partir da especificidade da filosofia

Outrossim, ressaltamos a importância cultural e política do professor de Filosofia, sendo este o responsável mais direto pela mediação entre o aluno e o saber filosófico, isto significa enfrentar os meios que negam ou não favorecem uma educação emancipatória, tendo claro os limites impostos pelas condições em que atua, a fim de evitar falsas expectativas que acabam causando frustrações e desânimo. Neste sentido, o professor deve ter claros os objetivos do seu trabalho, considerando as possibilidades reais de realizá-lo, disposição para uma formação continuada, buscar soluções criativas a fim de superar as dificuldades na aprendizagem dos alunos e, sobretudo, estar sempre aberto à mudanças da metodologia de ensino, adaptando-a aos objetivos e às necessidades que porventura forem surgindo.
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ABORDAGEM DA FILOSOFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO: SUBSÍDIOS PARA A FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR

ABORDAGEM DA FILOSOFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO: SUBSÍDIOS PARA A FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR

subsídios para a abordagem da filosofia no ensino fundamental e médio, com vistas à formação interdisciplinar do estudante. O ponto de partida foi o conhecimento do contexto em que atuam os educadores, por meio de análise de entrevistas com professores de filosofia egressos da UNESP e de análise de questionários versando sobre o perfil do aluno e seus familiares. As análises revelam que os docentes atuam em condições muito adversas. Os alunos estão desmotivados e para o ensino fundamental não há propostas formuladas para abordagem filosófica. No âmbito do ensino médio, a política educacional despreza a formação humanística, poucas são as escolas que optaram por filosofia. Os docentes declaram que sua formação filosófica foi demasiadamente teórica e encontram dificuldades para um trabalho interdisciplinar. A proposta da escola básica e as formas de abordagem da filosofia não correspondem aos problemas e expectativas de alunos e professores. Conclui- se que, abordar textos que no processo de formação suscitem reflexão e resgatem a identidade e a autonomia do estudante pode ser um caminho promissor.
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Contribuição do ensino de Filosofia para a formação autônoma e emancipada de alunos do Ensino Médio

Contribuição do ensino de Filosofia para a formação autônoma e emancipada de alunos do Ensino Médio

A proposta desta dissertação de mestrado com o título A CONTRIBUIÇÃO DO ENSINO DE FILOSOFIA PARA A FORMAÇÃO AUTÔNOMA E EMANCIPADA DE ALUNOS NO ENSINO MÉDIO buscou inspiração e fundamentação teórica no pensamento dos filósofos Immanuel Kant e Theodor Adorno, revisitando algumas de suas obras para que pudéssemos encontrar o suporte teórico que direciona para uma educação capaz de promover uma formação autônoma e emancipada dos alunos por meio do ensino de Filosofia. Assim, a pesquisa tem como objetivo refletir sobre a Filosofia no Ensino Médio como um espaço de formação autônoma e esclarecida, averiguando, através de um processo indutivo epistemológico justificado pelo conjunto de intervenções (observação e aplicação de questionário), a percepção de alunos em escolas públicas de Fortaleza – CE sobre o ensino dessa disciplina. Para análise dos dados, foi realizada uma análise fenomenológica, destacando-se que não se pretende inserir esse olhar apenas nas questões subjetivas, mas também para os dados estatísticos apresentados, não se limitando, portanto, em quantificá -los, observando ainda como a Filosofia vem sendo trabalhada em sala de aula. Ao focar atenção na parte empírica da pesquisa, pudemos constatar que, embora com algumas dificuldades em termos de tempo, valorização, importância, etc., as aulas de Filosofia no Ensino Médio trazem contribuição para a formação autônoma e emancipada dos alunos, posto que eles próprios foram claros ao afirmar quanto à oportunidade que o ensino de Filosofia lhes traz para desenvolver o pensamento crítico e reflexivo e, portanto, autônomo e esclarecido, dando-lhes, ainda, discernimentos em suas escolhas com relação as suas ações, à compreensão da sua existência e da sociedade onde vivem. Enfim, todos os entrevistados concordaram que a disciplina contribui para a sua autonomia e emancipação. Em nossas considerações finais, destacamos que a Disciplina de Filosofia no Ensino Médio e as ações dos professores nessa disciplina não são apenas prelúdios para um grande projeto público de transformação, mas, de fato, são elas mesmas contínuas com e nessa mesma transformação. Assim, a necessidade de mudança, que é o desafio maior da educação, responde a essa urgente demanda, evidenciando os sujeitos – alunos e professores do ensino de Filosofia - como coparticipantes da construção do seu conhecimento e da transformação social.
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Os professores de Filosofia e os desafios do ensino de Filosofia no ensino médio sob a perspectiva da epistemologia de Gaston Bachelard

Os professores de Filosofia e os desafios do ensino de Filosofia no ensino médio sob a perspectiva da epistemologia de Gaston Bachelard

No texto A Pedagogia do Imaginário em Gaston Bachelard (SILVA, 1998), o filósofo contribui no desenvolvimento da racionalidade, partindo do entendimento que, da crítica à dialética do racionalismo ensinante e do racionalismo ensinado, há dois momentos essenciais: aquele que vai do mestre ao aluno e aquele que vai do aluno ao mestre. A interação entre ambos é resultante de trocas, diálogos, dificuldades, tensões, enfrentamentos, incompreensões, superações e afetos. Bachelard não nos dá uma receita para solução destes problemas, mas devemos compreender que não existe saída direta e fácil para questões difíceis e complexas como as predominantes na educação. Mas, a contribuição do filósofo está em fazer compreender que o processo de educar e formar o outro consiste em nos posicionarmos como alguém que está em processo de formação contínua, que aprendemos enquanto ensinamos que ensinamos aprendendo com o outro, e, após isso, ensinar para melhor, inclusive para si mesmo. Acreditamos que esta compreensão bachelardiana contribui em superar mais um desafio no ensino de Filosofia, à medida que os professores percebam que as dificuldades na educação são bem amplas. Concebemos que, com essa reflexão, pode ser um caminho para enfrentarmos este problema do quantitativo na carga horária em Filosofia. Utilizar a prática de uma pedagogia invertida e estimular nossos alunos a serem responsáveis por eles mesmos pode ser um caminho para amenizar nossas angústias no processo de ensino-aprendizagem, além de devermos continuamente reivindicar mais espaço para nossas aulas.
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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: desafios, dilemas e perspectivas de professores do Ensino Médio

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: desafios, dilemas e perspectivas de professores do Ensino Médio

Espera-se do professor domínio do conhecimento técnico-científico e exercício do fazer, cotidiano na sala de aula, que se completam com uma visão de mundo ampla e multicultural, aliada a necessidades que se renovam continuadamente, quer pelo tempo, cada vez mais exíguo, entre o antigo e o recente, quer pela gama cada vez maior de informações disponíveis aos alunos, graças às novas tecnologias. Compreender essa realidade revigora a apreensão dos cursos de formação do condutor de ensino. Se as faculdades de educação não oferecerem projetos renovados de formação dos profissionais que aproximem sua filosofia dos contextos socioculturais das escolas de Ensino Fundamental e Médio, cujo universo reproduz, em escala, as estruturas macro-sociais, o professor se deparará com dificuldades imensas, advindas dessa defasagem entre o que poderia ser e o que é. Assim, o educador formador deve ter bem claro que a formação de seus alunos — futuros professores — não pode mais obedecer às mesmas premissas de ontem. Às leituras tradicionais, devem ser agregadas novas descobertas de estudiosos brasileiros, familiarizados com o dia-a-dia da educação, o que, por conseguinte, enriqueceria a relação de aprendizagem com professores preparados para mediar a construção do conhecimento na sala de aula do ensino básico, construindo, com os jovens, bases sólidas para sua carreira futura.
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Currículo de Filosofia no ensino médio: sua importância e desafios

Currículo de Filosofia no ensino médio: sua importância e desafios

fessor da disciplina deve explorar e, com efeito, efetivar o que Rocha (2008) denomina de “transversalidade pedestre” no ensino médio. Segundo o autor (ROCHA, 2008, p. 39), “trans- versalidade pedestre” significa utilizar aqueles conceitos que atravessam as demais disciplinas, mas não são obrigatoriamente tratados nelas, deixando assim, muitas vezes, dúvidas não sa- nadas na mente dos adolescentes que poderiam, perfeitamente, ser exploradas pelo professor de Filosofia. Os conceitos transversais a que Rocha (2008) se refere podem ser fundamentais para as aulas de Filosofia e também usados cotidianamente pelas outras disciplinas. Ou seja, além dos problemas que são tipicamente filosóficos, que somente o professor da disciplina tem formação adequada para tratá-los, existem também aqueles problemas oriundos de con- ceitos implícitos aos conteúdos de outras áreas, mas que os professores dessas disciplinas não têm a formação necessária nem o dever curricular de abordá-los.
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O ensino da filosofia no ensino médio e a formação humana: análise e proposições críticas

O ensino da filosofia no ensino médio e a formação humana: análise e proposições críticas

Desde a Grécia Antiga a Filosofia se constituiu enquanto ciência que busca compreender e responder aos questionamentos de seu tempo, mais ainda, propondo reflexões que não se esgotam em seu contexto, mas perpassam por este e se tornem um saber sistematizado para as gerações futuras. Assim como a Filosofia, também o seu ensino é uma atividade que necessariamente envolve o pensar, o raciocínio crítico e o envolvimento do sujeito na compreensão de si mesmo e do mundo que o cerca, o que torna pertinente tematizar a relação entre o exercício filosófico e a atividade de ensino, proposta desta escrita. Nestes termos, o presente trabalho apresenta uma análise e proposições críticas acerca da disciplina de Filosofia como um componente curricular do Ensino Médio, tendo por objetivo analisar a inserção desta disciplina como fundamental para a constituição da reflexão e da formação humana nesta etapa da Educação Básica, em que os conceitos de ser humano são formados. Tal objetivo parte de uma problemática central em destaque: Quais as contribuições do Ensino de Filosofia para os jovens, no que tange à formação humana e, em que consiste sua importância enquanto disciplina no Ensino Médio? O que se apresenta, portanto, é o exercício filosófico em sua origem histórica e em sua tarefa educativa, capaz de estabelecer diálogos com outras áreas do conhecimento e fornecer aportes ao sucesso do estudo e da compreensão do ser humano em seus diferentes aspectos, partindo-se da hipótese da fundamental importância de sua inserção enquanto disciplina no currículo do Ensino Médio, tendo por base o seu caráter reflexivo e investigativo da realidade e da formação do sujeito.
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Por que Sociologia e Filosofia no ensino médio?

Por que Sociologia e Filosofia no ensino médio?

a "domínio de conhecimentos de Filosofia e Sociologia...", se se tratasse de informações que qualquer outro conteúdo curricular pudesse suprir não estaria tão explicitamente apresentados - nomeadas Filosofia e Sociologia - na Lei. Se assim fosse entendido, estaríamos retrocedendo, no que diz respeito ao ensino médio, a uma concepção que produziu excrescências como "Estudos Sociais", de triste memória, mas, que pelo jeito, ainda povoam algumas mentes. Mas enquanto os legisladores parecem ter acumulado, reconhecido e respondido a experiências históricas da últimas décadas, quem se apresentou como seu intérprete fez tabula rasa em vista de um futuro e da efetivação de um "projeto nacional" que já faz água por todos os lados... Há dois tipos de legislação: aquela que consolida o que existe, as práticas, os anseios e os organiza como norma; aquela que visa a corrigir o que existe e prescrever ações futuras. Dizem que a primeira inspirou a bicentenária constituição dos Estados Unidos, preside a "constituição consuetudinária" dos ingleses e é mãe das jurisprudências; a segunda tem inspirado as constituições periódicas brasileiras e sujeita ao adágio "se pegar, pegou". Parece que esse parecer e essa resolução aqui debatidos seguem essa tradição nacional, são do segundo tipo, com o agravante que já puseram todos os "tratores" na rua para fazê- los "pegar"!
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A interdisciplinaridade no ensino de filosofia para o ensino médio

A interdisciplinaridade no ensino de filosofia para o ensino médio

Resumo: a pesquisa realizada tem como objetivo, compreender como é possível relacionar a filosofia com outras áreas do conhecimento, frente ao processo interdisciplinar e sua aplicabilidade no âmbito escolar, a qual contempla a construção do conhecimento em outras áreas do saber pelo sujeito aprendiz em sua relação com o meio social e escolar, a partir da contribuição que fortalece a perspectiva da reflexão a respeito da prática docente e discente, os quais poderá propiciar uma maior aquisição do conhecimento teórico-prático na ação reflexiva, superando os desafios cotidianos existentes na aplicação da metodologia interdisciplinar. Este trabalho traz contribuições bibliográficas de Fazenda (1999, 2002, 2012) e Japiassu (1976) que argumentam sobre a interdisciplinaridade, bem como o aporte documental das leis 5692/71 e 9394/96 que também falam desta interdisciplinaridade em sala de aula. Isso tudo, de modo a construir-se uma compreensão de que o ensino interdisciplinar promove a formação do ser humano de forma integral, tornando-o autônomos, críticos e reflexivos em suas ações tanto estudante como o professor. Aqui se apresenta uma pesquisa com forte cunho bibliográfico, isso porque o que é desejado, é exatamente apresentar este arcabouço teórico que se acredita saber em demasia, mas que ao abrir uma conversa fundamentada sobre o tema, nota-se ainda uma certa dificuldade e superficialidade.
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OFICINA DE APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTE DO ENSINO MÉDIO

OFICINA DE APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTE DO ENSINO MÉDIO

Logo, as metodologias ativas de aprendizagem vêm ganhando destaque, já que se propõem a romper com os métodos tradicionais de ensino-aprendizagem. Desta forma, as oficinas de aprendizagem traduzem um importante dispositivo pedagógico para a dinamização do processo de ensino e aprendizagem. Por sua praticidade e flexibilidade diante das possibilidades de cada escola, elas constituem – se como uma prática de permanente construção do conhecimento, com ênfase na ação, porém, sem perder de vista a base teórica. Cuberes (apud Vieira & Volquind, 2002) conceitua-as como sendo “um tempo e um espaço para aprendizagem; um processo ativo de transformação recíproca entre sujeito e objeto; um caminho com alternativas, com equilibrações que nos aproximam progressivamente do objeto a conhecer” (p. 11).
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A monitoria na aprendizagem de estudantes no ensino médio e formação de professores.

A monitoria na aprendizagem de estudantes no ensino médio e formação de professores.

Entretanto, o conhecimento de Química exerce um papel importante na vida diária (DA SILVA et al., 2012). De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM), orientados pelos princípios determinados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei 9.394/96) o estudo de Química proporciona que os estudantes “compreendam as transformações químicas que ocorrem no mundo físico de forma abrangente e integrada e assim possam julgar com fundamentos, as informações advindas da tradição cultural, da mídia e da própria escola e tomar decisões autonomamente, enquanto indivíduos e cidadãos.” (BRASIL, 2000). Vê-se, assim, a grande relevância da Química para que os alunos entendam e compreendam o mundo ao seu redor.
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O retorno da filosofia no ensino médio

O retorno da filosofia no ensino médio

Vejamos que, mesmo antes do Regime Militar a referida dis- ciplina já era colocada como não obrigatória no sistema nacional de ensino. Ressalte-se que o referido momento político brasileiro era de abertura política, pretensamente democrático. P o r - tanto, a questão continua controversa. Há um forte teor ideológico que pauta a discussão. Alguns autores sustentam que a reforma de 1971 varreu a disciplina do currículo. Outros, como Oliveira (1993) apud Silva (1997) acreditam “que a lei 5692/71 deixou uma ‘bre- cha’ através da qual se poderia manter a Filosofia no currículo do Ensino Médio. Isto ocorreria incluindo-a como ‘disciplina da parte diversificada’, já que ela constava dos conteúdos escolhidos pelo Conselho Federal de Educação. Caberia à escola, incluí-la ou não como disciplina optativa.
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Filosofia no currículo do ensino médio

Filosofia no currículo do ensino médio

Se já é difícil pensar a Filosofia em razão de sua complexidade, fazer isso no âmbito escolar então constitui um grande desafio, pois de um lado temos as mais variadas concepções de Filosofia existente na esteira das práticas dos docentes e do outro temos também os problemas inerentes a educação de um modo geral, no qual a escola procura constituir apenas em uma alavanca a serviço do mercado de trabalho, dos vestibulares e dos concursos. Esse modelo de escola parece-nos, nem tem se mostrado preparado para articular saberes. Ele está muito mais interessado em transmitir conhecimentos e saberes pouco especializados seguindo as imposições deste modelo de sociedade que só considera que alguma coisa tem o direito de existir se tiver alguma finalidade prática, visível e de utilidade imediata (Chauí, 1995, p. 13). Faz-se necessário compreender, por parte da escola e de alguns professores, que a Filosofia tem um importante papel na formação intelectual dos alunos, é ela que com seus questionamentos vai levar os discentes a enxergar além do imediatismo que é imposto todos os dias pelos mais variados veículos de comunicação. Assim, é necessário que o ensino de Filosofia, não seja tratado apenas de forma pedagogizante, tem-se que elaborar propostas para esse ensino possa ser tratado também, como problema filosófico. Gallo & Kohan (2000, p. 191) afirmam ser a questão do ensino de filosofia uma questão filosófica e não meramente pedagógica.
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O PIBID na formação de professores de ensino médio do estado da Paraíba

O PIBID na formação de professores de ensino médio do estado da Paraíba

Esse programa proporciona o conhecimento da realidade diária da escola, especialmente de seus dilemas e desafios, contribuindo para a construção da ponte teoria-prática. Observa-se, portanto, a sua importância para a formação docente tanto inicial quanto continuada. O PIBID contribui para a formação inicial, na medida em que oferece ao licenciando a oportunidade de se inserir no contexto educacional, de ver a realidade, de pensar em metodologias e práticas pedagógicas, juntamente com profissionais mais experientes. E contribui para a formação continuada porque oferece, tanto ao supervisor quanto ao professor que é acompanhado por bolsitas, a oportunidade de dialogar com outros olhares, (re)pensar teorias, (re)ver suas práticas etc.
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POESIA E LEITURA: DIÁLOGOS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO

POESIA E LEITURA: DIÁLOGOS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO

rumos à extensão com a proposta de criação do I Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (FORPROEX, 1987), visando a articulação e definição de políticas acadêmicas de extensão. Os encontros ocorrem duas vezes por ano, sendo o primeiro geralmente no mês de maio ou junho e o segundo em novembro. Uma das inciativas do FORPROEX foi a criação da Rede Nacional de Extensão, RENEX, que divulga ações extensionistas universitárias e coordena o Sistema Nacional de Informações de Extensão, SIEX/Brasil, banco de dados sobre as práticas de extensão no País, mantendo cadastro atualizado das instituições integrantes. Esses expedientes são momentos importantes para discutir as novas diretrizes políticas e educacionais que constituem a Universidade Brasileira.
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Estudos de aula na formação de professores de matemática do ensino médio

Estudos de aula na formação de professores de matemática do ensino médio

No que diz respeito a cada uma das etapas do estudo de aula, destacamos algumas especificidades. Na definição de objetivos para a aula de investigação, há grande preocupação com as necessidades e dificuldades dos alunos em relação à aprendizagem do tópico curricular escolhido. No processo de planejamento, desenvolvido em torno da elaboração da aula de investigação a partir dos objetivos previamente definidos, pressupõe-se um trabalho colaborativo criterioso em que se busca prever os modos de pensar dos alunos, as suas estratégias de resolução de tarefas propostas, as suas dificuldades, aquilo que vão dizer durante as atividades da aula etc. Na lecionação, um dos membros do grupo concretiza a aula planejada para uma turma de alunos e os demais membros, incluindo a equipe que coordena o processo, observam e registram, criteriosamente, todas as ações dos alunos sobre a realização das tarefas. Na etapa da reflexão pós-aula, o grupo se reúne para discutir e refletir sobre aquilo que foi registrado em vídeo e observado pelos demais membros, contribuindo também para uma autocrítica profissional. No quinto momento, os professores em formação reúnem-se e, de maneira colaborativa, retomam a aula de investigação, modificando aspectos que não foram considerados adequados pelo grupo ou questões que solicitam uma abordagem diferenciada. Essa aula de investigação, após ser redefinida, se desejável pode ser novamente ensinada para uma outra classe de alunos, repetindo-se todo o processo (Ponte et al., 2014).
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Trajetórias e saberes dos professores do ensino médio: por entre as teias da formação.

Trajetórias e saberes dos professores do ensino médio: por entre as teias da formação.

a trajetória e a identidade profissional de professores do ensino médio para tentar compreender como essas repercutem e balizam as práticas por eles realizadas. Algumas das referências desse estudo são as pesquisas de Cunha (1998, 1999, 2003); Tardif (2001, 2002), Josso (2004) e Pimenta (1999). A amostra estudada envolveu 38 professores de sete escolas da cidade de Pelotas. Tanto as escolas quanto os professores foram escolhidos por critérios determinados. O instrumento para coleta de dados foi o questionário fechado, organizado em cinco eixos temáticos que continham questões sobre conhecimento específico e conhecimento pedagógico; discussões de cunho pedagógico durante a graduação; possibilidades de práticas “alternativas” em sala de aula; possibilidade de flexibilização da seqüência dos conteúdos; lembranças da trajetória de professor; construção dos saberes que balizam suas práticas pedagógicas, dentre outros. Em nossa análise, pudemos perceber que os professores mantiveram coerência entre as respostas dos diversos indicadores e que, apesar de reconhecerem a importância da formação pedagógica para o exercício da docência, acabaram por valorizar sobremaneira o conhecimento dos conteúdos do campo específico do conhecimento. Acreditamos que, em parte, isso ocorra pela própria “tradição cultural” e concepção de conhecimento que permanece em determinadas áreas. O tornar-se professor esteve muito relacionado com a prática cotidiana dos docentes, mas o fio condutor da sua formação pareceu estar localizado prioritariamente na formação inicial, via conteúdos específicos. Compreender quem são os professores que atuam no ensino médio, bem como suas trajetórias, está diretamente relacionado a pensar a formação inicial desses sujeitos. Afirmamos, pelos resultados obtidos, que o exercício da docência exige múltiplos saberes que precisam ser apropriados e compreendidos em suas relações, e a ciência pedagógica situa-se nesse contexto e só com essa perspectiva contribui para formação dos professores.
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