Top PDF Função cognitiva sobre a capacidade funcional e qualidade de vida em idosos

Função cognitiva sobre a capacidade funcional e qualidade de vida em idosos

Função cognitiva sobre a capacidade funcional e qualidade de vida em idosos

qualidade de vida de Flanagan (EQVF). Os dados foram analisados através do programa SPSS Versão 20,0. Estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UEPB. A amostra apresentou idade de 60 a 90 anos com média de 73,93 ± 7,45 anos. Quanto ao gênero, masculino 15,38% e feminino 84,61%. O nível de escolaridade verificou-se maior prevalência de concluintes do ensino médio, composto por 46,15%. A maioria dos idosos eram aposentados com 74,1% e a maioria das doenças geriátricas observadas foram diabetes mellitus 57,69 %. Quanto a cognição no MEEM não foi evidenciada declínio cognitivo, entretanto, no MoCA observou-se um declínio cognitivo leve. Relacionado a capacidade funcional os idosos mostraram dificuldade de grau leve. Quanto a qualidade de vida por EQVF os idosos apresentaram alta qualidade de vida. Como resultado concluímos que idosos da UAMA apresentaram declínio cognitivo leve sem repercussão na capacidade funcional e alta qualidade de vida.
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Avaliação da capacidade funcional e qualidade de vida em idosos na atenção básica de saúde

Avaliação da capacidade funcional e qualidade de vida em idosos na atenção básica de saúde

A capacidade funcional é um aspecto de fundamental importância no envelhecimento, pois tem uma forte relação com o conceito multidimensional de qualidade de vida possível nessa fase da existência humana. Covinsky et al. 10 e Fassino et al. 11 referem que o domínio funcional deve ser medido juntamente com o estado de saúde quando se deseja avaliar a qualidade de vida em idosos. Assim, o equilíbrio entre as dimensões da capacidade funcional resultaria no bem-estar do idoso. Nesse estudo adotamos como concepção de qualidade de vida “a percepção do indivíduo sobre a sua posição na vida, no contexto da cultura e dos sistemas de valores nos quais ele vive, e em relação a seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações” 12 . Ainda, é válido ressaltar que a capacidade funcional é influenciada pelo estilo de vida adotado, bem como por fatores demográficos, socioeconômicos, culturais e psicossociais 13 . Além disso, ela não se restringe apenas a realização de atividades da vida diária, mas abrange a capacidade de manter as habilidades físicas, cognitivas, afetivas e sociais necessárias a uma vida independente e autônoma 14 .
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Capacidade funcional e qualidade de vida de idosos submetidos a um programa de exercícios psicomotores

Capacidade funcional e qualidade de vida de idosos submetidos a um programa de exercícios psicomotores

A psicomotricidade apesar de ser considerada uma ciência nova que visa o aumento da capacidade de interação do sujeito com o ambiente através da atividade corporal e sua expressão simbólica, assume um importante papel na promoção de saúde do idoso através de diferentes dimensões (preventivas, educativas e reeducativas), proporcionando benefícios psicossociais e, consequentemente, qualidade de vida. O objetivo do estudo será analisar a efetividade de um programa de exercícios psicomotores sobre a capacidade funcional e qualidade de vida de idosos. Tendo como população idosos atendidos no IFRN, serão recrutados 60 idosos que serão subdivididos em dois grupos, sendo eles o Grupo de Intervenção com Exercícios Psicomotores (GIEP) e Grupo Controle (GC). Como instrumentos de medida que serão aplicados antes, durante e após a intervenção usaremos o Índice de Katz para avaliar a capacidade funcional e o SF-36 para a qualidade de vida. Logo após, os resultados serão apresentados por meio da análise descritiva (média, desvio padrão, mediana, mínimo e máximo). Além disso, Anova One Way ou o Kruskal Wallis e por fim aplicaremos o delta de variância (Δ%).
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Dor crônica em idosos institucionalizados e não institucionalizados e sua relação com a cognição, capacidade funcional, depressão e qualidade de vida

Dor crônica em idosos institucionalizados e não institucionalizados e sua relação com a cognição, capacidade funcional, depressão e qualidade de vida

Com o aumento da população idosa e da expectativa de vida faz-se necessário ampliar o conhecimento sobre como a dor afeta os idosos. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi analisar as características da dor crônica, cognição, capacidade funcional, sintomas depressivos e qualidade de vida em idosos institucionalizados e não institucionalizados, bem como analisar as relações entre esses desfechos comparando os idosos de acordo com o local de residência. Inicialmente foram avaliados 45 idosos, destes 15 atenderam aos critérios de inclusão (presença de dor crônica e não apresentar alteração cognitiva). Após seleção os idosos foram divididos em dois grupos: G1 (n=10): idosos não institucionalizados e G2 (n=5): idosos institucionalizados. Os idosos foram avaliados por meio de questionário que continha dados pessoais e características da dor crônica, escala numérica visual da dor, Mini-Exame do Estado Mental, questionário de incapacidade de Roland Morris, escala de atividades instrumentais de vida diária de Lawton e Brody, escala de Depressão Geriátrica e questionário de qualidade de vida SF-36. Para análise dos dados foi utilizada a estatística descritiva (média, desvio padrão e percentual) e diferença entre grupos por meio do teste t de Student (p<0,05). Os resultados evidenciaram que a dor crônica foi mais prevalente na coluna lombar, com média intensidade da dor no G1 (6,8±2,82) e G2 (4,2±2,17). Quando os grupos foram comparados, o G2 apresentou pontuações menores na avaliação cognitiva (valor G2 vs. valor G1), menor desempenho de atividades diárias (valor G2 vs. valor G1) e maior incidência de sintomas de depressão (valor G2 vs. valor G1). Não houve diferença na qualidade de vida (valor G2 vs. valor G1, p > 0,05). Em conclusão, a percepção da intensidade da dor crônica foi menor em idosos institucionalizados, refletindo a pior condição cognitiva, menor desempenho funcional e maior incidência de sintomas depressivos.
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Qualidade de vida e capacidade funcional de idosos participantes de grupo de convivência

Qualidade de vida e capacidade funcional de idosos participantes de grupo de convivência

O comprometimento da capacidade funcional no processo de envelhecimento pode impedir o cuidado de si, gerar carga na família e sobre o sistema de saúde, conduzindo o idoso à perda da independência e autonomia, comprometimento da qualidade de vida e, consequentemente, levando-o à incapacidade funcional. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi avaliar a relação entre qualidade de vida e capacidade funcional de idosos frequentadores de grupos de convivência de Campina Grande/PB. A pesquisa ocorreu em cinco grupos de convivência, com 120 idosos. Foram utilizados o questionário de qualidade de vida WHOQOL-OLD, a Escala de Barthel e a Escala de Lawton modificadas. Os dados foram colocados em planilha Excel e posteriormente analisados considerando um intervalo de confiança de 95% (IC95%) e significância estatística de p<0,05. Os resultados obtidos revelaram que dos 120 idosos entrevistados, 52,5% apresentaram-se independentes e 47,5% com dependência leve na realização das ABVDs. No tocante às AIVDs, 81,7% dos indivíduos possuem dependência parcial e 18,3% são independentes. A qualidade de vida geral obteve uma média de 15,32, considerada satisfatória, visto o valor máximo ser 20. Concluiu-se que há uma correlação entre QV e AIVDs, possivelmente devido à maior complexidade de execução destas últimas entre os idosos investigados.
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Estudo comparativo da capacidade funcional e qualidade de vida entre idosos com osteoartrite de joelho obesos e não obesos.

Estudo comparativo da capacidade funcional e qualidade de vida entre idosos com osteoartrite de joelho obesos e não obesos.

Introduc¸ão: A associac¸ão entre osteoartrite (OA) e obesidade pode gerar reduc¸ão da capa- cidade funcional e comprometer a qualidade de vida (QV) de idosos.Objetivo Comparar a capacidade funcional e a QV entre idosos com OA no joelho, obesos e não obesos. Métodos: A amostra foi constituída por 35 idosos com OA divididos em dois grupos, obesos e não obesos, de acordo com o índice de massa corporal. Para avaliac¸ão da capacidade funcional foram feitos testes de desempenho, como Timed Up and Go (TUG), velocidade da marcha e teste de caminhada de seis minutos (TC6). Para avaliac¸ão da QV foram aplicados os questionários WOMAC e SF-36. Foi feita estatística descritiva e inferencial com o uso do software SPSS versão 20.0.
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Avaliação de fragilidade, capacidade funcional e qualidade de vida dos idosos atendidos no ambulatório de geriatria de um hospital universitário.

Avaliação de fragilidade, capacidade funcional e qualidade de vida dos idosos atendidos no ambulatório de geriatria de um hospital universitário.

Objetivo: Investigar a ocorrência de fragilidade e analisar a capacidade funcional e qualidade de vida nos idosos atendidos em um serviço de geriatria e gerontologia em Belém-PA. Método: Estudo transversal, descritivo e analítico. Foram avaliados 103 idosos quanto a aspectos sociodemográficos e clínicos, fragilidade de acordo com o fenótipo de Fried, histórico de quedas, autopercepção de saúde, capacidade funcional (CF) e qualidade de vida (QV). Os idosos foram classificados em frágeis (FR), pré-frágeis (PF) e não frágeis (NF), os grupos foram comparados por meio de teste binomial, de Kruskal-Wallis e ANOVA, e a relação entre CF e QV por meio da correlação de Pearson. Resultados: A média de idade foi 73,39(±6,42) anos; 23,0% dos idosos eram FR, 57,0% PF e 20,0% NF. Os critérios do fenótipo mais pontuados foram fraqueza muscular e inatividade física. Houve diferença na CF entre FR e PF ( p<0,01) e FR e NF ( p<0,01). Os idosos FR apresentaram menor QV e as facetas mais pontuadas foram intimidade (15,33±2,26) e morte e morrer (14,88±3,26). Houve correlação entre CF e QV nos grupos PF ( p=0,0273) e NF ( p=0,0017); 62,1% dos idosos apontaram saúde regular e 34,0% tinham histórico de queda. Conclusão: Fraqueza muscular e inatividade física foram mais marcantes no desenvolvimento da fragilidade, que esteve associada a pior CF e QV, apesar de a maioria dos idosos ser independente. Esses dados são importantes para a detecção precoce de fatores determinantes da fragilidade, já que os critérios abordados são passíveis de reversão.
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Capacidade funcional, morbidades e qualidade de vida de idosos.

Capacidade funcional, morbidades e qualidade de vida de idosos.

RESUMO: Pesquisa que objetivou descrever o peril sociodemográico, capacidade funcional e morbidades de idosos, e veriicar a associação da qualidade de vida com o número de incapacidade funcional e de morbidades. Estudo analítico e transversal realizado com 2.142 idosos. Os dados foram coletados no domicílio com instrumento estruturado. A análise foi por meio da distribuição de frequência, teste ANOVA-F e Bonferroni (p<0,05). A maioria era do sexo feminino, com 60├70 anos, casados, 4├8 anos de estudo e renda de um salário mínimo. Houve predomínio entre os idosos de 1├3 incapacidades funcionais, relacionadas à mobilidades e 4├7 morbidades associadas, sendo as mais prevalentes problemas de visão e de coluna e hipertensão arterial. Os maiores escores de qualidade de vida foram para relações sociais e funcionamento dos sentidos e os menores para o físico e a autonomia. O maior número de incapacidade funcional e de morbidades associou-se aos menores escores de qualidade de vida.
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CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS COM OSTEOARTROSE NO MUNICÍPIO DE COARI - AM

CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS COM OSTEOARTROSE NO MUNICÍPIO DE COARI - AM

Introdução: A osteoartrite (OA) é uma doença crônico-degenerativa reumática com elevada prevalência entre idosos que gera incapacidade funcional e elevado impacto sobre a qualidade de vida do portador. Entretanto, diferenças regionais relacionadas aos hábitos de vida podem influenciar estes aspectos. Objetivo: Avaliar a qualidade de vida (QV) e a capacidade funcional (CF) de idosos com osteoartrose, na cidade de Coari, Amazonas. Metodologia: Foram utilizados dois questionários para a mensuração da CF e QV, o índice de Katz e o SF- 36 respectivamente. O coeficiente linear de Pearson foi adotado com medida de intensidade de associação entre as variáveis quantitativas. Resultados: Participaram da pesquisa 25 idosos com 60 anos, ou mais, que apresentavam o diagnóstico da doença, encaminhados pelo Hospital Regional de Coari. A média de idade dos idosos foi de 68,8 ± 8,35 anos. O tempo médio de diagnóstico foi de 5,5 anos. O índice de Katz mostrou que 72% dos idosos entrevistados eram totalmente independentes para as atividades básicas da vida diária. Foi identificado pior QV principalmente nos aspectos físicos (AF), acredita-se que a dor, a rigidez e a função articular comprometidas pela osteoartrose, provavelmente tiveram papel fundamental nesta alteração. Conclusão: Através desse estudo pode-se concluir que a articulação que mais afetou a QV dos idosos que apresentam OA, principalmente relacionada à capacidade funcional e a dor. Entre os locais mais acometidos, o joelho e a coluna foram os mais afetados.
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CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PARTICIPANTES E NÃO PARTICIPANTES DE GRUPOS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE

CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PARTICIPANTES E NÃO PARTICIPANTES DE GRUPOS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE

Este estudo buscou analisar o impacto das ativida- des de promoção da saúde na capacidade funcional e qualidade de vida de idosos no âmbito da atenção primária. Trata-se de um estudo com abordagem quantitativa do tipo descritivo, desenvolvido com idosos cadastrados e acompanhados em uma Uni- dade Básica de Saúde do sul do país. As atividades de promoção da saúde eram desapega, bingo, pes- queiro e capoterapia. A coleta de dados se deu por meio de entrevista domiciliar semiestruturada com o uso dos seguintes questionários: escala de Katz e escala de Lawton Brody para a avaliação das ativida- des de vida diária, e WHOQOL-BREF para avaliação da qualidade de vida. Os dados foram registrados em instrumento impresso e analisados segundo estatís- tica descritiva. Foram entrevistados 90 idosos, em dois grupos, sendo 45 idosos participantes de gru- pos de promoção da saúde (GP) e 45 idosos não par- ticipantes (GNP). Os idosos do GP se mostraram mais independentes nas atividades básicas (p=0,018) e instrumentais (p=0,015) na execução das atividades diárias e obtiveram diferença significativa (p=0,002) da qualidade de vida quando comparados aos idosos do GNP. A partir dos dados achados foi possível con- cluir que as práticas de promoção da saúde estão re- lacionadas a uma melhor preservação da capacidade funcional e qualidade de vida.
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Avaliação da capacidade funcional associado à qualidade de vida em idosos da Estãncia Turística de Avaré, São Paulo, Brasil

Avaliação da capacidade funcional associado à qualidade de vida em idosos da Estãncia Turística de Avaré, São Paulo, Brasil

Introdução: Atualmente, o crescente aumento da expectativa de vida no mundo e em países em desenvolvimento, como o Brasil, busca uma intensa demanda por estudos e analises para uma maior definição de políticas publicas visando a melhora na qualidade de vida dos idosos. Objetivos: Este estudo teve como objetivo avaliar a associação da qualidade de vida com a capacidade funcional dos idosos da Estância Turística de Avaré, São Paulo. Métodos: Foi realizado um estudo transversal com uma amostra de 365 idosos da Estância Turística de Avaré, São Paulo, cadastrados nas Unidades Básicas de Saúde. A capacidade funcional foi avaliada por meio da Escala de Atividades da Vida Diária (AVDs) desenvolvida por Katz (1963) e escala de Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVDs) desenvolvida por Lawnton e Brody (1969). A qualidade de vida foi avaliada através da Escala de Qualidade de Vida de Flanagan (1982). Os dados da Escala de Qualidade de Flanagan foram analisados de acordo com uma análise fatorial com rotação varimax e obtenção dos fatores mais relevantes para a qualidade de vida. As associações entre qualidade de vida e a capacidade funcional foram feitas por meio do teste qui- quadrado. As análises foram feitas utilizando o programa SAS for Windows, v.9.2. adotando-se um nível de significância de 5% ou o p-valor correspondente. Resultados: A prevalência de incapacidade funcional para as atividades da vida diária foi de 8,4% (n=31) e de atividades instrumentais da vida diária de 10,6% (n=40). Na analise das AVDs e AIVDs foram encontradas associações positivas com a qualidade de vida. A incapacidade funcional dos idosos interferiu diretamente na qualidade de vida e nos seus aspectos como: reunir com os amigos; autoconhecimento (reconhecer suas potencialidades e limitações); saúde; trabalho; participar da comunidade; fazer amigos; e aprendizagem em cursos e palestras. Conclusão: Os resultados encontrados mostraram que a incapacidade funcional interfere em alguns aspectos da qualidade de vida dos idosos tanto nas AVDs como nas AIVDs.
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Efeitos da atividade física na memória declarativa, capacidade funcional e qualidade de vida em idosos.

Efeitos da atividade física na memória declarativa, capacidade funcional e qualidade de vida em idosos.

Em relação à capacidade funcional dos idosos, não foram encontradas diferenças entre os grupos G1 e G2, quando avaliada pelo Índice de Katz. Entretanto, quando realizado o teste de qualidade de vida SF-36, observou-se que na variável “capacidade funcional”, os idosos ativos apresentaram níveis funcionais significativamente maiores do que os idosos insuficientemente ativos. Tal divergência pode ter ocorrido devido aos diferentes níveis de abrangência dos dois testes, em que o Índice de Katz detecta comprometimentos em condições de declínios funcionais avançados, de elevados níveis de deficiência, geralmente em idosos frágeis ou institucionalizados, 27 o que
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Capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes idosos com ou sem disfagia após acidente vascular encefálico isquêmico.

Capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes idosos com ou sem disfagia após acidente vascular encefálico isquêmico.

Imaginava-se que poderia haver uma tendência ao isolamento social nos pacientes idosos com disfagia, decorrente da diiculdade para se alimentar em público, mesmo no restrito ambiente familiar. Entretanto, este achado não foi corroborado no estudo atual, não se encontrando diferença no domínio social. Quando se veriicou a qualidade de vida nos grupos com e sem disfagia, separando-se por gênero, veriicou-se que entre os homens o estado geral de saúde foi melhor no grupo sem disfagia do que no com disfagia, não havendo diferenças nos outros domínios do SF-36. Entre as mulheres, o domínio vitalidade foi maior no grupo sem disfagia do que no com disfagia, não havendo diferença entre os dois grupos nos demais domínios (capacidade funcional, limitação por aspectos físicos ou emocionais, dor, estado geral de saúde, aspectos sociais e saúde mental). Assim, a presença de disfagia leva à apresentação de pior estado geral de saúde e menos vitalidade, nos homens e mulheres, respectivamente. Não foram encontrados trabalhos avaliando este item. É possível que ambos domínios se superponham: quem tem pior estado geral de saúde apresente menor vitalidade. Entretanto, segundo o gênero, as percepções do estado geral de saúde e da vitalidade podem ser diferentes. Existe associação entre a qualidade de vida percebida, o bem-estar subjetivo e mecanismos da personalidade, como o senso de controle, o senso de eficácia pessoal, o senso de significado e as estratégias de enfrentamento 10 .
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CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS DA CIDADE DE BREJO SANTO-CEARÁ

CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS DA CIDADE DE BREJO SANTO-CEARÁ

O objetivo do presente estudo é analisar possíveis associações entre a capacidade funcional e o nível de qualidade de vida de idosos praticantes e não praticantes de atividade física regular. A pesquisa caracteriza-se como sendo descritiva, comparativa, transversal e de campo com uma abordagem quantitativa. A amostra foi voluntária, composta por 121 (cento e vinte e um) idosos sendo 65 (sessenta e cinco) do sexo feminino e 56 (cinqüenta e seis) do sexo masculino residentes da cidade de Brejo Santo, Ceará. Os idosos responderam a um questionário de perfil sociodemográfico, bem como a Escala de Auto-avaliação da Capacidade Funcional de Rikli e Jones apud Matsudo (2004). A qualidade de vida foi avaliada através do questionário WHOQOL-BREF. Ao verificar os níveis de capacidade funcional e prática de atividade física regular observou-se que o grupo ativo obteve maior porcentagem nas classificações moderadas e avançadas, quando comparado com os sedentários. Em relação aos domínios da qualidade de vida, os idosos praticantes de atividade física regular também apresentaram melhor média em relação aos sedentários, exceto nas relações sociais, porém, a única variável que atingiu significância estatística foi o nível de capacidade funcional a favor do grupo que pratica atividade física regular. Portanto, é de suma importância a prática regular de exercício físico, como também a presença de profissionais capacitados para melhor assistir ao idoso, visto que estes carecem de um acompanhamento especializado.
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QUALIDADE DE VIDA E CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSOS RESIDENTES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA

QUALIDADE DE VIDA E CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSOS RESIDENTES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA

Resumo: O objetivo basilar foi avaliar a qualidade de vida e a capacidade funcional de idosos residentes em uma Instituição de Longa Permanência. Trata-se de um estudo descritivo, de corte transversal, com abordagem quantitativa, realizado com 20 idosos de uma Instituição de Longa Permanência de uma cidade do interior da Bahia. Foi utilizado o questionário SF36 para a qualidade de vida, o Índice de Barthel para a capacidade funcional e um formulário para o perfil sociodemográfico, como instrumentos de coleta de dados. O tratamento dos dados foi mediante a estatística descritiva. Os resultados apontam prevalência de idade entre 60 a 79 anos. Nos domínios do SF36, as melhores médias foram nos aspectos físicos e emocionais. Na capacidade funcional, constatou-se prevalência de idosos com dependência leve (30%). Predominância de portadores diabéticos ou hipertensos associados a outras patologias (50%). Os etilistas (45%) e/ou tabagistas (80%) acreditam que esses hábitos contribuíram para a dependência funcional. Dessa forma, o estudo demonstrou que a QV dos idosos em questão se apresenta de maneira insatisfatória, pois eles tiveram as piores médias na maioria dos domínios do SF36, tais como: capacidade funcional, dor, estado geral de saúde, vitalidade e aspectos sociais.
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Comparação da flexibilidade, qualidade de vida e capacidade funcional entre idosos ativos e sedentários dos meios urbano e rural

Comparação da flexibilidade, qualidade de vida e capacidade funcional entre idosos ativos e sedentários dos meios urbano e rural

Introdução: A prática regular de atividade física vem sendo utilizada como recurso terapêutico para população idosa, com objetivo de redução das perdas desencadeadas pelo processo de envelhecimento. A área de moradia (urbana ou rural) ainda é pouco explorada na literatura sobre sua infl uência na capacidade física dos idosos. Objetivos: avaliar e comparar a qualidade de vida, mobilidade e capacidade funcional entre idosos ativos fi sicamente e sedentários, mora- dores da zona urbana e rural. Métodos: Foram avaliados 60 indivíduos com idade acima de 60 anos, sendo 20 ativos fi - sicamente moradores da zona urbana (66,5 ±4,32 anos), 20 sedentários moradores da zona urbana (68,8±7,24 anos), 10 ativos fi sicamente moradores da zona rural (64,4±2,46 anos) e 10 sedentários moradores da zona rural (68,6±5,78 anos). Foram realizadas as avaliações da fl exibilidade, mobilidade, teste de caminhada de seis minutos e respondido o questionário de qualidade de vida SF-36. Para comparar os resultados foi utilizado o teste Kruskal-Wallis e o post hoc Newman-Keuls (p< 0,05). Resultados: foi observado que os idosos ativos fi sicamente obtiveram melhor desempenho no teste de caminhada. Não foi encontrada diferença na mobilidade entre os grupos. Em relação à qualidade de vida, os idosos moradores da zona rural mostraram-se melhores no componente Vitalidade. Em relação à fl exibilidade os idosos moradores da zona urbana obtiveram melhores resultados. Conclusões: a prática de atividade física realizada pelos vo- luntários contribuiu para uma melhor capacidade funcional. A área de moradia rural infl uenciou positivamente o domínio vitalidade, enquanto a fl exibilidade mostrou-se pior nesses idosos.
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Correlação da força muscular respiratória com a qualidade de vida e capacidade funcional de idosos institucionalizados

Correlação da força muscular respiratória com a qualidade de vida e capacidade funcional de idosos institucionalizados

O grau de dependência funcional foi avaliado pela Escala de Katz de Independência em Atividades de Vida Diária, traduzida e adaptada transculturalmente para a língua portuguesa (LINO et al., 2008). Essa escala permitiu avaliar a dificuldade do idoso em realizar suas tarefas do dia a dia relacionadas com o cuidado corporal, tais como: vestir-se, banhar-se, transferir-se, usar o banheiro, controlar esfíncter e alimentar-se. Para a pontuação do questionário foi utilizado o formato Likert, no qual indivíduo independente recebeu a pontuação 0; se necessita de alguma ajuda material, 1; se precisa de ajuda humana, 2; e o dependente total recebeu pontuação 3, ou seja, a pontuação máxima são 21 pontos, e quanto maior a pontuação maior a dependência.
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Capacidade Funcional e Qualidade de Vida em Pacientes Idosos com ou sem Disfagia, Após Acidente Vascular Encefálico Isquêmico.

Capacidade Funcional e Qualidade de Vida em Pacientes Idosos com ou sem Disfagia, Após Acidente Vascular Encefálico Isquêmico.

A natureza abstrata do termo qualidade explica por que boa qualidade tem significados diferentes, para diferentes pessoas, em lugares e ocasiões diferentes. É por isso que há inúmeras conceituações de qualidade de vida; talvez cada indivíduo tenha o seu próprio conceito. Assim, qualidade de vida é um conceito que está submetido a múltiplos pontos de vista e que tem variado de época para época, de país para país, de cultura para cultura, de classe social para classe social e, até mesmo, de indivíduo para indivíduo. Mais que isso, varia para um mesmo indivíduo, conforme o decorrer do tempo e como função de estados emocionais e da ocorrência de eventos cotidianos, sócio-históricos e ecológicos. Essa multiplicidade de conceitos, colocados de forma tão heterogênea, dificulta comparações, levando à complexidade da abrangência do termo qualidade de vida (FREITAS, 2006). Um modelo de qualidade de vida na velhice foi construído por Lawton (1983), levando em conta a multiplicidade de aspectos e influências inerentes ao fenômeno (condições ambientais, competência comportamental, qualidade de vida percebida e bem estar subjetivo). Existe associação entre a qualidade de vida percebida, o bem-estar subjetivo e mecanismos da personalidade, como o senso de controle, o senso de eficácia pessoal, o senso de significado, e as estratégias de enfrentamento. Estudos e avaliações da qualidade de vida têm sido importantes em vários segmentos e disciplinas, e se revelam importantes na população idosa (FREITAS, 2006, pág. 150).
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Perceção da qualidade de vida e capacidade funcional em idosos

Perceção da qualidade de vida e capacidade funcional em idosos

Considerando o tipo de relação que os idosos mantêm, explicitada pela presença de companheiro, a não constatação de diferenças significativas entre os idosos em função do tipo de relação afetiva, pode dever-se ao facto de que a solidariedade intergeracional e a complementaridade das redes informais, contribuam para a minimização dos défices funcionais instalados possibilitando, ao ritmo peculiar de cada idoso, a realização das atividades de vida, fundamentais para manterem a sua funcionalidade e autonomia. No entanto, a revisão de alguns estudos apontam que a viuvez potencia situações de isolamento, de solidão e até de exclusão ou demarcação da vida social e que, influenciando negativamente a saúde vai, paulatinamente, comprometendo a capacidade funcional (Nogueira et al., 201; Nunes et al., 2009). O estudo de Sudré et al., (2012) inferiu que os idosos casados apresentam maior independência para a realização das ABVD e das AIVD comparativamente aos idosos solteiros e viúvos. Os resultados mostram que os idosos sem companheiro apresentaram menor perceção da QVRS do que os idosos com companheiro, como também subscreve o estudo de Andrade e Martins (2011) ao verificar que os idosos casados percecionam melhor QV do que os solteiros, viúvos e divorciados. De igual modo, Paúl et al. (2005) verificaram uma associação entre o estado civil e a QV física, psicológica e social, sempre com uma melhor perceção por parte dos idosos casados.
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Capacidade funcional e qualidade de vida: um estudo comparativo entre idosos institucionalizados e no domicílio

Capacidade funcional e qualidade de vida: um estudo comparativo entre idosos institucionalizados e no domicílio

O processo de envelhecimento é acompanhado por um conjunto de modificações estruturais e funcionais (Paúl & Fonseca, 2005). As pessoas tornam-se mais frágeis e vulneráveis às agressões do meio ambiente e a inúmeras doenças crónicas que poderão afetar, mais ou menos, a vida da pessoa idosa e a sua capacidade para desempenhar AVD e AIVD. Assim, não nos surpreende que quando questionados relativamente à satisfação com a saúde os idosos distribuam as respostas principalmente entre a categoria de “insatisfeito”, “nem satisfeito nem insatisfeito” e “satisfeito”. Vasconcellos & Val, (2008) confirmam esta realidade referindo que os problemas de saúde costumam interferir negativamente na qualidade de vida da pessoa, afetando inúmeras dimensões do Ser Humano, entre elas o desempenho das tarefas diárias. Contudo Pereira et al., (2006) referem que o bem-estar da pessoa idosa pode ser atingido por muitos indivíduos independentemente da existência ou não de patologias.
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