Top PDF Foucault: dificuldades encontradas pelos alunos do EJA no ensino-aprendizagem da matemática

Foucault: dificuldades encontradas pelos alunos do EJA no ensino-aprendizagem da matemática

Foucault: dificuldades encontradas pelos alunos do EJA no ensino-aprendizagem da matemática

Diversas discussões vêm sendo realizadas por professores acerca das dificuldades encontradas pelos alunos do programa Educação de Jovens e Adultos - EJA no processo de ensino e aprendizagem da matemática. Dessa forma, varias estratégias são elaboradas por professores de matemática com o foco de facilitar a aprendizagem dos alunos com dificuldades de aprendizagem. Assim, o presente estudo tem como objetivo central investigar as dificuldades encontradas pelos alunos da comunidade vila dos pescadores de compreender os conteúdos matemáticos. A etnomatematica é a ferramenta utilizada nessa pesquisa, por ter uma visão matemática voltada para a vivencia do aluno, preocupando-se em passar a disciplina de modo que o aluno se sinta inserido e possa fazer indagações e dessas surgirem construções educacionais. Utilizamos como instrumento metodológico uma entrevista semi-estruturada. Participaram desta pesquisa 11 alunos matriculados no EJA da referida comunidade. A pesquisa de campo foi realizada em junho de 2014. Os dados demonstraram que os alunos do EJA têm uma grande dificuldade de assimilar os conteúdos matemáticos com a sua prática diária, devido à má construção feita sobre a referida disciplina. Entendemos que por ser uma turma de jovens e adultos, temos uma grande diversidade na sala de aula, buscamos assuntos que a maioria possa entender e colocar no problema matemático o seu dia a dia, fazer com os alunos pesem, como a matemática esta inserida no seu trabalho? E de que forma? Como ela pode ser compreendida?
Mostrar mais

53 Ler mais

Ensino-aprendizagem de matemática: verificação da aprendizagem e do interesse dos alunos da EJA

Ensino-aprendizagem de matemática: verificação da aprendizagem e do interesse dos alunos da EJA

O presente trabalho foi desenvolvido com o interesse em verificar como a aprendizagem de Jovens e Adultos ocorre, qual a importância de se ensinar a Matemática do cotidiano para a modalidade EJA, abordando teoricamente métodos e técnicas que podem ser utilizados pelos professores de Matemática no processo de Ensino-aprendizagem e como lidar com as dificuldades encontradas. A pesquisa foi realizada por meio de elaboração e aplicação de questionários aos alunos de 9° ano da EJA. O questionário aplicado aborda a importância de conhecer melhor cada aluno, saber os motivos que fizeram escolher a modalidade EJA, o que fez com que abandonassem seus estudos no Ensino Regular, quais são seus interesses e expectativas para o futuro. A verificação da aprendizagem ocorreu através da observação, registros, avaliações diagnóstica, somativa e formativa, trabalhos e habilidade de expressar um tema oralmente. Por meio de análise dos dados coletados constatou-se que 41,23% dos alunos estão entre alunos que atingiram satisfatoriamente e parcialmente os objetivos, 8.25% dos alunos são evadidos, quase metade da sala não atingiu os objetivos proposto para o 1° bimestre, sendo que 31,96% dos alunos não são assíduos, logo pode-se considerar que apenas 18,56% dos alunos que são assíduos não atingiram as expectativas, ou por dificuldade e/ou por falta de interesse. Observou-se o quanto os aspectos sócio- histórico-cultural impacta na aprendizagem e o quanto isso se torna relevante para que o professor possa preparar suas aulas e tornar a aprendizagem significativa.
Mostrar mais

39 Ler mais

Uma proposta de modelagem matemática como estratégia de ensino-aprendizagem na EJA

Uma proposta de modelagem matemática como estratégia de ensino-aprendizagem na EJA

Educação de Jovens e Adultos. Essa modalidade de ensino foi escolhida devido à pouca disponibilidade de material didático diferenciado voltado às necessidades desse alunado, principalmente aqueles que estimulam o aprendizado de conceitos matemáticos e colocam o aluno como sujeito do seu processo de aprendizagem. A atividade, elaborada na forma de transposição didática, constitui-se nas etapas do planejamento da construção de uma casa: planta baixa, planta de cobertura e maquete (modelo matemático da casa real). A justificativa da escolha do tema apoia-se na sua abrangência, o que possibilita o desenvolvimento dos conteúdos programáticos da série em questão, e no interesse da maioria dos alunos, que sonham em construir sua própria casa. Este trabalho ainda serve como material de pesquisa para outros professores de matemática que desejarem abordar essa temática em suas aulas, uma vez que contempla várias sugestões de atividades. Os saberes escolares foram trabalhados na medida em que se desenvolviam as etapas do planejamento da construção de uma casa, funcionando como ferramentas na resolução de uma situação-problema. Assim, percebeu-se maior envolvimento dos alunos na busca do domínio dos conhecimentos matemáticos, pois vislumbrava-se uma aplicação prática imediata de interesse deles. Já os saberes técnicos relacionados ao tema da atividade passaram por uma transposição didática, retirados de suas origens ligadas a Arquitetura e Engenharia Civil e transformados em objetos de ensino. Nessa parte do trabalho, o professor atuou também como pesquisador, característica necessária quando se elabora uma atividade de modelagem matemática. Conclui-se que a aprendizagem dos conceitos matemáticos ocorreu satisfatoriamente por meio dessa atividade de modelagem, uma vez que todas as etapas planejadas foram concluídas com êxito pelos alunos.
Mostrar mais

99 Ler mais

UMA PROPOSTA DE MODELAGEM MATEMÁTICA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EJA

UMA PROPOSTA DE MODELAGEM MATEMÁTICA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EJA

Neste capítulo será apresentada a primeira etapa da atividade de modelagem matemática proposta aos alunos, buscando atingir um dos principais objetivos estabelecidos para este trabalho, que é dar maior significado aos conteúdos matemáticos ensinados no âmbito da educação de jovens e adultos, fazendo com que os estudantes passam a ser atores ativos de seu processo de aprendizagem. O contexto escolhido para o trabalho contempla, essencialmente, a elaboração da planta baixa, planta de cobertura e maquete de uma casa. Em geral, a realização de uma atividade de modelagem matemática demanda muito tempo do planejamento da aula, o que, talvez, seja uma das justificativas de a maioria dos docentes optar pelo modelo tradicional de apenas explorar contextos escolares, presentes nos livros didáticos. Desse modo, decidiu-se trazer para este capítulo um material, fruto de objeto de investigação e estudo deste pesquisador, que servirá de apoio aos professores de Matemática que desejarem explorar conteúdos matemáticos por meio da participação ativa dos estudantes, envolvendo-os em um contexto prático de modelagem relacionada a algumas etapas do processo de planejamento da construção de uma casa simples. A pesquisa foi realizada em livros de desenho técnico e arquitetônico, normas da ABNT e sites especializados em construção de casas.
Mostrar mais

99 Ler mais

As dificuldades de ensino aprendizagem na Matemática: Soluções significativas para o processo ensino aprendizagem

As dificuldades de ensino aprendizagem na Matemática: Soluções significativas para o processo ensino aprendizagem

Este trabalho de conclusão de curso trata das dificuldades de ensino-aprendizagem na matemática e soluções significativas para sanar as deficiências do processo ensino- aprendizagem. O trabalho foi desenvolvido através de estudos bibliográficos, livros e observações em salas de aula. Alguns problemas tradicionais foram registrados e identificados como: a má formação de professores, grande quantidades de cálculos sem nenhuma contextualização, aprendizagem, a avaliação e dificuldades dos alunos e entre outras. Todos os itens foram estudados e analisados cuidadosamente, para que pudesse esclarecer e descobrir alternativas para soluções significativas tanto no ensino como na aprendizagem. Após, definir tais características, as soluções significativas entram em ação para diminuir e/ou cessar as dificuldades encontradas junto aos professores e alunos. Em decorrência, o procedimento da prática matemática em nossas escolas é inábil. O ensino da matemática não segue o mesmo ritmo que as necessidades sociais. Os professores renunciam suas profissões por causa de salários baixos e a falta de apoio do governo, os alunos abandonam os estudos e, além disto, são reprovados em massa, os livros não são mais os mesmo nesta era tecnológica, os alunos não possui senso crítico em seus estudos e levam o ensino aprendizado da matemática como algo superficial. Bons salários e apoio é o digno, o esperado, mas precisamos ser otimistas, pregadores do ensino, da maneira de como disseminar o bom conhecimento da disciplina. Muitas tentativas são elaboradas em relação a um melhor ensino aprendizado, mas, se o professor não procurar vínculos e não buscar ser gestor do seu próprio “EU”, e não se deixar levar pelas armadilhas da mente, jamais conseguirá êxito no seu propósito final.
Mostrar mais

44 Ler mais

MÍDIAS DIGITAIS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: Uso do Software GeoGebra com alunos da EJA

MÍDIAS DIGITAIS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: Uso do Software GeoGebra com alunos da EJA

O presente trabalho trata-se de um estudo acerca da inclusão da tecnologia e da informática na educação, dando ênfase aos softwares educativos como parte do processo de ensino-aprendizagem, e à capacidade de influência que esses softwares exercem no processo de aprendizagem e no raciocínio matemático. Assim, pretendeu-se incentivar professores a utilizar as mídias da educação; facilitar o processo de aprendizagem da disciplina de Matemática, avaliar a aceitação da ferramenta por alunos e avaliar a aprendizagem através do mesmo. Não há dúvida de que os recursos computacionais, como os aplicativos dinâmicos de matemática como o Software GeoGebra, permite-nos compreender de forma clara e objetiva uma série de conteúdos, dentre eles: geometrias plana, analítica e espacial; superfícies quádricas; seções cônicas; gráficos de funções polinomiais.
Mostrar mais

30 Ler mais

O processo avaliativo na aprendizagem de alunos do Ensino Fundamental (EJA) dos alunos privados de liberdade

O processo avaliativo na aprendizagem de alunos do Ensino Fundamental (EJA) dos alunos privados de liberdade

A finalidade deste trabalho é investigar as dificuldades encontradas pelo professor no processo de avaliação no âmbito do Ensino Fundamental (EJA),no Centro Educacional Cardeal Aloísio Lorscheider, instituição que abriga com adolescentes em conflito com a lei. Justifica-se a escolha deste tema o intuito de que o processo avaliativo leve os educadores a refletirem sobre a sua atuação na prática docente e na busca do rendimento escolar desejado. Avaliar não é tarefa fácil nem tampouco se caracteriza por ser um momento estanque no processo de ensino e aprendizagem. O ato de avaliar vem sempre acompanhado por dificuldades, desafios e conflitos. As concepções do processo avaliativo anunciadas pelos autores referidos no trabalho aqui desenvolvido, tais como: Santana (1995), Hoffman (1996), Saul(1998), os PCN’s(1997), Gadotti(1997) e outros, favoreceram à conclusão de que a avaliação constitui o caminho que se dispõe a procurar o real sentido que tem a escola, suas propostas e perspectivas, visando analisar o sistema educacional no seu contexto geral e, em específico ,analisar o processo ensino-aprendizagem no que diz respeito aos alunos em privação de liberdade.No processo avaliativo escolar, principalmente nos centros educacionais, a afetividade do educador deve ser ressaltada. Quer queira ou não, a avaliação envolve a simpatia pelo aluno ou, ao contrário, a repulsa por ele.
Mostrar mais

57 Ler mais

Leitura e escrita no processo de ensino e aprendizagem dos alunos da EJA

Leitura e escrita no processo de ensino e aprendizagem dos alunos da EJA

Buscar alternativas para minimizar as dificuldades dos alunos é necessário, pois cotidianamente acontecem situações em sala de aula que desafiam o professor. Sendo assim, é importante lançar mão de vários recursos didáticos, bem como, buscar a ajuda de outros profissionais da escola ou técnicos para melhorar suas práticas educativas e, assim, superar as dificuldades encontradas pelos alunos, ajudando-os a desenvolver as habilidades de ler e escrever com competência para fazer uso em suas vidas e não apenas para aprovação escolar. A professora que leciona para estes jovens e adultos possui em sua formação acadêmica graduação em pedagogia, pós-graduação em supervisão e orientação educacional, cursos de formação continuada oferecidos pelo órgão estadual para o qual trabalha que favorecem um conhecimento atualizado para sua formação profissional e ajuda no desenvolvimento da sua prática pedagógica, oportunizando assim aos alunos condições melhores na aquisição e desenvolvimento dos conhecimentos necessários a sua formação acadêmica, social e cultural.
Mostrar mais

47 Ler mais

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA DOS ALUNOS INGRESSANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR UMA INCLUSÃO RECORRENTE

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA DOS ALUNOS INGRESSANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR UMA INCLUSÃO RECORRENTE

ingressarem na Educação Superior, nas disciplinas de Matemática. Várias são as sugestões encontradas para que os professores possam fazer uso em sala de aula;dentre elas, destacam-se: correlacionar as atividades em sala de aula com o cotidiano profissional do aluno; produzir ambientes pedagógicos centrados em temas profissionais, fazendo uso das tecnologias; utilizar os erros cometidos pelos alunos como uma ferramenta capaz de indicar quais são suas dificuldades; contextualizar o ensino de Geometria; realizar atividades exploratório- investigativas; empregar o livro didático e elaborar listas de exercícios e problemas diferenciados para cada nível de dificuldade.
Mostrar mais

12 Ler mais

Desafios no ensino da matemática na EJA

Desafios no ensino da matemática na EJA

Introdução: Este trabalho aborda o ensino da Matemática a partir das dificuldades apresentadas na sistematização da mesma, em vários níveis de ensino, pelos alunos de uma sala de “reforço” na modalidade Educação de Jovens e Adultos - EJA, na Escola Municipal Celeste Calil, em um bairro periférico do município de Rio Claro – SP (Jardim Novo Wenzel). Dessa forma, partiu-se para a busca de referenciais que abordassem a prática de jogos, na busca de se amenizar o presente quadro, visto que, de acordo com FONSECA (2002), lidamos na EJA com estudantes para quem a volta aos estudos é uma opção adulta, mas é também uma luta pessoal, muitas vezes penosa, árdua e que necessita por isso se justificar a cada dificuldade e conquista. Objetivos: Estimular a capacidade lógica, raciocínio rápido, desenvolver estratégias, integrar os alunos, diminuir bloqueios apresentados ao longo da vida escolar, mostrando que a matemática pode ser aprendida mais facilmente e de forma descontraída. De acordo com Miguel (2005): Pensar a educação matemática na EJA como comunicação entre quem ensina e quem aprende implica em situar-se numa perspectiva de intersubjetividade e de negociação de significados cujo resultado é a compreensão e o meio para desenvolvê-la é o diálogo. (p.12-13) Métodos: Tendo como base a pesquisa qualitativa, iniciamos o trabalho de campo na escola com os jogos, onde mesmo já tendo conosco alguma indução sobre os resultados que poderiam ser encontrados (melhorias no ensino e na aquisição de conhecimentos e na sistematização da matemática), sabíamos que, de acordo com Bogdan & Biklen (1999) nossos papéis, enquanto investigadoras não consiste em modificar pontos de vista, mas, antes de tudo, compreender os pontos de vista dos sujeitos que envolvem a pesquisa e as razões que os levam a assumi-los. Resultados: Durante todo o trabalho, percebeu- se que o jogo possibilita que alunos com dificuldades nos conteúdos e na sistematização da Matemática consigam ultrapassar seus limites e sintam-se mais motivados com relação à disciplina, pois “jogar não é estudar nem trabalhar, porque jogando, o aluno aprende, sobretudo, a conhecer e compreender o mundo social que o rodeia.” (MOURA, 1991). Assim, a matemática que antes era vista como uma das maiores dificuldades pelos alunos, com os jogos começou a ser vista como uma alternativa a essa ideia da “matemática para poucos”. Nota-se dessa forma que, dentro do jogo, “ao mesmo tempo em que estes alunos falam Matemática, apresentam também um melhor desempenho e atitudes mais positivas frente a seus processos de aprendizagem.” (BORIN, 1996, p. 9).
Mostrar mais

1 Ler mais

AS DIFICULDADES DE INTERPRETAÇÃO DE ENUNCIADOS POR ALUNOS DA EJA: REFLEXÃO E DESAFIOS PARA O PROFESSOR

AS DIFICULDADES DE INTERPRETAÇÃO DE ENUNCIADOS POR ALUNOS DA EJA: REFLEXÃO E DESAFIOS PARA O PROFESSOR

A realidade que encontramos no atual cenário educacional é que, não obstante a Educação de Jovens e Adultos obteve avanços ao longo de sua história e apesar de ter conquistado garantias instituídas por lei, o seu cumprimento não ocorre efetivamente, pois, as instituições não têm oferecido um ambiente propício para a aprendizagem e permanência desses alunos, os recursos didáticos utilizados na aula são escassos, não há materiais específicos para esse público e os conteúdos trabalhados não são contextualizados com a realidade dos alunos. Com isso, as dificuldades encontradas são muitas –não só com relação à leitura e interpretação de dados e enunciados, mas em todo o processo de ensino e aprendizagem – e acabam por provocar um alto índice de evasão, e o desenvolvimento desses sujeitos fica aquém das suas expectativas e da proposta da EJA.
Mostrar mais

6 Ler mais

A EJA E AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS: IMPLICAÇÕES ENCONTRADAS NO SISTEMA PRISIONAL

A EJA E AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS: IMPLICAÇÕES ENCONTRADAS NO SISTEMA PRISIONAL

A educação prisional busca o fortalecimento da cidadania na perspecti va dos direitos humanos, haja vista que o direito à educação para os jovens e adultos em situação de priva- ção de liberdade é direito essencial, que busca incluir esses sujeitos, pois “a reclusão coloca essas pessoas numa dimensão excludente do sistema social e, de certa forma, passam a ter outro ti po de socialização: tornam-se um grupo deixam de carregar seus nomes e passam a ser chamados de presos” (MARTINS; FRAGA; LAWALL, 2018, p.14). Esses sujeitos perderam suas identi dades, e, portanto, precisarão recuperá-las para serem reinseridos ao seio da sociedade. Todavia, “a educação no cárcere no Brasil é marcada pela situação de invisibilidade” (MARTINS; FRAGA; LAWALL, 2018, p.22). Se essa educação for deixada de lado, como será possível incluir novamente esses sujeitos na nossa sociedade? Por isso “[...] exclusão e inclu- são não são conceitos que se auto defi nem e ensino também não possui senti do homogêneo porque depende do mirante de onde se olha, da perspecti va que assumimos, do conhecimento da História, das expressões culturais e do poder” (PADILHA, 2009, p.14). Embora a lei seja uma medida de proteção aos direitos do cidadão e em seu escopo defi na a educação como direito de todos, nossa sociedade é marcada pela contradição entre o real e o prescrito. Parti ndo desse precedente, vivemos “[...] entre uma “educação” para a “domesti cação”, para a aliena- ção, e uma educação para a liberdade. “Educação” para o homem-objeto ou educação para o homem-sujeito” (FREIRE, 1967, p. 36).
Mostrar mais

10 Ler mais

Dificuldades de aprendizagem no ensino da matemática e o uso das novas tecnologias

Dificuldades de aprendizagem no ensino da matemática e o uso das novas tecnologias

Esse ideal e aspiração dos adultos torna-se mesmo mais fácil de aprender exatamente quando assistimos a sua transmissão pela obra educacional, isto é, pelo trabalho a que a sociedade se entrega para educar seus filhos. A questão primordial das finalidades da educação gira, pois, em torno de uma concepção da vida, de um ideal, a que devem conformar-se os educandos, e que uns consideram abstrato e absoluto, e outros, concreto e relativo, variável no tempo e no espaço. Mas, o exame, num longo olhar para o passado, da evolução da educação através de diferentes civilizações, no ensino que o “conteúdo real desse ideal” variou sempre de acordo com a estrutura e as tendências sociais da época, extraindo sua vitalidade, assim como sua força inspiradora, da própria natureza da realidade social.
Mostrar mais

93 Ler mais

Dificuldades para o ensino e aprendizagem da matemática: a realidade em salas de aula

Dificuldades para o ensino e aprendizagem da matemática: a realidade em salas de aula

Quanto à distribuição dos pesquisados por idade, o Gráfico 2 demonstra que os alunos pertenciam à faixa etária de 14 a 18 anos, sendo que a maioria (54%) possuía 15 anos à época da aplicação da pesquisa. Por se tratar de jovens adolescentes, entende-se que esta faixa etária implica na necessidade de incentivos para que o aluno possa ter foco nos estudos, visto que na adolescência/juventude são grandes as ofertas tentadoras que desviam a atenção. Para Oliveira (2011), uma dessas ofertas é a própria tecnologia, que alterou os meios de comunicação, as formas de socialização etc., e que nesta evolução o ensino e a aprendizagem formais ficaram em situação paradoxal: por um lado, o acesso à informação é fácil, relativamente barato, razoavelmente universal e ocorre de forma quase instantânea; por outro lado, os conteúdos formais das disciplinas escolares ficam diluídos e perdem significados relativos. Desta forma, os alunos nesta idade frequentemente optam pelo fácil, que é encontrar o que precisam na Internet, em detrimento de buscar aprender e a resolver problemas matemáticos usando o raciocínio lógico independente de macetes e tecnologias.
Mostrar mais

35 Ler mais

Matemática: como superar as dificuldades de aprendizagem

Matemática: como superar as dificuldades de aprendizagem

Visto que os problemas relacionados ao aprendizado da matemática são globais e estão presentes em todos os níveis escolares, diversas hipóteses são levantadas para compreender e buscar soluções que minimizem os problemas, que vão desde reprovas, até ao afastamento dos alunos das escolas. Refletir sobre o aprendizado e as possíveis causas das dificuldades enfrentadas pelos alunos podem contribuir por meio das respostas extraídas dos mesmos, para minimização dessas dificuldades e contribuir com todos aqueles profissionais que direta ou indiretamente estão envolvidos com o ensino da matemática. Desde o momento em que o aluno inicia sua vida escolar ele já traz de casa um preconceito formado de que a matemática é difícil e que não gostam da disciplina. Um mito que vem sendo perpetuado a gerações prejudicando a aprendizagem e desempenho dos alunos no decorrer de suas vidas.
Mostrar mais

38 Ler mais

A aprendizagem cooperativa em alunos com dificuldades de aprendizagem

A aprendizagem cooperativa em alunos com dificuldades de aprendizagem

81 Estes alunos foram experimentando vários grupos, noutros tipos de atividades ou contextos. Nomeadamente, a utilização da aprendizagem cooperativa na expressão plástica, por exemplo na construção de um objeto; jogos e atividades realizados na educação física e no recreio; na biblioteca, nas atividades referentes à semana da leitura e observou-se uma repetição dos comportamentos nas diferentes situações: são alunos que gostam de se destacar do grupo, gostam de falar mais alto, querem que os oiçam quando eles falam, mas nem sempre tomam atenção quando os outros estão a falar; não mostram grande preocupação com as opiniões dos colegas nem aceitam muito bem as suas sugestões; culpabilizam os outros mas não assumem que também participaram na brincadeira que correu mal; não aceitam quando não ganham nos jogos; quando confrontados “amuam” e, por vezes, tornam-se agressivos se forem contrariados. Relativamente a esta questão Minicucci (1997) refere que há indivíduos que não se adaptam a este tipo de estratégia, por questões de temperamento ou por rejeição do grupo, em função da tarefa ou do processo de liderança. Este autor aponta alguns comportamentos que podem ser observados nestes casos, como por exemplo: rejeição da tarefa, rejeição da liderança, agressividade, autoritarismo enquanto líderes, falta de empatia, incapacidade de se perceber a si mesmo ou aos outros e supervalorização do “eu”.
Mostrar mais

184 Ler mais

A relação professor-aluno e o processo de ensino-aprendizagem dos alunos com dificuldades de aprendizagem

A relação professor-aluno e o processo de ensino-aprendizagem dos alunos com dificuldades de aprendizagem

O professor desempenha um importante papel na vida de seus alunos como mediador do conhecimento, no entanto, às vezes em sua trajetória encontra crianças com dificuldades de aprendizagem. Considerando essa situação, propomos uma reflexão. Assim, o presente trabalho tem por objetivo geral refletir sobre as práticas desenvolvidas pelos professores para identificar as dificuldades de aprendizagem dos discentes. Quanto aos objetivos específicos, pretendeu-se: analisar as contribuições da relação professor-aluno no processo de ensino-aprendizagem; compreender a definição de dificuldades de aprendizagem; identificar quais estratégias o professor utiliza para identificar as dificuldades dos alunos e relacionar as referências que subsidiam suas escolhas. A metodologia de caracterizou como sendo de cunho qualitativo, cujos sujeitos foram professores da rede pública municipal da cidade de Caicó, os quais lecionam do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Nos resultados, constatou-se que, para chegar ao diagnóstico dos alunos com dificuldades de aprendizagem, são realizadas observações, sondagens e conversas com eles e famílias, todavia, destaca-se um fator relevante para o diagnóstico, a convivência, que se coloca como elemento intimamente ligado a afetividade. Com base no exposto, faz-se importante salientar que, que nem sempre as dificuldades de aprendizagem estão diretamente ligadas a algum distúrbio ou transtorno que impossibilita o desenvolvimento da criança, mas sim na forma de o professor ensinar, seus planejamentos e objetivos de aula, os métodos e estratégias de ensino utilizadas pelo mesmos em sala de aula, entre outros aspectos.
Mostrar mais

40 Ler mais

Relação entre a matemática e a culinária no ensino dos alunos do EJA da APAE de Cantagalo - PR

Relação entre a matemática e a culinária no ensino dos alunos do EJA da APAE de Cantagalo - PR

O (a) Sr(a). está sendo convidado(a) para participar, como voluntário, em uma pesquisa cujo objetivo é promover a inclusão social dos educandos EJA- fase 1, matriculados na APAE de Cantagalo através de atividades lúdicas de matemática relacionadas ao seu contexto social. Após ser esclarecido (a) sobre as informações a seguir, no caso de aceitar fazer parte do estudo, assine no final deste documento, que está em duas vias. Uma delas é sua e outra é do pesquisador. Você poderá se retirar da pesquisa a qualquer momento, sem qualquer prejuízo ou represália. Caso o (a) senhor(a) tenha dúvidas ou necessite de maiores esclarecimentos pode contatar o pesquisador ou procurar o CEP/UFFS – Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal da Fronteira Sul.Endereço: Rodovia SC 484 Km 02, Fronteira Sul - Bloco da Biblioteca - sala 310, 3° andar, Área rural, Chapecó, SC, Fone: (49) 2049-3745 e-mail:cep.uffs@uffs.edu.br
Mostrar mais

63 Ler mais

As Dificuldades de aprendizagem da matemática e sua relação com a matofobia

As Dificuldades de aprendizagem da matemática e sua relação com a matofobia

D‟ Ambrósio (2002, p.1) afirma que “[...] há algo errado com a Matemática que estamos ensinando. O conteúdo que tentamos passar adiante através dos sistemas escolares é obsoleto, desinteressante e inútil”. As palavras deste autor evidenciam a necessidade de se abandonar o tradicionalismo, isto é, a visão da Matemática como disciplina que desperta ansiedade e medo em crianças, jovens e adultos, e, por conseguinte a Matofobia, além de apresentar o maior índice de reprovação nas escolas. Evidencia, também, a urgência de uma reflexão acerca de novas estratégias pedagógicas que contribuam para a facilitação do processo de ensino- aprendizagem dessa disciplina, ao mesmo tempo em que estimule nos alunos o pensamento independente, o que lhes permitirá a utilização de recursos e instrumentos úteis no seu cotidiano.
Mostrar mais

59 Ler mais

Show all 10000 documents...