Top PDF Função extrafiscal do tributo: ICMS ecológico

Função extrafiscal do tributo: ICMS ecológico

Função extrafiscal do tributo: ICMS ecológico

Conforme preceitua a Constituição Federal no art. 155, II, a competência para a instituição e cobrança do ICMS é dos entes estaduais. Assim, o produto da arrecadação desse tributo é uma das principais fontes de custeio dos Estados, dada a sua característica primordial de ser um tributo predominantemente fiscal. Tornando-se fonte expressiva de receita para Estados e Distrito Federal. No entanto, esse tributo tem sido utilizado com outras conotações, que visam não somente a arrecadação. Uma das conotações deste tributo é a extrafiscal, a qual é orientada para fins outros que não a captação de dinheiro para o Erário, tais como a redistribuição de renda e da terra, a defesa da indústria nacional, a orientação dos investimentos para setores produtivos ou mais adequados ao interesse público, à promoção do desenvolvimento regional ou setorial (OLIVEIRA, 1999, p.37). Baseado nesta extrafiscalidade é que se origina o ICMS Ecológico.
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DIREITO TRIBUTÁRIO AMBIENTALMENTE ORIENTADO: UMA ANÁLISE DA FUNÇÃO EXTRAFISCAL DO TRIBUTO COMO INSTRUMENTO DE PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

DIREITO TRIBUTÁRIO AMBIENTALMENTE ORIENTADO: UMA ANÁLISE DA FUNÇÃO EXTRAFISCAL DO TRIBUTO COMO INSTRUMENTO DE PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

3. O homem deve fazer constante avaliação de sua experiência e continuar descobrindo, inventando, criando e progredindo. Hoje em dia, a capacidade do homem de transformar o que o cerca, utilizada com discernimento, pode levar a todos os povos os benefícios do desenvolvimento e oferecer-lhes a oportunidade de enobrecer sua existência. Aplicado errônea e imprudentemente, o mesmo poder pode causar danos incalculáveis ao ser humano e a seu meio ambiente. Em nosso redor vemos multiplicar- se as provas do dano causado pelo homem em muitas regiões da terra, níveis perigosos de poluição da água, do ar, da terra e dos seres vivos; grandes transtornos de equilíbrio ecológico da biosfera; destruição e esgotamento de recursos insubstituíveis e graves deficiências, nocivas para a saúde física, mental e social do homem, no meio ambiente por ele criado, especialmente naquele em que vive e trabalha.
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ICMS ECOLÓGICO E O PRINCÍPIO DA EQUIDADE INTERGERACIONAL EM PROL DO MEIO AMBIENTE E DA SOCIEDADE

ICMS ECOLÓGICO E O PRINCÍPIO DA EQUIDADE INTERGERACIONAL EM PROL DO MEIO AMBIENTE E DA SOCIEDADE

Com a implantação da função extrafiscal do tributo, foi possível se perceber, o abandono do seu papel de mero financiador da atividade Estatal e um poderoso provedor de recursos para direcionar a conduta dos contribuintes. Através da intervenção do Estado, com o ICMS Ecológico, foi possível se perceber, além de uma nova forma de subsídio, um incentivo fiscal intergovernamental, que apoia a preservação e a promoção da justiça fiscal. Assim, o ICMS Ecológico vem derrubar a crença antiga de que economia e ecologia não se misturam. Ao mesmo tempo em que funciona como um incentivo para os municípios continuarem investindo na preservação ambiental, ele serve ainda como uma fonte de renda importante para muitos deles, atuando como um grande instrumento de fomento ao desenvolvimento sustentável.
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A importância do ICMS Ecológico como instrumento de compensação financeira na aplicação do princípio protetorrecebedor

A importância do ICMS Ecológico como instrumento de compensação financeira na aplicação do princípio protetorrecebedor

Quando nas décadas iniciais do século XVIII as primeiras grandes descobertas de jazidas auríferas se processaram na colônia, o governo português criou pela primeira vez regulamentações fiscais, com a finalidade precípua de dirigir a mineração, fiscalizá- la e cobrar tributo, através da Intendência de Minas. O “quinto” como assim foi denominado este tributo, correspondia à 5ª parte de todo o ouro extraído, que deveria ir para os cofres da coroa portuguesa. Mas os descaminhos tornaram-se evidentes, forçando a Fazenda Real a tomar outras providências com o intuito de proteger seus interesses. Procedeu-se então à “derrama”, medida coercitiva onde toda a população, mineradora ou não, contribuía de alguma forma para suprir as deficiências na arrecadação do quinto estipulado, decorrentes da sonegação. Criavam-se impostos especiais sobre o comércio, escravos, casas de negócio, trânsito pelas estradas, etc. De acordo com Barbosa (2003), a “derrama” foi a causa imediata da Inconfidência Mineira de 1789.
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A POSSIBILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DO ICMS-ECOLÓGICO NO ESTADO DO AMAZONAS

A POSSIBILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DO ICMS-ECOLÓGICO NO ESTADO DO AMAZONAS

Todavia, para solucionar tal situação, aponta-se, como uma proposta, o uso do ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços), em específico na sua repartição obrigatória às cidades. Conforme a Constituição, 25%(vinte e cinco por cento) da arrecadação no Estado do respectivo tributo deve ser repassado aos municípios, sendo que 1/3 (um terço) desse montante será depositado de acordo com os critérios previstos em Lei Estadual.

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Incentivos fiscais verdes: o “IPTU Verde” e o “ICMS Ecológico” em Caraguatatuba/SP

Incentivos fiscais verdes: o “IPTU Verde” e o “ICMS Ecológico” em Caraguatatuba/SP

Em todo o planeta, tem-se buscado instrumentos para um desenvolvimento sustentável, que segundo a definição publicada no Relatório Brundtland elaborado pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, em 1987, é um “desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades” (WCED, 1987), possuindo três pilares: econômico, social e ambiental. O modelo de atuação empresarial baseado na obtenção de lucro sem levar em conta a comunidade está cada vez mais obsoleto, principalmente, por não garantir um desenvolvimento sustentável. A conscientização da sociedade vem crescendo, dando lugar a empresas e cidadãos preocupados não só com aspectos econômicos, mas com responsabilidades sociais e ambientais e capazes de responderem por suas ações (KARKOTLI; ARAGÃO, 2004). Assim, o auxílio das políticas públicas de incentivos fiscais pode exercer grande influência nesse papel de legitimação democrática, por estimular a conscientização ecológica em longo prazo (VERONESE, 2009). No estágio atual das finanças públicas, dificilmente um tributo é utilizado apenas como instrumento de arrecadação, podendo ser o seu principal objetivo, mas não o único, servindo também a outros objetivos de natureza social, política e econômica, apresentando seu caráter de extrafiscalidade. Rodrigues (2006) afirma que é lícito recorrer aos tributos com o intuito de atuar diretamente sobre os comportamentos sociais e econômicos, seja fomentando posicionamento ou inibindo certos procedimentos. Dá-se tal fenômeno (extrafiscalidade) por intermédio de normas que, ao preverem uma tributação, possuem em seu bojo uma técnica de intervenção ou conformação social por via fiscal. São os tributos extrafiscais que podem ser traduzidos em agravamentos ou incentivos fiscais dirigidos aos implementos e estímulos de certas condutas. Assim, o legislador poderá gerar incentivo a atividades sustentáveis ou coibir atividades danosas ao meio ambiente (MAGANHINI, 2006). Portanto, a norma jurídica pode ser necessária para desempenhar papel importante na adoção de comportamentos social e ambientalmente desejáveis e na correção de falhas de condutas.
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PERSPECTIVAS DA UTILIZAÇÃO DA FUNÇÃO EXTRAFISCAL DO IPVA COMO ESTÍMULO AOS VEÍCULOS MENOS POLUENTES

PERSPECTIVAS DA UTILIZAÇÃO DA FUNÇÃO EXTRAFISCAL DO IPVA COMO ESTÍMULO AOS VEÍCULOS MENOS POLUENTES

Neste sentido, o objetivo dessa pesquisa é o de estudar o direito tributário brasileiro e analisar hipóteses de utilizar-se da tributação ambiental, para implementar-se uma agenda favorável ao meio ambiente através da utilização da função extrafiscal do tributo. A análise buscará verificar se é possível induzir comportamentos por parte dos contribuintes a fim de estimula-los às condutas menos lesivas ao meio ambiente. Trata-se, portanto, uma forma de intervenção do estatal sobre a economia.

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O USO EXTRAFISCAL DO TRIBUTO PARA O  LOCAL E A INCLUSÃO SOCIAL  Claudine Rodembusch Rocha, Henrique Alexander Grazzi Keske

O USO EXTRAFISCAL DO TRIBUTO PARA O LOCAL E A INCLUSÃO SOCIAL Claudine Rodembusch Rocha, Henrique Alexander Grazzi Keske

A extrafiscalidade é a utilização do tributo como meio de fomento ou de desestímulo a atividades reputadas convenientes ou inconvenientes à comunidade. É ato de polícia fiscal, isto é, de ação de governo para o atingimento de fins sociais através da maior ou menor imposição tributária. [...] Modernamente, os tributos são usados como instrumento auxiliar do poder regulatório do Estado sobre a propriedade particular e as atividades privadas que tenham implicações com o bem-estar social. Até mesmo o Direito norteamericano, tão cioso das liberdades individuais, admite essa função extrafiscal dos tributos, para o incentivo ou repressão da conduta do particular. [..] Com efeito, através da agravação do imposto podem-se afastar certas atividades ou modificar-se a atitude dos particulares reputadas contrárias ao interesse público, como pelo abrandamento da tributação pode-se incentivar a conduta individual conveniente à comunidade. (MEIRELLES, 2008, p. 154).
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Breves  considerações  acerca  da  implementação  do  ICMS  ecológico  no  estado  da  Paraíba

Breves considerações acerca da implementação do ICMS ecológico no estado da Paraíba

privados ao Estado, mas, desde sempre, enxergado como poderoso mecanismo de indução ou desestímulo de comportamento. Assevera ainda que a política ambiental é apenas uma nova forma de tradução das potencialidades do tributo, intimamente relacionadas com a força econômica subjacente à atuação pessoal, profissional ou empresarial, reforçada pela lógica do desenvolvimento sustentável, firme na convicção de que, sem atenção ao ecológico, inexistirá crescimento econômico digno desse nome, nem geração de riqueza hábil a perpetuar a presença da humanidade na natureza.
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ICMS ecológico como instrumento de política florestal

ICMS ecológico como instrumento de política florestal

Logo, cada Estado da Federação tem liberdade para adotar regras próprias relativas à distribuição desse imposto, respeitados estes requisitos mínimos fixados na Constituição Federal. Este tributo, assim como todos os outros, tem por finalidade suprir os cofres públicos para que os Estados possam, dessa maneira, custear todas as despesas com os serviços públicos e cumprir com todas as suas funções instituídas. Dentre suas funções, como foi dito anteriormente, está a de proteger e preservar o meio ambiente. E como os instrumentos que o Estado vem aplicando para a preservação do meio ambiente vêm se mostrando ineficazes, pois a destruição da natureza é cada vez mais acentuada e os reflexos desta destruição são a cada dia mais presentes, é de suma importância que os estados e municípios implementem políticas e programas que visem o desenvolvimento sustentável com o intuito de garantir a efetividade da preservação ambiental. O ICMS ecológico se mostra uma excelente opção como instrumento da política florestal. Haja vista que o Brasil já possui uma carga tributária muita alta, torna-se inviável cogitar a criação de novos impostos ou o aumento das alíquotas dos impostos já existentes. Uma das possíveis soluções é fazer-se do direito adquirido constitucionalmente, conforme supracitado (Parágrafo único, Inciso II), e utilizar como critério de rateio do ICMS, o critério ambiental, denominado ICMS ecológico.
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EXTRAFISCALIDADE DO ICMS: ICMS ECOLÓGICO E SUA COLABARAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

EXTRAFISCALIDADE DO ICMS: ICMS ECOLÓGICO E SUA COLABARAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Esse dispositivo estabelece que o ICMS poderá ser tributado de modo majorado ou minorado na medida da essencialidade das mercadorias e dos serviços, com isso é aparentemente vislumbra-se a possibilidade de manejarmos o caráter extrafiscal do presente tributo com intuito de garantirmos a preservação do meio ambiente natural, assim como no desenvolvimento sustentável, tendo como

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ICMS-ecológico um instrumento econômico de apoio à sustentabilidade

ICMS-ecológico um instrumento econômico de apoio à sustentabilidade

A adaptação do ICMS-Ecológico à subsidiariedade pode, a princípio, parecer falha, tendo em vista ser o ICMS um imposto de âmbito local, e a implementação de algumas ações de preservação dependem de outras instâncias. Neste caso, existe a necessidade de que sejam estabelecidos mecanismos complementares que permitam a efetiva subsidiariedade do instrumento. No caso do Paraná, a ponderação da importância relativa de uma UC, em função do seu âmbito administrativo, foi um dos caminhos encontrados. Termos de compromisso e de ajuste de conduta são exemplos que podem ser eficazes nesses casos. Sua amalgamação pode ser perfeita pelo fato de o imposto ser indireto e extrafiscal, atuando na cota-parte dos municípios e permitindo o inter-relacionamento dos níveis administrativos entre si. De certa maneira, existe a necessidade de intervenção do Estado para que o ônus da preservação não recaia exclusivamente no âmbito local.
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ICMS - Ecológico: análise dos aspectos financeiros e de sustentabilidade nos municípios do Estado do Paraná

ICMS - Ecológico: análise dos aspectos financeiros e de sustentabilidade nos municípios do Estado do Paraná

O ICMS - Ecológico surgiu para proporcionar aos Municípios uma compensação pela perda dos recursos tributários em razão de possuírem grandes áreas preservadas. O Estado do Paraná foi o pioneiro, criando uma legislação, tendo como base os 25% do ICMS a que tem direito os Municípios, 5% do rateio é feito com base em critérios ambientais, assim, destes, 50% vão para os Municípios com mananciais de abastecimento e 50% com áreas de conservação ambiental. Utilizam-se como parâmetros de rateio, critérios quantitativos e qualitativos. A questão problema foi qual o impacto do ICMS - Ecológico para a receita dos Municípios do Estado do Paraná, e seus reflexos para a sustentabilidade das áreas de preservação? O estudo tem por objetivo analisar o ICMS - Ecológico no Estado do Paraná, avaliando os aspectos financeiros, com a inserção de critérios ambientais no rateio da cota parte de ICMS, e suas influências para a sustentabilidade. Os resultados revelaram que houve um repasse de aproximadamente 120 milhões de reais em 2008, e que há 225 Municípios envolvidos. Como consequência, as áreas de conservação aumentaram em 160%, evidenciando que, ao se utilizar critérios qualitativos para o rateio, cria-se mais um instrumento de proteção a biodiversidade.
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Análise do repasse do ICMS ecológico aos municípios do Estado de Minas Gerais

Análise do repasse do ICMS ecológico aos municípios do Estado de Minas Gerais

RESUMO: O ICMS Ecológico aborda critérios ambientais para o repasse de recursos financeiros do ICMS a que os municípios têm direito constitucionalmente. No Estado de Minas Gerais, os municípios contemplados com esse critério devem dispor, em seu território, de Unidade de Conservação devidamente registrada e/ou de obras destinadas ao saneamento ambiental, como tratamento de lixo e esgoto. Neste estudo, objetivou-se analisar e discutir o repasse do ICMS Ecológico aos municípios do Estado de Minas Gerais, a fim de consolidar esse critério como instrumento de apoio à gestão ambiental. Os dados referentes ao repasse desse recurso aos municípios de Minas Gerais foram obtidos na Fundação João Pinheiro, no período de 2002 a 2007. Em 2007, R$ 41.184.967 foram destinados aos municípios mineiros por meio desse critério. Ipatinga foi o município com a maior arrecadação. Os municípios de Malacacheta, Marliéria e São João das Missões obtiveram mais de 40% de sua arrecadação via ICMS Ecológico. Isso mostra a importância desse critério para municípios de menor expressão econômica e que, por sua vez, apresentam grande parte da área destinada à Unidade de Conservação. Os novos critérios utilizados para o repasse do ICMS contribuíram substancialmente para a descentralização da distribuição desse recurso. A implantação do ICMS Ecológico beneficiou os municípios que desempenharam atividades ambientais em seu território, aumentando a sua arrecadação tributária. Novas discussões são necessárias, a fim de aumentar a porcentagem destinada a esse critério, como forma de incentivo e de compensação aos municípios que têm áreas protegidas ou adotam medidas de saneamento.
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ICMS ECOLÓGICO: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS MUNICÍPIOS DE FERVEDOURO, SÃO FRANCISCO DO GLÓRIA E MIRADOURO - MG

ICMS ECOLÓGICO: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS MUNICÍPIOS DE FERVEDOURO, SÃO FRANCISCO DO GLÓRIA E MIRADOURO - MG

Uma das formas de melhorar o meio ambiente, garantindo maior qualidade de vida para as gerações futuras, é por meio da redistribuição dos impostos. Além disso, a busca por um modelo de gestão ambiental eficiente que atenda às necessidades de cada região, bem como incentive a implantação, a preservação e a manutenção das áreas naturais, fizeram com que se fosse criado o ICMS Ecológico, sendo um dos tributos ambientais utilizados pelo poder público para implementar políticas ambientais (EUCLYDES, 2013).

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Análise do ICMS Ecológico no Estado de São Paulo e simulação de uma proposta de ampliação do percentual para o Estado

Análise do ICMS Ecológico no Estado de São Paulo e simulação de uma proposta de ampliação do percentual para o Estado

This paper presents the Ecological ICMS (Tax over Moving of Goods and Services), and analyses the São Paulo State proposal of increase the economical resources of the Ecological ICMS, which today is 0.5% of the share portion of the State Districts. The paper is a resulting of a dissertation and simulates the expansion to 1.5%. In this dissertation had simulation in 645 municipalities of São Paulo, were collected highlight the 30 municipalities with greater gain and the 30 municipalities with greater loss. The analysis highlights the benefits of the proposal, focusing on environmental protection activities in poor municipalities and no industrial activity, without significantly compromising the municipalities with a wide economic activity.
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Análise do ICMS-ecológico em Minas Gerais pela perspectiva do ciclo político

Análise do ICMS-ecológico em Minas Gerais pela perspectiva do ciclo político

Veiga Neto (2000) pontua que o Instituto Estadual de Florestas (IEF) desencadeou discussões sobre compensação financeira promovida pela distribui- ção de parte do ICMS aos municípios do estado do Paraná que possuíam unidades de conservação e mananciais em seus territórios. Com base nas reivindicações dos prefeitos e informações do IEF, foi realizada uma reunião em Belo Horizonte com Wilson Loureiro, responsável pela implementação do ICMS Ecológico no Paraná. Tal movimento e a reunião contaram com o apoio do IEF e de outros municípios que não tinham interesse direto, como Ipatinga. Neste momento, a junção entre os municípios que continham parte do Parque criou a Associação Mata Viva, mobilizando tanto a imprensa do Vale do Aço, quanto a do estado e de fora dele para a questão ambiental.
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Áreas protegidas como critério de repasse do ICMS Ecológico nos estados brasileiros

Áreas protegidas como critério de repasse do ICMS Ecológico nos estados brasileiros

As APP 11 e RL 12 foram instituídas pelo Código Florestal de 1965 e mantidas pela Lei de Proteção à vegetação nativa (2012), como estratégia para conter o desmatamento e grilagem de terras nas propriedades rurais (Medeiros & Garay, 2006). Com relação a estas áreas, tendo em vista a obrigatorie- dade imposta pela legislação, é possível notar que há uma limitação em utilizar um instrumento de incentivo e compensação, como o ICMS-E, para fomentar a sua regularização. Portanto, a inclusão 11 Lei n.º 12.651/2012. Art. 3º, inciso II - Área de Preservação Permanente - APP: área protegida, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas.
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Sustentabilidade em Comunidades Tradicionais de Faxinal: Um Olhar a Partir do ICMS Ecológico

Sustentabilidade em Comunidades Tradicionais de Faxinal: Um Olhar a Partir do ICMS Ecológico

The Ecological ICMS is a form of taxation extrafiscal set up initially as a compensation policy, in the form of grants and how to promote fair taxation instrument. Your goal is to give foundation and encou- raging voluntary action of the municipalities in the search for conservation and expansion of areas of forest composition, water resources and traditional communities, the expansion of tax revenues, but without compromising the quality of life of the population and the availability of natural resources. The Ecological ICMS now assumes an offset dimension, both in the environmental and social aspect, but also to encourage the creation, protection and monitoring of protected areas, including in the faxinais. The faxinais, considering communities that preserve their traditional ways of life and production of labor relations, generate the municipality Ecological ICMS receiving right through the Special Area of Regulated Use (Aresur). Therefore, the aim of this paper is to present the characterization of faxinal by Theory Sachs Sustainability dimensions (1993) and point out the Ecological ICMS as an alternative that can guarantee the continuity and preservation of this traditional way of community organization. The faxinal is approached and presented according to the five dimensions proposed by the author, who understands the social, economic, ecological, space and cultural, in a composition that allows address the different elements that characterize the faxinalense community.
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ICMS ECOLÓGICO E A PERSPECTIVA DE CONSTRUÇÃO DE UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NOS MUNICÍPIOS DO AMAZONAS

ICMS ECOLÓGICO E A PERSPECTIVA DE CONSTRUÇÃO DE UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NOS MUNICÍPIOS DO AMAZONAS

Art. 15. Fica o Poder Executivo autorizado a conceder, na forma e condições que estabelecer: I - diferimento, redução da base de cálculo, isenção, crédito outorgado e outros incentivos fiscais relativos ao ICMS, nas seguintes operações: a) - com biodigestores que contribuam para a redução da emissão de gases de efeito estufa; b) - com metanol, inclusive insumos industriais e produtos secundários empregados na sua produção, destinado ao processo produtivo de biodiesel; c) - com biodiesel, inclusive insumos industriais e produtos secundários empregados na sua produção; d) - de geração de energia baseada em queima de lixo; e) - realizadas pelas sociedades empresárias que se dediquem exclusivamente ao ecoturismo, que tenham práticas ambientais corretas e que instituam programa de educação ambiental em mudanças climáticas por intermédio de estrutura de hospedagem, observada a quantidade de leitos prevista em regulamento e desde que localizada fora das zonas urbanas; [...] (AMAZONAS, 2007).
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