Top PDF A formação do grupo de terceira idade no programa saúde da família: a busca para legitimar seus direitos

A formação do grupo de terceira idade no programa saúde da família: a busca para legitimar seus direitos

A formação do grupo de terceira idade no programa saúde da família: a busca para legitimar seus direitos

O processo de envelhecimento da população está ocorrendo em nível mundial e traz repercussões nos campos social e econômico, constituindo-se como um fenômeno que apresenta particularidades de um país para outro. Esse acelerado ritmo de envelhecimento cria novos desafios para a sociedade, especificamente para os profissionais que trabalham nesse segmento, que necessitam se preparar para atuar fortalecendo as reivindicações na busca de ampliar os direitos sociais dos idosos. Foi dentro dessa perspectiva que se desenvolveu essa proposta, através de um projeto de intervenção, com o objetivo primordial de compreender a questão da legitimação dos direitos dos idosos do PSF do bairro do Catolé na cidade de Campina Grande-PB. Esse trabalho concretizou-se por meio do método qualitativo e da técnica da entrevista semiestruturada, por permitir adentrar-se no universo dos autores envolvidos. Foram entrevistadas 37 pessoas, com faixa etária entre sessenta e oitenta e cinco anos, sendo a maioria constituída de mulheres. Todos os entrevistados fazem uso de medicação do PSF, embora alguns afirmem ser necessário, algumas vezes, ter que compra-la devido à falta desses na Unidade. Observou-se ao final do estudo, a importância que é o trabalho interdisciplinar e multiprofissional, uma vez que permite assistir o indivíduo em sua totalidade. O trabalho no PSF apresentou-se como um desafio, no sentido de trabalhar as contradições para que dessa forma se buscasse estratégias para o enfrentamento para as demandas.
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A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO DO GRUPO DE PESQUISA EM ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E ENVELHECIMENTO: O EXEMPLO DO GRUPO DE ESTUDOS DA TERCEIRA IDADE.

A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO DO GRUPO DE PESQUISA EM ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E ENVELHECIMENTO: O EXEMPLO DO GRUPO DE ESTUDOS DA TERCEIRA IDADE.

Diante do fluxo de mão-dupla entre universidade e a comunidade, a extensão universitária está relacionada com a elaboração da práxis, em que os saberes teóricos se difundem com a vivência prática (SERRANO, 2010). Desse modo, a produção do conhecimento gerada pelos projetos de extensão universitária, além de auxiliar na formação de profissionais e alunos da universidade, abrange também seu papel comunitário, tanto na oferta de atividades para a comunidade, como para a aplicação dos conhecimentos produzidos na universidade de forma rápida e efetiva (BARRAGÁN et al., 2016). Nesta perspectiva, a universidade é responsável pela promoção de programas extensionistas voltados à população idosa, promovendo saúde e bem- estar, além de aspectos sociais, por meio de ações intelectuais, físicas e sociais (CACHIONI, 2003). Desse modo, o programa de extensão Grupo de Estudos da Terceira Idade (GETI), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), garante os direitos dos idosos a partir de ações que possibilitam a interação entre
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Grupo Feliz Idade: cuidado de enfermagem para a promoção da saúde na terceira idade.

Grupo Feliz Idade: cuidado de enfermagem para a promoção da saúde na terceira idade.

Este artigo teve como objetivos relatar a experiência da formação do grupo de idosos Feliz Idade, desenvolvido por enfermeiras do Programa Saúde da Família em Fortaleza-CE, bem como conhe- cer a importância do cuidado de enfermagem para a promoção da saúde na vida dos idosos. A sele- ção inicial dos participantes do grupo ocorreu entre os 314 ido- sos pertencentes aos programas de Hipertensão Arterial e Dia- betes Mellitus. Para formação do grupo, as enfermeiras conta- ram com a colaboração de médico, fisioterapeuta, educador físico e agente de saúde. As atividades desenvolvidas no grupo foram caminhadas, ofici- nas, passeios e terapia comu- nitária. O grupo final foi formado por 124 idosos. Após a inserção destes idosos no grupo, ocor- reram melhorias no aspecto biológico, como maior flexi- bilidade e melhor mobilidade articular, além da ampliação das interações sociais. Observa-se que as atividades, assim reali- zadas, favoreceram a promoção da saúde na terceira idade.
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ALIMENTAÇÃO E DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM IDOSOS PARTICIPANTES DE UM GRUPO DE TERCEIRA IDADE

ALIMENTAÇÃO E DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM IDOSOS PARTICIPANTES DE UM GRUPO DE TERCEIRA IDADE

Sampaio et al. (2007), que visaram identificar o perfil epidemiológico de 25 idosos e caracterizá-los dentro de um grupo de convivência para a terceira idade no município de Jequié/BA, também encontrou que 46% dos entrevistados estudaram até o ensino fundamental. Estes resultados encontrados são satisfatórios, sendo um bom indicativo contra os riscos à saúde, uma vez que algumas características, como o analfabetismo, por exemplo, podem levar o idoso a ter uma maior dependência em relação a outras pessoas.

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Treinamento com pesos, modelo de programa sistematizado para a terceira idade.

Treinamento com pesos, modelo de programa sistematizado para a terceira idade.

Evidências têm demonstrado que a manutenção de um estilo de vida fisicamente ativo pode atenuar as perdas associadas ao processo de envelhecimento. Dentre as práticas recomendadas para a população idosa, o treinamento com pesos (TP) tem recebido destaque, revelando benefícios na realização das atividades da vida diária e na qualidade de vida, entre outros. Assim, programas para pessoas idosas devem descrever suas experiências na tentativa de impulsionar e aperfeiçoar as atividades relacionadas com TP. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo descrever o funcionamento do TP, que é umas das modalidades do Programa de Atividade Física para a Terceira Idade (PROFIT). Atualmente, a modalidade TP conta com 45 participantes, sendo que 80% são mulheres e 20% homens. A maior parte dos participantes (84%) possui idade igual ou superior a 60 anos, ao passo que 16% possuem idade entre 54 e 59 anos. As aulas são ministradas três vezes por semana, em dias não consecutivos, com duração de 45 minutos. Os participantes realizam oito exercícios alternados por segmentos corporais, sendo realizadas três séries em cada exercício. Neste sentido, a modalidade TP busca proporcionar melhorias na qualidade de vida da população idosa, bem como auxiliar na formação de graduandos e pós-graduandos e, consequentemente, aprofundar o entendimento da atividade física em idosos.
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Benefícios da prática da caminhada para os idosos do grupo “Terceira Idade” de Cavalcante GO

Benefícios da prática da caminhada para os idosos do grupo “Terceira Idade” de Cavalcante GO

Programas de incentivo à prática de atividade física precisam ser estimulados por políticas públicas. O hábito da prática de atividades físicas precisa ser incorporado não somente no cotidiano das pessoas, mas também à cultura popular, aos tratamentos médicos, à educação e ao planejamento da família. Isso deve ser visto como uma obrigação assim como a alimentação e os hábitos de higiene, pois se todas as crianças aprendessem isso, quando chegarem a fase adulta serão mais ativos e saudáveis, sem qualquer tipo de mazelas ocasionado por conta do sedentarismo. O ato de se exercitar é extremamente importante para se manter fisicamente ativo contribuindo para a manutenção da saúde e até mesmo para o fator econômico, onde esse hábito pode reduzir custos relacionados aos métodos farmacológicos, sendo eles individuais ou coletivos.
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Aconselhamento em contracepção: grupo de capacitação de profissionais médicos do Programa de Saúde da Família.

Aconselhamento em contracepção: grupo de capacitação de profissionais médicos do Programa de Saúde da Família.

Compartilhar experiências trouxe ao grupo enriquecimento com reflexão e crítica sobre aspectos sociais e individuais que emergem na prática médica que exercem. Os profissionais puderam identificar e discriminar mitos, realidades e desafios que permeiam sua atuação no campo da contracepção. Reconhecer como uma realidade que “as pessoas sentem necessidade de terem oportunidades construtivas para falar de suas experiências sexuais, preocupações e necessidades” auxilia a combater o mito de que “a sexualidade é um assunto estritamente pessoal e que as pessoas não querem falar sobre isso”(mito 1). Assim, ao desconstruírem essa crença errônea, os médicos residentes podem se preparar para enfrentar o desafio de “encontrar formas de tornar os indivíduos mais confortáveis para discutir a sua vida sexual com os profissionais de saúde” (desafio 1).
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Técnica espelho: para compreender este fenômeno num grupo comunitário de ginástica para a terceira idade

Técnica espelho: para compreender este fenômeno num grupo comunitário de ginástica para a terceira idade

Introdução:O aumento da expectativa de vida tem como conseqüência o aumento do número de pessoas idosas, e essa é uma tendência mundial. Segundo a OMS (2006) até 2025 o Brasil será um dos países com maior número de idosos. Desta forma, tem se intensificado a busca por um envelhecer com mais qualidade de vida, e um dos caminhos para atingir tal objetivo tem sido a prática de atividades físicas. A PMF oferece desde 2000 o Programa Viver Ativo para a Terceira Idade de diversas regiões da grande Florianópolis tendo como atividades: ginástica, dança, vôlei adaptado, grupo de convivência, ILPI‟s (Instituições de Longa Permanência para Idosos) e diversas atividades culturais e de lazer ao idoso. Objetivo: Verificar a influência da „técnica espelho‟ na consciência corporal dos idosos praticantes de ginásticas do programa Viver Ativo do bairro Ribeirão da Ilha, grupo Canto do Rio. Metodologia: A pesquisa foi do tipo descritiva e a análise dos dados foi realizada de forma qualitativa e quantitativa para uma melhor interpretação e exposição dos resultados. Participaram do estudo alunos que freqüentam as aulas de ginástica do programa referido, com idade igual ou superior a 60 anos. A coleta de dados foi realizada por meio de uma entrevista, com questões que englobaram o conhecimento da consciência corporal, imagem corporal e a prática de atividade física, com o enfoque na prática da técnica espelho. Resultados: Com relação ao termo „consciência corporal‟, 80% dos idosos entrevistados entendem que este termo significa „cuidado e saúde com o corpo‟; para 10% dos sujeitos, significa „limites do corpo‟ e para outros 10% é „sentir-se bem/felicidade‟. Quanto ao conceito de „imagem corporal/boa postura corporal‟, 73% dos idosos colocaram „coluna reta‟ como resposta a estes termos; 20% dos entrevistados responderam „fazer ginástica‟ e apenas 7
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História de Vida: um estudo sobre família e resiliência na terceira idade

História de Vida: um estudo sobre família e resiliência na terceira idade

Na história de P4 evidencia-se o sofrimento vivenciado pela ausência do marido. Seu pai faleceu quando tinha nove anos, ficando aos cuidados da mãe. Seu esposo foi militar, e desde o namoro e noivado, ele viajava constantemente para outras cidades e exterior. A ausência do marido a obrigava a exercer o papel de pai, o que lhe trouxe sofrimento. Sua mãe lhe delegava toda a responsabilidade e não a ajudava em suas decisões. Não tinha o apoio da mãe, tida como pessoa tradicional e rigorosa. Para essa idosa, o amor parece ser a base da formação de uma família, o que vai ao encontro da tese de Gomes (1992), de que a família da contemporaneidade se constrói sobre vínculos de ajuda mútua e amor.
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Academias da terceira idade: saúde física e mental

Academias da terceira idade: saúde física e mental

Em entrevistas feitas a usuários das ATIs, os elogios são muitos, demonstrando alto grau de satisfação. A Prefeitura relata que os atendimentos nas unidades de saúde a portadores de hipertensão e doenças semelhantes tem diminuído, sendo que a qualidade de vida dos usuários da terceira idade tem melhorado consideravelmente. Segundo entrevista realizada com 102 usuários da ATI Parigot de Souza, em julho de 2006, 56% apresentavam pressão alta e 27%, dores nas costas. Quando questionados sobre o que mudou em sua vida com a prática de exercícios na ATI, 63,6% responderam uma melhora na disposição, 28,4% diminuição de dores, aproximadamente 20% uma ampliação do círculo social, 18,2% alegaram perda de peso e, 13,6%, controle da PA(pressão arterial) (PALÁCIOS; SAPATA, 2006).
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Educação para a saúde na terceira idade: uma questão de hábitos

Educação para a saúde na terceira idade: uma questão de hábitos

Muitos deles já tem os hábitos necessários para evitar os acidentes ocorridos em casa, mas mesmo assim a maioria deles disse que iria mudar alguns aspetos de forma a estarem mais seguros. Por exemplo, muitos deles não dava a devida importância a pequenos gestos tais como deixar a roupa a secar em cima de um aquecedor ou até mesmo em frente à lareira, puxar os fios elétricos de longe para não te se baixar, entre outros. Segundo o que foi possível apurar das respostas dadas pelos idosos, o maior erro que eles cometem é quando estão doentes ou lhe dói alguma coisa, não vão ao médico, automedicam-se, o que pode originar uma intoxicação pois a maioria deles não conhece muito bem os medicamentos e como os guardam todos juntos a probabilidade de isso acontecer é grande. Deste modo, foi-lhes dito que devem ir ao médico sempre que estiverem doentes e principalmente não devem misturar medicamentos que não conhecem. Muitos deles, como resposta a esta chamada de atenção disseram que nem sempre podem ir ao médico ou à farmácia ao qual lhes foi respondido que agora há uma linha de saúde 24horas que podem ligar e esclarecer todas as dúvidas.
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Perfil de usuários e percepção sobre a qualidade do atendimento nutricional em um programa de saúde para a terceira idade.

Perfil de usuários e percepção sobre a qualidade do atendimento nutricional em um programa de saúde para a terceira idade.

A necessidade de mudar hábitos foi a maior dificuldade percebida por esses idosos, seguida do custo de se manter uma alimentação completa em nutrientes adequados. Diante desses relatos, deve-se destacar o papel do nutricionista como o profissional habilitado a realizar um trabalho contínuo com o paciente, de estímulo a mudanças de hábitos e de adequações dos planos alimentares às condições econômicas do grupo, sem prejudicar o valor nutricional das refeições prescritas. Algumas estratégias para diminuir o custo e não prejudicar o valor nutricional das refeições são: dar preferência a alimentos como frutas e verduras, principalmente aqueles que estão no período de safra e portanto têm menor custo; estimular a formação de hortas nas casas onde isso é possível; investigar os preços dos produtos adquiridos e sugerir opções de compras; ensinar técnicas de aproveitamento integral dos alimentos, higiene alimentar e porcionamento adequado dos alimentos.
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Formação do vínculo na implantação do Programa Saúde da Família numa Unidade Básica de Saúde.

Formação do vínculo na implantação do Programa Saúde da Família numa Unidade Básica de Saúde.

Este estudo objetivou conhecer as estraté- gias de formação do vínculo entre usuários e profissionais do Programa de Saúde da Família (PSF) de uma unidade básica em Fortaleza-CE. Estudo descritivo de nature- za qualitativa, realizado nos meses de agos- to e setembro de 2007 em Fortaleza-Cea- rá-Brasil. Os informantes do estudo foram os 12 profissionais das equipes de saúde da família. Os dados foram coletados por meio de entrevista e organizados na forma de categorização das falas dos sujeitos, com base na técnica do Discurso do Sujeito Co- letivo e analisados com a literatura. Foram respeitadas as questões éticas inerentes a estudos com seres humanos. Os profissio- nais compreendem vínculo como relacio- namento, cumplicidade e confiança. Acre- ditam que organização do serviço, compro- misso e respeito são indispensáveis para a consolidação deste processo, que pode ser formado com grupos, acolhimento e visita domiciliar. Ressalta-se a importância da for- mação do vínculo no Programa Saúde da Família como estratégia para uma melhor assistência à saúde.
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Direitos educacionais: iniciativas em busca da alfabetização na idade certa (PNAIC)

Direitos educacionais: iniciativas em busca da alfabetização na idade certa (PNAIC)

As discussões e as medidas adotadas até agora pelo governo federal vêm acrescentar na ideia de um currículo comum, importante para nortear as práticas docentes, principalmente nas ações de alfabetização. Diversos estudos abordam o currículo como uma tentativa de estabelecer princípios essenciais de um mesmo propósito educativo, necessário quando se pensa em igualdade de direitos e direitos à educação. O documento de apresentação do Pacto, Brasil (2012b) ressalta o conceito de aprendizagem como um direito humano, bem como assegura as especificidades da infância como universo singular dessa aprendizagem e apresenta o currículo como uma viabilização desse direito.
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As engrenagens da saúde na terceira idade: um estudo com idosos asilados.

As engrenagens da saúde na terceira idade: um estudo com idosos asilados.

deixa o st at us de doença e passa a ser vist a como um processo nat ural do curso da vida dos seres humanos. Desde ent ão, surge uma rede de inst it uições de prest a- ção de serviços com o objet ivo de prover aos idosos cuidados int egrais à saúde. O asilo foi uma dessas pri- m eiras inst it uições, preocupado em suprir necessida- des básicas com o alim ent ação e m oradia aos idosos. Cont udo, o at endiment o nest as inst it uições é marcado por relat os de maus-t rat os e abusos, o que exigiu do governo medidas drást icas em relação a est a sit uação. Desde 1996, quando 88 idosos faleceram num período de um mês em uma dessas inst it uições, uma CPI foi ins- t aurada em 2001 revelando que a m aioria dos asilos funciona de forma clandest ina e que, cert ament e, aquele não era o único asilo que oferecia com ida est ragada, água cont aminada e remédios vencidos. Corroborando com est es acont ecim ent os, a lit erat ura cient ífica nas áreas de geriat ria e geron-t ologia acerca da t emát ica do idoso asilado reforça, muit as vezes, a quest ão do aban- dono, da exclusão social, da perda dos vínculos familia- res, inat ividade e improdut ividade (5-7) .
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ACTIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE

ACTIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE

Saliente-se que Norman (1995) refere que o desuso é um factor significativo na perda da fun- cionalidade e no estado de saúde fragilizado, normalmente associado ao envelhecimento: de facto, «o sedentarismo origina um maior agra- vamento no que diz respeito à redução das ca- pacidades funcionais» (Sardinha & Baptista, 1999, p. 54). A respeito desta questão, Smith (1984, citado por Willis & Campbell, 1992) refe- re que, apesar do envelhecimento ser um facto inevitável, grande parte do declínio fisiológico que lhe está associado deve-se ao desuso e à atrofia. O autor enaltece a prática de actividade física como uma forma de retardar o declínio.
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O idoso e as ações sociais em prol desse grupo etário: um estudo sobre a qualidade de vida na Terceira Idade e o Projeto Saúde e Cidadania na Melhor Idade

O idoso e as ações sociais em prol desse grupo etário: um estudo sobre a qualidade de vida na Terceira Idade e o Projeto Saúde e Cidadania na Melhor Idade

O presente estudo trata de uma pesquisa social qualitativa aplicada (descritiva), que aborda a questão do idoso e as ações sociais do Estado brasileiro realizadas em projetos sociais, em prol de uma vida com qualidade e cidadania a este grupo etário. O objetivo do estudo é avaliar a contribuição do “Projeto Saúde e Cidadania na Melhor Idade”, no que concerne a ações sociais do Estado direcionadas à um tratamento ao idoso, em prol da melhoria de sua qualidade de vida. O referencial teórico do trabalho discorre, em um primeiro momento, acerca da velhice e de algumas teorias existentes sobre o processo de envelhecimento, bem como das alterações e perspectivas presentes neste processo. Em um segundo momento, são tecidas reflexões sobre a relação entre a qualidade de vida e o lazer no contexto do idoso, conceituando e realizando um resgate histórico sobre estas duas questões, assim como evidenciando o lazer como um instrumento de viabilização do bem-estar e de uma melhor qualidade de vida na terceira idade. A seguir, o estudo contextualiza o tratamento do Estado brasileiro ao idoso, destacando a Constituição da República de 1988 e algumas medidas sociais tomadas pelo governo em prol deste grupo etário. Por fim, o estudo apresenta o “Projeto Saúde e Cidadania na Melhor Idade”, como um programa social pertencente às atividades de extensão do Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (CEFET-RN), que visa ao atendimento ao idoso em prol de sua cidadania e qualidade de vida. Após a aplicação de uma entrevista semi-estruturada utilizando a técnica de Análise de Conteúdo para a Análise e Discussão dos Resultados, concluiu-se que o “Projeto Saúde e Cidadania na Melhor Idade” cumpre seu objetivo no que diz respeito a contribuir, por meio das atividades de lazer que oferece, para o bem-estar e a conseqüente melhoria da qualidade de vida de seus participantes. Portanto, nesta conjuntura, observa-se a importância e a validade de ações governamentais que estimulem o desenvolvimento, em instituições públicas educacionais, de projetos e programas sociais de assistência ao idoso, pois os mesmos podem propiciar a esse grupo etário, a oportunidade de vivenciar atividades que possibilitam sua cidadania e sociabilização, em prol do bem-estar e da melhoria de sua qualidade de vida.
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GRUPO DE ESTUDOS DA TERCEIRA IDADE - GETI: 25 ANOS DE ATUAÇÃO NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

GRUPO DE ESTUDOS DA TERCEIRA IDADE - GETI: 25 ANOS DE ATUAÇÃO NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

A Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, possui o programa de extensão universitária Grupo de Estudos da Terceira Idade - GETI, constituído, desde sua criação, há 25 anos. O objetivo deste estudo é descrever o percurso histórico do GETI, suas ações de extensão e sua integração com o ensino e a pesquisa. Esse percurso demonstra o avanço crescente dos projetos de extensão, bem como na sua atuação no ensino e na pesquisa. O GETI foi criado em 1989 e suas ações possuíam um caráter educacional não possuía uma sede e suas reuniões, geralmente aconteciam nas instalações da reitoria. Em 1996 a partir das ações mais efetivas de professores do Centro de Ciências da Saúde e do Esporte- CEFID, o GETI passou a ser sediado neste Centro. Desde então, suas ações foram ampliadas com um aumento do número de participantes da terceira idade, de professores, funcionários e discentes da Graduação e Pós- Graduação. Atualmente o GETI tem 17 ações de extensão, nove de cunho de atividades físicas, quatro sócio-educativas e culturais, e três de cunho fisioterapêutico, atingindo aproximadamente 400 pessoas da terceira idade, 20 discentes e 10 docentes. Dessa forma, com tal estrutura o GETI demonstra sua relevância social na atuação comunitária, formação de recursos humanos, produção do conhecimento e inovações. Por meio do GETI a UDESC tem contribuído no desenvolvimento educacional, social e econômico de Santa Catarina.
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A Tutela da terceira idade na Constituição de 1988 : o pressuposto da idade como justificativa para os direitos e garantias fundamentais sociais

A Tutela da terceira idade na Constituição de 1988 : o pressuposto da idade como justificativa para os direitos e garantias fundamentais sociais

”Que o direito é obra dos homens e que, como toda a obra humana, só pode ser compreendido através da sua idéia, é por si mesmo evidente. Reconheceremos isto mesmo, se tentarmos definir qualquer obra humana, por mais simples que seja – por exemplo, uma mesa – sem tomarmos em consideração, primeiro que tudo, o fim para o qual ela foi feita. Uma mesa pode, sem dúvida, definir-se como uma prancha assente sobre quatro pernas. E contudo, se dermos esta definição de mesa, logo surgirá a seguinte dificuldade: há mesas que não têm quatro pernas, mas têm três, duas, uma perna só, e há-as até sem pernas, como as dobradiças, por forma que só vem afinal constituir elemento essencial do conceito de mesa a idéia de prancha. Esta, porém, também não se distingue de qualquer outra tábua, ou grupo de tábuas reunidas, a não ser pela sua finalidade. E assim chegaremos à conclusão de que o respectivo conceito, o conceito de mesa, por último, só pode definir-se, dizendo que mesa é um móvel que serve para sobre ele se colocarem quaisquer objectos destinados às pessoas que tem torno dele podem vir a achar-se. Não pode, portanto, haver uma justa visão de qualquer obra ou produto humano, se abstrairmos do fim para que serve e do seu valor. Uma consideração cega aos fins, ou cega aos valores, é pois aqui inadmissível, e assim também a respeito do direito ou de qualquer fenômeno jurídico. Do mesmo modo, por exemplo, uma ciência natural do crime, como pretendeu construí-la a antropologia criminal, só é possível depois de se ter substituído a um conceito de crime, referido a valores jurídicos, um conceito naturalístico de crime. Seria um milagre extraordinário – produto duma espécie de harmonia preestabelecida entre dois modos totalmente diversos de contemplar a realidade, que ninguém suspeitaria possível – se um conceito formado com referência a valores, como o de direito ou de crime, pudesse coincidir com um conceito naturalístico obtido através duma contemplação não valorativa (wertblind) das coisas. Ora o direito só pode ser compreendido dentro da atitude que refere as realidades aos valores (wertbeziehend), de que acima falamos. O direito é um facto ou fenômeno cultural, isto é, um facto referido a valores. O conceito de direito não pode pois ser determinado, nem definir-se, de outra maneira que não seja: o conjunto de dados da experiência que têm o “sentido” de pretenderem realizar a idéia de direito. O direito pode ser injusto (summum jus summa injuria) e contudo não deixa de ser direito, na medida em que o seu “sentido” vem a ser precisamente esse: o de realizar o justo”.
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