Top PDF Fraude à execução: reflexos da súmula nº 375 do STJ

Fraude à execução: reflexos da súmula nº 375 do STJ

Fraude à execução: reflexos da súmula nº 375 do STJ

5. Aquele que não adquire do penhorado não fica sujeito à fraude in re ipsa, senão pelo conhecimento erga omnes produzido pelo registro da penhora. Sobre o tema, sustentamos:"Hodiernamente, a lei exige o registro da penhora, quando imóvel o bem transcrito. A novel exigência visa à proteção do terceiro de boa-fé, e não é ato essencial à formalização da constrição judicial; por isso o registro não cria prioridade na fase de pagamento. Entretanto, a moderna exigência do registro altera a tradicional concepção da fraude de execução; razão pela qual, somente a alienação posterior ao registro é que caracteriza a figura em exame. Trata-se de uma execução criada pela própria lei, sem que se possa argumentar que a execução em si seja uma demanda capaz de reduzir o devedor à insolvência e, por isso, a hipótese estaria enquadrada no inciso II do art. 593 do CPC. A referida exegese esbarraria na inequívoca ratio legis que exsurgiu com o nítido objetivo de proteger terceiros adquirentes. Assim, não se pode mais afirmar que quem compra do penhorado o faz em fraude de execução. 'É preciso verificar se a aquisição precedeu ou sucedeu o registro da penhora'. Neste passo, a reforma consagrou, no nosso sistema, aquilo que de há muito se preconiza nos nossos matizes europeus."(Curso de Direito Processual Civil, Luiz Fux, 2ª Ed., pp. 1298/1299).
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FRAUDE À EXECUÇÃO E O TERCEIRO ADQUIRENTE  Bárbara Altoé Puppin

FRAUDE À EXECUÇÃO E O TERCEIRO ADQUIRENTE Bárbara Altoé Puppin

se sistematizou na jurisprudência e na doutrina sob a vigência do CPC/1973 acabou se tornando grande obstáculo (mais um) à efetividade da tutela judicial da responsabilidade patrimonial, na medida em que, via de regra, tem sido atribuído ao exequente o diabólico ônus da prova relativo à má-fé do terceiro adquirente, o que se mostra, via de regra, incompatível com a aptidão do exequente para sua produção, deixando o terceiro (e mais ainda o executado) em posição confortável, sem que tenha que copa rticipar dessa apuração”. Inclusive porque: “A impropriedade da atribuição de ônus da prova ao exequente nesses casos é tão evidente e clara que em nenhum dos precedentes que deram origem ao enunciado da Súmula 375 do STJ houve reconhecimento de fraude à execução” (RODRIGUES, M.; LIMA, 2016).
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Da Fraude à Execução na Alienação Imobiliária:  uma análise da Súmula 375 do STJ

Da Fraude à Execução na Alienação Imobiliária: uma análise da Súmula 375 do STJ

Resumo: O artigo apresenta um estudo sobre a fraude à execução, traçando uma análise entre a Súmula 375 do STJ e a Lei 13.097/2014, fruto da Medida Provisória 656/2014, bem como, propõe em um primeiro momento, a abordagem da responsabilidade patrimonial, traçando seu conceito e as principais características do referido instituto, bem como as obrigações dela decorrente. Em um segundo momento, o presente estudo aborda o instituto da Fraude à Execução, traçando uma distinção conceitual entre Fraude a Credores e Fraude à Execução, estabelecendo um paralelo com o instituto da Boa-fé e sua prova na configuração da Fraude. Por fim, e em um último momento, abordamos especificamente a Fraude à Execução na alienação imobiliária, realizando um comparativo entre o CPC de 1973 e o NCPC de 2015 com a abordagem das introduções trazidas pelo art. 792 do Novo Código. Palavras-chave: Fraude à Execução; Súmula 375 do STJ; Boa-fé; Alienação imobiliária.
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Da fraude à execução civil

Da fraude à execução civil

Contudo, com o julgamento do citado recurso da fazenda nacional, destacado como representativo de controvérsia, a primeira seção do STJ alterou o entendimento a respeito do tema, consignando que a súmula 375 da corte não mais se aplica às execuções fiscais. Isto quer dizer que doravante a boa-fé do terceiro adquirente ou a ausência de registro de penhora não elidem a fraude à execução fiscal, que para caracterizar-se exige tão-somente a alienação ou oneração de bens ou rendas, ou seu começo, pelo sujeito passivo por quantia inscrita em dívida ativa, sem a reserva de meios para quitação do débito. (presunção jure et de jure).
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Fraude à execução: novos contornos legislativos e a súmula nº 375 do Superior Tribunal de Justiça

Fraude à execução: novos contornos legislativos e a súmula nº 375 do Superior Tribunal de Justiça

a) ao exigir o registro da penhora como requisito para a configuração da fraude de execução, faz crer que essa fraude só seria configurável na pendência do processo ou fase executiva, e, ainda mais, com penhora realizada; b) ao aludir à má-fé do adquirente, parece exigir que para a fraude de execução esteja também presente o consilium fraudis. Esse conluio é inerente à fraude contra credores e não à fraude de execução e a preexistência de uma penhora caracteriza outra espécie de fraude, que torna ineficaz a insolvência a alienação independentemente do requisito da insolvência. É porém razoável entender que, ao falar em má-fé, aquela Súmula está aludindo simplesmente ao conhecimento, pelo adquirente, da pendência processual – quer seja ela cognitiva ou executiva; e que o registro da penhora serve somente para a dispensa dessa prova. Esse entendimento é apoiado por um dos precedentes da Súmula n. 375, no qual se diz que, “sem o registro da penhora, o reconhecimento de
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A fraude Intracomunitária ao IVA nas vertentes fraude carrossel e fraude na aquisição

A fraude Intracomunitária ao IVA nas vertentes fraude carrossel e fraude na aquisição

O objectivo da fraude intracomunitária ao IVA nas vertentes fraude carrossel e fraude na aquisição é a apropriação ilegítima do IVA, ou seja, o que os vários operadores pretendem é simplesmente o reembolso do IVA. A actividade desenvolvida por estes operadores não tem qualquer racionalidade económica, não há interesse algum na obtenção do lucro à conta de uma regular actividade comercial, embora aparentam ter uma efectiva e real actividade comercial e pretendem que o lucro provenha dessa actividade. Repetidamente eles compram a mercadoria a um preço e revendem abaixo do preço de custo. Investem na aquisição de bens, forjam transportes dos bens e suportam os custos com o único intuito de obter o reembolso do IVA. Outro aspecto comum é a utilização por parte dos operadores fraudulentos da mesma instituição bancária. Os criminosos utilizam frequentemente contas com o banco offshore, facilitando assim a transferência de dinheiro e diminuição de ocorrência de erros e manutenção do segredo, permitindo que os comerciantes possam transferir dinheiro online, e possam operar o sistema a partir de seu próprio computador, em qualquer lugar do mundo 30 .
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A PRESCRIÇÃO VIRTUAL NO PROCESSO PENAL E A SÚMULA nº 438 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

A PRESCRIÇÃO VIRTUAL NO PROCESSO PENAL E A SÚMULA nº 438 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Admitir a prescrição virtual importa em coroar um modelo de processo penal mais adequado às contingências cotidianas, que dê maior importância às condutas que realmente desafiam a paz social. E esse juízo acerca da importância da conduta, que deve ser feito pelo operador do Direito, no caso concreto, como meio ao reconhecimento da prescrição virtual, nada tem de inconstitucional ou ilegal. Afinal de contas, se é possível ao magistrado fazer juízo de valor acerca da afronta do crime à ordem pública, para decidir acerca da prisão preventiva (artigo 312 do CPP), também é possível que o mesmo valore a necessidade ou não do processo penal, como meio ao reconhecimento da prescrição virtual. Continua sendo vedado, no entanto, utilizar juízo de valor em nítido desfavor do acusado quando não há qualquer prescrição legal no mesmo sentido, como é o caso da fixação, na sentença, de regime mais gravoso à pena privativa de liberdade – e, nesse sentido, bem vai a Súmula 719 do STF.
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Soluções à  da ausência de prazo máximo de duração das medidas de segurança e a súmula 527 do STJ  Carolina Sabbag Salotti, Hilbert Reis Silva

Soluções à da ausência de prazo máximo de duração das medidas de segurança e a súmula 527 do STJ Carolina Sabbag Salotti, Hilbert Reis Silva

A ideia de humanização das penas criminais tem sido uma reivindicação constante no perpassar evolutivo do Direito Penal. Das penas de morte e corporais, passa-se, de modo progressivo, às penas privativas de liberdade e destas às penas alternativas (v.g. multa, prestação de serviços à comunidade, interdição temporária de direitos, limitação de fim de semana). Em um Estado de Direito democrático veda-se a criação, a aplicação ou a execução de pena, bem como de qualquer outra medida que atentar contra a dignidade humana (v.g. tratamento desumano ou degradante). Apresenta-se como uma diretriz garantidora de ordem material e restritiva da lei penal, verdadeira salvaguarda da dignidade pessoal, relacionando-se de forma estreita com os princípios da culpabilidade e da igualdade. (LOPES, 1999, p.102).
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DIREITO PROCESSUAL CONSTITUCIONAL E CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS SOBRE A SÚMULA VINCULANTE Nº. 5

DIREITO PROCESSUAL CONSTITUCIONAL E CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS SOBRE A SÚMULA VINCULANTE Nº. 5

A presente pesquisa caracteriza-se pela conceituação de paradigma, passando pelos três paradigmas na história do direito: o Estado Liberal, o Estado Social, e o Estado Democrático de Direito. Em seguida há uma exposição da evolução histórica das teorias do processo, passando pela teoria do processo como contrato, do quase-contrato, relação jurídica, situação jurídica, processo como instituição, processo como procedimento em contraditório, constitucionalista do processo e por fim a neo-institucionalista do processo, que aqui defendemos. Destacam-se também os princípios institutivos do processo, que são decorrentes do devido processo legal quais sejam: isonomia, contraditório e ampla defesa, este último abrangendo a obrigatoriedade da defesa técnica. Por último, defende-se a inconstitucionalidade da súmula vinculante . 05 face ao processo administrativo pós-moderno, considerando o princípio da ampla defesa na sua plenitude, abrangendo o direito constitucional ao advogado, como profissional indispensável à administração da justiça.
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FRAUDE À EXECUÇÃO NO CURSO DA DEMANDA E A IMPORTÂNCIA DO ASPECTO SUBJETIVO  Cecília Rodrigues Frutuoso Hildebrand

FRAUDE À EXECUÇÃO NO CURSO DA DEMANDA E A IMPORTÂNCIA DO ASPECTO SUBJETIVO Cecília Rodrigues Frutuoso Hildebrand

A fraude à execução é um instituto de grande relevância para o direito porque diz respeito especificamente à efetivação da tutela jurisdicional. Este trabalho abordará a discussão doutrinária e jurisprudencial levada a efeito especialmente no que se refere à fraude decretada no curso da demanda, por ser esta a hipótese de maior recorrência nas relações jurídicas. Será também abordada a ausência de normas processuais disciplinando a matéria e as consequências advindas dessa omissão legislativa. Por fim, será realizada também uma análise da redação dos artigos relacionados ao assunto no Projeto do Novo Código de Processo Civil e no Código aprovado em 2015.
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SÚMULA 231 DO STJ REVISITADA SOB UM ENFOQUE PENAL GARANTISTA E DEMOCRÁTICO  Antonio José Franco de Souza Pêcego

SÚMULA 231 DO STJ REVISITADA SOB UM ENFOQUE PENAL GARANTISTA E DEMOCRÁTICO Antonio José Franco de Souza Pêcego

Para exercermos um senso jurídico crítico que justifique a sua revisitação, como em outras súmulas já ocorreram ao longo do tempo, necessário se faz, em face das implicações que a aplicação desta súmula ocasiona, utilizarmos nesta pequena pesquisa o raciocínio hipotético-dedutivo como principal, trabalhando com o procedimento racional que transita do geral para o particular, assim como com o procedimento experimental como sua condição fundante, modelo metodológico atribuído a Karl Popper que o desenvolveu nas suas obras A lógica da pesquisa científica (1934) e Conjecturas e refutações (1963).
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FRAUDE À EXECUÇÃO NO CPC/2015: atribuição do ônus da prova ao terceiro adquirente

FRAUDE À EXECUÇÃO NO CPC/2015: atribuição do ônus da prova ao terceiro adquirente

O escopo do presente trabalho é o estudo da distribuição do ônus de provar a boa ou a má-fé do terceiro adquirente de bem em fraude à execução, a partir da nova perspectiva trazida pelo Código de Processo Civil de 2015. Para tanto, utiliza-se o método de procedimento monográfico. O método de abordagem adotado é o dedutivo e a técnica de documentação é a indireta, feita por meio de pesquisa bibliográfica e legislativa. O estudo é estruturado em três partes: (i) o ônus da prova; (ii) a fraude na execução; e (iii) a distribuição do ônus da prova na fraude à execução. As duas primeiras partes, por serem essencialmente teóricas, servem como alicerce para a construção da terceira. No primeiro assunto, realiza-se a apresentação do instituto do ônus da prova, mediante sua conceituação, suas dimensões (objetiva e subjetiva) e, também, das suas diferentes formas de distribuição (legal, convencional e dinâmica). No segundo assunto, analisa-se o instituto da fraude à execução: parte-se da identificação do princípio da responsabilidade patrimonial e dos pontos dissonantes entre a fraude à execução e a fraude contra credores; segue-se com os requisitos da fraude à execução: litispendência e frustação dos meios executórios; e conclui-se com a elucidação das tipificações da fraude à execução. Com isso, na terceira e última parte do estudo, apresenta-se as diferentes correntes que permeiam o tema, por meio de um breve percurso histórico da legislação e da jurisprudência brasileira até o CPC/2015. E, ao final, após discorrer-se sobre todas as nuances que envolvem a problemática da distribuição do ônus de provar a boa ou a má-fé do terceiro adquirente, apresenta-se uma solução para a controvérsia, de modo a retomar a efetividade do instituto da fraude à execução, conferindo segurança jurídica ao exequente e ao terceiro adquirente de boa- fé.
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O fim da Súmula nº 339 do STF: pela devida aplicação do princípio da isonomia

O fim da Súmula nº 339 do STF: pela devida aplicação do princípio da isonomia

Revista do Programa de Pós-graduação do Instituto de Direito Romeu Felipe Bacellar (Instituição de Pesquisa especialmente credenciada pelo Ministério da Educação – Portaria 2.012/06), em convênio com o Instituto Paranaense de Direito Administrativo (entidade associativa de âmbito regional filiada ao Instituto Brasileiro de Direito Administrativo). A linha editorial da A&C – Revista de Direito Administrativo & Constitucional segue as diretrizes do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Direito Romeu Felipe Bacellar em convênio com o Instituto Paranaense de Direito Administrativo. Procura divulgar as pesquisas desenvolvidas na área de Direito Constitucional e de Direito Administrativo, com foco na questão da efetividade dos seus institutos não só no Brasil como no direito comparado, com ênfase na questão da interação e efetividade dos seus institutos, notadamente América Latina e países europeus de cultura latina. A publicação é decidida com base em pareceres, respeitando-se o anonimato tanto do autor quanto dos pareceristas (sistema double-blind peer review).
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EXE INF 375 Diogo Martins

EXE INF 375 Diogo Martins

Desta análise conclui-se que, durante a 1ª Guerra Mundial, apesar dos esforços feitos para que o apoio logístico fosse capaz de assistir a todos os pedidos efetuados pelas f[r]

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Súmula vinculada: uma análise hermenêutica da súmula vinculante

Súmula vinculada: uma análise hermenêutica da súmula vinculante

qual, em verdade, é lacrado por seus próprios princípios e regras, os quais não obstante buscam fornecer uma maior liberdade de interpretação em cada caso “concreto”, estão em uma constante peleja ao limitarem-se uns aos outros. O ordenamento, então, assume a forma de uma pequena estufa de plantas, a qual a despeito de sua cultura possuir todo um potencial de expandir-se e alcançar alturas superiores, resta bloqueada pelas paredes do próprio sistema que lhe alimenta e garante a sua subsistência. O princípio da legalidade, muito embora não se negue a sua importância em conferir segurança jurídica contra condutas não previstas em lei, e, portanto, ilegítimas por não terem sido referendadas pelo Poder Legislativo, representantes dos detentores da soberania (o povo), deve, às vezes, e a depender da concretude de cada caso, ser afastado. Assim é que o Superior Tribunal de Justiça, por exemplo, entendendo que o FGTS possuiria um caráter social em prol de toda a família, e não apenas do indivíduo, autorizou que uma mãe o levantasse em prol de seu filho contaminado pelo vírus HIV, a despeito do rol elencado no art. 20, XI, da Lei . 8.036/90 não prever a situação (STJ, REsp . 249026-PR, Primeira Turma, Relator Ministro José Delgado, DJ 26.06.2000).
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NORMA DE EXECUÇÃO Nº 03, DE 21 DE JUNHO DE 2011

NORMA DE EXECUÇÃO Nº 03, DE 21 DE JUNHO DE 2011

Art. 4º No cumprimento do projeto a que se refere esta secção, o agente do Fisco deverá cobrar os valores referentes ao ICMS de que trata o inciso II, alínea “b” do § 5º do art. 1º desta Norma de Execução, mediante a lavratura do Termo de Notificação, concedendo ao contribuinte o prazo de 10 (dez) dias, para:

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Fraude nos seguros: a tolerância à fraude no seguro automóvel

Fraude nos seguros: a tolerância à fraude no seguro automóvel

Por seu turno, Baldock (1997) aponta as seguintes categorias: (i) average offender, comummente, cidadão cumpridor da lei, pertencente a qualquer classe social, que por súbita tentação ou dificuldade financeira defrauda a seguradora com o tipo de fraude mais leve; (ii) criminal offender, cidadão que para além da fraude nos seguros também comete outro tipo de crimes (e.g. contra a propriedade, fraude com cheques), continuando o trajeto ilícito até ser apanhado; e (iii) organised crime offender, cidadão considerado criminoso de carreira, que faz parte de redes organizadas e investe muito tempo e esforço na organização e perpetração de esquemas fraudulentos complexos (fraude grave), com o objetivo de obter grandes quantias de dinheiro das seguradoras. Tendo em conta a categorização dos ofensores, no nosso entender, as duas primeiras categorias são uma forma extra e simples de ganhar dinheiro rápido, enquanto, a última é uma atividade regular e lucrativa que permite rendimentos elevados, não raras vezes, utilizados para financiar outras atividades criminosas (Baldock, 1997; Morley et al., 2006).
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Súmula eletrônica: SE

Súmula eletrônica: SE

Devido à Súmula Eletrônica ser um projeto constituído de várias grandes partes, e ter uma equipe de pessoas trabalhando sobre o mesmo, um esquema ágil e eficiente de gestão e administração de projetos é de fundamental importância. Todos os integrantes da equipe de desenvolvimento já estagiaram em pelo menos duas empresas do ramo tecnológico e, por consequência, já tiveram contato com vários modelos de gestão e administração de projetos. Sendo assim, toda a experiência adquirida pelos integrantes da equipe foi levada em conta no momento de decidir o mecanismo de gestão de projeto a ser utilizado, e o esquema escolhida foi uma compilação de todas as partes importantes e indispensáveis dos conhecidos.
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A TRIPARTIÇÃO DE PODERES E A EDIÇÃO DA SÚMULA Nº 331 PELO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO: O PARADIGMA DA TERCEIRIZAÇÃO

A TRIPARTIÇÃO DE PODERES E A EDIÇÃO DA SÚMULA Nº 331 PELO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO: O PARADIGMA DA TERCEIRIZAÇÃO

Em nome dos princípios da duração razoável do processo e da celeridade processual, os tribunais nacionais editam súmulas que demonstram o condão interpretativo adotado sobre tema delimitado. Por vezes, como no caso da terceirização trabalhista, o conteúdo da súmula de entendimento jurisprudencial extrapola o limite da interpretação, configurando, de fato, regramento sobre a matéria. Com a edição das Leis 13.429/2017 e 13.467/2017, a temática da terceirização passa a ser albergada e instrumentalizada pela legislação brasileira, restando o questionamento sobre qual a influência do entendimento dos tribunais brasileiros quando o processo legislativo se dá após a uniformização jurisprudencial. A edição da Súmula 331, pelo Tribunal Superior do Trabalho, representou um marco interpretativo de uma realidade não legislada, porém fortemente vivenciada no ambiente de trabalho. Conforme mencionado ao longo do trabalho, verifica-se que não se tratou de um desrespeito ao princípio da tripartição de poderes, mas sim uma tomada de função atípica por parte do Poder Judiciário, ante a necessidade de segurança jurídica sobre o tema.
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REFLEXOS DA SÚMULA VINCULANTE E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL  LEI Nº 13.10515  Daniela Ramos de Oliveira dos Santos, Deborah Delmondes De Oliveira

REFLEXOS DA SÚMULA VINCULANTE E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL LEI Nº 13.10515 Daniela Ramos de Oliveira dos Santos, Deborah Delmondes De Oliveira

Destarte, torna-se imperioso compreender que a Lei 13.105 de 2015 que trata do Novo Código de Processo Civil, apesar de instituir dispositivos que terão eficácia vinculativa, tais inovações foram inseridas com a finalidade de prestigiar a segurança jurídica nas decisões, a isonomia e o livre convencimento dos magistrados, sem restringir, no entanto, o direito ao contraditório e a ampla defesa das partes envolvidas na ação.

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