Top PDF Fundamentos de Matemática Elementar II

Fundamentos de Matemática Elementar II

Fundamentos de Matemática Elementar II

A Matemática é uma ciência que nasceu da necessidade que o homem tinha de resolver problemas, e vem se desenvolvendo e aprimorando ao longo dos tempos. Produz técnicas ana- líticas que são empregadas por engenheiros e outras profissionais na criação, desenvolvimento e aprimoramento tecnológico de vários produtos. O mundo como o conhecemos hoje não seria possível sem a Matemática. Não teríamos carros, aviões, celulares, computadores, televisões, aparelhos médicos etc. Assim, essa nobre ciência é uma parte essencial das engrenagens que fazem a sociedade evoluir. Desse modo, o profissional da área de Matemática é um elemento fundamental para o desenvolvimento tecnológico e, portanto, sócioeconômico de qualquer soci- edade.
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Fundamentos da Matemática Elementar II

Fundamentos da Matemática Elementar II

A Matemática é uma ciência que nasceu da necessidade que o homem tinha de resolver problemas, e vem se desenvolvendo e aprimorando ao longo dos tempos. Produz técnicas ana- líticas que são empregadas por engenheiros e outras profissionais na criação, desenvolvimento e aprimoramento tecnológico de vários produtos. O mundo como o conhecemos hoje não seria possível sem a Matemática. Não teríamos carros, aviões, celulares, computadores, televisões, aparelhos médicos etc. Assim, essa nobre ciência é uma parte essencial das engrenagens que fazem a sociedade evoluir. Desse modo, o profissional da área de Matemática é um elemento fundamental para o desenvolvimento tecnológico e, portanto, sócioeconômico de qualquer soci- edade.
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Fundamentos da Matemática II

Fundamentos da Matemática II

A cada evento gostaríamos de atribuir um número positivo que de- terminasse Qual é a chance de tal evento ocorrer. Aos eventos que sempre ocorrem, devemos atribuir o valor 1 indicando a chance to- tal de ocorrer. O espaço todo sempre ocorre, e portanto, ao espaço amostral, atribuímos o valor 1. Quando lançamos um dado várias vezes, vê-se que a chance de um evento elementar, isto é, um evento formado por um resultado apenas, tem a mesma chance de ocorrer que qualquer outro. Portanto, sendo equiprováveis, devemos atri- buir para cada evento elementar o valor 1/ 6 . O evento E = { 2, 4, 6 } ocorre quando sair qualquer um dos números 2,4,6. Segue que exis- tem 3 casos em 6 possíveis resultados que favorecem o evento E ocorrer. É natural atribuir a probabilidade do evento E ocorrer ao quociente dos resultados favoráveis pelos resultados possíveis, isto é, probabilidade de E= # 3 1
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Não-localidade quântica: matemática e fundamentos

Não-localidade quântica: matemática e fundamentos

Em 2000, Win van Dam [56] provou que, se duas partes tˆem acesso a caixas PR, a complexidade de comunica¸c˜ao de qualquer fun¸c˜ao distribu´ıda entre elas ´e trivial, i.e., o envio de 1 ´ unico bit ´e suficiente. O primeiro passo da prova deste importante resultado ´e a observa¸c˜ao de que qualquer fun¸c˜ao f : {0, 1} n × {0, 1} n → {0, 1} pode ser escrita como um polinˆomio, em v´arias vari´aveis. Isso pode ser melhor visualidado se observado, primeira- mente, que qualquer fun¸c˜ao elementar de dois bits pode ser implementada com as opera¸c˜oes soma e produto, e, fun¸c˜oes mais complexas, implemen- tadas atrav´es de fun¸c˜oes elementares. Ainda, estes polinˆomios podem ser reescritos como
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Abordagens históricas da matemática em "Lições de Álgebra Elementar" de Joaquim Ignácio de Almeida Lisboa

Abordagens históricas da matemática em "Lições de Álgebra Elementar" de Joaquim Ignácio de Almeida Lisboa

Pouco depois, ocorre a revolução de 1930. Francisco Luís da Silva Campos (1891-1968) assume o recém-criado Ministério da Educação e da Saúde Pública. Uma nova estrutura no âmbito escolar seria implantada, na qual Euclides Roxo é chamado a colaborar com as novas instruções para a reforma educacional no país, assumindo a presidência da comissão na área da Matemática. Roxo insere, no contexto nacional, suas propostas, que já haviam sido efetivadas na matemática escolar do ensino secundário no Colégio Pedro II. Na proposta, constavam conteúdos e métodos, dentro de uma perspectiva de se integralizar o ensino da Aritmética,
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Gelson Iezzi-Fundamentos de Matemática Elementar 7_ Geometria Analítica (1).pdf

Gelson Iezzi-Fundamentos de Matemática Elementar 7_ Geometria Analítica (1).pdf

Todo ponto de intersecção de duas retas tem de satisfazer às equações de ambas as retas, portanto, obtemos o ponto comum P(x o, Vo) a duas retas concorrentes resolvendo o sistema formado[r]

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Fundamentos de Matemática Elementar 5: Combinatória e Probabilidade

Fundamentos de Matemática Elementar 5: Combinatória e Probabilidade

O evento AC consiste em todas as enuplas ordenedas, de elementos distintos.. Duas bolas são extraídas ao acaso, e com reposição. Ouatro bolinhas são extraídas ao acaso sucessivamente, co[r]

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Fundamentos da Matemática Elementar  1

Fundamentos da Matemática Elementar 1

4) Web-conferências com os alunos nos dias: 05/03/2013 e 12/03/2013 das 21h00min as 22h00min; 5) Assistir vídeos indicados no AVA. 6) Pesquisar na internet: Aplicações de números compl[r]

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O rigor na investigação em História da  Matemática (II)

O rigor na investigação em História da Matemática (II)

um defensor do rigor na investigação em História da Matemática, como está convencido que o seu livro é “a primeira obra publicada em que esta tese [a que aí defende, e que há muito é consensual na comunidade matemática portuguesa] é fundamentada e sustentada por um matemático profissional, desconstruindo pelo caminho quer triunfalismos imaginários quer fatalismos sem fundamento” . A minha opinião é completamente outra, diametralmente oposta: como afirmo nesse artigo, o autor “dá todos os indícios de ser muito exterior a esta área, não ter feito pesquisa e desconhecer muito do que se escreveu sobre a história da matemática portuguesa. Parece ser uma missão impossível fazer um balanço credível dos oito séculos da nossa história ma- temática, estando tão fora dos assuntos em questão” (p. 187). Pensei que o que tinha escrito no meu artigo poderia contribuir para que o autor se desse conta da fragilidade e dos erros de alguns dos seus argumentos e afirmações, mas claramente isso não aconteceu. Li com cuidado este seu novo texto, mas acho que, tirando alguns aspectos pontuais, como a menção ao artigo de Fernando Taveira da Fonseca 6 , que não tinha utilizado no seu livro, ele
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Secção II. Fundamentos técnicos da gestão de bases de dados (continuação)

Secção II. Fundamentos técnicos da gestão de bases de dados (continuação)

benefícios dos armazéns de dados dependem das empresas “conhecerem os recursos de dados que possuem e saberem o que querem tirar deles”.. Utilize esta empresa como exemplo..?[r]

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2.1. FUNDAMENTOS DE PROJETO ELÉTRICO. - Unidade II Circuitos Residenciais

2.1. FUNDAMENTOS DE PROJETO ELÉTRICO. - Unidade II Circuitos Residenciais

 Portanto, é imprescindível que, para realização de uma instalação elétrica, seja desenvolvido um projeto, por uma pessoal qualificado.. Unidade II: Análise de Circuitos Residenciais [r]

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Fundamentos da alfabetização matemática: algumas implicações na construção de conceitos matemáticos

Fundamentos da alfabetização matemática: algumas implicações na construção de conceitos matemáticos

É possível observar, já no início do processo de alfabetização nas salas de aula dos primeiros anos do Ensino Fundamental, que as crianças possuem uma boa relação com a Matemática, ainda que não possam dominá-la. Essa relação pode ser comprometida se a escola não souber trabalhar a sistematização desses pré- conhecimentos. Compreender como o professor se posiciona em relação ao conhecimento matemático e como ele é construído pelas crianças e trabalhado nas salas de aulas, permite-nos tecer reflexões sobre algumas manifestações vinculadas à linguagem Matemática, em uma perspectiva significativa de alfabetização.
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FORMAÇÃO CIDADÃ: UMA EXPERIÊNCIA COM OS FUNDAMENTOS FREIREANOS NA MATEMÁTICA PARA ALUNOS DE EJA

FORMAÇÃO CIDADÃ: UMA EXPERIÊNCIA COM OS FUNDAMENTOS FREIREANOS NA MATEMÁTICA PARA ALUNOS DE EJA

Apesar dos reconhecidos avanços históricos nas últimas décadas, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) ainda apresenta muitos desafios pedagógicos. Esses desafios dizem respeito às questões metodológicas e também de efetivação de políticas públicas mais assertivas em relação à população em questão. O ensino da Matemática, independente do segmento escolar, também requer inovações que garantam um bom aprendizado para estudantes de todas as idades. O presente trabalho trata de resultados parciais de uma pesquisa desenvolvida no Mestrado Profissional em Educação Matemática na USS - Universidade Severino Sombra - sobre o ensino da Matemática na EJA numa perspectiva cidadã. A partir de uma contextualização histórica para a compreensão das principais questões referentes à Educação de Jovens e Adultos no Brasil, foi planejado e desenvolvido um rol de atividades matemáticas em duas turmas, fases VII e VIII, do Ensino Fundamental na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, em um município do Estado do Rio de Janeiro, com vistas a observar e refletir sobre o ensino da Matemática numa perspectiva cidadã. Nessa proposta de investigação, buscou-se refletir sobre as possibilidades metodológicas da articulação entre as proposições pedagógicas de Paulo Freire e o ensino de conteúdos matemáticos, especialmente no que diz respeito à contextualização, no sentido de contemplar situações do cotidiano inter-relacionadas com conhecimento matemático e, portanto, promover a motivação para o aprendizado e o exercício da cidadania.
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Análise Matemática II

Análise Matemática II

Os integrais de linha são importantes em Matemática pura e aplicada. Aparecem ligados com os conceitos de trabalho, energia potencial, ‡uxo de calor, circulação de um ‡uido, e noutros conceitos físicos em que se estuda o comportamento de uma função (escalar ou vectorial) ao longo de uma curva.

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Mercúrio em solos do Sudeste brasileiro : interações e avaliação da vulnerabilidade perante mercúrio elementar e mercúrio (II)

Mercúrio em solos do Sudeste brasileiro : interações e avaliação da vulnerabilidade perante mercúrio elementar e mercúrio (II)

Além disso, o termograma da amostra analisada após uma semana inicia-se em temperatura inferior a 100°C, caracterizando a presença de Hg 0 além de Hg 2+ . Portanto, é possível que, para esse solo houve adsorção de um excesso muito grande de mercúrio elementar que foi parcialmente oxidado mas que, após uma semana, não foi completamente dessorvido. Já para a amostra TCp-B, o termograma obtido (Figura 4.5b) 24 horas após a amostra ser retirada da incubação apresenta um pico característico de Hg 2+ , em 280°C, com área de apenas 9,00% do total (Figura 4.7b) mas também apresenta outros picos em temperaturas mais baixas, que podem significar que, nesta amostra, o mercúrio elementar apenas foi adsorvido superficialmente, por interações fracas, que se desfizeram após uma semana de exposição ao ar. O fato do pico centrado em 280°C não ter aumentado após uma semana, nos leva a crer que o mercúrio elementar inicialmente adsorvido não foi oxidado, nem permaneceu no solo, tendo sido, portanto, completamente dessorvido. As bandas observadas em temperaturas muito elevadas, no primeiro termograma, podem ter sido causadas por Hg 0 aprisionado em algum microporo que se desfez com o aquecimento, e não formas oxidadas de mercúrio. Para o horizonte B, ao contrário do horizonte A, uma semana de exposição foi suficiente para dessorver o excesso de mercúrio elementar, o que demonstra que, ainda que a retenção do mercúrio elementar seja um fenômeno de fisissorção, no horizonte A, a interação com o mercúrio é mais forte que no horizonte B.
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Turfeiras da Serra do Espinhaço Meridional - MG: II - influência da drenagem na composição elementar e substâncias húmicas.

Turfeiras da Serra do Espinhaço Meridional - MG: II - influência da drenagem na composição elementar e substâncias húmicas.

Nas turfeiras P2 e P4, com muito más condições de drenagem, as relações C/N e O/C da matéria orgânica foram mais baixas, a humina predominou amplamente entre as substâncias húmicas e os [r]

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Curso Moderno de Matemática para a escola elementar - Guia do Professor, 2ª edição, 4º vol., 1973.

Curso Moderno de Matemática para a escola elementar - Guia do Professor, 2ª edição, 4º vol., 1973.

pintou 2'.. Para resolver os exercícios do rodapé, os alunos transformam cada iraçao em porcentagem. Devem ser resolvidos na lousa pelo professor e P'funos.. Págim 17S — Os exercícios [r]

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Curso Moderno de Matemática para a escola elementar, 2ª série, 7ª edição, 2º vol., 1974.

Curso Moderno de Matemática para a escola elementar, 2ª série, 7ª edição, 2º vol., 1974.

Zezinho vai do ponto A para B percorrendo o caminho pintado de azul.. Zezinho percorreu um SEGMENTO DE RETA..[r]

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Antônio Bandeira Trajano e sua obra Arithmética Elementar Ilustrada : a aplicação do método intuitivo no ensino da matemática

Antônio Bandeira Trajano e sua obra Arithmética Elementar Ilustrada : a aplicação do método intuitivo no ensino da matemática

Ilm. Sr. – Em resposta ao ofício da V. S. de 11 do corrente, pedindo o meu parecer sobre a Aritmética Elementar Ilustrada de Antônio Trajano, tenho a dizer que acho esse livro de grande valor para o principiante. O processo material que emprega e que consta das ilustrações de que é cheio o livro, torna compreensíveis e com toda a clareza as diversas questões que em outros compêndios são tratadas de modo a levar o desanimo ao principiante que, ou abandona o estudo, ou se vê obrigado a decorar sem compreender o que lê. É esta ciência tão útil e no nosso país ainda tão mal estudada, por falta de livros como o do Sr. Trajano, cuja adoção nas nossas escolas será com certeza de grande vantagem para os que vão ensaiar os primeiros passos na ciência dos números, pois estou certo virá fazer deserta os livros que pretendem ensinar os princípios não a quem saiba, mas a quem já deve saber muito. Este útil livrinho, que irá tornar o ensino da Aritmética tão agradável, deverá sempre substituir esses livros-finges, que fazem recuar desanimado o principiante.
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Fundamentos da exploração ecográfica parte II: artefatos

Fundamentos da exploração ecográfica parte II: artefatos

As interfaces entre tecidos moles e líquidos também podem produzir artefatos de refração, isso devido à velocidade do som nos líquidos corporais ser menor que nos tecid[r]

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