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Função social da escola pública

Função social da escola pública

Uma das conquistas da sociedade e da educação no século XX foi a democratização da escola pública, tornando- se esta, uma “escola para todos”. Mas esta conquista trouxe e traz consigo inúmeros desafios para a instituição citada, dentre eles, a definição do papel social que a mesma irá desenvolver na sociedade. Assim, este trabalho, intitulado de “A Função Social da Escola Pública”, teve como objetivo analisar como a escola vem cumprindo sua função social, explicitando a prática educativa desenvolvida nas escolas estaduais do ensino fundamental II na cidade de Patos – PB, intencionando uma análise da função social da escola e suas implicações sociais na formação do aluno. Baseado em autores como Gadotti (2001), Libâneo (2003), Saviani (2003), Sacristán (2001), Delval (1998) e Mantoan (2006), dentre outros, buscou-se compreender as implicações sociais que a escola pode ter na formação do indivíduo, tendo em vista a formação deste para o exercício da cidadania. A partir do estudo teórico-científico sobre a função social da escola e a definição da mesma como espaço de diversidade, caracterizou-se a prática pedagógica educativa de escolas urbanas de ensino fundamental II do município de Patos – PB, analisando-se a função das mesmas para a formação pessoal e social do educando. A referida pesquisa foi realizada por meio de uma amostragem do total de escolas citadas, onde se pôde confrontar e (re) significar a pesquisa bibliográfica por meio de dados concretos. Por fim, as investigações sobre o compromisso e efetivação da função social da escola deve ser um tema de constante discussão e redescoberta e que, dependendo de sua prática, a escola pode constituir-se como instrumento de reprodução de uma sociedade excludente, ou ser um espaço de reflexão e ação na busca de transformações sociais.
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A função social da escola pública no contexto atual

A função social da escola pública no contexto atual

É importante enfatizar que, por ser um ambiente de diversi- dade cultural, econômica e social é possível ocorrer problemas edu- cacionais diversos tendo em vista o ambiente em que está inserido. Diante desse contexto, questiona-se sobre qual o papel da escola na formação do ser humano? Seria selecionar os melhores e mostrar para as outras pessoas que aquele lugar é para os que conseguiram se destacar intelectualmente? Afinal, temos realidades diversas e enquanto para um a escola significa uma oportunidade de conhecer outros mundos, passar no vestibular, continuar os estudos numa universidade, para outros ela pode significar apenas o acesso ao ensino médio para garantir um emprego o mais rápido possível no mundo do trabalho. O objetivo desse estudo é discutir sobre essa função da escola em suas várias atuações e quais as consequências dessa atuação da escola nos seus diversos papéis.
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Função social da escola e organização do trabalho pedagógico.

Função social da escola e organização do trabalho pedagógico.

Cabe aqui, entretanto, ressaltar que o rebaixamento da qualidade de en- sino da escola pública no Brasil não se abateu somente sobre estas últimas, mas parece que a “cultura de escola de baixa qualidade” passou a fazer parte do imaginário tanto dos profissionais quanto dos estudiosos da educação bra- sileira. E, é claro, esse imaginário não foi construído com base em quimeras, mas corresponde a resultados de políticas educacionais demagógicas, que se utilizaram do discurso de priorização da escola pública para promoção da deterioração das condições de trabalho dentro das escolas: ampliação do nú- mero de turnos e de alunos por turma; ampliação do número de horas de trabalho dos professores para compensar as perdas do poder de compra oriun- das de política de arrocho dos salários dos servidores públicos; absoluta falta de política de formação docente etc.
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A função social da propriedade pública e a desafetação de bem público  Gustavo Soares Lomeu

A função social da propriedade pública e a desafetação de bem público Gustavo Soares Lomeu

exploração econômica da propriedade, sendo a população reconhecida como agente político. Então, foi criado um novo direito social – o direito ao planejamento urbano , devendo a legislação urbanista propor instrumentos eficazes para que as autoridades públicas controlem adequadamente o processo de uso e desenvolvimento do solo, criando direitos, obrigações e responsabilidades, tanto para os agentes privados quanto para os públicos; além do mais, esse planejamento deverá ter uma dimensão sociopolítica, na qual participem diferentes interesses e grupos sociais.
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Função efetiva e função simbólica da Defensoria Pública

Função efetiva e função simbólica da Defensoria Pública

Vale destacar que na Defensoria Pública Estadual chegamem maior medida os casos diretamente relacionados com a ausência de prestação positiva estatal, como por exemplo os agentes de crimes patrimoniais. Como a atuação da defensoria não é satisfatória cada vez mais avulta a consideração social de que o preso pobre está condenado a passar o resto de seus dias atrás das gradesem virtude de não ter orientação jurídica adequada, reforçando os conceitos de função formal e simbólica da defensoria.

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A função social da escola na ótica de Adolfo Lima, um educador português anarco-sindicalista

A função social da escola na ótica de Adolfo Lima, um educador português anarco-sindicalista

Na história da educação portuguesa, Adolfo Lima comparece como um dos principais expoentes do movi- mento escolanovista e um dos maiores divulgadores das idéias libertárias no campo da educação e do ensino em Portugal. De 1906 a 1914, esse eminente intelectual português foi professor de Sociologia na Escola Oficina Nº. 1 de Lisboa, escola mantida pela Sociedade Promotora de Escolas, que era uma associa- ção controlada pela fração republicana da maçonaria portuguesa. Criada em 1905, essa escola foi inicial- mente concebida para proporcionar uma educação técnico-profissional à infância operária. Com a chegada de Adolfo Lima e de outros professores anarquistas a essa escola, uma outra forma de educar começou a ser nela experimentada. O principal objetivo deste artigo é discutir essa experiência, mais especificamente as idéias anarquistas que deram forma a esse novo modo de educar.
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A FUNÇÃO SOCIAL ESCOLAR E OS “REBELDES SEM CAUSA”: UM DIÁLOGO ENTRE A ESCOLA REPRODUTORA E GRUPOS ESTIGMATIZADOS

A FUNÇÃO SOCIAL ESCOLAR E OS “REBELDES SEM CAUSA”: UM DIÁLOGO ENTRE A ESCOLA REPRODUTORA E GRUPOS ESTIGMATIZADOS

No ensino, é necessário está atualizado com as mudanças rápidas e contínuas do mundo exterior além dos muros da escola. Para a instituição educacional cumprir sua função social se faz necessária à criação de meios que permitam essa interação entre o ensino formal e o atual mercado de trabalho, sem esquecer a importância do conhecimento sistematizado e a vida cultural do aluno. Tendo essa conexão de saberes e vivências interligadas com os conceitos atuais do mercado de trabalho, se formará um cidadão com uma visão crítica e capaz de, não só interagir como indivíduo trabalhador, mas também de exercer a sua cidadania, socialização e interação com a sociedade. Nesse sentido, Sacristán e Goméz afirmam que:
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TEMAS EMERGENTES NA RELAÇÃO DIDÁTICA E SOCIEDADE:  UM ESTUDO SOBRE A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA

TEMAS EMERGENTES NA RELAÇÃO DIDÁTICA E SOCIEDADE: UM ESTUDO SOBRE A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA

As considerações finais deste estudo são no sentido de compreender que, ao analisar o papel da escola contemporânea, esta investigação contribuiu na percepção das tensões que se estabelecem na interação entre a didática e a sociedade. Ao tomar-se como referência que é uma instituição social em intensa relação com o contexto sócio-econômico-político, emerge a questão precípua do mercado de trabalho e do amadurecimento profissional. Traz também nesse ínterim a organização e a estruturação do ensino, objetivos e interesses dos grupos sociais.
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A função social da empresa

A função social da empresa

lecionava, mencionando que, nos negócios jurídicos bilaterais ou plurilate- rais, o acordo e a concordância podem atender a conveniência dos figurantes, mas ferir interesses gerais. Assim, o direito deveria considerar vinculadas as pessoas que se inseriram, como figurantes, nos negócios jurídicos, investi- gando, porém, se houve ofensa aos interesses gerais ou a interesse de outrem. Portanto, a função social do contrato é um princípio que determina que os contratos devem ser criados e executados para cumprir uma função social, seja esta entre as partes contratantes e para os seus interesses pró- prios, ou uma função pública, para todas as demais pessoas, a sociedade e o interesse dela sobre o contrato.
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O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para os ricos, escola do acolhimento social para os pobres.

O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para os ricos, escola do acolhimento social para os pobres.

O texto aborda o agravamento da dualidade da escola pública brasileira atual, caracterizada como uma escola do conhecimento para os ricos e como uma escola do acolhimento social para os pobres. Esse dualismo, perverso por reproduzir e manter desigualdades sociais, tem vínculos evidentes com as reformas educativas iniciadas na Inglaterra nos anos 1980, no contexto das políticas neoliberais; mais especificamente, ele está em consonância com os acordos internacionais em torno do movimento Educação para Todos, cujo marco é a Conferência Mundial sobre Educação para Todos, realizada em Jomtien, na Tailândia, em 1990, sob os auspícios do Banco Mundial, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura (UNESCO). Com base em pesquisa bibliográfica, este estudo argumenta que a associação entre as políticas educacionais do Banco Mundial para os países em desenvolvimento e os traços da escola dualista representa substantivas explicações para o incessante declínio da escola pública brasileira nos últimos trinta anos. Ao final do texto, retoma-se a discussão sobre a necessidade de uma pauta comum dos educadores em torno dos objetivos e das funções da escola pública.
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A função social da família e escola: as novas configurações familiares no ensino fundamental

A função social da família e escola: as novas configurações familiares no ensino fundamental

Toda e qualquer família independente de sua questão social apresenta uma participação gradativa na educação realizando de uma maneira ou outra uma função perante a sociedade, uma entre varias necessitam de auxilio e mediação externas ou até mesmo internas, muito embora outras assumam atribuições com domínios próprios, tomando como exemplo a busca por ajuda em estabelecimentos de ensino por parte dos pais. Percebe-se, porém, que muitas famílias ainda buscam exercer mesmo que maneira isolada atribuições e funções nas atividades referentes à educação e desenvolvimento da criança, “com a industrialização e a produção de bens em grande escala (roupas, produtos alimentares, lazer acessível a grandes massas, como rádio e a televisão etc.) as funções exclusivamente familiares foram se transformando e se restringindo, e hoje ainda podemos indicá-las como prioritárias e exclusivas (PRADO, 2011, p, 43).
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A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA CIDADANIA ENTRE JOVENS DE UMA ESCOLA PÚBLICA NO ESTADO DO PARANÁ - BRASIL

A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA CIDADANIA ENTRE JOVENS DE UMA ESCOLA PÚBLICA NO ESTADO DO PARANÁ - BRASIL

O interior do colégio constitui-se de blocos térreos, nos quais se distribuem as salas de aulas, a biblioteca, o laboratório de informática, o laboratório de ciências, a sala de vídeo, sala da direção, sala da orientação pedagógica, sala dos professores e secretaria, além dos banheiros e cantina. Existe também um pátio coberto, a quadra poliesportiva e uma ampla área a céu aberto, com mesas fixas e acentos de concreto, e um espaço onde os alunos e alunas também utilizam para jogar bola. O colégio funciona em três períodos (matutino, vespertino e noturno), possui em seu quadro 61 professores e 20 funcionários, e conta atualmente com 927 alunos matriculados em diferentes séries, desde o ensino fundamental até o ensino médio. Desse universo, 51 estudantes, entre 13 e 17 anos, se tornaram os sujeitos investigados nessa pesquisa, que teve como objetivo central compreender qual é a representação social que esses jovens escolares têm sobre a cidadania.
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Propriedade Função Social da

Propriedade Função Social da

59. Vide ainda, em relação a áreas de mata atlântica, o DEC. N° 750, DE 10/02/1993, que dispõe sobre o corte, a exploração e a supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica, e dá outras providências: Art. 1° Ficam proibidos o corte, a exploração e a supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica. Parágrafo único. Excepcionalmente, a supressão da vegetação primária ou em estágio avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica poderá ser autorizada, mediante decisão motivada do órgão estadual competente, com anuência prévia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), informando-se ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), quando necessária à execução de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade pública ou interesse social, mediante aprovação de estudo e relatório de impacto ambiental. (...) Art. 3º Para os efeitos deste decreto, considera-se Mata Atlântica as formações fl orestais e ecossistemas associados inseridos no domínio Mata Atlântica, com as respectivas delimitações estabelecidas pelo Mapa de Vegetação do Brasil, IBGE 1988: Floresta Ombrófi la Densa Atlântica, Floresta Ombrófi la Mista, Floresta Ombrófi la Aberta, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Estacional Decidual, manguezais restingas campos de altitude, brejos interioranos e encraves fl orestais do Nordeste. (...) Art. 5º Nos casos de vegetação secundária nos estágios médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica, o parcelamento do solo ou qualquer edifi cação para fi ns urbanos só serão admitidos quando de conformidade com o plano-diretor do Município e demais legislações de proteção ambiental, mediante prévia autorização dos órgãos estaduais competentes e desde que a vegetação não apresente qualquer das seguintes características: I - ser abrigo de espécies da fl ora e fauna silvestres ameaçadas de extinção; II - exercer função de proteção de mananciais ou de prevenção e controle de erosão; III - ter excepcional valor paisagístico. (...) Art. 7º Fica PROIBIDA a exploração de vegetação que tenha a função de proteger espécies da fl ora e fauna silvestres ameaçadas de extinção, formar corredores entre remanescentes de vegetação primária ou em estágio avançado e médio de regeneração, ou ainda de proteger o entorno de unidades de conservação, bem como a utilização das áreas de preservação permanente, de que tratam os arts. 2º e 3º da Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965. Art. 10. São nulos de pleno direito os atos praticados em desconformidade com as disposições do presente decreto. (...)”
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A relação entre meio social, literatura e leitura em uma escola pública estadual na Paraíba

A relação entre meio social, literatura e leitura em uma escola pública estadual na Paraíba

Outro aspecto que devemos considerar nessa pesquisa é que a prática da leitura aqui está relacionada aos trabalhos escolares e o impressionante é que a maioria declarou gostar dessas leituras, o que nos leva a concluir que os jovens precisam de mais incentivo à prática da leitura literária. Os jovens aqui pesquisados gostam de indicações. São como nós que, geralmente, gostamos de saber, por exemplo, qual é a temática de um filme para saber se queremos assisti-lo ou não. Algo semelhante acontece com eles em relação às obras literárias. Dentre as obras recomendadas pela escola citaram: Dom Casmurro, A Moreninha, obras literárias e de vestibular. No entanto, a escola precisa também abrir espaço à literatura que corre à margem e que algumas vezes é rejeitada pela escola por não fazer parte do cânone. É necessário que haja uma integração entre as obras do cânone e as que não fazem parte do mesmo. Como diz Aguiar (2013):
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O direito disciplinar da função pública

O direito disciplinar da função pública

Pelo Decreto de 12 de Janeiro de 1843 foi definido o “Regulamento Provisório de Polícia das Cadeias”. Cometia ao “carcereiro” a competência para “corrigir ‘a faltas cometidas pelos presos contra as disposições do mesmo Regulamento pelo modo nele consignado, reprimindo de pronto quaisquer actos ou excessos [por exemplo, os presos “desobedientes, soberbos ou brigosos, que possam arriscar a segurança da Cadeia”] com a prisão em separado dos presos por um até três dias’” 257 . O “carcereiro” podia ainda aplicar outras sanções, como a repressão verbal, o “isolamento do detido, incomunicável ou não, num segredo ou quarto disciplinar”. A “transferência do preso para uma prisão «inferior» à que lhe competia pelo seu crime e estatuto social” era da competência de magistrado 258 . O carcereiro ficava obrigado a noticiar, em sede de inspecção, as decisões disciplinares que tomava e os seus fundamentos 259 260 . O Código Penal, aprovado em Dezembro de 1852, consagrava às prisões dois artigos, um, enunciando os diferentes tipos de cadeias, segundo a pena e considerando a “retenção dos pronunciados até à condenação” e, outro, estabelecendo que a “conveniente separação dos presos e a policia das prisões, assim como as penas disciplinares contra os presos, que usarem de ameaças, injúrias ou violências contra os Carcereiros... ou contra outros presos … serão determinadas nos Regulamentos administrativos do Governo… ” 261 . Em 1 de Julho de 1867, foi publicada a lei de “reforma penal e das prisões”. Após mais de uma década de estudos e discussões, consagrou o sistema de Filadélfia 262 , cuja aplicação prática só se começou a fazer sentir em 1885 263 , -
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O Erro Médico na Função Pública

O Erro Médico na Função Pública

Trata-se na verdade de uma realidade concreta. Palpável para cada um dos milhões de brasileiros que vivem na fronteira difusa entre a pobreza e a miséria. Uma parcela significativa da nação que com o seu trabalho edifica a riqueza nacional e que não tem acesso aos frutos dessa riqueza. Párias sociais, à margem da comunhão nacional, sem direito à educação, ao lazer, à segurança, à previdência social digna e principalmente à saúde. Para estes e para os assalariados em geral se oferece um serviço público de saúde esgotado pela escassez de recursos com reflexos significativos na reposição de material de serviço, equipamentos e medicamentos. A mão-de-obra médica nessa área notadamente quando permeada pela relação de emprego ou de repasse de verbas é mal remunerada e aviltada pelas condições de trabalho muitas vezes indignas.
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A audiência pública do licenciamento ambiental aplicada ao princípio da precaução, da participação e da função social da propriedade

A audiência pública do licenciamento ambiental aplicada ao princípio da precaução, da participação e da função social da propriedade

INOCORRÊNCIA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. 1. Caso em que a Associação dos Monitores Ambientais Parque Nacional de São Joaquim - AMA e outros ajuizaram a presente ação civil pública contra o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, em vista da proposta de criação de uma Unidade de Conservação de Proteção Integral denominada Parque Nacional do Campo dos Padres. 2. Hipótese em que não restou provada a existência de vícios na condução dos procedimentos necessários para criação do parque em questão. 3. A consulta à população não tem caráter deliberativo, de modo que, mesmo que a comunidade interessada se posicione contrariamente à transformação de uma dada área em uma unidade de conservação, o Poder público está autorizado a efetivar essa criação, desde que o faça em decisão motivada, a partir de estudos técnicos. 4. O Supremo Tribunal Federal já decidiu que “a consulta pública, não obstante se constitua em instrumento essencialmente democrático, que retira o povo da plateia e o coloca no palco dos assuntos públicos, não tem, aqui, a natureza de um plebiscito. Algumas manifestações contrárias à criação da estação ecológica não
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A autoridade do professor e a função da escola.

A autoridade do professor e a função da escola.

No exercício legítimo de sua autoridade, o professor não se torna um sujeito frio e calculista. Ao contrário. É exatamente porque o professor emociona-se diante dos desafios de sua profissão e de seu trabalho que tem a possibilidade de agir de forma racional e equilibrada. A sua racionalidade não é vazia de emoções. Por isso mesmo, ele não burocratiza as suas ações e repudia as mais variadas formas de burocratização da vida escolar. Na burocracia não há como discutir, a quem reclamar, sobre quem exercer pressão. Em uma escola buro- crática, todos são privados da liberdade, do poder de agir. Em um lugar onde ninguém governa, todos estão destituídos de poder e surge uma tirania silen- ciosa, sem tirano. O silêncio omisso que alimenta a burocracia pode significar, consciente ou inconscientemente, que a responsabilidade pelo mundo está sendo rejeitada (Arendt, 2004). Tanto a responsabilidade de definir as regras quanto a de cumpri-las. O professor e a escola não aceitam essa perda generalizada de autoridade e estão dispostos a assumir, com emoção, a luta contra todas as formas de banalização do mal e de burocratização da vida pública. Contribuem assim para afastar os mecanismos perversos da alienação.
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DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA INTERVENÇÃO DA/O ASSISTENTE SOCIAL EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA INTERVENÇÃO DA/O ASSISTENTE SOCIAL EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

Em relação à matriz curricular da Eseba-UFU, foi ponderada, durante a elaboração do PPP, a importância de se considerar os preceitos dos Parâmetros Curriculares Nacionais e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Sua constituição se baseia em conformidade “com os fundamentos éticos, políticos e pedagógicos da comunidade escolar da Eseba” (ESEBA, 2019, p. 88). De tal modo, o currículo desta instituição de ensino delibera sobre as habilidades e competências que os discentes devem desenvolver; indica a organização das áreas de conhecimento, permitindo o diálogo interdisciplinar entre elas sem, contudo, invalidar suas especificidades; considera a faixa etária do discente, a organização do tempo- espaço na escola, os processos metodológicos em conformidade com as concepções ético- político-pedagógicas; observa a pluralidade cultural da comunidade escolar e o contexto socioeconômico educacional e cultural em que o colégio está inserido, e desenvolve atividades e enriquecimento curricular por meio da disponibilidade de modalidades optativas.
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Modelo de competências no contexto da escola pública portuguesa : análise da função do diretor

Modelo de competências no contexto da escola pública portuguesa : análise da função do diretor

É diferente em cada um dos grupos a valoração relativa dos vários itens. Nos Diretores destaca-se como mais valorado o terceiro, Disponibilidade para partilhar responsabilidades de gestão da escola através do incremento da autoridade dos outros, nos Presidentes de Conselho Geral o item mais valorado é o quarto, Fortes competências para enfrentar problemas, o que inclui a capacidade para tomar decisões e atuar rapidamente para resolver problemas. O item menos valorado coincide nos dois grupos e é o quinto, Capacidade e convicção para gerir o ambiente externo da escola – uma espécie de político destemido capaz de aceitar riscos.
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