Top PDF Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

RESUMO – (Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil). Os fungos anamórficos, caracterizados pela produção de estruturas de reprodução assexuadas, são habitantes comuns do folhedo onde desempenham papel importante na decomposição. O objetivo deste trabalho foi realizar um inventário dos fungos anamórficos associados ao folhedo de plantas da Chapada Diamantina, BA. Foram realizadas 13 expedições, de dezembro/2002 a outubro/2003, para coleta de folhedo. Para verificação da presença de fungos anamórficos o material foi submetido à técnica de lavagem sucessiva com água destilada esterilizada e posteriormente incubado em câmaras-úmidas. Lâminas permanentes com as estruturas reprodutivas dos espécimes foram confeccionadas com resina PVL e depositadas no herbário HUEFS. Das 57 espécies de fungos anamórficos identificados, nove constituem novas ocorrências para o Estado da Bahia e cinco para o Brasil: Fusariella atrovirens (Berk.) Sacc., Kiliophora ubiensis (Caneva & Rambelli) Kuthub. & Nawawi, Paraceratocladium silvestre Castañeda, Pleurotheciopsis setiformis Castañeda e Triscelophorus deficiens (Matsush.) Matsush. Incluem-se comentários e distribuição geográfica dos novos registros para o Estado da Bahia; descrições e ilustrações são apresentadas para as novas ocorrências para o Brasil.
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Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil.

Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil). Folhas mortas de Clusia melchiorii Gleason e C. nemorosa G. Mey. foram coletadas bimestralmente na Serra da Jibóia, Bahia, no período de outubro/2005 a junho/2006. As folhas foram lavadas em água corrente e mantidas em câmara-úmida durante 30 dias. As estruturas fúngicas foram coletadas e montadas em lâminas permanentes. São apresentadas descrições e ilustrações de sete novos registros de Hyphomycetes para o Estado da Bahia [Beltrania querna Harkn., Clonostachys compactiuscula (Sacc.) D. Hawksw. & W. Gams, Dictyosporium elegans Corda, Gyrothrix verticiclada (Goid.) S. Hughes & Piroz., Pseudobotrytis terrestris (Timonin) Subram., Sporendocladia bactrospora (W.B. Kendr.) M.J. Wingf. e Stachybotrys parvispora S. Hughes].
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Fungos anamórficos (Hyphomycetes) no Semi-árido do Estado da Bahia, Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) no Semi-árido do Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Fungos anamórficos (Hyphomycetes) no Semi-árido do Estado da Bahia, Brasil). Durante o levantamento de fungos anamórficos associados à folhas em decomposição de diferentes plantas na região semi-árida do Estado da Bahia, 23 espécies, pertencentes a 19 gêneros foram encontradas. Dessas, uma espécie constitui novo registro para a Bahia e três para o Brasil, respectivamente: Drechslera victoriae (F. Meehan & H.C. Murphy) Subram. & B.L. Jain, Ochroconis crassihumicola (Matsush.) de Hoog & Arx, Pyricularia caffera Matsush. e Tretopileus sphaerophorus (Berk & M.A. Curtis) Hughes & Deighton. Descrições, comentários e ilustrações são apresentados para essas espécies.
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Asteraceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

Asteraceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO - (Asteraceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil). Asteraceae é a maior família dentre as Eudicotiledôneas com cerca de 24.000 espécies distribuídas em todo planeta. Jacobina situa-se no extremo norte da Chapada Diamantina, com duas principais formações montanhosas, a Serra do Tombador na porção oeste e a Serra de Jacobina na porção leste. O estudo tem como objetivo realizar o levantamento florístico de Asteraceae do município de Jacobina, discutir a ocorrência, a distribuição e apresentar uma chave de identificação para as espécies. Foram realizadas cinco viagens de coleta (2011-2012) em diversas fitofisionomias do município e análise das coleções de sete herbários brasileiros. Asteraceae está representada em Jacobina por 15 tribos, 61 gêneros, 80 espécies e um híbrido. As tribos mais representativas foram Vernonieae (21 spp.), Eupatorieae (19) e Heliantheae (13), destacando os gêneros Lepidaploa e Mikania (com 5 espécies cada). Dentre os táxons encontrados, dez têm Jacobina como localidade-tipo e Lepidaploa muricata é uma nova ocorrência para o Estado.
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Briófitas de campos rupestres da Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

Briófitas de campos rupestres da Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO - (Briófitas de campos rupestres da Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil). Nesse levantamento, foram encontrados 65 táxons infragenéricos nos campos rupestres da Bahia, sendo 41 pertencentes à divisão Bryophyta, distribuídos em 19 gêneros e 11 famílias, e 24 à divisão Hepatophyta distribuídos em 15 gêneros e nove famílias. Desses, 23 (nove musgos e 14 hepáticas) são novas citações para o estado. A maioria desses táxons parece ter distribuição restrita à região da Chapada Diamantina, não tendo sido encontrados em outras regiões do estado.
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Levantamento florístico de Myrtaceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

Levantamento florístico de Myrtaceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO - (Levantamento florístico de Myrtaceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil) Myrtaceae é uma família pantropical com cerca de 5500 espécies e 132 gêneros e que se destacada pela taxonomia complexa (caracteres crípticos) e difícil. No Brasil, Myrtaceae está representada por 23 gêneros e 974 espécies e é uma das famílias mais representativas na Cadeia do Espinhaço. O objetivo deste trabalho foi realizar o levantamento florístico de Myrtaceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Bahia. Foram realizadas cinco expedições de coleta entre junho/2011 e abril/2012, analisado os materiais dos herbários no estado, consulta a bibliografias especializadas e especialistas da família. Foram encontrados sete gêneros e 32 espécies de Myrtaceae, sendo que Myrcia DC. (14 spp.), Eugenia L. (nove spp.) e Psidium L. (quatro spp.) foram os gêneros mais representativos, correspondendo a 87% do total de espécies. Myrcia blanchetiana (O.Berg) Mattos é endêmica para a Bahia, duas espécies (Eugenia rostrata O.Berg, Psidium brownianum DC.) são novas ocorrências para Jacobina e uma nova espécie de Myrcia foi reconhecida. São apresentadas chaves de identificações genéricas e específicas, além de discussões acerca da morfologia e distribuição geográfica dos táxons.
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Scenedesmaceae (Chlorophyta, Chlorophyceae) de duas áreas do Pantanal dos Marimbus (Baiano e Remanso), Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

Scenedesmaceae (Chlorophyta, Chlorophyceae) de duas áreas do Pantanal dos Marimbus (Baiano e Remanso), Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil.

Conforme Tsarenko & John (2011), S. ellipticus pode apresentar células arranjadas alternadamente no cenóbio, uma mais para cima e outra mais para baixo e, raramente, apresentar células curvadas. Nogueira (1991) estudou populações coletadas no município do Rio de Janeiro e encontrou alguns cenóbios envoltos por mucilagem. Nos exemplares atualmente estudados não foram observadas essas características, mantendo-se sempre o padrão de cenóbios lineares sem mucilagem. Esse é o primeiro registro da presença da espécie no Estado da Bahia.

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Fungos conidiais do bioma Caatinga I. Novos registros para o continente americano, Neotrópico, América do Sul e Brasil.

Fungos conidiais do bioma Caatinga I. Novos registros para o continente americano, Neotrópico, América do Sul e Brasil.

Durante inventário de fungos conidiais realizado na Serra da Fumaça, Pindobaçu, estado da Bahia, Brasil, foram identificadas 44 espécies. Destas, cinco representam novos registro para o continente americano: Dendryphiosphaera parvula Nawawi & Kuthub., Diplococcium dendrocalami Goh, K.D. Hyde & Umali, Sporidesmiella aspera Kuthub. & Nawawi, S. fusiformis W.P. Wu e Triposporium verruculosum R.F. Castañeda, Gené & Guarro. Stanjehughesia hormiscioides (Corda) Subram. é um novo registro para o Neotrópico; Hemibeltrania decorosa R.F. Castañeda & W.B. Kendr constitui novo registro para a América do Sul e Spadicoides macroobovata Matsush. é um novo registro para o Brasil. Descrições, ilustrações, distribuição geográfica mundial e comentários são apresentados para os novos registros citados. Uma lista com as demais espécies encontradas é adicionada.
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Operacionalização de políticas públicas em contextos locais: A PNATER na Chapada Diamantina Bahia

Operacionalização de políticas públicas em contextos locais: A PNATER na Chapada Diamantina Bahia

Portanto, a formação da estrutura fundiária brasileira, que ocorreu através da implantação do latifúndio, da monocultura, do trabalho escravo e da exploração do trabalhador rural, pode ser vista como um processo altamente excludente e centralizador. Haja vista que, desde o inicio, existiu o favoritismo e a negação de direito de posse de terras às camadas sociais menos favorecidas. Esta exclusão aumentou ainda mais, quando no fim da década de 1940, o Estado decidiu implantar um modelo modernizante para a agropecuária nacional. A modernização teve como suporte o argumento oficial que esta traria melhorias nas condições de vida dos habitantes do campo, minimizando assim os efeitos da exclusão à qual parte da população havia sido submetida. Foi com a implantação do modelo de modernização da agropecuária que se institucionalizou os serviços de Ater no Brasil.
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Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Dada a extensão do território brasileiro e à variedade de ambientes existentes em cada região e, apesar dos esforços empreendidos na última década, a brioflora brasileira ainda não está totalmente conhecida, visto o número de novas adições que continuamente são publicadas para as várias regiões do Brasil, tanto para musgos como para hepáticas, contando mais de 200 novos registros nos últimos anos. Cada um dos estados brasileiros enfocando-se uma região ou domínio fitogeográfico específico, conta sempre com novos registros de briófitas na medida em que sua brioflora prossegue em estudo, a exemplo de Germano & Pôrto (2004) para Pernambuco (9 spp.); Yano & Bastos (2004) para o Mato Grosso do Sul (100 spp.); Oliveira & Alves (2007) e Oliveira & Bastos (2009) para o Ceará (28 spp.); Souza et al. (2008) para Goiás (38 spp.); Yano et al. (2010) para Alagoas (86 spp.); Silva & Piassi (2010) para o Espírito Santo (4spp.); Yano & Luizi-Ponzo (2014)
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Briófi tas da Reserva Particular do Patrimônio Natural da Serra do Caraça, Estado de Minas Gerais, Brasil

Briófi tas da Reserva Particular do Patrimônio Natural da Serra do Caraça, Estado de Minas Gerais, Brasil

com os de outros grupos vegetais, o que revela uma necessidade de aumentar as pesquisas nessa importante região (Costa et al. 2011). Alguns exemplos que podemos destacar são os estudos realizados no Estado da Bahia nos trabalhos de Bastos et al. (2000), Valente et al. (2011), Valente et al. (2013) e Valente et al. (2017) para o conhecimento da distribuição geográfica de briófitas entre as diferentes formações vegetais presentes na Chapada Diamantina; enquanto no Estado de Minas Gerais, são encontrados os de Yano & Carvalho (1995) na Serra da Piedade, Yano & Peralta (2009) para a Serra de Grão-Mogol, Yano & Peralta (2011a) na Serra de São José, Luizi- Ponzo et al. (2013) no Parque Estadual de Ibitipoca, Yano & Peralta (2011b) e Souza & Câmara (2015) na Serra do Cipó e, recentemente, Carmo & Peralta (2016) e Carmo & Peralta (2017) no Parque Nacional da Serra da Canastra. Como resultado desses e de outros trabalhos realizados no Estado de Minas Gerais, temos atualmente um total de 773 espécies de briófitas registradas para o Estado de Minas Gerais como um todo, o que representa aproximadamente metade da riqueza de briófitas relatadas no Brasil (Flora do Brasil 2020).
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O gênero Bulbophyllum Thouars (Orchidaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

O gênero Bulbophyllum Thouars (Orchidaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

O gênero Bulbophyllum Thouars é um dos mais representativos em número de espécies, com aproximadamente 1.200 espécies. Possui distribuição pantropical, com grande parte de seus representantes distribuídos principalmente na Ásia e Oceania, com um número inferior de espécies na África e nas Américas (Dressler 1981, 1993, Vermeulen 1991). Para o Brasil, Pabst & Dungs (1975, 1977) listaram 54 espécies, distribuídas principalmente entre os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, não sendo mencionada nenhuma espécie para a Bahia. Este número foi acrescido para cerca de 60 espécies por algumas publicações posteriores (e.g., Borba et al. 1998, Toscano-de-Brito 2000). Toscano-de-Brito (1995) listou as primeiras três espécies para o Estado da Bahia, encontradas em campos rupestres do Pico das Almas, Chapada Diamantina: B. cribbianum Toscano, B. weddellii (Lindl.) Rchb.f. e B. ipanemense Hoehne, sendo posteriormente acrescentadas B. involutum Borba, Semir & F.Barros (Borba et al. 1998) e B. kautskyi Toscano (Toscano-de-Brito 2000), esta última para a Mata Atlântica, além do híbrido natural B. ×cipoense Borba & Semir (Azevedo 2004).
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Sinopse das Orchidaceae do Parque Nacional de Boa Nova, BA, Brasil

Sinopse das Orchidaceae do Parque Nacional de Boa Nova, BA, Brasil

RESUMO - (Sinopse das Orchidaceae do Parque Nacional de Boa Nova, BA, Brasil) O Parque Nacional de Boa Nova protege uma importante área de transição entre a Caatinga e a Mata Atlântica e sua flora ainda é pouco conhecida. Desta forma, o presente estudo teve como objetivo realizar um levantamento florístico da família Orchidaceae no Parque Nacional de Boa Nova. O levantamento foi realizado através de excursões mensais a campo. Foram encontradas 42 espécies distribuídas em 31 gêneros, incluindo duas novas ocorrências para o Nordeste do Brasil: Prosthechea allemanoides e Sarcoglottis ventricosa, e dois novos registros para o estado da Bahia: Malaxis parthonii e Trichosalpinx montana. São apresentadas chaves de identificação para gêneros e espécies, observações morfológicas e ecológicas, além de dados sobre a distribuição geográfica das espécies, contribuindo, desta forma, com novas informações sobre a composição florística do Parque.
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O gênero Ichnanthus (Poaceae: Paniceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

O gênero Ichnanthus (Poaceae: Paniceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

RESUMO – (O gênero Ichnanthus P. Beauv. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil). É apresentado o levantamento das espécies do gênero Ichnanthus P. Beauv. (Poaceae) presentes na Chapada Diamantina, parte norte da Cadeia do Espinhaço, situada na região central do Estado da Bahia, Brasil. O trabalho foi feito com base em estudo de espécimes de herbários, coletas intensivas e análise das populações no campo. Foi confirmada a ocorrência de nove espécies que habitam geralmente bordas de matas (I. leiocarpus, I. nemoralis e I. pallens), algumas das quais presentes também nos campos rupestres e cerrados (I. bambusiflorus, I. calvescens, I. dasycoleus, I. inconstans e I. procurrens), ou predominando nestes, sendo apenas uma restrita a áreas de caatinga (I. zehntneri). Este trabalho apresenta chave analítica para a identificação das espécies, descrições e ilustrações das mesmas, além de comentários taxonômicos e ecológicos.
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Schizaeales da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

Schizaeales da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

A Chapada Diamantina é a porção da Cadeia do Espinhaço localizada na posição central do Estado da Bahia. Está inserida no bioma Caatinga e compreende 58 municípios. O presente trabalho registra o levantamento florístico, as descrições e as ilustrações de 11 espécies de Schizaeales encontradas na Chapada Diamantina, além de chaves de identificação para famílias e espécies. As espécies encontradas foram: Anemia dentata Gardner ex Field & Gardner, A. ferruginea Humb. & Bonpl. ex Kunth, A. hirsuta (L.) Sw., A. oblongifolia (Cav.) Sw., A. phyllitidis (L.) Sw., A. rutifolia Mart., A. tomentosa (Savigny) Sw. e A. villosa Humb. & Bonpl. ex Willd., Lygodium venustum Sw., L. volubile Sw., Schizaea elegans (Vahl) Sw.
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A família Orchidaceae no município de Morro do Chapéu, Bahia, Brasil.

A família Orchidaceae no município de Morro do Chapéu, Bahia, Brasil.

C o m p a r a n d o o l e v a n t a m e n t o a q u i apresentado com outras áreas do leste brasileiro (Tab. 1) constata-se que 15 espécies ocorrentes em Morro do Chapéu não ocorrem naquelas áreas, estando distribuídas apenas ao longo da Chapada Diamantina ou demais áreas da Cadeia do Espinhaço, sendo cerca da metade delas tipicamente de afloramentos rochosos. Isso porque a Cadeia do Espinhaço tem topografia, clima e altitude que influenciam fortemente sua composição florística, apresentando, como tipo vegetacional predominante, os campos rupestres, nos quais há um número significativo de espécies raras ou com distribuição restrita (Harley & Simmons 1986; Giulietti & Pirani 1988; Harley 1988, 1995; Conceição et al. 2005; Ribeiro et al. 2005). Morro do Chapéu compartilha com o levantamento do Ceará (Barros et al. 2010; Freitas et al. 2011) sete espécies; com o Distrito Federal (Batista & Bianchetti 2003; Barros et al. 2010) 15; com áreas de Minas Gerais que não fazem parte da Cadeia do Espinhaço, 14 espécies no total, sendo três com a Reserva Biológica da Represa do Grama (Menini Neto et al. 2004) e 13 com o Parque Estadual de Ibitipoca (Menini Neto et al. 2007); com o Parque Natural Municipal da Prainha no Rio de Janeiro (Cunha & Forzza 2007) são quatro espécies; com os levantamentos realizados em áreas diferentes em São Paulo somam-se 25 espécies, sendo três com a Fazenda Cantagalo (Schuster et al. 2010), 15 com a Serra do Japi (Pansarin & Pansarin 2008), uma com o Centro de Educação Ambiental “Francisco Mendes” (Pedroso de Moraes et al. 2010) e 20 com a região central de São Paulo (Ferreira & Pansarin 2010). Com o estado do Paraná (Angely 1965; Barros et al. 2010) foram 29 espécies em comum e com o Rio Grande do Sul foram apenas quatro espécies em comum no litoral norte (Rocha & Waechter 2006) e cinco na Fazenda São Maximiano (Buzatto et al. 2007).
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Duas novas espécies de Calliandra Benth.: (Leguminosae - Mimosoideae) da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

Duas novas espécies de Calliandra Benth.: (Leguminosae - Mimosoideae) da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

RESUMO – (Duas novas espécies de Calliandra Benth. (Leguminosae - Mimosoideae) da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil). São descritas duas novas espécies de Calliandra da Chapada Diamantina, Estado da Bahia, leste do Brasil. Calliandra geraisensis E.R. Souza & L.P. Queiroz é próxima de C. calycina Benth., diferindo pelo seu hábito depauperado, folhas dísticas e ausência de tricomas glandulares no perianto. Calliandra imbricata E.R. Souza & L.P. Queiroz é uma planta arbustiva semelhante a C. erubescens Renvoize, da qual difere pelas folhas com maior número de pinas e folíolos e pelos estames vermelhos. Ambas as espécies ocorrem nas montanhas da Chapada Diamantina e são endêmicas restritas de uma pequena área nas vizinhanças da cidade de Piatã.
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Borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea e Hesperioidea) da porção norte da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

Borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea e Hesperioidea) da porção norte da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

Resumo: O conhecimento sobre a diversidade de borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea e Hesperioidea) no bioma Caatinga é incipiente quando comparado aos demais biomas brasileiros. Áreas consideradas como prioritárias para a conservação da biodiversidade da Caatinga, ainda permanecem com conhecimento escasso acerca da diversidade da fauna de lepidópteros, como é o caso da região da Chapada Diamantina. Um estudo sobre a diversidade borboletas, financiado pelo Programa de Pesquisa em Biodiversidade do Semiárido (PPBio), foi realizado em duas áreas consideradas como prioritárias para a conservação da biodiversidade da Caatinga no estado da Bahia, Morro do Chapéu e Senhor do Bonfim, localizadas na porção norte da Chapada Diamantina. Foram registradas 169 espécies, das quais duas são espécies novas. Nymphalidae foi a família de maior riqueza, com 82 espécies. Duas espécies endêmicas para a Caatinga foram registradas.
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Diversidade arbórea das florestas alto montanas no Sul da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

Diversidade arbórea das florestas alto montanas no Sul da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

A lista fl orística aqui apresentada foi obtida por meio do levantamento fi tossociológico de 12 fragmentos situados na porção sul da Chapada Dia- mantina, Bahia (Tab. 1). Foram amostrados seis fragmentos na Serra das Almas (Parque Municipal de Rio de Contas; 13°31’S, 41°58’W), cinco na Serra da Mesa (Pico do Itoibira, APA Serra do Barbado; 13°22’S, 41°53’W), município de Rio de Contas, e um na Serra Itubira (Mata do Cigano, APA Serra do Barbado; 13°15’S, 41°55’W), município de Rio do Pires. Nestas localidades, são encontradas as maiores elevações do Nordeste. Dois dos mais importantes rios da Bahia nascem nessas serras, o rio de Contas, que deságua no oceano Atlântico, e o rio Paramirim, maior afl uente da margem direita do rio São Francisco, no estado da Bahia. São áreas montanhosas de difícil acesso e as fl orestas encontradas na região são, em sua maioria, fl orestas de grotão, fl orestas de encosta e fl orestas ciliares, estando ligadas à presença da água. Todos os fragmentos situam-se acima dos 1.350 m.s.n.m. São comuns chuvas orográfi cas, assim como é constante a neblina, que contribuem para o aumento da disponibilidade hídrica. Tais condições de umidade permitem a presença de populações de epífi tas e briófi tas.
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Biologia reprodutiva de Melocactus glaucescens Buining & Brederoo e M. paucispinus G. Heimen & R. Paul (Cactaceae), na Chapada Diamantina, Nordeste do Brasil.

Biologia reprodutiva de Melocactus glaucescens Buining & Brederoo e M. paucispinus G. Heimen & R. Paul (Cactaceae), na Chapada Diamantina, Nordeste do Brasil.

RESUMO – (Biologia reprodutiva de Melocactus glaucescens Buining & Brederoo e M. paucispinus G. Heimen & R. Paul (Cactaceae), na Chapada Diamantina, Nordeste do Brasil). Foi estudada a biologia reprodutiva de Melocactus glaucescens e M. paucispinus (Cactaceae) no Município de Morro do Chapéu, Chapada Diamantina, Bahia, sendo abordados aspectos da fenologia, biologia floral, polinização e sistema reprodutivo. Foram registrados os períodos de floração e frutificação, visitantes florais, freqüência e tipo de visitas, além de estratégia e comportamento dos visitantes às flores. Foram realizadas polinizações experimentais para verificar o sistema reprodutivo das espécies. As duas espécies de Melocactus estudadas apresentaram sobreposição de floração ao longo do período de estudo. Os atributos florais de ambas as espécies são típicos da síndrome da ornitofilia: cores atrativas, estrutura tubulosa e produção de néctar com baixa concentração de solutos, entre 20% e 30%. O beija-flor Chlorostilbon aureoventris Boucier & Mulsant (1948) foi o visitante mais freqüente, com 82% e 89% do total de visitas para M. paucispinus e M. glaucescens, respectivamente. Outras espécies de beija-flores e borboletas também visitaram as flores das espécies. A sobreposição no período de floração e a similaridade na composição da guilda de polinizadores destas e demais espécies simpátricas de Melocactus favorece a hibridação no gênero, como foi observado na região. Melocactus glaucescens apresentou auto-incompatibilidade e alogamia, enquanto M. paucispinus é auto-compatível e autogâmica, porém com menor frutificação em autopolinização do que em polinização cruzada, possivelmente devido à ocorrência de depressão endogâmica. Polinizações interespecíficas indicam a ocorrência de inter-compatibilidade entre M. paucispinus e M. concinnus Buining & Brederoo, sustentando hipóteses correntes de hibridação entre estas espécies.
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