Top PDF O funcionamento das salas multifuncionais nas escolas da rede Estadual do ensino em Pombal-PB

O funcionamento das salas multifuncionais nas escolas da rede Estadual do ensino em Pombal-PB

O funcionamento das salas multifuncionais nas escolas da rede Estadual do ensino em Pombal-PB

Esse trabalho se estrutura a partir da discursão sobre as politicas de inclusão educacional no sistema regular de ensino tendo como ponto de partida, o uso das salas multifuncionais nas referidas unidades escolar. Diante dessa discursão surgem alguns questionamentos como funciona o apoio das salas de recursos multifuncionais (SRM), que tipo de pedagogia inclusiva é oferecida aos alunos com necessidades especiais por essas escolas, quais os objetivos como também, qual a importância das SRM para as escolas da rede estadual de ensino em Pombal-PB. Para melhor entendimento algumas questões tornam-se norteadoras diante da temática abordada.
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Um olhar sobre os conteúdos desenvolvidos nas escolas de ensino médio da rede estadual cearense

Um olhar sobre os conteúdos desenvolvidos nas escolas de ensino médio da rede estadual cearense

Os dados da pesquisa mostram algumas preferências dos professores quanto aos conteúdos de Língua Portuguesa, revelando que estes ainda são resistentes às inovações que vêm se processando ao longo dos anos, desde a década de 70, no que se refere ao ensino da língua materna. Segundo essas pesquisas, o usuário apreende o funcionamento da língua em interação com o outro e o contexto sócio-cultural em que está inserido. Compreendendo essa apreensão como um fato natural, o ensino e a aprendizagem dos fatos lingüísticos não podem estar dissociados desse aspecto de simplicidade e naturalidade da língua, em conformidade com o que prega a abordagem sócio-interacionista de linguagem.
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Política pública e violência nas escolas: um estudo na rede de ensino estadual em Salvador

Política pública e violência nas escolas: um estudo na rede de ensino estadual em Salvador

A pesquisa sobre as estratégias da gestão pública na questão da violência nas escolas terá como campo empírico: a) as Secretarias de Educação e de Segurança Pública do Estado da Bahia, situadas no Centro Administrativo da Bahia (CAB), Salvador-Bahia; b) três escolas da rede estadual localizadas na área do Núcleo Regional de Educação – NRE 26, que abrange as instituições de ensino localizadas no município, definidas pelo critério de: alto número de ocorrências de violência registradas pela Secretaria da Segurança Pública no período considerado na pesquisa, que oferecem pelo menos uma etapa da Educação Básica. Estas escolhas se justificam pelas seguintes razões: 1) pelo fato de a Secretaria de Educação ser o órgão gestor do sistema de ensino do estado e a ela caber a elaboração e/ou implementação das estratégias voltadas às questões do funcionamento da rede ensino; 2) Pelo fato de que a Secretaria da Segurança desenvolver parcerias com a Secretaria de Educação com o objeto de combater a violência nas escolas. Assinala-se que através de um projeto específico ligado a temática, a Operação Ronda Escolar constitui uma das iniciativas utilizadas para esse combate, possuindo um vasto banco de dados sobre a execução dessas ações desde o ano de 2009 até o presente, relacionados ao enfrentamento institucionalmente exógeno à escola que é dirigido aos casos de violência; 3) pelas escolas escolhidas terem apresentado maiores volumes de atendimento por parte de instituições da segurança pública no que tange aos casos de violência nas três modalidades, justificando a diferenciação do público que frequenta essas escolas.
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O processo de inclusão e a sala de recursos multifuncionais numa escola estadual de Campina Grande - PB

O processo de inclusão e a sala de recursos multifuncionais numa escola estadual de Campina Grande - PB

Educação inclusiva é uma temática que vem sendo bastante discutida, sobretudo diante dos desafios e dúvidas que surgem para viabilizar a inclusão de pessoas com alguma deficiência em escolas regulares. Não é difícil perceber as dúvidas, a falta de recursos humanos e materiais, bem como a resistência de algumas pessoas quando se trata de assumir de fato uma escola inclusiva. Partindo dessas reflexões, este trabalho teve como objetivo central: analisar de que forma é oferecida a educação inclusiva no âmbito da sala de recursos multifuncionais, diante das garantias do atendimento educacional especializado. O lócus de estudo foi uma escola da Rede Estadual de Ensino da cidade de Campina Grande-PB, tendo como foco principal a Sala de Recursos Multifuncionais. Utilizamos o método de pesquisa qualitativa através de entrevistas semiestruturadas formal e informal, observação, fotos, leituras de documentos e referências bibliográficas. Como aporte documental, Declaração de Salamanca (1994), Leis de Diretrizes e Base Nacional (1996). Para referências bibliográficas lemos Sassaki (2005), Mantoan (2003), entre outros. Na observação analisamos os atendimentos na sala de recursos, além de verificarmos as dificuldades encontradas na instituição para lhe dar com o processo de educação inclusiva. Os resultados revelam que existe uma carência em reconhecer o projeto que orienta o funcionamento da sala de recursos multifuncionais por parte dos professores da sala regular, e o que é de fato uma educação inclusiva. Contudo, concluímos que a instituição busca atender a proposta de educação inclusiva, mas ainda existem alguns obstáculos a serem superados para que possa realiza-la conforme as leis que regem a proposta inclusiva.
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A Educação Inclusiva: implantação das salas de recursos multifuncionais em escolas da rede estadual de Feira de Santana / Inclusive Education: planning of multifunctional resource rooms in the schools of the state network of Feira de Santana

A Educação Inclusiva: implantação das salas de recursos multifuncionais em escolas da rede estadual de Feira de Santana / Inclusive Education: planning of multifunctional resource rooms in the schools of the state network of Feira de Santana

Este trabalho foi delineado com o objetivo de pesquisar o funcionamento das Salas de Recursos Multifuncionais em escolas regulares da rede estadual de Feira de Santana. Os dados colhidos pelo Núcleo Territorial de Educação – NTE 19 foram trabalhados por meio de análise do conteúdo sob a perspectiva qualitativa. Buscou-se verificar e descrever a existência das salas de recursos multifuncionais na rede como ambientes adaptados para auxiliar estudantes com uma ou mais deficiências e de que forma esses alunos matriculados de classes comuns do ensino regular recebem esse apoio de atendimento. Com a implantação das salas, ocorreram diferenças em relação à infraestrutura e o atendimento especifico para cada tipo de deficiência.
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ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS EM UM MUNICÍPIO PAULISTA

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS EM UM MUNICÍPIO PAULISTA

Na atual política nacional de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC) na perspectiva da educação inclusiva, as chamadas salas de recursos multifuncionais (SRMs) têm sido o lócus preferencial de oferta do atendimento educacional especializado (AEE). Segundo dados oficiais, no período de 2005 a 2010, foram disponibilizadas 24.301 SRMs, sendo 17.679 para a Rede Municipal, 6.532 para Rede Estadual e as demais para a Rede Federal de ensino. Essa ação contemplou 83% dos municípios brasileiros, sendo implementada em 43% das escolas públicas com matrícula de alunos público-alvo da Educação Especial, no ensino regular. No entanto, nem sempre os dispositivos legais conseguem ser implementados na prática, em virtude da realidade complexa e dinâmica que envolve os sistemas escolares. Diante disso, levantam-se as seguintes questões: como os sistemas estão se organizando para atender o dispositivo legal sobre a implementação das SRMs, em termos de funcionamento dessas salas, profissionais especializados e avaliação do aluno? Como os serviços das SRMs estão sendo implantados e avaliados pelos profissionais envolvidos neste contexto? Essas são questões empíricas importantes, se considerarmos que a política de implantação das SRMs é recente e requer o desenvolvimento de pesquisas que possam contribuir para enriquecer as possibilidades de ações pedagógicas com alunos que demandam intervenções específicas, principalmente, por adotar-se a educação como um direito público e subjetivo. Para responder a essas questões, estabeleceu-se como objetivo deste estudo, descrever e analisar, juntamente com profissionais da educação, os serviços das SRMs de um município de médio porte do interior do Estado de São Paulo, a fim de entender como esses estão sendo organizados para atender aos dispositivos legais sobre a implementação
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Salas de recursos multifuncionais: Revisão de artigos científicos

Salas de recursos multifuncionais: Revisão de artigos científicos

Apesar do crescimento da produção científica na área de Educação Especial, há necessida- de da articulação em contextos de redes colaborativas de pesquisa. O presente trabalho faz parte do Observatório Nacional de Educação Especial (ONEESP), cujo foco é a produção de estudos integrados sobre políticas e práticas direcionadas para a questão da inclusão escolar e avaliar no âmbito nacional o programa de implantação de “Salas de Recursos Multifuncionais” (SRM), referente ao atendimento educacional especializado (AEE). O objetivo foi realizar uma investigação com o intuito de descrever e discutir sobre as produ- ções científicas publicadas na realidade brasileira no âmbito do atendimento educacional especializado. Para isso foi realizada uma revisão bibliográfica de artigos, sendo utiliza- das as bases de dados SciELO (Scientific Eletronic Library Online) e LILACS (Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde). Foram selecionados 19 artigos e a descrição dos resultados foi feita utilizando análise qualitativa e quantitativa. Os resulta- dos mostraram que a maioria dos artigos envolve o eixo que descreve o funcionamento do atendimento educacional especializado, o público mais investigado foram os alunos com paralisia cerebral e deficiência visual. Existe um maior número de pesquisa qualitativa e de estudo de caso. O local mais frequente de realização das pesquisas foram as escolas de rede pública estadual, sendo que os professores aparecem em maior número como participantes e o instrumento de coleta mais utilizado foi a entrevista.
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Síndrome de Burnout: estudo com professores da rede estadual de ensino médio de Campina Grande (PB)

Síndrome de Burnout: estudo com professores da rede estadual de ensino médio de Campina Grande (PB)

Nos estudos de burnout com amostras de professores, os fatores de risco desencadeadores da síndrome vão desde a sobrecarga de trabalho dentro e fora do espaço escolar, salas de aula superlotadas, baixos salários, desvalorização profissional, insuficiência de recursos pedagógicos, insegurança e violência na escola, dificuldade nas relações interpessoais, múltiplos empregos e horários de trabalho que, às vezes, leva o professor a lecionar nos três turnos (CODO, VASQUEZ-MENEZES, 1999; CARLOTTO; PALAZZO, 2006; FERENHOF; FERENHOF, 2001; ESTEVE, 1999). Alguns autores (ROMEU, 1987; FERENHOF; FERENHOF, 2001) acreditam que no Brasil estes fatores são mais graves nas escolas públicas do que nas privadas devido ao desamparo das autoridades políticas para com a educação, sendo tal desamparo claramente visível por meio da degradação física da escola, grafitagem, alusão a siglas de grupos rivais, violência, venda e consumo de drogas, etc. Carlotto (2010), entretanto, considera que os professores experimentam estressores mais ou menos comuns independentemente dos níveis de ensino que lecionam, e do tipo de escola em que trabalham – pública, privada, urbana ou rural.
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As salas de recursos multifuncionais e a perspectiva da inclusão escolar em Guarabira- PB

As salas de recursos multifuncionais e a perspectiva da inclusão escolar em Guarabira- PB

Este trabalho visa a compreender como se constitui o programa de Educação Especial denominado Sala de Recursos e seu papel no processo de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais no ensino comum, na medida em que essas Salas têm como principal objetivo oferecer AEE - Atendimento Educacional Especializado - de forma a contribuir para com a apropriação do conhecimento desses alunos e, dessa forma, contribuir para seu processo de inclusão escolar e social. Inicialmente, o trabalho traça um breve histórico da educação inclusiva; a seguir, explicita sobre o programa denominado Sala de Recursos, contextualizando-o tanto em nível municipal onde há características construídas historicamente – como em nível federal com as chamadas Salas de Recursos Multifuncionais como grandes promoções de sua política de uma Educação Especial que se efetiva na perspectiva da educação inclusiva. O estudo apresenta a análise dos dados de pesquisa de campo realizada com professores e especialistas concursados na área de educação incisiva, que atuam em Salas de Recursos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental da rede municipal. A pesquisa, de cunho qualitativo, mostra que são muitos os profissionais envolvidos no desenvolvimento das atividades nessas salas, desde os professores e equipe pedagógica da escola Secretaria de Educação Municipal. Esse trabalho conclui que ser professor de A.E.E., é promover nas escolas uma verdadeira educação inclusiva, proporcionando uma escola que aceita e entende estes estudantes dentro das suas dificuldades.
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As salas de recursos multifuncionais/salas de recursos das escolas da rede municipal de educação do município de São Mateus: itinerários e diversos olhares

As salas de recursos multifuncionais/salas de recursos das escolas da rede municipal de educação do município de São Mateus: itinerários e diversos olhares

No que se refere à análise da implantação dessas diferentes formas de Atendimento Educacional Especializado, destaco que o primeiro momento a ser lembrado diz respeito ao trabalho realizado em turma mista (TM). Pode se observar que esse era o espaço de encontro entre professores, alunos surdos e ouvintes, no qual compartilhavam os mesmos ambientes educativos. Neste momento, as interações entre esses sujeitos pareciam ser mais efetivas, pois provocavam um interessante movimento de “desarrumação” na lógica tradicional de organização da escola. Era neste espaço que a escola se encontrava com aquele aluno diferente, na sala de aula, era nesse momento que o professor do ensino comum, ao lado da intérprete, percebia que teria que repensar a sua prática (SOARES, 2011, p. 77).
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A gestão democrática participativa nas escolas e a formação dos profissionais de ensino da rede estadual de Santa Catarina

A gestão democrática participativa nas escolas e a formação dos profissionais de ensino da rede estadual de Santa Catarina

A partir da análise do Quadro 3, percebe-se que a escola ainda não tem realizado de forma clara uma gestão aberta à participação de todos os seus funcionários. Nas escolas pesquisadas, constata-se que a gestão não se assenta nos princípios da gestão democrática. Com base na análise dos dados, verifica-se que é preciso expandir a formação continuada em gestão escolar a todos os interessados que compõe o corpo de funcionários da escola, proporcionando conhecimento e facilitando a implantação de uma gestão guiada pelos princípios democráticos. Mesmo tendo interesse na área, observa-se que a maioria desconhece o que realmente torna uma gestão democrática e participativa. É preciso que o gestor em parceria com a secretaria de educação, solicite que a formação com ênfase à gestão democrática seja estendida à professores, técnicos administrativo e assessores de direção, para que então se possa criar projetos aproximando pais, alunos e demais membros da comunidade da gestão da escola.
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O uso das tecnologias no ensino da Matemática em uma escola de Ensino Fundamental e Médio da rede estadual de Nova Floresta - PB

O uso das tecnologias no ensino da Matemática em uma escola de Ensino Fundamental e Médio da rede estadual de Nova Floresta - PB

O seguinte trabalho se refere ao uso das tecnologias na Educação, principalmente em sala de aula. Com o rápido avanço das mesmas, a necessidade de usá-las como ferramenta tem se tornado cada vez mais necessário. E nós como professores de Matemática encontramos bastante dificuldade quando nos referimos ao uso destas, como ferramenta de ensino. Diante deste assunto, queremos saber qual a perspectiva dos professores na hora de encarar este novo recurso didático no processo ensino – aprendizagem, visto que muitos nunca tiveram a oportunidade de entender como toda esta tecnologia acabou entrando em nossas vidas de uma maneira tão rápida. O objetivo deste trabalho será de analisar através de um questionário, como os professores estão lidando com esta ferramenta para criar situações de aprendizagem. Primeiramente foi feita uma vasta pesquisa bibliográfica para conhecer melhor o tema e poder explorá-lo. A pesquisa foi realizada em uma escola pública estadual de Nova Floresta/PB. Diante dos resultados analisados, percebeu-se que apenas uma das professoras se sente mais segura em relação ao uso deste novo recurso, visto que seu tempo de atuação em sala de aula é maior. Já as demais, como não tiveram muitas oportunidades de conhecer e aprimorar-se sobre as tecnologias usadas em sala de aula, e tem ainda como percalço o não incentivo por parte das escolas; o uso destas torna-se quase inviável para alguns profissionais da educação. Porém, o fato de não terem habilidade para trabalhar com a tecnologia avançada como recurso, não as torna contrárias a elas, pois as mesmas acreditam que a inclusão desta ferramenta no currículo escolar será de grande valia aos alunos e aos próprios professores. As tecnologias vêm para nos proporcionar uma educação de qualidade, há inúmeras vantagens se usada deforma adequada e organizada. Os computadores estão sendo usados como uma ferramenta de apoio ao professor, pois quando usado de forma correta e significativa, há um aumento na aprendizagem, na criatividade de seus alunos e ainda dinamiza suas aulas de forma a ser mais interativa com os alunos.
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AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS EM ESCOLAS MUNICIPAIS NO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA, MT

AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS EM ESCOLAS MUNICIPAIS NO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA, MT

Ambas escolas citadas acima possuem a sala de Recursos Multifuncionais Tipo II, que são constituídas dos recursos da sala Tipo I como microcomputadores, monitores, fones de ouvido e microfones, scanner, impressora a laser, teclado e colmeia, mouse, e acionador de impressão, laptop, matérias e jogos pedagógicos, software para comunicação alternativa, lupas manuais e lupa eletrônica, plano inclinado, mesas, cadeiras, armários, quadro melanínico e acrescidos de outros recursos específicos para atendimento de alunos com cegueira, tais como impressora em Braille, maquina de datilografia Braille, reglete de mesa, punção, soroban, guia de assinatura, globo terrestre acessível, kit de desenho geométrico acessível, calculadora sonoro, software para produção de desenho gráficos e táteis. (BRASIL, 2010).
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O contexto do ensino de geometria nas áreas inicias em escolas da rede estadual do município de São José/SC

O contexto do ensino de geometria nas áreas inicias em escolas da rede estadual do município de São José/SC

A Geometria, nas últimas décadas, tem sido relativamente deixada de lado nas escolas brasileiras. Entretanto, estudos têm evidenciado a importância de sua inclusão nos currículos, no livro didático e na formação de professores. Mediante a relevância das argumentações encontradas na bibliografia sobre esse assunto, entende-se a urgência de repensar sobre sua significação na natureza e na riqueza que a escola tem diante de si, observando a Geometria enquanto motivação natural e ferramenta de conhecimento. Nesse direcionamento, esse estudo teve como objetivo a busca de informações, e conseqüentemente algumas reflexões, sobre o contexto do ensino de Geometria em algumas escolas, mais especificamente nas Séries Iniciais. A investigação teve como amostra uma parcela de quatro unidades de ensino da rede pública estadual do município de São José/SC, envolvendo dez professores. A escolha das primeiras séries do Ensino Fundamental se justifica por se julgar que é nesse segmento da Educação Básica que se tem uma das primeiras oportunidades de contribuição para o desenvolvimento de níveis mais organizados e complexos do indivíduo, onde a Geometria pode ser uma grande aliada. Assim, buscaram-se referenciais teóricos no sentido de compreender a Geometria e seu ensino, que juntamente com os resultados obtidos na pesquisa de campo serviram de alicerce para sustentar esse estudo. Pretende-se com isso contribuir e subsidiar a prática docente e o desenvolvimento dos educandos, argumentando sobre o mérito dos conteúdos de Geometria no currículo escolar.
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O estudo de matemática nas salas de recursos de escolas do ensino fundamental

O estudo de matemática nas salas de recursos de escolas do ensino fundamental

Aline de Moraes, RG 34.724.242-X, aluna do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, e sua orientadora Professora Miriam Godoy Penteado, lotada no Departamento de Matemática do IGCE, Unesp Câmpus de Rio Claro, convidam você a participar na pesquisa intitulada O estudo de Matemática nas Salas de Recurso de Escolas do Ensino Fundamental, que será utilizada no Trabalho de Conclusão de Curso. O objetivo da pesquisa é analisar as abordagens utilizadas pelos educadores no atendimento a alunos com deficiência que frequentam Salas de Recurso de escolas da educação básica, tendo como foco o processo de ensino de matemática.
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O currículo da disciplina de sociologia nas escolas públicas de ensino médio da rede estadual de Florianópolis/SC

O currículo da disciplina de sociologia nas escolas públicas de ensino médio da rede estadual de Florianópolis/SC

No primeiro capítulo, como introdução, localizamos nosso objeto e a problemática na qual está inserido, bem como a discussão sobre o método de pesquisa e suas categorias de análise, juntamente com os elementos da realidade da educação escolar de nível médio em Florianópolis, confrontando-a com os interesses formativos do capital. No segundo capítulo situamos a disciplina de Sociologia no sistema educacional brasileiro, com um recorte temporal mais atual, concentrando nossos esforços para a análise da conjuntura política, econômica e social a partir de 1990. O capítulo busca responder que influência teve essa conjuntura para a elaboração das políticas educacionais e para a construção dos documentos curriculares oficiais (LDB, DCNEM, OCNEM, PCNEM, PCN+ e Proposta Curricular de Santa Catarina). No terceiro capítulo analisamos os dados empíricos coletados através de entrevistas semiestruturadas com professores que atuam na rede pública de ensino médio em Florianópolis/SC, tratando das possibilidades de ensino e da construção curricular da disciplina de Sociologia nas escolas. E, por fim, nas considerações finais apontamos as conclusões às quais chegamos no que tange ao diálogo estabelecido entre os documentos curriculares oficiais e os planejamentos curriculares desenvolvidos pelos professores, abordando sua concretização no espaço da sala de aula. Para tal, nos embasamos teoricamente nas categorias apresentadas e discutidas ao longo do trabalho.
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A IMPLEMENTAÇÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR EM TRÊS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE MANAUS

A IMPLEMENTAÇÃO E A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR EM TRÊS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE MANAUS

Nesse contexto, as escolas pesquisadas, conforme apresentado no Capítulo I, reorganizaram seu trabalho pedagógico por meio de projetos que visam atender aos macrocampos escolhidos. Porém, levando em consideração as limitações físicas e pedagógicas, supostamente, as unidades não estão conseguindo desenvolvê-los conforme as diretrizes do programa. As escolas apenas realizam as compras de materiais com os recursos enviados a cada ano por meio da conta do PDDE. É possível, ainda, verificar nos PRCs das escolas, alguns indícios da ressignificação do programa no contexto da prática. Por exemplo, não se percebe na forma como foram cadastradas as atividades, pelas escolas, a integração curricular a partir da articulação das áreas de conhecimento do Ensino Médio e os macrocampos do ProEMI. Tratam-se de práticas isoladas, o que é contrário aos objetivos do programa, no qual consta:
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Percepção de discentes sobre problemáticas e práticas ambientais na Escola Estadual de Ensino Médio Monsenhor Vicente Freitas, Pombal-PB

Percepção de discentes sobre problemáticas e práticas ambientais na Escola Estadual de Ensino Médio Monsenhor Vicente Freitas, Pombal-PB

O presente trabalho intitulado Percepção de discentes sobre questões e práticas ambientais na Escola Estadual De Ensino Médio Monsenhor Vicente Freitas, Pombal-PB, teve como objetivo realizar oficinas pedagógicas acerca do bioma caatinga e Rio Piancó com alunos de uma escola pública do município de Pombal. Durante as oficinas pedagógicas percebeu-se que é na sala de aula que deve ser trabalhada a Educação Ambiental, principalmente como implantá-la na região em que se vive. A EA nos propicia viver de forma sustentável e preservando o meio ambiente. A educação ambiental pode propiciar uma nova percepção nas relações entre o homem e a natureza, assim como reforçar a necessidade de o homem agir como cidadão na busca de soluções para problemas loco regionais. As atividades foram desenvolvidas com alunos da 1ª série do Ensino Médio, onde foram aplicados questionários sobre o Bioma Caatinga e apresentados seminário sobre o Rio Piancó. Entende-se que recebendo as informações na escola, através de ações educativas sobre os problemas ambientais, os alunos terão mais oportunidades para desenvolver hábitos de defesa e conservação do meio ambiente. A ação do professor é fundamental, porque é ele quem vai proporcionar aos alunos as condições necessárias à mudança de comportamento que se espera deles para que se tornem cidadãos, conscientes da importância das suas atitudes em relação à preservação da natureza e de atuarem como multiplicadores da Educação Ambiental no ambiente em que vivem.
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Ensinar e incluir: o uso das salas de recursos multifuncionais e suas técnicas educativas no ensino fundamental e médio

Ensinar e incluir: o uso das salas de recursos multifuncionais e suas técnicas educativas no ensino fundamental e médio

A educação, enquanto prática cotidiana que busca libertar o ser humano da sua própria servidão na sociedade moderna, precisa vencer as barreiras instituídas que preterem os menos favorecidos. Neste sentido, viu-se, a partir das últimas décadas do século passado, tentativas das mais variadas para oferecer noções de igualdade de direitos à educação aos menos providos, na forma de políticas de inclusão. Por todo o planeta, vê-se surgir propostas diversificadas de inserção de pessoas com alguma dificuldade de aprendizado, no ambiente escolar. No Brasil, esta realidade não seria diferente; pelo menos, no discurso. Este trabalho teve como temática o uso das salas de recursos multifuncionais enquanto proposta metodológica de ensino como meio e suporte para a inclusão escolar e social. O seu desenvolvimento reflete o interesse em promover uma reflexão nos espaços educacionais que promovam as transformações de que tanto necessita a própria sociedade. Para tanto, parte-se da hipótese de que a qualificação dos profissionais que atuam nestes ambientes seja uma das estratégias de sucesso no atendimento educacional. Além disto, a presente investigação ressalta a necessidade de o professor das salas de recursos buscar o aprimoramento para se adaptar ao meio social do aluno e tornar-se um facilitador. Como há legislação que garante este tipo de serviço, a pesquisa também explorou tais documentos e materiais bibliográficos, os quais permitiram análises, constatações e reflexões críticas acerca da temática. Em síntese, a produção traz à tona informações relevantes sobre o ensino e a inclusão das pessoas com deficiências em escolas regulares, como prevê a legislação vigente.
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Atividades experimentais no ensino de física e biologia: uma proposta às escolas da Rede Estadual de Pitanga

Atividades experimentais no ensino de física e biologia: uma proposta às escolas da Rede Estadual de Pitanga

Segundo Matos et al. (2009) a utilização de metodologias alternativas de ensino é essencial para promover a integração entre as teorias e suas aplicações, fazendo com que o aluno seja ativo no processo ensino-aprendizagem e estimulando o trabalho em equipe. Em outras palavras, quando se utiliza diferentes recursos didáticos para a abordagem de certos conteúdos em sala de aula, o processo de aprendizagem se torna mais eficiente.

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